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22/09/2021 22:23 Ead.br
https://fadergsead.blackboard.com/webapps/late-course_content_soap-BBLEARN/Controller?ACTION=OPEN_PLAYER&COURSE_ID=_74631… 1/35
QUALIDADE E TESTEQUALIDADE E TESTE 
 DE SOFTWAREDE SOFTWARE
Me. Roque Mait ino Neto
I N I C I A R
22/09/2021 22:23 Ead.br
https://fadergsead.blackboard.com/webapps/late-course_content_soap-BBLEARN/Controller?ACTION=OPEN_PLAYER&COURSE_ID=_74631… 2/35
introdução
Introdução
Chegamos à última unidade do nosso curso e, no decorrer de todo conteúdo,
tivemos diversas oportunidades para rea�rmar o caráter contínuo e regular
do processo de busca pela qualidade.  Ao invés de �carem concentrados em
um só momento, os processos de qualidade devem se estender por todo ciclo
de vida de um produto, o que tende a tornar sua aplicação mais efetiva e a
aumentar a con�abilidade do software.  Este raciocínio, amplamente aceito
entre pro�ssionais de qualidade, nos autoriza a entender que o nível de
qualidade obtido na aplicação de um procedimento é diretamente
proporcional ao nível do produto por ele gerado.  Por isso, esta unidade se
dedica a apresentar normas que de�nem e sistematizam processos de
desenvolvimento de produtos de software, ofertando à equipe de
desenvolvimento boa referência e meios de avaliação e�cientes.
Continue conosco e bom estudo!
22/09/2021 22:23 Ead.br
https://fadergsead.blackboard.com/webapps/late-course_content_soap-BBLEARN/Controller?ACTION=OPEN_PLAYER&COURSE_ID=_74631… 3/35
Quando atribuímos a alguém a característica da maturidade, é normal que a
relacionemos com tempo de vida e com as experiências vividas.  Numa
relação direta, assume-se que, quanto mais idosa, mais maturidade tenha a
pessoa.
Embora esta premissa não possa ser totalmente rechaçada em nosso
contexto, a caracterização de um procedimento de software como maduro
requer algumas adaptações. A maturidade, observada neste contexto, refere-
se ao grau de evolução atingido pelo procedimento de software aplicado na
organização. Imaginar, no entanto, que apenas o tempo de aplicação é capaz
de conferir a um processo maturidade de�nitiva é um equívoco. Para
colocarmos as ideias como se deve, começaremos este tópico conceituando o
procedimento de software e abordando um dos mais consagrados modelos
de maturidade do mundo.
O modelo de nosso interesse é chamado CMMI, que vem da expressão da
língua inglesa Capability Maturity Model Integration, ou Integração do Modelo
da Maturidade em Capacitação. Embora a tradução literal não revele com
Modelo de Maturidade CMMIModelo de Maturidade CMMI
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https://fadergsead.blackboard.com/webapps/late-course_content_soap-BBLEARN/Controller?ACTION=OPEN_PLAYER&COURSE_ID=_74631… 4/35
clareza seu objetivo, o modelo visa determinar o estágio atual de maturidade
dos processos de uma organização e oferecer meios para aprimorá-lo.
Mantido pelo CMMI Institute, o modelo foi adotado no lugar do CMM, criado
na década de 1980 pela SEI (Software Engineering Institute).
Como nossa abordagem terá como foco processos, vale a pena o resgate
desta temática antes de iniciarmos o CMMI.  A criação de um produto, a
prestação de um serviço ou o gerenciamento de um projeto são atividades
que, por motivos relacionados a previsibilidade e a boa utilização dos
recursos disponíveis, são conduzidas por meio de processos.  Ensina
Wazlawick (2013, p. 11) que processos usualmente são de�nidos como
conjuntos estruturados de atividades, para as quais são determinados
artefatos de entrada e saída, papéis de responsáveis e participantes, além dos
recursos necessários.
Observe que parece haver falta da palavra software nesta de�nição, mas
esteja certo que não foi o mero acaso que a determinou.  Os modelos do
CMMI, que logo serão tratados, podem ser usados para o aprimoramento e
avaliação dos processos de uma organização, independentemente de serem
processos de software ou não.  Por isso, logo estaremos diante de de�nições
e práticas de aplicações genéricas que, embora tenham sido na indústria do
software, logo foram adaptadas para outras áreas da atividade humana.
Neste sentido, é de se esperar que um modelo tão abrangente seja
particionado em visões aplicáveis a múltiplos contextos de negócios.  A
�exibilidade, contudo, vai além e a organização pode criar uma visão do
modelo que atenda às suas necessidades especí�cas de melhoria de
desempenho.  Em março de 2018 o modelo foi atualizado da versão 1.3 para
a 2.0 e suas divisões principais foram assim determinadas (INTRODUCING
CMMI V2.0).
CMMI Desenvolvimento: trata-se de um conjunto integrado de práticas
testadas e consagradas que melhora a capacidade de uma organização de
desenvolver produtos e serviços de qualidade, que atendam às necessidades
de clientes e usuários �nais.  Os principais benefícios obtidos pela sua
aplicação incluem:
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Garantia de que os produtos e serviços serão entregues com rapidez
e e�ciência, com pouco ou nenhum retrabalho.
Aumento da qualidade do produto por meio do reforço na
consistência do desenvolvimento deste produto, com o objetivo de
reduzir defeitos.
Redução de custos através de processos aprimorados de
planejamento, programação e orçamento.
Atendimento às expectativas do cliente durante todo o ciclo de vida
do produto.
CMMI Serviços: aqui o conjunto integrado de práticas é direcionado à
melhoria do desempenho e das principais capacidades das organizações que
fornecem serviços, incluindo B2B, B2C e serviços independentes.  A correta
aplicação deste modelo pode aumentar a lealdade do cliente em relação a
organização, entrega do serviço em tempo menor, melhoria da qualidade e
redução de custos.
CMMI Gerenciamento de fornecedores: se é verdade que ninguém vence
sozinho, então esta divisão do CMMI já tem sua importância garantida no
contexto.  Há uma interdependência crescente entre consumidor e
fornecedor e a redução de riscos e mitigação das expectativas mal
compreendidas são providências garantidas pelo gerenciamento de
fornecedores guiado pelo CMMI.  Esta visão é, portanto, é um conjunto
integrado de práticas que melhora a capacidade de uma organização de
identi�car e gerenciar fornecedores de uma maneira que maximiza a
e�ciência da cadeia de suprimentos e reduz os riscos.
A capacidade e maturidade de um processo remetem à noção do grau de
qualidade com o qual um processo atinge um resultado esperado.  Segundo a
descrição do modelo, a qualidade é in�uenciada pelo processo e seu foco é
melhorar o processo de uma organização.
O CMMI oferece duas formas possíveis de aplicação do modelo.  A aplicação
em estágios caracteriza, por níveis de maturidade, o estado geral dos
processos da organização, entendida em sua totalidade.  O diagnóstico
gerado por este meio permite, por exemplo, comparações do nível de
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maturidade entre organizações diferentes.  Já a aplicação contínua utiliza
níveis de capacidade para caracterizar o estado dos processos da organização
em relação a uma área de processo individual. Assim, a aplicação contínua é
projetada para permitir à empresa focar em processos especí�cos que deseja
melhorar em função de suas prioridades (WAZLAWICK, 2013).
Se as formas de aplicação remetem a situações especí�cas e genéricas, é de
se imaginar que o modelo preveja também distinção entre objetivos
especí�cos e genéricos para os processos em que atuará.  Objetivos
especí�cos são características determinadas e únicas que devem ser
alcançadas para que determinada área do processo seja satisfeita.  Tais
objetivos são atingidos pela aplicação de práticas especí�cas.  Os objetivos
genéricos, por sua vez, são buscados em várias áreas do processo e são
atingidos por práticas genéricas.
Qualquer que seja sua versão, visão ou foco de aplicação, o CMMI é um
modeloque aponta o caminho para melhorias graduais no processo,
percorrido em 5 níveis de maturidade e 4 níveis de capacidade, e criado para
que organizações possam sair de um processo de software caótico para um
processo maduro e disciplinado.  A tabela 4.1 mostra estes níveis.
Vale ainda o registro de que, embora a aplicabilidade do CMMI não esteja
necessariamente relacionada a um processo especí�co, é no contexto de
aquisição, desenvolvimento e prestação de serviços de software que reside
nosso interesse imediato, daí a menção a “processo de software”.
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Tabela 4.1 - Níveis gerais de capacidade e maturidade. 
Fonte: WAZLAWICK (2013, p. 267).
#PraCegoVer: Apresenta uma tabela com uma linha de cabeçalho em azul
escuro, contendo três colunas: a primeira coluna com a descrição Nível. A
segunda coluna tem a descrição Capacidade e a terceira coluna tem a
descrição: Maturidade. 
 
