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1 Nome dos acadêmicos 
2 Nome do Professor tutor externo 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I – dd/mm/aa 
 
 
 
 
Hugo Adriano da Silva Santos 
Lucas Alves Camelo de Abreu 
Ludmilla Rodrigues da Silva Costa Brasil 
Núbia Oliveira de Morais Galdino¹ 
Hellen C. de Araújo Branquinho Brasil² 
 
RESUMO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palavras-chave: 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desde que a Educação Física se tornou componente curricular obrigatório nas grades do 
ensino regular, os esportes estão cada vez mais inseridos no ambiente escolar, por ser uma 
ferramenta que auxilia e promove o desenvolvimento motor das crianças e entrega inúmeros 
benefícios para os demais alunos, desde a socialização até mesmo conhecer melhor seu corpo e 
suas habilidades. 
Um dos esportes coletivos que precisa ser mais utilizado entre os alunos nas escolas é o 
basquetebol. “O basquetebol teve sua origem em 21 de dezembro de 1891, na cidade de 
Springfield, no Estado de Massachussets, Estados Unidos. Foi criado pelo canadense James 
Naismith, professor de Educação Física no YMCA, atualmente Springfield College” (VAZ, 
2016, p. 3). 
Os jogos são importantes instrumentos de desenvolvimento de crianças e jovens, longe 
de servirem também, apenas como diversão, o que já seria importante, pois proporcionam 
situações que podem ser exploradas de diversas maneiras educativas (DOHME, 2004, p. 2), e 
dentre esses jogos, o basquete cumpre bem seu papel pois, segundo Gonçalves et al. (2010) “na 
prática do basquetebol é trabalhada todas as valências físicas que melhoram a aptidão física. 
Com isso podemos afirmar que a prática do basquetebol ajuda na melhora e na manutenção da 
saúde e de bons hábitos” 
O basquete é o segundo esporte mais popular do mundo, e é jogado em mais de 200 países e seu 
ensino nas escolas concentra-se no desenvolvimento de desempenho hábil e senso de jogo por 
meio de tarefas e sequências instrucionais que ensinam técnicas e regras de basquete e sua 
prática em jogos modificados. A metodologia utilizada será de pesquisa bibliográfica e revisão 
da literatura. O desenvolvimento de um desempenho hábil envolve as técnicas ofensivas básicas 
de arremessos, passes e dribles e são abordadas no Ensino Fundamental II. O tema releva-se 
pelos benefícios do esporte, melhorando o equilíbrio e a coordenação, desenvolvendo a 
concentração e autodisciplina e trabalhando os grupos musculares conforme será abordado neste 
estudo. 
Basquetebol. Educação Física. Ensino Fundamental. 
Basquetebol nas aulas de Educação Física do Ensino 
Fundamental II 
2 
 
 
 
 
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
James Naisimth inventou o jogo de basquete Canadá em 1891, começou com quatro 
regras para a sua classe segui-los sendo: não correr com a bola na mão, sem contato corporal 
áspero, um gol horizontal acima da cabeça do jogador e liberdade para qualquer jogador obter a 
bola e marcar um ponto (KRUEL; BINATTI; FARIAS, 2016). 
Depois de alguns anos jogando o jogo, eles tiveram que criar regras que facilitasse para 
as crianças e para quem mais jogasse o esporte. Também tinha que manter a multidão e todos os 
espectadores capazes de entender o jogo sem ter que jogar eles mesmos. Agora, em vez de 
apenas quatro, ele passava a criar 13 regras originais, algumas são seguidas até a atualidade 
(RAMOS, 2015). 
Como por exemplo, a bola poderia ser lançada em qualquer direção com uma ou ambas 
as mãos, a bola poderia ser rebatida em qualquer direção com uma ou ambas as mãos, mas 
nunca com o punho, um jogador não poderia correr com a bola, devendo jogá-la do ponto em 
que ele a pegar, a bola deveria ser segurada entre as mãos, os braços ou corpo não devem ser 
usados para segurá-la e outras regras (RAMOS, 2015). 
Hoje o esporte é jogado por todo o mundo, sofreu diversas adaptações e é ensinado nas 
escolas do Brasil como conteúdo previsto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A 
participação no esporte oferece benefícios físicos e psicossociais a curto e longo prazo para 
crianças e adolescentes, promove relacionamentos entre pares, melhora a autoestima e o 
desenvolvimento de qualidades de liderança, também pode lançar as bases para um estilo de 
vida adulto ativo e saudável. O basquetebol tem uma das maiores taxas de participação no 
esporte pelos alunos nas escolas (BRASIL, 2017). 
Tal jogo recreativo é também uma razão pela qual o jogo pode ser praticado na idade 
adulta. Além disso, o basquetebol adaptado em cadeira de rodas é um esporte coletivo para 
indivíduos com condições crônicas que resultam em incapacidade dos membros inferiores, como 
lesão medular, paralisia cerebral, condições musculoesqueléticas, espinha bífida, amputação e 
poliomielite, e uma capacidade reduzida de jogar basquete em execução no da mesma maneira 
que os jogadores fisicamente aptos (WACHHOLZ, 2015). 
Embora não haja uma maneira direta de determinar se uma criança está pronta para o 
basquete ou outro esporte, os fatores importantes a serem considerados incluem habilidades 
relacionadas ao esporte, conhecimento sobre o esporte, motivação e socialização. É importante 
perceber que mesmo para indivíduos talentosos, os altos e baixos ao longo do caminho podem 
estar mais relacionados à maturação biológica do que a técnicas específicas de treinamento 
(OLIVEIRA, 2013). 
 
