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1 CONFIABILIDADE (PREVENÇÃO DE FALHAS) Parte 07 2 Parte 07 – Confiabilidade Confiabilidade é a probabilidade de um sistema (máquina, peça, equipamento, software, pessoas) exercer sua função sem falhas, durante um certo tempo e sob condições específicas de operação. 3 TRIPÉ DE EXIGÊNCIAS EMPRESARIAIS SEGURANÇA PESSOAL E PROTEÇÃO AMBIENTAL LUCRO, PRODUTIVIDADE, EFICIÊNCIA E EFICÁCIA OPERACIONAL MINIMIZAÇÃO DE ATIVOS E INVESTIMENTOS CONFIABILIDADE É UMA DIMENSÃO DA QUALIDADE Parte 07 – Confiabilidade 4 1 - Fundamentos de Confiabilidade: • Confiabilidade (R) é a probabilidade de que um sistema exerça sua função. • Razão de Falha (FR) é a probabilidade de que um sistema não exerça sua função. Rt + FRt = 1 Exemplo: Supondo que de 1.000 partidas em um carro, 5 vezes ele não pega. Rt = 995/1000 = 0,9950 = 99,5% FRt = 5/1000 = 0,0050 = 0,5% Parte 07 – Confiabilidade 5 1 - Fundamentos de Confiabilidade: A razão de falha (FR) é usualmente definida de duas formas: efetuadas s tentativade número ocorridas falhas de número FR% TNOTTD F operação de horas de número ocorridas falhas de número FRn Onde: F = Número de falhas no tempo disponível TTD = Tempo total disponível TNO = Tempo não operacional Parte 07 – Confiabilidade 6 1 - Fundamentos de Confiabilidade: Exemplo: Parte 07 – Confiabilidade Quando a serra quebra ou apresenta defeitos, gasta-se em média um dia para reparo. No ano de 1994, a fábrica operou 255 dias, e a serra (ligada duas vezes por dia – às 7 horas e às 13 horas) apresentou defeitos 5 vezes. Determinar a confiabilidade e a razão de falhas da serra em 1994. A fábrica de móveis Alvorada tem, entre seus equipamentos, uma serra circular, considerada um equipamento crítico em seu processo. 7 1 - Fundamentos de Confiabilidade: Solução: Número de tentativas de ligar a máquina no ano: 255 x 2 – 5 = 505 (hipótese: se o defeito ocorrer pela manhã, a serra só é religada na manhã seguinte) FR% = 5/505 = 0,0099 = 0,99% R = 1 - 0,0099 = 0,9901 = 99,01% Como a empresa opera 8 h/dia: TTD = 255 x 8 = 2.040 h TNO = 5 x 8 = 40 h falhas/h 0,0025 h 2.000 falhas 5 h 40 -h 2.040 falhas 5 FRn Parte 07 – Confiabilidade 8 2 - Tempo médio entre falhas: Quando a razão entre falhas é constante, o tempo médio entre falhas é calculado pela seguinte expressão: nFR 1 TMEF dias 50horas 400 0,0025 1 TMEF F TNO-TTD TMEFou Parte 07 – Confiabilidade Para o exemplo anterior (quebra da serra): 9 Exemplo: 2 - Tempo médio entre falhas: FR% = 100% - 99,94% = 0,06% = 0,0006 vezes1.667 0,0006 1 TMEF Isso significa que o torno apresenta defeito, em média, após ser ligado 1.667 vezes. Se, por hipótese, o torno for ligado 4 vezes por dia útil, apresentará em média, um defeito a cada 417 dias. Parte 07 – Confiabilidade Um torno CNC altamente confiável opera em dois turnos de 8 horas/dia, durante 250 dias por ano. Nos manuais do torno consta que a confiabilidade é de 99,94%. Qual o seu TMEF? 10 3 - Lei das falhas: FR t Falhas de partida Mortalidade prematura Falhas aleatórias Vida útil Falhas de desgaste Depreciação Parte 07 – Confiabilidade Defeito intrínseco ou uso inadequado Sobrecargas, fatos inesperados ou uso inadequado Baixa resistência, sobrecarga, falta de manutenção ou uso inadequado 11 3 - Lei das falhas: FR t Falhas de partida Falhas aleatórias Falhas de desgaste TMEF t R :lExponencia ãoDistribuiç e p(z)R :Normal ãoDistribuiç Parte 07 – Confiabilidade Mortalidade prematura Vida útil Depreciação 12 3 - Lei das falhas: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: %34,515134,0R 6667,0500.1 000.1 1.000 ee %36,262636,0R 3333,1500.1 000.2 2.000 ee Uma furadeira radial tem TMEF de 1.500 horas. Qual sua confiabilidade em períodos de 1.000 e de 2.000 horas de operação? 