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INTRODUÇÃO 
A CIÊNCIAS 
FARMACÊUTICAS
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Elencar aspectos importantes que compõem o perfil do farmacêutico atuante 
na área de análises clínicas.
 > Reconhecer atividades do farmacêutico na área de análises clínicas.
 > Relacionar atividades da prática profissional do farmacêutico ao contexto 
das análises clínicas.
Introdução
Uma das principais áreas de atuação do farmacêutico é o setor de análises clínicas, 
que envolve várias especialidades, como banco de sangue, biologia molecular, 
citopatologia, imunologia, microbiologia, toxicologia, entre outras. Devido às 
inúmeras possibilidades de atuação e às constantes mudanças tecnológicas na 
área das análises clínicas, os farmacêuticos analistas clínicos devem apresentar 
uma série de conhecimentos relacionados com o setor de atuação e buscar cons-
tantemente uma melhor capacitação.
Neste capítulo, você vai conhecer aspectos fundamentais para o farmacêutico 
atuante na área de análises clínicas, bem como as diversas especialidades desse 
segmento e as atividades do farmacêutico em cada uma dessas especialidades.
Atuação do 
farmacêutico em 
análises clínicas
Marcella Gabrielle Mendes Machado
Perfil do farmacêutico analista clínico
Uma das áreas de atuação do farmacêutico, altamente importante e valorizada 
pelo mercado de trabalho, é o setor de análises clínicas e toxicológicas. O 
farmacêutico com formação generalista ou o farmacêutico-bioquímico podem 
atuar nesse setor, estando aptos a realizar a coleta de material para fins 
de análises laboratoriais e toxicológicas e efetuar tais análises, interpretar 
laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente pelas análises clínico-
-laboratoriais, o que inclui exames citológicos, citopatológicos, hematológicos, 
histoquímicos e aqueles que envolvem biologia molecular. Ademais, esse 
profissional é capaz de avaliar a interferência de medicamentos, alimentos 
e outras substâncias nos exames laboratoriais (CONSELHO REGIONAL DE 
FARMÁCIA DO RIO GRANDE DO SUL, 2021).
A área de análises clínicas e toxicológicas tem sofrido constantes mudan-
ças tecnológicas nos últimos tempos, havendo uma mudança no perfil dos 
profissionais, de quem tem sido exigida uma melhor capacitação (CONSELHO 
REGIONAL DE FARMÁCIA DO RIO GRANDE DO SUL, 2021). Com isso, é fundamental 
que esse profissional tenha conhecimentos sobre:
 � biologia molecular;
 � bioquímica básica e clínica;
 � citologia;
 � citopatologia;
 � endocrinologia básica e clínica;
 � fisiologia humana;
 � hematologia clínica;
 � imunologia básica e clínica;
 � líquidos biológicos e derrames cavitários;
 � microbiologia básica e clínica;
 � metodologias diagnósticas;
 � parasitologia básica e clínica;
 � patologia clínica;
 � química analítica e instrumental;
 � toxicologia analítica;
 � controle e garantia da qualidade;
 � gestão em laboratórios.
Além disso, é importante que esse profissional tenha conhecimento so-
bre virologia, epidemiologia, políticas públicas de saúde e organização dos 
Atuação do farmacêutico em análises clínicas2
serviços e do sistema de saúde, para atuação na saúde pública, mais especi-
ficamente na vigilância epidemiológica, na vigilância sanitária, na vigilância 
ambiental e na saúde do trabalhador (SUGAHARA et al., 2017).
Atividades do farmacêutico na área de 
análises clínicas
De acordo com Sugahara et al. (2017, p. 11), o farmacêutico analista clínico 
“[...] tem como função primordial garantir resultados confiáveis e com alto 
padrão de qualidade, que auxiliem o clínico no diagnóstico, prognóstico, 
rastreamento, tratamento e monitoramento de doenças”. O segmento das 
análises clínicas envolve várias especialidades, como:
 � análises clínicas;
 � bacteriologia clínica;
 � banco de materiais biológicos;
 � banco de órgãos;
 � tecidos e células;
 � banco de sangue;
 � banco de sêmen;
 � biologia molecular;
 � bioquímica clínica;
 � citogenética;
 � citologia clínica;
 � citopatologia;
 � citoquímica;
 � cultura celular;
 � genética;
 � hematologia clínica;
 � hemoterapia;
 � histocompatibilidade;
 � histoquímica;
 � imunocitoquímica;
 � imunogenética;
 � imuno-histoquímica;
 � imunologia clínica;
 � imunopatologia;
 � micologia clínica;
Atuação do farmacêutico em análises clínicas 3
 � microbiologia clínica;
 � parasitologia clínica;
 � reprodução humana;
 � virologia clínica.
