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ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 2 
 
Já Caiu na FUVEST 
Só com as questões 
 
1. (FUVEST SP/2019) 
O cinamaldeído é um dos principais compostos que dão o sabor e o aroma da canela. 
Quando exposto ao ar, oxida conforme a equação balanceada: 
 
 
Uma amostra de 19,80 g desse composto puro foi exposta ao ar por 74 dias e depois pesada 
novamente, sendo que a massa final aumentou em 1,20 g. A porcentagem desse composto 
que foi oxidada no período foi de 
Note e adote: 
- Massas molares (g/mol): Cinamaldeído = 132; O2 = 32. 
- Considere que não houve perda de cinamaldeído ou do produto de oxidação por 
evaporação. 
a) 10% 
b) 25% 
c) 50% 
d) 75% 
e) 90% 
 
2. (FUVEST SP/2004) 
Com a finalidade de determinar a fórmula de certo carbonato de um metal Me, seis amostras, 
cada uma de 0,0100 mol desse carbonato, foram tratadas, separadamente, com volumes 
diferentes de ácido clorídrico de concentração 0,500 mol/L. Mediu-se o volume de gás 
carbônico produzido em cada experiência, à mesma pressão e temperatura. 
 
V(HCl)/mL 3060 90 120 150 180
V(CO)/mL 186372 558 744 744 7442
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 3 
O volume molar do gás carbônico, nas condições da experiência, é igual a 24,8 L/mol. 
Então, a fórmula do carbonato deve ser: 
a) Me2CO3 
b) MeCO3 
c) Me2(CO3)3 
d) Me(CO3)2 
e) Me2(CO3)5 
 
3. (FUVEST SP/2017) 
Em uma aula experimental, dois grupos de alunos (G1 e G2) utilizaram dois procedimentos 
diferentes para estudar a velocidade da reação de carbonato de cálcio com excesso de ácido 
clorídrico. As condições de temperatura e pressão eram as mesmas nos dois procedimentos e, 
em cada um deles, os estudantes empregaram a mesma massa inicial de carbonato de cálcio e 
o mesmo volume de solução de ácido clorídrico de mesma concentração. 
O grupo G1 acompanhou a transformação ao longo do tempo, realizada em um sistema 
aberto, determinando a variação de massa desse sistema (Figura 1 e Tabela). 
O grupo G2 acompanhou essa reação ao longo do tempo, porém determinando o volume 
de dióxido de carbono recolhido (Figura 2). 
 
 
Comparando os dois experimentos, os volumes aproximados de CO2, em litros, recolhidos 
pelo grupo G2 após 60, 180 e 240 segundos devem ter sido, respectivamente, 
 
a) 0,14; 0,20 e 0,25 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 4 
b) 0,14; 0,34 e 0,60 
c) 0,34; 0,48 e 0,60 
d) 0,34; 0,48 e 0,88 
e) 0,62; 0,88 e 1,10 
Note e adote: 
massa molar do CO2: 44 g/mol; 
volume molar do CO2: 24 L/mol; 
desconsidere a solubilidade do CO2 em água. 
 
4. (FUVEST SP/2017) 
Nas mesmas condições de pressão e temperatura, 50 L de gás propano (C3H8) e 250 L de ar 
foram colocados em um reator, ao qual foi fornecida energia apenas suficiente para iniciar a 
reação de combustão. Após algum tempo, não mais se observou a liberação de calor, o que 
indicou que a reação havia-se encerrado. 
 Com base nessas observações experimentais, três afirmações foram feitas: 
I. Se tivesse ocorrido apenas combustão incompleta, restaria propano no reator. 
II. Para que todo o propano reagisse, considerando a combustão completa, seriam 
necessários, no mínimo, 750 L de ar. 
III. É provável que, nessa combustão, tenha se formado fuligem. 
 
Está correto apenas o que se afirma em 
a) I. 
b) III. 
c) I e II. 
d) I e III. 
e) II e III. 
Note e adote: 
Composição aproximada do ar em volume: 80% de N2 e 20%de O2. 
 
5. (FUVEST SP/2016) 
Um dirigível experimental usa hélio como fluido ascensional e octano (C8H18) como 
combustível em seu motor, para propulsão. Suponha que, no motor, ocorra a combustão 
completa do octano: 
C8H18(g) + 
𝟐𝟓
𝟐
 O2(g) → 8 CO2(g) + 9 H2O(g) 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 5 
Para compensar a perda de massa do dirigível à medida que o combustível é queimado, parte 
da água contida nos gases de exaustão do motor é condensada e armazenada como lastro. O 
restante do vapor de água e o gás carbônico são liberados para a atmosfera. 
Qual é a porcentagem aproximada da massa de vapor de água formado que deve ser retida 
para que a massa de combustível queimado seja compensada? 
 
a) 11% 
b) 16% 
c) 39% 
d) 50% 
e) 70% 
Note e adote: 
Massa molar (g/mol): 
H2O ...... 18 
O2 ............. 32 
CO2 ....... 44 
C8H18 ...... 114 
 
6. (FUVEST SP/2015) 
Amônia e gás carbônico podem reagir formando ureia e água. O gráfico ao lado mostra as 
massas de ureia e de água que são produzidas em função da massa de amônia, considerando 
as reações completas. 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 6 
A partir dos dados do gráfico e dispondo-se de 270 g de amônia, a massa aproximada, em 
gramas, de gás carbônico minimamente necessária para reação completa com essa quantidade 
de amônia é 
a) 120 
b) 270 
c) 350 
d) 630 
e) 700 
 
