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MÓDULO 3: COMBATE E EXTINÇÃO DE 
INCÊNDIO
Unidade Didática 2: Equipamentos de Proteção e Combate a Incêndio
OBJETIVOS
OBJETIVOS
Ao final desta lição, os participantes serão capazes de:
1. Citar e conceituar EPI para combate a incêndio estrutural;
2. Identificar os riscos a saúde do bombeiro que podem ser encontrados em um incêndio;
3. Calcular a autonomia de um cilindro de ar comprimido utilizado no Equipamento de 
Proteção Respiratória (EPR);
4. Identificar os principais extintores para as diferentes classes de incêndio;
5. Relacionar o passo a passo da operação de extintores;
6. Conceituar e classificar as mangueiras de combate a incêndio;
7. Descrever a funcionalidade dos esguichos mais utilizados pelo CBMSC; e
8. Relacionar os principais componentes hidráulicos utilizados em operações de CI.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
EPI é todo dispositivo ou equipamento individual utilizado pelo bombeiro combatente, 
destinado à proteção contra riscos capazes de ameaçar a sua segurança e a sua 
saúde.
Os EPI são elementos fundamentais em ações de combate a incêndio, devido aos 
diversos riscos à saúde dos bombeiros, que podem ocasionar lesões graves ou até 
fatais, tais como:
• calor elevado;
• presença de materiais energizados;
• desabamentos de estruturas ou de partes da estrutura;
• explosões;
• riscos de contusões;
• quedas de nível, etc.
O uso dos EPIs 
necessários é uma 
obrigação básica do 
bombeiro em toda 
ocorrência.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Os EPI adotados pelo CBMSC no combate a incêndios são:
• capacete;
• roupa de aproximação (casaco e calça);
• luva;
• bota;
• balaclava;
• equipamento de proteção respiratória (EPR)
 e cilindro reserva.
O uso dos EPIs 
necessários é uma 
obrigação básica do 
bombeiro em toda 
ocorrência.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
CAPACETE
Responsável pela proteção de cabeça e face do combatente contra calor, chama, 
eletricidade e impactos de objetos. 
No CBMSC, utiliza-se como principal norma de referência a EN 443/2008 - 
(Capacetes para Combate a Incêndios em Edifícios e outras Estruturas).
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
BALACLAVA
Espécie de capuz destinado à proteção da cabeça e pescoço contra chamas. 
O tipo de tecido mais utilizado é a meta-aramida (também conhecida pela marca 
registrada Nomex). Contudo, novas tecnologias com maior resistência já estão 
disponíveis no mercado, destacando-se o PBI e o CarbonX.
No CBMSC, utiliza-se como referência a EN 13911.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
BALACLAVA
http://www.youtube.com/watch?v=Cn_fLJrs2Kw
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
ROUPA DE APROXIMAÇÃO (casaco e calça)
Roupa especial projetada para garantir resistência térmica, contra chamas e 
contra abrasões. De maneira geral, são compostas por três camadas: 
A camada externa é a responsável por se tornar uma primeira barreira térmica e 
contra chamas. Além disso, possui alta resistência mecânica.
A camada intermediária é uma barreira de líquidos. Sua principal função é 
permitir a transpiração de dentro para fora, ao mesmo tempo que é impermeável 
de fora para dentro.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
ROUPA DE APROXIMAÇÃO (casaco e calça)
Por fim, existe a camada interna responsável por criar um “bolsão de ar”, 
aumentando de maneira significativa a resistência contra transferência de calor.
A norma de referência no CBMSC para todo o conjunto é a EN 469.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
BOTAS
Bota cano longo utilizada para combate a incêndios.
No CBMSC, o adotado é o de couro hidrofugado, antichama, 
acolchoado, forro da gáspea e cano 100% impermeável e 
respirável.
As normas de referência no CBMSC são: ABNT NBR 15275, 
NBR ISO 20345:2015 OU EN ISO 20345:2011 e EN 15090:2012.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
LUVAS
EPI destinado à proteção das mãos e pulso. A norma de 
referência no CBMSC é a EN 659.
