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AULA 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONTROLE INTERNO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Alexandre Francisco de Andrade 
 
 
 
 
2 
INTRODUÇÃO 
Sabemos que o controle interno é um conjunto de medidas e 
procedimentos adotados por uma entidade para garantir a eficácia e eficiência de 
suas operações, a confiabilidade de seus relatórios financeiros e o cumprimento 
das leis e regulamentos aplicáveis. Além disso, a importância do controle interno 
na gestão pública é amplamente reconhecida, pois ajuda a prevenir fraudes, 
corrupção e mau uso dos recursos públicos. Assim, o controle interno é um 
instrumento fundamental para a tomada de decisões estratégicas e para a 
melhoria contínua dos processos organizacionais. 
Antes de iniciarmos esta etapa, vamos verificar os principais tópicos que 
nos acompanharão durante o desenvolvimento de nosso processo de ensino e 
aprendizagem: 
• Evolução do controle interno; 
• Conceitos essenciais do controle interno; 
• Princípios do controle interno; 
• Controle interno administrativo; 
• Controle contábil e gerencial. 
Bom estudo! 
TEMA 1 – EVOLUÇÃO DO CONTROLE INTERNO 
Sabemos que o papel essencial do controle interno na gestão é de extrema 
importância. Hoje, é fundamental que a gestão assuma a responsabilidade pelo 
controle interno, com a auditoria interna desempenhando um papel crucial na 
avaliação da eficácia desses controles. De acordo com as regulamentações e 
normas vigentes, o controle interno é definido como um processo influenciado pelo 
conselho de administração de uma empresa, concebido para oferecer garantias 
razoáveis quanto à realização dos objetivos relacionados às operações, relatórios 
e conformidade (D’Avila; Oliveira, 2002). 
1.1 Exemplos práticos de controle interno 
Sabemos que o desejo de toda empresa em minimizar riscos e garantir a 
integridade de suas operações é um aspecto crucial da gestão empresarial 
(James, 2017). Isso abrange a prevenção de acidentes, a redução de erros 
 
 
3 
operacionais e a proteção contra possíveis atividades criminosas (Smith et al., 
2019). Embora seja relativamente simples implementar medidas de segurança em 
aspectos tangíveis, como segurança no trabalho ou proteção de instalações 
físicas (Williams, 2018), assegurar a correção das práticas financeiras e a eficácia 
da gestão representa um desafio adicional (Adams, 2020). Para enfrentar esse 
desafio, muitas empresas estabelecem sistemas de controle interno para garantir 
o alinhamento das operações com os objetivos organizacionais (Scott, 2016). 
Vejamos alguns exemplos práticos de aplicação do controle interno (Harris, 
2021): 
• Manutenção de transações dos processos: considere uma empresa de 
comércio eletrônico que deseja garantir a precisão e a segurança de todas 
as transações de vendas (Jones, 2019). Nesse contexto, o controle interno 
envolveria a implementação de um sistema de registro de pedidos, a 
manutenção de um controle de estoque em tempo real e a realização de 
revisões regulares das contas de clientes (Lee, 2020). Essas medidas 
visam garantir que todas as transações sejam registradas corretamente e 
que os recursos não sejam desviados (Roberts, 2018). 
• Proteção dos recursos: imagine uma instituição financeira que busca 
proteger seus ativos financeiros contra fraudes (Turner, 2017). Nesse 
cenário, o controle interno incluiria a segregação de funções, em que 
diferentes funcionários são responsáveis por etapas diferentes do processo 
financeiro, como a aprovação de transações e a reconciliação de contas 
(Baker, 2019). Essa segregação reduz o risco de desvios financeiros e 
atividades fraudulentas (Wilson, 2020). 
• Comunicação de políticas e procedimentos: suponha que uma empresa 
multinacional deseja garantir que todos os funcionários em suas diversas 
filiais compreendam e sigam as políticas de ética e conformidade 
(Anderson, 2018). O controle interno envolveria a criação de manuais de 
políticas e a realização de treinamentos regulares para garantir que todos 
estejam cientes das diretrizes e procedimentos estabelecidos (Parker, 
2021). Isso ajuda a manter a conformidade e a coerência em todas as 
operações da empresa (Thomas, 2019). 
• Transmissão da definição de controle interno: considere uma startup 
em rápido crescimento que deseja manter sua cultura de controle interno à 
medida que expande (Miller, 2020). Nesse cenário, o controle interno 
 