7. (FUVEST SP/2015) 
Uma estudante de Química realizou o seguinte experimento: pesou um tubo de ensaio vazio, 
colocou nele um pouco de NaHCO3 (s) e pesou novamente. Em seguida, adicionou ao tubo de 
ensaio excesso de solução aquosa de HCl, o que provocou a reação química representada por 
NaHCO3 (s) + HCl (aq) → NaCl (aq) + CO2 (g) + H2O (l) 
Após a reação ter-se completado, a estudante aqueceu o sistema cuidadosamente, até que 
restasse apenas um sólido seco no tubo de ensaio. Deixou o sistema resfriar até a temperatura 
ambiente e o pesou novamente. A estudante anotou os resultados desse experimento em seu 
caderno, juntamente com dados obtidos consultando um manual de Química: 
 
A estudante desejava determinar a massa de 
I. HCl que não reagiu; 
II. NaCl que se formou; 
III. CO2 que se formou. 
Considerando as anotações feitas pela estudante, é possível determinar a massa de 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 7 
 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
 
8. (FUVEST SP/2013) 
Uma moeda antiga de cobre estava recoberta com uma camada de óxido de cobre (II). Para 
restaurar seu brilho original, a moeda foi aquecida ao mesmo tempo em que se passou sobre 
ela gás hidrogênio. Nesse processo, formou-se vapor de água e ocorreu a redução completa 
do cátion metálico. 
As massas da moeda, antes e depois do processo descrito, eram, respectivamente, 0,795 g 
e 0,779 g. 
Assim sendo, a porcentagem em massa do óxido de cobre (II) presente na moeda, antes do 
processo de restauração, era 
Dados: 
 Massas molares (g/mol) 
 H = 1,00 
 O = 16,0 
 Cu = 63,5 
a) 2% 
b) 4% 
c) 8% 
d) 10% 
e) 16% 
 
9. (FUVEST SP/2012) 
Volumes iguais de uma solução de I2 (em solvente orgânico apropriado) foram colocados em 
cinco diferentes frascos. Em seguida, a cada um dos frascos foi adicionada uma massa diferente 
de estanho (Sn), variando entre 0,2 e 1,0 g. Em cada frasco, formou-se uma certa quantidade 
de SnI4, que foi, então, purificado e pesado. No gráfico abaixo, são apresentados os resultados 
desse experimento. 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 8 
 
Com base nesses resultados experimentais, é possível afirmar que o valor da relação 
 
é, aproximadamente, 
 
a) 1 : 8 
b) 1 : 4 
c) 1 : 2 
d) 2 : 1 
e) 4 : 1 
 
10. (FUVEST SP/2010) 
Sob condições adequadas, selênio (Se) e estanho (Sn) podem reagir, como representado pela 
equação 
2 Se + Sn → SnSe2 
Em um experimento, deseja-se que haja reação completa, isto é, que os dois reagentes sejam 
totalmente consumidos. Sabendo-se que a massa molar do selênio (Se) é 2/3 da massa molar 
do estanho (Sn), a razão entre a massa de selênio e a massa de estanho (mSe : mSn), na reação, 
deve ser de 
a) 2 : 1 
b) 3 : 2 
c) 4 : 3 
d) 2 : 3 
e) 1 : 2 
 
Sn domolar massa
I domolar massa 2ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 9 
11. (FUVEST SP/2006) 
Com a chegada dos carros com motor Flex, que funcionam tanto com álcool quanto com 
gasolina, é importante comparar o preço do litro de cada um desses combustíveis. Supondo-
se que a gasolina seja octano puro e o álcool, etanol anidro, as transformações que produzem 
energia podem ser representadas por: 
C8H18(l) + 
𝟐𝟓
𝟐
 O2 (g) → 8 CO2(g) + 9 H2O (g) + 5100kJ 
C2H5OH(l) + 3 O2 (g) → 2 CO2 (g) + 3 H2O (g) + 1200kJ 
Considere que, para o mesmo percurso, idêntica quantidade de energia seja gerada no motor 
Flex, quer se use gasolina, quer se use álcool. Nesse contexto, será indiferente, em termos 
econômicos, usar álcool ou gasolina se o quociente entre o preço do litro de álcool e do litro 
de gasolina for igual a: 
 
a) 1/2 
b) 2/3 
c) 3/4 
d) 4/5 
e) 5/6 
 
12. (FUVEST SP/2006) 
Embalagens de fertilizantes do tipo NPK trazem três números, compostos de dois algarismos, 
que se referem, respectivamente, ao conteúdo de nitrogênio, fósforo e potássio, presentes no 
fertilizante. O segundo desses números dá o conteúdo de fósforo, porém expresso como 
porcentagem, em massa, de pentóxido de fósforo. Para preparar 1 kg de um desses 
fertilizantes, foram utilizados 558 g de mono-hidrogenofosfato de amônio e 442 g de areia 
isenta de fosfatos. Na embalagem desse fertilizante, o segundo número, relativo ao fósforo, 
deve ser, aproximadamente, 
 
a) 10 
b) 20 
c) 30 
 
Dados:
 Massa molar (g/mol) Densidade (g/mL)
octano 114 0,70
etanol 46 0,80
 
 
 
 
 
Dados:
 Massa molar 
 (g/mol)
mono-hidrogenofosfato de amônio 132
pentóxido de fósforo 142
 
 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 10 
d) 40 
e) 50 
 
13. (FUVEST SP/2006) 
O tanque externo do ônibus espacial Discovery carrega, separados, 1,20·106 L de hidrogênio 
líquido a –253 °C e 0,55 · 106 L de oxigênio líquido a –183 °C. Nessas temperaturas, a densidade 
do hidrogênio é 34 mol/L (equivalente a 0,068 g/mL) e a do oxigênio é 37 mol/L (equivalente a 
1,18 g/mL). 
Dados: H = 1,0; O =16 
Considerando o uso que será feito desses dois líquidos, suas quantidades (em mols), no 
tanque, são tais que há 
a) 100% de excesso de hidrogênio. 
b) 50% de excesso de hidrogênio. 
c) proporção estequiométrica entre os dois. 
d) 25% de excesso de oxigênio. 
e) 75% de excesso de oxigênio. 
 