3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Na perspectiva socioeducativa caberá lidar com valores, princípios e modos de comportamento, 
centrando sua atenção em compreender e possibilitar a medida em que o esporte, num mundo 
marcado pela indiferença, pelo egoísmo, pelas relações superficiais e pelo individualismo” 
(PAES; MONTAGNER; RODRIGUES, 2009). 
 
 
 
O primeiro jogo oficial de basquete foi disputado em 1892, e teve uma plateia aproximada de 
200 pessoas. Nesse mesmo ano, as mulheres começaram a praticar essa modalidade. Já a 
primeira partida feminina ocorreu em 1896. 
 
[...] a iniciação na modalidade de basquetebol deve ter uma proposta 
pedagógica centrada em quatro pontos: diversidade, inclusão, cooperação 
e autonomia. Na sua obra, os autores abordam a diversidade como um 
fator de aquisição de habilidades motoras, percepção e elaboração de 
respostas aos problemas apresentados. Esta proposta baseia-se na 
pluralidade de movimentos e na diversidade de situações-problema, 
agindo como um facilitador no processo educativo (WACHHOLZ, 2015). 
Além dos benefícios psicossociais citados, o basquete pode proporcionar aos 
participantes outros benefícios para a saúde, incluindo aqueles que envolvem os sistemas 
cardiorrespiratório, musculoesquelético e metabólico. Embora a atividade física seja essencial 
para o crescimento e desenvolvimento saudável da infância, as crianças no Brasil e no mundo 
não são suficientemente ativas (DE ROSE JR; FERREIRA, 2010). 
Jogar basquete pode construir músculos, aumentar a resistência, melhorar a coordenação 
olho e mão e desenvolver disciplina e concentração. Além dos benefícios à saúde, o basquete 
tem a vantagem de ser um esporte prático. Pode ser jogado durante todo o ano, tanto em 
ambientes internos quanto externos. Os jogadores podem se juntar a um time, jogar um contra 
um, ou simplesmente praticar aros nos momentos de lazer (DARIDO, 2008). 
O basquete promove velocidade, agilidade, força, potência, resistência, flexibilidade e 
coordenação motora. Como resultado, o basquete é exclusivamente orientado para melhorar o 
domínio das habilidades de movimentos fundamentais, e tem se mostrado benéfico na promoção 
da saúde geral (FREIRE, 2009). 
O basquetebol tambémpode ter um efeito positivo na densidade mineral óssea (DMO) 
crianças e adolescentes (HEIDEMANN, 2012). Um estudo de meninas adolescentes comparou 
jogadores de basquete a outras que não praticam o esporte e com a mesma idade e descobriu que 
aqueles que jogavam basquete tiveram aumentos significativos na DMO, algo importante, pois a 
maximização da DMO nessas idades fornece a base para a saúde óssea em longo prazo durante 
toda a vida adulta (MALTA, 2014). 
4 
 
 
 
 
3. MATERIAIS E MÉTODOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trata-se de revisão bibliográfica por meio de pesquisa realizada nas seguintes bases de 
dados, Scielo e Google acadêmico, para pesquisar artigos científicos e literaturas relacionadas 
com as palavras-chaves Basquetebol, Educação Física e Ensino Fundamental. Foram incluídos 
os livros, artigos, teses, dissertações e monografias que continham as palavras-chaves, 
disponíveis em sua completude, publicados nas bases de dados entre os anos de 2008 e 2022 e 
foram excluídos os trabalhos que não estavam nos critérios de inclusão, os que não foram 
publicados na íntegra, artigos em outras línguas que não Português e revisões sistemáticas de 
literatura. 
 