As linhas seguintes alternam em tons de cinza claro e cinza mais escuro. 
 
Na segunda linha, em tom cinza mais escuro, temos como nível, o número
zero, como capacidade o termo incompleto e como maturidade apenas um
traço, representando que não possui. 
 
Na terceira linha, em tom cinza mais claro, temos como nível, o número um,
como capacidade o termo realizado e como maturidade apenas o termo
inicial. 
 
Na quarta linha, em tom cinza mais escuro, temos como nível, o número dois,
como capacidade o termo gerenciado e como maturidade também o termo
Nível Capacidade Maturidade
0 Incompleto -
1 Realizado Inicial
2 Gerenciado Gerenciado
3 De�nido De�nido
4 - Quantitativamente gerenciado
5 - Em otimização
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gerenciado. 
 
Na quinta linha, em tom cinza mais claro, temos como nível, o número três,
como capacidade o termo de�nido e como maturidade também o termo
de�nido. 
 
Na sexta linha, em tom cinza mais escuro, temos como nível, o número
quatro, como capacidade temos apenas um traço, que representa que não
possui, e na coluna maturidade o termo quantitativamente gerenciado. 
 
Na sétima linha, em tom cinza mais claro, temos como nível, o número cinco,
como capacidade temos apenas um traço, que representa que não possui, e
na coluna maturidade o termo em otimização. 
 
