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 COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA - CAGEPA 
 
ESTUDO DE IMPLANTAÇÃO COM MODIFICAÇÕES PARA OS 
INTERCEPTORES IRM-1 E IRM-2 DO PROJETO PARA O SISTEMA DE 
ESGOTOS SANITÁRIOS DA CIDADE DE BAYEUX REALIZADO PELA 
ARCO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DEX 
Maio de 2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1. RESUMO DO PROJETO ORIGINAL 
 
 
1.1. Considerações Gerais 
 
A cidade de Bayeux dispunha, no início desse segundo milênio, de um sistema de 
esgotamento sanitário que atendia cerca de 10,5% da população através de 2.275 ligações 
domiciliares, abrangendo 2.556 economias, das quais 2.370 residenciais, 143 comerciais, 
05 industriais e 38 públicas. Esta rede coletora funcionava normalmente, porém, o esgoto 
é lançado sem tratamento no rio Sanhauá, o que pelos padrões atuais é inaceitável, 
necessitando de tratamento. 
 
No ano de 2003 foi elaborado o Projeto de Ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário 
da cidade pela firma ARCO Projetos e Construções Ltda, que previa que os esgotos da 
referida cidade serão interligados com o sistema de tratamento de João Pessoa, Polo de 
Tratamento do Baixo Paraíba, e tratados nas Lagoas Anaeróbias n.º 1 e 2, que já foram 
dimensionadas para receber a contribuição da cidade de Bayeux. 
 
Desde então, quase todas as etapas já foram executadas e outras poucas estão em 
execução. Contudo, como as obras de implantação dos Interceptores e da Estação 
Elevatória Final ainda não foram concluídas, os esgotos coletados continuam sendo 
lançados sem tratamento no rio Sanhauá até o presente momento. 
 
Tal projeto tem por fim de plano o ano de 2024, já próximo, e estima a população para tal 
data em 118.842 habitantes. 
 
Elencamos abaixo o sistema que era previsto em tal citado projeto: 
 
1.2. Resumo do projeto original da ARCO: 
 
O sistema projetado possui as seguintes características: 
 
 Rede Coletora 
 
A rede coletora projetada tem uma extensão de 145.686 m, com diâmetros variando entre 
150 e 600 mm, de acordo com as seguintes características: 
 
Quadro 1.1. Características da Rede Coletora Projetada 
Bacia 
Diâmetros (mm) TOTAL 
(m) 150 200 250 300 400 500 600 
Mutirão 30.118 1.731 944 428 99 464 382 34.165 
Aeroporto 43.343 704 1.154 866 46.067 
Tambaí 22.014 994 845 353 5 24.209 
Paroeira 1 971 971 
Paroeira 2 1.274 1.274 
Paroeira 3 776 776 
Paroeira 4 4.096 4.096 
Sanhauá 1 12.313 425 12.738 
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Sanhauá 2 4.266 83 4.349 
Sanhauá 3 13.577 844 846 910 16.178 
Sanhauá 4 863 863 
Total (m) 133.610 4.355 3.369 780 1.815 1.374 382 145.686 
 
 
 
 Interceptores 
 
Deverão ser implantados 5.460 m de interceptores com diâmetros variando entre 500mm e 
1.000mm , com as seguintes características: 
 
Quadro 1.2. Características do Interceptor Projetado 
Diâmetro 
(mm) 
Material 
Extensão 
(m) 
400 PVC Vinilfort 1.250 
500 
Concreto Armado, classe 
CA2 
2.200 
600 
Concreto Armado, classe 
CA2 
150 
800 
Concreto Armado, classe 
CA2 
920 
1.000 
Concreto Armado, classe 
CA2 
440 
1.000 Ferro Dúctil TD K7 500 
TOTAL 5.460 
 
 Estações Elevatórias 
 
Foram projetadas sete estações elevatórias com as seguintes características: 
 
- EE Paroeira 1 – Recebe a contribuição direta da bacia Paroeira 1. Será equipada 
com dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 2,00 CV e capacidade de recalcar 6,10 l/s, contra uma altura 
manométrica de 11,65m. 
 
