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Aula 01 Climatologia 01 Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima @profpriscilalima Fale conosco Clima: conceito Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Tempo meteorológico Variável Clima Padrão (constante) 30 anos de constância Tempo e clima são duas noções bem distintas. A primeira corresponde a uma situação transitória da atmosfera, com mudanças diárias e até horárias, ao passo que a segunda se define por padrões estabelecidos após trinta anos de observações, apresentando, portanto, no mínimo, um perfil relativamente estável.” Jurandyr Ross grifos nosso Aula 01 – Professora Priscila Lima O que é “Atmosfera”? Biosfera Atmosfera ar águasólido Onde há vida Camadas da atmosfera Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Fenômenos meteorológicos Satélites de telecomunicação Considerações importantes • Camada de Ozônio: “filtra” a radiação • Temperatura: não é uma linha constante Troposfera: constante (↑ altitude = ↓ temperatura) • Efeito Estufa: Efeito natural (potencializado pelo ser humano) Elementos climáticos Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Elementos climáticos Definição: O que forma um clima Temperatura Calor Umidade Água (umidade) Pressão Peso Aula 01 – Professora Priscila Lima Temperatura Definição: Propriedade física que está relacionada ao grau de agitação das moléculas de um corpo. Quanto maior a agitação, maior a temperatura Entrada dos raios solares Radiação em ondas curtas do Sol para Terra Ultraviolenta Visível Infravermelho de ondas curtas Saída dos raios solares Radiação em longas do Terra para o Espaço Infravermelho termal ↓ Aquece o ar A absorção e a reflexão de ondas longas determinam a temperatura Conceito: Albedo Grau de reflexão. Logo é a energia que não fica retida. Lembre-se: ↓ albedo = ↑ calor Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima UFVJM-MG - 2016 Observe esta figura. Fonte: Adptado de FARNDON, John. Dicionário escolar da Terra. Londres: Butler &Larner, 1996, p. 141 Aula 01 – Professora Priscila Lima O albedo corresponde à quantidade de radiação refletida novamente para a atmosfera, após parte dela ser captada pelos elementos que se encontram na superfície terrestre. Sobre a relação entre o albedo e a superfície, é correto afirmar que (A) quanto maior o albedo, maior será absorção da radiação solar. (B) quanto maior o albedo, maior a sensação térmica junto ao chão. (C) as cores claras absorvem maior quantidade de radiação solar e emitem grande quantidade de albedo. (D) as cores escuras absorvem maior quantidade de radiação solar e emitem menor quantidade de albedo. Aula 01 – Professora Priscila Lima O albedo corresponde à quantidade de radiação refletida novamente para a atmosfera, após parte dela ser captada pelos elementos que se encontram na superfície terrestre. Sobre a relação entre o albedo e a superfície, é correto afirmar que (A) quanto maior o albedo, maior será absorção da radiação solar. (B) quanto maior o albedo, maior a sensação térmica junto ao chão. (C) as cores claras absorvem maior quantidade de radiação solar e emitem grande quantidade de albedo. (D) as cores escuras absorvem maior quantidade de radiação solar e emitem menor quantidade de albedo. Aula 01 – Professora Priscila Lima Umidade Definição: Quantidade de vapor de água no ar • Umidade relativa: é a razão entre a quantidade de vapor encontrado no ar e o quanto aquele ar “aguenta” receber de vapor – isso vai variar de acordo com a temperatura. Vapor d’água O máximo de vapor de água possível Umidade relativa: 100% Umidade relativa: 50% Umidade relativa: 25% 5h 11h 17h Ar mais quente Ar mais frio Aula 01 – Professora Priscila Lima Leia o excerto e analise as três afirmações a seguir. Todas as moléculas de uma parcela de ar contribuem para a pressão atmosférica. Como o vapor d’água é um gás, ele também contribui com um valor de pressão parcial, conhecido como pressão de vapor (e), aumentando ou diminuindo a pressão atmosférica. Quando a pressão de vapor (e) atinge seu valor máximo possível para uma determinada temperatura do ar, diz-se que o ar está saturado de umidade ou, em outras palavras, que o ar está cheio de vapor. Tem-se, portanto, a pressão de vapor de saturação (es). A umidade relativa é a razão entre a pressão de vapor (e) e a pressão de vapor de saturação (es). (Ercília T. Steinke. Climatologia fácil, 2012. Adaptado.) UNESP - 2018 Aula 01 – Professora Priscila Lima I. A temperatura caracteriza uma