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Atividade contextualizada sobre gestão de riscos e estrutura de capital, explicando relação risco‑retorno, alavancagem financeira e operacional; análise da empresa Albatroz S.A. (98,41% capital de terceiros) e recomendações para reduzir endividamento e ajustar prazos.

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ATIVIDADE CONTEXTUALIZADA
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Disciplina: Gestão de Riscos
ANÁLISE DA EMPRESA ALBATROZ S.A
Quando uma empresa considera realizar um investimento, ela se depara com a necessidade de avaliar cuidadosamente os riscos envolvidos em relação aos retornos esperados. Esta relação entre risco e retorno é fundamental: quanto maior o retorno potencial de um projeto ou investimento, maior é o risco associado a ele. Portanto, é crucial realizar uma análise meticulosa para mitigar possíveis perdas de capital.
A relação entre risco e retorno pode ser quantificada através da alavancagem, pois quanto maior a alavancagem, maior o retorno, mas também maior é o risco de dívidas. Existem dois tipos principais de alavancagem utilizados pelas empresas: alavancagem financeira e alavancagem operacional.
A alavancagem financeira avalia como as mudanças nos resultados são afetadas pelas dívidas e suas despesas financeiras, enquanto a alavancagem operacional examina o impacto dos custos fixos nas vendas. Portanto, é essencial encontrar um equilíbrio adequado na estrutura de capital da empresa para garantir uma gestão eficaz do risco e do retorno.
A estrutura de capital de uma empresa é composta por capital de terceiros e capital próprio. O capital de terceiros engloba tanto o passivo circulante, que são obrigações de curto prazo vencendo em até 12 meses, como salários e contas a pagar, quanto o passivo não circulante, representando obrigações de longo prazo como empréstimos e financiamentos. 
Já o capital próprio abrange as contas do patrimônio líquido que corresponde aos recursos próprios da empresa, calculado pela diferença entre ativos e passivos. É importante manter uma estrutura de capital equilibrada, pois influencia diretamente situação financeira e a capacidade de investimento.
A Albatroz S.A. apresenta uma estrutura de capital desequilibrada, com um capital de terceiros significativamente maior do que o capital próprio. Isso se reflete na participação do capital de terceiros, que representa 98,41% do capital total, aumentando o risco de insolvência para a empresa. 
Recomendo que a empresa reavalie suas estratégias de vendas para aumentar a geração de capital próprio, reduzindo assim a dependência de financiamento externo. Além disso, pode ser benéfico buscar prazos mais longos para pagamento de dívidas, visando melhorar o desempenho financeiro e operacional.
Referências Bibliográficas
Libaldi Neto, Pedro.Gestão de riscos [recurso eletrônico] / Pedro Libaldi Neto. – Recife: Telesapiens, 2020.
Treasy. Alavancagem Financeira e Operacional: crescer com capital de bancos e investidores é uma boa opção? Disponível em: <https://www.treasy.com.br/blog/alavancagem-financeira-operacional/>. Acesso em: 10 de fev. 2024.

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