Com base nas especialidades citadas, é possível perceber as diversas pos-
sibilidades de atuação para o farmacêutico analista clínico. Um farmacêutico 
que trabalha no banco de sangue, por exemplo, tem uma série de atribuições 
regulamentadas pela Resolução CFF nº 617, de 27 de novembro de 2015, que 
incluem (CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, 2015):
 � realizar a triagem clínica dos candidatos à doação de sangue;
 � planejar, executar, coordenar e supervisionar a produção de hemo-
componentes, o controle de qualidade do processo de fracionamento 
do sangue e o controle de qualidade do produto final;
 � participar do planejamento da disposição da área física do serviço de 
hemoterapia e/ou banco de sangue.
No setor de biologia molecular e genética, o farmacêutico analista clínico 
desenvolve atividades de identificação de material genético de células eu-
carióticas e procarióticas. Já na microbiologia clínica, esse profissional pode 
trabalhar na análise e controle de qualidade de água, criando sistemas de 
gestão da segurança de alimentos e desenvolvendo sistemas e métodos de 
biossegurança, entre outros (SUGAHARA et al., 2017).
Além disso, o farmacêutico analista clínico que atua na área de microbiolo-
gia desenvolve métodos de identificação de microrganismos no corpo humano 
e de outros animais; avalia a suscetibilidade dos microrganismos frente aos 
medicamentos antimicrobianos e desenvolve medicamentos e vacinas para 
combater microrganismos patogênicos. Ou seja, esse profissional pode atuar 
em microbiologia médica, farmacêutica, industrial, celular, ambiental, do solo, 
de alimentos e agrícola, bem como em microbiologia genética microbiana, 
bacteriologia, virologia e micologia, realizando desde a coleta até o isolamento 
e a identificação de materiais clínicos (SUGAHARA et al., 2017).
Na citologia clínica, o farmacêutico analisa os líquidos biológicos, como 
urina, líquido cefalorraquidiano e sinovial pleural, avaliando o aspecto físico, 
microscópico, microbiológico, bioquímico e imunológico, a fim de estudar 
as patologias inflamatórias e infecciosas. Na citopatologia, o farmacêutico 
analista clínico avalia os critérios morfológicos celulares de amostras obtidas 
por punções aspirativas, esfregaços e raspados, podendo detectar alterações 
Atuação do farmacêutico em análises clínicas4
que auxiliam o diagnóstico clínico de uma série de patologias, especialmente 
as condições pré e/ou neoplásicas. Além da realização desses exames e da 
emissão do laudo, esse profissional pode realizar o controle de qualidade 
citopatológico interno e externo (SUGAHARA et al., 2017).
O farmacêutico analista clínico que tiver interesse em assumir a 
responsabilidade técnica de um laboratório de citopatologia deverá 
realizar um curso de especialização em citopatologia clínica, e o seu certificado 
de especialista deverá ser registrado junto ao Conselho Regional de Farmácia 
de sua jurisdição (SUGAHARA et al., 2017).
Em função da modernização e da complexidade das análises realizadas 
nos laboratórios de análises clínicas, são necessários o monitoramento e a 
avaliação de todo o processo, a fim de que se obtenham resultados precisos, 
eficazes e seguros. Com isso, o farmacêutico pode atuar no controle de quali-
dade, sendo responsável pela elaboração do manual de qualidade, definindo 
os valores aceitáveis do seu controle interno da qualidade e supervisionando 
todo o processo.
O farmacêutico analista clínico também pode atuar na área de gestão. 