13 3 - Lei das falhas: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: Um componente eletrônico “A”, tem TMEF de 100 horas e custo unitário de R$10,00. Determine a parcela efetivamente utilizada de seu valor para 200 horas de operação contínua, considerando que sua falha implica em sua inutilização. )E(CA 200R10,00 0,135310,00 100 200 10,00 e R$1,35 Solução: 14 4 - Confiabilidade de sistemas: Parte 07 – Confiabilidade Um sistema é um conjunto de componentes que interagem entre si, cada um com sua respectiva confiabilidade. Os componentes podem estar ligados de três formas: A B Sistema em série: A B Sistema em paralelo: A C Sistema em série e em paralelo: B 15 4.1 - Confiabilidade de sistemas em Série: Parte 07 – Confiabilidade Sejam dois componentes A e B, com confiabilidades RA e RB , respectivamente ligados em série conforme figura abaixo: A B Sistema S O sistema irá falhar quando A ou B falhar: (FR)S = (FR)A + (FR)B – (FR)A x (FR)B 1 – RS = (1 – RA) + (1 – RB) – (1 – RA) x (1 – RB) RS = RA x RB Assim RS = RA x RB x RC x ... x RN RS diminuirá à medida que o número de componentes aumentar! 16 4.1 - Confiabilidade de sistemas em Série: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: Solução: RS = RA x RB x RC RS = 0,9980 x 0,9850 x 0,9910 RS = 0,9742 Um sistema é composto dos componentes A, B e C, conforme esquema abaixo, com as seguintes confiabilidades: A B Sistema S C RA = 0,9980 RB = 0,9850 RC = 0,9910 Calcule a confiabilidade do sistema. 17 Parte 07 – Confiabilidade 4.1 - Confiabilidade de sistemas em Série: Exemplo: B - Compressor C - Purga A - Partida D - Resfriador E - Separador F - Dreno G - Tanque 18 4.1 - Confiabilidade de sistemas em Série: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: Considerando as seguintes confiabilidades: RA (Partida) = 0,9990 RB (Compressor) = 0,8500 RC (Purga) = 0,9900 RD (Resfriador) = 0,9100 RE (Separador) = 0,9999 RF (Dreno) = 0,9980 RG (Tanque) = 0,9999 A confiabilidade do sistema será: RS = RA x RB x RC x RD x RE x RF x RG RS = 0,9990 x 0,8500 x 0,9900 x 0,9100 x 0,9999 x 0,9980 x 0,9999 RS = 0,7633 19 4.2 - Confiabilidade de sistemas em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade Sejam dois componentes A e B, com confiabilidades RA e RB , respectivamente ligados em paralelo conforme figura abaixo: O sistema irá falhar quando A e B falharem: (FR)S = (FR)A x (FR)B 1 – RS = (1 – RA) x (1 – RB) RS = 1 – (1 – RA) x (1 – RB) Assim RS = 1 – (1 – RA) x (1 – RB) x (1 – RC) x ... x (1 – RN) RS aumentará à medida que o número de componentes aumentar! Sistema S A B 20 4.2 - Confiabilidade de sistemas em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: Solução: RS = 1 – (1 – RA) x (1 – RB ) x (1 – RC) RS = 1 – (1 – 0,9870) x (1 – 0,9940) x (1 – 0,9760) RS = 1 – 0,000002 RS = 0,999998 Um sistema possui os componentes A, B e C com as confiabilidades descritas abaixo e conforme o seguinte esquema: RA = 0,9870 RB = 0,9940 RC = 0,9760 Calcule a confiabilidade do sistema. A B Sistema S C 21 4.2 - Confiabilidade de sistemas em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: Solução: RS = 1 – (1 – RA) x (1 – RB ) x (1 – RC) x (1 – RD) RS = 1 – (1 – 0,95) x (1 – 0,95) x (1 – 0,95) x (1 – 0,95) RS = 1 – 0,05 x 0,05 x 0,05 x 0,05 = 1 – 0,000006 RS = 0,999994 Um sistema gerador de energia baseia-se em 4 módulos fotovoltaicos, com confiabilidades unitárias de 95%, conforme esquema a seguir: Pede-se a confiabilidade da geração de energia do sistema. 