Lembre-se que luvas convencionais não possuem resistência 
térmica, a chamas ou aos vapores criados durante o combate! 
O uso imprudente de equipamentos inadequados pode gerar 
sérios danos ao usuário.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
Em incêndios, podemos dizer que os pulmões e as 
vias respiratórias são muito mais vulneráveis que 
qualquer outra parte do corpo humano. 
Motivo pelo qual é imprescindível o uso do 
Equipamento de Proteção Respiratória, sendo 
utilizado também no rescaldo.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
O modelo de EPR utilizado no CBMSC é o de 
máscara autônoma de pressão positiva 
automática.
É formado basicamente por suporte (arreios e 
sela), cilindro com capa de proteção térmica e 
máscara facial, além de demais componentes e 
acessórios a serem vistos na prática.
A norma de referência no CBMSC é a EN 137.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
Manuseio e operação: 
- Método sobre a cabeça;
- Método de vestir ou mochila.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
Colocação da máscara facial: 
- alargar ao máximo os tirantes da máscara;
- colocar a máscara facial (ainda com o cilindro fechado) 
introduzindo primeiramente o queixo dentro desta e com as 
duas mãos colocar os tirantes sobre a cabeça;
- puxar simultaneamente os tirantes laterais inferiores para 
trás, o mais tangenciado possível à cabeça, ajustando-os com 
cuidado para não danificá-los;
- certificar de que não permaneçam cabelos entre a testa e a 
máscara;
- puxar simultaneamente os tirantes das têmporas para trás, o 
mais tangenciado possível à cabeça e ajustá-los, deixando por 
último o tirante de cima.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
Colocação da máscara facial: 
- abrir o registro do cilindro;
- concluir a conexão da máscara facial ao cilindro através da válvula 
de demanda;
- verificar a estanqueidade da máscara facial,observando se o rosto 
está sendo succionado e se há incapacidade de continuar inspirando. 
A entrada de ar na máscara significa que ela está mal colocada ou 
danificada;
- abrir o registro do cilindro, inspirar e expirar e, com as costas das 
mãos, sentir se o ar sai pela válvula de exalação;
- se a entrada do bombeiro combatente em ambiente com fumaça ou 
gases tóxicos não ocorrer de forma imediata pode-se, após o teste 
da máscara, retirar a válvula de demanda da máscara e retirar 
normalmente, sem consumir o ar do cilindro e sem a necessidade de 
desequipar-se para isto.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
VERIFICAÇÕES DE SEGURANÇA
Além da conferência geral do equipamento, frisa-se dois procedimentos de segurança a serem verificados:
→ Prova vedação à alta pressão:
a) Acoplar a válvula de demanda à mangueira de alta pressão, abrir o registro do cilindro e ler a pressão 
indicada no manômetro. Fechar o registro do cilindro. A pressão deve permanecer inalterada durante um 
minuto; e
b) Sempre acionar o botão de descarga para despressurizar o sistema; com isso, conseguem-se 
desacoplar as conexões com facilidade.
→ Ensaio do sinal de alarme:
a) Abrir o registro do cilindro por um curto espaço de tempo e, depois, voltar a fechá-lo; e
b) Depois, cuidadosamente, liberar o ar pela válvula de demanda, observando o manômetro. O sinal de 
alarme deve soar quando a pressão do manômetro for de 40/50 bar. O assobio não diminui de intensidade 
senão quando o ponteiro do manômetro chegar ao batente correspondente ao zero.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
AUTONOMIA
Corresponde ao tempo em que o bombeiro terá ar respirável disponível em 
seu EPR. A autonomia está condicionada à pressão do ar interna do 
cilindro, ao volume do cilindro e ao consumo de ar do usuário. Pode ser 
facilmente calculada pela fórmula:
Onde:
A - Autonomia, em minutos (min);
V - Volume, em litros (L);
P - Pressão nominal do cilindro (bar);
R - Reserva para abandono do local (bar);
C - Consumo de ar, em litros por minuto (L/min).