 
4 
incluiria a nomeação de líderes que compreendam e promovam a definição 
de controle interno da empresa em todas as novas filiais ou departamentos 
(Hall, 2021). Isso garante a consistência e a eficácia dos controles internos, 
mesmo durante períodos de crescimento acelerado (Gray, 2019). 
Saiba mais 
Nos EUA, a Lei Sarbanes Oaxley levou ao estabelecimento obrigatório de 
sistemas de controle interno. Com os escândalos em torno de grandes empresas 
como a Enron e a Worldcom, que não divulgaram balanços honestos, foram o 
gatilho. Muitas práticas em sistemas de controle interno (inclusive 
internacionalmente) derivam dos requisitos legais dos EUA da Lei Sarbanes 
Oaxley. No Reino Unido, por exemplo, também existem regulamentos que exigem 
os efeitos e práticas de tal sistema. Estes regulamentos regem o reforço dos 
direitos dos auditores à informação dos administradores e funcionários. A Lei das 
Sociedades (Auditoria, Investigações e Empresas Comunitárias) entrou em vigor 
em 2004. Também pode ser visto a partir dos vários textos legais que os requisitos 
dependem em parte da forma jurídica da empresa. 
1.2 Evolução do controle interno e sua influência 
Sabemos que a evolução do controle interno foi influenciada pelas 
crescentes expectativas dos gestores em relação aos padrões de auditoria. Um 
exemplo notável é a transição de métodos manuais de contabilidade para 
sistemas de informações financeiras sofisticados. Embora essa mudança tenha 
enfrentado resistência inicial, ela resultou em demonstrações financeiras mais 
confiáveis e uma melhor gestão financeira para as empresas. 
Outro exemplo de evolução é a resposta às mudanças na legislação, como 
a Lei Sarbanes-Oxley (SOX). Esta legislação exigiu que as empresas avaliassem 
e relatassem seus controles internos de maneira mais rigorosa. Como resultado, 
muitas empresas investiram em sistemas de monitoramento interno automatizado 
para garantir a conformidade e a precisão das demonstrações financeiras. 
 
 
 
5 
Saiba mais 
O Comitê de Organizações Patrocinadoras da Comissão Treadway 
(COSO) desenvolveu uma estrutura abrangente que orienta as organizações a 
estabelecer controles internos eficazes. A Estrutura COSO é um conjunto de 
diretrizes para integração de controles internos nas operações corporativas. 
Esses controles, em conjunto, fornecem garantia razoável de que a empresa está 
operando de forma ética, transparente e em conformidade com as normas do 
setor. O COSO aborda 5 aspectos interligados dos controles internos: 
Ambiente de controle: o tom definido pela gestão e pela cultura ética geral da 
organização. 
Atividades de controle: políticas, procedimentos e mecanismos são 
implementados para garantir que as diretivas sejam executadas de forma eficaz. 
Avaliação de risco: identificar e avaliar riscos potenciais que possam impactar o 
alcance dos objetivos organizacionais. 
Informação e comunicação: o fluxo de informações relevantes em todos os 
níveis da organização para apoiar um controle eficaz. 
Atividades de monitoramento: a revisão e avaliação contínua dos controles 
internos para garantir a eficácia. 
1.3 Integridade das informações 
Sabemos que os controles internos desempenham um papel crucial na 
garantia da integridade das informações dentro das organizações, tendo um 
impacto direto em vários pontos de suas operações. Para ilustrar essa 
importância, consideremos os exemplos a seguir, apoiados em referências 
bibliográficas relevantes:● Segurança de dados e vulnerabilidades de segurança: uma empresa de 
tecnologia, em busca de proteger tanto os dados de seus clientes quanto 
sua reputação, implementa rigorosos controles internos em seus processos 
de desenvolvimento de software (Smith, 2020). Esses controles são 
projetados para garantir a precisão das informações relacionadas às 
vulnerabilidades de segurança. A importância disso é destacada por 
pesquisas que apontam que falhas de segurança podem resultar em danos 
significativos à reputação e perdas financeiras substanciais (Jones et al., 
2019). 
 