22 4.3 - Confiabilidade de sistemas em Série e em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade O cálculo de confiabilidade de todo sistema deve ser feito por identificação de subsistemas e respectivos cálculos parciais. Sejam três componentes A, B e C, com confiabilidades RA , RB e RC,respectivamente ligados conforme figura abaixo: Subsistema D (A e B) em série: Sistema S A C B RD = RA x RB Sistema S (D e C) em paralelo: RS = 1 – (1 – RD) x (1 – RC) RS = 1 – (1 – RA x RB) x (1 – RC) 23 4.3 - Confiabilidade de sistemas em Série e em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade Exemplo: Cinco componentes A, B, C, D e E estão ligados conforme esquema e confiabilidades apresentadas abaixo. Determinar a confiabilidade do sistema. RA = 0,9910 RB = 0,9880 RC = 0,9750 RD = 0,9640 RE = 0,9900 A Sistema S E B C D 24 4.3 - Confiabilidade de sistemas em Série e em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade 1º passo: B e C (em série) são substituídos por F: A Sistema S E F D RF = RB x RC RF = 0,9880 x 0,9750 RF = 0,9633 2º passo: F e D (em paralelo) são substituídos por G: A Sistema S E G RG = 1 – (1 – RF) x (1 – RD) RG = 1 – (1 – 0,9633) x (1 – 0,9640) RG = 1 – 0,0367 x 0,0360 RG = 1 – 0,0013 RG = 0,9987 25 4.3 - Confiabilidade de sistemas em Série e em Paralelo: Parte 07 – Confiabilidade 3º passo: A e G (em série) são substituídos por H: RH = RA x RG RH = 0,9910 x 0,9987 RH = 0,9897 Último passo: Calcula-se a confiabilidade do Sistema S através de H e E (em paralelo): RS = 1 – (1 – RH) x (1 – RE) RS = 1 – (1 – 0,9897) x (1 – 0,9900) RS = 1 – 0,0103 x 0,0100 RS = 1 – 0,0001 RS = 0,9999 H Sistema S E 26 5 - Disponibilidade: Parte 07 – Confiabilidade Disponibilidade (D) é o grau em que a produção está em plenas condições de operação. TMPR TMEF TMEF D TMEF Tempo Médio Entre Falhas TMPR Tempo Médio Para Reparos Exemplo: Uma gráfica possui uma impressora de grande porte que é um fator crítico de seu processo. As falhas ocorrem, em média, a cada 70 horas e o conserto dura , em média, 6 horas. Qual a sua disponibilidade de produção? 27 5 - Disponibilidade: Parte 07 – Confiabilidade Solução: 9211,0 76 70 670 70 TMPR TMEF TMEF D TMEF = 70h TMPR = 6h Contudo, a gráfica que reduzir os tempos de parada da impressora e consultou o fabricante, que fez duas propostas de melhoria: 1ª – Manutenção preventiva regular semanal, que aumenta o TMEF para 90 horas; 2ª – Contrato de reparo “super hiper rápido”, que reduz o TMPR para 4 horas. Sendo mesmos custos, qual deve ser aceita? 28 5 - Disponibilidade: Parte 07 – Confiabilidade Solução: 9211,0 76 70 670 70 TMPR TMEF TMEF D TMEF = 70h TMPR = 6h 1ª – Manutenção preventiva regular semanal TMEF = 90 horas 2ª – Contrato de reparo “super hiper rápido” TMPR = 4 horas 9375,0 96 90 690 90 )(1ª D 9459,0 74 70 470 70 )(2ª D Melhor proposta 29 Exercícios de fixação 1. Dez equipamentos foram testados durante 50 horas, sendo que três apresentaram defeitos, sendo o primeiro após 5 horas, o segundo após 22 horas e o terceiro após 45 horas. Determine: a) O TMEF dos equipamentos; b) A razão de falha dos equipamentos; c) A confiabilidade dos equipamentos. 