Apesar das tantas especi�cidades que o caracterizam, a essência do CMMI é
baseada na classi�cação em níveis da capacidade e da maturidade.  Há que se
registrar, contudo, que o CMMI não prevê um nível de maturidade 0, usado
apenas num dos modelos que abordaremos ainda nesta unidade.  Os
detalhes dos níveis de capacidade e maturidade são dados na sequência:
Níveis de Capacidade do Processo: um nível de capacidade do processo é
alcançado quando todos os objetivos genéricos para aquele nível são
satisfeitos. Quanto maior o nível atingido pelo processo, mais bem
estruturado ele será considerado.  Vejamos:
Nível 0 – Incompleto: um processo é considerado incompleto
quando não está sendo colocado em prática ou está sendo
desempenhado apenas parcialmente. Um ou mais objetivos
especí�cos da área de processo não estão sendo satisfeitos e não
existem metas genéricas para serem alcançadas. Assim, processos
considerados incompletos não devem ser o�cializados.
Nível 1 – Realizado: neste nível, o processo é viável e está sendo
seguido, é capaz de gerar produtos ou serviços e pode até ser
considerado como um dos motivos para que a organização tenha
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experimentado melhorias. No entanto, tais conquistas podem ser
perdidas ao longo do tempo, já que, um processo realizado ainda
não foi institucionalizado, ou seja, não segue regras claras e de�nidas
como maneira de garantir a repetição.
Nível 2 – Gerenciado: neste nível, um processo já é planejado e
executado de acordo com a política de�nida, utiliza recurso humano
quali�cado, produz saídas previsíveis, é capaz de envolver os
stakeholders, é monitorado, controlado e avaliado. Em períodos de
estresse, as práticas planejadas são mantidas pelo gerenciamento
empreendido no processo.
Nível 3 – De�nido: um processo de�nido é feito sob medida a partir
das diretrizes da organização. Este nível também se caracteriza por
manter registros gerais do processo. No nível anterior (Gerenciado),
as descrições de processos, os procedimentos e as normas que os
padronizam podem ser bastante diferentes em cada aplicação
particular do processo. No nível de capacidade 3, as normas,
descrições de processos e procedimentos para um projeto são feitos
sob medida a partir do conjunto de processos padrão da
organização, o que lhes dá, via de regra, mais consistência. Ao
compararmos os níveis 2 e 3, concluiremos que a descrição dos
processos no nível 3 é mais rigorosa do que no anterior. Em um
processo de�nido suas �nalidades, insumos, atividades, recursos,
métricas, entradas e saídas são itens descritos com clareza e
precisão, o que facilita seu gerenciamento.
A descrição dos níveis de capacidade de um processo serviu para preparar
nosso caminho até o conhecimento dos níveis de maturidade da organização
e de seus procedimentos.  Sua apresentação é feita resumidamente na
sequência.
Níveis de Maturidade: para suportar a aplicação (ou representação) por
estágios, o CMMI contempla níveis de maturidade em sua concepção. Um
nível de maturidade é composto por práticas especi�cas e genéricas
aplicáveis em um conjunto prede�nido de áreas de processos que tornam
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melhor o desempenho geral da organização. O nível de maturidade fornece,
pois, uma maneira de caracterizar o seu desempenho da organização.
 Quanto maior o nível de maturidade, mais organizada em seus processos
pode ser considerada a organização. Em consequência, a tendência de gerar
produtos de qualidade avançada é maior (MAITINO NETO, 2016)
Tratados de forma genérica (os processos podem ser para desenvolvimento
de software ou não), a descrição dos níveis de maturidade é assim feita:
Nível 1 – Inicial: neste nível, a organização coloca em prática processos
caóticos e sem de�nições claras, o que acaba atrelando o sucesso da empresa
a iniciativas individuais e esporádicas. A organização não provê um ambiente
estável para o desenvolvimento do produto ou serviço.  Estimativas são
baseadas em percepções subjetivas, o que favorece que cronogramas e
orçamentos sejam abandonados com frequência.
Nível 2 – Gerenciado. Este nível permite que, por causa do gerenciamento
aplicado, os interessados no projeto possam acompanhar suas entregas
intermediárias. Há critérios para nortear o planejamento e execução dos
projetos e a previsibilidade dos resultados é apontada como característica
neste contexto, mesmo diante de imprevistos e adversidades.
Nível 3 – De�nido: Mesmo tendo sido originados em diferentes áreas e tendo
objetivos completamente distintos, os projetos se tornam efetivos a partir de
padrões globais da organização. Um projeto da área de software seguirá os
mesmos padrões que um projeto da área de manufatura, por exemplo. Com
isso, a de�nição dos projetos é feita de forma bem rigorosa neste nível.  Note
que os níveis 2 e 3 de maturidade guardam semelhanças com os mesmos
níveis de capacidade do processo.
Nível 4 – Quantitativamente gerenciado: Neste nível, a organização
estabelece metas de qualidade e as utiliza na gestão de seus projetos. A
qualidade de processo e de produto é controlada de forma que seja previsível
em alguma medida.
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Nível5 – Em otimização: Trata-se do nível mais elevado na escala e objetivo
a ser atingido por qualquer organização.  Aqui, a organização já alcançou a
excelência em cada nível anterior e passa a buscar melhoria contínua em seus
processos, com base nas medições quantitativas já obtidas.
Vale ressaltar que o CMMI usa estas descrições de níveis para classi�car os
estágios dos processos sob avaliação.  Há, contudo, além destas descrições,
uma indicação de caminho a ser seguido para que um determinado nível de
maturidade seja atingido. Tomemos como exemplo a versão anterior do
CMMI, a 1.3.  Uma de suas divisões, a CMMI-DEV (DEV vem de development, ou
desenvolvimento), prevê a existência de 22 áreas especí�cas de processo de
desenvolvimento de um produto de software.  Cada área está associada a um
nível de maturidade e sua descrição contém o propósito de sua existência.  A
tabela 4.2 apresenta 6 destas 22 áreas.
Pelos dados contidos na tabela concluímos que os níveis de maturidade
situados entre 2 e 5 são atingidos na medida em que a organização
implementa as providências descritas em cada nível.  Para atingimento do
nível gerenciado (nível 2), por exemplo, é necessário que as áreas de
gerenciamento de requisitos, gerenciamento de con�guração e garantia da
saiba mais
Saiba mais
A versão 2.0 do CMMI foi lançada no ano de 2018 e ainda está em processo de
reconhecimento pelo mercado.  No entanto, as melhorias em relação à versão
anterior são signi�cativas e valem a pena serem conhecidas.  Acesse:
ACESSAR
http://www.isdbrasil.com.br/artigos/cmmi2.0.php
22/09/2021 22:23 Ead.br
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qualidade de produto e de processo, entre outras, atinjam o nível de
capacidade 2.  Para atingimento do nível de maturidade 3, é necessário que
todas as áreas de processo do nível 2, mais a área de desenvolvimento de
requisitos (também entre outros) alcancem o nível de capacidade 3.
22/09/2021 22:23 Ead.br
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Área do
Processo
Categoria Nível Propósito
Gerenciamento
de requisitos
Gerenciamento
de Projetos
2
Gerenciar os
requisitos dos
produtos e
componentes de
produto do projeto e
garantir um
alinhamento entre
esses requisitos e os
planos de projeto e
produtos de trabalho.
Gerenciamento
de con�guração
Suporte 2
Estabelecer e manter
a integridade dos
produtos de trabalho
usando identi�cação
de con�guração,
controle de
con�guração, relatório
de status de
con�guração e
auditorias de
con�guração.
Garantia da
Qualidade de
Processo e
Produto
Suporte 2
Fornecer à equipe e
aos gerentes um
entendimento objetivo
sobre os processos e
produto de trabalho
associados.
Desenvolvimento Engenharia 3 Elicitar, analisar e
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Tabela 4.2. Exemplos de áreas do processo de desenvolvimento de um produto. 
Fonte: adaptado de WAZLAWICK (2013, p. 269)
#PraCegoVer: Apresenta uma tabela com uma linha de cabeçalho em azul
escuro, contendo quatro colunas: a primeira coluna com a descrição Área de
Processo. A segunda coluna tem a descrição Categoria, terceira coluna tem a
descrição Nível e a quarta coluna possui a descrição Propósito. 
 
