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avaliação A3 inglês instrumental e pensamento digital

Texto acadêmico sobre recursos tecnológicos na gestão urbana. Explica aplicações: monitoramento de tráfego, água e energia, gestão de resíduos, transporte público, qualidade ambiental, segurança e participação cidadã; cita a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes e tecnologias como IoT, Big Data e IA.

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UNISUL - 11/2023
UC INGLÊS INSTRUMENTAL E PENSAMENTO DIGITAL
 A explicação é dada com base nos textos apresentado e nos conhecimentos aprendidos sobre o tema, explicando a importância e as formas de utilização dos recursos tecnológicos na gestão das cidades.
Aluna: Giséle Ãbreeu
3° Semestre - Farmácia
A utilização de recursos tecnológicos na gestão das cidades é fundamental para enfrentar os desafios da urbanização. Com a crescente quantidade de dados disponíveis, as tecnologias permitem coletar, analisar e interpretar essas informações de forma eficiente, possibilitando uma melhor compreensão do funcionamento da cidade e a tomada de decisões mais embasadas. Os recursos tecnológicos podem ser aplicados em diversas áreas da gestão urbana. Na infraestrutura, por exemplo, sistemas inteligentes podem monitorar o tráfego, gerenciar o abastecimento de água e energia, otimizar o transporte público e promover a segurança. Na área ambiental, sensores e dispositivos conectados podem monitorar a qualidade do ar e da água, auxiliando no controle da poluição e na preservação dos recursos naturais. Além disso, as tecnologias também permitem a criação de plataformas digitais que facilitam a interação entre os cidadãos e o governo. Por meio de aplicativos móveis e portais online, os moradores podem reportar problemas, solicitar serviços públicos, participar de consultas populares e receber informações atualizadas sobre a cidade. Certamente com base no que já foi citado, sabemos que os recursos tecnológicos têm desempenhado um papel cada vez mais importante na gestão das cidades, contribuindo para torná-las mais eficientes, sustentáveis e seguras. Também temos a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, mensionada no texto, não é uma legislação, mas uma espécie de sociedade de guia, com princípios e diretrizes, que oferece um arcabouço para gestores públicos, empresas e civis implementarem ações e políticas externas para o desenvolvimento de cidades mais inteligentes e conectadas. Este documento é moldado para se adequar às particularidades e desafios de cada localidade, incentivando a adoção de soluções tecnológicas adaptadas às necessidades específicas de cada região. Essa carta contem Inovação Tecnológica, estímulo à adoção de tecnologias emergentes, como IoT (Internet das Coisas), Big Data, inteligência artificial, entre outras, para melhorar os serviços urbanos e a gestão municipal sendo ela um pacto que estabelece padrões de desenvolvimento urbano sustentável no Brasil, considerando os riscos e oportunidades da transformação digital. Ela foi desenvolvida colaborativamente por instituições públicas e privadas e oferece estratégias e recomendações para o uso de recursos tecnológicos na gestão das cidades. Portando algumas formas de utilização desses recursos, já descritos, como o monitoramento e controle do tráfego, que são utilizados sensores e câmeras instalados nas ruas para coletar dados em tempo real sobre o tráfego, permitindo um melhor gerenciamento do fluxo de veículos e a implementação de estratégias para reduzir congestionamentos. No gerenciamento de resíduos sólidos é realizada a implantação de sistemas de coleta inteligente, utilizando sensores para monitorar os níveis de lixo em contêineres, otimizando as rotas de coleta e reduzindo custos. Na otimização do uso de energia é utilizado sensores e dispositivos inteligentes para monitorar e controlar o consumo de energia em edifícios públicos, iluminação pública e infraestrutura, visando a eficiência energética. Com sistemas de transporte inteligentes se é dada a implementação de soluções tecnológicas para melhorar o transporte público, como aplicativos que fornecem informações em tempo real sobre horários, rotas e disponibilidade de transporte. Também se apresenta na melhoria da segurança pública mediante utilização de câmeras de vigilância conectadas a sistemas de monitoramento centralizados, análise de dados em tempo real e uso de algoritmos para detectar atividades suspeitas e responder rapidamente a incidentes. Na participação cidadã, o uso de plataformas digitais se é dada para envolver os cidadãos na gestão da cidade, permitindo que eles relatem problemas, sugiram melhorias e participem ativamente na tomada de decisões. A utilização de recursos tecnológicos na gestão das cidades não apenas melhora a eficiência dos serviços urbanos, mas também contribui para a redução das desigualdades socioeconômicas e para o desenvolvimento sustentável. Os recursos tecnológicos permitem que as cidades automatizem tarefas, reduzam custos e melhorem a produtividade. Por exemplo, o uso de sistemas de informação geográfica (SIG) permite que as cidades gerenciem melhor seus recursos naturais e infraestrutura. Ao promover a participação cidadã e facilitar o acesso à informação, as tecnologias permitem que todos os segmentos da sociedade sejam envolvidos nas decisões que afetam suas vidas. No entanto, é importante ressaltar que a implementação dessas tecnologias deve ser feita de forma responsável e inclusiva, levando em consideração aspectos como a privacidade dos dados, a segurança cibernética e a acessibilidade para todos os cidadãos, independentemente de sua condição socioeconômica ou habilidades digitais. 
 
Referências bibliográficas:
Descrita conforme as unidades da Uc Inglês instrumental e Pensamento Digital.
Livros do estudo e da unidade complementar.
https://cartacidadesinteligentes.org.br/.
https://eventos.fgv.br/sites/eventos.fgv.br/files/arquivos/u595/20220329_-_framework_smart_cities-_medium.pdf

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