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1 ESTUDO COMPARATIVO ENTRE MÉTODOS CONSTRUTIVOS COM O USO DO BIM GUILHERME PACHECO MATHIAS – pachecomathias.guilherme@gmail.com RODRIGO ANICET LEITE - rodrigoanicetleite@hotmail.com PROF. Me. ANTONIO IVO DE BARROS MAINARDI NETO (Orientador) – ivo.mainardi@mackenzie.br RESUMO O programa Autodesk Revit, utilizado para o desenvolvimento de modelos BIM, permite a extração de quantitativos dos insumos de um projeto. Com estes dados é gerado um comparativo orçamentário na etapa de estrutura entre dois métodos construtivos, um em estrutura de concreto armado e outro em estrutura pré-moldada. Ambos métodos foram adaptados ao mesmo projeto de arquitetura, um edifício de 5 pavimentos, com 6 apartamentos por andar, térreo/área comum e cobertura técnica. O artigo apresenta as vantagens e práticas de utilização do BIM para orçamentos de obra objetivando a definição de qual o melhor método construtivo em quesito de orçamento de estrutura. Palavras-chave: BIM. Comparativo método construtivo. Orçamento. COMPARATIVE STUDY BETWEEN CONSTRUCTIVE METHODS WITH THE USE OF BIM ABSTRACT The Autodesk Revit program, used for the development of BIM models, allows the extraction of quantitative inputs for a project. With this data, a budget comparison is generated in the structure stage between two construction methods, one in a reinforced concrete structure and the other in a precast structure. Both methods were adapted to the same architectural project, a 5-storey building, with 6 apartments per floor, ground floor/common area and technical coverage. The article presents the advantages and practices of using BIM for construction budgets, aiming to define the best construction method in terms of structure budgeting. Keywords: BIM. Comparative constructive method. Budget. 2 1 INTRODUÇÃO Atualmente existem várias possibilidades de projetos estruturais, para atender o mesmo tipo de edificação. Estes diferentes tipos apresentam características que podem possuir diferentes vantagens como no setor econômico, tempo de execução ou geração de resíduos. Ao fazer a concepção estrutural, o responsável deve considerar aspectos, como: manter a estética e a funcionalidade do projeto arquitetônico, ter uma ideia aproximada dos esforços atuantes na estrutura, métodos construtivos e custos (ALBUQUERQUE, 1999). Nesta pesquisa, foram selecionados 2 tipos: O concreto armado é um tipo de estrutura que utiliza armações feitas com barras de aço. Essas ferragens são inseridas no concreto, sendo o primeiro resistindo aos esforços de tração e o segundo aos de compressão (CARVALHO, 2014). Esse sistema construtivo é bastante comum e pouco oneroso economicamente, não exigindo uma mão de obra específica, tendo fácil disponibilidade no mercado. “As estruturas de concreto são comuns em todos os países do mundo, caracterizando-se pela estrutura preponderante no Brasil. Comparada a estruturas com outros materiais, a disponibilidade dos materiais constituintes (concreto e aço) e a facilidade de aplicação, explicam a larga utilização das estruturas de concreto, nos mais variados tipos de construção, como edifícios de pavimentos, pontes e viadutos, reservatórios, barragens, pisos industriais, pavimentos rodoviários e de aeroportos, paredes de contenção, obras portuárias, canais, etc.” (BASTOS, 2019, p.1). Os pré-fabricados são estruturas de concreto produzidos em uma fábrica, fora do canteiro de obras, com intuito de serem utilizadas posteriormente (ORDONEZ, 1974). Para a sua produção são seguidas normas rígidas e controle tecnológico para atendimento a todas as normas de desempenho e cargas que serão recebidas, utilizando mão de obra especializada e máquinas específicas. O uso de estruturas pré-fabricadas de concreto na construção civil tem contribuído para a industrialização do setor, proporcionando maior velocidade de execução e maior qualidade de produção. Neste método mais industrializado, as peças podem ser produzidas e entregues na metade do tempo, se compararmos ao convencional moldado in loco. (ACKER, 2002). Nos últimos anos, as peças pré-fabricadas vem ganhando cada vez mais espaço, sendo muitas vezes combinadas com outros métodos construtivos e isso se deve principalmente a esta industrialização. “A industrialização da construção civil, através da utilização de peças de concreto pré-fabricados, promoveu um salto de qualidade nos canteiros de obras, pois através de componentes industrializados com alto controle ao longo de sua produção, com materiais de boa qualidade, fornecedores selecionados e mão-de-obra treinada e qualificada, as obras tornaram-se mais organizadas e seguras” (SERRA, 2004). 