Logo Passei Direto
Buscar

Tempo, Clima e Fatores Climáticos

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

GEOGRAFIA 
 
1) TEMPO E CLIMA 
Hoje em dia é muito comum utilizarmos aplicativos no celular antes de sairmos, para 
consultarmos a previsão do tempo para aquele dia ou final de semana, planejarmos uma viagem 
ou simplesmente não errarmos na escolha da roupa (bateu saudade do mundo pré-pandemia e 
daquela liberdade de sair por aí faça chuva ou faça sol, né?! Por aqui também...). Um exemplo de 
onde podemos encontrar tal informação com segurança é o site do Climatempo, onde é possível 
verificar as condições meteorológicas, a respeito das temperaturas mínima e máxima para 
diferentes localidades (medida, aqui no Brasil, em ºC [graus Celsius], e em alguns outros países 
em ºF [graus Farenheit]), bem como a umidade do ar, a probabilidade de chover, nevar, entre 
outros aspectos, como você pode verificar aqui: https://www.climatempo.com.br/previsao-do-
tempo/cidade/321/riodejaneiro-rj . Jornais e emissoras de TV também dedicam atenção à 
divulgação das condições atmosféricas. É fundamental que citem a fonte de dados e informações 
utilizada (essa questão é básica para toda e qualquer pesquisa, tratando-se de dar crédito a quem 
produziu algo sobre o qual iremos nos debruçar). Duas siglas costumam ser vistas, a saber: 
CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) e INPE (Instituto Nacional de 
Pesquisas Espaciais). Você mesmo pode buscar as informações direto na fonte: 
https://clima.cptec.inpe.br/ . 
Tudo o que falamos até agora refere-se ao tempo atmosférico ou meteorológico, que 
é o estado físico atual da atmosfera em um determinado local e instante, sendo caracterizado 
pelas condições de temperatura, umidade, vento, radiação, chuva etc. Quando você quer puxar 
assunto com alguém e dizer que esquentou ou esfriou, você está se referindo ao tempo 
(qualificamos de “atmosférico” ou “meteorológico” porque também existe o “tempo geológico”, o 
“tempo histórico”...). Já mudança de clima é outra coisa, não acontece de um dia/semana/mês/ano 
para outro. Este assunto (mudanças climáticas) trataremos em breve, em outro material. 
Mas então, o que é clima? Esta palavra origina-se do grego e significa “inclinação” de 
ponto da Terra, da linha do equador ao polo, em relação ao sol, referindo-se, portanto, à curvatura 
da Terra, que condiciona em grande parte os diferentes tipos climáticos terrestres. Um tipo 
climático é definido a partir de uma combinação de tempos, feita através do estudo do 
comportamento médio do tempo ao longo dos meses e anos em alguma localidade. Com a 
observação contínua das características da atmosfera, o clima abrange mais dados e eventos 
possíveis das condições de tempo para uma localidade ou região. Nos anos 1960, a OMM 
(Organização Meteorológica Mundial) definiu clima como o estado médio da atmosfera 
caracterizado pela temperatura, umidade, vento, chuva, pressão, radiação solar etc, em um 
período de no mínimo trinta anos de observação. Ou seja, o clima corresponde à história do 
comportamento do tempo atmosférico. 
2) FATORES CLIMÁTICOS 
 
Existem diferentes tipos de clima. O que define o clima de um determinado local e o 
diferencia de outros? Para oferecer essa resposta, recorremos aos fatores climáticos, que são 
os agentes causais que condicionam os atributos do clima. Fatores geográficos tais como latitude, 
altitude, continentalidade/maritimidade, tipo de corrente oceânica (fria ou quente), interferem nos 
atributos do clima. 
 
