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PROJETO INTEGRADOR 
CONTABILIDADE E TERCEIRO SETOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2021/2 
 
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 
ESCOLA DE NEGÓCIOS 
 
 
 
 
 
RUAN CARLLO FELIPE LEME GONÇALVES COSTA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROJETO INTEGRADOR 
 
TERCEIRO SETOR 
 
 
Estudo apresentado como requisito parcial 
para a disciplina Projeto 
Integrador/Laboratório de Gestão dos 
Cursos Digitais, da Escola de Negócios, da 
Universidade do Vale do Itajaí. 
 
Professor (a): Claudia Catarina Pereira 
 
 
 
 
 
 
 
2021/2 
 
 
SUMÁRIO 
 
1 Perspectiva Histórica do Terceiro Setor ............................................................ 10 
2 Aspectos Tributários no Terceiro Setor ............................................................. 12 
3 Prestação de Contas no Terceiro Setor ............................................................. 13 
4. Títulos e Certificações Disponíveis ................................................................... 16 
5. Identificando Entidades do Terceiro Setor ....................................................... 20 
6. Referências .......................................................................................................... 23 
 
 
 
 
1 Perspectiva Histórica do Terceiro Setor 
 
 
 Nossa sociedade consiste em organizações e sistemas com visões e propósitos 
diferentes, uma das maneiras encontradas para organizar e buscar realizar algum 
propósito que os indivíduos não conseguem atuando sozinhos, é dividindo em 
setores sociais, conhecidos como primeiro setor, segundo setor e terceiro setor. 
 
 O primeiro setor, conhecido também como setor público, representa o Estado, 
composto pela União, Estados, Distrito Federal, Municípios e demais empresas 
públicas e fundações públicas. O primeiro setor não tem fins lucrativos e a sua 
principal motivação é o interesse público. 
 
 O segundo setor, corresponde à livre iniciativa, popularmente conhecido como 
“mercado”. Ele é composto por empresas privadas, que têm por finalidade o 
exercício de atividade econômica, que busca o lucro como resultado. 
 
 O terceiro setor é composto por instituições religiosas, ONGs, entidades 
beneficentes, organizações compostas por voluntários, entre outros, não há fins 
lucrativos e os objetivos são de caráter social. 
 
 A expressão “Terceiro Setor” começou a ser usada nos anos 70 nos EUA para 
identificar um setor da sociedade no qual atuam organizações sem fins lucrativos, 
voltadas para a produção ou a distribuição de bens e serviços públicos. 
Na Europa e na América do Norte, e mesmo na América Latina, os movimentos 
associativos tiveram a sua origem nos séculos 16 e 17, inicialmente com o caráter 
religioso ou político. 
 
 Essa situação mudou pouco, durante os séculos seguintes, mas a partir de 1800 
surgem às primeiras associações patronais e os sindicatos de trabalhadores; estes 
últimos criando posteriormente os primeiros partidos políticos que defenderiam os 
seus interesses no âmbito da política pública do Estado. Com o início da Segunda 
Guerra Mundial, trouxeram grandes transformações políticas e sociais por todo o 
mundo. 
 No Brasil, as ONGs têm personalidade jurídica de direito privado e podem 
ser: associações, fundações, organizações religiosas e partidos políticos. 
 Apesar da grande heterogeneidade entre as ONGs, como diversidade e 
diferenças de porte, objetivos específicos, recursos econômicos, etc., destacam-se 
as seguintes características comuns: 
 
*Não há proprietários; 
*Possuem autonomia diretiva; 
*Suprem parcialmente o papel do Estado no atendimento a determinadas 
necessidades sociais; 
*Possuem estrutura e presença institucionais; 
*São constituídas pelo interesse social; portanto, visam proporcionar 
benefícios sociais; 
*São agentes econômicos; 
*Precisam obter recursos para a própria sobrevivência e a manutenção de 
suas atividades (esses recursos podem ser públicos e/ou privados); 
*Não deve haver qualquer distribuição de resultados entre os seus 
membros ou colaboradores, reinvestindo os superávits obtidos; 
*Podem gozar de privilégios fiscais, conforme a legislação vigente. São 
exemplos de ONGs; hospitais filantrópicos, entidades ambientalistas, sindicatos, 
associações desportivas, organizações religiosas, associações de bairros. 
 