3 No mercado atual, encontramos a construção civil como uma indústria atrasada, com baixa produtividade, grande desperdício de material, morosidade e baixo controle de qualidade (EL DEBS, 2000). “O termo “industrialização” é entendido como processo evolutivo que, através de ações organizacionais e da implementação de inovações tecnológicas, métodos de trabalho, técnicas de planejamento e controle objetiva incrementar a produtividade e o nível de produção e aprimorar o desempenho da atividade construtiva” (FRANCO, 1992). As indústrias hoje se encontram em constante evolução, e para isso, precisam estar sempre se reinventando e se atualizando com o surgimento de novas tecnologias. A indústria da construção civil é hoje, a indústria que menos inova quando em comparação com as outras, é um dos motivos para a produtividade deste setor ter evoluído tão pouco nos últimos anos (figuras 1 e 2). Quantidades necessárias para a construção, os gastos com mão de obra Figura I: Produtividade na construção civil Fonte: Site Mckinsey 5 Figura II: Produtividade na construção civil comparada a outros setores 4 Fonte: Site Mckinsey 6 A construção civil teve durante décadas a produção estrutural in loco como método construtivo amplamente utilizado, se tornando praticamente um padrão, porém, dado o contexto atual de inovação, métodos construtivos como os pré-moldados e estruturas metálicas vem ganhando espaço, prometendo maior velocidade, maior precisão de execução e canteiros de obra com mais espaço e mais limpos. Figura III: Produtividade na construção civil em comparação à outros países Fonte: Site Mckinsey 7 5 Analisando a figura III, podemos verificar que os investimentos do Brasil com construção é maior que o de outros países subdesenvolvidos, porém, é um dos países com menor produtividade e baixo crescimento de produtividade entre os anos de 1995 e 2015, o que mostra que, com o alto investimento feito no setor de construção civil, poderíamos ter tido um retorno muito maior sobre o investimento se tivéssemos melhor produtividade. Utilizando a opção de um software BIM para fazer um estudo comparativo entre métodos construtivos, esperamos ter uma análise fundamentada de como seria a estrutura, quais os materiais e as suas quantidades necessárias para a construção. 2 REVISÃO DA LITERATURA 2.1 COMPARAÇÃO ENTRE MÉTODOS CONSTRUTIVOS: Silva et al (2018) fizeram um estudo comparativo de viabilidade econômica de uma rampa de concreto armado e pré-moldado. A constatação foi de que a estrutura moldada in loco custou apenas 1,7% a mais que a estrutura pré-moldada, apesar de ter tido o custo de mão de obra 50,5% mais caro. Apesar disso, os pré-moldados se mostraram mais viáveis por terem um prazo de execução 50% menor que a estrutura convencional. Tabela XV: Comparativo de custos Concreto Armado x Pré-Moldado Fonte: TCC Amaury Sousa Silva 2.2 UTILIZAÇÃO DO BIM PARA COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO De acordo com Khemlani (2006), a estimativa de custos é muito mais complexa que simples obtenção de uma lista de materiais e suas dimensões, para ele, se trata de análise de edificações,agrupamento de itens que se conectem em um grupo construtivo, pensamento e possíveis variáveis. Para Wu et al (2014) ainda existem poucos estudos que colocam BIM como associação para orçamentos. É chamada a atenção para os profissionais que realizam orçamentos e quantitativos para o BIM e as suas vantagens. Vitásek & Matějka (2017) estudou como uma das vantagens para o profissional orçamentista a não realização de levantamentos, mas sim, apenas a verificação dos dados extraídos através de Software. Isso pouparia o tempo de conferências em desenhos e aplicaria melhor nas estimativas de custos com preços dos insumos. Segundo Kymmel (2008), “outra dificuldade na elaboração de um orçamento é a visualização incorreta de informações contidas no projeto”, visto que na modelagem 3D e 4D isso 6 não aconteceria, por conta das riquezas de detalhes contidas nos projetos, diminuindo em muito os erros de informações contidas em projetos. Eastman et al (2008) apresenta no The BIM Handbook (2008), 3 métodos onde o profissional orçamentista pode utilizar o BIM como ferramenta de orçamento, seriam elas: 1. Exportar quantitativos de objetos da edificação para um software de orçamentação O profissional pode enviar os quantitativos para uma outra ferramenta ou banco de dados, o mais usual é o próprio MS Excel 2. Conectar a ferramenta BIM diretamente ao software de orçamentação A instalação de plug-in, que seriam extensões, seria umas das melhores opções, dados que com certas informações, tais como, quais passos e recursos são necessários para a construção do mesmo, além de informações de mão de obra, equipamentos, tempos e gastos com materiais. 