- EE Paroeira 2 – Recebe a contribuição direta da bacia Paroeira 2. Será equipada 
com dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 2,00 CV e capacidade de recalcar 6,10 l/s, contra uma altura 
manométrica de 10,91m. 
 
- EE Paroeira 3 – Recebe a contribuição direta da bacia Paroeira 3. Será equipada 
com dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 2,00 CV e capacidade de recalcar 6,10 l/s, contra uma altura 
manométrica de 13,78m. 
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- EE Paroeira 4 – Recebe a contribuição direta da bacia Paroeira 4. Será equipada 
com dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 7,50 CV e capacidade de recalcar 11,37 l/s, contra uma altura 
manométrica de 27,32m. 
 
- EE Tambaí – Recebe a contribuição direta da bacia Tambaí. Será equipada com 
dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 15,00CV e capacidade de recalcar 42,19 l/s, contra uma altura 
manométrica de 17,58m. 
 
- EE Sanhauá 2 – Recebe a contribuição direta da bacia Sanhauá 2. Será equipada 
com dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 5,00 CV e capacidade de recalcar 12,88 l/s, contra uma altura 
manométrica de 11,51m. 
 
- EE Sanhauá 4 – Recebe a contribuição direta da bacia Sanhauá 4. Será equipada 
com dois conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com bombas 
submersíveis, rotor com capacidade para passagem de sólidos de 50mm, com 
1750rpm, potência de 2,00 CV e capacidade de recalcar 6,10 l/s, contra uma altura 
manométrica de 15,94m. 
 
 
 Emissários por Recalque 
 
Foram projetados sete emissários de recalque. 
 
- Emissário de Recalque da EE Paroeira 1- conduz o efluente de esgotos da estação 
elevatória EE-Paroeira 1, até a Bacia Sanhauá 1, através de tubulação com extensão 
de 138 m, diâmetro de 100 mm, PVC Defofo 1Mpa, e vazão de 6,10 l/s. 
 
- Emissário de Recalque da EE Paroeira 2- conduz o efluente de esgotos da estação 
elevatória EE-Paroeira 2, até um coletor existente na Av. Liberdade, através de 
tubulação com extensão de 257,5 m, diâmetro de 100 mm, PVC Defofo 1Mpa, e 
vazão de 6,10 l/s. 
 
- Emissário de Recalque da EE Paroeira 3- conduz o efluente de esgotos da estação 
elevatória EE-Paroeira 3, até um coletor existente na Av. Liberdade, através de 
tubulação com extensão de 290 m, diâmetro de 100 mm, PVC Defofo 1Mpa, e vazão 
de 6,10 l/s. 
 
- Emissário de Recalque da EE Paroeira 4- conduz o efluente de esgotos da estação 
elevatória EE-Paroeira 4, até um coletor existente na Av. Liberdade, através de 
tubulação com extensão de 868 m, diâmetro de 100 mm, PVC Defofo 1Mpa, e vazão 
de 11,37 l/s. 
 
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- Emissário de Recalque da EE Tambaí- 1 conduz o efluente de esgotos da estação 
elevatória EE-Tambaí, até o coletor C77-1 da bacia Sanhauá 3, através de tubulação 
com extensão de 485 m, diâmetro de 200 mm, PVC Defofo 1Mpa, e vazão de 42,19 
l/s. 
 
- Emissário de Recalque da EE Sanhauá 2- conduz o efluente de esgotos da 
estação elevatória EE-Sanhauá 2, até o coletor C77-13 da bacia Sanhauá 3, através 
de tubulação com extensão de 248,7 m, diâmetro de 100 mm, PVC Defofo 1Mpa, e 
vazão de 12,88 l/s. 
 
