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Alterações cadavéricas
 (Post Mortem)
Profª Flávia da Silva Gonçalves
Alterações Cadavéricas
Fenômenos que ocorrem após a morte somática.
Alterações Cadavéricas
	Alterações que o cadáver apresenta após a morte e que não tenham ocorrido 
no indivíduo vivo
	Importância
Diferenciar das lesões produzidas em vida
Perícia criminal
Estimar a hora da morte
Morte celular em vida: necrose 
Morte somática: autólise
Como avaliar a morte somática?
Tanatologia 
thanatos + logos
 Cronotanatognose 
khronos + thanatos + gnosis
Conceito de Morte
Perda da consciência
 Desaparecimento da motilidade e do tônus muscular 
 Cessação da respiração
 Parada do coração 
 Perda da ação reflexa ao estímulo
Cessação da função cerebral
Importância do exame de necropsia: 
- permite diferenciar as alterações ante mortem das alterações post mortem.
- possibilita a estimativa da hora da morte (cronotanatognose).
Fenômenos Cadavéricos
Imediatas: morte somática ou clínica.
- Insensibilidade;
- Imobilidade;
- Parada das funções cardíaca e respiratória;
- Inconsciência;
- Arreflexia;
Alterações que ocorrem logo após a constatação da morte clínica
Não modificam o cadáver no seu aspecto geral
Ainda não há ação de microrganismos 
Não dificulta os achados macroscópicos 
Fenômenos Cadavéricos
 Abióticos
 Imediatos
 perda da consciência, respiração, tônus 
Consecutivos 
desidratação, resfriamento, etc. 
sem a
interferência de agentes biológicos, não alteram o cadáver no seu aspecto geral.
Fenômenos Cadavéricos Abióticos
2.Consecutivas ou Mediatas: autólise devido a ação de enzimas proteolíticas.
- Frialdade cadavérica (Algor mortis);
- Hipostase cadavérica (Livor mortis);
- Rigidez cadavérica (Rigor mortis);
- Coagulação sangüínea;
- Embebição pela hemoglobina;
- Embebição pela bile;
- Timpanismo post mortem;
- Deslocamento, torção e ruptura de vísceras post mortem;
- Pseudo-prolapso retal;
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Desidratação ou Evaporação Cadavérica
	Perda passiva líquidos corpóreos 
	Depende da temperatura do ambiente
	Perda da elasticidade a pele
	Globos oculares 
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Algor mortis ou Frialdade cadavérica
Resfriamento gradual do cadáver	
Tende a se igualar à do ambiente 
O resfriamento é de aproximadamente 1°C/h
3 a 4h após a morte
Parada das funções vitais
Evaporação nas superfícies corporais
Resfriamento gradual
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Rigor mortis ou Rigidez cadavérica
Endurecimento dos músculos do cadáver
Mudança bioquímica nos músculos
Contração que ocorre com os músculos após a morte
Ligação actina-miosina
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Rigor mortis 
Animais idosos, caquexia, em morte com momento de muita adrenalina
Rigidez é mais rápida
Menos pronunciado 
Menos duradouro
Animais musculosos 
Demora um pouco mais a entrar em Rigor
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase Cadavérica
Manchas violáceas nos locais de declive
Desaparecem com a compressão digital
Deslocamento gravitacional do sangue nas porções mais baixas do cadáver
2 a 4h após a morte
Depois que o sangue coagula, mesmo que você mova o cadáver, as manchas de hipostase não saem do lugar 
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase Cadavérica
Parada da Circulação
Sangue não coagulado
Ação da gravidade
Sangue desloca para as partes baixas do cadáver
Manchas Hipostáticas
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase Cadavérica
	HEMORRAGIA	HIPOSTASE
	Presença de coágulos	Ausência de coágulos
	Infiltração Hemorrágica	Sem Infiltração Hemorrágica
	Qualquer parte do corpo	Decúbito
	Extravascular	Intravascular
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Livor mortis ou Hipostase
Coagulação do sangue 
Todo o sangue dentro do coração e dos grandes vasos rapidamente se coagula
O coágulo permanecerá no sistema cardiovascular até que enzimas celulares e bacterianas causem sua digestão e liquefação
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Células endoteliais e plaquetas
Tromboquinase
Hípóxia
Formação de coágulos
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Coagulação do sangue 
No animal vivo – trombo
No animal morto – coágulo 
	COÁGULO	TROMBO
	Brilhante	Opaco
	Solto	Aderido à superfície de inserção
	Superfície lisa e regular	Superfície irregular
	Elástico, gelatinoso	Friável
COÁGULO X TROMBO
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Coagulação do sangue 
Coágulo cruórico 
Compostos predominantemente pelas hemácias
Vermelho
Coágulo lardáceo
 Compostos predominantemente por plaquetas, fibrina e leucócitos
Branco-amarelado
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Hemoglobínica