 A pandemia do Coronavírus trouxe instabilidade e incerteza para todos os setores 
da sociedade, e teve bastante impacto no terceiro setor. No Brasil, com a piora da 
pandemia em 2021, houve uma queda significativa nas doações, o que dificultou o 
trabalho de organizações sociais. O quadro se agravou por causa do isolamento 
social, que exigiu que as empresas fechassem as portas para conter a disseminação 
do vírus, além da redução do valor do auxílio emergencial oferecido pelo governo. 
 
 
 
 
 
 
2 Aspectos Tributários no Terceiro Setor 
 
 As entidades do terceiro setor, perante ao âmbito tributário, estão divididas em 
dois grupos: 
 
1) As imunes e 
2) As que somente podem gozar de isenções. 
 
 As imunes são regulamentadas através da Constituição Federal, conforme 
disposto no Art. 150. 
 
 
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é 
vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: 
VI – Instituir impostos sobre: 
b) templos de qualquer culto; 
c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas 
fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de 
educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os 
requisitos da lei; (BRASIL, 1988, Art. 150). 
 
 
 O grupo que se enquadrar no Art. 150, tem imunidade tributária, tanto no âmbito 
federal, quanto estadual e municipal, porém é necessário cumprir alguns requisitos, 
e os principais estão dispostos no Código Tributário Nacional (CNT) e são eles: não 
haver distribuição de lucros, aplicação completa dos recursos nas atividades 
exercidas. 
 
 O grupo das entidades isentas possuem o benefício de isenção do imposto de 
renda e contribuição social sobre o lucro, a isenção do Imposto de Renda está 
disposto na Lei 9.532/1997 a partir do Art. 13. 
 
 
 
3 Prestação de Contas no Terceiro Setor 
 
 
 Efetuar a prestação de contas é uma forma de comprovar através de documentos 
a utilização do dinheiro pertencente à entidade. É importante estar sempre atento 
aos recebimentos e pagamentos até o momento em que a prestação de contas será 
apresentada e aprovada. 
 
 A prestação de contas dos recursos financeiros (privados e públicos), recebidos ou 
movimentados pela entidade, deve ser feita de forma segregada, com base na 
Interpretação ITG 2002, aprovada pela Resolução nº 1409/2012, da lavra do 
Conselho Federal de Contabilidade, com fundamento legal na alínea “f”, do Decreto-
Lei nº 9.295/46. 
 
 Conforme apresentada na Cartilha de Prestação de Contas das Entidades do 
Terceiro Setor, elaborado pelo Ministério Público do Estado de Sergipe, os 
documentos que devem constar da prestação de contas das entidades sem fins 
lucrativos, que envolve recursos de qualquer natureza são: 
 
a) fotocópia do estatuto e de ata da última eleição, com identificação dos dirigentes 
da entidade, com RG, CPF e endereço; 
 
b) comprovante de inscrição da pessoa jurídica junto à Receita Federal – CNPJ; 
 
c) ata de constituição no caso de fundação privada; 
 
d) informações sobre a sede; 
 
e) relatório de atividades com explicitação de todas as ações desempenhadas no 
exercício financeiro, de acordo com as finalidades estatutárias da instituição, 
devendo conter: 
 
 
 
 
 
I) objetivos estatutários; 
II) origem dos recursos utilizados; 
III) infraestrutura utilizada, com informações sobre a capacidade técnica e 
operacional; 
 
IV) a identificação de cada ação, serviço e bem adquirido, com as devidas 
justificações, além de projeto, programa ebenefício a executar. 
 
f) as demonstrações contábeis são: o balanço patrimonial, a demonstração do 
resultado do período, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a 
demonstração dos fluxos de caixa e as notas explicativas, que deve registrar todos 
os recursos públicos e privados, de forma segregada, conforme previsto na NBC TG 
007, NBC TG 26 e alterações posteriores ou na Seção 3 da NBC TG 1000, e na 
ITG 2002 R 1, aplicável a cada entidade; 
 
g) demonstrativo (planilha) integral de despesa e receita, evidenciando os 
rendimentos de aplicação financeira e o saldo recolhido, se houver; 
 
h) relação dos documentos de despesa, ordenados cronologicamente e 
devidamente numerados, mencionando o nome do beneficiário, com CPF ou CNPJ e 
o valor; 
 
i) inventário patrimonial em relação a todos os bens móveis e imóveis; 
 