Veja a seguir as principais atividades do profissional nesse setor (SUGAHARA 
et al., 2017).
 � Administração: trabalhar com documentação e regulamentação, nossetores financeiro e contábil.
 � Recursos humanos: realizar a admissão, o treinamento e a reciclagem 
de funcionários (qualidade de serviços); cuidar da folha de pagamento, 
dos benefícios e das penalidades.
 � Informática: instalar, executar e atualizar hardwares e softwares (rea-
lizar a intercomunicação entre equipamentos e a emissão de laudos).
 � Produção laboratorial: trabalhar com indicadores de produção, moni-
toramento da produtividade por equipamentos/funcionários, capaci-
dade produtiva instalada, capacidade ociosa, calibragem, validações 
e execução dos ensaios.
 � Gestão de materiais: realizar compras, controle e verificação da vali-
dade e da eficácia dos reagentes.
 � Planejamento estratégico: definir o negócio e a visão de futuro, bem 
como a missão, os valores ou os princípios que regem as ações da 
empresa; elaborar e acompanhar o planejamento orçamentário.
Atuação do farmacêutico em análises clínicas 5
 � Gestão da qualidade: cuidar das ferramentas de qualidade, das certifi-
cações e das acreditações, realizando os controles internos e externos.
No setor de hematologia clínica, o farmacêutico analista clínico realiza um 
conjunto de procedimentos que avaliam desde o estado fisiológico do paciente 
até graves patologias que podem estar afetando direta ou indiretamente o 
sangue. Os exames mais frequentes nesse setor incluem o hemograma com-
pleto, a tipagem sanguínea, as provas de coagulação e de compatibilidade, 
entre outros. Além disso, esse setor pode ser subdividido ou concentrado em 
determinadas áreas, como a onco-hematologia, com foco nos diagnósticos 
de neoplasias sanguíneas e nos transplantes de medula; a hemostasia, que 
analisa os sistemas da coagulação e da fibrinólise; e a imuno-hematologia, 
que estuda os antígenos e anticorpos sanguíneos importantes na hemoterapia 
(SUGAHARA et al., 2017).
Na área da imunologia, o farmacêutico realiza uma série de exames labo-
ratoriais com o intuito de diagnosticar, avaliar o prognóstico e acompanhar 
a efetividade do tratamento de diversas doenças, como hepatites, toxoplas-
mose, rubéola, sífilis, doenças autoimunes, entre outras. Para tanto, nesse 
setor há uma série de métodos imunológicos que são utilizados, como ensaios 
imunoenzimáticos do tipo ELISA, quimioluminescência, imunofluorescência, 
hemaglutinação, citometria de fluxo, entre outros (CONSELHO REGIONAL DE 
FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2020; SUGAHARA et al., 2017).
O farmacêutico analista clínico toxicologista pode atuar em diversos 
setores. Dentre eles, pode-se destacar o segmento da medicina ocupacional, 
em que são realizadas análises dos indicadores biológicos de substâncias 
químicas de interesses ocupacionais e ambientais, e é avaliado o risco poten-
cial à saúde tanto dos trabalhadores quanto da população em geral expostos 
a substâncias químicas (SUGAHARA et al., 2017).
Na parasitologia, o farmacêutico tem como principais atividades o diag-
nóstico das parasitoses e a divulgação de medidas profiláticas por meio 
da educação sanitária, sendo este um papel muito importante, já que as 
parasitoses estão associadas a altas taxas de morbidade e mortalidade 
químicas (SUGAHARA et al., 2017).
Responsabilidade técnica
Os responsáveis técnicos de laboratórios de análises clínicas e toxicológicas 
devem ser muito sérios e éticos no cumprimento de seus deveres, visto que 
são áreas de extrema importância. O farmacêutico que deseja assumir a 
Atuação do farmacêutico em análises clínicas6
responsabilidade técnica de um laboratório clínico deve ter clareza sobre 
o seu papel como gestor e ser comprometido com a excelência, buscando 
sempre conhecer novas metodologias, os equipamentos mais recentes e os 
processos de automação. Além disso, o responsável técnico deve conhecer os 
interferentes analíticos e investir no treinamento e na educação continuada da 
equipe envolvida em todas as fases do processo, desde a coleta do material 
até a entrega do resultado (CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO 
DE SÃO PAULO, 2020).