3. Usar uma ferramenta BIM de levantamento de quantitativos Segundo o autor, é a opção que mais pouparia tempo do orçamentista, visto que ele não precisaria dominar várias ferramentas, apenas a de extração, além de permitir verificações manuais e conferências. 2.2.1 PROCESSO DE ORÇAMENTAÇÃO ATRAVÉS DO BIM Forgues (2012, apud MOREIRA, 2018, p.30) realizou um estudo em um escritório de projetos, para a implantação do BIM. No artigo, de início foi analisado o processo de orçamento tradicional, isto é, retirando o quantitativo através do Autodesk AutoCad, em seguida colocando em Softwares específicos de estimativas de custo, para assim, gerar um orçamento. Em seguida, ainda neste mesmo estudo, foi elaborado um modelo no D-Profiler, um software que integra modelagem 3D com estimativas de custos, também foi elaborado um modelo em Autodesk Revit, onde foram extraídos os dados do projeto. No final, foram apresentadas diversas mudanças no procedimento de orçamentação da empresa, porque através do estudo, notaram-se oportunidades de melhorias com a aplicação do BIM. 2.2.2 ESTUDO DE CASO COMPARATIVO COM E SEM O BIM Jesus et al (2020) publicou um estudo onde realizaram o quantitativo de um mesmo projeto utilizando o Autodesk AutoCad e o Autodesk Revit. Com o intuito de comparar a produtividade da elaboração de quantitativos com as ferramentas. No estudo, foi realizado um levantamento das quantidades nos projetos via Autocad, isto, com o apoio da tabela SINAPI (Sistema Nacional de Preços e Índices para a Construção Civil. Figura VIII: Levantamento de quantidade com o AutoCad 7 Fonte: Jesus et al (2020) Já no Autodesk Revit, após a modelagem foi realizada uma revisão com relação aos detalhes, medidas e acabamentos, pois estes, interferem diretamente nas tabelas geradas. No Software foram extraídos dois tipos de planilhas, uma de quantidade, que apenas contabiliza os itens, e a outra seria o levantamento, que apresenta as informações que compõem o item. Assim como o levantamento do Autodesk Autocad, neste as quantidades foram colocadas com o seu custo unitário, retirado da tabela SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) para geração do custo total, assim como na Figura X. Figura IX: Levantamento de quantidade com o REVIT Fonte: Jesus et al (2020) Segundo Jesus et al (2020), os resultados obtidos demonstraram uma agilidade significativa entre o tempo de levantamento dos dois métodos (figura VIII). Figura X: Comparativo entre tempo quanto em levantamento 8 Fonte: Jesus et al (2020) Em outro tópico, os autores comparam os valores dados no serviço de alvenaria, tanto com relação à metragem, quanto ao valor final orçado. Conforme figura IX. Figura XI: Comparativo entre quantidades levantadas Fonte: Jesus et al (2020) Como conclusão, Jesus et al (2020) apontam que além de mais rápida, a utilização da modelagem BIM se torna ainda mais precisa, além de uma facilidade caso de alteração do projeto. 3 METODOLOGIA 3.1 CONCRETO ARMADO: O procedimento de orçamento para a estrutura de concreto armado se iniciou com o projeto de arquitetura do empreendimento, com 3 pavimentos, um térreo e uma cobertura técnica (Figura IV, figura V). Figura IV: Vista 3D do empreendimento 9 Fonte: Próprios Autores desse projeto Figura V: Vista piso do pavimento tipo Fonte: Próprios Autores desse projeto Figura VI: Vista piso do pavimento tipo 10 Fonte: Próprios Autores desse projeto Com isso foi elaborado um projeto base, modelando em estrutura de concreto armado (figura VI). Após a modelagem, executamos a quantificação de área e volumes através do Revit e exportação para o Excel (Tabela I). Tabela I, II e III: Levantamentos extraídos do REVIT 11 Fonte: Próprios Autores desse projeto O passo seguinte foi a elaboração do orçamento com as quantidades extraídas e os custos unitários de acordo com a tabela SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices), foi montada uma tabela com as descrições dos insumos inclusos em cada item do orçamento utilizando a tabela SINAPI analítica. Tabela IV: Descrição dos insumos em cada item do orçamento Fonte: Próprios Autores desse projeto Em seguida, os valores adotados dos mesmos insumos foram conforme a tabela SINAPI sintética, desse modo, não foi necessária a consideração de coeficientes dos insumos nos itens, pois a tabela já consta o valor final. Gerando o orçamento; 12 Tabela V: Orçamento da estrutura em concreto armado Fonte: Próprios Autores desse projeto Os valores de aço foram obtidos através de uma conta com o volume de concreto da peça, pilar, viga ou laje, com a taxa de aço. Essa taxa foi obtida através de uma pesquisa entre construtoras presentes atualmente no mercado, onde seguiram os parâmetros da tabela a seguir: Tabela VI: Orçamento da estrutura em concreto armado Fonte: Próprios Autores desse projeto O valor da quantidade de escoramento é a soma de todas as metragens de formas, considerando assim, travamento nos pilares, escoramento no fundo de vigas, travamento nas vigas e escoramento nas lajes. 