- Latitude: devido ao formato 
aproximadamente esférico (na 
verdade, de um elipsóide) da 
Terra, os raios solares que 
incidem sobre a sua superfície 
através de inclinações variadas. 
Observe, na imagem ao lado, a 
angulação reta (90º) na altura da 
linha do equador (onde os raios 
incidem perpendicularmente, 
proporcionando maior calor), e a 
inclinação mais oblíqua 
(inclinada) dos raios solares ao 
atingirem os polos. Assim, 
vemos que a variação latitudinal 
é o principal (mas não o único) 
fator de diferenciação climática, 
definindo as zonas climáticas 
(tropicais, temperadas e 
polares). 
 
 
 
- Altitude: A distância de um determinado 
local em relação ao nível do mar também 
influencia o clima. Pense nos jogos de 
futebol, quando um time carioca vai jogar 
em uma cidade que fica em uma altitude 
bastante elevada. Os jogadores precisam 
chegar antes para se ambientarem com o 
clima, onde a pressão atmosférica é baixa e 
o ar fica mais rarefeito. Por haver menor 
concentração de gases e de umidade, a 
retenção de calor é baixa, diminuindo a 
temperatura e contribuindo para um clima 
mais frio. Nas maiores altitudes, a área da 
menor, colaborando para o processo que 
 
superfície que recebe e irradia calor também é 
acabamos de explicar. 
 
- Albedo: Este nome se dá ao índice de reflexão de uma superfície, que varia de acordo com a 
sua cor (que depende da sua composição química e do seu estado físico). Pense nesses dias 
mais frios que têm feito em nossa cidade na última semana. Caso você fosse sair, consideraria 
usar uma roupa clara ou escura? Tenho certeza de que roupas mais próximas ao preto seriam 
mais adequadas, pois ajudam a aquecer mais. Já em dias de verão, é comum usarmos roupas 
mais claras, por serem mais leves e frescas. O branco, encontrado em espaços com neve, tem 
um albedo elevado (reflete de 75 a 90% dos raios solares incidentes), enquanto cores mais 
escuras, como o verde de áreas com florestas tropicais, têm um albedo menor (refletem cerca de 
5 a 20% da luz solar incidente). Quanto menor o albedo, maior a absorção dos raios solares, e 
com mais calor retido, maior é a irradiação. 
 
Valores do Albedo (porcentagem refletida)* 
 
*Tradução: 
Fresh snow Neve fresca Moon Lua 
Forests Florestas Water bodies Corpos hídricos 
Crops, grasslands Cultivos, pastagens Dark roof Teto/telhado escuro 
Grass Relva, grama Light roof Teto/telhado claro 
Asphalt (black top) Asfalto, topo escuro Brick, stone Tijolo, pedra, rocha 
Concrete, dry Concreto, seco (calçada) Earth’s albedo 
(average) 
Albedo terrestre 
(média) 
 
- Massas de ar: São grandes porções de ar que se deslocam de uma superfície homogênea (como 
o oceano, uma área de floresta, uma cadeia montanhosa, as calotas polares, entre outras) devido 
a diferença de pressão atmosférica em comparação com outras áreas (existem centros de baixa 
e de alta pressão atmosférica), carregando características comuns (temperatura, umidade e 
pressão) que correspondem às áreas de onde se originam. Os deslocamentos de massas de ar 
acontecem em várias escalas, desde a global até a local (podendo ocorrer entre áreas que estão 
distantes por alguns quilômetros, como acontece com o movimento da brisa marítima, ou por 
regiões muito mais abrangentes, passando por especificidades como ocorre no sul e sudeste 
asiático, com as monções). As massas de ar podem ser oceânicas (úmidas) ou continentais (secas 
– OBS: embora as que se originam em áreas de florestas possam ser úmidas), tropicais e 
equatoriais (quentes) ou temperadas e polares (frias). Para facilitar a compreensão, a primeira 
imagem abaixo mostra as características dos centros de alta pressão atmosférica (de onde partem 
os ventos) e de baixa pressão (para onde vão os ventos). A segunda imagem mostra a dinâmica 
global de circulação geral atmosférica e na terceira imagem vemos as massas de ar que 
influenciam a dinâmica climática brasileira. 
 
