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Exercício da Enfermagem (EBSERH)

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PAULA

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Questões resolvidas

Em relação à sondagem vesical, assinale a alternativa correta.

A sondagem vesical não é privativa do enfermeiro, podendo ser realizada por técnico de enfermagem.
Não é um procedimento invasivo, por isso não há necessidade de uso de material estéril.
Procedimento invasivo, de risco, privativo do enfermeiro.
Não é um procedimento de risco.
Não é procedimento invasivo, privativo do enfermeiro.
a) A sondagem vesical não é privativa do enfermeiro, podendo ser realizada por técnico de enfermagem.
b) Não é um procedimento invasivo, por isso não há necessidade de uso de material estéril.
c) Procedimento invasivo, de risco, privativo do enfermeiro.
d) Não é um procedimento de risco.
e) Não é procedimento invasivo, privativo do enfermeiro.

Para sondagem vesical de alívio são necessários os seguintes materiais, EXCETO:

a) água destilada.
b) gel lubrificante.
c) sonda vesical.
d) campo estéril.
e) solução antisséptica.

Regarding nasoenteral probing, which aims to facilitate the administration of medications and diets in bedridden patients with difficulty swallowing or unconsciousness, what is the correct contraindication?

I- Deviated septum and TCE.
II- Elderly patient.
III- Inflammation in the intestine.
IV- Diarrhea.
V- Hyperemesis.
a) I and II are correct.
b) II, III, and IV are correct.
c) III, IV, and V are correct.
d) I, IV, and V are correct.
e) II, III, and V are correct.

(HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014) Paciente internado na Clínica Médica apresenta úlcera por pressão caracterizada por lesão com perda total de tecido, cuja base se encontra totalmente coberta por esfacelo amarelo e também há escara castanha no leito da lesão. De acordo com a National Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP), essa úlcera deve ser classificada como

I - A úlcera apresenta perda total de tecido.
II - A base da úlcera está totalmente coberta por esfacelo amarelo.
III - Há escara castanha no leito da lesão.
a) Estágio I.
b) Estágio II.
c) Estágio III.
d) Estágio IV.
e) Descritor 2 (úlcera que não pode ser classificada).

(HULW-UFPB) Úlcera por pressão que se apresenta como flictena fechada, preenchida por líquido seroso, é classificada como

I - A úlcera se apresenta como flictena fechada.
II - A flictena está preenchida por líquido seroso.
a) suspeita de lesão nos tecidos profundos.
b) estágio IV.
c) estágio III.
d) estágio II.
e) estágio I.

(HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014) O Protocolo para Prevenção de Úlcera por Pressão publicado pelo Ministério da Saúde (2013) normatiza o procedimento operacional das medidas preventivas para higiene, hidratação e manejo da umidade da pele, uma vez que o tratamento da pele ressecada com hidratantes tem se mostrado especialmente efetivo na prevenção de úlcera por pressão. Nesse contexto, para higiene e hidratação da pele, deve-se


a) limpar a pele apenas quando estiver suja, com água morna e sabão neutro para diminuir a irritação e ressecamento da pele.
b) massagear áreas de proeminências ósseas e hiperemiadas durante a hidratação da pele, com movimentos suaves e circulares para estimular a circulação local.
c) proteger a pele da exposição à umidade excessiva, com sondagem vesical de demora a todos incontinentes.
d) usar hidratantes na pele seca e áreas ressecadas, principalmente após o banho, pelo menos uma vez ao dia.
e) atentar para extravasamento de drenos sobre a pele, exsudato de feridas, suor e linfa em pacientes com anasarca, que apesar de não serem irritantes para a pele, podem contribuir para invasão fúngica.

(EBSERH/HULW-UFMS/Instituto AOCP/2014) Durante avaliação de um paciente idoso, emagrecido e com mobilidade prejudicada o Enfermeiro identificou risco para desenvolvimento de Úlcera por Pressão. Assinale a alternativa que NÃO representa uma medida recomendada para sua prevenção.


a) Manter os lençóis secos, sem vincos e sem resíduos alimentares.
b) Realizar a mudança de decúbito conforme o protocolo institucional.
c) Utilizar superfícies de suporte e alívio da carga mecânica para minimizar os efeitos do excesso de pressão causado pela imobilidade.
d) Proteger a pele do paciente do excesso de umidade, ressecamento, fricção e cisalhamento.
e) Massagear vigorosamente as proeminências ósseas, principalmente em áreas com sinais de inflamação.

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Questões resolvidas

Em relação à sondagem vesical, assinale a alternativa correta.

A sondagem vesical não é privativa do enfermeiro, podendo ser realizada por técnico de enfermagem.
Não é um procedimento invasivo, por isso não há necessidade de uso de material estéril.
Procedimento invasivo, de risco, privativo do enfermeiro.
Não é um procedimento de risco.
Não é procedimento invasivo, privativo do enfermeiro.
a) A sondagem vesical não é privativa do enfermeiro, podendo ser realizada por técnico de enfermagem.
b) Não é um procedimento invasivo, por isso não há necessidade de uso de material estéril.
c) Procedimento invasivo, de risco, privativo do enfermeiro.
d) Não é um procedimento de risco.
e) Não é procedimento invasivo, privativo do enfermeiro.

Para sondagem vesical de alívio são necessários os seguintes materiais, EXCETO:

a) água destilada.
b) gel lubrificante.
c) sonda vesical.
d) campo estéril.
e) solução antisséptica.

