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Apostila de Treinamento Data: Abril 2023 Capacitação NR 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS As fontes devem ser respeitadas em seu tamanho, cor e entrelinhas 1 Público: Colaboradores que trabalham em instalações que possuem processos contendo produtos Infamáveis e combustível; Objetivo do Treinamento: É estabelecer requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis, cumprindo o disposto na NR 20 do Ministério da Econômia. Beneficios esperados: Segurança nos processo industriais, por meio de multiplicação de conhecimentos e prevenção de incidentes. APRESENTAÇÃO 1 | Subtópicos Instrutores: Lourenço Canaver Robson Bittencourt Tatiane Henriques ‹nº› Páginas de conteúdo. Sugere-se que conteúdos densos sejam pensados e divididos em tópicos e subtópicos. Estes podem ser aplicados em duas ou três colunas acompanhados de ícones. Mais detalhes sobre a utilização de ícones nos slides finais de Referências. 2 ACORDO DE CONVIVÊNCIA Por favor, desligue seu celular e rádio. Saídas ao banheiro estão liberadas! Durante o café, manter a organização, limpeza e jogue o lixo no coletor correto. Ao finalizar o treinamento, deixe a sala limpa, organizada e no padrão definido. Por favor, não utilizar notebook durante o treinamento. ‹nº› Páginas de conteúdo. Sugere-se que conteúdos densos sejam pensados e divididos em tópicos e subtópicos. Estes podem ser aplicados em duas ou três colunas acompanhados de ícones. Mais detalhes sobre a utilização de ícones nos slides finais de Referências. 3 NR 20 – INSTALAÇÃO CLASSE II – 6 HORAS Curso Básico – Conteúdo Programático I) Conteúdo programático teórico: 1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos; 2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis; 3. Fontes de ignição e seu controle; 4. Proteção contra incêndio com inflamáveis; 5. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis; II) Conteúdo programático prático: 1. Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis. ‹nº› Páginas de conteúdo. Sugere-se que conteúdos densos sejam pensados e divididos em tópicos e subtópicos. Estes podem ser aplicados em duas ou três colunas acompanhados de ícones. Mais detalhes sobre a utilização de ícones nos slides finais de Referências. 4 NR 20 – INSTALAÇÃO CLASSE II – 14 HORAS Curso Intermediário – Conteúdo Programático Conteúdo programático teórico: Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos; 2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis; 3. Fontes de ignição e seu controle; 4. Proteção contra incêndio com inflamáveis; 5. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis; 6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20; 7. Análise Preliminar de Perigos/Riscos: conceitos e exercícios práticos; 8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis; II) Conteúdo programático prático: 1. Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis. ‹nº› NR 20 – INSTALAÇÃO CLASSE II - 20 HORAS e) Curso Avançado – Conteúdo Programático I) Conteúdo programático teórico: 1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos; 2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis; 3. Fontes de ignição e seu controle; 4. Proteção contra incêndio com inflamáveis; 5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis; 6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20; 7. Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos; 8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis; 9. Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas; 10. Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis; 11. Noções básicas de segurança de processo da instalação; 12. Noções básicas de gestão de mudanças. II) Conteúdo programático prático: 1. Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis. ‹nº› NR 20 – CURSO AVANÇADO ‹nº› NR 20 FOCO NR 20 Tem foco na gestão (sistêmica); Abrange o ciclo de vida de uma instalação; Incorpora normas Internacionais. ‹nº› NR 20 – ABRANGÊNCIA Esta NR se aplica às atividades de: a) extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis, nas etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e desativação da instalação; b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de líquidos combustíveis, nas etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e desativação da instalação. ‹nº› NR 20 – APLICAÇÃO Esta NR não se aplica: às plataformas e instalações de apoio empregadas com a finalidade de exploração e produção de petróleo e gás do subsolo marinho, conforme definido na Norma Regulamentadora 37; e b) às edificações residenciais unifamiliares. ‹nº› NR 20 – DEFINIÇÕES Líquidos inflamáveis: São líquidos que possuem ponto de fulgor ≤ 60º C. Gases inflamáveis: Gases que inflamam com o ar a 20º C e a uma pressão padrão de 101,3 kPa. Líquidos combustíveis: São líquidos com ponto de fulgor > 60º C e ≤ 93º C. NOTA: Para entender melhor o que é um líquido combustível e um inflamável, deve-se definir o que é o ponto de fulgor. Ponto de fulgor é a menor temperatura em que um líquido fornece vapor suficiente para formar uma mistura inflamável quando uma fonte de ignição, como faísca, chamas abertas, etc. está presente. ‹nº› NR 20 – DEFINIÇÕES ‹nº› https://www.youtube.com/watch?v=TJHkZWiAgYg NR 20 – Ponto de fugor ‹nº› NR 20 – DEFINIÇÕES ARMAZENAMENTO! Permanente: É a capacidade total de armazenamento da instalação prevista em seu projeto. Transitória: É a capacidade de armazenamento temporária, além da capacidade permanente; ‹nº› NR 20 – DEFINIÇÕES ‹nº› NR 20 – DEFINIÇÕES LIMITE DE EXPLOSIVIDADE ‹nº› NR 20 – DEFINIÇÕES Classes de substâncias segundo a National Fire Protection Association (NFPA – USA) Líquido Inflamável ‹nº› Limites explosivos ou limites de explosividade ou inflamabilidade são os limites de concentração entre os quais uma mistura