 
6 
● Conformidade com regulamentos ambientais: empresas que buscam 
cumprir regulamentos ambientais rígidos devem estabelecer controles 
internos abrangentes para monitorar e relatar seu uso de recursos naturais, 
emissões de poluentes e práticas de reciclagem (Brown; Green, 2021). 
Esses controles não apenas ajudam a evitar penalidades legais, mas 
também contribuem para a sustentabilidade e responsabilidade social 
corporativa (Roberts, 2018). Pesquisas indicam que as empresas que 
adotam práticas sustentáveis tendem a ser mais resilientes e a obter 
vantagens competitivas (Porter; Kramer, 2011). 
Dessa forma, os exemplos acima demonstram claramente como a evolução 
e a importância dos controles internos na gestão empresarial estão 
intrinsecamente ligadas à melhoria da precisão das informações, à conformidade 
com regulamentos e à eficiência operacional em diversos contextos empresariais. 
Além disso, é essencial observar que regulamentações como a Lei Sarbanes-
Oxley continuam a enfatizar a necessidade contínua de controles internos 
eficazes para proteger os interesses das partes interessadas e garantir a 
integridade das informações financeiras (Hermann et al., 2020). 
TEMA 2 – CONCEITOS ESSENCIAIS DO CONTROLE INTERNO 
Sabemos que o ambiente de controle desempenha um papel crucial como 
base para os outros componentes do controle interno, com seu foco principal na 
esfera de influência da alta administração, seja em toda a organização ou em uma 
de suas divisões. 
2.1 Importância do ambiente de controle 
A falta de um ambiente de controle robusto pode resultar em possíveis 
falhas na consecução dos objetivos organizacionais. Neste contexto, o Controle 
Interno é definido pelo AICPA - American Institute of Certified Public Accountants 
(1995) como o conjunto coordenado de métodos e obrigações que a empresa 
emprega para proteger seu patrimônio, garantir a precisão e confiabilidade de 
seus dados confidenciais, promover a eficiência operacional e incentivar a adesão 
às políticas estabelecidas pela administração. 
É importante destacar que o controle interno é um processo deliberado, 
supervisionado pelo conselho de administração e outros responsáveis, destinado 
 
 
7 
a proporcionar uma garantia razoável em relação à realização dos objetivos 
organizacionais. Os componentes da estrutura de controle interno garantem que 
a empresa permaneça em conformidade com todas as leis e regulamentos que 
regem seu setor. O COSO - Committee of Sponsoring Organizations of the 
Treadway Commission identifica regularmente cinco componentes essenciais 
para este sistema: 
• Ambiente de controle. 
• Avaliação de risco. 
• Atividades de controle. 
• Informação e comunicação. 
• Monitoramento. 
Portanto, os exemplos de elementos que compõem o ambiente de controle 
incluem a integridade e os valores éticos da gestão, um código de conduta, a 
estrutura da empresa, a filosofia de gestão e o estilo operacional, procedimentos 
para delegar responsabilidades e autoridade, métodos de avaliação de 
desempenho, políticas e procedimentos escritos disponibilizados a toda a equipe, 
bem como a aplicação consistente de medidas disciplinares a todos os 
funcionários. O controle interno busca promover uma cultura de conformidade 
com as políticas e procedimentos da organização, com comunicação clara e 
avaliação anual de riscos. 
2.1.1 Exemplo prático 
Imagine uma instituição financeira, como um banco, que deseja garantir a 
eficácia de seu controle interno, aplicando o conjunto coordenado de métodos e 
obrigações, como: Proteger o Patrimônio (o banco investe em medidas de 
segurança física, como câmeras, alarmes e sistemas de controle de acesso em 
suas agências e centros de dados para proteger o dinheiro e outros ativos físicos. 
Utiliza criptografia de última geração para proteger dados financeiros confidenciais 
e informações de clientes em trânsito e em repouso. Garantir a Precisão e 
Confiabilidade de Dados Confidenciais (implementa sistemas de software 
altamente seguros para registrar, armazenar e transmitir informações financeiras. 
Realiza auditorias internas e utiliza soluções de segurança cibernética para 
garantir que os dados financeiros e pessoais dos clientes estejam protegidos 
contra violações ou acesso não autorizado. Promover Eficiência Operacional 
 