j) fotocópia de fichas ou equivalentes da escrituração contábil fiscal – ECF, que 
substituiu a DIPJ (a partir do exercício de 2016) e comprovante de entrega à Receita 
Federal; 
 
l) relação de todas as contas bancárias (conta corrente, aplicação poupança, etc.), 
acompanhadas de cópias dos extratos bancários, de janeiro a dezembro de cada 
exercício, que comprovem as transferências bancárias, respectivos saldos no 
encerramento do exercício e conciliação bancária; 
 
m) fotocópia de todas as notas fiscais, recibos e dos cheques nominais ao real 
beneficiário (quando não for possível a transferência bancária), de ordens de 
pagamento, DOC, transferências entre contas diversas - TED, correspondentes às 
despesas realizadas, com certificação digital, se for o caso; 
 
n) fotocópia das guias de recolhimento dos tributos descontados dos beneficiários 
dos pagamentos; 
 
o) fotocópia da Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social 
GFIP/ SEFIP, se houver relação trabalhista; 
 
p) declaração de qual procedimento adotado para a seleção de pessoal, 
contratação de obras, serviços e para aquisição de bens, como por exemplo, mapa 
cotação de preço; 
 
q) fotocópias da folha de pagamento (emissão obrigatória para fins de fiscalização 
trabalhista e previdenciária) e dos recibos de pagamento de salários - quando 
houver relação trabalhista; 
 
r) relação de pessoas que prestam o serviço voluntário à entidade com os 
respectivos termos de adesão firmados; 
 
s) fotocópia da Raiz – relação de informações anuais, se houver empregados; 
 
t) parecer do conselho fiscal sobre as contas da entidade de cada exercício, quando 
houver; 
 
u) declaração de autenticidade de todos os documentos juntados pelo presidente/ 
responsável da entidade sem fins lucrativos, com base no art. 408, do CPC, ou 
certificação digital, no caso de plataforma eletrônica, conforme determina art. 68, da 
Lei nº 13.019/2014. Todos os demonstrativos contábeis devem ser assinados por 
profissional da contabilidade. 
 
4. Títulos e Certificações Disponíveis 
 
 Para que a instituição adquira caminhos perenes de sustentabilidade, deverá 
peregrinar pela busca de reconhecimentos de utilidade pública na seara pública, 
beneficiando-se da repartição do orçamento público por meio de seus atores que, 
via de regra, compõe o Poder Executivo. 
 
 A seguir, se delineiam alguns dos reconhecimentos necessários para que as 
entidades que almejam fomentar suas atividades por meio dos aludidos recursos. 
 
1) Organizações Sociais: 
 
 De acordo com a lei nº 9.637/98, o Poder Público poderá qualificar como 
organizações sociais pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, cujas 
atividades sejam dirigidas ao ensino, à pesquisa científica, ao desenvolvimento 
tecnológico, à proteção e preservação do meio ambiente, à cultura e à saúde, 
atendidos aos requisitos previstos na referida lei. 
 
 Essa qualificação possibilita à organização receber recursos orçamentários, por 
meio de Contrato de Gestão, instrumento firmado com vistas à formação de parceria 
entre as partes para fomento e execução de atividades relativas às áreas acima 
relacionadas. A Legislação Federal que institui a figura da OS representa apenas um 
modelo às demais esferas (municipal e estadual). Portanto, cada ente pode legislar a 
respeito dos serviços que entenderem necessários. 
 
 Conforme abordado na Lei nº 9.637/98 os requisitos básicos para gozar dos 
direitos e benefícios de uma organização social são: 
 
a) não podem ter finalidade lucrativa e todo e qualquer legado ou doação recebida 
deve ser incorporado ao seu patrimônio; de igual modo, os excedentes financeiros 
decorrentes de suas atividades; 
b) finalidade social em qualquer das áreas previstas na lei: ensino, saúde, cultura, 
ciência, tecnologia e meio ambiente; 
 
c) possuir órgãos diretivos colegiados, com a participação de representantes do 
Poder Público e da comunidade; 
d) publicidade de seus atos; 
e) submissão ao controle do Tribunal de Contas dos recursos oficiais recebidos (o 
que já existe); 
f) celebração de um contrato de gestão com o Poder Público, para a formação da 
parceria e a fixação das metas a serem atingidas e o controle dos resultados. 
 