variável para determinarmos a pressão de vapor de saturação. II. Os valores relativos à umidade do ar expressam a real quantidade de vapor d’água existente no ar, em milímetros. III. Quanto maior a umidade relativa do ar, maiores são as chances de chuva, pois a atmosfera está próxima do ponto de saturação. Está correto o que se afirma em (A) I e II, apenas. (B) I e III, apenas. (C) I, II e III. (D) III, apenas. (E) II e III, apenas. UNESP - 2018 Aula 01 – Professora Priscila Lima I. A temperatura caracteriza uma variável para determinarmos a pressão de vapor de saturação. II. Os valores relativos à umidade do ar expressam a real quantidade de vapor d’água existente no ar, em milímetros. III. Quanto maior a umidade relativa do ar, maiores são as chances de chuva, pois a atmosfera está próxima do ponto de saturação. Está correto o que se afirma em (A) I e II, apenas. (B) I e III, apenas. (C) I, II e III. (D) III, apenas. (E) II e III, apenas. UNESP - 2018 Aula 01 – Professora Priscila Lima Pressão Definição: Peso do ar Alta pressão Centro dispersor de ar Ar descendente Baixa pressão Centro convergente de ar Ar ascendente Alta pressão Baixa pressãoVento Ar em movimento Aula 01 – Professora Priscila Lima Pressão em relação à Latitude e à Altitude Latitude Baixa pressão: quente Altitude Baixa pressão: frio A B C Aula 01 – Professora Priscila Lima Ventos fortes Conceito: Isolinhas Quanto mais próximas as linhas mais intenso o evento (ventos mais fortes, nesse caso) Aula 01 – Professora Priscila Lima O vento é um produto da dinâmica atmosférica. Na troposfera, suas causas estão diretamente ligadas às diferenças de pressão e temperatura. Considerando esses elementos formadores do clima, imagine uma linha reta numa área de planície, onde o ponto A corresponde a uma área de alta pressão (AP), o ponto B corresponde a uma área de baixa pressão (BP) e o ponto C corresponde a uma área de alta pressão (AP). De posse destas informações, pode-se afirmar corretamente que o deslocamento do vento nestas condições ocorrerá (A) de A e C para B. (B) de A para B e C. (C) de C para B e A. (D) de B para C. UECE - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima O vento é um produto da dinâmica atmosférica. Na troposfera, suas causas estão diretamente ligadas às diferenças de pressão e temperatura. Considerando esses elementos formadores do clima, imagine uma linha reta numa área de planície, onde o ponto A corresponde a uma área de alta pressão (AP), o ponto B corresponde a uma área de baixa pressão (BP) e o ponto C corresponde a uma área de alta pressão (AP). De posse destas informações, pode-se afirmar corretamente que o deslocamento do vento nestas condições ocorrerá (A) de A e C para B. (B) de A para B e C. (C) de C para B e A. (D) de B para C. UECE - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima Observe abaixo a carta sinótica do Brasil, que evidencia os campos de alta pressão (A) e de baixa pressão (B) sobre o continente. A carta apresenta, ainda, as linhas de mesma pressão (isobaras), que vão de 1010 a 1030 milibar (mb), a propagação de uma frente fria sobre o Brasil central, do centro de mais alta pressão (1030mb) para os de pressões menores (1014 e 1012mb) e, também, o deslocamento de uma frente quente sobre a porção Sudeste do País, além de uma frente fria sobre o litoral do Nordeste. UFU - 2010.2 Aula01 – Professora Priscila Lima Sobre as informações contidas na carta sinótica, assinale a alternativa correta: (A) Os centros de alta pressão de 1030 e 1014 indicados em “A” dificultam a ocorrência de chuvas pelo fato de serem áreas dispersoras de vento. (B) Uma frente fria ocorre quando o ar quente, mais denso e mais pesado, empurra o ar frio para cima e para frente. (C) A frente fria que corta o Brasil de NW a SE deixa o tempo estável, com baixa umidade e nebulosidade reduzida, uma vez que o ar frio é normalmente seco. (D) A frente fria, localizada próxima ao litoral do nordeste, não consegue produzir chuvas nesta região, fato este que explica a seca no semiárido nordestino Aula 01 – Professora Priscila Lima Sobre as informações contidas na carta sinótica, assinale a alternativa correta: (A) Os centros de alta pressão de 1030 e 1014 indicados em “A” dificultam a ocorrência de chuvas pelo fato de serem áreas dispersoras de vento. (B) Uma frente fria ocorre quando o ar quente, mais denso e mais pesado, empurra o ar frio para cima e para frente. (C) A frente fria que corta o Brasil de NW a SE deixa o tempo estável, com baixa