 
8 
(utiliza sistemas de automação e software de gerenciamento de processos para 
otimizar os fluxos de trabalho e acelerar as transações. Treina regularmente seus 
funcionários para garantir que eles estejam cientes dos procedimentos mais 
eficazes e usem as ferramentas disponíveis de maneira eficiente. Incentivar a 
Adesão às Políticas Estabelecidas pela Administração (mantém manuais de 
políticas e procedimentos atualizados e disponíveis para todos os funcionários. 
Realiza treinamentos regulares e avaliações de conformidade para garantir que 
todos os funcionários entendam e sigam as políticas estabelecidas pela alta 
administração. 
Como resultado da implementação dessas práticas de controle interno, o 
banco garante a proteção de seus ativos, a precisão e confiabilidade de suas 
informações financeiras, a eficiência de suas operações e a adesão às políticas 
estabelecidas pela administração. Isso não apenas ajuda a proteger a reputação 
do banco, mas também a construir a confiança dos clientes e a cumprir com 
regulamentos rigorosos do setor financeiro. 
2.2 A essência do conceito de controle interno 
Podemos afirmar que a definição de controle interno aborda conceitos 
fundamentais essenciais para o funcionamento eficaz das organizações, ou seja, 
o controle interno é um processo contínuo que visa garantir a eficiência, eficácia 
e conformidade das operações organizacionais. É realizado por pessoas em todos 
os níveis da organização e não se limita a manuais e formulários. 
É importante ressaltar que embora não possa oferecer segurança absoluta, 
o controle interno fornece um nível aceitável de segurança para a gerência e o 
conselho de administração. Dessa forma, os objetivos do controle interno 
abrangem várias categorias e frequentemente se sobrepõem, contribuindo para o 
bom desempenho da organização. No entanto, o controle interno não é isento de 
custos e, em alguns casos, as atividades de controle podem afetar a eficiência 
global da organização. 
Assim, a administração deve equilibrar a redução de riscos com a busca 
pela eficiência, aceitando um certo nível de risco para manter a competitividade e 
a ética. 
 
 
 
9 
2.2.1 Exemplo prático 
Considere uma empresa de manufatura que deseja implementar um 
controle interno abrangente para garantir a qualidade de seus produtos e o 
cumprimento das regulamentações, como segurança do trabalho e ambiental. No 
entanto, a empresa também está ciente de que o controle interno não é isento de 
custos e que, em alguns casos, pode afetar a eficiência global das operações. 
Controle de Qualidade do Produto (a empresa decide implementar um rigoroso 
sistema de controle de qualidade para garantir que cada produto fabricado 
atenda aos padrões estabelecidos. São designados inspetores para verificar 
cada etapa do processo de fabricação. Isso garante a qualidade, mas também 
aumenta o tempo necessário para produzir cada unidade). Segurança do 
Trabalho (para cumprir as regulamentações de segurançado trabalho, a 
empresa investe em treinamentos regulares para seus funcionários e adquire 
equipamentos de segurança avançados. A implementação dessas medidas 
adicionais de segurança torna os processos de produção mais lentos, uma vez 
que os funcionários precisam seguir procedimentos rigorosos). Sustentabilidade 
Ambiental (a empresa decide adotar práticas ambientais responsáveis, como 
reciclagem de resíduos, redução de emissões e uso de materiais sustentáveis. 
Embora isso seja benéfico para o meio ambiente, pode aumentar os custos de 
produção e potencialmente afetar a eficiência, pois a empresa precisa investir em 
tecnologias e processos mais caros). 
Nesse cenário, a empresa de manufatura está ciente de que os controles 
internos, como o controle de qualidade, a segurança do trabalho e a 
sustentabilidade ambiental, têm um custo. No entanto, a empresa também 
reconhece que esses controles internos são essenciais para garantir a qualidade 
dos produtos, manter um ambiente de trabalho seguro e atender às 
regulamentações ambientais. 
Você sabia que nas empresas públicas enfrentam requisitos adicionais de 
controle financeiro e, também, que podem aumentar os custos dos controles? 
2.3 A importância do sistema de controle interno 
Sabemos que a conformidade com leis, regulamentos e a proteção de 
recursos para evitar perdas e danos são componentes fundamentais do controle 
interno, ou seja, à medida que as empresas crescem, a abrangência do sistema 
 