gasosa é explosiva ou inflamável. Essas misturas são expressas em percentagens em relação ao volume de gás ou vapor no ar, e são determinados a pressão e temperaturas normais para cada substância. São definidos dois limites: Limite Inferior de Explosividade (LIE): É a menor concentração de uma substância que misturada com o ar forma uma mistura inflamável. Limite Superior de Explosividade (LSE): É a maior concentração de uma substância que misturada com o ar forma uma mistura inflamável. Uma mistura abaixo do limite inferior é dita "pobre" e uma mistura acima do limite superior é dita "rica". Tanto a mistura "rica" como a "pobre" estão fora dos limites para poderem queimar ou explodir. Exemplo dos limites de algumas substâncias: Etanol 3,5%-15% Acetileno 1,50%-82% Acetona 2,50%-13% Amoníaco 15%-28% Benzina 0,7%-8% Butano 1,50%-8,50% Hidrogênio 4%-75,60% Gasolina 1,4%-7,6% NR 20 – DEFINIÇÕES ‹nº› NR 20 – INSTALAÇÃO INSTALAÇÕES ‹nº› NR 20 – INSTALAÇÃO CLASSE II - 20 HORAS Para efeito desta NR, as instalações são divididas em classes, conforme Tabela 1 ‹nº› NR 20 – INSTALAÇÃO CLASSE II - 20 HORAS A atividade tem prioridade sobre a capacidade de armazenamento ; Enquadrando-se em duas classes distintas, utilizar a classe de maior gradação; Dois tipos de instalações que constituem exceções e estão definidas no Anexo I . Exceção a classificação qiuando há quantidades pequenas e armazenamento lacrado até 20 litros; ‹nº› NR 20 – CLASSIFICAÇÃO Classe I a.1 - postos de serviço com inflamáveis e/ou líquidos combustíveis. a.2 - atividades de distribuição canalizada de gases inflamáveis em instalações comPressão Máxima de Trabalho Admissível - PMTA limitada a 18,0 kgf/cm2 b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória: b.1 - gases inflamáveis: acima de 2 ton até 60 ton; b.2 - líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de 10 m³ até 5.000 m³ . ‹nº› NR 20 – CLASSIFICAÇÃO Classe II a) Quanto à atividade: a.1 - engarrafadoras de gases inflamáveis; a.2 - atividades de transporte dutoviário de gases e líquidos inflamáveis e/ou combustíveis. a.3 - atividades de distribuição canalizada de gases inflamáveis em instalações com Pressão Máxima de Trabalho Admissível - PMTA acima de 18,0 kgf/cm². b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória: b.1 - gases inflamáveis: acima de 60 ton até 600 ton; b.2 - líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de 5.000 m³ até 50.000 m³ . ‹nº› NR 20 – CLASSIFICAÇÃO Classe III A)Quanto à atividade: a.1 - refinarias; a.2 - unidades de processamento de gás natural; a.3 - instalações petroquímicas; a.4 - usinas de fabricação de etanol. b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória: b.1 - gases inflamáveis: acima de 600 ton; b.2 - líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de 50.000 m³ . ‹nº› NR 20 – INSTALAÇÃO CLASSE II - 20 HORAS Notas: A atividade tem prioridade sobre a capacidade de armazenamento (20.4.1.1) Quando a capacidade de armazenamento se enquadra em classes distintas, por armazenar (gás inflamável, líquido inflamável e/ou combustível), deve-se utilizar a classe de maior gradação (20.4.1.2) Esta NR estabelece dois tipos de instalações que constituem exceções e estão definidas no Anexo I, não devendo ser aplicada a Tabela 1 (20.4.2) Norma Regulamentadora - NR-20 -Gases inflamáveis acima de 1 ton até 2 ton -Líquidos inflamáveis e/ou combustíveis e acima de 1 m³ até 10 m³ -Instalações varejistas e atacadistas – manuseio, armazenamento, transporte de recipientes lacrados de até 20 litros (máx 5.000 m³-liq e 600 ton-gases) ‹nº› NR 20 – INFLAMÁVEIS INFLAMÁVEIS Características Propriedades Perigos e Riscos ‹nº› Características: São classificadas como inflamável ou substâncias inflamáveis todas e quaisquer substâncias que se enquadram nas seguintes características: Substâncias que ao ar e à temperatura ambiente possam se aquecer e acabar por incendiar, sem fonte de aquecimento ativa; Sólidos que possam entrar em combustão através de centelha ou atuação ligeira de fonte de ignição, e que continuam a queimar ou formam braseiro por si próprios; Líquido que possuam baixa temperatura de combustão (entre 4 °C e 21 °C); Substâncias que em contato com água ou umidade do ar possam produzir gases altamente inflamáveis. Por ex.: acetona, etanol, etc. NR 20 – INFLAMÁVEIS ‹nº› Características: GÁS – substâncias que em condições normais de temperatura e pressão (25º C e 760 mmHg) estão em estado gasoso. GÁS COMBUSTÍVEL – é o gás que queima a qualquer temperatura. VAPOR – é a fase gasosa de uma substância que a 25ºC e 760mmHg é líquida ou sólida (vapores de água, gasolina, etc). LÍQUIDO COMBUSTÍVEL – qualquer líquido que tenha ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93ºC. LÍQUIDO INFLAMÁVEL – qualquer líquido que tenha ponto de fulgor inferior a 60ºC. Queima à temperatura ambiente e qualquer foco de ignição pode acendê-lo já que a sua temperatura de combustão é baixa. Ex: gasolina, álcool etílico, etc. SÓLIDOS COMBUSTÍVEIS – necessitam ser aquecidos até emitir vapores por destilação e geralmente a sua temperatura de combustão situa-se acima dos 100ºC. SÓLIDOS PULVERIZADOS – Partículas em suspensão no ar que se comportam como gases inflamáveis podendo provocar explosões. NR 20 – INFLAMÁVEIS ‹nº› NR 20 – INFLAMÁVEIS https://www.youtube.com/watch?v=BOzPLrIbBa4 ‹nº› Características: Gás Liquefeito de Petróleo O GLP é composto por gases incolores (propano e butano) e tem odor característico devido à presença da mercaptana. De uma forma geral, o GLP é considerado um asfixiante simples, embora o butano puro tenha um Limites de Tolerância (LT) de 470 ppm e grau de insalubridade médio. Qual a diferença entre GLP e GNV? Diferença entre GLP e GNV Nunca confundir o GLP com GNV (Gás Natural Veicular). A confusão entre GLP e GNV tem ocasionado diversos