umidade e nebulosidade reduzida, uma vez que o ar frio é normalmente seco. (D) A frente fria, localizada próxima ao litoral do nordeste, não consegue produzir chuvas nesta região, fato este que explica a seca no semiárido nordestino Fatores climáticos: Latitude Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima 0° - 30° = baixas latitudes 30° - 60° = médias latitudes 60° - 90° = altas latitudes Revisando... O que é latitude? Definição: distância entre os paralelos (linhas horizontais) Aula 01 – Professora Priscila Lima Latitude e Temperatura Relação: incidência solar – raios perpendiculares ou difusos 0° - 30° = baixas latitudes → ZONA TROPICAL 30° - 60° = médias latitudes → ZONA TEMPERADA 60° - 90° = altas latitudes → ZONA POLAR Regra quanto mais próximo à Linha do Equador, mais quente Aula 01 – Professora Priscila Lima Latitude: Pressão Umidade Relação: áreas de baixa pressão concentram chuvas Distribuição das precipitações conforme as latitudes (Ross, Jurandyr - 2019) Aplicando em questões Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Considerando a posição da Terra em relação ao Sol e seus efeitos sobre o clima do planeta, podemos afirmar que I. a quantidade de radiação solar incidente sobre o topo da atmosfera da Terra depende de três fatores: latitude, longitude e altitude. II. as regiões de baixa latitude do planeta recebem a luz solar de maneira mais direta e concentrada; já as regiões de alta latitude recebem a insolação de forma oblíqua e difusa. III. as terras atravessadas pela linha do Equador possuem dois máximos de insolação nos solstícios e dois mínimos nos equinócios. IV. o Sol só poderá incidir diretamente sobre a cabeça de um observador (ângulo de 90º ou zênite), ao meio dia, nas terras do planeta localizadas entre as latitudes 30º N e 30º S, respectivamente. Está/Estão correta(s) apenas a(s) afirmativa(s) (A)I. (B) II. (C) I e III. (D) II e IV. (E) III e IV. PUC - 2015 Aula 01 – Professora Priscila Lima Considerando a posição da Terra em relação ao Sol e seus efeitos sobre o clima do planeta, podemos afirmar que I. a quantidade de radiação solar incidente sobre o topo da atmosfera da Terra depende de três fatores: latitude, longitude e altitude. II. as regiões de baixa latitude do planeta recebem a luz solar de maneira mais direta e concentrada; já as regiões de alta latitude recebem a insolação de forma oblíqua e difusa. III. as terras atravessadas pela linha do Equador possuem dois máximos de insolação nos solstícios e dois mínimos nos equinócios. IV. o Sol só poderá incidir diretamente sobre a cabeça de um observador (ângulo de 90º ou zênite), ao meio dia, nas terras do planeta localizadas entre as latitudes 30º N e 30º S, respectivamente. Está/Estão correta(s) apenas a(s) afirmativa(s) (A)I. (B) II. (C) I e III. (D) II e IV. (E) III e IV. PUC - 2015 Aula 01 – Professora Priscila Lima A distribuição da radiação solar pela superfície terrestre é o principal desencadeador de fenômenos atmosféricos. Nas regiões de maior latitude, a incidência de raios solares é (A) difusa, o que promove baixas temperaturas médias. (B) dispersa, o que promove áreas de baixa pressão. (C) concentrada, o que promove altas temperaturas médias. (D) variável, o que promove estações do ano bem definidas. (E) perpendicular, o que promove áreas de clima seco UNESP - 2018 Aula 01 – Professora Priscila Lima A distribuição da radiação solar pela superfície terrestre é o principal desencadeador de fenômenos atmosféricos. Nas regiões de maior latitude, a incidência de raios solares é (A) difusa, o que promove baixas temperaturas médias. (B) dispersa, o que promove áreas de baixa pressão. (C) concentrada, o que promove altas temperaturas médias. (D) variável, o que promove estações do ano bem definidas. (E) perpendicular, o que promove áreas de clima seco UNESP - 2018 Fatores climáticos: Altitude Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Conceito Nível do marAlt it u d e A lt u ra Aula 01 – Professora Priscila Lima Relação: Temperatura e Pressão Quanto maior a altitude → menor a pressão e menor a temperatura (mais rarefeito e frio) Quanto menor a altitude → maior a pressão e maior a temperatura (menos rarefeito e quente) Aplicando em questões Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima O número de Alpinistas que morrem tentando escalar o Pico Everest aumenta a cada temporada; sendo mais quatro mortos encontrados em 2017. Em busca de aventura, muitos se arriscam na montanha mais alta do planeta, onde o ar é