 
10 
de controle interno aumenta, uma vez que os gestores não podem supervisionar 
todas as operações. No entanto, mesmo com um sistema abrangente, o risco de 
fraude ou erro não é eliminado, e, portanto, o compartilhamento de conhecimento 
e boas práticas desempenha um papel vital na construção e manutenção de um 
sistema eficaz de controle interno. 
Dessa forma, os controles internos são fundamentados em um ambiente 
de controle forte e com práticas comerciais sólidas, muitas vezes apoiadas por 
políticas, embora a ausência de políticas formais não impeça boas práticas de 
negócios. Assim, o pessoal administrativo e departamental é responsável pelos 
controles internos, que são essenciais para todos os aspectos do negócio e visam 
a prevenção de erros e fraudes. Os controles internos fornecem uma garantia 
razoável, embora não absoluta, de que os objetivos da organização serão 
alcançados. 
Portanto, por meio dessa visão conceitual do controle interno, percebemos 
a ênfase na importância da explicação, da verificação interna dos processos, dos 
controles financeiros e das responsabilidades administrativas pertinentes ao 
controle. 
TEMA 3 – PRINCÍPIOS DO CONTROLE INTERNO 
De acordo com Oliveira (2021), os princípios do controle interno consistem 
na demanda pela administração em estabelecer procedimentos que assegurem a 
preservação dos ativos da empresa. Sabemos que estes princípios representam, 
em essência, as diretrizes utilizadas pelo gerenciamento para definir as 
estratégias de proteção dos negócios organizacionais. Conforme Silva (2022) 
destaca, o controle interno configura-se como um conjunto de procedimentos 
adotados como parte do padrão de organização da empresa. 
3.1 O significado dos princípios 
Os principais princípios de controle interno incluem pontos-chave do 
processo. De acordo com o American Institute of Certified Public Accountants 
(AICPA, 2021), esses princípios abrangem a necessidade de: estabelecer 
responsabilidades; manter registros; garantir ações por funcionários-chave; 
segregação de funções; manter a rotatividade obrigatória dos funcionários; manter 
 
 
11 
a responsabilidade da parte relacionada já dividida; usar controles tecnológicos; e 
realizar revisões independentes regulares. 
O controle interno é definido como "a soma de um plano organizacional 
com métodos e medidas adotadas pela empresa para proteger seu patrimônio, 
verificar a exatidão e a fidedignidade de seus dados contábeis, promover a 
eficiência operacional e estimular a orientação às políticas administrativas 
condicionais" (AICPA, 2021). 
Saiba mais 
Um dos princípios mais comuns de controle interno é a segregação de 
funções, que visa garantir que as funções de gravação e manutenção de registros 
sejam separadas da manipulação real do dinheiro. Isso é especialmente 
importante para evitar fraudes. Como explicado por Smith (2022), a caixa é 
responsável pela coleta de dinheiro dos clientes, enquanto o contador ou o 
departamento de contabilidade é responsável por registrar as cobranças de caixa 
e fazer as reconciliações bancárias. Essa separação de cargos é fundamental 
para prevenir fraudes, uma vez que uma única pessoa não pode desviar dinheiro 
dos clientes e encobrir o roubo por meio de uma contabilidade fraudulenta. A 
colaboração de duas pessoas em conluio é menos provável que um único 
funcionário execute sozinho. 
Dessa forma, é importante notar que o campo do controle interno está em 
constante evolução, e, portanto, a lista de princípios continuará a crescer 
proporcionalmente. Os princípios servem como base para a criação e 
implementação dos controles internos pela administração, sendo as diretrizes 
fundamentais que a gestão deve considerar e aplicar em suas operações 
específicas. 
Esses princípios são aplicáveis tanto a grandes quanto a pequenas 
empresas, e cada empresa possui seu próprio conjunto de medidas de controle 
para proteger seus ativos e garantir a confiabilidade dos registros contábeis, uma 
vez que os controles internos se orientam para a prevenção ou detecção. Na 
prevenção, busca-se evitar a ocorrência de perdas, durante a detecção, o objetivo 
é identificar atividades suspeitas. É fundamental compreender que uma fraude 
bem-sucedida pode afetar seriamente a estabilidade de qualquer negócio, sendo 
o risco de falha financeira devido a fraudes ainda maiores para pequenos 
empresários. 
 
