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AtIvIDADEsAtIvIDADEs Urso Baleia Leão-marinho Castor Toupeira Morcego Marmota Esquilo voador Preguiça Chimpanzé Lobo Antílope (antilocapro) R ep ro d uç ão p ro ib id a. A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . 294 U n id a d e B • Ev o lu çã o b io ló g ic a III. Modificações de estruturas e funções em um grupo, que favorecem sua sobrevivência. IV. Determinada pelo isolamento reprodutivo, que pode ter como causa o isolamento geográfico. A alternativa correta é a) I-4; II-2; III-3; IV-1. c) I-2; II-3; III-4; IV-1. e) I-1; II-3; III-4; IV-2. b) I-3; II-1; III-2; IV-4. d) I-1; II-2; III-3; IV-4. 16 (PUC-RJ) Leia as afirmativas abaixo, com relação à evolução dos seres vivos. I. O mecanismo da evolução caracteriza-se basicamente por uma mudança na frequência de certos genes na população, causada por mutação, seleção natural, isolamento geográfico e reprodutivo ou deriva genética. II. Quando, através do isolamento geográfico, uma população se torna diferente da população original e atinge um isolamento reprodutivo, dizemos que surgiu uma nova espécie. III. A mutação é uma alteração na sequência de bases do DNA, podendo ser espontânea ou provocada por agentes ambientais. Somente as mutações que ocorrem nas células reprodutoras têm importância evolutiva. IV. Segundo Darwin, através da seleção natural, as espécies serão representadas por indivíduos cada vez mais adaptados ao ambiente em que vivem. Dessas afirmativas, admitem-se como verdadeiras as indicadas na opção: a) I, II, III e IV. b) I e II. c) II e III. d) I, II e III. e) I, III e IV. 17 (Unimontes-MG) A evolução é corroborada por um conjunto de fatores. A figura abaixo ilustra um desses fatores. Analise-a. Considerando a figura e o assunto abordado, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta. a) O processo evidenciado pela figura é denominado de irradiação adaptativa. b) Quando uma espécie adquire a capacidade de explorar novos ambientes, seguindo-se o isolamento geográfico, pode ocorrer o processo representado. c) As espécies representadas guardam características da sua ancestralidade. d) A analogia entre as estruturas das espécies é uma forte evidência da ocorrência do processo representado. 18 (Fatec-SP) Várias são as etapas do processo de especiação por cladogênese. Dentre elas citam-se: I. diferenciação do conjunto gênico de subpopulações isoladas; II. incapacidade dos membros de duas subpopulações se cruzarem, produzindo descendência fértil; III. separação física de duas subpopulações de uma espécie. A sequência correta dessas etapas é a) I, II, III. c) II, III, I. e) III, I, II. b) II, I, III. d) III, II, I. AtIvIDADEsAtIvIDADEs (A) Espécie 1 Espécie 2 (B) Espécie 1 Espécie 2 Espécie 3 tempo R ep ro d uç ão p ro ib id a. A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . 295 C a p ít u lo 1 1 • O ri g e m d a s e sp é ci e s e d o s g ra n d e s g ru p o s d e s e re s vi vo s 19 (UEL-PR) Na natureza, indivíduos de espécies di- ferentes raramente se acasalam. Algumas vezes isso acontece, resultando em embriões que não se desenvolvem ou em descendentes estéreis ou de fertilidade reduzida. Esse esforço reprodutivo, que nem sempre compensa, é resultado de a) recombinação gênica. b) mutação gênica. c) mecanismos que favorecem o acasalamento entre espécies diferentes. d) mecanismos que conduzem ao isolamento reprodutivo. e) ligação e permuta genética. 20 (Cefet-PR) Qual a condição inicial básica para que ocorra o processo de formação de raças? a) Isolamento reprodutivo. b) Isolamento geográfico. c) Seleção natural. d) Esterilidade de F1. e) Superioridade do híbrido. 21 (UFRGS-RS) O esquema abaixo refere-se a dois modelos de especiação (A e B). 30 mil anos. Este fóssil poderia ter sido qualquer um dos animais abaixo, exceto a) um peixe ósseo marinho. b) uma ave de pequeno porte. c) um mamífero roedor. d) um invertebrado aquático. e) um dinossauro de grande porte. 