- Emissário de Recalque da EE Sanhauá 4- conduz o efluente de esgotos da 
estação elevatória EE-Sanhauá 4, até o coletor C555-2 da bacia Sanhauá 1, através 
de tubulação com extensão de 820 m, diâmetro de 100 mm, PVC Defofo 1Mpa, e 
vazão de 6,10 l/s. 
 
 Tratamento 
 
Os efluentes dos esgotos provenientes da cidade de Bayeux, serão integrados e tratados 
juntamente com os esgotos da cidade de João Pessoa, no Pólo de Tratamento do Baixo 
Paraíba. O Governo do Estado da Paraíba, através da CAGEPA, licitou em setembro de 
2002 as obras da Estação Elevatória Final, Emissário Final e da Estação de Tratamento 
para a ampliação do sistema de esgotos sanitários da cidade de Bayeux, que prevê que os 
esgotos da referida cidade serão interligados com o Sistema de Tratamento de João 
Pessoa, Pólo de Tratamento do Baixo Paraíba, e tratados nas lagoas anaeróbias n.º 1 e 2, 
que já foram dimensionadas para receber a contribuição da cidade de Bayeux. As 
características da Estação Elevatória Final, Emissário Final e Estação de Tratamento de 
Esgotos, são as seguintes: 
 
Estação Elevatória Final:. Recebe a contribuição de toda a cidade de Bayeux e 
será equipada com três conjuntos elevatórios, sendo 1 de reserva, equipados com 
bombas submersas, para esgotos sanitários, com rotor de capacidade para 
passagem de sólidos de 50mm, com 1750rpm, potência de 100 CV e capacidade de 
recalcar, cada bomba, uma vazão de 176,46 l/s (vazão total da EE-FINAL de 
352,92l/s), contra uma altura manométrica de 21,27m. A estação elevatória será 
equipada com grupo gerador a diesel, com potência de 285 KVA. 
 
Emissário da Estação Elevatória Final: tubos de ferro dúctil cimentado, série K-7, 
revestimento de cimento aluminoso, diâmetro de 600mm e extensão de 5.831 
metros, vazão de 352,92 l/s. 
 
Tratamento: Os efluentes dos esgotos provenientes da cidade de Bayeux, serão 
integrados e tratados juntamente com os esgotos da cidade de João Pessoa, no Pólo 
de Tratamento do Baixo Paraíba, e tratados nas lagoas anaeróbias n.º 1 e 2, que já 
foram dimensionadas para receber a contribuição da cidade de Bayeux. A lagoa n.º 1 
deverá receber a contribuição dos esgotos gerados pela cidade de Bayeux. 
 
 Disposição Final 
 
Após o tratamento, os efluentes serão lançados na Camboa de Tambiá Grande, juntamente 
com os esgotos da cidade de João Pessoa 
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 Ligações Domiciliares 
 
Esta prevista a implantação das ligações domiciliares em todas as unidades beneficiadas 
pela ampliação do sistema de esgotos sanitários da cidade de Bayeux, estimadas em 
21.475 unidades residenciais, que beneficiarão cerca de 108.649 habitantes. 
 
 
2. MODIFICAÇÕES PROPOSTAS PARA O SES LOCAL 
 
2.1 Modificações 
 
2.1.1 Proposta para os três interceptores do projeto original da ARCO: 
 
Em concepção do projeto original da ARCO existem os interceptores IMR-1, IMR-2 e I-SH. 
 
O IMR-1-66 ( 218,193l/s ) se une ao IMR-2-5 ( 151,296l/s ) no local para a travessia das 
BR-230 e 110, dando início ao interceptor I-SH, que finda no I-SH-32 com a vazão de 
462,529l/s ( direcionando para a EEE final ). Tudo por gravidade. 
 
Assim sendo verificamos que o IMR-1 junto ao IMR-2 se unem para o início do I-SH-1 com 
a vazão de contribuição de ( 218,193l/s+151,296l/s=369,489l/s ). 
 