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA(EPR)
AUTONOMIA
Para efeito do cálculo simplificado, em geral se fazem as seguintes 
considerações:
- o bombeiro em atividade tem um consumo (C) em média 50 L/min;
- a reserva (R) para abandono de local em geral é de 50 bar.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
AUTONOMIA
Exemplo de cálculo:
Qual a autonomia (A) de um cilindro com volume (V) de 7 L e pressão (P) 
de 300 bar?
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
AUTONOMIA
Exemplo de cálculo:
Qual a autonomia (A) de um cilindro com volume (V) de 7 L e pressão (P) 
de 300 bar?
Resposta: a autonomia será de 35 minutos.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO
- Sempre após o uso do EPR, é necessário fazer a manutenção, inspecionando cuidadosamente para 
verificar possíveis danos;
- Lavar a máscara facial com água e sabão neutro, deixando-a secar à sombra, nunca utilize álcool para 
limpar a máscara facial. O álcool resseca a máscara, fazendo com que se perca a característica de 
vedação.
- Trocar o cilindro por outro plenamente cheio. Nunca esqueça de verificar se o cilindro está em sua 
capacidade máxima! Carregar um cilindro de 300 bar com apenas 200 bar significa que você perdeu cerca 
de 14 minutos de ar em um incêndio!
- Assegurar de que todo o equipamento esteja seco antes de guardá-lo na viatura;
Consulte o Manual do Aluno para verificar todas as orientações de inspeção e manutenção!
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (EPR)
Não se engane! 
Mesmo incêndios em ambientes abertos podem possuir riscos respiratórios! 
Incêndios em veículos podem esconder produtos perigosos. 
Rescaldos ainda podem estar liberando altos índices de CO ou outros gases 
nocivos.
Nunca deixe de utilizar os EPRs até que o ambiente esteja totalmente controlado.
EXTINTORES DE INCÊNDIO
EXTINTORES DE INCÊNDIO
APARELHOS EXTINTORES
São equipamentos de acionamento manual, 
portáteis ou sobre rodas (carretas), constituídos 
de recipiente ou cilindro, componentes e agente 
extintor, destinados ao combate do incêndio em 
sua fase inicial.
EXTINTORES DE INCÊNDIO
APARELHOS EXTINTORES
O emprego dos agentes extintores em aparelhos extintores de incêndio é 
regrado por Normas Brasileiras (NBR) aprovadas pela Associação Brasileira de 
Normas Técnicas (ABNT) e seguem regras quanto à:
- Capacidade extintora
- Utilização 
- Manuseio
- Aplicação
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
0
Tipos e aparelhos extintores
Os tipos de aparelhos extintores estão diretamente relacionados ao agente 
extintor, sendo os principais citados abaixo:
- Água;
- Pó químico;
- Espuma mecânica;
- CO2 (gás carbônico).
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
1
Estrutura dos extintores
Os extintores, na maioria dos casos, são constituídos por:
- recipiente ou cilindro de aço carbono;
- manômetro, alça e gatilho;
- mangueira e esguicho.
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
2
Classificação dos extintores
Os extintores são classificados de acordo com as 
classes de incêndio, que estão indicadas no rótulo de 
identificação, podendo ser:
Extintor classe A: seu agente extintor é a água 
pressurizada e é contraindicado sua utilização em 
incêndios classes B, não podendo ser utilizado em 
incêndios C e D;
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
3
Classificação dos extintores
Extintor classe AB: o agente extintor é a espuma 
obtida geralmente dos seguintes reagentes: água, 
bicarbonato de sódio e sulfato de alumínio. Não pode 
ser utilizado em incêndios classes C e D;
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
4
Classificação dos extintores
Extintor classe BC: composto de pó químico seco 
(bicarbonato de sódio ou potássio) ou CO². 
Diferenciam-se no que diz respeito a não deixar 
resíduos e a forma de atuação. Esses tipos são pouco 
eficientes em incêndios classe A e D. 
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
5
Classificação dos extintores
Extintor classe ABC: é geralmente constituído de pó 
químico de monofosfato de amônia;
Extintor classe D: possui em sua composição pó 
químico constituído por outros agentes extintores.