As linhas seguintes alternam em tons de cinza claro e cinza mais escuro. 
 
Na segunda linha, em tom cinza mais escuro, temos como Área de processo o
Gerenciamento de requisitos. Na coluna Categoria a descrição Gerenciamento
de Projetos. Na coluna nível, o número 2. Como Propósito temos o texto:
Gerenciar os requisitos dos produtos e componentes de produto do projeto e
de Requisitos estabelecer os
requisitos do cliente,
do produto e dos
componentes do
produto.
Gerenciamento
quantitativo do
projeto
Gerenciamento
do Projeto
4
Gerenciar
quantitativamente o
projeto para alcançar
os objetivos
estabelecidos de
desempenho e de
qualidade do projeto.
Gerenciamento
de desempenho
organizacional
Gerenciamento
de Projeto
5
Gerenciar
proativamente o
desempenho da
organização de forma
a atingir seus
objetivos de negócio.
22/09/2021 22:23 Ead.br
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garantir um alinhamento entre esses requisitos e os planos de projeto e
produtos de trabalho. 
 
Na terceira linha, em tom cinza mais claro, temos como Área de processo o
Gerenciamento de con�guração. Na coluna Categoria a descrição: Suporte. Na
coluna Nível, o número 2. Como Propósito temos o texto: Estabelecer e
manter a integridade dos produtos de trabalho usando identi�cação de
con�guração, controle de con�guração, relatório de status de con�guração e
auditorias de con�guração. 
 
Na quarta linha, em tom cinza mais escuro, temos como Área de processo o
Garantia da Qualidade de Processo e Produto. Na coluna Categoria a
descrição: Suporte. Na coluna Nível, o número 2. Como Propósito temos o
texto: Fornecer à equipe e aos gerentes um entendimento objetivo sobre os
processos e produto de trabalho associados. 
 
Na quinta linha, em tom cinza mais claro, temos como Área de processo o
Desenvolvimento de Requisitos. Na coluna Categoria a descrição: Engenharia.
Na coluna Nível, o número 3. Como Propósito temos o texto: Elicitar, analisar
e estabelecer os requisitos do cliente, do produto e dos componentes do
produto. 
 
