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Questões resolvidas

A dimensão social do poder do Estado é definida por Marx como:

a. Sendo exercido pela classe dominante que controla o Estado.
b. Inexistente, uma vez que se vive em uma sociedade livre.
c. Moderado, pois apesar das intervenções do Estado na vida privada, era possível o desenvolvimento do projeto de vida desejado.
d. Sendo exercido pelos mecanismos ideológicos criados pela religião.
e. Responsável pelo controle sobre os indivíduos.

Sobre a linguagem e o Direito é correto afirmar que:

a. As expressões de uso comum do povo, possuem no mundo jurídico mesmo sentido.
b. A linguagem, considerada como estratégia comunicativa, é um instrumento dispensável para que se defenda um ponto de vista.
c. A linguagem não possui relação direta com o raciocínio jurídico, embora se relacione diretamente com o Direito.
d. A linguagem não tem como função socializar e racionalizar o pensamento, já que quem pensa bem, automaticamente, escreve ou fala bem.
e. A linguagem é um instrumento indispensável para a construção e garantia do direito, devendo também ser objeto de estudo das ciências jurídicas.

A partir das informações apresentadas e de seu conhecimento, julgue as afirmativas a seguir em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas.
Na concepção kelseniana, a norma jurídica é um ato de vontade que visa especificamente a ação humana.
Na concepção Kelseniana, a norma jurídica é o espelhamento daquilo que se entende como sendo moral, pois transcende a esfera do indivíduo.
Na concepção kelseniana, a norma jurídica é dotada de um imperativo, sua imposição ou inação.
Na concepção Kelseniana , a norma trata daquilo que deve ser, não daquilo que é, pois não é uma lei natural.
a. F – F – V – V.
b. V – V – V – F.
c. V – F – V – F.
d. V – V – F – F.
e. V – F – V – V.

praticada não em face do resultado prático que pode vir a resultar, mas, sim, porque se trata de uma decorrência do princípio do querer, ou seja, o indivíduo deve desejar respeitar a lei, independentemente do resultado que isso possa lhe acarretar. Trata-se de uma teoria contratualista, que surge dos escritos entre Kant e Engels, conhecido como “O Manifesto Comunista”. Considerando o contexto apresentado, é correto o que se afirma em:

a. II e IV, apenas.
b. I e III, apenas.
c. I, II e IV, apenas.
d. I, II e III, apenas.
e. I, II, III e IV.

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Questões resolvidas

A dimensão social do poder do Estado é definida por Marx como:

a. Sendo exercido pela classe dominante que controla o Estado.
b. Inexistente, uma vez que se vive em uma sociedade livre.
c. Moderado, pois apesar das intervenções do Estado na vida privada, era possível o desenvolvimento do projeto de vida desejado.
d. Sendo exercido pelos mecanismos ideológicos criados pela religião.
e. Responsável pelo controle sobre os indivíduos.

Sobre a linguagem e o Direito é correto afirmar que:

a. As expressões de uso comum do povo, possuem no mundo jurídico mesmo sentido.
b. A linguagem, considerada como estratégia comunicativa, é um instrumento dispensável para que se defenda um ponto de vista.
c. A linguagem não possui relação direta com o raciocínio jurídico, embora se relacione diretamente com o Direito.
d. A linguagem não tem como função socializar e racionalizar o pensamento, já que quem pensa bem, automaticamente, escreve ou fala bem.
e. A linguagem é um instrumento indispensável para a construção e garantia do direito, devendo também ser objeto de estudo das ciências jurídicas.