23 (UFRGS-RS) Leia o texto abaixo. “Mais de 99% das espécies que surgiram sobre a Terra estão extintas. Cada evento de extinção modifica a fauna e a flora do período seguinte me- diante eliminação de alguns tipos de organismos e aumento relativo de outros. Nos últimos séculos, a intervenção humana, deliberada ou não, passou a desempenhar um papel sem precedentes na história da vida.” (Adaptado de W. K. Purves et al. Vida: a ciência da Biologia. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 391-394.) Considere as seguintes afirmações sobre processos de extinção de espécies. I. A extinção natural é resultado de constantes modificações dos ecossistemas e da seleção adaptativa. II. A destruição e a fragmentação do hábitat são importantes causas de extinção de espécies. III. A redução acentuada de indivíduos de uma espécie poderá levá-la à extinção por baixa variabilidade genética. Quais estão corretas? a) Apenas I. d) Apenas II e III. b) Apenas II. e) I, II e III. c) Apenas I e III. 24 (UFPR) O geneticista Jeremy Rifkin, em publicação recente, faz reflexões sobre o impacto das novas tecnologias e avanços da engenharia genética em nossas vidas. No que se refere à transferência de genes entre espécies diferentes, sugere que certos conceitos sejam repensados: “Uma espécie biológica [...] deve ser vista como um depósito de genes que são potencialmente transferíveis. Uma espécie não é meramente um volume de capa dura da biblioteca da natureza. Ela também é um livro de folhas soltas cujas páginas individuais, os genes, podem estar disponíveis para uma transferência seletiva e modificação de outras espécies”. (Adaptado de J. Rifkin. O século da biotecnologia. São Paulo: Makron Books, 1999. p. 36.) Considerando o ponto de vista do autor, identifi- que nas alternativas abaixo o que é atualmente aceito como correto (C) ou errado (E) sobre espécie e especiação. a) Populações de uma mesma espécie, geografica- mente isoladas, sofrem as mesmas mutações e processos de seleção natural, o que lhes permite ajustar-se às circunstâncias de cada ambiente. b) A condição inicial para que haja a formação de raças é a seleção natural. Considere as afirmações abaixo relacionadas ao esquema. I. O modelo A representa um exemplo de espe- ciação filética, que pressupõe a ocorrência de isolamento geográfico. II. O modelo A representa especiação por anagênese, que envolve seleção natural e adaptação a modi- ficações graduais nas condições ambientais. III. O modelo B representa especiação por clado- gênese, que envolve isolamento de populações, adaptação a diferentes ambientes e isolamento reprodutivo. Quais estão corretas? a) Apenas I. b) Apenas II. c) Apenas III. d) Apenas I e III. e) Apenas II e III. 22 (PUC-RS) Alguns radioisótopos são utilizados na biologia para datar fósseis e rochas antigas com o objetivo de compreender a evolução da vida no planeta. Dois importantes radioisótopos utilizados neste sentido são o carbono-14 e o potássio-40, os quais têm uma meia-vida, respectivamente, de 5.700 anos e de 1,3 bilhão de anos. Ao medir-se a proporção de carbono-14 em um exemplar fóssil de um animal, foi possível concluir, com elevado grau de confiança, que este deve ter vivido há cerca de AtIvIDADEsAtIvIDADEs R ep ro d uç ão p ro ib id a. A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . 296 U n id a d e B • Ev o lu çã o b io ló g ic a c) O isolamento geográfico é uma das condições para que haja especiação. d) As diferenças genéticas entre duas populações de uma mesma espécie, quando isoladas geo- graficamente, tendem a se acentuar. e) Membros de uma mesma espécie intercruzam- -se livremente, dando origem a descendentes férteis. 25(UFPel-RS) “Fóssil de animal pré-histórico é encon- trado no município de Santa Maria por equipe de paleontólogos alemães.” Essa frase possivelmente apareceu nos maiores jornais do Rio Grande do Sul, ao final dos anos vinte, com as primeiras descobertas paleontológicas de répteis no estado. Ao analisarmos a quantidade de répteis fósseis no período Triássico do Rio Grande do Sul (180 milhões de anos), é possível notar que a maior parte deles é composta por dicinodontes e rincossauros, ambos herbívoros. São raríssimos os exemplares encontrados de tecodontes carnívoros. A partir dessas informações, você poderia concluir que, nesse ecossistema pré-histórico, a) o número de presas era menor que o de pre- dadores, fato comum até mesmo nas cadeias alimentares atuais. b) o número de presas era maior que o de preda- dores, fato observado nas cadeias alimentares atuais. c) os dicinodontes e os rincossauros eram mais numerosos porque predavam os tecodontes. d) os tecodontes eram menos numerosos porque concorriam pelo mesmo alimento com os dici- nodontes e os rincossauros. e) os rincossauros predavam os dicinodontes, con- correndo, assim, diretamente com os tecodon- tes, promovendo o declínio de sua população. 