2. Um sistema era composto de cinco componentes, ligados em série, todos com mesma confiabilidade de 0,9850. Um novo projeto reduziu o número de componentes para três, também ligados em série, todos com a mesma confiabilidade de 0,9800. Determinar qual foi a alteração relativa na confiabilidade do novo sistema. 3. Um gasoduto dispõe de 80 compressores, com TMEF de 3,5 anos. Calcule a confiabilidade de um compressor: a) Em seu primeiro ano de operação; b) Em quatro anos de operação. 4. Um componente eletrônico tem uma razão de falhas de 0,0800 por 100 horas. Determine a confiabilidade do equipamento em: a) 1.000 horas de operação; b) 2.000 horas de operação; c) Entre 100 e 500 horas de operação. 30 Exercícios de fixação 5. Um lote de 50 componentes é testado durante 2.000 horas. Quatro dos componentes falham durante o teste, como segue: • Falha 1 ocorreu após 1.200 horas; • Falha 2 ocorreu após 1.450 horas; • Falha 3 ocorreu após 1.720 horas; • Falha 4 ocorreu após 1.905 horas. Determine a taxa de falhas relativa (em porcentagem) e absoluta (em tempo) do lote. 6. Oito lâmpadas especiais ficaram ligadas até queimarem. A duração, em horas, de cada uma foi: 1ª) 4.380 h 2ª) 4.818 h 3ª) 4.588 h 4ª) 4.117 h 5ª) 3.932 h 6ª) 4.643 h 7ª) 4.116 h 8ª) 4.390 h Determine: a) O TMEF; b) A razão de falhas; c) A confiabilidade da lâmpada para 5.000 horas. 31 Exercícios de fixação 7. Uma ponte rolante de uma indústria transporta cargas para um pátio de estocagem duas vezes por dia, sendo uma durante a manhã (06:00 às 12:00) e outra durante a tarde (14:00 às 20:00). Em 2010, a indústria operou em todos os dias (365) e a ponte rolante apresentou defeito 10 vezes, tendo que ser parada para reparos que duram normalmente um dia (durante o expediente operacional). Baseando-se nos dados acima, faça uma análise de confiabilidade relativa e nominal da ponte rolante. 8. Determine a confiabilidade do sistema abaixo: RA = 0,8888 RB = 0,9234 RC = 0,8980 RD = 0,9567 RE = 0,8855 RF = 0,9965 A E B D C F 32 Exercícios de fixação 9. O diagrama abaixo representa todos os sistemas de um processo industrial: Com base no diagrama, determine: a) Qual sistema apresenta maior confiabilidade; b) Qual a confiabilidade do processo se este necessitar de todos os seus sistemas operando; c) Se entre o início e o fim do processo for possível optar pela utilização de um dos dois sistemas finais (2 ou 3) após o sistema 1, qual deverá ser utilizado para garantir a maior confiabilidade possível ao processo e, nesse caso, qual será a confiabilidade do processo (do início ao fim). RA = 0,9920 RB = 0,9520 RC = 0,9670 RD = 0,9850 RE = 0,8950 RF = 0,9550 RG = 0,9420 RH = 0,9350 RI = 0,9450 RJ = 0,9900 RK = 0,9820 RL = 0,9500 A Sistema 1 B D C H K E I J L F G início fim Sistema 2 Sistema 3 33 Exercícios de fixação 10. Verificar qual a ordem de disponibilidade das máquinas abaixo: 11. Os dados abaixo são referentes a dois sistemas que podem ser utilizados por uma empresa durante seu processo. Quando foram colocados em operação, apresentaram os seguintes desempenhos: Qual sistema apresenta