3.2 PRÉ-MOLDADO: 13 O início foi similar ao projeto de estrutura de concreto armado, tomando como base o projeto arquitetônico, foi feita a modelagem da estrutura pré-moldada, através colunas retangulares com mísulas, vigas apoiadas e lajes pré-moldadas com núcleo vazado. Figura VII: Vista 3D da estrutura em pré moldado Fonte: Próprios Autores desse projeto Com isso foi extraído um quantitativo dos insumos através do Revit (tabela VII). Tabela VII, VIII e IX: Levantamentos extraídos do REVIT Tabela de pilar estrutural 14 Pilar Volume 1 0,30 m³ 2 0,30 m³ 3 0,30 m³ 4 0,30 m³ 5 0,30 m³ 6 0,30 m³ 7 0,30 m³ 8 0,30 m³ 9 0,30 m³ 10 0,30 m³ Levantamento Viga Vigas Volume 1 0,07 m³ 20,07 m³ 3 0,07 m³ 4 0,07 m³ 5 0,07 m³ 6 0,07 m³ 7 0,07 m³ 8 0,07 m³ 9 0,07 m³ 10 0,07 m³ 15 Levantamento laje Laje Volume 1 0,34 m³ 2 0,34 m³ 3 0,34 m³ 4 0,34 m³ 5 0,35 m³ 6 0,35 m³ 7 0,35 m³ 8 0,35 m³ 9 0,35 m³ 10 0,35 m³ Fonte: Próprios Autores desse projeto O passo seguinte foi a elaboração dos custos de grupo. Para isso foi utilizado o caderno técnico de composição para pré-moldado da Caixa Econômica Federal, com eles retiramos as composições de insumos dos itens de pilar, viga e laje, com os coeficientes desses insumos. Imagem X: Insumos inclusos no item de Vigas pré-fabricadas 16 Fonte: Caderno técnico de composição para pré-fabricados da Caixa Econômica Federal Após isso, foi preenchida os valor unitários conforme a tabela SINAPI Tabela XI: Insumo de Guindaste conforme a tabela SINAPI Fonte: Tabela SINAPI 17 Com o preenchimento dos valores unitários completos, é preenchida a coluna de coeficientes, este item é considerado de acordo com a tabela SINAPI. Em seguida é gerado um valor de cada item, somando, tornando o custo total do grupo. Tabela XII: Insumo de Guindaste conforme a tabela SINAPI Fonte: Próprios autores Tabela XIII: Descrição dos insumos em cada item do orçamento Fonte: Caderno técnico de composição para pré-fabricados da Caixa Econômica Federal Gerando assim, o orçamento final da estrutura do edifício de pré-moldado. 18 Tabela XIV: Orçamento pré-molado Fonte: Próprios autores 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Após analisar os resultados, foi constatado que a estrutura pré-moldada é mais viável economicamente. O valor da estrutura de concreto foi de R$285.555,96, já o valor de pré-moldado R$241.546,21. Foi constatado alguns pontos positivos e negativos em cada método construtivo, mas, vale destacar os itens de escoramento e concretagem do orçamento de concreto armado, que fazem com que o concreto armado seja mais caro, pois esses itens não são considerados no orçamento de pré- moldado, visto que as peças são fabricadas e entregues prontas, sem necessidade de concretagem em obra e escoramento para o tempo de resistência da peça. Por fim, conclui-se que é mais vantajoso economicamente para o empreendimento estudado, o tipo de estrutura de pré-fabricado, sendo R$ 44.009,75 mais barato, quase 15% mais vantajoso.. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Essa pesquisa acaba chegando ao seu objetivo principal de destacar, em questão econômica, qual a melhor alternativa de tipo estrutura para o empreendimento em questão. Deixa-se como limitações e lacunas para serem preenchidas em futuras pesquisas, outras etapas de obras que podem ser comparadas, tais como tipos de fundação, tipos de vedações internas do empreendimento e tipos de acabamentos. Uma limitação desta pesquisa é que apenas foi estudado o quesito econômico e não o cronograma da obra, tampouco outros quesitos como, geração de resíduos e mão de obra. Entende-se que o estudo elaborado pode ter um outro resultado caso o empreendimento estudado seja de um porte maior, visto que as peças de pré-moldado teriam que ter uma maior resistência de carga, tornando-a mais cara e o içamento dessas peças seriam com guindastes específicos, tornando o item de “içamento” mais significativo por exemplo. REFERÊNCIAS ACKER, A. V. Manual de Sistemas Pré-fabricados de Concreto. Tradução: Marcelo Ferreira, ABCIC, 2002. 19 ALBUQUERQUE, A. T. Análise de alternativas estruturais para edifícios em concreto armado. 1999. 100f. 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