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Exercício Avaliativo - Módulo 5_ Revisão da tentativa

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Questões resolvidas

A doutrina majoritária considera que o TCU é:
a. órgão do Poder Judiciário, pois tem como função julgar a boa e regular aplicação dos recursos públicos federais;
b. órgão autônomo, vinculado ao Poder Legislativo para fins orçamentários e financeiros;
c. órgão do Poder Executivo, já que se consubstancia em tribunal administrativo;
d. órgão autônomo de apoio ao Poder Judiciário;
e. órgão autônomo e independente, que não integra nem é vinculado a nenhum dos três Poderes.

Suponha que a União, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT, firmou convênio com o Município M, para construção de um laboratório de informática na escola pública local. Durante uma fiscalização, o TCU encontrou irregularidades no objeto e averiguou que os responsáveis seriam o prefeito e um diretor do MCT, que aprovou o convênio fora das especificações. Logo, o TCU deve:
a. julgar os dois responsáveis, pois ambos causaram dano ao erário federal;
b. julgar somente o agente do MCT, pois somente ele se encontra sob sua jurisdição;
c. julgar somente o prefeito, pois foi ele quem efetivamente despendeu os recursos;
d. não julgar nenhum, pois cabe ao Tribunal de Contas local julgá-los;
e. não julgar nenhum, pois cabe ao Tribunal de Contas local julgar somente o prefeito, pois ele causou o dano ao erário, e cabe à Justiça Federal julgar o agente do MCT, já que sua conduta não causou dano.

Na realização de uma licitação para aquisição de computadores de certa empresa pública, o parecerista jurídico opinou pela dispensa do procedimento licitatório, sob o argumento de que não seria necessária licitação para aquisição bens de informática. O ordenador de despesa elaborou uma nota, dizendo que já havia feito procedimentos semelhantes anteriormente, mas mesmo assim deu prosseguimento à contratação, vez que estava baseado no parecer mencionado. Considerando que tal dispensa não é prevista pela legislação, quem deve ser responsabilizado pela irregularidade?
a. o ordenador somente, pois foi somente ele quem assinou o contrato;
b. o parecerista somente, pois realmente foi ele quem induziu o ordenador ao erro;
c. o parecerista e o ordenador, pois o primeiro defendeu tese jurídica absurda, sem fundamentação, e o segundo, mesmo sabendo que a tese era absurda (pois ele próprio mencionou que já havia realizado certames parecidos), optou por dar prosseguimento ao certame;
d. o ordenador somente, pois os advogados não podem ser responsabilizados por suas opiniões.
e. o ordenador somente, pois ele é responsável pelos gastos públicos da entidade, independentemente de qualquer posicionamento em pareceres técnicos ou jurídicos;

Considere que a União tenha concedido os serviços públicos de aviação civil a mais uma companhia aérea, a Voar. Após algum tempo, o TCU verificou que a empresa estava prestando serviços de péssima qualidade, fora das especificações contidas no contrato de concessão. Desse modo, cabe ao TCU:
a. aplicar multa à empresa, depois de cumpridos os requisitos do devido processo legal;
b. caçar a concessão realizada, pois a empresa não está prestando os serviços como deveria;
c. o TCU não teria competência para o caso, pois a empresa é particular e não recebe recursos públicos federais;
d. cabe ao TCU fiscalizar e demandar o Poder Público competente acerca das fiscalizações e controles exercidos sobre a empresa concessionária, mas não cabe fiscalizar impugnar diretamente a empresa;
e. cabe ao TCU fiscalizar o Poder Público e a empresa, indistintamente.

O TCU julgou irregulares as contas do ex-prefeito de Novo Horizonte/XX, condenando em débito e em multa, por causa da não prestação de contas de recursos federais recebidos por meio de convênio. O ex-prefeito, irresignado com o julgamento, impetrou mandado de segurança perante o STF, alegando que não foi devidamente citado pelo TCU. Considerando a situação hipotética apresentada, julgue os itens:
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas e declarar a regularidade das contas do ex-prefeito.
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas, anulando-o.
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas, pois cabe somente ao TCU rever o seu posicionamento.
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas, mas pode estabelecer outra valoração da multa.
Se o STF constatar que não houve falha na citação do TCU e em nenhuma outra parte do processo, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas.

