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Instituições Jurídico-Políticas 
Em sua acepção mais moderna, instituições são vistas como “as regras do jogo”, conforme a definição 
dada por Douglass North. 
 
Na formulação clássica de Montesquieu, as instituições seriam “o espírito das leis”. 
 
A importância das instituições decorre de que elas são um elemento da estrutura social com o 
potencial para alterar, influenciar, o comportamento das pessoas. Ao estabilizar condutas e hábitos, as 
instituições influem nas aspirações e nos mecanismos primariamente vislumbrados para realizá-las 
(cf. HOGDSON, 2006). 
 
Trata-se da operacionalização de uma vontade jurídica, mediante um processo de consolidação por 
meio do poder de vinculação estabelecido através do Direito. Isoladamente, constituem partes do 
processo político; conjuntamente, articulam-se e formam a ordem jurídica. 
 
INSTITUIÇÕES JURÍDICAS referem-se a relações jurídicas. Relações jurídicas vinculam pólos, mediante 
a prévia institucionalização de um dever, cuja origem se dá à luz das fontes do Direito. Características: 
– Durabilidade – Sistematicidade 
 
Instituições Jurídico-Políticas 
Concebe-se de maneira corrente que as instituições jurídicas provêm do Direito Positivo. Logo, seriam 
impostas. Apesar de poderem gerar entre si uma ambiguidade, não devemos esquecer que as 
instituições jurídicas enfrentam a pluralidade da realidade social. 
 
Podem-se tomar como exemplos de instituições jurídicas os contratos, o direito à propriedade, bem 
como o Parlamento, a Presidência da República, dentre tantas outras instituições. 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
Conceito de ESTADO 
■ O Conceito de Estado varia segundo o ângulo em que é 
considerado: 
– Do ponto-de-vista sociológico: é corporação dotada de um poder de mando 
originário. 
– Sob o aspecto político: é comunidade de homens, fixada sob um território, com 
poder superior de ação, de mando e de coerção. 
– Sob o prisma constitucional: é pessoa jurídica territorial soberana. 
4 
Conceito de ESTADO 
■ Na conceituação do nosso Código Civil: é pessoa jurídica de direito público interno 
(art. 14, I) 
■ Como ente personalizado, o Estado tanto pode atuar no campo do direito público 
como no do direito privado, mantendo sempre sua única personalidade de direito 
público. 
5 
Elementos do Estado 
■ O Estado é constituído de três elementos: 
 
– POVO: é o componente humano do Estado 
 
– TERRITÓRIO: a sua base física 
 
– GOVERNO SOBERANO: é o elemento condutor do Estado, 
que detém e exerce o poder absoluto de autodeterminação e 
auto organização emanada do Povo 
6 
Poderes do Estado 
São: 
 
 
 
■ São independentes e harmônicos entre si e com suas 
funções reciprocamente indelegáveis (art. 2º da CF), a cada 
um deles corresponde uma função que lhe é atribuída com 
precipuidade. 
 
Legislativo– Executivo – Judiciário 
7 
Funções precípuas dos Poderes 
■ Legislativo: elaboração da lei – função 
normativa 
■ Executivo: a conversão da lei em ato 
individual e concreto – função 
administrativa 
■ Judiciário: aplicação coativa da lei aos 
litigantes – função judicial 
8 
Organização do Estado 
 A nossa Federação é formada unicamente pelas 
seguintes entidades estatais: 
 
 
União – Estados – Municípios 
e o Distrito Federal 
9 
Organização do Estado 
■ As demais pessoas 
jurídicas instituídas ou 
autorizadas a se 
constituírem por Lei são: 
■ Autarquias 
 
■ Fundações 
 
■ Entidades Paraestatais 
Direito Público e Direito Privado 
■ Bibliografia: 
• Nader (caps. 10, 35 e 36) 
• Tercio Sampaio (cap. 4) 
• Dourado Gusmão (cap. XV) 
 
