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QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA 2 4 2 Economia M icro e Macro • V a s c o n c c llo s _____________________________ attas 1. Em Economia, “formação de capital” significa especificamente: a) A compra de qualquer mercadoria nova. b) Investimento líquido. c) A tomada de dinheiro emprestado. d) A venda ao público de qualquer nova emissão de ações. e) Poupança. 2. O Produto Interno Bruto, a preço de mercado, eqüivale a: a) Produto Interno Bruto a custo de fatores + renda líquida enviada ao exterior. b) Produto Interno Líquido a custo de fatores + impostos indiretos + de preciação - subsídios. c) Produto Interno Líquido a preço de mercado + amortização de em préstimos externos. d) Produto Nacional Líquido a preço de mercado + dívida externa bruta. e) Produto Nacional Bruto a preço de mercado + impostos indiretos - subsídios. 3. Considerando-se os dois grandes agregados macroeconômicos: Produto Interno Bruto (a preços de mercado) e Produto Nacional Bruto (a preços de mercado), em um sistema econômico aberto como, por exemplo, o bra sileiro, se o país remete mais renda para o exterior do que dele recebe, teremos: a) PIBpm > PNBpm. b) PIBpm < PNBpm. c) PIBpm = PNBpm. d) As transações com o exterior não afetam nem o PIB nem o PNB. e) Importações > exportações. 4. Suponha uma economia em que não exista governo nem transações com o exterior. Então: a) PIBpm > PIBcf > RNB. b) PIBpm < PIBcf < RNB. c) PIBpm = PIBcf > RNB. d) PIBpm = PIBcf < RNB. e) PIBpm = PIBcf = RNB. sendo: PIBpm - Produto Interno Bruto a preço de mercado. PIBcf - Produto Interno Bruto a custo de fatores. RNB - Renda Nacional Bruta. 5. O Produto Nacional de um país, medido a preços correntes, aumentou con sideravelmente entre dois anos. Isso significa que: a) Ocorreu um incremento real na produção. b) O investimento real entre os dois anos não se alterou. c) O país está atravessando um período inflacionário. d) O país apresenta taxas significativas de crescimento do produto real. e) Nada se pode concluir, pois é necessário ter informações sobre o com portamento dos preços nesses dois anos. 6. As Contas Nacionais do Brasil fornecem os seguintes dados (valores hipoté ticos, em milhões de reais): __________________ __ ____________________________________ _________________________________________________Contabilidade Social 2 4 3 I - Renda Nacional Líquida a custo de fatores: 5.000 II - Impostos Indiretos: 1.000 III - Impostos Diretos: 500 IV - Subsídios: 100 V - Transferências: 200 VI - Depreciação: 400 VII - Renda Líquida enviada ao exterior: 0 Os índices de carga tributária bruta e líquida serão, respectivamente (des prezando-se os algarismos a partir da terceira casa decimal): a) 30,00 e 25,24. b) 19,04 e 14,29. c) 24,00 e 19,05. d) 27,77 e 23,02. e) 23,80 e 19,04. 7. Em uma economia, a renda enviada para o exterior é maior que a renda recebida do exterior. Então: a) O Produto Interno Bruto é maior que o Produto Nacional Bruto. b) O Produto Interno Bruto é menor que o Produto Nacional Bruto. c) O Produto Interno Bruto é igual ao Produto Nacional Bruto. d) O Produto Interno Bruto a custo de fatores é maior que o Produto In terno Bruto a preços de mercado. e) O Produto Nacional Bruto a custo de fatores é menor que o Produto Nacional Bruto a preços de mercado. 8. Com os dados abaixo, para uma economia hipotética, responda às ques tões 8a e 8b. PIB a preços de mercado 2.000 Tributos indiretos 500 2 4 4 Economia Micro c Macro • Vasconcellos HtlEK Subsídios Consumo final das famílias Formação bruta de capital fixo Variação de estoques Exportações de bens e serviços de não-fatores Importações de bens e serviços de não-fatores Depreciação Impostos diretos Transferências de assistência e previdência Outras receitas correntes líquidas do governo Juros da dívida pública interna Poupança corrente do governo (superávit) 8a. O consumo final das administrações públicas é a) 1.100 unidades monetárias. b) 650 unidades monetárias. c) 600 unidades monetárias. d) 550 unidades monetárias. e) 700 unidades monetárias. 8b. O total das receitas correntes do governo é: a) 1.950 unidades monetárias. b) 1.700 unidades monetárias. c) 1.300 unidades monetárias. d) 1.150 unidades monetárias. e) 800 unidades monetárias. 9. Em determinada economia (valores hipotéticos), o Produto Nacional Lí quido a custo dos fatores é 200. Sabendo-se que: Renda líquida enviada ao exterior: 50. Impostos indiretos: 80. Subsídios: 20. Depreciação: 80. Calcule o valor do Produto Interno Bruto a preços de mercado: a) 310. b) 290. c) 230. d) 390. e) 270. 