rarefeito e necessita de uma adaptação, já que o nosso organismo passa por mudança devido a altitude que apresenta: (A) Menor pressão atmosférica, menor temperatura e menor concentração de oxigênio (B) Maior pressão atmosférica, maior temperatura e menor concentração de oxigênio (C) Maior pressão atmosférica, menor temperatura e menor concentração de oxigênio (D) Menor pressão atmosférica, menor temperatura e maior concentração de oxigênio (E) Menor pressão atmosférica, maior temperatura e maior concentração de oxigênio IFRR - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima O número de Alpinistas que morrem tentando escalar o Pico Everest aumenta a cada temporada; sendo mais quatro mortos encontrados em 2017. Em busca de aventura, muitos se arriscam na montanha mais alta do planeta, onde o ar é rarefeito e necessita de uma adaptação, já que o nosso organismo passa por mudança devido a altitude que apresenta: (A) Menor pressão atmosférica, menor temperatura e menor concentração de oxigênio (B) Maior pressão atmosférica, maior temperatura e menor concentração de oxigênio (C) Maior pressão atmosférica, menor temperatura e menor concentração de oxigênio (D) Menor pressão atmosférica, menor temperatura e maior concentração de oxigênio (E) Menor pressão atmosférica, maior temperatura e maior concentração de oxigênio IFRR - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima Gradiente térmico FAMERP - 2016 Aula 01 – Professora Priscila Lima O gradiente térmico ilustrado na imagem é explicado pela (A) absorção da radiação solar na superfície, que compensa a falta de capacidade da atmosfera de absorver calor. (B) orientação das vertentes, que demonstra diferenças provocadas pela incidência irregular dos raios solares. (C) rarefação do ar em altitude, que compromete a capacidade da atmosfera de conservar calor. (D) dificuldade de circulação do ar em superfície, que indica a plena atuação de massas de ar dissipando o calor em altitude. (E) zona de baixa pressão em altitude, que dificulta a chegada de ventos quentes às camadas mais altas da atmosfera. Aula 01 – Professora Priscila Lima O gradiente térmico ilustrado na imagem é explicado pela (A) absorçãoda radiação solar na superfície, que compensa a falta de capacidade da atmosfera de absorver calor. (B) orientação das vertentes, que demonstra diferenças provocadas pela incidência irregular dos raios solares. (C) rarefação do ar em altitude, que compromete a capacidade da atmosfera de conservar calor. (D) dificuldade de circulação do ar em superfície, que indica a plena atuação de massas de ar dissipando o calor em altitude. (E) zona de baixa pressão em altitude, que dificulta a chegada de ventos quentes às camadas mais altas da atmosfera. Fatores climáticos: Massas de ar Correntes marítimas Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Massas de Ar Definição: corpo de ar com características herdadas, inicialmente, de seu local de origem Cada área da superfície terrestre transmite suas características de temperatura e umidade para o ar sobrejacente. O efeito da superfície da localidade sobre o ar cria uma composição homogênea de temperatura, umidade e estabilidade que pode se estender pela metade inferior da atmosfera. Esse corpo distinto de ar é uma massa de ar e inicialmente reflete as características da sua região fonte.” Christopherson grifos nosso Superfície Ar Tais massas se expandem, carregam suas características e adquirem outras Aula 01 – Professora Priscila Lima Massas de ar: Brasil Atenção: sempre relacionar com as estações No Brasil Uma massa seca: mTc Uma massa fria: mPa Aula 01 – Professora Priscila Lima Frentes Frias (e quentes) Onde o vento faz a curva Definição: Região que separa duas massas de ar de características diferentes Aula 01 – Professora Priscila Lima Correntes Marítimas Definição: porções de água com diferentes: salinidade, densidade e temperatura Aquecimento desigual da Terra •↓ Densidade (salinidade) •↑ Densidade (salinidade) Diferentes padrões de evaporação Correntes frias ↓ Temperatura e pluviosidade Correntes quentes ↑ Temperatura e pluviosidade Aula 01 – Professora Priscila Lima Ressurgência Definição: fluxo ascensional das águas profundas e frias (Lygia Terra) Ascensão de águas frias e profundas ↑ plâncton → ↑ animais microscópicos → ↑ peixes pequenos → ↑ peixes maiores Aplicando em questões Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima As massas de ar são parcelas do ar atmosférico que podem se formar sobre o continente ou sobre