■ Divisão do direito positivo 
■ Certeza e segurança 
 
■ Teorias: 
• Teoria monista (Kelsen) 
• Teorias dualistas: 
• Baseiam-se no conteúdo ou na forma das normas jurídicas 
 
a) Teoria dos interesses em jogo: Ulpiano 
 - Dir. Publico: predomina o interesse do Estado 
 - Direito Privado: predomina o interesse dos particulares 
b) Teoria do fim (do direito): indivíduo ou Estado 
 
• Teorias formalistas: 
• Teoria da natureza da relação jurídica: 
 
 
 
■ Conteúdo: 
• Interesse geral  direito público 
• Interesse particular  direito privado 
 
■ Forma: 
• Relação de coordenação  direito privado 
• Relação de Subordinação  direito público 
 
■ Teoria trialista: 
• Paulo Dourado de Gusmão  direito misto 
"O direito é misto quando tutela interesses privado e público, ou, então, 
quando é constituído por normas e princípios de direito público e de direito 
privado ou, ainda, de direito nacional e de direito internacional. 
Generalizando, direito em que, sem haver predominância, há confusão de 
interesse público ou social com o interesse privado. Nele se confundem 
esses interesses, fazendo com que o princípio de liberdade nele não 
impere. As partes, muitas vezes colocadas em nível de igualdade jurídica, 
estão submetidas a princípios inderrogáveis, estabelecidos na lei, 
protetores do interesse social. No direito misto, em certos casos, estão 
presentes normas de direito público e de direito privado, como ocorre, por 
exemplo, no caso do direito marítimo (§ 119)." 
■ Os princípios básicos do direito público são: 
 
■ Princípio da Soberania: De acordo com o qual o Estado exerce 
autoridade sobre os particulares, seu atos são cogentes e imperativos, 
porém limitados pela lei. A soberania também é observada nas relações 
com outros Estados. 
 
■ Princípio da Legalidade: Consiste na limitação da atuação pública, a 
Administração pode fazer somente o que a lei permite, enquanto os 
particulares podem atuar de forma livre, desde que não seja proibido 
por lei. (Art. 5º, II, CFB) 
■ O Direito Público se divide em: 
 
• Direito Público Interno: O Direito Público Interno rege os interesses 
estatais e sociais. 
• Direito Público Externo: Tem a função de tratar das relações 
internacionais entre Estados soberanos, as normas utilizadas para tanto 
são as de Direito Internacional Público, ou seja, convenções e tratados 
que os chefes de estado firmam com organizações internacionais. 
 
■ Os princípios básicos do direito privado são: 
 
■ Princípio da Autonomia: A autonomia que os particulares tem para 
desenvolver as relações conforme o seu interesse é limitada pela lei e 
pelos princípios do direito. 
 
■ Princípio da Boa-fé: Consiste na obrigação ética e legal de agir em 
acordo com a boa-fé nas relações privadas. 
 
 
■ Princípios gerais do direito. 
■ Direito Geral e Direito Particular: critério geográfico 
 
■ Direito Comum e Direito Especial: abrangência das relações jurídicas 
 
■ Direito Regular e Direito Singular: regularidade estatal 
Ramos do Direito 
■ Ramos do Direito Público: 
 
• Direito Constitucional: lei maior do Estado que é superior a todas as 
demais normas. No caso da Brasil, nossa constituição data de 1988 e é 
denominada “constituição cidadã” porque instituiu o regime 
democrático de direito para assegurar que os cidadãos contassem com 
direito à liberdade, justiça, igualdade, entre outros. 
 
• Direito Administrativo: rege as relações entre a administração pública 
(ou seja, o governo) e os administrados (os cidadãos). Envolve temas de 
interesse público e o bem social comum, como a conservação de bens 
públicos, os serviços públicos em geral, o poder da polícia, etc. 
 
• Direito Penal: Disciplina as condutas dos membros da sociedade que 
poderiam colocar em risco a harmonia e bem estar de todos. Essas 
normas se enfocam em proteger princípios como a vida, a liberdade, a 
intimidade, a propriedade, e define o que são considerados crimes 
(condutas mais graves) e contravenções (menos graves). 
 