 
12 
3.2 Princípios que servem como base para a criação e implementação dos 
controles internos pela administração 
Os princípios que servem como base para a criação e implementação dos 
controles internos pela administração, sendo as diretrizes fundamentais que a 
gestão deve considerar e aplicar em suas operações específicas, incluem: 
• Estabelecer responsabilidades: conforme destacado por Martins (2020), 
a prática de estabelecer responsabilidades envolve a atribuição clara de 
funções e responsabilidades a indivíduos ou departamentos, garantindo 
que cada aspecto da operação seja supervisionado por alguém. 
• Manter registros: de acordo com o Instituto Brasileiro de Contabilidade 
(IBC, 2021), é de extrema importância manter registros precisos e 
completos das transações financeiras e operacionais da empresa. Esses 
registros desempenham um papel fundamental na criação de uma trilha de 
auditorias para revisões e verificações futuras. 
• Assegurar ativos por funcionários-chave: conforme recomendado por 
Almeida (2019), os ativos da empresa devem ser protegidos e controlados 
por funcionários de confiança, especialmente aqueles que têm acesso a 
informações sensíveis ou recursos financeiros. 
• Segregação de funções: segundo o Conselho Federal de Contabilidade 
(CFC, 2020), a segregação de funções é uma prática que implica na 
separação de funções para evitar conflitos de interesse e reduzir o risco de 
fraudes. Por exemplo, uma pessoa que faz pagamentos não deve ser a 
mesma que autoriza esses pagamentos. 
• Manter a rotatividade obrigatória dos funcionários: conforme apontado 
por Silva (2021), a rotação de funcionários em cargas-chave ajuda a evitar 
a possibilidade de fraudes a longo prazo, uma vez que um funcionário não 
deve ter controle absoluto sobre uma área por um período indefinido. 
• Manter a responsabilidade da parte relacionada já dividida: segundo 
Oliveira (2018), isso significa que as operações da empresa não devem 
depender exclusivamente de relações de parentesco ouamizade, pois isso 
pode levar a conflitos de interesse e práticas antiéticas. 
• Usar controles tecnológicos: de acordo com Gonçalves (2020), a 
tecnologia desempenha um papel fundamental na implementação de 
 
 
13 
controles internos, como sistemas de software que automatizam tarefas, 
criam trilhas de auditoria e monitoram atividades suspeitas. 
• Realizar revisões independentes regulares: segundo o International 
Auditing and Assurance Standards Board (IAASB, 2022), auditorias 
internas ou externas, revisões financeiras e avaliações independentes são 
essenciais para garantir que os controles internos funcionem conforme o 
planejado e que não haja irregularidades. 
Portanto, esses princípios, de acordo com as normas de controle interno 
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR 15809, 2015) são 
essenciais para proteger os ativos da empresa, garantir a integridade dos registros 
contábeis, promover a eficiência operacional e cumprir as políticas administrativas 
condicionais. Eles são aplicáveis a organizações de todos os tamanhos e setores 
e devem ser adaptados às necessidades e especificações específicas de cada 
empresa. 
TEMA 4 – CONTROLE INTERNO ADMINISTRATIVO 
Em nosso aprendizado, sabemos que os controles internos são métodos 
empregados para auxiliar no alcance dos objetivos organizacionais (Souza, 2019). 
4.1 Controles Internos administrativos na gestão organizacional 
Você percebeu que essas ferramentas são amplamente utilizadas pelos 
administradores em suas atividades diárias, uma vez que os administradores 
utilizam procedimentos específicos para atingir objetivos bem definidos. Alguns 
exemplos desses procedimentos de controle incluem: 
● Incentivar a conformidade com políticas e disposições internacionais 
(Martins, 2020); 
● Bloquear o acesso de dados para desencorajar roubos (Oliveira, 2018); 
● Revisar faturas mensais de cartões de compra e orçamento de contas 
(CFC, 2020); 
● Verificar transações on-line, entre outras práticas (Gonçalves, 2020). 
Todos os níveis de administradores, desde a alta direção até níveis 
hierárquicos inferiores, utilizam controles internos para garantir que suas unidades 
operem em conformidade com a responsabilidade do administrador, ou seja, é 
 
 
14 
estabelecer e manter controles internos eficazes para cumprir a missão e os 
objetivos da organização (IBC, 2021). 
4.2 A Importância dos controles internos na administração 
Os controles administrativos envolvem procedimentos administrativos que 
incluem análises de relatórios e estatísticas relacionadas a tempo, movimento e 
desempenho; avaliação de programas de treinamento; e a responsabilidade pela 
segurança no trabalho e controle de qualidade (Silva, 2021). Esses controles 
internos desempenham um papel fundamental na garantia da eficiência 
operacional, na conformidade com as regulamentações e na proteção dos ativos 
da empresa, refletindo a responsabilidade e o compromisso da administração com 
o sucesso organizacional. Ao delinear objetivos, o administrador já deve definir 
especificações bem definidas (Oliveira, 2019). Isso inclui: 
• A propriedade das transações para todas as atividades nas contas pelas 
quais o administrador é responsável; 
• A confiabilidade e integridade das informações para embasar decisões 
internas de gerenciamento e relatórios de agências externas (Silva, 2020); 
• A conformidade com as políticas e procedimentos da empresa (CFC, 
2021); 
• A proteção de ativos e da supervisão económica; 
• A eficiência das operações para otimizar o uso de recursos limitados no 
cumprimento da missão da empresa (Martins, 2018). 
4.3 Definindo objetivos e procedimentos para controles internos eficientes 
Após identificar esses parâmetros, o administrador precisa mapear quais 
controles internos já existem ou precisam ser implementados para garantir, de 
forma razoável, a realização de cada objetivo específico (Gonçalves, 2017). É 
importante ressaltar que a eficácia dos controles internos está relacionada ao 
entendimento preciso dos objetivos e à seleção adequada dos controles 
necessários para atingi-los. É um processo harmonioso que requer revisão 
contínua e adaptação às mudanças nas condições e nos requisitos 
organizacionais. 
Uma prática atual relacionada ao mapeamento e implementação de 
controles internos é a utilização de sistemas de Software de Governança, Risco 
 