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Questões resolvidas

A doutrina majoritária considera que o TCU é:
a. órgão do Poder Judiciário, pois tem como função julgar a boa e regular aplicação dos recursos públicos federais;
b. órgão autônomo, vinculado ao Poder Legislativo para fins orçamentários e financeiros;
c. órgão do Poder Executivo, já que se consubstancia em tribunal administrativo;
d. órgão autônomo de apoio ao Poder Judiciário;
e. órgão autônomo e independente, que não integra nem é vinculado a nenhum dos três Poderes.

Suponha que a União, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT, firmou convênio com o Município M, para construção de um laboratório de informática na escola pública local. Durante uma fiscalização, o TCU encontrou irregularidades no objeto e averiguou que os responsáveis seriam o prefeito e um diretor do MCT, que aprovou o convênio fora das especificações. Logo, o TCU deve:
a. julgar os dois responsáveis, pois ambos causaram dano ao erário federal;
b. julgar somente o agente do MCT, pois somente ele se encontra sob sua jurisdição;
c. julgar somente o prefeito, pois foi ele quem efetivamente despendeu os recursos;
d. não julgar nenhum, pois cabe ao Tribunal de Contas local julgá-los;
e. não julgar nenhum, pois cabe ao Tribunal de Contas local julgar somente o prefeito, pois ele causou o dano ao erário, e cabe à Justiça Federal julgar o agente do MCT, já que sua conduta não causou dano.

Na realização de uma licitação para aquisição de computadores de certa empresa pública, o parecerista jurídico opinou pela dispensa do procedimento licitatório, sob o argumento de que não seria necessária licitação para aquisição bens de informática. O ordenador de despesa elaborou uma nota, dizendo que já havia feito procedimentos semelhantes anteriormente, mas mesmo assim deu prosseguimento à contratação, vez que estava baseado no parecer mencionado. Considerando que tal dispensa não é prevista pela legislação, quem deve ser responsabilizado pela irregularidade?
a. o ordenador somente, pois foi somente ele quem assinou o contrato;
b. o parecerista somente, pois realmente foi ele quem induziu o ordenador ao erro;
c. o parecerista e o ordenador, pois o primeiro defendeu tese jurídica absurda, sem fundamentação, e o segundo, mesmo sabendo que a tese era absurda (pois ele próprio mencionou que já havia realizado certames parecidos), optou por dar prosseguimento ao certame;
d. o ordenador somente, pois os advogados não podem ser responsabilizados por suas opiniões.
e. o ordenador somente, pois ele é responsável pelos gastos públicos da entidade, independentemente de qualquer posicionamento em pareceres técnicos ou jurídicos;

Considere que a União tenha concedido os serviços públicos de aviação civil a mais uma companhia aérea, a Voar. Após algum tempo, o TCU verificou que a empresa estava prestando serviços de péssima qualidade, fora das especificações contidas no contrato de concessão. Desse modo, cabe ao TCU:
a. aplicar multa à empresa, depois de cumpridos os requisitos do devido processo legal;
b. caçar a concessão realizada, pois a empresa não está prestando os serviços como deveria;
c. o TCU não teria competência para o caso, pois a empresa é particular e não recebe recursos públicos federais;
d. cabe ao TCU fiscalizar e demandar o Poder Público competente acerca das fiscalizações e controles exercidos sobre a empresa concessionária, mas não cabe fiscalizar impugnar diretamente a empresa;
e. cabe ao TCU fiscalizar o Poder Público e a empresa, indistintamente.

O TCU julgou irregulares as contas do ex-prefeito de Novo Horizonte/XX, condenando em débito e em multa, por causa da não prestação de contas de recursos federais recebidos por meio de convênio. O ex-prefeito, irresignado com o julgamento, impetrou mandado de segurança perante o STF, alegando que não foi devidamente citado pelo TCU. Considerando a situação hipotética apresentada, julgue os itens:
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas e declarar a regularidade das contas do ex-prefeito.
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas, anulando-o.
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas, pois cabe somente ao TCU rever o seu posicionamento.
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas, mas pode estabelecer outra valoração da multa.
Se o STF constatar que não houve falha na citação do TCU e em nenhuma outra parte do processo, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas.

