Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Pincel Atômico - 15/07/2024 14:21:17 1/4
ARIANE DA SILVA
ZUCCI
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 24 (31733)
Atividade finalizada em 15/07/2024 14:21:01 (2160226 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: TEORIA LITERÁRIA [1053720] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 1,67 pontos
[capítulos - 6]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-JANEIRO/2024 - SGegu0A200224 [115893]
Aluno(a):
91576687 - ARIANE DA SILVA ZUCCI - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 1,04 pontos como nota
[367188_2680
63]
Questão
001
Leia o texto e responda à questão:
A nova maneira de organização social, praticada pela sociedade líquido-moderna de
consumidores, provoca quase nenhuma dissidência, resistência ou revolta, graças ao
expediente de apresentar o novo compromisso (o de escolher) como sendo a liberdade
de escolha. Seria possível dizer que o mais considerado, criticado e insultado oráculo
de Jean-Jacques Rousseau – o de que “as pessoas devem ser forçadas a ser livres” –
tornou-se realidade, depois de séculos, embora não na forma em que tanto os
ardentes seguidores como os críticos severos de Rousseau esperavam que fosse
implementado.
Com muita frequência, a “localidade” a que os indivíduos permanecem leais e
obedientes não entra mais em suas vidas e se confronta com eles na forma de uma
negação de sua autonomia individual, ou de um sacrifício obrigatório. Em vez disso,
apresenta-se na forma de festivais de convívio e pertença comunais, divertidos,
prazerosos, realizados em ocasiões como a Copa do Mundo de futebol. Submeter-se à
“totalidade” não é mais um dever adotado com relutância, incomodidade e muitas
vezes oneroso, mas um “patriotenimento”, uma folia procurada com avidez e
eminentemente festiva.
Carnavais tendem a ser interrupções na rotina diária, breves intervalos animados entre
sucessivos episódios de cotidianidade enfadonha, pausas em que a hierarquia
mundana de valores é temporariamente invertida, os aspectos mais angustiantes da
realidade são suspensos por um breve período e os tipos de conduta proibidos ou
considerados vergonhosos na vida “normal” são ostensivamente praticados e exibidos.
A função (e o poder sedutor) dos carnavais líquido-modernos está no ressuscitamento
momentâneo do convívio que entrou em colapso. Tais carnavais são sessões espíritas
para as pessoas se reunirem, darem as mãos e invocarem do outro mundo o fantasma
da falecida comunidade.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação de pessoas em mercadoria.
Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Adaptado.)
Há características do gênero “ensaio” nesse texto sobretudo porque ele:
tematiza o problema da alienação coletiva frente aos autoritarismos da cultura.
constitui-se de uma fonte de alerta para comportamentos sociais condenáveis.
tece conjecturas sobre um assunto sociológico sem a pretensão de esgotá-lo.
X estrutura-se em sequências textuais dos discursos expositivo e argumentativo.
apresenta acepções de termos teóricos importantes para as ciências humanas.
Pincel Atômico - 15/07/2024 14:21:17 2/4
[367188_2680
59]
Questão
002
São características da crônica:
I. Gênero narrativo marcado pela brevidade, narra fatos históricos em ordem
cronológica.
II. Publicada em jornal ou revista, destina-se à leitura diária ou semanal, pois trata de
acontecimentos cotidianos.
III. Obra de ficção do gênero narrativo, apresenta narrador, personagens, ponto de
vista e enredo.
IV. Gênero que se define por sua pequena extensão, é mais curto que a novela ou o
romance, apresentando uma estrutura fechada.
V. Tipo de texto que se caracteriza por envolver um remetente e um destinatário,
geralmente é escrito em primeira pessoa.
IV e V.
I e III.
I e II.
I e V.
X III e IV.
[367187_2681
23]
Questão
003
2020 Banca: Comissão permanente de Seleção da Universidade Federal do Piauí –
COPESE UFPI Prova: COPESE/UFPI – ALE PI – Assessor Legislativo – Área:
Taquigrafia - 2020
Em relação à estrutura narrativa do gênero textual representado no texto II, é
CORRETO afirmar:
Trata-se de um conto, uma vez que narra uma história fictícia com personagens reais.
Trata-se de uma pequena novela, tendo em vista a existência de personagens e o
caráter humorístico.
Trata-se de um relatório, pois lista uma sequência de frases de para-choques de
caminhão.
Trata-se de um ensaio por evidenciar uma pesquisa científica que seria feita com
frases de caminhão.
X
Trata-se de uma crônica por apresentar linguagem simples e relatar um fato do
cotidiano em tom de humor.
[367187_2681
22]
Questão
004
Ano: 2020 Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista –
VUNESP Prova: VUNESP – Prefeitura de Ilha Bela – Analista em Comunicação – Área
Jornalismo – 2020
A crônica jornalística é um texto escrito com uma linguagem simples com a intenção
de aproximar o leitor do autor do texto. É correto afirmar que a crônica:
pertence ao gênero literário dramático.
X se inspira em acontecimentos cotidianos.
é rica de personagens.
prefere argumentos assertivos a reflexivos.
evita a linguagem coloquial.
Pincel Atômico - 15/07/2024 14:21:17 3/4
[367187_2681
21]
Questão
005
(Adaptada) Ano: 2022 Banca: Instituto Consulplan Prova: Instituto Consulplan – SEED
PR – Professor – Área: Língua Portuguesa – 2022
Os textos a seguir contextualizam as questões de 26 a 29. Leia-os atentamente.