A partir das informações apresentadas e de seu conhecimento, julgue as afirmativas a seguir em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas.
Na concepção kelseniana, a norma jurídica é um ato de vontade que visa especificamente a ação humana.
Na concepção Kelseniana, a norma jurídica é o espelhamento daquilo que se entende como sendo moral, pois transcende a esfera do indivíduo.
Na concepção kelseniana, a norma jurídica é dotada de um imperativo, sua imposição ou inação.
Na concepção Kelseniana , a norma trata daquilo que deve ser, não daquilo que é, pois não é uma lei natural.
a. F – F – V – V.
b. V – V – V – F.
c. V – F – V – F.
d. V – V – F – F.
e. V – F – V – V.

praticada não em face do resultado prático que pode vir a resultar, mas, sim, porque se trata de uma decorrência do princípio do querer, ou seja, o indivíduo deve desejar respeitar a lei, independentemente do resultado que isso possa lhe acarretar. Trata-se de uma teoria contratualista, que surge dos escritos entre Kant e Engels, conhecido como “O Manifesto Comunista”. Considerando o contexto apresentado, é correto o que se afirma em:

a. II e IV, apenas.
b. I e III, apenas.
c. I, II e IV, apenas.
d. I, II e III, apenas.
e. I, II, III e IV.

Prévia do material em texto

Texto I 
 
Toda regra jurídica, além de eficácia e validade, deve ter um fundamento. O Direito, 
consoante outra lição de Stammler, deve ser, sempre, “uma tentativa de Direito justo”, por 
visar à realização de valores ou fins essenciais ao homem e à coletividade. O fundamento 
é o valor ou fim objetivado pela regra de direito. É a razão de ser da norma, ou ratio juris. 
Impossível é conceber-se uma regra jurídica desvinculada da finalidade que legitima sua 
vigência e eficácia. 
 
De acordo com as informações apresentadas na tabela a seguir, faça a associação da 
Coluna A com a Coluna B. 
 
Coluna A Coluna B 
I. Aspecto normativo. 
1. o cientista do Direito deve diferenciar as investigações acerca do 
que o direito “é” em relação ao que o direito “deve ser”. 
II. Teoria Pura do Direito. 2. o Direito como valor de Justiça. 
III. Aspecto axiológico. 
3. se compõe de elementos que não podem ser analisados de forma 
individual, na medida em que formam uma unidade concreta. 
IV. Teoria Tridimensional. 4. o Direito como ordenamento e sua respectiva ciência. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Escolha uma: 
a. 
I - 4; II - 3; III - 2; IV - 1. 
b. 
I - 1; II - 3; III - 2; IV - 4. 
c. 
I - 3; II - 4; III - 1; IV - 2. 
d. 
I - 2; II - 1; III - 4; IV - 3. 
e. 
I - 4; II - 1; III - 2; IV - 3. 
ALTERNATIVA E 
Texto I 
 
Os próprios marxistas mais abertos à crítica já reconheceram o caráter unilateral dessa 
colocação do problema, a qual peca inclusive do vício lógico de conceber uma estrutura 
econômica anterior ao Direito e independente dele, quando, na realidade, o Direito está sempre 
presente, qualquer que seja a ordenação das forças econômicas. Por outro lado, quando uma 
nova técnica de produção determina a substituição de uma estrutura jurídica por outra, a nova 
estrutura repercute, por sua vez, sobre a vida econômica, condicionando-a. Há, pois, entre 
Economia e Direito uma interação constante, não se podendo afirmar que a primeira cause o 
segundo, ou que o Direito seja mera “roupagem ideológica” de uma dada forma de produção. 
A dimensão social do poder do Estado é definida por Marx como: 
Escolha uma: 
a. 
Sendo exercido pela classe dominante que controla o Estado. 
b. 
Inexistente, uma vez que se vive em uma sociedade livre. 
c. 
Moderado, pois apesar das intervenções do Estado na vida privada, era possível o desenvolvimento 
do projeto de vida desejado. 
d. 
Sendo exercido pelos mecanismos ideológicos criados pela religião. 
e. 
Responsável pelo controle sobre os indivíduos. 
ALTERNATIVA A 
 