Prévia do material em texto

Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Marcar
questão
Questão 2
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Marcar
questão
Questão 3
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Marcar
questão
A doutrina majoritária considera que o TCU é:
Escolha uma opção:
a. órgão do Poder Judiciário, pois tem como função julgar a boa e regular
aplicação dos recursos públicos federais;
b. órgão autônomo, vinculado
ao Poder Legislativo para
fins orçamentários e
financeiros;
alternativa correta. A doutrina
majoritária considera que o TCU é
vinculado ao Poder Legislativo.
c. órgão do Poder Executivo, já que se consubstancia em tribunal
administrativo;
d. órgão autônomo de apoio ao Poder Judiciário;
e. órgão autônomo e independente, que não integra nem é vinculado a
nenhum dos três Poderes.
A resposta correta é: órgão autônomo, vinculado ao Poder Legislativo para fins
orçamentários e financeiros;
Suponha que um diretor do Banco do Brasil tenha concedido um empréstimo
observando todas as regras internas do banco. No entanto, o tomador do
empréstimo tornou-se inadimplente, deixando de pagar as parcelas que devia.
Nessa hipótese:
Escolha uma opção:
a. o TCU deve cobrar o ressarcimento ao erário do diretor e do tomador do
empréstimo;
b. o TCU deve cobrar o ressarcimento ao erário somente do tomador do
empréstimo;
c. o TCU deve cobrar o ressarcimento ao erário somente do diretor;
d. o TCU deve cobrar o ressarcimento ao erário do diretor e do tomador do
empréstimo, bem como de outros responsáveis que tenham autorizado
o empréstimo;
e. o TCU não tem
competência para
buscar o
ressarcimento ao
erário.
Não cabe ao Tribunal interferir na atuação da
empresa em sua atividade-fim se houve
observância das normas e das usualidades
do mercado.
A resposta correta é: o TCU não tem competência para buscar o ressarcimento
ao erário.
Suponha que a União, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT,
firmou convênio com o Município M, para construção de um laboratório de
informática na escola pública local. Durante uma fiscalização, o TCU encontrou
irregularidades no objeto e averiguou que os responsáveis seriam o prefeito e
um diretor do MCT, que aprovou o convênio fora das especificações. Logo, o
TCU deve:
Escolha uma opção:
Questão 4
Incorreto
Atingiu 0,00 de
1,00
Marcar
questão
Questão 5
Correto
a. julgar os dois
responsáveis, pois
ambos causaram
dano ao erário
federal;
o TCU procede ao julgamento de todos os
responsáveis que, de algum modo,
causaram dano ao erário federal, conforme o
art. 71, inciso II, da CF.
b. julgar somente o agente do MCT, pois somente ele se encontra sob sua
jurisdição;
c. julgar somente o prefeito, pois foi ele quem efetivamente despendeu os
recursos;
d. não julgar nenhum, pois cabe ao Tribunal de Contas local julgá-los;
e. não julgar nenhum, pois cabe ao Tribunal de Contas local julgar
somente o prefeito, pois ele causou o dano ao erário, e cabe à Justiça
Federal julgar o agente do MCT, já que sua conduta não causou dano.
A resposta correta é: julgar os dois responsáveis, pois ambos causaram dano ao
erário federal;
Na realização de uma licitação para aquisição de computadores de certa
empresa pública, o parecerista jurídico opinou pela dispensa do procedimento
licitatório, sob o argumento de que não seria necessária licitação para aquisição
bens de informática. O ordenador de despesa elaborou uma nota, dizendo que já
havia feito procedimentos semelhantes anteriormente, mas mesmo assim deu
prosseguimento à contratação, vez que estava baseado no parecer mencionado.
Considerando que tal dispensa não é prevista pela legislação, quem deve ser
responsabilizado pela irregularidade?
Escolha uma opção:
a. o parecerista somente, pois realmente foi ele quem induziu o ordenador
ao erro;
b. o ordenador somente, pois foi somente ele quem assinou o contrato;
c. o parecerista e o ordenador, pois o primeiro defendeu tese jurídica
absurda, sem fundamentação, e o segundo, mesmo sabendo que a tese
era absurda (pois ele próprio mencionou que já havia realizado
certames parecidos), optou por dar prosseguimento ao certame;
d. o ordenador somente, pois ele é responsável pelos gastos públicos da
entidade, independentemente de qualquer posicionamento em
pareceres técnicos ou jurídicos;
e. o ordenador
somente, pois os
advogados não
podem ser
responsabilizados
por suas opiniões.
o parecerista deve ser responsabilizado,
pois deu opinião sem fundamentação. O
ordenador também deve ser
responsabilizado, pois agiu mesmo ciente
da ilegalidade do ato.
A resposta correta é: o parecerista e o ordenador, pois o primeiro defendeu tese
jurídica absurda, sem fundamentação, e o segundo, mesmo sabendo que a tese
era absurda (pois ele próprio mencionou que já havia realizado certames
parecidos), optou por dar prosseguimento ao certame;
Considere que a União tenha concedido os serviços públicos de aviação civil a
mais uma companhia aérea, a Voar. Após algum tempo, o TCU verificou que a
Atingiu 1,00 de
1,00
Marcar
questão
Questão 6
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Marcar
questão
Questão 7
Correto
empresa estava prestando serviços de péssima qualidade, fora das
especificações contidas no contrato de concessão. Desse modo, cabe ao TCU:
Escolha uma opção:
a. aplicar multa à empresa, depois de cumpridos os requisitos do devido
processo legal;
b. caçar a concessão realizada, pois a empresa não está prestando os
serviços como deveria;
c. o TCU não teria competência para o caso, pois a empresa é particular e
não recebe recursos públicos federais;
d. cabe ao TCU fiscalizar e
demandar o Poder Público
competente acerca das
fiscalizações e controles
exercidos sobre a empresa
concessionária, mas não cabe
fiscalizar impugnar diretamente
a empresa;
segundo a jurisprudência do
TCU, em caso de serviços
delegados, cabe ao tribunal
fiscalizar apenas o poder
público concedente, sem
interferir diretamente na
empresa delegatária.
e. cabe ao TCU fiscalizar o Poder Público e a empresa, indistintamente.
A resposta correta é: cabe ao TCU fiscalizar e demandar o Poder Público
competente acerca das fiscalizações e controles exercidos sobre a empresa
concessionária, mas não cabe fiscalizar impugnar diretamente a empresa;
Sobre a eventual competência do TCU para fiscalizar as agências reguladoras,
marque a alternativa errada:
Escolha uma opção:
a. a competência é plena, pois as agências integram a Administração;
b. as fiscalizações devem ser exercidas primordialmente nas atividades
meio;
c. compete ao TCU rever as tarifas fixadas por essas agências;
d. apesar de integrarem
a Administração, o
TCU não pode
fiscalizá-las, sob o
risco de quebrar a
independência frente
ao Poder Público
requerida para a
atuação das agências;
o controle externo exercido pelo TCU
pode/deve ser exercido sobre qualquer
ente da Administração Pública ou
qualquer entidade que utilize recursos
públicos. Deve ser levado em conta,
entretanto, que as agências são entidades
altamente especializadas nas matérias
que regulam.
e. o TCU é competente para fiscalizar independentemente do setor que as
agências pretendem regular, de prestação de serviços ou de exploração
econômica.
A resposta correta é: apesar de integrarem a Administração, o TCU não pode
fiscalizá-las, sob o risco de quebrar a independência frente ao Poder Público
requerida para a atuação das agências;
O TCU julgou irregulares as contas do ex-prefeito de Novo Horizonte/XX,
condenando em débito e em multa, por causa da não prestação de contas de
Atingiu 1,00 de
1,00
Marcar
questão
recursos federais recebidos por meio de convênio. O ex-prefeito, irresignado
com o julgamento, impetrou mandado de segurança perante o STF, alegando
que não foi devidamente citado pelo TCU.
Considerando a situação hipotética apresentada, julgue os itens:
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU,
ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de
Contas e declarar a regularidade das contas do ex-
prefeito.
 