Na sexta linha, em tom cinza mais escuro, temos como Área de processo o
Gerenciamento quantitativo do projeto. Na coluna Categoria a descrição:
Gerenciamento do Projeto. Na coluna Nível, o número 4. Como Propósito
temos o texto: Gerenciar quantitativamente o projeto para alcançar os
objetivos estabelecidos de desempenho e de qualidade do projeto. 
 
Na sétima linha, em tom cinza mais claro, temos como Área de processo o
Gerenciamento de desempenho organizacional. Na coluna Categoria a
descrição: Gerenciamento de Projeto. Na coluna Nível, o número 5. Como
Propósito temos o texto: Gerenciar proativamente o desempenho da
organização de forma a atingir seus objetivos de negócio. 
 
22/09/2021 22:23 Ead.br
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Parece-nos, pois, que a característica evolucionária do modelo �cou mais bem
destacada. Trataremos na sequência de uma norma criada especi�camente
para processos de software.
22/09/2021 22:23 Ead.br
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atividade
Atividade
A aplicação do CMMI em uma organização pode ser feita de duas maneiras:  a
aplicação ____________ caracteriza o estado dos processos de acordo com níveis de
capacidade.  Já a aplicação ________ caracteriza o estado geral dos processos por
meio de níveis de maturidade.  Quando se encontra no nível __________, uma
organização já consegue conduzir processos avaliados e controlados.  
Fonte: Elaborado pelo autor.
No contexto do CMMI, assinale a alternativa que contém expressões que
completam corretamente as lacunas da sentença.
a) Contínua, certi�cada, aprimorado.
b) Em estágios, contínua, complementar.
c) Em estágios, controlada, aprimorado.
d) Contínua, em estágios, gerenciado.
e) Contínua, paulatina, gerenciado.
22/09/2021 22:23 Ead.br
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Você e alguns de seus amigos resolvem abrir uma empresa de
desenvolvimento de software e, logo depois de formalmente criada e
estruturada, ela �nalmente recebe a primeira demanda.  Como o cliente tinha
pressa, foram combinados prazos apertados e, por isso, não há tempo a
perder. Basta então que sentem e codi�quem logo o programa, não é
mesmo?
O desconhecimento da existênciade uma norma especí�ca que descreve e
disciplina o ciclo de vida de um software pode levar alguém a responder “sim”
a esta pergunta e, por consequência, ter grande chance de enfrentar o
insucesso logo em sua primeira empreitada.
Neste sentido, o item atual da nossa unidade descreve a norma ISO/IEC
12207.  Ela estabelece uma estrutura comum para processos de ciclo de vida
de software, com terminologia bem de�nida, que pode e deve ser
referenciada por organizações desenvolvedoras de software. Ele contém
processos, atividades e tarefas que são aplicáveis durante a aquisição,
fornecimento, desenvolvimento, operação, manutenção ou descarte de
A norma ISO/IEC 12207A norma ISO/IEC 12207
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sistemas, produtos e serviços de software. Esses processos do ciclo de vida
são realizados por meio do envolvimento de partes interessadas (ou
stakeholders), com o objetivo �nal de alcançar a satisfação do cliente.
Por �m, o documento que descreve a norma também fornece processos que
podem ser empregados para de�nir, controlar e aprimorar processos de ciclo
de vida de software dentro de uma organização ou projeto.
A norma ISO/IEC 12207 é composta por um conjunto abrangente de diretrizes
a partir do qual uma organização pode construir modelos de ciclo de vida de
software apropriados a seus produtos e serviços, da concepção até ao
encerramento.
A norma pode ser usada em um ou mais dos seguintes modos (SYSTEMS, s.d):
a. Por uma organização: para ajudar a estabelecer um ambiente de
processos desejados. Esses processos podem ser suportados por
uma infraestrutura de métodos, procedimentos, técnicas,
ferramentas e pessoal treinado. A organização pode então empregar
esse ambiente para executar e gerenciar seus projetos e estabelecer
o desenvolvimento de sistemas de software através de seus estágios
de ciclo de vida.
b. Por um projeto: neste contexto, serve para ajudar a selecionar,
estruturar e empregar os elementos de um ambiente estabelecido
para fornecer produtos e serviços. Neste modo, a norma 12207 é
utilizada na avaliação da conformidade do projeto com o ambiente
declarado e estabelecido.
c. Por um adquirente e um fornecedor: aqui a norma serve para
ajudar a desenvolver um acordo sobre processos e atividades. Por
meio do acordo, os processos e atividades deste documento são
selecionados, negociados, acordados e executados. Neste modo, a
norma é usada para orientação no desenvolvimento do contrato.
d. Por avaliadores de processos: para servir como um modelo de
referência de processo para uso no desempenho de avaliações de
processos que podem ser usados para apoiar a melhoria do
processo. 
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atividade
Atividade
O desconhecimento da existência de uma norma especí�ca que descreve o ciclo de
vida de um software pode levar projetos ao fracasso, justamente pela falta de
disciplina e de método na condução dos processos que levam a criação de um
produto de qualidade.
Fonte: Elaborado pelo autor.
Em relação a norma ISO/IEC 12207, analise as a�rmações que seguem.
