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Plano de aula de Representação e Leitura de Pesquisas - Prática

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Plano de aula de Representação e Leitura de Pesquisas - Prática
Habilidades da BNCC: EF01MA21, EF01MA22
	
Objetivos (5 minutos)
1. Compreender o conceito de pesquisa: Os alunos devem ser capazes de entender o que é uma pesquisa, por que é importante e como é realizada. Isso inclui a ideia de coletar informações, fazer perguntas e registrar os resultados.
1. Aprender a representar dados de pesquisa: Os alunos devem ser capazes de representar os dados de uma pesquisa de maneira visual, usando gráficos simples, como o gráfico de barras e o gráfico de pizza. Isso envolve a habilidade de organizar e contar informações de maneira clara e lógica.
1. Desenvolver habilidades de leitura de gráficos: Os alunos devem ser capazes de interpretar e extrair informações de diferentes tipos de gráficos. Isso implica em entender como os dados são apresentados, o que cada parte do gráfico representa e como comparar e contrastar diferentes conjuntos de dados.
Objetivos secundários:
· Promover a colaboração e a comunicação entre os alunos, à medida que trabalham juntos para coletar dados e criar gráficos.
· Estimular o pensamento crítico e a resolução de problemas, à medida que os alunos analisam e interpretam os dados de suas pesquisas.
· Fomentar o interesse dos alunos pela matemática, demonstrando como ela pode ser aplicada de maneira prática e relevante em situações do dia a dia.
O professor deve apresentar os objetivos de maneira clara e envolvente, garantindo que todos os alunos entendam o que se espera deles na aula. Além disso, deve enfatizar a importância e a utilidade desses conceitos no mundo real, para manter o interesse e a motivação dos alunos.
Introdução (10 - 15 minutos)
1. Relembrando conteúdos anteriores: O professor inicia a aula relembrando os alunos sobre o conceito de coleta de dados, que eles aprenderam em aulas anteriores. Pode-se fazer perguntas como: “Quem se lembra do que é coletar dados?” e “Quais são algumas maneiras de coletar dados?” Isso serve para garantir que todos os alunos tenham uma base sólida para entender os conceitos que serão abordados na aula.
1. Situações-problema: O professor, então, apresenta duas situações-problema para despertar o interesse dos alunos e contextualizar a importância do tópico da aula. A primeira situação pode ser: “Imaginem que nós temos uma lanchonete na escola e queremos saber quais são os lanches favoritos dos alunos. Como poderíamos descobrir isso?” A segunda situação pode ser: “Digamos que queremos saber quantos alunos de cada série existem na escola. Como poderíamos descobrir isso?” Essas situações-problema ajudam os alunos a ver a relevância do conceito de pesquisa e representação de dados.
1. Contextualização da importância do assunto: O professor, então, explica que a pesquisa e a representação de dados são habilidades muito importantes na vida real. Ele pode dar exemplos como: “Quando vocês assistem a um desenho animado na TV e veem um gráfico mostrando as classificações de audiência, isso é o resultado de uma pesquisa e de representação de dados” e “Quando vocês olham para um mapa e veem os diferentes tamanhos de países, isso é uma forma de representação de dados”. Isso ajuda os alunos a verem que essas habilidades são úteis e relevantes para o mundo ao seu redor.
1. Introdução do tópico: Finalmente, o professor introduz o tópico da aula. Ele pode dizer algo como: “Hoje, vamos aprender como fazer uma pesquisa, como representar os nossos dados e como ler e interpretar diferentes tipos de gráficos. Vai ser muito divertido, porque nós vamos fazer uma pesquisa sobre algo que todos nós gostamos: nossos animais de estimação!” Esta introdução deve despertar o interesse dos alunos e prepará-los para as atividades práticas que virão a seguir.
Desenvolvimento (20 - 25 minutos)
1. Atividade “Pesquisando Nossos Animais de Estimação”
· O professor divide a turma em pequenos grupos de 4 a 5 alunos e entrega a cada grupo uma folha de atividade com o título “Pesquisando Nossos Animais de Estimação”.
· O professor explica a atividade: “Vocês vão fazer uma pesquisa dentro do grupo para descobrir quais são os animais de estimação de cada um. Vão perguntar um ao outro e anotar as respostas na folha. Depois, vamos usar esses dados para criar gráficos que mostrem os resultados da nossa pesquisa.”