Além de atender a todos os requisitos técnicos, o responsável técnico 
deve estar regularmente inscrito no Conselho Regional de Farmácia da sua 
jurisdição, além de conhecer os aspectos éticos e legais da sua área de atuação. 
Ademais, é necessário que esse profissional esteja atento às legislações 
inerentes ao exercício das análises clínico-laboratoriais, tributária, fiscal 
e social, assim como ao Código de Defesa do Consumidor e ao Código Civil 
Brasileiro (CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2020).
A seguir são listados os documentos necessários para o funcionamento de 
um laboratório de análises clínicas e/ou toxicológicas (CONSELHO REGIONAL 
DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2020).
 � Alvará da vigilância sanitária local
 � Alvará de funcionamento da prefeitura
 � Alvará do Corpo de Bombeiros Militar
 � Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema Conecti-
vidade Social — INSS/FGTS
 � Inscrição no cadastro nacional de estabelecimentos de saúde (CNES)
 � Inscrição na Junta Comercial
 � Inscrição na Secretaria da Receita Federal (CNPJ)
 � Inscrição na Secretaria Estadual da Fazenda
 � Licença ambiental expedida por órgão competente
 � Licença de funcionamento da Polícia Federal
 � Licença de funcionamento da Polícia Civil
 � Licença de funcionamento do Exército
 � Plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (PGRSS)
 � Programa de controle médico e saúde ocupacional (PCMSO)
 � Programa de prevenção de riscos ambientais (PPRA) e laudo técnico 
das condições do ambiente de trabalho (LTCAT)
Atuação do farmacêutico em análises clínicas 7
O farmacêutico responsável técnico pelo laboratório de análises 
clínicas deve datar e assinar os laudos realizados sob sua respon-
sabilidade, e neles deve constar, obrigatoriamente, o seu registro profissional. 
Perante a vigilância sanitária, esse profissional pode assumir a responsabilidade 
técnica por, no máximo: a) dois laboratórios clínicos; b) dois postos de coleta 
laboratorial; c) um laboratório clínico e um posto de coleta laboratorial (CON-
SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO RIO GRANDE DO SUL, 2021).
Biossegurança em laboratórios de análises clínicas
O farmacêutico analista clínico tem papel fundamental no estabelecimento 
das instruções de biossegurança. Ele é o profissional responsável pelo cum-
primento das normas legais dentro de um laboratório de análises clínicas 
e/ou posto de coleta, além de ser o detentor do conhecimento técnico e 
ser capacitado para padronizar a execução dos serviços de forma segura, 
devendo ter total autonomia para padronizar ou modificar os procedimentos 
sempre que for necessário (CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO 
DE SÃO PAULO, 2021).
De acordo com o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo 
(2021, documento on-line):
A biossegurança é o conjunto de ações tomadas para prevenção e proteção dos 
farmacêuticos, funcionários e pacientes quanto aos riscos biológicos relacionados 
às atividades de pesquisa, produção, desenvolvimento tecnológico e operacional, 
qualidade, testes e ensaios clínicos, além da proteção ambiental.
O laboratório clínico e o posto de coleta devem manter instruções de 
biossegurança com descrição dos procedimentos e trabalhos realizados no 
local com as devidas instruções de segurança ao profissional que realizará 
tais procedimentos. Essas instruções visam a minimizar e/ou eliminar os 
riscos de trabalho, inclusive os riscos ao meio ambiente quando se trata da 
análise, da manipulação e do descarte de materiais biológicos (CONSELHO 
REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2021).
Cada estabelecimento deve confeccionar o seu próprio documento com as 
instruções de biossegurança, tendo como base sua política, suas atividades 
e seus processos, desde que reproduza fielmente sua rotina e sua realidade. 
Essas instruções devem ser revisadas e atualizadas periodicamente e sempre 
que houver alterações na estrutura operacional ou física, bem como quando 
Atuaçãodo farmacêutico em análises clínicas8
houver alterações de normas que regulamentam a sua atividade, devendo 
o farmacêutico ser o responsável por sua elaboração, revisão e aprovação 
(CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO, 2021).