acidentes. O GLP é um gás liquefeito armazenado em cilindros de baixa pressão (5 a 8 atm), enquanto o GNV é um gás permanente à base de metano comprimido apenas em fase gasosa a pressões elevadas, em torno de 200 a 220 atm. Devido a essas diferenças, os cilindros de GLP não são capazes de suportar o enchimento de GNV em altas pressões, o que fatalmente resultará na explosão do cilindro de GLP com possibilidade real de lesão grave ou morte. NR 20 – INFLAMÁVEIS ‹nº› Propriedades: Todas as informações (características, propriedades, perigos e riscos) das substâncias inflamáveis poderão ser verificadas nas respectivas fichas de informação de segurança que acompanham os produtos fornecidos. NR 20 – FISPQ ‹nº› Substâncias Inflamáveis e Combustíveis: Queimam com facilidade; Podem produzir atmosferas explosivas em locais com deficiência de ventilação; Um derrame de líquido inflamável pode gerar um incêndio que irá se movimentar, acompanhando o desnível existente no piso. Incêndios em líquidos normalmente são mais difíceis de serem combatidos do que nem materiais sólidos, visto que é necessário extinguir o fogo toda superfície atingida. A projeção violenta do agente extintor sobre um líquido inflamado pode provocar respingos ou seu transbordamento, cuja consequência poderá ser a propagação do incêndio. Em caso de gases, quando não é possível cortar o suprimento, o vazamento seguirá gerando maiores volumes de mistura inflamável, que fatalmente encontrará uma fonte de ignição em suas proximidades, provocando uma explosão. NR 20 – SUBSTANCIAS INFLAMAVEIS ‹nº› NR 20 – Perigos e Riscos ‹nº› a) eliminar ou minimizar a emissão de vapores e gases inflamáveis; NR 20 – Perigos e Riscos ‹nº› b) controlar a geração, acúmulo e descarga de eletricidade estática Eletricidade estática é gerada quando líquidos fluem através de tubulações, válvulas e outros equipamentos. A continuidade elétrica e o correto aterramento asseguram que a eletricidade estática não se acumule e cause uma centelha. - Centelhas de cargas eletroestáticas podem ignitar inflamáveis. NR 20 – Perigos e Riscos ‹nº› CONTROLES COLETIVOS E INDIVIDUAL EPI - Equipamento de Proteção Individual EPC – Equipamento de Proteção Coletivo NR 20 – EPC E EPI ‹nº› EPC – Equipamento de Proteção Coletiva: São equipamentos utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realizam determinada tarefa ou atividade. O Equipamento de Proteção Coletiva deve ser usado prioritariamente ao uso do Equipamento de Proteção Individual, por exemplo: piso antiderrapante ou fitas antiderrapante no piso para garantir que as pessoas que transitam no local não escorreguem é mais adequado, visto que protege um coletivo. E somente quando esta condição não for possível, deve ser pensado o uso de bota de borracha ou outro calçado com solado antiderrapante como Equipamentos de Proteção Individuais (EPI) para proteção dos trabalhadores, pois são de uso apenas individual. NR 20 – EPC E EPI ‹nº› EPI – Equipamento de Proteção Individual: Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, ou a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA nas empresas desobrigadas de manter o SESMT, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em determinada atividade. Os tipos de EPI´s utilizados podem variar dependendo do tipo de atividade ou de riscos que poderão ameaçar a segurança e a saúde do trabalhador e da parte do corpo que se pretende proteger, tais como: Proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares; Proteção respiratória: máscaras e filtro; Proteção visuale facial: óculos e viseiras; Proteção da cabeça: capacetes; Proteção de mãos e braços: luvas e mangotes; Proteção de tronco, pernas e pés: aventais, macacões, sapatos, botas; Proteção contra quedas: cintos de segurança e cinturões. O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. NR 20 – EPC E EPI ‹nº› Dentre as atribuições exigidas pela NR-6, cabe ao empregador as seguintes obrigações: adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade; exigir seu uso; fornecer ao trabalhador somente o equipamento aprovado pelo órgão, nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; substituir imediatamente o EPI, quando danificado ou extraviado; responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e comunicar o MTE qualquer irregularidade observada; NR 20 – EPC E EPI ‹nº› NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Uma mistura dentro dos limites de inflamabilidade necessita apenas de um elemento para que se produza um incêndio ou explosão. A FONTE DE IGNIÇÃO (faíscas, centelhas, chamas abertas, pontos quentes, eletricidade estática, etc.). Na presença de produtos inflamáveis, é de fundamental importância o controle das referidas FONTES DE IGNIÇÃO. O risco mais significativo diz respeito à possibilidade de vazamento na presença de fontes de ignição. As fontes de ignição podem ser as mais variadas possíveis e podem gerar temperaturas suficientes para iniciar o processo de combustão da maioria das substâncias inflamáveis conhecidas: NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Eletricidade estática: Como exemplo de cargas acumuladas nos materiais. As cargas eletrostáticas surgem naturalmente, principalmente devido a atrito com materiais isolantes; as manifestações da eletricidade estática são observadas, principalmente, em locais onde a umidade do ar é muito baixa, ou seja, locais secos; NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Faíscas: O impacto de uma ferramenta contra uma superfície sólida pode gerar uma alta temperatura, em função do atrito, capaz de ionizar os átomos presentes nas moléculas do ar, permitindo que a luz se torne visível. Normalmente chamada de faísca, esta temperatura gerada é estimada em torno de 700ºC; NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Brasa de cigarro: Pode alcançar