Regarding nasoenteral probing, which aims to facilitate the administration of medications and diets in bedridden patients with difficulty swallowing or unconsciousness, what is the correct contraindication?

I- Deviated septum and TCE.
II- Elderly patient.
III- Inflammation in the intestine.
IV- Diarrhea.
V- Hyperemesis.
a) I and II are correct.
b) II, III, and IV are correct.
c) III, IV, and V are correct.
d) I, IV, and V are correct.
e) II, III, and V are correct.

(HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014) Paciente internado na Clínica Médica apresenta úlcera por pressão caracterizada por lesão com perda total de tecido, cuja base se encontra totalmente coberta por esfacelo amarelo e também há escara castanha no leito da lesão. De acordo com a National Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP), essa úlcera deve ser classificada como

I - A úlcera apresenta perda total de tecido.
II - A base da úlcera está totalmente coberta por esfacelo amarelo.
III - Há escara castanha no leito da lesão.
a) Estágio I.
b) Estágio II.
c) Estágio III.
d) Estágio IV.
e) Descritor 2 (úlcera que não pode ser classificada).

(HULW-UFPB) Úlcera por pressão que se apresenta como flictena fechada, preenchida por líquido seroso, é classificada como

I - A úlcera se apresenta como flictena fechada.
II - A flictena está preenchida por líquido seroso.
a) suspeita de lesão nos tecidos profundos.
b) estágio IV.
c) estágio III.
d) estágio II.
e) estágio I.

(HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014) O Protocolo para Prevenção de Úlcera por Pressão publicado pelo Ministério da Saúde (2013) normatiza o procedimento operacional das medidas preventivas para higiene, hidratação e manejo da umidade da pele, uma vez que o tratamento da pele ressecada com hidratantes tem se mostrado especialmente efetivo na prevenção de úlcera por pressão. Nesse contexto, para higiene e hidratação da pele, deve-se


a) limpar a pele apenas quando estiver suja, com água morna e sabão neutro para diminuir a irritação e ressecamento da pele.
b) massagear áreas de proeminências ósseas e hiperemiadas durante a hidratação da pele, com movimentos suaves e circulares para estimular a circulação local.
c) proteger a pele da exposição à umidade excessiva, com sondagem vesical de demora a todos incontinentes.
d) usar hidratantes na pele seca e áreas ressecadas, principalmente após o banho, pelo menos uma vez ao dia.
e) atentar para extravasamento de drenos sobre a pele, exsudato de feridas, suor e linfa em pacientes com anasarca, que apesar de não serem irritantes para a pele, podem contribuir para invasão fúngica.

(EBSERH/HULW-UFMS/Instituto AOCP/2014) Durante avaliação de um paciente idoso, emagrecido e com mobilidade prejudicada o Enfermeiro identificou risco para desenvolvimento de Úlcera por Pressão. Assinale a alternativa que NÃO representa uma medida recomendada para sua prevenção.


a) Manter os lençóis secos, sem vincos e sem resíduos alimentares.
b) Realizar a mudança de decúbito conforme o protocolo institucional.
c) Utilizar superfícies de suporte e alívio da carga mecânica para minimizar os efeitos do excesso de pressão causado pela imobilidade.
d) Proteger a pele do paciente do excesso de umidade, ressecamento, fricção e cisalhamento.
e) Massagear vigorosamente as proeminências ósseas, principalmente em áreas com sinais de inflamação.