250 400 400 100 500 100 100 200 150 600 100 100 igual a: Contabilidade Social 2 4 5 10. A diferença entre Renda Nacional Bruta e Renda Interna Bruta é que a segunda não inclui: a) O valor das importações. b) O valor da renda líquida de fatores externos. c) O valor dos investimentos realizados no país por empresas estrangeiras. d) O valor das exportações. e) O saldo da balança comercial do país. 11. O salário mensal de determinada categoria de trabalhadores era de $ 70.000,00 em 1990 e $ 144.000,00 em 1991. Os índices de custo de vida correspon dentes são 100 para 1990 e 240 para 1991. Logo, o salário real em 1991, em valores constantes de 1990, é: a) $ 70.000,00 b) $ 40.000,00 c) $ 60.000,00 d) $ 100.000,00 e) $ 144.000,00 Não é considerada uma transação da economia informal: a) Mercado paralelo do dólar. b) Empregado não registrado em carteira. c) Autônomos que não fornecem recibo pelo pagamento de seu serviço. d) Aluguel estimado do caseiro de uma fazenda. e) Guardadores de automóveis não registrados. Para fins de contabilidade social, qual das despesas governamentais abaixo é considerada transferência: a) Cursos de alfabetização de adultos. b) Manutenção de aeroportos. c) Manutenção de estradas. d) Salários de funcionários aposentados. e) Vacinação em massa. Se compararmos a matriz insumo-produto com o sistema de contas nacio nais de um país, num mesmo período, veremos que: a) Não há relação alguma entre a matriz e o sistema. b) Ambos incluem os fluxos financeiros da economia. c) A matriz inclui as transações intermediárias, e o sistema não. d) A matriz é elaborada em termos de estoques, e o sistema, em termos de fluxos. e) A matriz permite calcular o estoque de capital nacional, e o sistema, o produto nacional. A pêndice: N O Ç Õ E S SOBRE NÚMEROS-ÍNDICES 246 Economia Micro eMãcro • Vásconcellos______________________ __ ____ ____________ ___ _________________________________________________attas 1 CONCEITO DE NÚMERO-ÍNDICE Número-índice é uma estatística da variação de um conjunto composto por bens fisicamente diferentes. Não haveria dificuldades se a questão fosse conhecer a variação de preços de um único bem. A necessidade da construção de índices aparece quando pre cisamos saber a variação conjunta de bens que são fisicamente diferentes e/ou que variam a taxas diferentes. Existem índices de preços e índices de quantidade. Os índices de preços são mais difundidos, dada sua utilidade para deflacionar (tirar o efeito da infla ção) séries econômicas e para o acompanhamento da taxa de inflação. Os índi ces de quantidade (ou de quantum) são úteis para determinar a variação física de séries compostas por produtos diferentes (por exemplo, o produto real). Neste Apêndice, nos concentraremos em aspectos relativos à utilização desse indicador, sendo que os aspectos metodológicos são desenvolvidos nos cursos de Estatística Econômica. 2 ÍNDICES DE PREÇOS Temos índice de preços por atacado (indústria e agricultura) e índice de preços de varejo (consumidor e construção civil). Neste Apêndice, estamos considerando como principal base de referência os índices de preços ao consu midor, também chamados índices de custo de vida. Suponha cinco tipos de bens e serviços na Economia e a respectiva varia ção de preços entre dois meses: Variação de preçosParticipação no gasto total do consumidor Açúcar 20% 10% Came 10% 20% Arroz 10% 40% Fósforo 100% 5% Passagens de ônibus 10% 25% Soma ( H 100% No conjunto, quanto variou a taxa de inflação? MÉDIA ARITMÉTICA _ 0,2 • 0,1 + 0,1 • 0,2 + 0,1 • 0,4 + 1 • 0,05 + 0,1 • 0,25 = PONDERADA j (Xpesos) = 0,02 + 0,02 + 0,04 + 0,05 + 0,025 = 0,155 ou 15,5% Contabilidade Social 2 4 7 Se, erroneamente, tivéssemos calculado uma média aritmética sim ples, teríamos uma variação conjunta de 30% (150% divididos por 5). Es- taríamos dando idêntica importância para os cinco produtos, superesti mando evidentemente a variação do preço do fósforo e subestimando os demais produtos. Componentes para o cálculo do número-índice O exemplo anterior revela que, para o cálculo do número-índice, precisa mos de três componentes: a variação de preços no período, a importância rela tiva do produto no gasto total do consumidor e a fórmula de cálculo. As diferen ças entre os vários índices no Brasil são explicadas pela forma adotada por insti tuto de pesquisa sobre esses componentes. a) Variação de preços no período • Escolha do período