Hemólise do coágulo, liberação e difusão de hemoglobina no tecido
Manchas vermelho-cereja em órgãos e/ou carcaça
Superficiais e diminuem a tonalidade profundamente 
Não desaparecem com a compressão digital
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Hemoglobínica
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Hemoglobínica
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Hemoglobínica
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Biliar
Autólise rápida da parede da vesícula devido a ação dos sais biliares
A bile penetra nos tecidos adjacentes 
Colore os tecidos em tons de amarelo à verde
Diferenciar de Putrefação 
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Biliar
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Embebição Biliar
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Alterações oculares
Pálpebras entreabertas 
Rigidez cadavérica dos músculos palpebrais
Retração dos globos oculares 
Desidratação ou perda de líquidos por qual passa o cadáver 
Dilatação das pupilas ou midríase cadavérica 
Perda do tônus muscular 
Opacidade da córnea 
Deposição de partículas existentes no ar
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Autólise
Autodestruição celular por ativação das lisozimas em decorrência da falta de nutrientes e O2
Liberação de potentes enzimas armazenadas em seus lisossomos
Desencadeia de forma gradativa a auto digestão tissular 
As células se degeneram, dificultando o diagnóstico macro e microscópico
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Autólise
Primeiras células a mostrarem os efeitos da autólise 
Células nervosas e da medula da suprarenal
Células do trato intestinal 
Epitélios especializados de algumas vísceras como o pâncreas, fígado e rins
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Autólise
Tecidos que oferecem maior resistência aos fenômenos de autólise 
Pele
Tecido fibrosos
Cartilagens 
Ossos
Este processo começa a se desenvolver poucas horas após a morte 
Começa na fase abiótica dos fenômenos cadavéricos 
Prossegue até a ocorrência dos fenômenos transformativos destrutivos
FENÔMENOS ABIÓTICOS CONSECUTIVOS
Autólise
Transformativos ou Bióticos
Modificam o cadáver no seu aspecto geral 
Dificulta os achados macroscópicos
Sinais de alterações corporais tardias acentuadas
Ação de bactérias no cadáver
 Trato gastrointestinal, trato respiratório e pele
Destroem proteínas e produzem gases 
Odor muito forte, mudança de consistência e coloração
FENÔMENOS CADAVÉRICOS
38
Putrefação
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
Período cromático
Período enfisematoso
Período coliquativo 
Período de esqueletização
Esqueletização
Pseudomelanose 
Meteorismo
Deslocamento, torção e ruptura de vísceras 
Prolapso retal 
Enfisema cadavérico
Maceração 
Coliquação
39
Putrefação
Progressão do processo autolítico com a invasão bacteriana do cadáver (bactérias saprófitas)
Heterólise
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
40
Multiplicação bacteriana
Cadaverina e Putrescina
Enzimas proteolíticas
Pseudomelanose
Manchas cinza-esverdeadas, irregulares, na pele da região abdominal e órgãos vizinhos aos intestinos
Ácido sulfídrico (H₂S) das bactérias
Ferro (Fe) da hemoglobina
Sulfometahemoglobina
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
PutrefaçãoCatabolização da Hemoglobina 
41
Pseudomelanose
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
42
Pseudomelanose
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
43
Meteorismo ou Timpanismo Cadavérico
Distensão abdominal pela formação de gás bacteriano no TGI
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
Muito comum em bovinos no rumem e no colon dos equinos.
As bactérias dentro do TGI continuam com processo de fermentação pq ainda tem substrato (alimento) e a diferença para o animal vivo é que o cadáver não consegue eliminar aqueles gases quando está morto (eructação) então os gases acumulam e geram o timpanismo.
Os ruminantes eliminam litros de gases por minuto
44
Fermentação do conteúdo gastro-intestinal
Grande produção de gás
Distensão das vísceras abdominais 
Aumento da pressão intra-abdominal
Meteorismo ou Timpanismo
Herbívoros incham mais rapidamente 
 
Diferenciação do timpanismo ruminal 
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
Ante mortem
Hiperemia e hemorragias de mucosa
Compressão do fígado e baço
Post mortem
Sem alterações circulatórias
Muito comum em bovinos no rumem e no colon dos equinos.
As bactérias dentro do TGI continuam com processo de fermentação pq ainda tem substrato (alimento) e a diferença para o animal vivo é que o cadáver não consegue eliminar aqueles gases quando está morto (eructação) então os gases acumulam e geram o timpanismo.