14. (FUVEST SP/2016) 
Sabe-se que os metais ferro (Fe0), magnésio (Mg0) e estanho (Sn0) reagem com soluções de 
ácidos minerais, liberando gás hidrogênio e formando íons divalentes em solução. 
Foram feitos três experimentos em que três amostras metálicas de mesma massa reagiram, 
separada e completamente, com uma solução aquosa de ácido clorídrico (HC (aq)) de 
concentração 0,1 mol/L. 
Os resultados obtidos foram: 
 
Experimento 
Massa da 
amostra 
metálica (g) 
Composição da 
amostra metálica 
Volume da solução de 
HC (aq) (0,1 mol /L) gasto na reação 
completa 
1 5,6 Fe0 puro V1 
2 5,6 
Fe0 contendo Mg0 
como impureza 
V2 
3 5,6 
Fe0 contendo 
Sn0como impureza 
V3 
Colocando-se os valores de V1, V2 e V3 em ordem decrescente, obtém-se 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 11 
Note e adote: 
Massa molar (g/ mol) : Mg ....... 24
Fe ....... 56
Sn ..... 119
 
a) V2>V3>V1 
b) V3>V1>V2 
c) V1>V3>V2 
d) V2>V1>V3 
e) V1>V2>V3 
 
15. (FUVEST SP/2009) 
Em três balanças aferidas, A, B e C, foram colocados três béqueres de mesma massa, um em 
cada balança. Nos três béqueres, foram colocados volumes iguais da mesma solução aquosa 
de ácido sulfúrico. Foram separadas três amostras, de massas idênticas, dos metais magnésio, 
ouro e zinco, tal que, havendo reação com o ácido, o metal fosse o reagente limitante. Em cada 
um dos béqueres, foi colocada uma dessas amostras, ficando cada béquer com um metal 
diferente. Depois de algum tempo, não se observando mais nenhuma transformação nos 
béqueres, foram feitas as leituras de massa nas balanças, obtendo-se os seguintes resultados 
finais: 
balança A: 327,92 g 
balança B: 327,61 g 
balança C: 327,10 g 
As massas lidas nas balanças permitem concluir que os metais magnésio, ouro e zinco foram 
colocados, respectivamente, nos béqueres das balanças. 
Dados: massa molar em g·mol-1 
Mg .......... 24,3 
Au ......... 197,0 
Zn .......... 65,4 
a) A, B e C 
b) A, C e B 
c) B, A e C 
d) B, C e A 
e) C, A e B 
 
16. (FUVEST SP/2007) 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 12 
Alguns problemas de saúde, como bócio endêmico e retardo mental, são causados pela 
ingestão de quantidades insuficientes de iodo. Uma maneira simples de suprir o organismo 
desse elemento químico é consumir o sal de cozinha que contenha de 20 a 60 mg de iodo por 
quilograma do produto. No entanto, em algumas regiões do País, o problema persiste, pois o 
sal utilizado ou não foi produzido para consumo humano, ou não apresenta a quantidade 
mínima de iodo recomendada. A fonte de iodo utilizada na indústria do sal é o iodato de 
potássio, KIO3, cujo custo é de R$ 20,00/kg. 
Considerando que o iodo representa aproximadamente 60% da massa de KIO3 e que 1 kg 
do sal de cozinha é comercializado ao preço médio de R$ 1,00, a presença da quantidade 
máxima de iodo permitida por lei (60 miligramas de iodo por quilograma de sal) representa, no 
preço, a porcentagem de 
a) 0,10% 
b) 0,20% 
c) 1,20% 
d) 2,0% 
e) 12% 
 
As questões + comentário 
 
1. (FUVEST SP/2019) 
O cinamaldeído é um dos principais compostos que dão o sabor e o aroma da canela. 
Quando exposto ao ar, oxida conforme a equação balanceada: 
 
 
Uma amostra de 19,80 g desse composto puro foi exposta ao ar por 74 dias e depois pesada 
novamente, sendo que a massa final aumentou em 1,20 g. A porcentagem desse composto 
que foi oxidada no período foi de 
Note e adote: 
- Massas molares (g/mol): Cinamaldeído = 132; O2 = 32. 
- Considere que não houve perda de cinamaldeído ou do produto de oxidação por 
evaporação. 
a) 10% 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 13 
b) 25% 
c) 50% 
d) 75% 
e) 90% 
 
Comentários: 
A massa que aumentou é exatamente a incorporação dos átomos de oxigênio porque se trata 
de uma reação de acréscimo de átomos. Portanto, pode-se dizer que a massa de O2 consumida na 
reação foi de 1,20 g. 
Proporção: 
1 mol de cinamaldeído → ½ mol de O2, adaptando para a relação massa-massa, tem-se: 
1 · 132 𝑔 𝑑𝑒 𝑐𝑖𝑛𝑎𝑚𝑎𝑙𝑑𝑒í𝑑𝑜 − − − −
1
2
· 32 𝑔 𝑑𝑒 𝑂2
𝑥 𝑔 𝑑𝑒 𝑐𝑖𝑛𝑎𝑚𝑎𝑙𝑑𝑒í𝑑𝑜 − − − − 1,20 𝑔 𝑑𝑒 𝑂2
 
x = 9,9 g de cinamaldeído 
Porcentagem, em massa, do cinamaldeído consumido: 
% =
9,9 𝑔
19,80 𝑔 = 
 𝑥 100% = 50% 
Gabarito: C 
 
2. (FUVEST SP/2004) 
Com a finalidade de determinar a fórmula de certo carbonato de um metal Me, seis amostras, 
cada uma de 0,0100 mol desse carbonato, foram tratadas, separadamente, com volumes 
diferentes de ácido clorídrico de concentração 0,500 mol/L. Mediu-se o volume de gás 
carbônico produzido em cada experiência, à mesma pressão e temperatura. 
 