De acordo com a Resolução RDC nº 302, de 13 de outubro de 2005, que 
dispõe sobre o regulamento técnico para funcionamento de laboratórios 
clínicos, as instruções escritas de biossegurança devem contemplar, no 
mínimo, os seguintes itens (BRASIL, 2005):
a) normas e condutas de segurança biológica, química, física, ambiental 
e ocupacional;
b) instruções de uso para os equipamentos de proteção coletiva (EPCs) 
e proteção individual (EPIs);
c) procedimentos a serem realizados em caso de acidentes;
d) manuseio e transporte de amostra e material biológico.
Existem inúmeras normas de segurança para laboratórios de análi-
ses clínicas que abrangem condutas que devem ser adotadas pela 
equipe para minimizar riscos no manuseio das amostras e substâncias. Uma 
delas é a NBR 14785:2001, que apresenta as especificações para a realização 
de exames e o desenvolvimento e implantação de novos métodos, além de 
fornecer orientações sobre os procedimentos de segurança para pacientes/
clientes, colaboradores e meio ambiente.
Neste capítulo, você conheceu uma série de especialidades em que o far-
macêutico analista clínico pode atuar, devendo, para isso, ter conhecimentos 
sobre bioquímica, citologia, patologia geral, histologia, fisiopatologia, gené-
tica, biologia molecular, imunologia, microbiologia, entre outras áreas. Além 
disso, vimos que esse profissional é o responsável pelo cumprimento das 
normas legais dentro de um laboratório de análises clínicas, devendo estar 
envolvido no estabelecimento das instruções de biossegurança e garantir 
que todas as normas técnicas sejam cumpridas.
Atuação do farmacêutico em análises clínicas 9
Referências
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC n. 302, de 13 de 
outubro de 2005. Diário Oficial da União, Brasília, DF, ano 142, n. 198, seção 1, p. 33-35, 
14 out. 2005. Disponível em: https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.
jsp?data=14/10/2005&jornal=1&pagina=1&totalArquivos=272. Acesso em: 27 dez. 2021.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Resolução n. 617 de 27 de novembro de 2015. Diário 
Oficial da União, Brasília, DF, ano 152, n. 230, seção 1, p. 77-78, 2 dez. 2015. Disponível 
em: https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=77
&data=02/12/2015. Acesso em: 27 dez. 2021.
CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Análises clínicas e 
toxicológicas. 5. ed. São Paulo: CRF-SP, 2020.
CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Orientação farmacêu-
tica: análises clínicas: biossegurança em laboratório Clínico e Posto de Coleta. São 
Paulo: CRF-SP, 2021. Disponível em: http://www.crfsp.org.br/documentos/fiscaliza-
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Laborat%C3%B3rio%20Cl%C3%ADnico%20e%20Posto%20de%20Coleta.pdf. Acesso 
em: 27 dez. 2021.
CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO RIO GRANDE DO SUL. Saiba mais sobre a atuação 
do farmacêutico nas análises clínicas. Crfrs.org, 2021. Disponível em: https://www.crfrs.
org.br/noticias/saiba-mais-sobre-a-atuacao-do-farmaceutico-nas-analises-clinicas. 
Acesso em: 27 dez. 2021.
SUGAHARA, A. Y. et al. Análises clínicas e toxicológicas: guia da profissão farmacêutica. 
2. ed. Curitiba: CRF-PR, 2017. Disponível em: https://www.crf-pr.org.br/uploads/revista
/31491/4IeE2IcMy5QqucOxFkuRKU2VKvGk-Kn6.pdf. Acesso em: 27 dez. 2021. 
Leituras recomendadas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14785: laboratório clínico: requisitos 
de segurança. Rio de Janeiro: ABNT, 2001.
BARBÉRIO, J. C. As lições do Dr. Barbério. Análises Clínicas, 2020. Disponível em: https://
www.cff.org.br/userfiles/Materia%20%20-%20Barb%C3%A9rio.pdf. Acesso em: 27 
dez. 2021.
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os editores 
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Atuação do farmacêutico em análises clínicas10

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