• Direito Tributário: normas que regulamentam as atividades financeiras 
e a arrecadação de fundos entre o Estado e os contribuintes (impostos, 
taxas e contribuições). 
 
• Direito Financeiro: define como o Estado deveria aplicar, administrare 
gerenciar os recursos que recebem por meio da tributação para 
empregá-los na sociedade. 
 
■ Direito Processual: As normas processuais regulam a organização do 
judiciário e do processo judicial, é portanto instrumento que o titular do 
direito subjetivo utiliza para obtenção do direito material. As normas 
processuais são de direito civil, penal, trabalho, entre outros 
procedimentos disponíveis. 
 
■ Direito Internacional Público: O Direito Internacional Público é o ramo 
jurídico que disciplina as relações entre os Estados soberanos e os 
organismos análogos. 
■ Ramos do Direito Privado: 
 
• Direito Civil: princípios que regem as relações entre particulares que 
possuem condições iguais. Estabelece direitos e impõe obrigações em 
temas como os direitos da família e sucessões, o estado das pessoas, 
obrigações e contratos, propriedade e patrimônio, entre outros. 
 
• Direito Empresarial: é o conjunto de regras que organiza as atividades 
comerciais, desde a criação e administração de empresas até sua 
extinção, passando também pelas relações desenvolvidas na atividade 
do comércio (relação entre comprador e vendedor, formas de 
pagamento, etc). 
• Direito do Trabalho: conjunto de normas que rege as relações de 
trabalho, organizando a atuação tanto de trabalhadores como 
empregadores. 
 Paulo Dourado de Gusmão: direito misto 
 
• Direito do Consumidor: está relacionado com o consumo e a defesa 
dos direitos de uma pessoa em relação a determinado produto, bem 
ou serviço. 
 
• Direito Internacional Privado: estuda e regulamenta uma legislação 
responsável pela solução de relações jurídicas privadas envolvendo 
pertencentes de nações diversas, sistemas jurídicos distintos que 
normalmente geram conflitos. 
 
SISTEMAS DE DIREITO 
■ Sistema Romano-germânico (Civil Law): sistema legislado, 
codificado. Baseia-se na lei e a jurisprudência tem papel 
secundário. Os juízes decidem com fundamento na Constituição e 
na legislação infraconstitucional. 
 
■ Sistema Commom Law: Sistema em que prevalecem os costumes 
(direito consuetudinário). Se baseia nos costumes e na 
jurisprudência (precedente judicial). 
 
 
ORDENAMENTO JURÍDICO 
■ é o sistema de normas (regras ou princípios) que se relacionam de 
uma forma hierarquizada em um estado. Organiza as lacunas e 
antinomias das leis, estabelecendo a ordem que o direito deve 
seguir em relação às normas estabelecidas. Tem como objetivo 
atingir melhor convívio e paz social. 
■ O ordenamento jurídico brasileiro tem como modelo o Civil Law e 
teve muita influência dos sistemas alemão e romano. Essa tradição 
romano-germânica é baseada na lei como principal fonte de direito. 
Assim consta no art. 5º da Constituição Federal de 1988, diz que: 
“Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão 
em virtude de lei.” 
 
ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO 
■ O ordenamento jurídico brasileiro está estruturado no art. 59 da Constituição Federal de 
1988, que diz: 
 
Art. 59 CF/88. O processo legislativo compreende a elaboração de: 
 I – emendas à Constituição; 
 II – leis complementares; 
 III – leis ordinárias; 
 IV – leis delegadas 
 V – medidas provisórias; 
 VI – decretos legislativos 
 VII – resoluções 
 Parágrafo único. Lei complementar disporá sobre a elaboração, redação, alteração e 
consolidação das leis.” 
LEI 
■ “Forma moderna de produção do direito positivo. É ato do Poder 
Legislativo, que estabelece normas de acordo com os interesses 
sociais.” (Nader) 
■ Traduz a vontade coletiva; 
■ “Norma escrita constitutiva de direito que introduz algo de novo com 
caráter obrigatório no sistema jurídico em vigor, disciplinando 
comportamento individuais ou atividades públicas” (Reale); 
■ “Somente a lei é capaz de inovar no direito já existente, ou seja de 
conferir direitos e deveres a todos, de forma originária” (Reale) 
 