Centros dispersores de ventos 
 
Centros receptores de ventos 
Extraído de: Climatempo 
 
 
Massas de ar atuantes no Brasil
 
- Continentalidade e Maritimidade: Pense em um dia de verão escaldante no Rio de Janeiro 
(uma cidade litorânea) que você decide ir à praia. Chegando lá, ao pisar na areia não aguenta a 
elevada temperaturadela na parte mais afastada do mar e precisa permanecer de chinelos. 
Conforme vai se aproximando da água, a temperatura da areia vai diminuindo e a água do mar 
está gélida. Em outro dia desse verão, você decide fazer um luau com amigos para aproveitar o 
fim da quarentena e de tanto tempo sem ver e poder estar em aglomerações. Você consegue pisar 
tranquilamente na faixa de areia, pode sentir um friozinho ali, pois assim como aquece 
rapidamente, também perde calor rapidamente, e poder mergulhar no mar desfrutando de uma 
água com temperatura amena, morna e agradável, pois a água demora mais a aquecer, mas 
também leva mais tempo para perder o calor (em Física, você vai compreender melhor isso através 
do “calor específico” da água – olhe que interessante essa experiência feita em apenas 30 
segundos pelo prof. Alfredo Sotto: https://www.youtube.com/watch?v=5_UIv8h4DbA). Outra 
relação: pense em um deserto, onde faz um calor escaldante durante o dia, mas um frio Através 
desses exemplos e síntese bem simples é possível pensar na influência da continentalidade e da 
maritimidade nos climas: quanto mais próximo um local estiver de mares e oceanos, menor é a 
amplitude térmica diária (a variação entre a temperatura máxima e mínima ao longo de um dia) 
pela influência da maritimidade; e quanto mais para o interior de um continente um local estiver, 
distante do litoral, maior será a amplitude térmica diária, dada a influência da continentalidade. 
 
 
 
Infográfico: Gerson Mora (Extraído de: https://novaescola.org.br/conteudo/2280/que-fatores-interferem-na-amplitude-termica) 
 
- Correntes Marítimas: Lembra de “Procurando Nemo”? Nesse link 
(https://www.youtube.com/watch?v=7coJPtoxIVs) você pode refrescar a memória com o trecho do 
filme que mostra o Nemo (junto de tartarugas e outras espécies marinhas) se encontrando no 
almejado deslocamento da Correste Leste-Australiana, que você pode localizar no mapa abaixo. 
As correntes marinhas são esses grandes volumes de água que se deslocam pelos oceanos, em 
direções que puderam ser mapeadas e nos mostram suas áreas de origem (de onde carregam a 
característica da temperatura – podendo ser correntes frias, oriundas de zonas polares e 
temperadas, ou correntes marítimas quentes, originadas nas zonas tropicais e equatorial) e 
destino, bem como seu sentido (no Hemisfério Norte, o sentido é horário, enquanto no hemisfério 
sul, é anti-horário). Elas movimentam-se tanto pela ação dos ventos, quanto pela influência do 
movimento de rotação da Terra. Além da temperatura, da direção e sentido, as massas de ar 
também se diferenciam pela salinidade. As correntes marítimas influenciam o clima ao alterarem 
a temperatura atmosférica, como podemos observar a relação entre a formação de desertos e a 
presença de correntes marítimas frias – na costa oeste da América do Sul (deserto do Atacama - 
corrente de Humboldt), no oeste da América do Norte (deserto da Califórnia - corrente da 
Califórnia), no sul da África (deserto de Calaari - corrente de Benguela), condicionando áreas de 
baixa ocupação e densidade demográfica. 
 