26 (Enem-MEC) Pesquisas recentes estimam o seguinte perfil da concentração de oxigênio (O2) atmosférico ao longo da história evolutiva da Terra: 40 30 20 10 0 Tempo (milhões de anos) –600 –500 –400 –300 –200 –100 0 Hoje C on ce nt ra çã o de O 2 (% ) No período Carbonífero, entre aproximadamente 350 e 300 milhões de anos, houve uma ampla ocor- rência de animais gigantes, como insetos voadores de 45 centímetros e anfíbios de até 2 metros de comprimento. No entanto, grande parte da vida na Terra foi extinta há cerca de 250 milhões de anos, durante o período Permiano. Sabendo-se que o O2 é um gás extremamente importante para os processos de obtenção de energia em sistemas biológicos, conclui-se que: a) a concentração de nitrogênio atmosférico se manteve constante nos últimos 400 milhões de anos, possibilitando o surgimento de animais gigantes. b) a produção de energia dos organismos fotossin- téticos causou a extinção em massa no período Permiano por aumentar a concentração de oxigênio atmosférico. c) o surgimento de animais gigantes pode ser explicado pelo aumento de concentração de oxigênio atmosférico, o que possibilitou uma maior absorção de oxigênio por esses animais. d) o aumento da concentração de gás carbônico (CO2) atmosférico no período Carbonífero cau- sou mutações que permitiram o aparecimento de animais gigantes. e) a redução da concentração de oxigênio atmosfé- rico no período Permiano permitiu um aumento da biodiversidade terrestre por meio da indução de processos de obtenção de energia. 27 (Enem-MEC) Se a exploração descontrolada e predatória verificada atualmente continuar por mais alguns anos, pode-se antecipar a extinção do mogno. Essa madeira já desapareceu de extensas áreas do Pará, do Mato Grosso, de Rondônia, e há indícios de que a diversidade e o número de indi- víduos existentes podem não ser suficientes para garantir a sobrevivência da espécie a longo prazo. A diversidade é um elemento fundamental na so- brevivência de qualquer ser vivo. Sem ela, perde-se a capacidade de adaptação ao ambiente, que muda tanto por interferência humana como por causas naturais. Internet: <www.greenpiece.org.br> (com adapta- ções). Com relação ao problema descrito no texto, é cor- reto afirmar que a) a baixa adaptação do mogno ao ambiente ama- zônico é causa da extinção dessa madeira. b) a extração predatória do mogno pode reduzir o número de indivíduos dessa espécie e prejudicar sua diversidade genética. c) as causas naturais decorrentes das mudanças cli- máticas globais contribuem mais para a extinção do mogno que a interferência humana. d) a redução do número de árvores de mogno ocorre na mesma medida em que aumenta a diversidade biológica dessa madeira na região amazônica. e) o desinteresse do mercado madeireiro interna- cional pelo mogno contribuiu para a redução da exploração predatória dessa espécie. Questões discursivas 28 (UFC-CE) “Em 1997, no município de Monte Alto, noroeste de São Paulo, foram encontrados fósseis de uma espécie ainda desconhecida de dinossauros, pertencente à família dos titanossauros, que viveu há 85 milhões de anos. A diferença entre o dinossauro de Monte Alto e as três dezenas de titanossauros já identificadas está na for- ma das vértebras do animal, nunca antes vista. Além disso, os pesquisadores já constataram que o novo titanossauro, um adulto em seus 15 metros de comprimento e 15 toneladas, era menor e mais leve do que os espécimes encontrados na Argen- tina, que chegavam a medir 25 metros e a pesar 25 toneladas. Segundo Reinaldo Bertini, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), ‘isso