 
 
■ Lei em sentido amplo (art. 59, CF) 
■ Lei em sentido estrito (lei emanada do Poder legislativo) 
 
■ Lei em sentido material: conteúdo da lei 
■ Lei em sentido formal: procedimento de elaboração 
 
• A lei deve: 
• Materialmente: buscar o bem comum e os fins sociais (art. 5º, LINDB) 
• Formalmente: escrita e de acordo com o processo legislativo determinado pela 
Constituição, sob pena de ser invalidada; 
 
 Lei Substantiva: lei material (normas de conduta permissivas, 
proibitivas e prescritivas) 
 Lei Adjetiva: Lei processual – instrumental 
 
 
■ Obrigatoriedade das leis  imperatividade 
• Teorias: 
 
a) Autoridade: imperatividade da norma decorre da vontade popular 
b) Valoração: conteúdo ético da lei 
c) Contratualistas: obrigatória se e enquanto o povo exerce as vontades e 
concorre para a formação da lei 
d) Neocontratualistas: reconhecimento da lei como obrigatória pelos seus 
destinatários 
e) Positivista: força/imperatividade da norma jurídica 
■ Aplicação da lei: 
 
Premissa maior: lei (válida, vigente e conforme o ordenamento jurídico) 
Premissa menor: fato 
↓ 
 
Subsunção: projeção dos fatos na lei (sentença judicial) 
■ Desuso das leis: Não aplicação de uma lei (generalidade e tempo), mas 
que apesar disso, continua vigente e só desaparece do mundo jurídico 
se for revogada. 
 
Ex: Lei nº 48 de 1935: proíbe o votos dos analfabetos  conflito com o art. 14, 
§1º, II, a, CFB 
 
■ Lei revoga lei, totalmente (ab-rogação) ou parcialmente (derrogação). O 
ordenamento jurídico penal brasileiro não permite revogação de lei pelo 
costume. 
 PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS LEIS 
 O processo de elaboração das leis compreende três fases: 
(a) iniciativa; 
(b) aprovação; 
(c) execução. 
 Iniciativa é a faculdade que a pessoa tem de propor um projeto de lei. 
Pode ser proveniente de uma pessoa ou órgão. O § 2º do art. 61 da CF 
admite que a iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à 
Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por; no mínimo, 1% 
do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com 
não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles. 
 A lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual 
(§ 4º do art. 27 da CF). O projeto de lei é estudado e discutido. São 
apresentadas emendas, voltando o projeto à Casa de origem. 
A execução da lei compreende sanção, veto, promulgação e publicação da 
norma. 
 
Na sanção, o chefe do Poder Executivo (federal, estadual ou municipal) 
manifesta sua aquiescência quanto ao projeto aprovado pelo Poder Legislativo. 
Pode ser a sanção expressa, em que essa pessoa manifesta-se formalmente 
de acordo com a norma aprovada. 
 
É tácita quando o chefe do Poder Executivo não se manifesta no prazo legal 
para declarar-se de acordo com o projeto votado pelo Poder Legislativo, 
deixando decorrer o prazo sem se manifestar sobre o tema. 
 
Veto é a oposição do chefe do Poder Executivo quanto ao projeto. 
 
O veto é apreciado pelo Poder Legislativo, que pode aceitá-lo ou rejeitá-lo. 
Promulgação é a declaração do chefe do Poder Executivo ou presidente do 
Congresso de que a lei passa a fazer parte do ordenamento jurídico. 
 
Publicação é a forma de dar publicidade da norma às pessoas. 
 