Correntes marítimas e principais regiões áridas e semi-áridas do mundo 
 
Mas como correntes frias influenciam a formação de desertos? Vamos exemplificar com o 
esquema a seguir, que explica a formação do deserto do Atacama, destacada no círculo pontilhado 
no mapa acima. O que ocorre é que a corrente fria de Humboldt provoca queda da temperatura 
da massa de ar úmido que se desloca na direção do continente. Ao resfriar essa corrente de vento, 
o vapor condensa e provoca chuvas no oceano Pacífico. Ao continuar o deslocamento, a massa 
de ar, que já perdeu sua umidade ao descarregar chuvas sobre o oceano, chega ao continente 
com a característica oposta, de ar seco, conforme podemos observar no esquema a seguir. 
 
 
 
- Vegetação: Lembra que há pouco falamos do 
albedo? Então, dependendo do tipo de cobertura 
vegetal, o calor absorvido e irradiado pode ser 
diferente, o que influencia diretamente no clima. O 
grau de umidade também será afetado pelo tipo 
de vegetação. Áreas com maior e mais densa 
cobertura vegetal evitam que a incidência solar se 
dê diretamente sobre o solo, protegendo-o e 
diminuindo o seu aquecimento, ao passo que uma 
vegetação desmatada contribui para a redução da 
umidade e para a elevação das temperaturas 
médias. A título de exemplificação, observe as 
imagens a seguir, veiculadas pelo jornal O Globo 
em 19/07/2020 em uma matéria que abordava a 
importância da manutenção da Floresta 
Amazônica em pé para as atividades do 
agronegócio – mas que podemos expandir para 
além de uma esfera econômica, pensando na 
qualidade do ambiente que vivemos, do ar que 
respiramos, da água de que dependemos. 
 
 
Capa do jornal O Globo de 19/07/2020 
 
- Relevo: O relevo baixo de uma planície pode facilitar a penetração das massas de ar oceânicas 
no continente. Já um relevo mais acidentado, com a presença de uma cadeia montanhosa, pode 
bloquear e impedir a passagem de ar vinda do oceano, por exemplo, afetando a possibilidade de 
ocorrência de chuvas e a formação de ambientes secos. Um exemplo interessante é pensar no 
Nordeste brasileiro, que muitos generalizam como sendo quente e seco, como se a parte do sertão 
nordestino dominasse toda a região. Mas, ao analisarmos sua topografia, vemos o papel exercido 
pelo Planalto da Borborema como feição bloqueadora das massas de ar úmido vindas do litoral 
(onde há a Zona da Mata [Atlântica] e ainda o Agreste mais para o interior, mas antes da 
Borborema), contribuindo, assim, para o desenho das sub-regiões nordestinas. 
 
Representação do Planalto da Borborema e chuvas orográficas 
 
Subregiões do 
Nordeste 
 
3) ATRIBUTOS OU ELEMENTOS DO CLIMA 
 
Os elementos ou atributos do clima são grandezas (variáveis) que caracterizam o 
estado da atmosfera, sendo eles: radiação solar, temperatura do ar, umidade do ar, pressão 
atmosférica, precipitação e velocidade e direção do vento. Esse conjunto de variáveis descreve as 
condições atmosféricas em um dado local e instante. Os três atributos climáticos mais 
importantes são temperatura (correspondente à intensidade de calor existente na atmosfera), 
umidade (medida pela quantidade de vapor d’água presente na atmosfera, que resulta da 
evapotranspiração – evaporação da água dos corpos hídricos superficiais da Terra, somada à 
transpiração das plantas – e que pode influenciar em nossa saúde, na sensação de conforto ou 
desconforto térmico, podendo agravar problemas respiratórios em ambientes e dias muito secos) 
e pressão atmosférica (que já explicamos junto no subtópico “Massas de ar”). 
No caso da umidade, cabe alguns outros esclarecimentos. Existe a umidade absoluta, 
medida em g/m³, que corresponde à quantidade total de vapor presente na atmosfera, e a umidade 
relativa, que é a mais utilizada em previsões de tempo, pois é dada em %, correspondendo à 
relação entre a quantidade de vapor presente no momento e a quantidade de vapor suportado 
pela atmosfera. De modo que quanto mais próxima a 100% está a umidade relativa, maior é a 
probabilidade do ponto de saturação da atmosfera (o limite do quanto a atmosfera comporta de 
vapor de água) ser atingido e, assim, ocorrer precipitação. 
Observe a imagem a seguir, com a previsão do tempo de 06/08/2020 para a cidade do 
Rio de Janeiro. Além da temperatura em ºC, conseguimos verificar que a umidade relativa do ar 
está em 59%, ou seja, está a 59% de atingir o limite suportado pela atmosfera. Por isso, a 
probabilidade de ocorrência de chuva é baixa (2%). 
 