 
Figura 1 – Basquete no Ensino Fundamental 
Fonte: Projeto Basquete para a Vida, 2019 
 
A imagem representa a efetivação do que foi discorrido neste artigo, onde as crianças 
podem ter contato com o esporte e vivenciar a inclusão, por meio de prática que as coloquem 
diante das possíveis dificuldades enfrentadas por um colega. 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com o estudo evidenciou-se que é importante que o educador físico compreenda que a 
prontidão para o esporte é a relação entre o estágio de crescimento e desenvolvimento de uma 
criança e as exigências físicas e cognitivas desse esporte. Entender que as habilidades motoras, 
bem como o desenvolvimento social e emocional, influenciam a capacidade do aluno de realizar 
tarefas físicas e de entender as instruções é essencial para promover uma experiência 
recompensadora. Dada a variabilidade interindividual, a idade cronológica não é um marcador 
confiável para esses níveis de desenvolvimento (GONÇALVES, et al., 2010). 
Pois se uma criança é incentivada a aprender muitas habilidades que estão além de sua 
capacidade, a criança pode se tornar menos motivada para aprender novas habilidades, e pode 
eventualmente deixar de participar no esporte. Por outro lado, uma criança que começa a 
dominar novas tarefas desenvolverá um sentimento de competência que pode motivar uma maior 
aquisição de habilidades e mais interesse no esporte (OLIVEIRA, 2013). 
Educadores e pais que não estão cientes dessas questões podem criar, de maneira não 
intencional, expectativas irreais que podem fazer com que crianças e adolescentes sintam que 
não estão progredindo, especialmente em comparação com pares cronológicos que podem 
simplesmente estar em um estágio diferente de crescimento e amadurecimento. Isso, por sua vez, 
pode resultar em perda de autoestima e descontinuidade esportiva (GONÇALVES, et al., 2010). 
Wachholz aborda a importância da inclusão no ensino do basquete, de modo que planos 
de aula estruturados com atividades e exercícios, jogos ou brincadeiras excludentes não devem 
fazer parte da proposta, nesse contexto o professor de Educação Física deve assegurar a todas as 
crianças a possibilidade da iniciação esportiva, independente do tipo físico (WACHHOLZ, 
2015). 
Os resultados desta pesquisa reiteram a importância do Basquete nas aulas de Educação 
Física e contribuem para a literatura com um compilado de informações relevantes sobre o tema 
a partir de autores que embasaram esta pesquisa. 
 
6 
 
 
 
5. CONCLUSÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em conclusão, percebe-se que o jogo de basquete teve uma grande história, começou 
com apenas algumas crianças brincando na escola e, em seguida, começou a se expandir, hoje o 
esporte é praticado por milhões de jovens em todo o mundo. Promover a prática de basquete no 
Ensino Fundamental II estimula o desenvolvimento de relacionamentos com colegas, 
autoestima, qualidades de liderança e saúde física. O basquete continuará crescendo e se tornará 
um esporte ainda maior que muitas pessoas jogam, apreciam e assistem. 
O basquete, tanto competitivo quanto recreativo, é um esporte que tem muitos atributos 
positivos em relação à saúde e bem-estar. Envolve níveis moderados a altos de atividade 
sustentada, tem uma taxa de lesões relativamente baixa, gera interações psicossociais positivas 
e é percebido como um jogo divertido de se jogar. O último ponto é significativo na medida em 
que incentiva o envolvimento de longo prazo, o que, por sua vez, proporciona benefícios que se 
estendem até a idade adulta. 
7 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
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WACHHOLZ, C. O ensino do basquetebol na Educação Física escolar: com a bola, os 
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Lajeado, 2015. Disponível em: 
https://www.univates.br/bdu/bitstream/10737/1054/1/2015ClairtonWachholz.pdf. Acesso em: 13 
jun. 2022. 
 
 
 
	Hugo Adriano da Silva Santos
	Lucas Alves Camelo de Abreu
	Ludmilla Rodrigues da Silva Costa Brasil
	Núbia Oliveira de Morais Galdino¹
	RESUMO
	1. INTRODUÇÃO
	2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
	3. MATERIAIS E MÉTODOS

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