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UFMS- UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL
LICENCIATURA EM HISTÓRIA
GUSTAVO RODRIGUES MOURA
“Com base em autores como Mészàros (2002), Antunes (1999) e Harvey (1989),
defendemos a tese contrária de que a crise atual não se encontra no Estado, é
uma crise estrutural do capital. As estratégias de superação da crise como o
Neoliberalismo, a Globalização, a Reestruturação Produtiva e a Terceira Via é que
estão redefinindo o papel do Estado” (PERONI, 2008, p. 02).
CAMPO GRANDE-MS
2024
A crise, realmente não se encontra no Estado, e sim no capital, pois faz com que a
exploração do capitalismo cause com sigo uma ganância maior pelo lucro deixando de
lado as necessidades sociais, gerando uma crise estrutural, formada a partir da
exploração do mercado e o capital.
De acordo com o filósofo István Mészáros, a crise estrutural pode ser observada de quatro
seguintes formas: ela é universal, tem alcance global, existe uma escala de tempo definida
e se evolui de forma rastejante. Ou seja, é algo que engloba um aspecto total do social,
baixando a taxa de lucro gradativamente devido a uma superprodução, como no caso do
Fordismo e Taylorismo, em meados de 1970.
Além disso, com o surgimento de crises estruturais, que vêm afetando o mundo cada vez
mais, a ideia de bem estar social vai se extinguindo, devido a necessidade de ampla
participação no trabalho, gerando dominância geral. E, mesmo sabendo quais são os
limites estruturais e estratificados que o capital tem, aparentemente ele tem a prioridade
de tentar reestruturar prejuízos passados, afetando o Estado, impedindo a modificação do
mercado.
REFERÊNCIAS
DE OLIVEIRA SOUZA, D. et al. VIII Seminário de Saúde do Trabalhador (em
continuidade ao VII Seminário de Saúde do Resposta do capital à sua crise
estrutural: reestruturação produtiva 1 , questão social, globalização e saúde. [s.l:
s.n.]. Disponível em: <http://www.proceedings.scielo.br/pdf/sst/n8/05.pdf>.
 
http://www.proceedings.scielo.br/pdf/sst/n8/05.pdf

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