· Os alunos, então, começam a atividade, conversando e anotando as respostas de cada um na folha de atividade. O professor circula pela sala, orientando e ajudando os grupos conforme necessário.
1. Atividade “Criando Nossos Gráficos de Animais de Estimação”
· Após a etapa de coleta de dados, o professor explica a próxima atividade: “Agora que temos nossos dados, vamos criar gráficos para representá-los. Cada grupo vai escolher um tipo de gráfico para representar os dados: gráfico de barras ou gráfico de pizza. Vocês vão ter que decidir juntos qual é o melhor tipo de gráfico para mostrar as informações da nossa pesquisa.”
· O professor fornece aos grupos papel, canetas coloridas e régua, se necessário, para que possam criar seus gráficos. Ele também mostra exemplos de gráficos de barras e de pizza no quadro, explicando como preencher cada um.
· Os alunos, então, trabalham em seus gráficos, discutindo e tomando decisões em grupo. O professor continua circulando pela sala, oferecendo orientação e apoio, conforme necessário.
1. Atividade “Lendo e Interpretando Nossos Gráficos de Animais de Estimação”
· Após a etapa de criação dos gráficos, o professor orienta os alunos para a última parte da atividade: “Agora, vamos olhar para os nossos gráficos e tentar entender o que eles nos dizem. Vamos comparar os diferentes tipos de animais de estimação e ver se há algum padrão ou tendência.”
· O professor guia a discussão, fazendo perguntas como: “Qual é o animal de estimação mais comum na nossa classe? E o menos comum?” e “Há mais cachorros ou gatos na nossa classe? Como vocês podem dizer isso a partir dos nossos gráficos?” Ele também incentiva os alunos a fazerem suas próprias observações e perguntas sobre os dados.
Ao longo de todas essas etapas, o professor deve encorajar a participação ativa e a colaboração entre os alunos, reforçando a importância de ouvir e respeitar as ideias dos outros. Ele também deve estimular os alunos a pensarem criticamente sobre os dados, fazendo perguntas para ajudá-los a interpretar e analisar as informações. Por fim, o professor deve sempre lembrar os alunos de que a matemática é divertida e útil, e que eles estão usando essas habilidades para aprender mais sobre si mesmos e sobre seus colegas de classe.
Retorno (10 - 15 minutos)
1. Discussão em Grupo
· O professor reúne todos os alunos em um grande círculo e inicia uma discussão em grupo. Começa perguntando: “Quais foram as conclusões que vocês conseguiram tirar da nossa pesquisa?”.
· Ele deve encorajar os alunos a compartilharem suas descobertas e observações, incentivando-os a usar a linguagem matemática correta. Por exemplo, se um aluno diz: “Nós temos mais cachorros do que gatos”, o professor pode perguntar: “Como vocês sabem disso? O que o gráfico de barras nos mostra?”.
· O professor deve garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de falar e que todas as contribuições sejam valorizadas. Ele deve enfatizar que não há respostas certas ou erradas neste tipo de atividade, mas sim diferentes maneiras de interpretar os dados.
1. Conexão com a Teoria
· Após a discussão, o professor faz a ligação entre as atividades práticas e a teoria. Ele pode dizer: “O que fizemos hoje foi uma forma de pesquisa. Nós coletamos dados, fizemos perguntas, representamos os dados em gráficos e interpretamos os resultados. Isso é o que as pessoas fazem quando querem saber mais sobre alguma coisa, seja os lanches favoritos dos alunos da escola, os animais de estimação de uma turma ou até mesmo os gostos de uma população inteira”.
· O professor também pode reforçar a importância da matemática no dia a dia, dizendo: “Vocês viram como a matemática pode nos ajudar a entender melhor o mundo ao nosso redor? Ela podenos ajudar a organizar informações, a fazer perguntas e a encontrar respostas. E isso é algo que todos vocês podem fazer, não importa a idade que tenham ou onde estejam”.