temperaturas em torno de 1.000ºC; NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Compressão adiabática: Toda vez que um gás ou vapor é comprimido em um sistema fechado, ocorre um aquecimento natural. Quando esta compressão acontece de forma muita rápida, (dependendo da diferença entre a pressão inicial (P0) e final (P1), e o calor não sendo trocado devidamente entre os sistemas envolvidos, ocorre o que chamamos tecnicamente de compressão adiabática. Esta compressão pode gerar picos de temperatura que podem chegar, dependendo da substância envolvida, a mais de 1.000ºC. Isto pode acontecer, por exemplo, quando o oxigênio puro é comprimido, rapidamente passando, de 1 atm para 200atm, em uma tubulação ou outro sistema sem a presença de um regulador de pressão; NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Chama direta: É a fonte de energia mais fácil de ser identificada. Algumas chamas oxicombustíveis, por exemplo, podem atingir temperaturas variando de 1.800ºC (hidrogênio ou GLP com oxigênio) a 3.100ºC (acetileno / oxigênio). NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Fontes de Ignição: Misturas perigosas: Sempre que possível, deverá ser evitada qualquer mistura acidental de líquidos inflamáveis. Por exemplo: uma pequena quantidade de acetona dentro de um tanque de querosene, pode baixar o ponto de fulgor de seu conteúdo devido à volatilidade relativamente alta da acetona, o que cria uma mistura inflamável, quando da utilização desse mesmo querosene. A gasolina misturada com um óleo combustível pode mudar o ponto de fulgor deste, de tal forma que seja perigoso para um uso corriqueiro. Em cada caso, o ponto de fulgor baixo pode fazer as vezes de um detonador para a ignição de materiais que têm pontos de fulgor altos. NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Controle: Na presença de produtos inflamáveis, é de fundamental importância o controle das referidas FONTES DE IGNIÇÃO. Ventilação adequada; Isolando adequadamente processos ou operações auxiliares consideradas perigosas (ambientes confinados, externos ou compartimentados); Aterramento adequado das instalações, máquinas e equipamentos. NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Controle: Os processos devem ter Procedimento Operacionais (PO) Escritos no qual todos os trabalhadores sejam orientados; As atividades devem ter Instruções Técnicas (IT) escritas e detalhadas; Os produtos inflamáveis devem ser armazenados em áreas isoladas do restante das instalações e edifícios, seja pelo distanciamento ou mediante a utilização de elementos construtivos (compartimentação); Armazenamentos auxiliares são os principais responsáveis por sinistros. No caso de tambores e outros recipientes transportáveis deve ser deixado um corredor separando os edifícios anexos e o armazenamento. A zona de armazenamento deve ser utilizada única e exclusivamente para este fim. Uso de recipientes metálicos (preferencialmente). A estocagem dos recipientes deve ser feita em pallets, evitando-se o contato direto com o piso e a altura de empilhamento, sempre que possível não deve ser superior a um recipiente. Realizar inspeções regularmente para detecção de possíveis vazamentos. NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Controle: As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis devem ser mantidas livres de vegetação, lixo ou materiais combustíveis; A manipulação e/ou o armazenamento de produtos inflamáveis, sempre que possível, deve ser feito em depósitos ou salas exclusivamente destinados para esta finalidade, não sendo recomendada esta prática em sótãos; A construção deve ter resistência ao fogo de 120 minutos. Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes; As instalações elétricas especiais conforme a classificação das zonas de risco; Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas; Deve existir sistema de ventilação adequado para evitar o acúmulo de gases e vapores; NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Controle: Dependendo do tamanho dos recipientes, devem ser previstas bandejas para contenção de vazamentos; Tratando-se de pequenos depósitos no exterior de prédios e isolados é conveniente que a cobertura tenha baixa resistência (por exemplo: fibrocimento); Evitar que existam degraus no acesso ao depósito, para reduzir o risco de tombamento dos meios de transporte; Quando são utilizadas pequenas quantidades de inflamáveis, recomenda- se que o armazenamento seja feito em armários especiais (sinalizados e com resistência ao fogo de 15 minutos); A transferência de líquidos inflamáveis só deverá ser realizada após todos os elementos metálicos estarem conectados eletricamente entre si e a terra; NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Controle: O aquecimento de líquidos inflamáveis representa risco de incêndio e/ou explosão, quando não puder ser evitado, a operação deverá ser feita com aparelhos próprios e com temperatura controlada (banho-maria, mantas térmicas, etc.), jamais utilizar chama direta ou resistências elétricas desprotegidas; Manter um bom nível de ordem e limpeza, removendo frequentemente tambores e outros recipientes vazios; Realizar manutenção preventiva constante em equipamentos e acessórios; Devem ser mantidas as FISPQ; Cuidadosespeciais quando em proximidade a trabalhos à quente; Extintores portáteis e/ou sobre rodas de pó BC, quando existir somente líquidos, ou pó ABC quando é possível um incêndio em sólidos; Atividades Não rotineira nestes locais devem ser realizadas com a emissão da Permissão de Trabalho (PT). NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› Controle: Detectores automáticos de incêndio do tipo termovelocimétricos; Sistema de hidrantes para o resfriamento e proteção de prédios e instalações vizinhas; Chuveiros automáticos (sprinklers), caso nas demais