 
15 
e Conformidade (GRC). Essas ferramentas oferecem uma abordagem 
abrangente e eficaz para identificar, avaliar, monitorar e gerenciar os riscos e 
controles internos em uma organização (Silva, 2021). Através das soluções de 
GRC, os administradores podem: 
● Mapear controles internos: o software GRC permite que as organizações 
mapeiem seus processos, identifiquem riscos e estabeleçam controles 
internos específicos para mitigar esses riscos. Esses controles podem ser 
alinhados com os objetivos organizacionais (Martins, 2019). 
● Avaliar a eficácia dos controles: as ferramentas de GRC permitem que 
os administradores avaliem continuamente a eficácia dos controles internos 
existentes. Isso é feito por meio de avaliações de risco e auditorias internas, 
ajudando a garantir que os controles funcionem de acordo com o planejado 
(Oliveira, 2020). 
● Monitorar e relatar: os sistemas de GRC permitem o monitoramento 
contínuo dos controles internos por meio de painéis e relatórios em tempo 
real. Isso ajuda os administradores a identificar imediatamente quaisquer 
desvios ou problemas nos controles (Souza, 2018). 
● Adaptação às mudanças: como selecionado no texto, a adaptação às 
mudanças é essencial. As soluções de GRC permitem que as organizações 
ajustem seus controles internos à medida que as condições e os requisitos 
organizacionais evoluem. Isso pode ser feito de forma ágil e flexível (CFC, 
2021). 
Portanto, o uso de sistemas de GRC é uma prática atual e eficaz para 
mapear, implementar e monitorar os controles internos em uma organização, 
garantindo que eles sejam alocados com os objetivos e requisitos da empresa e 
sejam adaptados às mudanças contínuas. 
Saiba mais 
Você sabia que uma boa gestão de riscos reduz custos de falhas? 
Identificação: no contexto de gestão de riscos, a etapa inicial é a identificação, 
na qual todos os riscos relevantes são rapidamente identificados pelas partes 
interessadas em um ambiente online. 
Avaliação: os riscos são minuciosamente avaliados em termos de probabilidade 
e impacto, com os resultados sendo automaticamente disponibilizados para a 
reunião de discussão de riscos. 
 
 
16 
Discussão: onde os riscos são envolvidos de forma a garantir o entendimento 
correto de todos os envolvidos, permitindo que compartilhem pontos de vista e 
alinhem responsabilidades. 
Mitigação: para os riscos mais significativos, medidas de mitigação são 
definidas e inovadoras para reduzir sua exposição. 
Monitoramento: os proprietários de riscos e as partes interessadas podem 
manter informações atualizadas a qualquer momento, apoiados por alertas 
automáticos e painéis interativos (dashboard) que auxiliam a manter todos na 
trilha certa. 
TEMA 5 – CONTROLE INTERNO - CONTÁBIL E GERENCIAL 
Sabemos como é importante um controle interno eficaz, que abrange tanto 
os aspectos contábeis quanto gerenciais, tudo para garantir a estabilidade 
financeira, a tomada de decisões informadas e o cumprimento das 
regulamentações em uma organização. 
5.1 Procedimentos de Controle Interno Contábil 
Conforme destacado por Santos e Almeida (2019), os procedimentos de 
controle interno contábil desempenham um papel fundamental na gestão 
financeira das organizações, sendo práticas e políticas condicionais com o 
objetivo de garantir a máxima precisão e integridade das informações financeiras. 
Nesse contexto, uma série de medidas se torna crucial para atingir essa finalidade, 
incluindo a segregação de funções, a revisão periódica de contase a minuciosa 
documentação de todas as transações financeiras. Com essas medidas, também, 
os riscos associados a erros e fraudes são significativamente reduzidos (Silva, 
2020). 
É importante ressaltar que a conformidade com esses padrões contábeis, 
bem como a implementação eficaz desses procedimentos internos, é crucial para 
manter a supervisão dos relatórios financeiros, fornecendo assim uma base sólida 
para tomada de decisões informadas. Além disso, a transparência financeira 
torna-se uma parte essencial do relacionamento com investidores, parceiros 
comerciais e agências reguladoras, agregando valor à imagem da organização. 
Para Lima (2021), esses procedimentos não se limitam apenas a questões 
de conformidade e precisão, mas desempenham um papel ainda mais amplo na 
 