I) Um dos propósitos da norma é fornecer conjunto de�nido de processos para
facilitar a comunicação entre partes que mantêm interesse em uma ou mais etapas
do ciclo de vida de um sistema de software.
II) Embora contenha a descrição de processos relacionados ao desenvolvimento de
um software, a norma foca os processos de aquisição e de descarte do produto,
justamente por serem estes processos não serem contemplados no CMMI.
III) Os avaliadores de processos podem basear-se na ISO/IEC 12207 para criar
modelo para avaliação.  No entanto, a norma não serve para balizar a condução de
projetos de software, por tratar apenas de seu ciclo de vida.
É correto o que se a�rma em:
a) I apenas.
b) I e II apenas.
c) I, II e III.
d) I e III apenas.
e) II e III apenas.
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Parecem ser traços comuns das normas abordadas nesta unidade a busca
pela determinação e aumento do nível de maturidade/capacidade de um
processo, bem como a melhoria dos processos de uma organização.
A norma ISO/IEC 15504 não foge à regra e, através de seu “apelido”, deixa
claro seu objetivo: SPICE é acrônimo de Software Process Improvement and
Capability dEtermination, ou Melhoria do Processo de Software e
Determinação da Capacidade. Estamos diante, então, de uma norma
especí�ca para processos de software, em oposição à vocação generalista do
CMMI.
Ensina Wazlawick (2013) que ela foi criada como uma complementação para a
ISO/IEC 12207 e tem como objetivo orientar a avaliação e autoavaliação da
capacidade das organizações em processos, possibilitando assim a melhoria
destes processos.  Ela também serviu para suprir lacuna da ISO 90003 que,
embora tenha servido como referência para a indústria de software, não
tratava dos níveis de maturidade e de melhoria contínua.
São duas as dimensões da norma:
A norma ISO/IEC 15504 (SPICE)A norma ISO/IEC 15504 (SPICE)
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Dimensão de processos: as 5 categorias de processos aqui de�nidas
guardam bastante similaridade com os processos da norma ISO/IEC
12207.  Alguns destes processos incluem relação cliente/fornecedor,
procedimentos de engenharia de software e de qualidade de
software.
Dimensão de capacidade: em cada processo são previstos seis
níveis de capacidade, que não se distanciam dos que já abordamos.
São eles: incompleto, realizado, gerenciado, estabelecido, previsível e
otimizado. A avaliação destes processos é feita em função de
determinados atributos destes processos.
A avaliação dos processos da organização é prevista pela própria norma e
segue procedimento de�nido, que se inicia com a seleção do avaliador, segue
para o planejamento da avaliação, passa pela coleta e validação de dados e
acaba com a atribuição do nível de capacidade de cada processo avaliado. 
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atividade
Atividade
A avaliação dos níveis de capacidade é demonstrada em função de um conjunto de
atributos de processos.  Cada nível tem seus próprios atributos e os atributos são
avaliados de acordo com a uma escala de obtenção.
WAZLAWICK, Raul Sidnei. Engenharia de Software: Conceitos e Práticas. 1. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2013. p. 260.
Assinale a alternativa em que se encontra a melhor caracterização para a norma
ISO/IEC 15504:
a) Criada para substituir a ISO/IEC 12207.
b) Criada para determinação do processo de teste de software.
c) Sua dimensão de capacidade prevê 5 níveis em cada processo.
d) Serve como complemento para o CMMI.
e) Objetiva a melhoria do processo de software.
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Embora consagradas e largamente utilizadas pelas organizações mundo
afora, as normas e modelos criados no exterior não gozam de exclusividade
em nosso país.  O MPS.BR, também conhecido como MR-MPS (Modelo de
Referência para Melhoria do Processo de Software) é um modelo de avaliação
de software feito sob medida para empresas nacionais.  Ele foi concebido em
2003 pela SOFTEX, organização cuja missão é ampliar a inovação e a
competitividade do setor brasileiro de software e serviços de tecnologia da
informação, promovendo o desenvolvimentodo país (SOFTEX, s.d.).
A estrutura do modelo empresta itens basilares de normas e modelos
internacionalmente reconhecidos, além das imprescindíveis boas práticas da
Engenharia de Software e a realidade de negócio dos desenvolvedores do
nosso país, raramente contemplada em modelos internacionais.
O guia de implementação do modelo prevê 7 níveis de maturidade, ao invés
dos 5 tradicionais do CMMI.  Esta característica torna mais sutil a diferença
entre os níveis e, em tese, mais gradual o atingimento de níveis superiores de
maturidade.
O MPS.BRO MPS.BR
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Embora possa ser considerado independente, o MPS é compatível com a ISO
12207, com a norma 15504 e também com o CMMI (WAZLAWICK, 2013).
Este modelo de qualidade, além de re�etir características próprias das
organizações domésticas, apresenta outro diferencial que torna sua adoção
bastante atraente: o custo mais acessível quando comparado às normas
internacionais.
Conforme a �gura 4.1, esses são os níveis de�nidos pelo MPS.BR:
#PraCegoVer: Apresenta um mapa mental contendo diversos balões de
informação em cores distintas contendo textos. 
 