o oceano e geralmente adquirem as características dos locais onde foram produzidas. Dentre as massas de ar que atuam no Brasil, a Massa Tropical Atlântica é (A) quente e úmida, e atua no litoral da região Sudeste do Brasil. (B) quente e úmida, e atua nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. (C) quente e seca, no Chaco paraguaio e oeste paulista. (D) fria e instável, e atua no Centro–Sul do Brasil no inverno. UECE - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima As massas de ar são parcelas do ar atmosférico que podem se formar sobre o continente ou sobre o oceano e geralmente adquirem as características dos locais onde foram produzidas. Dentre as massas de ar que atuam no Brasil, a Massa Tropical Atlântica é (A) quente e úmida, e atua no litoral da região Sudeste do Brasil. (B) quente e úmida, e atua nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. (C) quente e seca, no Chaco paraguaio e oeste paulista. (D) fria e instável, e atua no Centro–Sul do Brasil no inverno. UECE - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima São áreas de transição entre duas massas de ar termicamente opostas. O encontro dessas massas de ar provoca mudanças significativas no tempo meteorológico, trazendo nuvens e chuvas. Que denominação pode ser dada às áreas referidas? (A) Brisas marinhas (B) Massas Tropicais (C) Frentes (D) Superfícies termoclimas (E) Vórtices ciclônicos CESMAC - 2018 Aula 01 – Professora Priscila Lima São áreas de transição entre duas massas de ar termicamente opostas. O encontro dessas massas de ar provoca mudanças significativas no tempo meteorológico, trazendo nuvens e chuvas. Que denominação pode ser dada às áreas referidas? (A) Brisas marinhas (B) Massas Tropicais (C) Frentes (D) Superfícies termoclimas (E) Vórtices ciclônicos CESMAC - 2018 Aula 01 – Professora Priscila Lima Analise o mapa. UNESP - 2014 Aula 01 – Professora Priscila Lima Considerando as relações existentes entre zonas climáticas, sistema de circulação atmosférica e correntes marítimas de superfície, é correto afirmar que (A) as correntes quentes predominam nas zonas intertropicais e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de oeste predominantes na região. (B) as correntes frias predominam na zona equatorial e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de leste predominantes na região. (C) as correntes quentes predominam na zona equatorial e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de leste predominantes na região. (D) as correntes quentes predominam nas zonas subtropicais e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de leste predominantes na região. (E) as correntes frias predominam nas zonas intertropicais e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de oeste predominantes na região Aula 01 – Professora Priscila Lima Considerando as relações existentes entre zonas climáticas, sistema de circulação atmosférica e correntes marítimas de superfície, é correto afirmar que (A) as correntes quentes predominam nas zonas intertropicais e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de oeste predominantes na região. (B) as correntes frias predominam na zona equatorial e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de leste predominantes na região. (C) as correntes quentes predominam na zona equatorial e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de leste predominantes na região. (D) as correntes quentes predominam nas zonas subtropicais e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de leste predominantes na região. (E) as correntes frias predominam nas zonas intertropicais e o sentido de seu deslocamento está associado aos ventos de oeste predominantes na região Fatores climáticos: Maritimidade Continentalidade Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Maritimidade Definição: relação da água e sua capacidade de retenção de energia Maritimidade • ↑ evaporação • ↑ transparência • ↑ calor específico • ↑ mobilidade Maior armazenamento de energia (menor amplitude térmica) Aula 01 – Professora Priscila Lima Nebulosidade e amplitude térmica Aplicando em questões Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima Em relação à maritimidade e à continentalidade, é correto afirmar que (A) as massas continentais são aquecidas e resfriadas mais lentamente do que as grandes massas que formam os oceanos. (B) as massas oceânicas afetam mais as temperaturas dos continentes quando localizadas nos litorais orientais. (C) as temperaturas diárias variam