Prévia do material em texto

24/04/2015
1
Fundamentos do 
Exercício da 
Enfermagem
Sondagem 
Nasogástrica e Vesical
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
2
1. (HU-UFMT/EBSERH/AOCP/2014) Bradisfigmia, pirexia, hemianópsia são
termos utilizados respectivamente para descrever:
a) frequência cardíaca abaixo do normal, febre, perda da visão em uma das
metades do campo visual.
b) pulso lento e filiforme, febre, ruptura prematura da membrana
amniótica.
c) pulso lento e filiforme, febre, perda da visão em uma das metades do
campo visual.
Alguns outros conceitos...
Anasarca edema bilateral ou edema generalizado
Anosmia perda do olfato
Blefarite inflamação das pálpebras
Disartria dificuldade de utilizar os músculos da fala
Criptoquirdia testículos não descidos
Melena fezes pastosas de cor escura e cheiro fétido decorrente da
presença de sangue digerido
Hordéolo terçol, é uma infecção estafilocócica localizada na raiz dos
folículos, na borda das pálpebras
Piúria presença de pus na urina
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
3
 Procedimento invasivo, com risco a infecções e/ou a trauma uretral ou
vesical
 É atividade privativa do Enfermeiro.
SONDAGEM VESICAL 
(Resolução COFEN 450/2013)
Também é um procedimento médico.
Intermitente ou 
de alívio
Introduz-se um cateter reto 
descartável longo o suficiente 
para drenar a bexiga.
Quando vazia, retira-
se imediatamente o cateter. 
Indicada p/ alívio do 
desconforto da distensão da 
bexiga
Permanente ou 
de demora
Permanece → tempo maior 
até que o cliente seja capaz 
de urinar voluntariamente 
ou que medições contínuas 
apuradas não sejam 
necessárias.
Tipos de cateterização vesical
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
4
Intermitente
• Alívio do desconforto da distensão da bexiga, medida de descompressão
• Obtenção de amostra estéril de urina; avaliação de urina residual após a micção
• Tratamento a longo prazo de clientes com lesões de medula espinhal, degeneração
neuromuscular, ou bexigas neurogênicas
Permanente 
Curta 
Duração
• Obstrução do fluxo de urina; reparo cirúrgico da bexiga, uretra e estruturas subjacentes
• Prevenção de obstrução uretral por coágulos após cirurgia geniturinária
• Mensuração do débito urinário em clientes em estado crítico
• Irrigações contínuas ou intermitentes da bexiga
Permanente 
Longa 
Duração
• Retenção urinária severa com episódios recorrentes de ITU
• Erupções cutâneas, úlceras ou feridas irritadas pelo contato com a urina
• Doença terminal quando as trocas de roupa são dolorosas para o paciente
Cateterismo Vesical
 Sempre utilizar a técnica asséptica;
 A execução da técnica de sondagem vesical de demora e de alívio é
basicamente a mesma;
 Usar apenas água estéril para inflar o balão;
 Os cateteres de plástico → indicados para a sondagem intermitente;
 Os cateteres de teflon e de silicone puro → indicados para longa
permanência (2 a 3 meses);
ATENÇÃO!!!
≠ procedimento p/inflar o balonete do cateter permanente
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
5
 Após a inserção de uma sonda de demora, o sistema deve ser mantido
fechado e o cateter deve ser fixado de modo seguro.
 Trocar todo o sistema quando ocorrer desconexão, quebra da técnica
asséptica ou vazamento;
 Os pacientes devem manter uma ingesta hídrica de 2.000 a 2.500 mL por
dia;
 Não é necessária a realização do “desmame” para retirada do cateter.
ATENÇÃO!!!
2. (HU- UFRN/EBSERH/IADES/2014) Em relação à sondagem vesical,
assinale a alternativa correta.
a) A sondagem vesical não é privativa do enfermeiro, podendo ser realizada 
por técnico de enfermagem.
b) Não é um procedimento invasivo, por isso não há necessidade de uso de 
material estéril.
c) Procedimento invasivo, de risco, privativo do enfermeiro.
d) Não é um procedimento de risco.
e) Não é procedimento invasivo, privativo do enfermeiro.
não
Também é médico
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
6
3. (HU-UFMT/EBSERH/AOCP/2014) Dentre os cuidados para prevenção de
infecção do trato urinário relacionado ao catéter vesical de demora está
a) evitar fixá-lo à pele para que não ocorra tração à movimentação.
b) manter sempre a bolsa coletora acima do nível da bexiga.
c) esvaziar a bolsa coletora regularmente, utilizando recipiente coletor
individual e evitar contato do tubo de drenagem com o recipiente coletor.
d) higienizar o meato uretral com solução antisséptica, no mínimo, duas vezes
por dia.
e) fechar previamente o catéter antes da sua remoção.
A higiene rotineira do meato é a indicadaNão é necessário
4. (HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014) No Manual de Enfermagem da Clínica
Cirúrgica, foi padronizado uso de sonda Foley 2 vias, 30-50cc, em látex, no
cateterismo vesical de demora realizado no setor. Com isso, o volume de
solução a ser utilizada na insuflação do balonete mais adequado na
padronização é
a) 5ml. b) 10ml.
c) 20ml. d) 40ml.
e) 60ml.
Se o balonete deve ser inflado com o
valor de referencia entre 30-50 cc, este
valor deve ser ≥ 30, ≤ a 50
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
7
5. (HULW-UFPB/IAOCP/2014) Para sondagem vesical de alívio são
necessários os seguintes materiais, EXCETO:
a) água destilada.
b) gel lubrificante.
c) sonda vesical.
d) campo estéril.
e) solução antisséptica.
 A alimentação enteral é indicada quando o paciente é incapaz de ingerir
alimentos, mas ainda é capaz de digeri-los e absorver os nutrientes;