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU,
ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunalde
Contas, anulando-o.
 
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU,
ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de
Contas, pois cabe somente ao TCU rever o seu
posicionamento.
 
Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU,
ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de
Contas, mas pode estabelecer outra valoração da multa.
 
Se o STF constatar que não houve falha na citação do
TCU e em nenhuma outra parte do processo, ele não
pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas.
 
Falso
Verdadeiro
Falso
Falso
Verdadeiro
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Se o STF constatar que houve falha na citação do TCU, ele
pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas e declarar a
regularidade das contas do ex-prefeito. → Falso, Se o STF constatar que houve
falha na citação do TCU, ele pode e deve desconstituir o acórdão do Tribunal de
Contas, anulando-o. → Verdadeiro, Se o STF constatar que houve falha na
citação do TCU, ele não pode desconstituir o acórdão do Tribunal de Contas,
pois cabe somente ao TCU rever o seu posicionamento. → Falso, Se o STF
constatar que houve falha na citação do TCU, ele não pode desconstituir o
acórdão do Tribunal de Contas, mas pode estabelecer outra valoração da multa.
→ Falso, Se o STF constatar que não houve falha na citação do TCU e em
nenhuma outra parte do processo, ele não pode desconstituir o acórdão do
Tribunal de Contas. → Verdadeiro.

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