Então vai, segundo o projeto original da ARCO a vazão de 462,529l/s advindos do IRM-1, 
IMR-2 e I-SH para a elevatória final. 
 
2.1.2 Proposta de modificação para os três interceptores do projeto original da 
ARCO: 
 
2.1.2.1 Considerações iniciais: 
 
 A elevatória final lança via emissário final para o tratamento a vazão de 352,92l/s. 
Como a junção dos interceptores IRM-1 e IMR-2 para lançamento no ISH é considera 
369,489l/s, vemos assim que houve um dimensionamento para uma vazão maior da 
rede coletora local ( já que nessa junção a vazão é maior que a final do projeto ) e 
isso levando apenas em consideração as bacias de Mutirão e Aeroporto que findam 
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nesse local. Tal fato leva possivelmente ao fato de que a rede possa ter sido 
dimensionada para a saturação das áreas locais. 
 Nos cálculos a seguir se chega à vazão de 245,125l/s para a junção em pauta ( IRM-
1/IRM-2 que recebem as bacias Aeroporto e Mutirão ) junto com o coletor C-1-20 da 
bacia Sanhauá 3. 
 Com relação às demais bacias que lançam no interceptor por gravidade ISH no 
projeto original da ARCO ( Restante da bacia Sanhauá 3, e as outras ), elas terão 
estudo posterior para determinação do destino das suas contribuições no sistema. 
 
3 CÁLCULOS 
 
3.1 Vazões envolvidas 
 
As bacias em questão possuem, conforme planta do projeto original da ARCO ( desenho 
nº 01/01 COM de novembro/2003 e revisão em março de 2013 ): 
 
1. Aeroporto – 291,73Ha 
2. Mutirão – 159,04Ha 
3. Parte da bacia Sanhauá 3 que finda no C-1-19 – 28,80Ha 
 
Todas somam 479,57Ha. 
 
Assim sendo, e considerando-se conforme projeto, a densidade de 150 hab/ha teremos: 
 
479,57Ha x 150hab./Há = 71.935habitantes 
 
Então Qmáxima horária = (71.935 x 150 x 0,8 x 1,2 x 1,5)/86400 + ext. rede x 0,00005 
 
Onde: 
 
 Per capta - 150,00 l/hab.dia 
 K1 = 1,20 – coeficiente do dia de maior consumo 
 K2 = 1,50 – coeficiente da hora de maior consumo 
 K3 = 0,50 – coeficiente da hora de menor consumo 
 Coeficiente de retorno – 0,80 
 Infiltração – 0,00005m/m 
 
Para as bacias em questão teremos, no que se refere à metragem das redes coletoras segundo o 
projeto: 
- Bacia Sanhauá 3: 28,80Ha x 211,91m/Ha = 6103 metros de rede ( parte considerada da bacia ). 
 
- Bacia Aeroporto: 291,73Ha x 198,96m/Ha = 58042 metros de rede. 
 
- Bacia Mutirão: 159,04Ha x 137,42m/Ha = 21855,28 metros de rede. 
 
Daí então: 
 
- Bacia Sanhauá: Para 28,80Ha x 150habitantes/Ha = 4.320 habitantes 
 
Qmáxima horária = (4320 x 150 x 0,8 x 1,2 x 1,5)/86400 + 6103 x 0,00005 = 10,80 +0,31 = 
11,11l/s 
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- Bacia Aeroporto: Para 291,73Ha x 150habitantes/Ha = 43759 habitantes 
 
- Qmáxima horária = (43759 x 150 x 0,8 x 1,2 x 1,5)/86400 + 58042 x 0,00005 = 109,40 +2,90 = 
112,30l/s 
 
- Bacia Mutirão: Para 159,04Ha x 150habitantes/Ha = 23856 habitantes 
 
Qmáxima horária = (23856 x 150 x 0,8 x 1,2 x 1,5)/86400 + 21855,28 x 0,00005 = 59,64 +1,09 = 
60,73l/s 
 
Para todas as bacias teremos: 
 
Qmáxima horária = (71.935 x 150 x 0,8 x 1,2 x 1,5)/86400 + 86000,28 x 0,00005 = 184,14l/s. 
 