Os ruminantes eliminam litros de gases por minuto
45
Meteorismo
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
46
Meteorismo
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
Distensão abdominal mas sem alterações hemorrágicas, inflamação . Nada que justifica esse acumulo de gás ante morten 
47
Deslocamento, torção e ruptura de vísceras 
Modificação na posição das vísceras
Ocasionada pelo acúmulo de gases
Diferenciar de Ante mortem
Alterações circulatórias
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
48
Intussuscepção Post mortem
 Devido a formação excessiva de gás o intestino movimenta e causa invaginação
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
Observe a coloração normal das alças
Não há edema, inflamação, necrose, nem fibrose
49
Prolapso Retal Cadavérico
Exteriorização da ampola retal, com ausência alterações circulatórias
Diferenciar de Ante Mortem
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
Comum em herbívoros
50
Meteorismo 
Aumento da pressão intra-abdominal e entra-pélvica
Exteriorização da ampola retal
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
51
Enfisema cadavérico
Crepitação do tecido subcutâneo, tecido muscular e órgãos parenquimatosos
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
fígado
53
Proliferação de bactérias putrefativas
Decomposição de tecidos
Formação de bolhas de gás sulfídrico (H2S)
Enfisema cadavérico
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
fígado
54
Maceração
Fragmentação tecidual e desprendimento das mucosas 
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
55
Proliferação bacteriana
Ação de enzimas proteolíticas
Tecidos e mucosas FRIÁVEIS
Maceração
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
56
Coliquação ou Liquefação
Perda progressiva do aspecto e estrutura das vísceras 
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
57
Proliferação bacteriana
Enzimas proteolíticas
Decompõem e liquefazem o parênquima das vísceras
Coliquação ou Liquefação
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
58
Esqueletização
Dissolução dos tecidos moles
FENÔMENOS CADAVÉRICOS TRANSFORMATIVOS
59
FATORES QUE INTERFEREM NAS ALTERAÇÕES CADAVÉRICAS 
Temperatura do ambiente
Alta: maior velocidade de instalação da AP 
Baixa: menor velocidade de instalação da AP (conservado)
Tamanho do animal	
Maior: difícil resfriamento e maior velocidade de instalação da AP
Menor: perdem temperatura mais rápido
O processo autolítico é totalmente dependente da temperatura
60
FATORES QUE INTERFEREM NAS ALTERAÇÕES CADAVÉRICAS 
Estado nutricional
Animais musculosos – mais tempo levará para o Rigor se instalar (Maior glicogênio)
Animais obesos - mantém o calor e maior autólise (gordura)
Animais magros – pouca massa muscular – quase não apresenta rigidez
Causa mortis	
Infecções bacterianas – acelera as AP (maior putrefação)
61
FATORES QUE INTERFEREM NAS ALTERAÇÕES CADAVÉRICAS 
Cobertura tegumentar
Pelos grande
Penas
Lã
Maior putrefação – mantém o calor
O processo autolítico é totalmente dependente da temperatura
62
ALTERAÇÕES CADAVÉRICAS 
Alterações cadavéricas não descrevo no relatório anatomopatológico, pois não representam causas da morte.
TANATOCRONOLOGIA
64
Fenômenos Cadavéricos
Algor Mortis ou Frigor Mortis
É o resfriamento cadavérico decorrente da cessação da atividade metabólica e do esgotamento gradual das fontes energéticas.
	Tempo de morte	2-3 horas	4-6 horas	6-8 horas	12 horas
	temp. máx.	34,4oC	30oC	26,6oC	26oC
	temp. méd.	27oC	23,8oC	24oC	20,5oC
	temp. mín.	18,8oC	16,6oC	18,8oC	13,3oC
Fonte: Miranda et al., 198
Fenômenos Cadavéricos
Autólise
É o fenômeno de digestão enzimática da célula após a morte.
Putrefação
É a progressão do processo autolítico com a invasão bacteriana do cadáver, principalmente por germes saprófitas.
Avaliação da Decomposição
Fase 2 – Fase Gasosa:
Fermentação
 Abaulamento do cadáver
Avaliação da Decomposição
 Fase 3 – Fase de Coliquação:
 
 Dissolução pútrida
Avaliação da Decomposição
 Fase 4 – Esqueletização
Perda completa de partes moles
Intrínsecos
Idade
Porte corpóreo Estado nutricional Panículo adiposo Causa Mortis
Extrínsecos
Temperatura ambiente
 Circulação de Ar 
Líquidos
Fatores que influenciam a modificação da marcha 								normal das fases
 Cronologia das Alterações Cadavéricas
	Tempo	Alteração
	<2 horas	Corpo flácido, quente e sem livores
	2-4 horas		Rigidez da nuca, mandíbula e esboço de livores 
	4-6 horas	Rigidez alcança membros, aumentam os livores
	+8-36 horas	Rigidez generalizada, manchas de hipostase
	+24 horas	Início da flacidez
	+48 horas	Flacidez generalizada
	2-3 anos	Desaparecimento de partes moles 
	3 anos	Esqueletização
Importância da Fauna Cadavérica
	
Entomologia e Medicina Legal
 A biodiversidade da fauna cadavérica 
 A importância de estudar ecossistemas individualmente
Importância da Fauna Cadavérica
Estimativa de tempo de decomposição do cadáver;
Estimativa do local original do óbito;
Aproximadamente 85% dos artrópodes em cadáveres são insetos.
Espécime adulto de
Carabidae
Espécime adulto de Calliphoridae
 Espécime adulto de Sarcophagidae
Espécime adulto de Carabidae
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