no qual os preços devem ser coletados. Normalmente, a tomada de preços é feita do l e ao último dia do mês. No Brasil, as altas taxas de inflação levaram à necessidade de ter-se uma estimativa da inflação no primeiro dia do mês seguinte, para correção das cadernetas de poupança, aluguéis, impostos etc. Por essa razão, em alguns índices, em vez do l u ao último dia do mês, a tomada de preços é feita, por exem plo, do dia 21 do mês anterior ao 20fi do mês de referência, o que dá tempo às instituições especializadas de processar os cálculos e divulgar uma estimativa da inflação logo no início do mês seguinte. É o caso do índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). • Escolha dos produtos que devem constar da amostra (qual a cesta de con sumo a ser considerada). Essa cesta varia entre regiões, de acordo com os hábitos de consumo de cada localidade pesquisada. b) Importância relativa (peso) de cada bem Trata-se de verificar quanto os consumidores gastam com cada bem ou serviço. Deve ser feita uma pesquisa, chamada de Pesquisa de Orçamentos Fa miliares, ao longo de todo o ano, para termos uma média da participação que não seja afetada pelas diferenças sazonais. Dois aspectos são importantes: • classes de renda a serem abrangidas: podemos ter índices que captam melhor as variações do poder aquisitivo das classes de renda mais baixa, considerando na amostra apenas famílias que auferem, por exemplo, até três salários mínimos; outros índices consideram um espectro maior de renda; • época de pesquisa básica do padrão de consumo: como se trata de uma pesquisa cara e trabalhosa, as instituições mantêm os mesmos pesos re lativos durante aproximadamente dez anos. Por essa razão, a Pesquisa de Orçamentos Familiares deve ser realizada num ano-padrão, em que não tenha havido grandes alterações no padrão de consumo (por exem plo, congelamento de preços, crises econômicas etc.). 248 Economia M icro e Macro • Vasconceilos f r t t n c) Fórmula de cálculo Existem várias fórmulas de números-índices (por exemplo, considerando média aritmética, harmônica ou geométrica ponderada) que são mais apro priadamente discutidas nos cursos de Estatística Econômica. A fórmula mais utilizada, devido a sua operacionalidade, é o índice de Laspeyres, que é dado pela média aritmética ponderada, com pesos na época- base, criada pelo francês Etiènne Laspeyres, cuja fórmula é: (f )r o variação de preços Po • í ZPo ■ <lo i = bens FÓRMULA ORIGINAL participação relativa do bem i no total LP = i * Po • <?Ó _ z p ; 4 Po ZPÒ -<ZÓ Z P ‘„ • FORMULA REDUZIDA 3 PRINCIPAIS ÍNDICES DE PREÇOS NO BRASIL A tabela a seguir sintetiza as características dos principais índices divulga dos no país. A necessidade de se dispor de um índice de inflação nos primeiros dias do mês, para reajuste de contratos financeiros, Ufir etc., levou à criação de índi ces cujo período de coleta de preços não é do dia 1B ao último dia do mês (que só são divulgados cerca de dez dias após o levantamento das informações), o que cria um fato curioso. Por exemplo, o IGP e IGP-M só se diferenciam justa mente no período de coleta (o IGP-M é levantado de 21 de um mês a 20 do outro, e o IGP é levantado do l e ao último dia do mês completo). Se a inflação for crescente nos últimos dez dias do mês (digamos abril), a inflação de abril medida pelo IGP será maior que a inflação de abril medida pelo IGP-M, já que o IGP captou a inflação desse final de mês, e o IGP-M não. O mesmo ocorre entre o IPCA e o IPCA especial, todos do IBGE. Notamos que os índices diferem também na região considerada. Por exem plo, o IPC-Fipe refere-se apenas ao município de São Paulo, o IPC-Dieese cobre a região metropolitana de São Paulo, enquanto os demais índices são mais abrangentes, considerando dez capitais mais o Distrito Federal. Outra diferenciação reside nas classes de renda consideradas, que é uma informação necessária para o cálculo da importância relativa dos bens e servi ços no orçamento do consumidor. Assim, por exemplo, o INPC considera, em sua amostra, os preços dos bens e serviços relevantes para famílias que têm renda de um a oito salários mínimos, enquanto o IPCA (IPC Amplo) considera famílias com renda de um a 40 salários mínimos. Obviamente, a escolha das classes de renda da amostra fará com que os pesos relativos dos itens compo nentes do índice sejam significativamente diferentes. Por exemplo, o item “ali mentação” tem peso maior, quanto menores as classes de renda consideradas. PRINCIPAIS ÍNDICES DE PREÇOS