Texto I 
 
Legitimidade e legalidade são conceitos distintos. São duas dicotomias (legítimo/ilegítimo e 
legal/ilegal) que se relacionam constantemente no pensamento filosófico-jurídico-político e 
apresentadas nas quatro possibilidades resultantes de suas relações: legítimo/legal; 
legítimo/ilegal; ilegítimo/ilegal; ilegítimo/legal. É certo que essas categorias não são fáceis de ser 
compreendidas e explicadas. 
Sobre a legitimidade, é correto afirmar que: 
Escolha uma: 
a. 
Sob o prisma da Ciência Política, trata-se da legitimidade dos atos públicos e dos agentes públicos 
para tornar válida a atuação destes e de sua respectiva atuação perante o povo. 
b. 
O conceito de legitimidade e legalidade são sinônimos, que se relacionam constantemente no 
pensamento filosófico-jurídico-político. 
c. 
O direito subjetivo não existe quando a situação subjetiva implica a possibilidade de uma pretensão, 
unida à exigibilidade de uma prestação ou de um ato de outrem. 
d. 
Embora o consentimento popular seja importante sob o prisma da Ciência Política, não se trata de 
um elemento essencial. 
e. 
O direito por justiça, trata-se da impossibilidade de se exigir a efetividade da garantia de direitos que 
foi incorporada à ordem normativa, fundamentada sob os princípios éticos e de realização da 
Justiça. 
ALTERNATIVA A 
 
 Texto I 
 
Cada ciência exprime-se numa linguagem. Dizer que há uma Ciência Física é dizer que existe 
um vocabulário da Física. É por esse motivo que alguns pensadores modernos ponderam que a 
ciência é a linguagem mesma, porque na linguagem se expressam os dados e valores 
comunicáveis. Fazendo abstração do problema da relação entre ciência e linguagem, preferimos 
dizer que, onde quer que exista uma ciência, existe uma linguagem correspondente. Cada 
cientista tem a sua maneira própria de expressar-se, e isto também acontece com a Ciência do 
Direito. Os juristas falam uma linguagem própria e devem ter orgulho de sua linguagem 
multimilenar, dignidade que bem poucas ciências podem invocar. 
Sobre a linguagem e o Direito é correto afirmar que: 
Escolha uma: 
a. 
As expressões de uso comum do povo, possuem no mundo jurídico mesmo sentido. 
b. 
A linguagem, considerada como estratégia comunicativa, é um instrumento dispensável para que se 
defenda um ponto de vista. 
c. 
A linguagem não possui relação direta com o raciocínio jurídico, embora se relacione diretamente 
com o Direito. 
d. 
A linguagem não tem como função socializar e racionalizar o pensamento, já que quem pensa bem, 
automaticamente, escreve ou fala bem. 
e. 
A linguagem é um instrumento indispensável para a construção e garantia do direito, devendo 
também ser objeto de estudo das ciências jurídicas. 
ALTERNATIVA E 
 
Texto I 
 
Essa correlação essencial entre Direito e Justiça, entre o que o homem vai realizando como 
jurídico e o que ele, através da história, se propõe como justo que deve ser alcançado, exclui 
qualquer concepção formal da Justiça, a qual não pode deixar de ser estudada na concretude 
do processo histórico, como pensamos ter demonstrado na primeira parte de nosso último livro 
Nova Fase do Direito Moderno. No fundo, o jurídico é uma experiência, feliz ou malograda, de 
justiça, e, mesmo quando de bom êxito, tem sempre caráter provisório, tão infinita é a esperança 
de justiça que nos anima e nos impele através do tempo. 
 
Fonte: JÚNIOR, M. R. FILOSOFIA DO DIREITO. 20. ed. São Paulo: Saraiva, 2022. E-book. 
 
A partir das informações apresentadas e de seu conhecimento, julgue as afirmativas a seguir em 
(V) Verdadeiras ou (F) Falsas. 
 
( ) Na concepção kelseniana, a norma jurídica é um ato de vontade que visa especificamente 
a ação humana. 
( ) Na concepção Kelseniana, a norma jurídica é o espelhamento daquilo que se entende como 
sendo moral, pois transcende a esfera do indivíduo. 
( ) Na concepção kelseniana, a norma jurídica é dotada de um imperativo, sua imposição ou 
inação. 
( ) Na concepção Kelseniana , a norma trata daquilo que deve ser, não daquilo que é, pois não 
é uma lei natural. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Escolha uma: 
a. 
F – F – V – V. 
b. 
V – V – V – F. 
c. 
V – F – V – F. 
d. 
V – V – F – F. 
e. 
V – F – V – V. 
 