Texto I
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que
desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro,
ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos
atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a
febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e La glace est rompue; está
começada a crônica.
Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas
datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó,
antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o
calor era mediano, e não é prova do contrário o fato de Adão andar nu. Adão andava
nu por duas razões, uma capital e outra provincial. A primeira é que não havia
alfaiates, não havia sequer casimiras; a segunda é que, ainda havendo-os, Adão
andava baldo ao naipe. Digo que esta razão é provincial, porque as nossas províncias
estão nas circunstâncias do primeiro homem.
(ASSIS, Machado. Obras Completas. Rio de Janeiro: W.C. Jackson, 1995.)
Texto II
A crônica não é um “gênero maior”. Não se imagina uma literatura feita de grandes
cronistas, que lhe dessem o brilho universal dos grandes romancistas, dramaturgos e
poetas. Nem se pensaria em atribuir o Prêmio Nobel a um cronista, por melhor que
fosse. Portanto, parece mesmo que a crônica é um gênero menor.
“Graças a Deus”, – seria o caso de dizer, porque sendo assim ela fica perto de nós. E
para muitos pode servir de caminho não apenas para a vida, que ela serve de perto,
mas para a literatura... Por meio dos assuntos da composição aparentemente solta, do
ar de coisa sem necessidade que costuma assumir, ela se ajusta à sensibilidade de
todo dia. Principalmente porque elabora uma linguagem que fala de perto ao nosso
modo de ser mais natural. Na sua despretensão, humaniza; e esta humanização lhe
permite, como compensação sorrateira, recuperar com a outra mão uma certa
profundidade de significado e um certo acabamento de forma, que de repente podem
fazer dela uma inesperada embora discreta candidata à perfeição.
(CANDIDO, Antonio. Para gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1980.)
Da relação dos dois textos, é correto afirmar que:
X Possuem o mesmo tema, mas são de gêneros textuais diferentes.
Tratam de temas semelhantes, mas possuem a mesma função social.
Abordam temas distintos, mas pertencem ao mesmo gênero textual.
Defendem pontos de vista diferentes, usando gênerostextuais distintos.
Nenhuma das alternativas.
[367187_2680
64]
Questão
006
Qual dos tipos abaixo caracterizam um tipo de crônica:
X Narrativa.
Humorística.
Poéticas.
Jornalística.
Trovadoresca.
Pincel Atômico - 15/07/2024 14:21:17 4/4
[367187_2681
24]
Questão
007
Ano: 2020 Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista –
VUNESP Prova: VUNESP – FITO – Auxiliar de Administração – Área: Apoio
Administrativo – 2020
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.
Vocação: cronista
A crônica é um gênero muito colado ao autor. É diferente do romance, que pode ter
personagens como um assassino, uma nuvem, um pé-de-meia, que não têm nada a
ver com o escritor no sentido mais óbvio. Escrevo narrativas em primeira pessoa e falo
de coisas que se parecem com as que acontecem na minha vida. Então, quando falo
com o público, ele já tem conhecimento de quem eu sou. Claro que o narrador da
crônica não sou exatamente eu, e o que acontece na crônica na maioria das vezes não
aconteceu comigo. Considero crônica um gênero de ficção. Se digo “eu fui à padaria”
não significa que eu tenha ido à padaria. Não. Eu estava em casa escrevendo uma
crônica em que o narrador foi à padaria. Mas é próximo de mim.
(Trecho de entrevista com Antônio Prata. https://livrariadavila.com.br. Adaptado)
Segundo o texto, a diferença entre a crônica e o romance tem a ver com:
a correção da linguagem usada na construção textual.
o detalhe com que o narrador descreve os ambientes.
o sucesso que o escritor pode vir a ter junto ao público.
X a proximidade que o autor estabelece com o que escreve.
a diferenciação entre personagens bons e maus.
[367187_2680
60]
Questão
008
Leia o texto a seguir para responder à questão:
De homem para homem
- Ateu, não: agnóstico
- Pois eu te dou quinhentas pratas se você me disser o que quer dizer essa palavra.
- Ora, para começar você não tem quinhentas pratas. Estou conversando a sério e
você me vem com molecagem. Acho que Deus é uma coisa, os padres outra. O ranço
das sacristias me enoja. Tenho horror ao bafo clerical dos confessionários! O bem que
a confissão pode nos fazer é o de uma catarse, um extravasamento, que a psicanálise
também faz, e com mais sucesso. Estou mesmo com vontade de me especializar em
psiquiatria.
- Só mesmo um doido te procuraria.
Mauro não pôde deixar de rir. Eduardo acrescentou:
- Você vai ter de se curar para depois curar os outros.
- É isso mesmo - concordou o outro, sério. - Estou exatamente preocupado com o meu
próprio caso. Já iniciei o que eu chamo de "a minha libertação".
- E o que eu chamo de "a sua imbecilização".
- Vista pela sua, que já é completa. O que eu chamo de libertação é a possibilidade de
me afirmar integralmente, como homem. O homem é que interessa. Se Deus existe,
posso vir a me entender com ele, mas há de ser de homem para homem.
Fernando Sabino
O texto de Fernando Sabino apresenta características do seguinte gênero textual:
Fábula.
Ensaio.
Poema.
Conto.
X Crônica.

Mais conteúdos dessa disciplina