Índice/Entidade Período de Coleta de Preços Local de Pesquisa Orçamento Familiar em Salários Mínimos Êmjl, Utiüzaçãp;;|®™E IPCA IBGE Mês Completo 11 regiões 1 a 40 SM Genérico INPC IBGE Mês Completo 11 regiões 1 a 8 SM Genérico IGP FGV Mês Completo Rio/SP e 10 regiões 1 a 33 SM (inclui preços por atacado e construção civil) Contratos IGP-M FGV* Dias 21 a 20 Rio/SP e 10 regiões 1 a 33 SM (inclui preços no atacado e construção civil) Contratos IPC FIPE** Mês Completo Município de São Paulo 1 a 20 SM Impostos Estaduais e Municipais (SP) ICV Dieese*** Mês Completo Região Metropolitana de São Paulo 1 a 30 SM Referência para Acordos Salariais índices: IPCA: índice de Preços ao Consumidor Amplo; INPC: índice Nacional de Preços ao Consumidor; IGP: índice Geral de Preços; IGP-M: índice Geral de Preços do mercado; ICV: índicedeCusto deVida. Instituições: IBGE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatís tica; FGV: Fundação Getulio Vargas; Fipe: Fundação Instituto de Pesquisas Econô micas; Dieese: Departamento Intersindical de Estatís tica e Estudos Socioeconômicos; Notas: * Divulga prévias de 10 em lOdias; ** Divulga taxas quadrissemanais a cada semana; *** Pesquisa também para famílias com renda de 1 a 3 salários mínimos e de 1 a 5 salários mínimos. D eterm inação do N ível de R en d a e P roduto N a c io n a is: O M erca d o de Bens e Serviços 1 INTRODUÇÃO___________________________________________ Nesta parte, estudaremos que variáveis determinam o nível de renda nacio nal e como atuar sobre elas. Será discutido que instrumentos de política fiscal são mais adequados para permitir que a economia atinja uma situação de pleno emprego, sem inflação (os instrumentos de política monetária serão analisados no Capítulo 11). Trata-se do chamado modelo keynesiano básico, que se caracteriza por preocupar-se mais com políticas de estabilização da economia a curto prazo, principalmente com a questão do desemprego, que era o problema principal nos anos 30, quando foi escrita a Teoria geral de Keynes. Embora o capítulo enfatize a questão do desemprego, o instrumental de senvolvido por Keynes também permite avaliar e propor medidas para as demais questões macroeconômicas, como inflação, distribuição de renda e crescimento econômico. 2 DA CONTABILIDADE NACIONALPARA A TEORIA ECONÔMICA Antes de discutir o modelo, é oportuno esclarecer a diferença que existe entre a abordagem da Contabilidade Nacional, vista no Capítulo 9, e a da Teoria Macroeconômica, apresentada a partir deste capítulo. Contabilidade Nacional: medição do produto efetivamente realizado. Trata de relações contábeis ou de identidades; análise ex post (a posteriori, após ocor rer); o que foi feito, após passarmos em revista o período, ao seu término. Teoria Macroeconômica: refere-se ao produto potencial, desejado, plane jado. Trabalha com relações funcionais ou de comportamento; análise ex ante TyT atlas Determinação do N ível de Renda e Produto Nacionais: O M ercado de Bens c Serviços 251 (antes de ocorrer, a priori); aquilo que todos desejam fazer, quando examinam a situação no início de um período. Diz respeito às expectativas teóricas, com base nos dados disponíveis. Embora a Contabilidade Nacional forneça a base de dados, o referencial estatístico para a Análise Macroeconômica não se preocupa, por exemplo, em discutir se o produto obtido está abaixo ou acima do produto potencial da eco nomia e que alternativas de política econômica estão disponíveis para levá-lo ao pleno emprego. Isso é tarefa da Teoria Macroeconômica. 3 MODELO KEYNESIANO BÁSICO (LADO REAL) 3.1 CURVA DE DEMANDA AGREGADA DE BENS E SERVIÇOS (DA) A Demanda Agregada de Bens e Serviços é composta pela demanda dos quatro macroagentes econômicos, a saber:1 DA = Demanda de bens de consumo pelas famílias (C ) + Demanda de investimentos pelas empresas (I ) + Demanda do Governo (G ) + Demanda líquida do setor externo (Exportações X - Importações Aí) DA = C + 1 + G + X -M No eixo P - Q, a curva de demanda agregada é negativamente inclinada (como na Microeconomia), pois, como Renda Nominal (V) Y Renda Real = y = — — . ~ _ ------- — = ~ r~ Nivel de Preços (P) P a uma dada Renda Nominal Y, quando o nível de preços P se eleva, a renda real y reduz-se; ou seja, há relação inversa entre P ey , conforme podemos verificar na Figura 10.1. 1 Há uma diferença entre os conceitos de Demanda Agregada (DA ) e de Despesa Nacional (DN), vistos na Contabilidade Social. ÍKDAéex ante, planejada, enquanto a DN é um conceito expost, já realizada.