Previsão do tempo para o Rio de Janeiro (RJ) em 06/08/2020 
 
 
Existem outras formas de precipitação para além da chuva. Em áreas temperadas e 
polares, a precipitação ocorre em forma de neve quando a temperaturaestá abaixo de 0ºC . Pode 
ocorrer também precipitação sob a forma de granizo (cuidado para não confundir com granito, que 
é um tipo de rocha magmática intrusiva, bastante utilizada em pias de banheiro e em outros 
ornamentos na construção civil), que são gotas d’água congeladas em nuvens, e caem parecendo 
pedrinhas de gelo. 
 
 
Fontes consultadas: 
SENE, Eustáquio de; MOREIRA, João Carlos. Geografia geral e do Brasil – volume único. 6ª ed. São Paulo: 
Ática, 2018. 
https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=74296 
http://geoconceicao.blogspot.com/2012/03/clima-resumo-muitas-pessoas-confundem.html 
https://medium.com/@eltonwade/a-explica%C3%A7%C3%A3o-mais-simples-do-aquecimento-global-de-
todos-os-tempos-b4ceefa21dff 
https://www.climatempo.com.br/noticia/2016/12/23/alta-pressao-x-baixa-pressao-5386 
https://novaescola.org.br/conteudo/2280/que-fatores-interferem-na-amplitude-termica 
 
ATIVIDADE PROPOSTA 
 
Elabore um mapa conceitual autoral sobre o assunto abordado em uma folha de papel ofício 
(A4), de forma esquemática, sintética e bastante visual. O exemplo abaixo não é para ser copiado 
ou reproduzido na íntegra, mas apenas para servir de ilustração a respeito de como pode ser um 
mapa conceitual. Use e abuse de setas, balões de pensamento, desenhos esquemáticos, cores, 
buscando ser o mais visual possível, e o menos textual. Esse é um recurso excelente de revisão, 
sistematização e síntese de conteúdos, configurando em uma estratégia de estudo bastante 
eficaz. Será um exercício interessante antes de resolvermos algumas questões de fixação e de 
vestibulares. Ao finalizar, tire uma foto com boa resolução ou scaneie e me envie por e-mail 
(prof.amandacavaliere.geo@gmail.com). 
Caso disponha de um tempo de 45 minutos, assista a aula do prof. Leandro Almeida (professor 
do campus Duque de Caxias) gravada no canal ProEnem nesse link: 
https://www.youtube.com/watch?v=Y71m3sEaqqE sobre o tema abordado no presente material. 
Se possível, assista de forma ativa, fazendo anotações e registros do que julgar importante. 
Certamente será enriquecedora para seus estudos e para a construção do seu mapa conceitual. 
 
Exemplo de mapa conceitual – tema: “Fatores e elementos climáticos” 
Fonte: Descomplica (disponível em: https://descomplica.com.br/artigo/mapa-mental-fatores-e-elementos-do-
clima/4DM/) 
	Página 1
	Página 2
	Página 3
	Página 4
	Página 5
	Página 6
	Página 7
	Página 8
	Página 9

Mais conteúdos dessa disciplina