 
17 
estratégia organizacional. Eles também exercem influência direta na prevenção 
de fraudes, no aprimoramento da eficiência operacional e na garantia de que os 
relatórios financeiros refletem com fidelidade a realidade econômica da 
organização, fornecendo, assim, uma base sólida para a gestão de riscos e 
tomada de decisões assertivas. Dessa forma, o controle interno contábil assume 
um papel de destaque na governança corporativa e na gestão responsável das 
finanças corporativas, contribuindo para o sucesso e a sustentabilidade de uma 
organização. 
5.2 Controle Interno Gerencial 
Conforme ressaltado por Carvalho e Souza (2020), o controle interno 
gerencial engloba uma série de práticas e processos que desempenham um papel 
fundamental ao auxiliar os gestores na tomada de decisões efetivas para a gestão 
de uma organização. Essas práticas incluem o estabelecimento de metas e 
orçamentos, a análise de desempenho, a alocação de recursos, o monitoramento 
de indicadores-chave de desempenho (KPIs) e a avaliação constante do 
progresso em relação às metas determinantes. 
A gestão de recursos e o monitoramento do desempenho organizacional 
são elementos destacados por Azevedo e Silva (2019) como partes integrantes 
do controle interno gerencial. O estabelecimento de metas e orçamentos fornece 
um plano estruturado para a organização, direcionando os esforços para a 
realização de objetivos estratégicos e operacionais. Uma análise de desempenho, 
por sua vez, permite avaliar o progresso e identificar áreas que desativam 
melhorias ou realocações de recursos. O acompanhamento de indicadores-chave 
de desempenho é essencial para medir o sucesso em relação aos objetivos 
definidos e, assim, tomar medidas corretivas quando necessário. 
Para Lopes e Almeida (2021), é importante ressaltar que o controle interno 
gerencial não visa apenas o alcance das metas, mas também a otimização da 
alocação de recursos, garantindo que sejam usados de maneira eficaz. Esse 
controle é essencial para garantir que a organização esteja direcionando seus 
recursos para as áreas que oferecem o maior retorno sobre o investimento. 
 
 
 
18 
5.3 Avaliação de Riscos e Auditoria Interna 
A avaliação de riscos desempenha um papel significativo no controle 
interno, auxiliando na identificação e mitigação de potenciais ameaças aos ativos 
e operações da organização (Silva; Pereira, 2018). Essa prática é essencial para 
garantir a continuidade das operações e a proteção dos recursos da organização, 
uma vez que permite a identificação proativa de vulnerabilidades e ameaças que 
podem comprometer o desempenho e a integridade dos processos 
organizacionais. 
A auditoria interna, como salientado por Carvalho (2020), é uma ferramenta 
fundamental no contexto do controle interno. Ela um papel crítico na avaliação da 
eficácia dos controles internos já existentes e na identificação de áreas que são 
relevantes de aprimoramento. As auditorias internas envolvem revisões 
independentes e sistemáticas de processos, procedimentos e controles, com o 
objetivo de garantir a conformidade com normas, regulamentações e políticas 
internas, além de avaliar a eficiência operacional. 
Seguindo as normas do Instituto Brasileiro de Auditoria Interna (IBRI, 2019), 
as auditorias internas têm como objetivo principal preparar recomendações e 
insights importantes para melhorar a eficácia dos controles internos e, assim, 
contribuir para uma gestão eficaz de riscos e o cumprimento das regulamentações 
em vigor. Além disso, as auditorias internas desempenham um papel fundamental 
na criação de uma cultura de conformidade e na promoção da transparência e 
prestação de contas dentro da organização. 
 
 
 
19 
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