À esquerda, apresenta balões em amarelo contendo descrições com as
normas de maturidade de software descritas em seu interior: PNQ, P-CMM,
MoProSoft, ISO 9001, ISO/IEC 330xx. Todas elas apontam para um balão azul
claro, disposto em nível inferior que possui a descrição Modeli de referência
MPS para gestão de pessoas (MR-MPS-RH). Os balões em amarelo com a
descrição CMMI-SVC e ISSO/IEC 20000 apontam para o balão azul, disposto no
nível inferior com a descrição Modelo de referência MPS para serviço (MR-
MPS-SV). Os dois últimos balões em amarelo têm como descrição: CMMI-DEV
e ISO/IEC 12207 e apontam para o balão azul, no nível inferior com a
descrição Modelo de Referência MPS para software (MR-MPS-SW). 
 
Figura 4.1. Componentes do modelo de maturidade do MPS-BR 
Fonte: Softex.
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Mais à direita, um balão em vermelho, com o título: Modelo MPS. O balão
vermelho está relacionado por setas a balões azuis mais abaixo, todos
per�lados em nível inferior. O balão mais à esquerda tem o título: Modelo de
Referência MPS para software (MR-MPS-SW) e possui uma seta vermelha
apontando para o balão que está à sua direita, que contém o título: Modelo
de referência MPS para serviço (MR-MPS-SV) e aponta para o próximo balão,
que contém o título: Modelo de referência MPS para gestão de pessoas (MR-
MPS-RH). O balão seguinte, per�lado, possui o título: Métodos de avalição
(MA-MPS). O último balão tem como descrição: Modelo de negócio (MN-MPS).
Todos os balões azuis escuros per�lados apontam para balões azuis claros na
linha abaixo, na mesma posição. Cada balão tem uma descrição, conforme a
ordem: o primeiro: Guia geral MPS de software, o segundo Guia geral MPS de
serviço, o terceiro Guia geral MPS de gestão de pessoas, o quarto Guia de
avaliação. O último tem o descritivo: Documentos do programa. No nível mais
abaixo da �gura, temos balões na cor verde, que recebem uma seta oriunda
dos balões de nível superior. O primeiro deles, em verde, recebe uma seta do
balão com o título Guia geral MPS de software e possui como descrição Guias
de implementação. O segundo balão verde recebe uma seta do balão com o
título Modelo de Referência MPS para software (MR-MPS-SW) e possui como
descrição Guia de aquisição. O terceiro balão em verde, tem uma seta oriunda
do balão de nível superior com título Guia Geral MPS de serviço e tem como
descrição o texto Guias de implementação. O quarto e último balão verde tem
uma seta oriunda do balão azul do nível superior com título Guia Geral MPS
Gestão de pessoas e tem como descrição o texto Guias de implementação. 
 