O volume molar do gás carbônico, nas condições da experiência, é igual a 24,8 L/mol. 
Então, a fórmula do carbonato deve ser: 
a) Me2CO3 
b) MeCO3 
c) Me2(CO3)3 
d) Me(CO3)2 
e) Me2(CO3)5 
 
V(HCl)/mL 3060 90 120 150 180
V(CO)/mL 186372 558 744 744 7442
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 14 
Comentários: 
Cada amostra apresentava 0,01 mol do carbonato, a fim de facilitar os cálculos podemosmultiplicar todos os dados por 100 para que possamos calcular as quantidades proporcionais para 1 
mol de carbonato. A fórmula geral do carbonato é: Mex(CO3)y. 
Reação: Mex(CO3)y + HC → Mez(C)w + H2O + CO2 
A partir da liberação de CO2 sabemos a quantidade que apresenta de CO32- na estrutura, 
portanto começaremos calculando o número de mols de CO2 liberados pelo consumo total de 1 mol 
da amostra. 
Analisando os dados da tabela, percebemos que a partir de 120 mL de HCl a quantidade de 
gás liberado se mantém constante. A explicação se deve ao fato do que a partir de 120 mL do ácido 
clorídrico, toda a massa da amostra foi consumida. Logo 0,01 mol do carbonato reage 
completamente com 120 mL de ácido clorídrico e produz 744 mL de CO2. 
Montando a proporção para o consumo de 1 mol de carbonato, temos: 1 mol do carbonato 
reage completamente com 12 L de ácido clorídrico e produz 74,4 L de CO2. Determinaremos o 
número de mols de ácido clorídrico e de CO2 envolvidos na equação química: 
HC nmol de HCl = 12 L · 0,5 
𝑚𝑜𝑙
𝐿
 = 6 mol 
 
CO2 O volume molar dos gases nas condições da questão é igual a 
24,8 L/mol, portanto: 
nmol de CO2 = 
74,4 𝐿
24,8 
𝑚𝑜𝑙
𝐿
 = 3 mol 
Assim, a proporção de reação é: 
1 mol Mex(CO3)y : 3 mol CO2 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 15 
 
A única opção que apresenta a quantidade de 3 carbonatos é a letra C. Infelizmente, a questão 
não fornece dados suficientes para calcular a quantidade de íons do metal Me, portanto a resposta 
da questão será escolhida pelo número de carbonatos. 
Gabarito: C 
 
3. (FUVEST SP/2017) 
Em uma aula experimental, dois grupos de alunos (G1 e G2) utilizaram dois procedimentos 
diferentes para estudar a velocidade da reação de carbonato de cálcio com excesso de ácido 
clorídrico. As condições de temperatura e pressão eram as mesmas nos dois procedimentos e, 
em cada um deles, os estudantes empregaram a mesma massa inicial de carbonato de cálcio e 
o mesmo volume de solução de ácido clorídrico de mesma concentração. 
O grupo G1 acompanhou a transformação ao longo do tempo, realizada em um sistema 
aberto, determinando a variação de massa desse sistema (Figura 1 e Tabela). 
O grupo G2 acompanhou essa reação ao longo do tempo, porém determinando o volume 
de dióxido de carbono recolhido (Figura 2). 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 16 
 
Comparando os dois experimentos, os volumes aproximados de CO2, em litros, recolhidos 
pelo grupo G2 após 60, 180 e 240 segundos devem ter sido, respectivamente, 
 
a) 0,14; 0,20 e 0,25 
b) 0,14; 0,34 e 0,60 
c) 0,34; 0,48 e 0,60 
d) 0,34; 0,48 e 0,88 
e) 0,62; 0,88 e 1,10 
Note e adote: 
massa molar do CO2: 44 g/mol; 
volume molar do CO2: 24 L/mol; 
desconsidere a solubilidade do CO2 em água. 
 
Comentários: 
O grupo 1 analisa a reação em relação à massa de um sistema gasoso que libera gás, logo a 
massa observada do sistema diminui ao longo da reação devido à liberação do CO2. 
O grupo 2 analisa a reação em um sistema fechado recolhendo o volume de gás carbônico 
produzido, logo o volume do gás aumenta no decorrer da reação. 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 17 
Sabendo que 1 mol de CO2 apresenta 24 litros e 44 gramas, converte-se as massas 0,62, 0,88 
e 1,1 gramas em volume: 
0 a 60 s 44 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑂2 − − − − 24 L
0,62 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑂2 − − − − 𝑥 𝐿
 
x = 0,34 L 
0 a 180 s 44 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑂2 − − − − 24 L
0,88 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑂2 − − − − 𝑦 𝐿
 
y = 0,48 L 
0 a 240 s 44 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑂2 − − − − 24 L
1,10 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑂2 − − − − 𝑧 𝐿
 
z = 0,6 L 
Gabarito: C 
 
4. (FUVEST SP/2017) 
Nas mesmas condições de pressão e temperatura, 50 L de gás propano (C3H8) e 250 L de ar 
foram colocados em um reator, ao qual foi fornecida energia apenas suficiente para iniciar a 
reação de combustão. Após algum tempo, não mais se observou a liberação de calor, o que 
indicou que a reação havia-se encerrado. 
 Com base nessas observações experimentais, três afirmações foram feitas: 
I. Se tivesse ocorrido apenas combustão incompleta, restaria propano no reator. 
II. Para que todo o propano reagisse, considerando a combustão completa, seriam 
necessários, no mínimo, 750 L de ar. 
III. É provável que, nessa combustão, tenha se formado fuligem. 
 