Essa vazão será a máxima horária levadaem conta no dimensionamento da elevatória e 
emissário (recalque/gravidade) para a caixa de chegada da elevatória final do sistema. 
 
3.2 rede modificada no final dos IRM-1, IRM-2 e C-1 da bacia Sanhauá 3 
 
3.2.1 IRM-1 e IRM-2 
 
 
 
3.2.2 C-1 da bacia Sanhauá 
 
 
 
3.3 Estação elevatória e emissário parte por recalque 
 
 
 EEE 
ITEM ELEMENTOS DE CÁLCULO Unidade Total 
1 DADOS BÁSICOS 
 
1.1 ÁREA DA BACIA ( AREA 1- DEMAIS ÁREAS) Ha 479,57 
1.2 ÁREA DA BACIA ACUMULADA Ha 479,57 
1.3 DENSIDADE POPULACIONAL ADOTADA Hab./Ha 150 
1.4 POPULAÇÃO DE SATURAÇÃO POR BACIA Hab. 
1.5 POPULAÇAO DE PROJETO (ACUMULADA) Hab. 71.935 
1.6 TAXA PER CAPITA l / dia 150 
1.7 EXTENSÃO DE RUAS POR HECTARE( AREA 1) m/há 
 EXTENSÃO DE RUAS POR HECTARE( AREA 2) m/há 
1.8 EXTENSÃO DA REDE DA BACIA m 
1.9 EXTENSÃO DA REDE ACUMULADA m 86.000,28 
1.10 EXTENSÃO DA REDE DA PRIMEIRA ETAPA m 
1.11 PERCENTUAL DE OCUPAÇÃO DA BACIA NA PRIMEIRA ETAPA % 
1.12 POPULAÇÃO DE PROJETO NA PRIMEIRA ETAPA(ACUMULADA) hab - 
1.13 EXTENSÃO DA REDE NA PRIMEIRA ETAPA(ACUMULADA) m - 
1.14 COEFICIENTE DE INFILTRAÇÃO l/s.m 0,00005 
1.15 COEFICIENTE DE RETORNO DE ESGOTO 0,80 
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1.16 VAZÃO CONTRIBUINTE / m l/s.m 
1.17 COEFICIENTE MÁXIMA Q DIÁRIA 1,20 
1.18 COEFICIENTE MÁXIMA Q HORÁRIA 1,50 
1.19 COEFICIENTE MINIMA Q HORÁRIA 0,50 
 
2 CÁLCULO DAS VAZÕES 
 
2.1 VAZÃO MÁXIMA DIÁRIA l/s 124,192 
2.2 VAZÃO MÁXIMA HORÁRIA l/s 184,14 
2.3 VAZÃO MÍNIMA HORÁRIA l/s 54,255 
2.4 VAZÃO DE INFILTRAÇÃO l/s 4,300 
 
3 POÇO DE SUCÇÃO 
 
3.1 VAZÃO DAS BOMBAS m3/min 12,153 
3.2 TEMPO MÍNIMO DE FUNCIONAMENTO minuto 15,00 
3.3 VOLUME ÚTIL, V=Q*t/4 m3 45,574 
3.4 VOLUME ADOTADO m3 50,250 
3.5 FORMA DO POÇO DE SUCÇÃO CIRCULAR 
3.6 DIÂMETRO DO POÇO m 8,000 
3.7 COMPRIMENTO DO POÇO m 5,85 
3.8 ÁREA DO POÇO DE SUCÇÃO m2 50,266 
3.9 ALTURA ÚTIL m 1,000 
 