SONDAGEM GASTRINTESTINAL
Podem ser 
inseridas
Através do nariz Nasogástrica e nasoenteral
Cirurgicamente Gastrostomia e jejunostomia
Endoscopicamente
Gastrostomia ou jejunostomia
endoscópicas percutâneas
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
8
 O método mais confiável para teste → exame de raio X → as pontas são
radiopacas;
 Resolução COFEN 453/2014 → compete privativamente ao enfermeiro
estabelecer o acesso enteral por via oro/gástrica ou transpilórica para a
administração da NE;
 Se a terapia ocorre num período de tempo inferior a 4 semanas, as SNG e
SNE podem ser usadas.
SONDAGEM GASTRINTESTINAL
Po
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Aspiração pulmonar
Diarreia
Constipação
Oclusão da sonda
Deslocamento da sonda
Cãibra abdominal, náusea/vômito
Esvaziamento gástrico retardado
Desequilíbrio eletrolítico
Sobrecarga e fluidos
Desidratação hiperosmolar
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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 É inserida, geralmente, para descomprimir o estômago;
 Capaz de prevenir vômito após uma cirurgia maior, ficando, geralmente,
instalada por um período de 48 a 72 horas depois da cirurgia;
 Outras aplicações diagnósticas e terapêuticas:
 investigação e o tratamento do sangramento gastrointestinal superior;
 coleta de conteúdos gástricos para análise;
 realização de lavagem gástrica;
 aspiração de secreções gástricas;
 administração de medicamentos e nutrientes
SONDA NASOGÁSTRICA (SNG)
ASPIRAÇÃO
• Aspirar um pouco de conteúdo gástrico com a 
seringa.
AUSCULTA 
• Colocar o estetoscópio na região epigástrica, injetar 20 mL de 
ar e realizar a ausculta.
IMAGEM
• Encaminhar o paciente para controle radiológico antes de 
iniciar a dieta. Exame padrão ouro.
Testes de Posicionamento da Sonda Nasográstrica
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
10
6. (HU-UFES) Homem, 85 anos, portador de Alzheimer, foi internado na Clínica
Médica para tratamento de infecção respiratória e, devido à disfagia, precisa
iniciar nutrição enteral, sendo indicada pelo médico a sondagem nasoenteral
com localização além do esfíncter piloro. Qual é, respectivamente, o tipo de
sonda mais adequada e o método confirmatório para localização enteral
considerado como padrão-ouro para a realização desse procedimento?
a) Sonda de polietileno, ausculta epigástrica. 
b) Sonda de poliuretano, ausculta epigástrica. 
c) Sonda de poliuretano, radiografia. 
As sondas nasoentéricas,para nutrição enteral devem ser feitas de borracha
de silicone, poliuretano ou de outros polímeros, flexíveis, de fino calibre, leves,
macias. Devem possuir fio guia de aço inoxidável, flexível.
7. (HU-UFRN) A sondagem nasoenteral tem por finalidade facilitar a
admistração de medicamentos e dietas em pacientes acamados, com
dificuldade de deglutição ou inconscientes. No que se refere às
contraindicações para essa técnica, assinale a alternativa correta.
a) Desvio de septo e TCE.
b) Paciente idoso.
c) Inflamação no intestino.
d) Diarréia.
e) Hiperemese.
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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Feridas e Curativos
 FERIDA: ruptura estrutural (solução de continuidade) e fisiológica do
tegumento cutâneo, da membrana mucosa ou de qualquer parte do
corpo.
 CICATRIZAÇÃO: complexa sequência de eventos coordenados e
desencadeados pelo organismo, que objetivam reconstruir estrutural e
funcionalmente o tecido comprometido em sua maior plenitude.
FERIDAS E CURATIVOS
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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TIPOS DE CICATRIZAÇÃO
• Em feridas realizadas de maneira asséptica, com um mínimo de
destruição tecidual e que são devidamente fechadas. O tecido de
granulação não é visível.
Primeira 
intenção
• acontece em feridas nas quais as bordas não foram aproximadas com
perda excessiva de tecido com a presença ou não de infecção. A
aproximação primária das bordas não é possível.
Segunda 
intenção
• designa a aproximação das margens da ferida (pele e subcutâneo)
após o tratamento aberto inicial. Isto ocorre principalmente quando
da existência de infecção, que deve ser tratada primeiramente, para
então ser suturada posteriormente.
Terceira 
intenção
FATORES QUE INTERFEREM NA CICATRIZAÇÃO
Infecção Tabagismo
Estresse; 
ansiedade; 
depressão
Perfusão e 
oxigenação
Doenças 
crônicas
Aporte 
nutricional e 
hidratação
Edema Idade Medicamentos Obesidade
Extensão e 
localização da 
ferida
Mobilidade do 
paciente;
Estado 
imunológico;
Presença de 
corpo 
estranho.
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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FASES DA CICATRIZAÇÃO
Fase 
inflamatória 
Fase 
proliferativa 
Fase de 
maturação
Neo-angiogênese
Fibroplasia
Epitelização
COMPLICAÇÕES DA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS 
Hemorragia Infecção Deiscência Evisceração Fístula
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24/04/2015
14
TIPOS DE TECIDOS 
Tecido de granulação Tecido epitelial Tecido necrótico
TIPOS DE TECIDOS 
TECIDOS NECRÓTICOS
Esfacelo, necrose de 
liquefação ou 
liquefativa 
sua aparência é a de um tecido fibrinoso, de consistência
amolecida, semifluida ou liquefeita, com coloração
amarelada, marrom, acinzentada ou acastanhada, que pode
estar aderido firme ou frouxamente à ferida
Escara ou necrose 