Está correto apenas o que se afirma em 
a) I. 
b) III. 
c) I e II. 
d) I e III. 
e) II e III. 
Note e adote: 
Composição aproximada do ar em volume: 80% de N2 e 20%de O2. 
 
Comentários: 
Existem 3 opções de reação de combustão do propano. 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 18 
 
No sistema apresenta 50 L de propano e 50 L de oxigênio (250 L · 20
100
 = 50 L). 
Ao observar as equações percebe-se que a proporção entre propano e O2 não é 1:1, sendo 
necessário mais oxigênio para consumo de todo propano. Portanto, conclui-se que o oxigênio é o 
reagente limitante e o propano é o reagente em excesso. 
I. Certo. Restaria propano em qualquer situação de combustão. 
II. Errado. A proporção em combustão completa é de 1 mol de propano : 5 mols de oxigênio, 
sabendo que os dois componentes são gasosos e nas mesmas condições de temperatura e pressão, 
pode-se equivaler à 1 L de propano : 5 L de oxigênio. Portanto, a quantidade necessária para 
consumir 50 L de propano será 250 L de oxigênio (cinco vezes mais que a quantidade de propano). 
O oxigênio corresponde a 20% do volume do ar, logo 100% equivale a 1250 L. 
III. Certo. Não existe quantidade suficiente de oxigênio para consumir todo o propano, logo 
as combustões incompletas apresentam menor proporção em volume de oxigênio. Assim, há a 
probabilidade de ter acontecido as reações de combustão incompleta e liberado fuligem. 
Gabarito: D 
 
5. (FUVEST SP/2016) 
Um dirigível experimental usa hélio como fluido ascensional e octano (C8H18) como 
combustível em seu motor, para propulsão. Suponha que, no motor, ocorra a combustão 
completa do octano: 
C8H18(g) + 
𝟐𝟓
𝟐
 O2(g) → 8 CO2(g) + 9 H2O(g) 
Para compensar a perda de massa do dirigível à medida que o combustível é queimado, parte 
da água contida nos gases de exaustão do motor é condensada e armazenada como lastro. O 
restante do vapor de água e o gás carbônico são liberados para a atmosfera. 
Qual é a porcentagem aproximada da massa de vapor de água formado que deve ser retida 
para que a massa de combustível queimado seja compensada? 
Combustão
incompleta
C3H8 + 3,5 O2 → 3 CO + 4 
H2O
C3H8 + 2 O2 → 3 C + 4 H2O
completa
C3H8 + 5 O2 → 3 CO2 + 4 H2O
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 19 
 
a) 11% 
b) 16% 
c) 39% 
d) 50% 
e) 70% 
Note e adote: 
Massa molar (g/mol): 
H2O ...... 18 
O2 ............. 32 
CO2 ....... 44 
C8H18 ...... 114 
 
Comentários: 
 
A massa de água retida tem que ser igual à massa de octano queimado, ou seja, 114 gramas 
de água retida. 
162 𝑔 𝑑𝑒 á𝑔𝑢𝑎 − − − − 100 %
114 𝑔 𝑑𝑒 á𝑔𝑢𝑎 − − − − 𝑥 %
 
x = 70,3 % 
Gabarito: E 
 
6. (FUVEST SP/2015) 
Amônia e gás carbônico podem reagir formando ureia e água. O gráfico ao lado mostra as 
massas de ureia e de água que são produzidas em função da massa de amônia, considerando 
as reações completas. 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 20 
 
A partir dos dados do gráfico e dispondo-se de 270 g de amônia, a massa aproximada, em 
gramas, de gás carbônico minimamente necessária para reação completa com essa quantidade 
de amônia é 
a) 120 
b) 270 
c) 350 
d) 630 
e) 700 
 
Comentários: 
Reação: 
 
Segundo o gráfico, monta-se duas proporções: 
Amônia → ureia 90 𝑔 𝑎𝑚ô𝑛𝑖𝑎 − − − − 160 𝑔 𝑑𝑒 𝑢𝑟𝑒𝑖𝑎
270 𝑔 𝑎𝑚ô𝑛𝑖𝑎 − − − − 𝑥 𝑔 𝑑𝑒 𝑢𝑟𝑒𝑖𝑎
 
x = 480 g de ureia 
Amônia → água 110 𝑔 𝑎𝑚ô𝑛𝑖𝑎 − − − − 60 𝑔 𝑑𝑒 á𝑔𝑢𝑎
270 𝑔 𝑎𝑚ô𝑛𝑖𝑎 − − − − 𝑦 𝑔 𝑑𝑒 á𝑔𝑢𝑎
 
y = 147,27 g de água 
Considerando a lei da conservação das massas, tem-se: 
ESTRATÉGIAVESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 21 
 
270 g + massa(gás carbônico) = 480 g + 147,27 
massa(gás carbônico) = 357,27 g 
Gabarito: C 
 
7. (FUVEST SP/2015) 
Uma estudante de Química realizou o seguinte experimento: pesou um tubo de ensaio vazio, 
colocou nele um pouco de NaHCO3 (s) e pesou novamente. Em seguida, adicionou ao tubo de 
ensaio excesso de solução aquosa de HCl, o que provocou a reação química representada por 
NaHCO3 (s) + HCl (aq) → NaCl (aq) + CO2 (g) + H2O (l) 
Após a reação ter-se completado, a estudante aqueceu o sistema cuidadosamente, até que 
restasse apenas um sólido seco no tubo de ensaio. Deixou o sistema resfriar até a temperatura 
ambiente e o pesou novamente. A estudante anotou os resultados desse experimento em seu 
caderno, juntamente com dados obtidos consultando um manual de Química: 
 