 
4 VERIFICAÇÃO DO REGIME DE FUNC. DAS BOMBAS 
 
4.1 VAZÃO DAS BOMBAS l/s 202,551 
 p = período que as bombas estão paradas, em segundos 
 V = volume útil do poço de sucção, em m3 
 Qmáx = vazão máxima afluente, em m3/seg 
 f = período que as bombas estão funcionando,em segundos. 
 Qb = vazão da bomba 
4.2 NA HORA DA VAZÃO MÁXIMA 
 p = V/q minutos 4,55 
 f = V / (Qb - Qmáx) minutos 45,48 
 CICLO COMPLETO p + f minutos 50,03 
 NÚMERO DE PARTIDA DA BOMBA POR HORA 1,20 
4.3 NA HORA DE VAZÃO MÍNIMA 
 p = V/q minutos 15,44 
 f = V / (Qb - Qmin) minutos 5,65 
 CICLO COMPLETO p + f minutos 21,08 
 NÚMERO DE PARTIDA DA BOMBA POR HORA 2,85 
 
5 EMISSÁRIOS DA E.E 
 
5.1 DADOS BÁSICOS 
 Cota máxima do NE na elevatória -0,500 
 Cota mínima do NE na elevatória -1,500 
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 Cota do NE no coletor afluente 0,000 
 Extensão do emissário de recalque m 2.635,000 
 Vazão l/s 202,551 
 
5.2 CÁLCULO DO DIÂMETRO 
 Fórmula de Bresse para K = 1,0; D = 1,0 x q^0,5 m 0,540 
 Diâmetro adotado mm 489,4 
 Área da seção do tubo m2 0,188 
 Velocidade (0,60 a 2,40m/s) m/s 1,077 
 Velocidade quando apenas 01bomba estiver funcionando m/s 0,538 
 
6 CÁLCULO DOS CONJUNTOS ELEVATÓRIOS 
 
6.1 DADOS BÁSICOS 
 Perda de carga unitária m/m 0,002032 
 Extensão do emissário de recalque m 2.635,00 
 Cota do terreno no local da EE 2,850 
 Cota NE no destino do emissário 8,385 
 Cota minima do NE na elevatória -1,500 
 Número de bombas da estação elevatória (01 de reserva) un 3,00 
6.2 PERDA DE CARGA NA CANALIZAÇÃO DO RECALQUE 
 J*L m 5,354 
6.3 PERDAS LOCALIZADAS NA E.E 
 a) Na sucção h1 = (K1*V12) / 2g sendo m 0,059 
 Diâmetro mm 406,40 
 Vazão l/s 101,276 
 Velocidade m/s 0,781 
 Coeficiente K 
 01 curva 90º = 1 x 0,4 = 0,40 
 01 redução = 1 x 0,3 0,30 
 01 registro de gaveta = 1 x 0,2 = 0,20 
 01 entrada na bomba = 1 x1,0 1,00 
 K1 = 1,90 
 b) Na descarga h2 = (K2*V22) / 2g sendo m 0,096 
 Diâmetro mm 489 
 Vazão l/s 101,276 
 Velocidade m/s 0,538 
 Coeficiente K2 
 01 curva 90º = 3 x 0,4 = 1,20 
 01 redução = 1 x 0,3 0,30 
 01 registro de gaveta = 1 x 0,2 = 0,20 
 01 válvula de retenção = 1 x 2,5 = 2,50 
 01 Tê de saïda de lado = 1 x 1,3 = 1,30 
 01 Saída de canalização = 1 x 1,0 = 1,00 
 K2 = 6,50 
6.4 PERDA DE CARGA TOTAL: Ht = JL + h1 + h2 = m 5,509 
6.5 DESNÍVEL GEOMÉTRICO m 9,885 
6.6 ALTURA MANOMÉTRICA TOTAL m 15,39 
6.7 POTÊNCIA REQUERIDA: P = Q x Hmt/50, cada conjunto CV 33,259 
6.8 POTÊNCIA ADOTADA PARA CADA CONJUNTO CV 40,00 
C
G
P
P
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6.9 PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS 
 TRANSFORMADOR (POTÊNCIA REQUERIDA) KVA 66,52 
 TRANSFORMADOR (POTÊNCIA ADOTADA) KVA 75,00 
 GRUPO GERADOR (POTÊNCIA REQUERIDA) KVA 75,00 
 GRUPO GERADOR (POTÊNCIA ADOTADA) KVA 75,00 
 