áreas exista este tipo de proteção; Sistemas de água nebulizada para refrigeração de tanques de líquidos ou gases; Sistemas fixos ou manuais de espuma para extinção de incêndios em líquidos, ou para sua prevenção em caso derrame; Detecção de gases inflamáveis (interior e/ou exterior). NR 20 – FONTES DE IGNIÇÃO E CONTROLE ‹nº› CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO COM INFLAMÁVEIS NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› Utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis: Será aceito curso de prevenção e combate a incêndios já realizado pelo trabalhador há até dois anos da data de publicação desta NR. NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› Reserva de água para incêndio: pode ser reservatório elevado ou subterrâneo; Bomba de incêndio elétrica ou diesel. NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› Reservatório móvel com bomba a gasolina. Armário de mangueiras tipo 2 de 2”1/2 x 15m para hidrante de coluna Hidrante embutido 2”1/2 com 4 lances de mangueira tipo 2 de 2”1/2 x 15m, dois esguichos e chaves storz Hidrante de coluna 2”1/2 NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› Central de detecção de alarme Extintor de incêndio e acionadores de alarme de emergência. Acionador de alarme de emergência. Ponto de encontro da Brigada, caixa de primeiros socorros, macas e hidrante. Acionador de alarme e de bomba de incêndio. Central de iluminação de emergência. NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› Extintor de PQS 50kg sobre rodas Extintores de incêndio Canhão, extintor e tanque de espuma mecânica. LGE Detector de fumaça e sprinkler NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› Rotas de fuga, saídas de emergência e ponto de concentração de pessoas. NR 20 – SISTEMA CONTRA INCÊNDIO ‹nº› NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Proporcionar aos ocupantes preparação para uma resposta rápida, eficiente e segura em situações de emergências, Responder a uma emergência, priorizando a proteção efetiva da vida, a segurança e o bem estar do público, a prevenção do meio ambiente, da reputação e da imagem da instituição; protegendo as instalações até o restabelecimento seguro das operações; Designar a equipe que administrará a emergência; Definir relação e responsabilidade da equipe de atendimento a emergências; Definir os procedimentos a serem seguidos em caso de uma emergência; Documentar todos os recursos utilizados nas ações de controle e extinção da emergência; Cumprir a lei e normas vigentes. P A E OBJETIVOS NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Consideram-se como emergência, situação especial, decorrente de acidentes e incidentes de qualquer natureza, capazes de provocar danos às pessoas, equipamentos ou ao meio ambiente, exigindo para o seu controle e eliminação, a interrupção obrigatória e imediata das rotinas normais de trabalho, podendo ser de: Emergência de Pequeno Porte É a emergência decorrente de pequenos focos que, se imediatamente combatida com os recursos humanos e materiais disponíveis no local de sua ocorrência, não põe em risco a segurança de pessoas, instalações ou do meio ambiente. Emergência de Médio Porte É a emergência cujo controle demanda o envolvimento da Brigada de Emergência local e que, em não havendo pronto combate ou controle, pode implicar em prejuízos humanos, materiais e/ou ambientais, com risco de comprometimento da continuidade operacional do setor atingido. Emergência de Grande Porte É a emergência que põe em risco a segurança de pessoas, instalações, produto e/ou do meio ambiente, atingindo grande parte das áreas do estabelecimento e comprometendo a continuidade operacional, necessitando para seu controle a intervenção do Corpo de Bombeiros. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA PAE ‹nº› As situações de emergência podem, na maioria dos casos, serem prevenidas ou pelo menos controladas através de um bom planejamento, fazendo com que suas conseqüências possam ser praticamente insignificantes. Elas podem se dar de diversas maneiras: INCÊNDIOS; ACIDENTES NATURAIS; INTERRUPÇÃO NO FORNECIMENTO DE ENERGIA; VAZAMENTO DE GÁS; VAZAMENTO DE LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS; QUEDA DE BALÃO ACIDENTES PESSOAIS GRAVES. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› PROCEDIMENTO DE ATUAÇÃO Os componentes da brigada de emergência deverão se dirigir ao local da ocorrência e prestar o atendimento devido. Análise da situação Após o alerta, o Brigadista deverá analisar a situação de emergência. Havendo necessidade, acionar o Corpo de Bombeiros e desencadear os procedimentos necessários, que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente, de acordo com o número de Brigadista e os recursos disponíveis no local. Primeiros socorros Prestar os primeiros atendimentos às possíveis vítimas, com eventual transporte e posterior socorro especializado, devendo ser utilizado, se possível, a caixa de primeiros socorros. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› PROCEDIMENTO DE ATUAÇÃO Corte de energia Em caso de incêndio, onde seja necessária a intervenção com hidrante ou extintor de água pressurizada, os disjuntores dos quadros de distribuição elétrica da área sinistrada deverão ser desligados. Neste caso, somente pessoas habilitadas deverão realizar o corte de energia local ou geral. Corte de abastecimento Em caso de incêndio nas áreas que utilizam líquidos inflamáveis e combustíveis, o fornecimento deverá ser imediatamente cortado, assim como em caso de vazamento nas linhas de distribuição ou equipamentos. Neste caso, somente pessoas habilitadas deverão realizar o corte. Combate ao fogo NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› ABONDONO DE ÁREA Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário, transferindo-se aos Pontos de Concentração (área segura, distante do local do sinistro), conforme comunicação preestabelecida, permanecendo nestes pontos até a definição final. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local. Investigação Levantar as possíveis causas da emergência e suas consequências e emitir relatório para adoção de medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência (Corpo de Observação Com a chegada do órgão oficial competente Bombeiros) a brigada deve ficar a sua disposição. ABONDONO DE ÁREA TODOS OS ENVOLVIDOS NO ABANDONO DEVERÃO TRANSMITIR SEGURANÇA, CALMA E AGILIDADE EM SUAS AÇÕES. Para uma melhor eficiência do Plano de Abandono estabeleceremos como regra o ritmo dos passos, que serão de caminhada rápida. Isolamento de Área Deve-se isolar fisicamente o local da ocorrência, de modo a garantir os NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Isolar a área, evitando o acesso de curiosos; Proporcionar conforto a vítima; Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Primeiros Socorros, são todas as medidas que devem ser tomadas de imediato para evitar agravamento do estado de saúde ou lesão de uma pessoa antes do atendimento médico. respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor intenso, expressão de dor; Procurar que haja comunicação imediata com hospitais, ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário. A atitude do socorrista pode significar a vida ou a morte da pessoa socorrida. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: Basicamentepodemos dividir a atuação em Emergências com Produtos Perigosos e Inflamáveis em alguns passos distintos: Identificação do produto e seus riscos; Proteção Pessoal; Isolamento da área; Salvamento de vítimas; Contenção e Controle do produto; Descontaminação; NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: Antes que se possam iniciar operações efetivas de reação em um acidente com materiais perigosos e inflamáveis, deve-se obter a maior quantidade de informações possíveis a respeito da identidade do produto como também do acidente. Primeiro, identifica-se o produto envolvido e depois se faz uma avaliação do que aconteceu, está acontecendo ou pode acontecer. A análise e verificação dos riscos envolvidos durante as emergências com produtos químicos perigosos são iniciadas assim que seja informada a BRIGADA de EMERGÊNCIA da existência de um acidente, e só termina após a cessação da situação de emergência. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: As emergências são sempre dinâmicas, elas mudam em questões de segundos, uma vez que dependem de inúmeros fatores, portanto a análise e verificação do risco são constantes durante toda a ocorrência. A ideia principal é: O risco potencial deve ser imediatamente analisado para que as atividades do Grupo de Emergência possam ser dirigidas de maneira eficiente. Na análise de risco, o fator predominante é o bom senso, que deverá prevalecer, a fim de que, atitudes corretas sejam tomadas, não colocando em risco desnecessário as pessoas, os bens materiais e o meio-ambiente. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: Infelizmente a única maneira de se ter BOM SENSO é raciocinar com clareza sem entrar em desespero, se possível lembrando-se sempre de experiências anteriores (sucessos ou fracassos). Além do bom senso devemos levantar dados importantes de uma emergência. Dados como: Perigo potencial apresentado pelo produto químico; Quantidade do produto envolvido; Treinamento e conhecimento dos funcionários envolvidos; Relação de perigo imediato para as pessoas, bens materiais e meio ambiente. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: Portanto, em casos de acidentes, com situações de emergência, os procedimentos básicos devem ser adotados de acordo com o tipo de ocorrência: Em caso de Vazamento: Pequenos Vazamentos: Lavar a área com grande quantidade de água Grandes Vazamentos: Isolar a área. Sinalizar o local. Afastar curiosos. Eliminar todas as fontes de ignição da área. Impedir a contaminação de fontes, lagos e rios, através do uso de barreiras e dispositivos que possam confinar o produto. Absorver com areia, terra ou outro material absorvente e recolher em embalagens apropriadas para posterior destruição. Avisar imediatamente as Autoridades locais (Bombeiros, Órgão Ambiental, Defesa Civil, Polícia Rodoviária). NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: Em caso de Incêndio (Fogo): Pequenas Proporções: Extinção por pó químico seco, gás carbônico, espuma mecânica ou água em forma de neblina. Acionar a equipe de Brigada de Emergência para dar início ao combate e extinguir o incêndio. Grandes Proporções: Resfriar os tanques e recipientes de armazenamento e instalações próximas com água em forma de neblina ou outro sistema de combate a incêndio disponível e acionar o Corpo de Bombeiros imediatamente. Em caso de provocar Poluição: Impedir o escoamento do produto para rios, canais e poços. Avisar: Corpo de Bombeiros Órgão de Proteção ao Meio Ambiente. NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› Emergência com Inflamáveis: Com envolvimento de pessoas, iniciar os primeiros socorros básicos: Remover a vítima para um local arejado. Retirar as roupas contaminadas. Em caso de contato com os olhos, lavar com água em abundância, no mínimo por 15 minutos. Em caso de contato com a pele, lavar as partes atingidas com água e sabão. Em caso de ingestão: não provocar vômitos. Se o acidentado estiver inconsciente e não estiver respirando, praticar respiração artificial ou oxigenação. Chamar um médico. Passar todas as informações disponíveis sobre o ocorrido no acidente e também com a vítima ao médico ou equipe de atendimento (SAMU, Bombeiros). NR 20 – PROCEDIMENTO PARA EMERGÊNCIA ‹nº› NR 20 – Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20 ‹nº› NR 