coagulativa
aspecto físico semelhante à albumina coagulada, apresenta-
se sólido, opaco, turvo, seco e com coloração que vai do
amarelo-pálido ao preto
Tecido macerado
tecido esbranquiçado que surge nos bordos da lesão, das
pregas cutâneas e das fístulas quando há excesso de
umidade da ferida por aumento da exsudação
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
15
ALGUMAS CLASSIFICAÇÕES DAS FERIDAS
Evolução
Agudas
Crônicas
Espessura
Superficial
Profunda 
superficial
Profunda
Contaminação
Limpa
Limpa-
contaminada
Contaminada
Infectada
ÚLCERAS POR PRESSÃO (UP) 
 A pressão é principal elemento na causa dessas lesões e três fatores
relacionados contribuem para seu desenvolvimento:
 Intensidade da pressão: > 15-32 mmHg;
 Duração da pressão;
 Tolerância dos tecidos.
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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ESTADIAMENTO DAS UP 
Estágio I: pele intacta com vermelhidão não branqueável de uma área
localizada, usualmente sobre uma proeminência óssea.
Estágio II: perda parcial da espessura da pele, envolvendo epiderme, derme
ou ambas. É superficial e se apresenta como uma abrasão, bolha ou cratera rasa.
Estágio III: perda da espessura total do tecido. A gordura subcutânea pode
estar visível, mas não há exposição de ossos, tendões ou músculos.
Estágio IV: perda da espessura total do tecido com exposição de ossos,
tendões ou músculos.
Não pode ser classificada: aquela com perda total de tecido e cujas bases
estão cobertas por esfacelo e/ou escara no leito da ferida.
8. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014) Paciente internado na Clínica Médica
apresenta úlcera por pressão caracterizada por lesão com perda total de
tecido, cuja base se encontra totalmente coberta por esfacelo amarelo e
também há escara castanha no leito da lesão. De acordo com a National
Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP), essa úlcera deve ser classificada
como
a) Estágio I. 
b) Estágio II. 
c) Estágio III. 
d) Estágio IV. 
e) Descritor 2 (úlcera que não pode ser classificada).
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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9. (HULW-UFPB) Úlcera por pressão que se apresenta como flictena fechada,
preenchida por líquido seroso, é classificada como
a) suspeita de lesão nos tecidos profundos.
b) estágio IV.
c) estágio III.
d) estágio II.
e) estágio I.
PREVENÇÃO DAS UP
Avaliação de úlcera por pressão na admissão
Reavaliação diária de risco de desenvolvimento de UPP 
de todos os pacientes internados
Inspeção diária da pele
Manejo da Umidade: manutenção do paciente seco e 
com a pele hidratada
Otimização da nutrição e da hidratação
Minimizar a pressão
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
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10. (HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014) O Protocolo para Prevenção de Úlcera
por Pressão publicado pelo Ministério da Saúde (2013) normatiza o
procedimento operacional das medidas preventivas para higiene, hidratação
e manejo da umidade da pele, uma vez que o tratamento da pele ressecada
com hidratantes tem se mostrado especialmente efetivo na prevenção de
úlcera por pressão. Nesse contexto, para higiene e hidratação da pele, deve-
se
a) limpar a pele apenas quando estiver suja, com água morna e sabão neutro
para diminuir a irritação e ressecamento da pele.
b) massagear áreas de proeminências ósseas e hiperemiadas durante a
hidratação da pele, com movimentos suaves e circulares para estimular a
circulação local.
c) proteger a pele da exposição à umidade excessiva, com sondagem vesical
de demora a todos incontinentes.
ou sempre quando for necessário
Utilizar fraldas ou absorventes
10. (HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014)
d) usar hidratantes na pele seca e áreas ressecadas, principalmente após o 
banho, pelo menos uma vez ao dia.
e) atentar para extravasamento de drenos sobre a pele, exsudato de feridas, 
suor e linfa em pacientes com anasarca, que apesar de não serem irritantes 
para a pele, podem contribuir para invasão fúngica.
Thairiane Guimarães Oliveira - 027.888.631-01
24/04/2015
19
11. (EBSERH/HULW-UFMS/Instituto AOCP/2014) Durante avaliação de um
paciente idoso, emagrecido e com mobilidade prejudicada o Enfermeiro
identificou risco para desenvolvimento de Úlcera por Pressão. Assinale a
alternativa que NÃO representa uma medida recomendada para sua prevenção.
a) Manter os lençóis secos, sem vincos e sem resíduos alimentares.
b) Realizar a mudança de decúbito conforme o protocolo institucional.
c) Utilizar superfícies de suporte e alívio da carga mecânica para minimizar os
efeitos do excesso de pressão causado pela imobilidade.
d) Proteger a pele do paciente do excesso de umidade, ressecamento, fricção e
cisalhamento.
e) Massagear vigorosamente as proeminências ósseas, principalmente em áreas
com sinais de inflamação.
AVALIAÇÃO DAS FERIDAS 
• Extensão/dimensão da lesãoI
• Aspecto da área adjacente à lesão (pele 
perilesional e bordas)
II
• Características do exsudatoIII
• DorIV
• Características do leito da lesão (composição 
dos tecidos)
V
• Reposta ao tratamentoVI
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AVALIAÇÃO DAS FERIDAS 
Escala de Norton
• Marca cinco fatores de
risco: condição física,
condição mental,
atividade, mobilidade e
incontinência.• A pontuação total varia