A estudante desejava determinar a massa de 
I. HCl que não reagiu; 
II. NaCl que se formou; 
III. CO2 que se formou. 
Considerando as anotações feitas pela estudante, é possível determinar a massa de 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 22 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
 
Comentários: 
Aplicando a lei da conservação das massas para os processos, julga-se os itens acima: 
I. Errado. HCl que não reagiu não é possível determinar, pois encontra-se misturado à água 
tanto no início quanto ao final do procedimento e não é proporcional à quantidade da substância 
formada. 
II. Certo. O NaCl formado é determinado pela massa final do procedimento menos a massa 
do tubo de ensaio vazio. 
III. Certo. A massa de CO2 formada pode ser calculada a partir da massa de qualquer 
substância consumida ou formada na reação, nesse caso a massa desse gás é determinada pela 
massa de NaCl produzida. 
Gabarito: D 
 
8. (FUVEST SP/2013) 
Uma moeda antiga de cobre estava recoberta com uma camada de óxido de cobre (II). Para 
restaurar seu brilho original, a moeda foi aquecida ao mesmo tempo em que se passou sobre 
ela gás hidrogênio. Nesse processo, formou-se vapor de água e ocorreu a redução completa 
do cátion metálico. 
As massas da moeda, antes e depois do processo descrito, eram, respectivamente, 0,795 g 
e 0,779 g. 
Assim sendo, a porcentagem em massa do óxido de cobre (II) presente na moeda, antes do 
processo de restauração, era 
Dados: 
 Massas molares (g/mol) 
 H = 1,00 
 O = 16,0 
 Cu = 63,5 
a) 2% 
b) 4% 
c) 8% 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 23 
d) 10% 
e) 16% 
 
Comentários: 
 
 
Porém a questão pergunta sobre a massa do óxido de cobre II (CuO). Na fórmula do óxido, 
para cada átomo de oxigênio liga-se a um átomo de cobre. Sabendo que as massas molares, em 
g/mol, dos elementos cobre e oxigênio são 63,5 e 16, respectivamente, sabe-se que a proporção, 
em massa, de oxigênio e óxido de cobre II é 16g : 79,5g (79,5 g = 16 g + 63,5 g). Portanto, calcula-
se: 
16 𝑔 𝑑𝑒 𝑂 − − − − 79,5 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑢𝑂
0,016 𝑔 𝑑𝑒 𝑂 − − − − 𝑦 𝑔 𝑑𝑒 𝐶𝑢𝑂
 
y = 0,0795 g de CuO 
Determina-se a pureza: 
% = 
0,0795 𝑔 𝐶𝑢𝑂
0,795 𝑔 𝑚𝑜𝑒𝑑𝑎
· 100% = 10% 
Gabarito: D 
 
9. (FUVEST SP/2012) 
Volumes iguais de uma solução de I2 (em solvente orgânico apropriado) foram colocados em 
cinco diferentes frascos. Em seguida, a cada um dos frascos foi adicionada uma massa diferente 
de estanho (Sn), variando entre 0,2 e 1,0 g. Em cada frasco, formou-se uma certa quantidade 
de SnI4, que foi, então, purificado e pesado. No gráfico abaixo, são apresentados os resultados 
desse experimento. 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 24 
 
Com base nesses resultados experimentais, é possível afirmar que o valor da relação 
 
é, aproximadamente, 
 
a) 1 : 8 
b) 1 : 4 
c) 1 : 2 
d) 2 : 1 
e) 4 : 1 
 
Comentários: 
A equação da reação balanceada é: Sn + 2 I2 → SnI4. 
Analisando os valores exatos do gráfico e colocando em uma tabela, temos: 
Sn domolar massa
I domolar massa 2
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 25 
 
Porém, a massas determinadas corresponde à proporção em massa para o dobro do número 
de mols de I2. Dividindo os valores por 2, temos: 0,4g , 0,8g e 1,2g, que correspondem ao dobro da 
quantidade de Sn. 
Gabarito: D 
 
10. (FUVEST SP/2010) 
Sob condições adequadas, selênio (Se) e estanho (Sn) podem reagir, como representado pela 
equação 
2 Se + Sn → SnSe2 
Em um experimento, deseja-se que haja reação completa, isto é, que os dois reagentes sejam 
totalmente consumidos. Sabendo-se que a massa molar do selênio (Se) é 2/3 da massa molar 
do estanho (Sn), a razão entre a massa de selênio e a massa de estanho (mSe : mSn), na reação, 
deve ser de 
a) 2 : 1 
b) 3 : 2 
c) 4 : 3 
d) 2 : 3 
e) 1 : 2 
 
Comentários: 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 26 
A proporção na reação entre selênio e estanho é: 
2 mol Se : 1 mol Sn 
Transformando para massa, temos: 
2mol x massa molar do Se : 1 mol x massa molar do Sn. 
Sabendo que a massa do Se é 2/3 da massa do Sn, tem-se: 
2 mol x 2/3 massa molar do Sn : 1 mol x massa molar do Sn 
4/3 massa do Sn : 1 massa do Sn 
Gabarito: C 
 
11. (FUVEST SP/2006) 
Com a chegada dos carros com motor Flex, que funcionam tanto com álcool quanto com 
gasolina, é importante comparar o preço do litro de cada um desses combustíveis. Supondo-
se que a gasolina seja octano puro e o álcool, etanol anidro, as transformações que produzem 
energia podem ser representadas por: 
C8H18(l) + 
𝟐𝟓
𝟐
 O2 (g) → 8 CO2(g) + 9 H2O (g) + 5100kJ 
C2H5OH(l) + 3 O2 (g) → 2 CO2 (g) + 3 H2O (g) + 1200kJ 
Considere que, para o mesmo percurso, idêntica quantidade de energia seja gerada no motor 
Flex, quer se use gasolina, quer se use álcool. Nesse contexto, será indiferente, em termos 
econômicos, usar álcool ou gasolina se o quociente entre o preço do litro de álcool e do litro 
de gasolina for igual a: 
 
a) 1/2 
b) 2/3 
c) 3/4 
d) 4/5 
e) 5/6 
 
Comentários 
A partir do texto da questão, infere-se que, para o mesmo percurso, foi desprendida a mesma 
quantidade de energia pelo octano e pelo etanol. 
Portanto, partindo de 5100 kJ de energia para ambos os combustíveis, massas diferentes para 
eles: 
 