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
6
Operações com extintores
EXTINTORES DE INCÊNDIO
3
7
Operações com extintores
Passo a passo:
1. Localize o extintor mais próximo e mais adequado à classe do incêndio;
2. Transporte o extintor até próximo ao foco inicial do incêndio (na posição 
vertical)
3. Rompa o lacre e retire o pino de segurança;
4. Aponte o esguicho para a base do fogo;
5. Acione o gatilho e movimente o jato em forma de leque;
Equipamentos hidráulicos de combate a incêndio 
Equipamentos hidráulicos de combate a incêndio 
Mangueiras de combate a incêndio
Equipamento de combate a incêndio constituído de um duto flexível dotado de juntas de 
união em suas extremidades, destinando-se a conduzir água sob pressão.
Juntas de união: peças metálicas para conexão de uma mangueira com outra 
mangueira ou outros equipamentos e conexões. No Brasil a junta utilizada é do tipo 
engate rápido “Storz”. 
Lance de mangueira é a fração de mangueira que vai de uma junta de união à outra. 
Linha de mangueiras é o conjunto de mangueiras acopladas formando um sistema.
As mangueiras mais comumente utilizadas no Brasil são as de 38 mm (1 1⁄2”) e 63 mm 
(2 1⁄2”).
Equipamentos hidráulicos de combate a incêndio 
Mangueiras de combate a incêndio
Equipamentos hidráulicos de combate a incêndio 
Mangueiras de combate a incêndio
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Conservação e manutenção de mangueiras
- Devem ser armazenadas em local arejado, livre de 
umidade e mofo e protegidas da exposição do sol;
- Recomenda-se que, no máximo, a cada três 
meses as mangueiras sejam manuseadas, a fim de 
evitar a formação de vincos nos pontos de dobra; 
- As juntas de união devem ser testadas para 
certificar a fácil conexão. Juntas amassadas devem 
ser substituídas.
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Conservação e manutenção de mangueiras
Durante a operação:
- Não arrastar as mangueiras sobre superfícies ásperas ou de bordas vivas;
- Não colocar as mangueiras em contato direto com superfícies muito 
aquecidas;
- Evitar contato das mangueiras com produtos químicos;
- Não bater as juntas de união;
- Não permitir que veículos passem sobre as mangueiras;
- Não permitir que as mangueiras sob pressão sofram dobras de ângulos retos.
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Conservação e manutenção de mangueiras
Após operação:
- Inspeção visual para verificar possíveis avarias;
- Lavar as mangueiras;
- Após a lavagem, as mangueiras devem ser 
postas a secar. 
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Mangotinhos
São tubos flexíveis de borracha reforçados 
para resistir a pressões elevadas, sendo 
dotados de esguichos próprios. São 
acondicionados em viaturas em forma de 
carretel, o que permite uma ação direta e 
rápida, assim como ocorre com uma linha 
pré-conectada.
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Esguichos
São peças que se destinam a dar forma, direção e alcance ao jato de água, 
conforme as necessidades da operação.
Podem ser com pressão de trabalho:
Baixa pressão: 50 PSI (ideal para bombas de menor capacidade de pressão).
Média Pressão: 75 PSI
Alta Pressão: 100 PSI (muito utilizado no CBMSC, ideal para jato atomizado e linhas de proteção).
Quanto à vazão existem esguichos automáticos e reguláveis.
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Esguichos
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Esguicho proporcionador de espuma
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Componentes Hidráulicos
 Junta de União Storz
 Adaptador
 Redução
 Tampão
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Componentes Hidráulicos
 Divisor
 Coletor
 
 
Equip. hidráulicos de combate a incêndio 
Bomba de Incêndio
Escadas de BombeiroEscadas de Bombeiro
Escadas
As escadas objetos desse estudo, dizem respeito àquelas não conjugadas em 
viaturas e basicamente constituídas de dois elementos:
a) Degraus - onde se apoia os pés durante a utilização e
b) Banzos, que são as peças paralelas que suportam os degraus da escada.
Modos de transporte: 
Sobre os ombros, pela lateral sob o braço e acima da cabeça.