de 5 a 20; uma baixa
pontuação indica um
risco mais alto de
desenvolvimento de UP
Escala de Braden
• Composta por seis
subescalas: percepção
sensorial, umidade,
atividade, mobilidade,
nutrição, fricção e atrito.
• A pontuação total varia
de 6 a 23, uma
pontuação mais baixa
indica um risco mais alto
de desenvolvimento de
UP
12. (EBSERH/HULW-UFMS/Instituto AOCP/2014) Uma das consequências mais
comuns, resultante de longa permanência em hospitais, é o aparecimento de
alterações cutâneas, ou úlceras por pressão (UPP). O Enfermeiro pode utilizar
uma abordagem estruturada de avaliação de risco para identificar indivíduos
em risco de desenvolver UPP com a Escala de
a) Peter.
b) Glasgow.
c) Lewis.
d) Risco C.
e) Braden.
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TRATAMENTO DE FERIDAS
 A manutenção de um ambiente local fisiológico é o objetivo do tratamento
eficaz de feridas.
 Para que seja mantido um ambiente saudável, os seguintes princípios
devem ser associados:
 Prevenir e tratar infecções;
 Limpar a ferida;
 Remover tecidos não viáveis;
 Tratar o exsudato;
 Manter a ferida em um ambiente úmido.
 Proteger a ferida.
TRATAMENTO DE FERIDAS
DESBRIDAMENTO
Desbridamento
Mecânico
Desbridamento
Autolítico
Desbridamento
Enzimático
Desbridamento
Cirúrgico
É a remoção de tecido necrótico não viável. É
necessária p/ livrar de uma fonte de infecção,
permitir a visualização do leito da ferida e fornecer
uma base a cicatrização.
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13. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014) Enfermeiro iniciou terapia com placa
composta por poliuretano na camada externa e gelatina, pectina e
carboximetilcelulose sódica na camada interna em ferida aberta não
infectada, com leve exsudação. O tipo de desbridamento conferido por
este produto é
a) autolítico.
b) mecânico.
c) enzimático.
d) térmico.
e) cirúrgico.
Utilizar curativos que retém umidade
Força mecânica sobre o tecido necrótico
Enzimas desbridantes diretamente no tecido necrótico
Por procedimento cirúrgico
CURATIVOS E COBERTURAS 
 Os curativos são uma forma de tratamento das feridas cutâneas e sua
escolha depende de fatores intrínsecos e extrínsecos;
 Em incisões cirúrgicas mantido oclusivo e seco por 24 a 48 horas após a
cirurgia;
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14. (HU-UFRN/EBSERH/IADES/2014) De acordo com os princípios dos
cuidados de enfermagem com curativos, assinale a alternativa correta.
a) Os curativos em que são usados compressas de gases estéril devem ser
trocados de seis em seis horas.
b) Os curativos de filme transparente não tem prazo de troca, podendo ficar
na ferida até 14 dias.
c) Todos os curativos devem ser trocados diariamente em razão da
necessidade de visualização da ferida.
Características da lesão, qtd. exudato etc.
7 dias em média
Características da lesão, qtd. exudato, localização etc.
14. (HU- UFRN/EBSERH/IADES/2014) De acordo com os princípios dos
cuidados de enfermagem com curativos, assinale a alternativa correta.
d) A troca do curativo depende do tipo de cobertura utilizada, da respectiva
limpeza, da aderência à pele e da quantidade de exudato.
e) O curativo de cateter central de inserção periféricos deve ser feito com
compressa de gaze estéril e esparadrapo e deve-se utilizar material estéril.
Filme transparente
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PRINCIPAIS COBERTURAS 
Ácidos graxos 
essenciais
Alginato de 
cálcio e sódio
Papaína Colagenase
Sulfadiazina de 
prata 1%
Bota de Unna Carvão ativado
Filme 
transparente 
semipermeável
Hidrocoloide Hidrogel Hidropolímero
PRINCIPAIS COBERTURAS 
 Ácido Graxo Essencial (AGE) - favorece o processo de cicatrização, desbridamento e alívio
da dor. Além disso, o produto é indicado para hidratação da pele integra, evitando o
aparecimento de lesões.
 Alginato de Cálcio - realiza a hemostasia, a absorção de líquidos, a imobilização e
retenção das bactérias na trama das fibras.
 Curativo Adesivo de Hidropolimero - indicado para feridas exsudativas, profundas,
ulceras residuais com colonização bacteriana crônica pós-enxertia de pele. Não deve ser
usada em feridas simples e secas.
 Hidrocoloide - indicado para o tratamento de feridas com leve a moderada exsudação.
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PRINCIPAIS COBERTURAS 
 Papaína - provoca dissociação das moléculas de proteínas, resultando
em desbridamento químico.
 Carvão ativado - é indicado para feridas infectadas, exsudativas, superficiais ou
profundas, fétidas. É contraindicado em feridas limpas; secas; queimaduras; lesões
granuladas ou com baixo exsudato; com presença de esposição óssea ou de tendão.
Requer cobertura secundária. Deve ser trocado em intervalos que variam de 48 a 72
horas) e de 3 a 7 dias quando a ferida não estiver contaminada.
15. (HU-UFMG) Paciente acamado e internado na Clínica Médica apresenta
úlcera por pressão não infectada, com tecido granuloso, com sangramento
ativo importante. O produto mais adequado para o curativo dessa ferida é o
a) alginato de cálcio.
b) curativo adesivo de hidropolímero.
c) carvão ativado.
d) ácido graxo essencial.
e) hidrocoloide.
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16. (HULW-UFPB) Para tratamento de ferida infectada, o curativo que possui
propriedade bactericida é
a) curativo adesivo de hidropolímero.
b) gel de papaína.
c) hidrogel.
d) carvão ativado com prata.