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Não à toa, o MPS é líder em avaliações no Brasil, numa comparação direta
com o CMMI.  Ele permanece o número 1 no ranking de melhoria da
capacidade de desenvolvimento de software e serviços de TI nas empresas
brasileiras (SOFTEX, s.d.).
reflitaRe�ita
A implantação de um padrão de qualidade em uma empresa pequena é necessária?
Alguns argumentos talvez ajudem na resolução dessa questão: conquista de novos
mercados, criação de condições para o surgimento de clima de incentivo, motivação e
participação, direcionamento da empresa para o cliente e até redução de custos.
Fonte: MAITINO NETO (2016, p. 138).
saiba mais
Saiba mais
A SOFTEX disponibiliza gratuitamente o Guia Geral do MPS.BR das várias visões do
modelo.  O guia especí�co para software pode ser encontrado em:
ACESSAR
https://www.softex.br/wp-content/uploads/2018/11/MPS.BR_Guia_Geral_Software_2016-com-ISBN.pdf
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Com ordenação e nomenclatura ligeiramente diferentes das vistas em outros
modelos, o MPS é apresentado na sequência. Cada atributo de processo no
MPS.BR é detalhado por um conjunto de resultados esperados (SOFTEX,
2016).
Nível G: Parcialmente Gerenciado. O nível G de maturidade – o mais baixo
na escala – visa o atingimento de certos objetivos relacionados aos processos
de Gerência de Projetos e de Gerência de Requisitos. Em relação ao
gerenciamento de um projeto, os resultados esperados incluem a de�nição
do escopo do trabalho para o projeto e a de�nição do modelo e das fases do
ciclo de vida do projeto.  Já no que que se refere ao gerenciamento de
requisitos, é esperado que os requisitos sejam avaliados com base em
critérios objetivos e que o comprometimento da equipe técnica com estes
requisitos seja efetivo.
Nível F: Gerenciado. O nível de maturidade F é composto pelos processos do
nível de maturidade G, mais os processos de Medição e Aquisição de
software, Garantia da Qualidade, Gerência de Con�guração e Gerência de
Portfolio de Projetos.
Nível E: Parcialmente De�nido. Este nível é formado pelos processos dos
níveis G e F, acrescidos dos processos de Avaliação e Melhoria do Processo
Organizacional, De�nição do Processo Organizacional, Gerência de Recursos
Humanos e Gerência de Reutilização. Aqui, o processo Gerência de Projetos
evolui e a gerência do projeto passa a ser praticada com base no processo
de�nido e com base nos planos integrados.
Nível D: Largamente De�nido. O nível D é composto pelos processos dos
níveis de maturidade G ao E, mais os processos de Desenvolvimento de
Requisitos, Integração do Produto, Projeto e Construção do Produto,
Validação e Veri�cação.
Nível C: De�nido. O nível de maturidade C é composto pelos processos dos
níveis de maturidade anteriores (G ao D), acrescidos dos processos
Desenvolvimento para Reutilização, Gerência de Decisões e Gerência de
Riscos.
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Nível B: Gerenciado Quantitativamente. Este nível de maturidade é
composto pelos processos dos níveis de maturidade anteriores (G ao C).
Neste nível, o processo de Gerência da Operação do Serviço sofre evolução,
por meio do acréscimo de novos resultados para atender aos objetivos de
gerenciamento quantitativo.
Nível A: Em Otimização. Por �m, este nível de maturidade é composto pelos
processos dos níveis de maturidade anteriores (G ao B).
O nível A, portanto, é o ideal de maturidade a ser atingido segundo este
modelo.  O atingimento de um nível superior pressupõe o atingimento do(s)
nível(is) anterior(es).
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atividadeAtividade
O MPS.BR é um programa mobilizador, de longo prazo, criado em dezembro de
2003, coordenado pela Associação para Promoção da Excelência do Software
Brasileiro (SOFTEX), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
(MCTI), Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), SEBRAE e Banco Interamericano
de Desenvolvimento (BID/FUMIN) (SOFTEX, 2016, p. 4).
Em relação ao MPS.BR, analise as a�rmações que seguem:
I) Os sete níveis de maturidade do MPS.BR di�cultam sua aplicação, dai seu baixo
índice de adoção pelas organizações brasileiras.
II) Trata-se da reprodução do CMMI, traduzida e adaptada para o mercado
brasileiro.
III) O nível de maturidade G prevê o atingimento de certos objetivos relacionados a
gerência de requisitos e de projetos.
É correto o que se a�rma em:
a) II apenas.
b) I e III apenas.
c) I, II e III.
d) III apenas.
e) II e III apenas.
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indicações
Material Complementar
LIVRO
Tecnologia da Informação em Questões.
CMMI e MPS.BR
Kindle Edition
Editora: EC Edições de Concursos
Comentário: Trata-se da compilação de questões
relacionadas a CMMI e MPS.BR que �zeram parte de
provas de concursos para cargos públicos.  Vale a
leitura para, inclusive, fazer auto avaliação do seu
conhecimento.
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FILME
Onze homens e um segredo (EUA)
Ano: 2002
Comentário: Neste �lme, um grupo de homens se
organiza para assaltar cassinos em Las Vegas.  O
planejamento, a capacitação dos recursos humanos e a
execução da empreitada são conduzidos com extremo
rigor para o atingimento do objetivo.
Para conhecer mais sobre o �lme, acesse o trailer
disponível em:
T R A I L E R
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conclusão
Conclusão
Na minha organização, os processos que a mantêm em funcionamento são
bem de�nidos? Se estão corretamente de�nidos, posso a�rmar que eles são,
de fato, aplicados?  No caso de serem de�nidos e aplicados, serei capaz de
a�rmar que são bem gerenciados? Sem parâmetros reais e claros, as
respostas a estas perguntas �cariam à mercê da subjetividade e da percepção
que cada gestor tem da sua organização. Como pudemos constatar ao longo
desta unidade, o esforço da comunidade de pesquisadores, com a
colaboração preciosa do mercado, foi capaz de criar estes parâmetros reais
em formato de normas, tão imprescindíveis para quem se importa com
qualidade.
Ao chegarmos ao �m da última unidade deste curso, desejamos que a
condução da sua vida acadêmica seja bastante proveitosa e que sua atuação
pro�ssional esteja perfeitamente alinhada com seus objetivos pessoais.
 Grande abraço e boa sorte!
referências
Referências Bibliográ�cas
INTRODUCING CMMI V2.0. CMMI Institute. Disponível em
https://cmmiinstitute.com/cmmi. Acesso em 2 de abr. 2019.
https://cmmiinstitute.com/cmmi
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https://fadergsead.blackboard.com/webapps/late-course_content_soap-BBLEARN/Controller?ACTION=OPEN_PLAYER&COURSE_ID=_7463… 35/35
International Organization for Standardization. ISO/IEC 12207 International
Standard Information Technology - Software Life Cycle Processes, 2008.
International Organization for Standardization. ISO/IEC 15504 International
Standard Information Technology - Software Process Assessment, 2010.
MAITINO NETO, Roque. Engenharia de Software. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2016. 224 p.
SOFTEX. Missão. Disponível em https://softex.br/a-softex. Acesso em 2 de abr.
de 2019.
SYSTEMS and software engineering: Software life cycle processes. ISO/IEC/IEEE
12207:2017(en). Disponível em https://www.iso.org/obp/ui/#iso:std:iso-iec-
ieee:12207:ed-1:v1:en. Acesso em 5 de abr. 2019.
WAZLAWICK, Raul Sidnei. Engenharia de Software: conceitos e práticas. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2013.
IMPRIMIR
https://softex.br/a-softex
https://www.iso.org/obp/ui/#iso:std:iso-iec-ieee:12207:ed-1:v1:en

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