Texto I 
 
Immanuel Kant (1724-1804) nasceu e viveu em Königsberg, na Prússia. Tornou-se livre-docente, 
e, no ano de 1770, como professor catedrático da universidade local, ministrou cursos nas áreas 
de Lógica, Metafísica, Antropologia, Pedagogia, Filosofia Moral, Direito e Geografia. Kant foi 
responsável pela elaboração de um sistema filosófico caracterizado pela crítica diante dos 
objetos tradicionais da metafísica 
 
Fonte: BARROS, Alberto Ribeiro Gonçalves de; OLIVEIRA, Carlos Eduardo de; BRITO, Ari 
Ricardo Tank; WERLE, Denilson Luis; SIMÕES, Bruno Costa. Manual de filosofia política. 3. 
ed. São Paulo: Saraiva, 2018. 
 
A partir das informações apresentadas, analise as afirmativas a seguir: 
 
I. A filosofia kantiana é uma teoria contratualista, que estendeu o conceito de autonomia 
individual para a esfera política, promovendo a distinção entre a Ética e o Direito. 
 
II. A concepção kantiana foi responsável pelo surgimento do pensamento político moderno, 
sendo a primeira a propor a separação entre igreja e política. 
 
III. Kant defende que uma açãodeve ser praticada não em face do resultado prático que pode 
vir a resultar, mas, sim, porque se trata de uma decorrência do princípio do querer, ou seja, o 
indivíduo deve desejar respeitar a lei, independentemente do resultado que isso possa lhe 
acarretar. 
 
 
IV. Trata-se de uma teoria contratualista, que surge dos escritos entre Kant e Engels, 
conhecido como “O Manifesto Comunista”. 
Considerando o contexto apresentado, é correto o que se afirma em: 
Escolha uma: 
a. 
II e IV, apenas. 
b. 
I e III, apenas. 
c. 
I, II e IV, apenas. 
d. 
I, II e III, apenas. 
e. 
I, II, III e IV. 
 
Texto I 
 
Assim, numa sociedade comercial, o objetivo pretendido é, naturalmente, a obtenção do 
lucro, por meio do cumprimento de determinados requisitos preestabelecidos. Acreditam os 
componentes dessa sociedade que, cumpridas as normas fixadas, satisfeitas suas 
exigências, o objetivo será alcançado. Essas normas, por sua vez, podem e devem ir-se 
modificando na medida em que a sociedade se aproxime ou se afaste de sua finalidade, 
pois é próprio a qualquer sociedade o movimento contínuo, uniforme ou não, com a 
modificação de suas normas, visando ao atingimento do fim estabelecido. 
 
Numa macrossociedade moderna, como as atuais, esses conceitos se aplicam da mesma 
forma. É sabido que o objetivo da sociedade, entendida como uma nação ou comunidade, 
é a busca da paz e da harmonia social. As normas jurídicas são o instrumento para que tal 
fim seja atingido. E esse objetivo só será alcançado numa sociedade justa. 
A partir das informações apresentadas, analise as afirmativas a seguir: 
 
I. Na concepção rawlsiana de justiça, uma sociedade bem-organizada é aquela na qual 
todos, individualmente e coletivamente devem cumprir sua parte no contrato social. 
II. O contrato social, na perspectiva rawlsiana, não seria o responsável pela instituição de 
um modelo particular de sociedade ou eleição de uma forma específica de governo. 
III. O véu da ignorância serve como ponto de partida na teoria rawlsiana, momento no qual 
seriam escolhidos os princípios que orientariam o contrato social, bem como acordos 
subsequentes. 
IV. Por detrás do véu da ignorância, ou seja, na posição original, são desconhecidas as 
características que possam representar vantagens ou desvantagens para o indivíduo. 
 
Considerando o contexto apresentado, é correto o que se afirma em: 
Escolha uma: 
a. 
II e IV, apenas. 
b. 
I, II e IV, apenas. 
c. 
I, II, III e IV. 
d. 
I, II e III, apenas. 
e. 
I e III, apenas.

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