20 – Análise Preliminar de Perigos/Riscos: ‹nº› NR 20 – Permissão para Trabalho com Inflamáveis ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› NR 20 – GESTÃO DE MUDANÇAS ‹nº› DICA DE FILME ‹nº› ALGUNS ACIDENTES COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS NR 20 – GREANDES ACIDENTES OCORRIDOS ‹nº› 104 NR 20 – GREANDES ACIDENTES OCORRIDOS ‹nº› NR 20 – GREANDES ACIDENTES OCORRIDOS ‹nº› Um incêndio atingiu um complexo químico em Taboão da Serra, na região da Grande São Paulo. A fumaça negra podia ser vista à distância devido à grande proporção do acidente. O local fica na altura do número 518 da Avenida Ibirama, próximo à Rodovia Régis Bittencourt e ao Rodoanel, na divisa com o município de Embu das Artes. Aproximadamente 30 carros dos bombeiros foram enviados ao local para combater as chamas. Cerca de 70 homens participaram da ação e não houve feridos, segundo o Corpo de Bombeiros. Foi solicitado o apoio da Companhia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e por volta das 15h30 o acidente já havia sido controlado. Incêndio em Depósito de produtos inflamáveis Taboão da Serra-SP 19/06/2013 NR 20 – GREANDES ACIDENTES OCORRIDOS ‹nº› ACIDENTES OCORRIDOS https://www.youtube.com/shorts/g8oPLmnlLJc https://www.youtube.com/watch?v=luIQMe0C1nU https://www.youtube.com/shorts/yES6WiOM7i8 https://www.youtube.com/shorts/roHdVm2K38g https://www.facebook.com/watch/?v=758102968404205 https://www.facebook.com/watch/?v=1137918456325760 https://www.facebook.com/watch/?v=1337364143015570 https://www.google.com/search?q=sistemas+de+seguran%C3%A7a+no+abastecimento+de+GLP&tbm=vid&sxsrf=APwXEdfavwQ6BJhiBBUXqXv5ITbmRXorPw:1685725256569&ei=SCB6ZOStIv2H5OUPwYC66AM&start=10&sa=N&ved=2ahUKEwjk8ez4h6X_AhX9A7kGHUGADj0Q8tMDegQIDhAE&biw=1920&bih=912&dpr=1#fpstate=ive&vld=cid:20da0c8c,vid:8NRc3EvdeTM ‹nº› Polícia Militar – 190 Ambulância – 192 Corpo de Bombeiros – 193 Defesa Civil – 199 CETESB – (11) 3133-4000 / 0800113560 Emergências Ambientais NÚMEROS DE EMERGÊNCIA ‹nº› Áreas Classificadas - área na qual uma atmosfera explosiva está presente ou na qual é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções especiais para construção, instalação e utilização de equipamentos elétricos. Armazenamento - retenção de uma quantidade de inflamáveis (líquidos e/ou gases) e líquidos combustíveis em uma instalação fixa, em depósitos, reservatórios de superfície, elevados ou subterrâneos. Retenção de uma quantidade de inflamáveis, envasados ou embalados, em depósitos ou armazéns. Articulação entre análise de risco e PPRA - coerência, compatibilidade, harmonização no reconhecimento e consideração dos riscos comuns aos dois documentos. Comissionamento - conjunto de técnicas e procedimentos de engenharia aplicados de forma integrada à instalação ou parte dela, visando torná-la operacional deacordo com os requisitos especificados em projeto. Coordenação - ação de assumir responsabilidade técnica. Distância de segurança - Distância mínima livre, medida no plano horizontal para que, em caso de acidentes (incêndios, explosões), os danos sejam minimizados. Edificações residenciais unifamiliares - Edificações destinadas exclusivamente ao uso residencial, constituídas de uma única unidade residencial. Edifício - construção com pavimentos, cuja finalidade é abrigar atividades humanas, classificada pelo tipo de utilização em comercial, de serviços, cultural, etc.. Emissões fugitivas - Liberações de gás ou vapor inflamável que ocorrem de maneira contínua ou intermitente durante as operações normais dos equipamentos. Incluem liberações em selos ou gaxetas de bombas, engaxetamento de válvulas, vedações de flanges, selos de compressores, drenos de processos. Envasado - líquido ou gás inflamável acondicionado em recipiente, podendo ser ou não lacrado. Exercícios simulados - Exercícios práticos de simulação mais realista possível de um cenário de acidente, durante o qual é testada a eficiência do plano de respostas a emergências, com foco nos procedimentos, na capacitação da equipe, na funcionalidade das instalações e dos equipamentos, dentre outros aspectos. GLOSSÁRIO ‹nº› Fechado - Produto fechado no processo de envasamento, de maneira estanque, para que não venha a apresentar vazamentos nas condições normais de manuseio, armazenamento ou transporte, assim como sob condições decorrentes de variações de temperatura, umidade ou pressão ou sob os efeitos de choques e vibrações. Fluxograma de processo - É um documento contendo, em representação gráfica, o balanço de material e de energia dos fluxos de matérias-primas, produtos, subprodutos e rejeitos de um determinado processo de produção. Instalação - Unidade de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis (líquidos e gases) e líquidos combustíveis, em caráter permanente ou transitório, incluindo todos os equipamentos, máquinas, estruturas, tubulações, tanques, edificações, depósitos, terminais e outros necessários para o seu funcionamento. Lacrado - Produto que possui selo e/ou lacre de garantia de qualidade e/ou de inviolabilidade. Manipulação - Ato ou efeito de manipular. Preparação ou operação manual com inflamáveis, com finalidade de misturar ou fracionar os produtos. Considera-se que há manipulação quando ocorre o contato direto do produto com o ambiente. Manuseio - Atividade de movimentação de inflamáveis contidos em recipientes, tanques portáteis, tambores, bombonas, vasilhames, caixas, latas, frascos e similares. Ato de manusear o produto envasado, embalado ou lacrado. Meio identificador - Sistema de identificação definido pela empresa como, por exemplo, crachá, botton, adesivo no crachá ou no capacete, na vestimenta de trabalho ou similares. Metodologias de análises de risco - Constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que, aplicados a operações que envolvam processo ou