Dados:
 Massa molar (g/mol) Densidade (g/mL)
octano 114 0,70
etanol 46 0,80
 
 
 
 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 27 
Octano 5100 kJ → 1 mol C8H18 → 114 g de octano 
Etanol 1200 𝑘𝐽 − − − − 46 𝑔 𝑑𝑒 𝑒𝑡𝑎𝑛𝑜𝑙
5100 𝑘𝐽 − − − − 𝑥 𝑔 𝑑𝑒 𝑒𝑡𝑎𝑛𝑜𝑙
 
x = 195,5 g de etanol 
 
Portanto, para ocorrer a equivalência no preço de octano e etanol, temos: 
Preçooctano · Volumeoctano = Preçoetanol · Volumeetanol 
Preçooctano · 162,85mL = Preçoetanol · 244,375mL 
Preçoetanol
Preçooctano
=
162,85 mL
244,375 mL
=
2
3
 
Gabarito: B 
 
12. (FUVEST SP/2006) 
Embalagens de fertilizantes do tipo NPK trazem três números, compostos de dois algarismos, 
que se referem, respectivamente, ao conteúdo de nitrogênio, fósforo e potássio, presentes no 
fertilizante. O segundo desses números dá o conteúdo de fósforo, porém expresso como 
porcentagem, em massa, de pentóxido de fósforo. Para preparar 1 kg de um desses 
fertilizantes, foram utilizados 558 g de mono-hidrogenofosfato de amônio e 442 g de areia 
isenta de fosfatos. Na embalagem desse fertilizante, o segundo número, relativo ao fósforo, 
deve ser, aproximadamente, 
 
a) 10 
b) 20 
c) 30 
d) 40 
Dados:
 Massa molar 
 (g/mol)
mono-hidrogenofosfato de amônio 132
pentóxido de fósforo142
 
 
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 28 
e) 50 
 
Comentários 
Para resolver essa questão é imprescindível saber as fórmulas das substâncias: 
Pentóxido de fósforo: P2O5 
Mono-hidrogenofosfato de amônio: (NH4)2HPO4 
 
Balanceando a quantidade de fósforos, temos: 2 (NH4)2HPO4 → P2O5 
2 · 132 𝑔 𝑑𝑒 Mono − hidrogenofosfato de amônio − − − − 1 · 142 𝑔 𝑑𝑒 𝑝𝑒𝑛𝑡ó𝑥𝑖𝑑𝑜 𝑑𝑒 𝑓ó𝑠𝑓𝑜𝑟𝑜
538 𝑔 𝑑𝑒 Mono − hidrogenofosfato de amônio − − − − 𝑥 𝑔 𝑑𝑒 𝑝𝑒𝑛𝑡ó𝑥𝑖𝑑𝑜 𝑑𝑒 𝑓ó𝑠𝑓𝑜𝑟𝑜
 
x = 300 g de P2O5 
Portanto, a pureza é determinada por: 
% = 
300 𝑔 𝑑𝑒 𝑃2𝑂5
1000 𝑔 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙
 
% = 
300 𝑔 𝑑𝑒 𝑃2𝑂5
1000 𝑔 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙
· 100 % = 30 % 
Gabarito: C 
 
13. (FUVEST SP/2006) 
O tanque externo do ônibus espacial Discovery carrega, separados, 1,20·106 L de hidrogênio 
líquido a –253 °C e 0,55 · 106 L de oxigênio líquido a –183 °C. Nessas temperaturas, a densidade 
do hidrogênio é 34 mol/L (equivalente a 0,068 g/mL) e a do oxigênio é 37 mol/L (equivalente a 
1,18 g/mL). 
Dados: H = 1,0; O =16 
Considerando o uso que será feito desses dois líquidos, suas quantidades (em mols), no 
tanque, são tais que há 
a) 100% de excesso de hidrogênio. 
b) 50% de excesso de hidrogênio. 
c) proporção estequiométrica entre os dois. 
d) 25% de excesso de oxigênio. 
e) 75% de excesso de oxigênio. 
 
Comentários: 
Em um ônibus espacial o gás hidrogênio é o combustível e o oxigênio é o comburente para a 
reação a seguir: 
2 H2 (g) + O2 (g) → 2 H2O (g) 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 29 
Determinando o número de mols de cada reagente, temos: 
Hidrogênio Oxigênio 
1,20·106 L 
densidade do hidrogênio é 34 mol/L. 
1,20·106 L · 34 mol/L = 40,8·106 mol H2 
0,55 · 106 L 
densidade do oxigênio é 37 mol/L. 
0,55·106 L · 37 mol/L = 20,35·106 mol O2 
A proporção da reação é 2 mol de H2 para 1 mol de O2, portanto os materiais estão, 
aproximadamente, em proporção estequiométrica. 
Gabarito: C 
 
14. (FUVEST SP/2016) 
Sabe-se que os metais ferro (Fe0), magnésio (Mg0) e estanho (Sn0) reagem com soluções de 
ácidos minerais, liberando gás hidrogênio e formando íons divalentes em solução. 
Foram feitos três experimentos em que três amostras metálicas de mesma massa reagiram, 
separada e completamente, com uma solução aquosa de ácido clorídrico (HC (aq)) de 
concentração 0,1 mol/L. 
Os resultados obtidos foram: 
 