 CONJUNTO MOTOR-BOMBA SELECIONADO 
 
02 bombas KSB AMAREK modelo KRT 150-317, 1750rpm ambas em paralelo, 
com motor de 40 CV cada, vazão de 225,00l/s para ambas em funcionamento com 
15,39 metros de altura manométrica ( utilizaremos 17,50 m.c.a ) 
 
7 ESTUDO DO GOLPE DE ARÍETE 
 
 a) Celeridade (fórmula de Allivel) a = 9.900 / (48,3+KD/e)^0,5 m/s 460,65 
 k = 18,0 (tubo de PVC DEFOFO JEI) 
 Diâmetro interno mm 489,40 
 Espessura da parede do tubo mm 21,30 
 b) Altura do golpe aV/g m 25,281 
 c) Pressão máxima durante o golpe: aV/g + Hg m 35,166 
 Estudos experimentais demonstram que a pressão máxi- 
 ma devido ao Golpe de Ariete é no máximo igual a quatro 
 vezes a altura geométrica: m 39,540 
 Portanto a tubulação especificada suporta o golpe de 
 Ariete sem necessidade de dispositivos especiais. 
 
 
Cidade: Bayeux 
 
Dados de Entrada Valor Obs. 
Diâmetro Interno (m). 0,4894 
Comprimento (m) 2635 
Altura geometrica 17,5 
PI 3,1415927 
Viscosidade cinética 0,000001 
Rugosidade (m) 0,00012 0,06 
Nº de Convergência 13 
Aceleração gravidade (m/s2) 9,81 
Vazão (m3/s) 0,22 
 
 
Considerações 
Rugosidade uniformemente em (mm) (P-NB-
591/77) 
Ferro Fundido 0,1 
PVC 0,06 
Cimento Amianto 0,1 
 Aço revestido 0,1 
Tubos usados 
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Incrust. 5 a 25mm 0,6 A 30 
L>1000m multiplicar por 2,03.4 Emissários parte por gravidade e recalque, planilha ( na página seguinte ) 
 
 
 
 
 
 
 