 
2) Organização Civil de Interesse Público 
 
 São regulamentadas pela Lei nº 9.790/99, afim de fortalecer as entidades da 
sociedade civil que prestavam serviços de utilidade pública, criando meios mais 
favoráveis, eficazes e transparentes de relacionamento entre elas e o Poder Público. 
 
 Podem requerer a qualificação de OSCIP as entidades que atuam com: 
 
a) assistência social; 
b) da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico; 
c) gratuita da educação; 
d) gratuita da saúde; 
e) da segurança alimentar e nutricional; 
f) do voluntariado; 
g) defesa, preservação e conservação do meio ambiente. 
h) do desenvolvimento econômico e social e combate à pobreza; 
i) experimentação, não lucrativa, de novos modelos socioprodutivos e de sistemas 
alternativos de produção, comércio, emprego e crédito; 
j) de direitos estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria jurídica 
gratuita de interesse suplementar; 
k) ética, paz, cidadania, direitos humanos, democracia e de outros valores 
universais; 
l) estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e 
divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam 
respeito às atividades mencionadas neste artigo. 
 
A qualificação de OSCIP confere as seguintes vantagens à organização: 
 
 Remuneração de dirigentes; 
 Termo de Parceria com o Poder Público; 
 procedimento de obtenção da qualificação centralizado e simplificado, com 
critérios objetivos; 
 possibilidade de receber doações de pessoas jurídicas, dedutíveis até o limite 
de 2% do lucro operacional; 
 possibilidade de receber bens apreendidos, abandonados ou disponíveis, 
administrados pela Secretaria da Receita Federal. 
 
2) Certificado de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS Ou 
CEAS) 
 
 Esta qualificação é um Certificado dado às pessoas jurídicas de direito privado, 
sem fins lucrativos, reconhecidas como entidades beneficentes de assistência social, 
com prestação de serviços nas áreas de assistência social, saúde ou educação. Os 
requisitos e exigências para seu requerimento estão dispostos na Lei 12.101/2009 
 
 Conforme o disposto citado atenriormente podem requerer o CEBAS as entidades 
que atuem nas seguintes áreas: 
 
a) promoção de ações de prevenção, habilitação e reabilitação de pessoas 
portadoras de deficiências; 
b) promoção gratuita da assistência educacional ou de saúde; 
c) promoção da integração ao mercado de trabalho; 
d) promoção do desenvolvimento da cultura; 
e) promoção do atendimento e do assessoramento aos benefícios da Lei 
Orgânica da Assistência Social e a defesa dos seus direitos. 
f) promoçãoda proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e 
à velhice, amparo a crianças e adolescentes carentes; 
 
O CEBAS possibilita a isenção da cota patronal ao INSS e de outras contribuições 
sociais (CPMF, CSL, PIS, COFINS). 
 
3) Título de Utilidade Pública Federal – concedido às associações ou fundações. 
 
 O Título de Utilidade Pública Federal é o mais antigo: foi criado em 1935 pela Lei 
nº 91. A solicitação deve ser feita ao Ministério da Justiça, na divisão de Outorgas e 
Títulos. Caso o pedido seja deferido, será publicado decreto no Diário Oficial da 
União. Além do federal, o Título de Utilidade Pública também é concedido nos 
âmbitos estadual e municipal, podendo uma organização sem fins lucrativos pleiteá-
lo nas três esferas. 
 
As organizações que podem aderir são as sociedades civis, as associações e as 
fundações, que não remunerem seus dirigentes, sejam constituídas no país e que 
tenham o fim exclusivo de servir desinteressadamente à coletividade podem 
requerer o Título de Utilidade Pública Federal. 
 
 
 
5. Identificando Entidades do Terceiro Setor 
 
Para exercitar os seus conhecimentos sobre o tema do terceiro setor sugiro 
que você realize uma pesquisa com o objetivo de identificar pelo menos duas 
instituições do terceiro setor atuantes em sua cidade. Para tanto, siga o seguinte 
roteiro: 
a) Nome e área de atuação (quais são as instituições?); 
ASSOCIAÇÃO DE EQUOTERAPIA VALE DO ITAJAI E LITORAL – 
(ADEQUO) – Tem por finalidade a prestação de serviços de Equoterapia 
às pessoas com deficiência e/ou necessidades especiais, promovendo seu 
bem estar e facultando o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual 
e social, em condições de liberdade e de dignidade. 
 
INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS – ILPI – 
ASILO DOM BOSCO - É uma organização não governamental da 
sociedade civil, que visa promover o atendimento e institucionalização de 
pessoas idosas, dependentes, semi dependentes ou independentes, 
vulneráveis ou não de recursos econômico financeiros e familiares, 
garantindo proteção integral aos mesmos, promovendo seu bem estar 
físico, mental e social, viabilizando acesso às políticas públicas 
promovendo a garantia dos direitos sociais. 
 
b) Qual o tempo de atuação? 
A ADEQUO possuí 13 anos de atuação na região do Vale do Itajaí. 
O ASILO DOM BOSCO tem 13 anos de atuação em Itajaí. 
 
 
c) Título ou certificação dessas entidades? 
ADEQUO possui registro no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e 
Adolescente de Itajaí, no Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas 
com Deficiência de Itajaí, Conselho Municipal de Assistência Social do 
Município de Itajaí, Conselho Municipal de Direitos da Criança e 
Adolescente do Município de Balneário Camboriú, também possui o Selo 
Social no Município de Itajaí e o Selo Social no Município de Brusque e 
também é filiada a ANDE-BRASIL, a qual possui a certificação do CEBAS. 
O ASILO DOM BOSCO foi considerado como utilidade pública pelos 
serviços pretados na cidade de Itajaí através da Lei 921/68 | Lei nº 921 de 
20 de dezembro de 1968. 
 
d) Qual o público? A quem se destinam as atividades dessas instituições? 
O público alvo da ADEQUO são as pessoas com deficiência e/ou 
necessidades especiais. 
O ASILO DOM BOSCO, visa promover o atendimento e institucionalização 
de pessoas idosas, dependentes, semi dependentes ou independentes, 
vulneráveis ou não de recursos econômico financeiros e familiares, 
garantindo proteção integral aos mesmos, promovendo seu bem estar 
físico, mental e social, viabilizando acesso às políticas públicas 
promovendo a garantia dos direitos sociais. 
 
 
 
 
 
 
e) Elas possuem parceria com Primeiro ou Segundo Setor? 
A ADEQUO possuí parcerias com algumas empresas privadas, afim de promover e 
captar recursos para as atividades da ONG. As empresas que apoiam a ADEQUO 
associam suas marcas a uma instituição e a Equoterapia. A ADEQUO concede um 
selo de responsabilidade social para que as empresas parceiras divulguem o seu 
envolvimento. A Empresa Parceira recebe este reconhecimento ao destinar recursos 
financeiros para a ADEQUO. 
O ASILO DOM BOSCO possui parcercerias com ambos os setores, porém a maior 
parte dos seus recursos são oriundos de convênios firmados com a Prefeitura de 
Itajaí, pois é um projeto de interesse público e de grande valia para a sociedade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6. Referências 
 
Sergipe. Ministério Público. Cartilha de Prestação de Contas das Entidades do 
Terceiro Setor. Projeto ONG Transparente. Sergipe 2020. Disponível em: < 
https://www.mpse.mp.br/wp-content/uploads/2020/04/Cartilha-de-
Presta%C3%A7%C3%A3o-de-Contas.pdf> Acessado em: 30 Ago. 2021. 
 
Escola Aberta Terceiro Setor. Disponível em: < 
https://www.escolaaberta3setor.org.br/post/o-que-s%C3%A3o-o-primeiro-segundo-e-
terceiro-setores > Acessado em: 30 Ago 2021. 
Portal Tributário. Disponível em: < 
http://www.portaltributario.com.br/artigos/imunidadesisencoes.htm > Acessado em: 
30 Ago 2021. 
 
São Paulo. Procuradoria Geral do Estado de São Paulo. Organizações Sociais. São 
Paulo. Disponível em: < 
http://www.pge.sp.gov.br/centrodeestudos/revistaspge/revista5/5rev6.htm> 
Acessado em: 18 Set 2021 
 
Brasil. Ministério do Desenvolvimento Social. Certificação de Entidades Beneficentes 
de Assistência Social – CEBAS. Brasil. Disponível em: < 
http://mds.gov.br/assuntos/assistencia-social/entidade-de-assistencia-
social/certificacao-de-entidades-beneficentes-de-assistencia-social-cebas>

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