Experimento 
Massa da 
amostra 
metálica (g) 
Composição da 
amostra metálica 
Volume da solução de 
HC (aq) (0,1 mol /L) gasto na reação 
completa 
1 5,6 Fe0 puro V1 
2 5,6 
Fe0 contendo Mg0 
como impureza 
V2 
3 5,6 
Fe0 contendo 
Sn0como impureza 
V3 
Colocando-se os valores de V1, V2 e V3 em ordem decrescente, obtém-se 
Note e adote: 
Massa molar (g/ mol) : Mg ....... 24
Fe ....... 56
Sn ..... 119
 
a) V2>V3>V1 
b) V3>V1>V2 
c) V1>V3>V2 
d) V2>V1>V3 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 30 
e) V1>V2>V3 
 
Comentários: 
Todas as amostras apresentam a mesma massa, portanto a amostra que apresentará maior 
consumo de ácido será aquela que tiver o maior número de partículas nos 5,6 gramas testados. Para 
uma mesma massa de substâncias diferentes, quanto maior a massa molar, menor a quantidade de 
partículas. A amostra contendo magnésio (menor massa molar) será a que apresentará mais partículas 
e consumirá mais ácido clorídrico, portanto a amostra contendo estanho propiciará o menor consumo 
de ácido clorídrico. 
Gabarito: D 
 
15. (FUVEST SP/2009) 
Em três balanças aferidas, A, B e C, foram colocados três béqueres de mesma massa, um em 
cada balança. Nos três béqueres, foram colocados volumes iguais da mesma solução aquosa 
de ácido sulfúrico. Foram separadas três amostras, de massas idênticas, dos metais magnésio, 
ouro e zinco, tal que, havendo reação com o ácido, o metal fosse o reagente limitante. Em cada 
um dos béqueres, foi colocada uma dessas amostras, ficando cada béquer com um metal 
diferente. Depois de algum tempo, não se observando mais nenhuma transformação nos 
béqueres, foram feitas as leituras de massa nas balanças, obtendo-se os seguintes resultados 
finais: 
balança A: 327,92 g 
balança B: 327,61 g 
balança C: 327,10 g 
As massas lidas nas balanças permitem concluir que os metais magnésio, ouro e zinco foram 
colocados, respectivamente, nos béqueres das balanças. 
Dados: massa molar em g·mol-1 
Mg .......... 24,3 
Au ......... 197,0 
Zn .......... 65,4 
a) A, B e C 
b) A, C e B 
c) B, A e C 
d) B, C e A 
e) C, A e B 
 
Comentários: 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 31 
A reação de um metal com ácido procede de forma geral como: 
Metal (s) + ácido (l) → sal(s) + hidrogênio (g) 
Quanto maior o número de partículas de metal reagindo, maior a quantidade de gás 
hidrogênio liberado e, consequentemente, menor a massa restante no frasco aberto. O metal que 
apresenta a maior massa molar, possui menor quantidade de partículas, para uma mesma massa. 
A balança C teve maior desprendimento de gás hidrogênio, portanto maior variação na massa 
contido no béquer. A utilização de um metal que apresente maior quantidade de partículas justifica 
essa alteração na massa, portanto, esse metal é o magnésio. Ao passo que, na balança A foi utilizado 
ouro. 
Balança A → ouro 
Balança B → zinco 
Balança C → magnésio 
Gabarito: E 
 
16. (FUVEST SP/2007) 
Alguns problemas de saúde, como bócio endêmico e retardo mental, são causados pela 
ingestão de quantidades insuficientes de iodo. Uma maneira simples de suprir o organismo 
desse elemento químico é consumir o sal de cozinha que contenha de 20 a 60 mg de iodo por 
quilograma do produto. No entanto, em algumas regiões do País, o problema persiste, pois o 
sal utilizado ou não foi produzido para consumo humano, ou não apresenta a quantidade 
mínima de iodo recomendada. A fonte de iodo utilizada na indústria do sal é o iodato de 
potássio, KIO3, cujo custo é de R$ 20,00/kg. 
Considerando que o iodo representa aproximadamente 60% da massa de KIO3 e que 1 kg 
do sal de cozinha é comercializado ao preço médio de R$ 1,00, a presença da quantidade 
máxima de iodo permitida por lei (60 miligramas de iodo por quilograma de sal) representa, no 
preço, a porcentagem de 
a) 0,10% 
b) 0,20% 
c) 1,20% 
d) 2,0% 
e) 12% 
 
Comentários: 
60 mg de iodo/kg de sal → custo de 60 mg de iodo/ 1 real de sal de cozinha. 
Cálculo do custo de 60 mg de iodo. 
60 𝑚𝑔 𝑑𝑒 𝑖𝑜𝑑𝑜 − − − − 60 %
𝑥 𝑚𝑔 𝑑𝑒 𝐾𝐼𝑂3 − − − − 100 %
 
ESTRATÉGIA VESTIBULARES 
 
 
 ESTRATÉGIA VESTIBULARES 32 
x = 100 mg de KIO3 
106𝑚𝑔 𝑑𝑒 𝐾𝐼𝑂3 − − − − 20 𝑟𝑒𝑎𝑖𝑠
100 𝑚𝑔 𝑑𝑒 𝐾𝐼𝑂3 − − − − 𝑦 𝑟𝑒𝑎𝑖𝑠
 
y = 0,002 reais. 
O custo percentual é igual a: 
% = 
0,002 𝑟𝑒𝑎𝑖𝑠
1 𝑟𝑒𝑎𝑙
· 100 % = 0,2 % 
Gabarito: B 
 
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