e) alginato de cálcio.
Higiene Pessoal e 
Conforto do Paciente
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HIGIENE PESSOAL E CONFORTO DO PACIENTE
 Durante o cuidado de higiene, deve-se preservar ao máximo a
independência do paciente, transmitir respeito, avaliar a sua
capacidade de realizar o autocuidado, assegurar a privacidade e
conforto físico;
 Deve-se avaliar a condição da pele e considerar o uso de sabonetes
com emolientes para aqueles que possuam a pele mais seca, o que
predispõe ao comprometimento da pele
ENFERMAGEM NA HIGIENE PESSOAL E CONFORTO 
DO PACIENTE
 Banho completo no leito é aquele administrado para o paciente
totalmente dependente. O banho parcial no leito consiste em banhar
apenas as regiões do corpo que provocariam desconforto quando ficam
sem banho, como as mãos, faces, axilas e área perineal;
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AMBIENTE E UNIDADE DO CLIENTE
Limpeza 
concorrente
Executada diariamente
A limpeza concorrente da cama e de 
mobiliários deve ser realizada com álcool a 
70% pela equipe de enfermagem
Limpeza 
terminal
Limpeza da unidade do paciente, de todos 
os equipamentos e mobiliários
Primeiro deve ser realizada a lavagem com 
água e sabão, em seguida deve realizar a 
desinfecção com álcool a 70% e proceder o 
preparo do leito
Realizada quando o paciente recebe alta, 
falece, é transferido ou encaminhado para 
cirurgia e uma vez por semana se o 
paciente permanecer internado.
Nutrição Parenteral
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ENFERMAGEM NA NUTRIÇÃO PARENTERAL
Resolução COFEN 453/2014
 A NP é composta basicamente de carboidratos, aminoácidos, lipídios,
vitaminas e minerais, estéril e apirogênica, acondicionada em recipiente
de vidro ou plástico, destinada à administração intravenosa em
pacientes desnutridos ou não.
INDICAÇÕES PARA TNP
• Incapacidade de ingerir uma quantidade adequada 
de alimento ou líquido VO dentro de 7 dias;I
• Capacidade comprometida para absorver 
alimentos VO ou enteral;II
• O paciente não deseja ou não consegue ingerir 
nutrientes adequados VO ou enteral;III
• Necessidades pré e pós-operatórias prolongadas.IV
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MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO
Periférica (NPP)
• Soluções com
osmolaridade até 900
mOsm/L
• As fórmulas não são
nutricionalmente
completas devido ao
baixo teor de glicose
• Geralmente é prescrita
para suplementara
ingesta oral e sua
duração usual é de 5 a 7
dias
Central (NPC)
• Soluções que tem
osmolaridade maior que
700 mOsm/L
• Utiliza-se veia central de
grosso calibre e alto
fluxo sanguíneo, tais
como: veias subclávias e
jugulares
• Está contraindicada a
femoral pelo risco de
infecção
MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO
As soluções de NP são iniciadas lentamente e avançadas gradualmente
a cada dia até a velocidade desejada, conforme permitido pela
tolerância do paciente aos líquidos e à glicose;
Um total de 1 a 3 L de solução é administrado durante o período de
24h;
A solução de NP é descontinuada gradualmente para permitir ao
paciente ajustar-se aos níveis diminuídos de glicose.
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17. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014 - Adaptada) Ao considerar as
competências do enfermeiro estabelecidas pela Portaria MS/SNVS nº
272/1998 e Resolução RDC ANVISA nº 63/2000, que dispõem sobre os
Regulamentos Técnicos para Terapia de Nutrição Parenteral (NP) e Nutrição
Enteral (NE), respectivamente, é correto afirmar que
a) ao enfermeiro, compete confrontar as informações do rótulo da NP e/ou
NE com a prescrição médica e assegurar a conservação de ambas até o
horário de instalação destas.
b) a via de administração da NP pode ser estabelecida pelo enfermeiro.
c) a via de administração da NE é estabelecida apenas pelo enfermeiro.
Completa instalação
médico ou enfermeiro
17. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014 - Adaptada) Ao considerar as
competências do enfermeiro estabelecidas pela Portaria MS/SNVS nº
272/1998 e Resolução RDC ANVISA nº 63/2000, que dispõem sobre os
Regulamentos Técnicos para Terapia de Nutrição Parenteral (NP) e Nutrição
Enteral (NE), respectivamente, é correto afirmar que
d) ao enfermeiro, compete assegurar as vias de administração e de forma
exclusiva para a NP e NE.
e) o preparo e a administração da NP e NE industrializadas são de
responsabilidade do enfermeiro.
NE e NPP – enfermeiro e médico
NPC – exclusivamente médico
da indústria
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Administração de 
Medicações
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
 PENICILINA CRISTALINA
 Solvente da penicilina cristalina → o volume do soluto (FA 5.000.000 UI)
→ 2 ml. No frasco de 10.000.000 UI → 4 ml.
 8 ml de AD em 1 FA (5.000.000 UI) → solução contém 10 ml.
 6 ml de AD em 1 FA (10.000.000 UI) → solução contém 10 ml.
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18. (EBSERH/HULW-UFPB/ Instituto AOCP/2014) Quantos ml de pó há em 
um frasco de Penicilina Cristalina 10.000.000UI?
a) 1.
b) 2.
c) 4.
d) 8.
e) 10.
19. (HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014) Homem, 77 anos, com doença
pulmonar obstrutiva crônica exacerbada, encontra-se internado na Clínica
Médica e, em sua prescrição, consta Terbutalina 0,25mg via subcutânea.
Sabe-se que, na instituição, a apresentação da Terbutalina é ampola injetável