1. Reflexão Individual
· Para encerrar a aula, o professor propõe um momento de reflexão individual. Ele faz duas perguntas simples para que os alunos possam pensar sobre o que aprenderam:
· “O que vocês mais gostaram de fazer na aula de hoje e por quê?” (para avaliar o engajamento e o interesse dos alunos nas atividades realizadas)
· “O que vocês aprenderam hoje que podem usar em outras situações, dentro ou fora da escola?” (para avaliar a transferência de aprendizado e a compreensão do valor prático do que foi ensinado)
O professor deve garantir que todos os alunos tenham um momento de silêncio para pensar sobre as perguntas e, em seguida, aqueles que desejarem podem compartilhar suas respostas com a classe. Este tempo de reflexão é uma oportunidade valiosa para que os alunos consolidem o que aprenderam e para que o professor avalie a eficácia da aula.
O professor deve sempre manter um ambiente positivo e encorajador durante o retorno, valorizando as contribuições de todos os alunos e reforçando a ideia de que todos são capazes de aprender e de fazer matemática. Ele deve também reforçar que a aprendizagem é um processo contínuo, e que o que importa não é tanto o que se sabe agora, mas o que se está disposto a aprender e a descobrir.
Conclusão (5 - 10 minutos)
1. Resumo dos Conteúdos Aprendidos
· O professor inicia a conclusão resumindo os principais pontos abordados na aula. Ele pode dizer: “Hoje, aprendemos sobre o que é uma pesquisa, como coletar dados, como representar esses dados em gráficos e como interpretar esses gráficos. Nós fizemos uma pesquisa sobre nossos animais de estimação, coletamos os dados, criamos gráficos e analisamos os resultados juntos”.
· Ele deve reforçar os conceitos principais, lembrando os alunos sobre a importância de coletar dados de maneira precisa, de escolher o tipo de gráfico adequado para representar os dados e de interpretar os gráficos corretamente para obter informações úteis.
1. Conexão entre Teoria e Prática
· Em seguida, o professor conecta a prática das atividades realizadas com a teoria aprendida. Ele pode dizer: “Nós vimos que o que aprendemos teoricamente sobre pesquisa e representação de dados pode ser aplicado na prática. Nós fizemos uma pesquisa, coletamos dados e usamos esses dados para criar gráficos. E, mais importante, aprendemos como ler e interpretar esses gráficos para obter informações”.
· Ele deve reforçar que a matemática não é apenas uma disciplina teórica, mas uma ferramenta poderosa que pode ser usada para entender e descrever o mundo ao nosso redor.
1. Sugestões de Materiais Complementares
· O professor, então, sugere alguns materiais extras para os alunos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto. Pode ser recomendado livros didáticos com atividades de coleta e representação de dados, sites educativos com jogos interativos de coleta e interpretação de dados, e até mesmo vídeos educativos que explorem o tema de pesquisa e representação de dados de maneira divertida e envolvente.
· Ele pode dizer: “Se vocês quiserem aprender mais sobre pesquisa e representação de dados, eu posso sugerir alguns livros, sites e vídeos que podem ajudar. É sempre bom explorar mais sobre um assunto que nos interessa!”
1. Relevância do Assunto para o Dia a Dia
· Por fim, o professor conclui a aula ressaltando a importância e a utilidade do que foi aprendido para o dia a dia dos alunos. Ele pode dizer: “Lembrando que a pesquisa e a representação de dados são habilidades muito úteis. Nós usamos essas habilidades o tempo todo, sem nem perceber. Por exemplo, quando vemos um gráfico de clima na previsão do tempo, isso é o resultado de uma pesquisa e de representação de dados. Ou quando comparamos os preços de produtos no supermercado, também estamos coletando dados e fazendo uma pequena pesquisa. Então, o que aprendemos hoje é algo que pode ser aplicado em muitas situações do dia a dia”.
· Ele deve encorajar os alunos a olharem ao redor e procurarem exemplos de pesquisa e representação de dados na vida real, para que possam ver a relevância e a aplicação prática desses conceitos.
O professor deve sempre concluir a aula de maneira positiva e encorajadora, lembrando aos alunos que eles são capazes de aprender e de aplicar o que aprenderam. Ele deve reforçar que a matemática é uma disciplina divertida e útil, e que eles estão adquirindo habilidades que serão valiosas não apenas na escola, mas também em suas vidas futuras.

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