0
10
20
30
40
50
60
0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800 850 900 950 1000
A
lt
 m
a
n
(m
)
Vazão (m3/h)
02 Bombas KSB Amarek modelo KRT K 150-317, 1.750 rpm em 
paralelo, com motor de 75 CV, , EEE de Bayeux - PB. Vazão de 
225,00l/s para ambas recalcando para Hm=15,39 m.c.a ( 
usaremos 17,50 m.c.a )
Hm (m) Bomba 1 2xBomba1
C
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PROJETO ESGOTOS SANITARIOS Taxa de contribuição percapta ( l x pessoa / dia ) 150,00
CAGEPA - Companhia de Água e Esgoto da Paraíba Coeficiente do dia de maior consumo ( K 1 ) 1,20 Contribuição de Infiltração (l / s x m) 0,00005
Coeficiente do dia da hora de maior consumo ( K 2 ) 1,50
PLANILHA TRECHOS PARA JUNÇÃO IRM-1_IRM2 E COLETOR C1-19 DA BACIA SANHAUÁ À EEE BAYEUX - PB Coeficiente de contribuição de esgotos ( K 3 ) 0,80 Extensão Total dos Coletores ( m )
Extensão de Coletores por hectare ( m / ha)
EXTENSÃOCOLETORESVAZÃO VAZÃO(L/S) COTA DO TERRENO COTA DECLIVIDADE DIAMETROPROFUNDIDADE LAMINA
AUXILIAR PV's COLETOR TRECHO CONTRIBUINTES MONTANTETRECHO INFILT. JUSANTE MONTANTE JUSANTE COLETOR MONTANTEJUSANTE COLETOR MÍNIMA MONTANTEJUSANTE
(m) (l/s) CONTRIBUINTEAUXILIAR (m/m ) (m/m ) (mm) (m) (m) (%)
A PV1-PV2 FINAL IRM-1 1 60,00 112,293 112,293 0,000 0,003 112,296 3,197 3,697 4,130 4,130 4,094 0,0006 0,00060 800 -0,933 -0,397 0,41
A PV2-PV3 FINAL IRM-1 2 77,17 112,296 0,000 0,004 112,300 3,697 5,442 0,000 4,094 3,592 0,0065 0,00060 800 -0,397 1,850 0,22
B PV1-PV2 FINAL IRM-2 1 83,53 60,726 60,726 0,000 0,004 60,730 6,100 5,442 4,247 4,247 3,589 0,0079 0,00080 800 1,853 1,853 0,15
C PV1-PV2 C-BACIA SANHAUÁ 1 17,41 11,103 11,103 0,000 0,001 11,104 3,197 3,300 4,054 4,054 4,023 0,0018 0,00177 200 -0,857 -0,723 0,68
C PV2-PV3 C-BACIA SANHAUÁ 2 100,00 11,104 0,000 0,005 11,109 3,300 3,650 0,000 4,023 3,123 0,0090 0,00177 200 -0,723 0,527 0,41
C PV3-PV4 C-BACIA SANHAUÁ 3 30,48 11,109 0,000 0,002 11,111 3,650 2,850 0,000 3,123 2,209 0,0300 0,00177 200 0,527 0,641 0,30
D PV1-PV2 IRM-1_IRM-2 À CAIXA 1 57,00 123,407 123,407 0,000 0,003 123,410 5,442 2,850 1,200 1,200 0,174 0,0180 0,00057 800 4,242 2,676 0,18
E PV1-PV2 GRAVIDADE PROPOSTO 1 100,00 202,551 0,000 0,005 202,556 10,285 10,000 8,385 8,385 8,100 0,0029 0,00045 800 1,900 1,900 0,37
E PV2-PV3 GRAVIDADE PROPOSTO 2 67,81 202,556 0,000 0,003 202,559 10,000 4,300 0,000 8,100 2,370 0,0845 0,00045 800 1,900 1,930 0,16
E PV3-PV4 GRAVIDADE PROPOSTO 3 17,05 202,559 0,000 0,001 202,560 4,300 2,211 0,000 2,370 0,866 0,1178 0,00045 800 1,930 1,345 0,14
E PV4-PV5 GRAVIDADE EXISTENTE 4 67,00 202,560 0,000 0,003 202,563 2,211 1,597 0,000 0,866 -0,866 0,0197 0,00045 1000 1,345 2,463 0,17
E PV5-PV6 GRAVIDADE EXISTENTE 5 100,00 202,563 0,000 0,005 202,568 1,597 1,788 0,000 -0,866 -1,070 0,0005 0,00045 1000 2,463 2,858 0,44
E PV6-PV7 GRAVIDADE EXISTENTE 6 66,00 202,568 0,000 0,003 202,571 1,788 2,310 0,000 -1,070 -1,117 0,0005 0,00045 1000 2,858 3,427 0,44
E PV7-PV8 GRAVIDADE EXISTENTE 1 72,00 202,572 0,000 0,004 202,576 2,310 2,304 0,260 -1,117 -1,124 0,0005 0,00045 1000 3,427 3,428 0,44
E PV8-PV9 GRAVIDADE EXISTENTE 1 45,20 202,576 0,000 0,002 202,578 2,304 3,816 0,254 -1,124 -1,292 0,0005 0,00045 1000 3,428 5,108 0,44
 COTA DO COLETOR
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	02 - MEMORIAL DESCRITIVO_SES DE BAYEUX

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