com 0,5mg/1ml. Ao preparar esta medicação em seringa de 100 unidades,
quantas unidades de droga devem ser aspiradas?
a) 0,5. b) 1. c) 5. d) 10. e) 50.
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A questão nos traz os seguintes dados:
Frasco: 0,5 mg/1ml
Prescrição: 0,25 mg
Seringa: 100UI = 1ml
Colocando os dados na fórmula, temos:
0,5 --- 100
0,25 --- x
0,5x = 0,25x100
X= 25
0,5
X = 50
Gabarito: E.
20. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014) Homem, 32 anos, apresentava
convulsões no setor, sendo prescrito pelo médico uma dose de ataque de
Fenitoína 1250mg. Na instituição, existe ampola de Fenitoína 5% com 5ml.
Quantas ampolas são necessárias para administrar essa droga?
a) 1. 
b) 2. 
c) 2,5. 
d) 4. 
e) 5.
Porcentagem nos cálculos de medicação, o termo por
cento (%) significa que a quantidade de solvente é
sempre 100 ml:
Exemplo: 7% significa que há 7 gramas de soluto em
100 ml de solvente.
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Dessa maneira...
5% = 5g
5g ----- 100ml
X ----- 5ml
100x= 25
X= 0,25 g
0,25 g = 250 mg, ou seja, 1 ampola de 5ml de fenitoína a 5% contém 250 mg de fenitoína.
Como foi prescrito 1250 mg de fenitoína para a dose de ataque temos:
1 ampola ----- 250 mg
X ----- 1250 mg
250 X= 1250
X= 1250
250
X= 5 ampolas
Gabarito: E.
21. (HU-UFMG) Menino, 12 anos, diabético, em uso domiciliar de Insulina
NPH há 1 semana, deu entrada no Pronto Socorro após aula de Educação
Física, já torporoso com pele fria e pegajosa, sendo constatado glicemia
capilar=42mg/dl. O médico prescreveu Glicose 10g via endovenosa. Ao
utilizar ampola de Glicose 25% contendo 10ml, são necessárias quantas
ampolas para administrar a dose prescrita?
a) 10.
b) 8.
c) 5.
d) 4.
e) 2
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A porcentagem deverá ser transformada em gramas.
Exemplo: Uma solução de glicose a 25%, significa que há 25g em 100 ml da sua
composição.
25 g ----- 100 ml
X ------ 10 ml
X= 2,5 g
2,5g – 1 ampola
10g – x
2,5X = 10
X= 10
2,5
X= 4 ampolas.
Gabarito = D.
22. (EBSERH/HULW-UFMS/Instituto AOCP/2014) Na medicação, quando se
trabalha com comprimidos, podem ocorrer situações em que, na ausência de
um comprimido na concentração desejada, deve-se calcular a dosagem a
partir do que se tem disponível. Neste caso, quando o médico prescrever:
Quemicetina 250mg comprimidos e o hospital somente possuir comprimidos
de 1000mg, como o Enfermeiro pode proceder para administrar a dose
correta ao seu paciente?
a) Diluir o comprimido de 1000mg em 10ml e administrar 5,0ml da diluição. 
b) Diluir o comprimido de 1000mg em 20ml e administrar 2,5ml da diluição. 
c) Diluir o comprimido de 1000mg em 10ml e administrar 2,5ml da diluição. 
d) Diluir o comprimido de 1000mg em 20ml e administrar 10 ml da diluição. 
e) Diluir meio comprimido de 1000mg em 10 ml e administrar 10 ml da 
diluição. 
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De acordo com a questão...
1000 mg ----- 10 ml
250 mg ------ x ml
X= 2,5 ml
Veja que se diluíssemos em 20 ml, não havia alternativa que contemplasse a quantidade
de ml correta
1000 mg ----- 20 ml
250 mg ------ x ml
X= 5 ml
Gabarito = C.
23. (HU-UFMG) Mulher, 49 anos, internada no setor de Ginecologia e
Obstetrícia para tratamento clínico de metrorragia volumosa com
tamponamento da cavidade uterina, deverá receber, de 12 em 12 horas, soro
de manutenção com eletrólitos cujo volume total corresponde a 500ml.
Diante desse caso, o número de gotas/minuto a ser infundido, ao se utilizar
equipo macrogotas de infusão gravitacional, é de aproximadamente
a) 125.
b) 42.
c) 14.
d) 12.
e) 5.
Fórmula: Numero de gotas = Volume total
3 x Tempo (h)
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Dados:
Volume total: 1000
Tempo: 24
N° de gotas = _500 = 500 = 13,88
3x(12) 36
Como a casa decimal é maior que 5 deve-se arredondar para a cima, ou seja, 14.
Resultado: 14 gotas por minuto.
Gabarito = C.
X
24. (HU-UFMG) Algumas medicações podem ter seus efeitos revertidos com
a administração de outras drogas. Desse modo, qual é o antídoto do
midazolan?
a) Biperideno. 
b) Flumazenil. 
c) Naloxona. 
d) Benzodiazepínico. 
e) Protamina.
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X
Droga Antidoto/efeito
Midazolan (dormonid®): diazepínico de ação rápida
e curta. Sedativo, hipnótico, anticonvulsivante.
Flumazenil: antagonista de benzodiazepínico. Uso:
Encerrar anestesias, intoxicações, afastar intoxicações por
diazepínicos.
Biperideno (akineton®): anticolinérgico de ação
central – antiparkinsoniano.
Carbacol: parassimpatomimético que estimula tanto
os receptores muscarínicos como os nicotínicos.
Morfina: analgésico narcótico e sedativo potente,
alívio da dispneia na insuficiência cardíaca
esquerda e edema agudo de pulmão.
Naloxona – antagonista de escolha de narcóticos
opióides. Uso: intoxicação por opióide, reverter efeito
depressor respiratório ou do SNC em intoxicações ou
sedação.
Heparina: anticoagulante potencializador da
antitrombina III (inativando assim a trombina).
Protamina: administrada isoladamente, a Protaminapode
apresentar um efeito anticoagulante.
1 - C
2 - Nula
3 - C
4 - D
5 - A
6 - C
7 - A
8 - E
9 - D
10 - D
11 - E
12 - E
13 - A
14 - D
15 - A
16 - Nula
17 - B
18 - C
19 - E
20 - E
21 - D
22 - C
23 - C
24 - B
Gabarito
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40
Obrigado!
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