hipotéticos de ocorrências indesejadas (acidentes), consequências. Exemplos de algumas metodologias: processamento, identificam os cenários as possibilidades de danos, efeitos e a) Análise Preliminar de Perigos/Riscos GLOSSÁRIO ‹nº› Modificações ou ampliações das instalações - Qualquer alteração de instalação industrial que: I - altere a tecnologia de processo ou processamento empregada; II - altere as condições de segurança da instalação industrial; III - adapte fisicamente instalações e/ou equipamentos de plantas industriais existentes provenientes de outros segmentos produtivos; IV- aumente a capacidade de processamento de quaisquer insumos; - aumente a capacidade de armazenamento de insumos ou de produtos; - altere o perfil de produção ou a qualidade final dos produtos. Planta geral de locação - planta que apresenta a localização da instalação no interior do terreno, indicando as distâncias entre os limites do terreno e um ponto inicial da instalação. Posto de serviço - Instalação onde se exerce a atividade de fornecimento varejista de inflamáveis (líquidos e gases) e líquidos combustíveis. Procedimentos operacionais - Conjunto de instruções claras e suficientes para o desenvolvimento das atividades operacionais de uma instalação, considerando os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente que impactem sobre a integridade física dos trabalhadores. Processo contínuo de produção - Sistema de produção que opera ininterruptamente durante as 24 horas do dia, por meio do trabalho em turnos de revezamento. Processo ou processamento - Sequência integrada de operações. A sequência pode ser inclusive de operações físicas e/ou químicas. A sequência pode envolver, mas não se limita à preparação, separação, purificação ou mudança de estado, conteúdo de energia ou composição. Proficiência - Competência, aptidão, capacitação e habilidade aliadas à experiência. Profissional habilitado - Profissional com atribuições legais para a atividade a ser desempenhada e que assume a responsabilidade técnica, tendo registro no conselho profissional de classe. Prontuário da Instalação - Sistema organizado de forma a conter uma memória dinâmica das informações técnicas pertinentes às instalações, geradas desde a fase de projeto, operação, inspeção e manutenção, que registra, em meio físico ou eletrônico, todo o histórico da instalação ou contém indicações suficientes para a obtenção deste histórico. GLOSSÁRIO ‹nº› Recipiente - Receptáculo projetado e construído para armazenar produtos inflamáveis (líquidos e gases) e líquidos combustíveis conforme normas técnicas. Riscos psicossociais - Influência na saúde mental dos trabalhadores, provocada pelas tensões da vida diária, pressão do trabalho e outros fatores adversos. Separada por parede - Instalação de armazenamento localizada na instalação de fabricação, mas separada desta por parede de alvenaria. Instalação de armazenamento localizada em outra instalação e/ou edificação. Sistema de Gestão de Mudanças - Processo contínuo e sistemático que assegura que as mudanças permanentes ou temporárias sejam avaliadas e gerenciadas de forma que os riscos advindos destas alterações permaneçam em níveis aceitáveis e controlados. Trabalhadores capacitados - Trabalhadores que possuam qualificação e treinamento necessários à realização das atividades previstas nos procedimentos operacionais. Transferência - Atividade de movimentação de inflamáveis entre recipientes, tais como tanques, vasos, tambores, bombonas e similares, por meio de tubulações. Unidade de processo - Organização produtora que alcança o objetivo para o qual se destina através do processamento e/ou transformação de materiais/substância. GLOSSÁRIO ‹nº› OBRIGADO Evolução Segurança do Trabalho Rua Franz de Castro Holzwarth, 103, Sala 414, 4° Andar Centro – Jacareí – SP CEP 12.327-696 Ultragaz - Interna Eu SOU Lean Nós SOMOS SOU! Ultragaz - Interna 115 SOU Sistema de Operações Ultragaz ‹nº› image4.png image2.png image12.jpg image13.jpg image14.jpg image15.png image16.png image17.png image18.png image3.png image19.jpg image27.jpg image20.jpg image21.jpg image22.jpg image23.jpg image24.jpg image25.jpg image26.jpg image28.jpg image29.jpg image30.jpg image31.png image32.jpg image33.jpeg image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.jpg image41.jpg image42.jpg image43.jpg image44.jpg image45.png image46.png image47.png image48.png image49.jpg image50.jpg image51.jpg image52.jpg image53.jpg image54.jpg image55.jpg image56.jpg image57.jpg image58.png image59.jpg image60.jpg image61.jpg image62.jpg image63.jpg image64.jpg image65.jpg image66.jpg image67.jpg image68.jpg image69.jpg image70.jpg image71.jpg image72.jpg image73.jpg image74.jpg image75.jpg image76.jpg image77.jpg image78.jpg image79.jpg image80.jpg image81.jpg image82.jpgimage83.jpg image84.jpg image85.jpg image86.jpg image87.jpg image88.jpg image89.jpg image90.jpg image91.jpg image92.jpg image93.jpg image94.jpg image95.jpg image96.jpg image97.jpg image98.jpg image99.jpg image100.jpg image101.jpg image102.jpg image103.png image104.jpg image105.png image106.png image107.jpg image108.jpg image109.jpg image110.jpg image111.jpg image112.jpg image113.jpg image114.jpg image115.jpg image116.jpeg image117.png image118.jpeg image119.png image120.png image121.png image122.png image123.png image124.png image125.png image126.png image127.png image128.png image129.png image130.png image131.png image132.png image133.png image134.png image135.png image136.png image137.png image138.png image139.png image140.png image141.png image142.png image143.jpeg image144.png image145.png image146.jpg image147.jpg image148.png image149.jpg image150.jpg image151.jpg image152.jpg image153.jpg image154.jpg image155.jpg image156.jpg image157.png image158.png image159.png image160.png image1.jpg image11.png