mais em cidades próximas aos litorais do que em outras, distantes deles. (D) as temperaturas nas regiões centrais dos continentes variam mais do que em cidades litorâneas. (E) as massas oceânicas e continentais não têm influência direta nas amplitudes térmicas no planeta PUC / RJ - 2017 Aula 01 – Professora Priscila Lima Em relação à maritimidade e à continentalidade, é correto afirmar que (A) as massas continentais são aquecidas e resfriadas mais lentamente do que as grandes massas que formam os oceanos. (B) as massas oceânicas afetam mais as temperaturas dos continentes quando localizadas nos litorais orientais. (C) as temperaturas diárias variam mais em cidades próximas aos litorais do que em outras, distantes deles. (D) as temperaturas nas regiões centrais dos continentes variam mais do que em cidades litorâneas. (E) as massas oceânicas e continentais não têm influência direta nas amplitudes térmicas no planeta PUC / RJ - 2017 Circulação atmosférica Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – ProfessoraPriscila Lima Nome Causa Localização Temperatura/umidade Alta polar Térmica 90°N, 90°S Frio/Seco Baixa subpolar Dinâmica 60° N, 60°S Fresco/úmido Alta subtropical Dinâmica 20 -35° N, 20 -35° S Morno/seco Baixa equatorial Térmica 10°N, 10°S Quente/úmido Centros de alta e baixa pressão Baixa Equatorial Quente (ar expande → atrai ventos úmidos - alísios) Zona de Convergência Intertropical Alísios: Hemisfério Norte → nordeste Hemisfério Sul → sudeste Partem da Alta Subtropical Aula 01 – Professora Priscila Lima Circulação Geral Célula de Hadley Aula 01 – Professora Priscila Lima Alta Subtropical e Desertos Aula 01 – Professora Priscila Lima Sentido dos ciclones BP Hemisfério Sul Sentido horário Aula 01 – Professora Priscila Lima Circulação Regional (Monções) Aula 01 – Professora Priscila Lima Circulação Local (Brisas) • Brisa marítima: durante o dia, o centro de baixa pressão se encontra na terra. • Brisa terrestre: durante a noite o centro de baixa pressão se encontra na água. Terra ÁguaSentido do ventos Terra ÁguaSentido do ventos Aula 01 – Professora Priscila Lima Circulação Local (Brisas) • Brisa de Vale: durante a tarde os ventos sopram a partir do vale (vale encosta acima), graças ao aquecimento. • Brisa de montanha: durante a noite as encostas perdem calor, assim o ar mais frio desce Aplicando em questões Aula 01 – Professora Priscila Lima Aula 01 – Professora Priscila Lima A circulação atmosférica resulta da movimentação geral do ar, proporcionada pelo movimento de rotação da Terra e pela desigual distribuição de energia solar. É um movimento de grande escala, responsável pelo aquecimento da superfície terrestre UFU - 2019.2 Aula 01 – Professora Priscila Lima Considerando-se a circulação atmosférica terrestre, assinale a alternativa correta. (A) Nas latitudes subtropicais, nos dois hemisférios, o ar seco explica a concentração de desertos, situados ao longo da latitude de 30°, devido à grande amplitude térmica anual que caracteriza essas regiões. (B) Na latitude de 60°, em ambos os hemisférios, formam-se zonas de baixa pressão que atraem ventos provenientes das latitudes subtropicais, originando ventos de oeste. (C) O encontro entre os ventos orientais e o ar frio originário dos polos produz a zona de convergência intertropical, de instabilidade climática, que se desloca de acordo com as estações do ano. (D) Nas regiões polares, o ar frio e denso forma um centro de baixa pressão que é atraído para a zona de maior pressão das regiões tropicais, formando o fenômeno da friagem. Aula 01 – Professora Priscila Lima Considerando-se a circulação atmosférica terrestre, assinale a alternativa correta. (A) Nas latitudes subtropicais, nos dois hemisférios, o ar seco explica a concentração de desertos, situados ao longo da latitude de 30°, devido à grande amplitude térmica anual que caracteriza essas regiões. (B) Na latitude de 60°, em ambos os hemisférios, formam-se zonas de baixa pressão que atraem ventos provenientes das latitudes subtropicais, originando ventos de oeste. (C) O encontro entre os ventos orientais e o ar frio originário dos polos produz a zona de convergência intertropical, de instabilidade climática, que se desloca de acordo com as estações do ano. (D) Nas regiões polares, o ar frio e denso forma um centro de baixa pressão que é atraído para a zona de maior pressão das regiões tropicais, formando o fenômeno da friagem. Obrigado Prof. Nome do Professor OBRIGADA Professora Priscila Lima @profpriscilalima