Durante seu uso, devem ser posicionadas de forma a oferecer um bom ângulo 
de inclinação visando segurança e bom aproveitamento da altura que se deseja 
ser alcançado. Ângulo de referência de aproximadamente 70° em relação ao 
solo. 
Escadas de Bombeiro
Tipos de Escadas
Escada simples: Constituída de um único lanço de dois banzos paralelos unidos 
por degraus.
Escada em gancho: Escada simples dotada de ganchos móveis montados em 
suportes fixos.
Escada prolongável: É constituída por dois lanços, sendo que um desliza sobre 
guias fixadas no outro (base). Além disso, possui travas para assegurar a posição 
desejada e mecanismo de prolongamento (normalmente cabos e roldana). É a 
escada mais utilizada no Corpo de Bombeiros Militar.
Escadas de Bombeiro
 Escada simples Escada em gancho Escada prolongável
Escadas de Bombeiro
Posicionamento
Para a verificação ou entrada em janelas, a ponta da escada deve estar 
nivelada com o peitoril da janela.
Para a ascensão em telhados e parapeitos, a ponta da escada deve estar com, 
pelo menos, 60 cm acima do parapeito.
Dica de segurança:
Dependendo do trabalho a ser desenvolvido 
pode ser necessário ancoragem de fixação 
da escada no local apoiado, bem como 
ancoragem do bombeiro na própria escada.
Escadas de Bombeiro
Utilização das escadas para resgate
https://docs.google.com/file/d/1PEKdoOtT1fboRdr_13yWn2z2Nsy_iFvd/preview
Escadas de Bombeiro
Transporte de escadas
Sempre que possível deve ser transportado por dois bombeiros, um em 
cada extremidade.
Escadas de Bombeiro
Transporte de escadas
Sempre que possível deve ser transportado por dois bombeiros, um em 
cada extremidade.
RECAPITULAÇÃO
RECAPITULAÇÃO
Nesta lição você aprendeu:
1. Para cada classe de incêndio requer diferentes tipos de extintores, tais como:
Água para incêndio Classe A (combustíveis sólidos)
Pó químico para incêndio Classe B (combustíveis líquidos)
Espuma mecânica para incêndio Classe A ou B
CO2 (gás carbônico) para incêndio Classe C (energizado)
2. O passo a passo da operação de extintores segue a seguinte ordem:
Localizar o extintor mais próximo e mais adequado;
Transportar o extintor até próximo ao foco inicial do incêndio;
Romper o lacre e retirar o pino de segurança;
Apontar o esguicho para a base do fogo;
Acionar o gatilho e movimente o jato em forma de leque;
RECAPITULAÇÃO
3. Mangueira é equipamento de combate a incêndio constituído de um duto flexível 
dotado de juntas de união em suas extremidades;
4. As mangueiras são classificadas em cinco categorias (tipo 1, 2, 3, 4, 5);
5. Esguichos são peças que se destinam a dar forma, direção e alcance ao jato de 
água, conforme as necessidades da operação e os mais utilizados no CBMSC são 
automáticos e de vazão regulável de 100 PSI.
6. Componentes hidráulicos são peças necessárias para a montagem do sistema 
de combate a incêndio (Divisor, Redução, Junta de união storz).
RECAPITULAÇÃO
7. As partes que compõem uma escada são banzos e degraus;
8. Os principais modelos de escadas utilizadas por bombeiros são escada simples, 
escada em gancho e escada prolongável;
9. O transporte das escadas deve ocorrer preferencialmente por dois bombeiros.
OBJETIVOS
1. Citar e conceituar EPI para combate a incêndio estrutural;
2. Identificar os riscos a saúde do bombeiro que podem ser encontrados em um 
incêndio;
3. Calcular a autonomia de um cilindro de ar comprimido utilizado no Equipamento de 
Proteção Respiratória (EPR);
4. Identificar os principais extintores para as diferentes classes de incêndio;
5. Relacionar o passo a passo da operação de extintores;
6. Conceituar e classificar as mangueiras de combate a incêndio;
7. Descrever a funcionalidade dos esguichos mais utilizados pelo CBMSC; e
8. Relacionar os principais componentes hidráulicos utilizados em operações de CI.

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