Geralmente, é feita na imprensa oficial ou em jornal local. Pode ser feita 
também pela fixação da lei no mural da Prefeitura. 
RAMOS DO DIREITO PÚBLICO EXTERNO: 
 DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO é o conjunto de princípios ou regras 
destinadas a reger os direitos e deveres internacionais, tanto dos 
Estados ou outros organismos análogos, quanto dos indivíduos. 
• Reconhecimento de outro Estado: soberania (governo), povo e território. 
 
RAMOS DO DIREITO PRIV ADO: 
 DIREITO CIVIL é o complexo de normas jurídicas, relativas às pessoas, 
na sua constituição geral e comum, nas suas relações recíprocas de 
família e em face dos bens considerados em seu valor de uso. 
 DIREITO COMERCIAL (EMPRESARIAL) é o complexo de normas que 
regulam as relaçõesprovenientes da prática de atos de comercio e os 
direitos e obrigações das pessoas que exercem profissionalmente esses 
atos – os comerciantes e seus auxiliares. 
Casos Práticos 
1. O município de Campina Grande locou um imóvel para instalar um órgão 
administrativo do governo. No entanto, não vem pagando os aluguéis em dia. O 
dono do imóvel pretende ajuizar ação de despejo por falta do 12º pagamento em 
face do município. O ente se nega a pagar o aluguel e pretende continuar no 
imóvel sob o fundamento do interesse público de que ali está instalada “uma 
farmácia popular” que vende remédios a valores muito baratos. 
 
a) O município, nesta relação locatícia, está atuando na qualidade de Estado 
(quando seus poderes são utilizados tendo em vista o interesse público) ou na 
qualidade de um particular? Por quê? 
b) Esta relação jurídica está no campo do direito público ou privado? Por quê? 
2. Luís e Marina se casaram em regime de comunhão parcial de bens. Dois anos 
depois o casal se separa e seguem para o divórcio. Luís alega que é meeiro da casa 
que o casal residia e de um carro pertencente a Marina. Ela alega que o carro era 
seu antes do casamento e que, portanto, Luís não tem direito a metade do bem. 
a) Esta relação jurídica está no campo do direito público ou privado? Por quê? 
Pertence a qual ramo do direito? 
 
3. Natanael, após longo processo judicial, foi condenado ao cumprimento de pena 
de 8 anos em regime inicialmente fechado em razão do homicídio de Valentino. 
a) Esta relação jurídica está no campo do direito público ou privado? Por quê? 
Pertence a qual ramo do direito? 
 
 
 
 
4. José foi agricultor por mais de 20 anos e completou 60 anos de idade 
recentemente. Assim, pediu aposentadoria especial no INSS, que foi negada sob o 
argumento de que José comercializa parte dos legumes e verduras colhidos em 
sua propriedade rural. José, então, procura um advogado para ajuizar uma ação e 
obter sua aposentadoria. 
 
a) Esta relação jurídica está no campo do direito público ou privado? Por quê? 
Pertence a qual ramo do direito? 
 
 
 
5. Um indiano, casado na Índia, lá se divorciou após dois anos de sua separação 
judicial, na qual ocorreu a partilha dos bens do casal, sendo todos situados na 
Índia. Depois de um ano de seu divórcio, veio para o Brasil, onde pretendeu se 
casar com uma brasileira. Para seu novo casamento no Brasil o código civil exige o 
preenchimento dos requisitos para habilitação matrimonial constantes dos artigos 
1.525 a 1.532. 
a) Esta relação jurídica está no campo do direito público ou privado? Por quê? 
Pertence a qual ramo do direito? 
 
6. Maria foi vítima do crime de violência doméstica pelo seu ex companheiro. Fez 
BO junto a DEAM e exame de corpo de delito, foi decretada medida protetiva em 
favor da vítima e o processo judicial seguiu até a condenação do agressor. 
a) Esta relação jurídica está no campo do direito público ou privado? Por quê? 
Pertence a qual ramo do direito?

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