maior disponibilidade? Máquinas TMEF TMPR M1 120h 8h M2 95h 7h M3 142h 10h Sistema Máquinas Operação Nº falhas Parada por Falhas Tempo de reparo S1 M1 100h 2 12h 10h M2 1 3h M3 3 10h S2 M1 220h 3 4h M2 2 7h M3 5 9h 34 Exercícios de fixação 12. As máquinas M1 e M2 apresentam, respectivamente, os seguintes TMEF: 2h e 4h. Complete a tabela abaixo referente às probabilidades de transição entre os estados apresentados: 13. Uma indústria possui uma máquina vital em seu processo produtivo que é operada 24 horas por dia. Atualmente, as falhas que exigem a parada da máquina ocorrem normalmente a cada 3 dias de operação e o tempo médio para o reparo é de 6 horas. Como a empresa necessita da máquina o maior tempo possível, estudou-se duas alternativas para aumentar a sua disponibilidade: A: Realizar manutenções preventivas (vistoria geral, regulagem e lubrificação completa) que parariam a máquina por 10 horas e que fariam com que a máquina não tivesse falhas antes de 6 dias de operação; B: Realizar pequenas manutenções corretivas (troca de peças de maior desgaste e lubrificação parcial) com duração de 4 horas e que fariam com que a máquina não tivesse falhas antes de 4 dias de operação. Determinar qual a melhor alternativa para a indústria. Máquinas Estado 1: em operação Estado 2: em reparação Estado 3: em instalação M1 2/10 M2 1/4 M3 1/10 1/100 35 Exercícios de fixação RA = 0,8800RB = 0,8520 RC = 0,8670 RD = 0,8850 RE = 0,7950 RF = 0,8500 RG = 0,8420 RH = 0,8350 RI = 0,8850 RJ = 0,8900 RK = 0,8820 Sistema 1 FRN = 0,0020 f/h TMPR = 20h Sistema 2 FRN = 0,0025 f/h TMPR = 25h A Sistema 1 B D C início fimE F H I K J G Sistema 2 Pede-se: a) Considerando que a capacidade (condições contínuas de produção) do processo é de 50 toneladas/mês, calcule o valor esperado de produção mensal tomando-se como base a confiabilidade do processo. b) A confiabilidade do processo para funcionar continuamente durante 10 dias de produção. c) A disponibilidade de cada sistema e do processo. 14. O diagrama apresentado abaixo representa um processo de produção de um certo alimento industrializado composto de dois sistemas que funcionam em série. Para haver produção, os dois sistemas com todas as suas respectivas máquinas devem funcionar. A empresa opera ininterruptamente (24 horas/dia). 36 Exercícios de fixação 15. Abaixo é representado um sistema de coleta e filtragem de água de chuva de uma indústria: Mês Acionamentos do sistema Bomba Filtro 1 Filtro 2 Filtro 3 Falhas TMPR Falhas TMPR Falhas TMPR Falhas TMPR Jan 12 3 6 h 2 2 h 2 2 h 2 4 h Fev 14 2 3 2 2 Mar 13 1 1 3 4 Abr 18 4 3 1 2 Mai 12 2 5 2 2 Jun 15 4 2 2 1 Total: 84 16 - 16 - 12 - 13 - Sabendo que o sistema possui 4 equipamentos (1 bomba e 3 filtros), pede-se: a) A análise relativa de confiabilidade dos equipamentos do sistema; b) A análise nominal de confiabilidade dos equipamentos do sistema; c) A confiabilidade do sistema; d) A confiabilidade do sistema para funcionar continuamente durante 3 dias de chuva; e) A disponibilidade dos equipamentos do sistema. Este sistema é acionado automaticamente sempre que a cisterna enche com a água da chuva, independente do horário. A água coletada, após a filtragem, é armazenada em uma caixa maior para ficar à disposição da indústria. Sempre que falha um dos componentes, todo o sistema para. Os levantamentos mensais de manutenção do sistema foram: