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CARBOXTERAPIA, ENDERMOLOGIA, MICROAGULHAMENTO E CRIOLIPÓLISE

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CARBOXTERAPIA, ENDERMOLOGIA, 
MICROAGULHAMENTO E CRIOLIPÓLISE 
 
 
 
 
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Sumário 
 
NOSSA HISTÓRIA..............................................................................................1 
CARBOXITERAPIA ............................................................................................ 3 
APLICAÇÃO QUÍMICA ...................................................................................... 5 
CARBOXITERAPIA COMO TRATAMENTO DA CELULITE .............................. 5 
CARBOXITERAPIA NO TRATAMENTO DA GORDURA LOCALIZADA ........... 7 
CARBOXITERAPIA NO TRATAMENTO DE ESTRIAS ...................................... 8 
AÇÃO DA CARBOXITERAPIA DO TECIDO CONJUNTIVO .............................. 9 
ENDERMOTERAPIA ........................................................................................ 11 
MICROAGULHAMENTO .................................................................................. 14 
VARIAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE PERFURAÇÃO ................................... 17 
INDICAÇÕES E CONTRA INDICAÇÕES DA TÉCNICA .................................. 18 
CRIOLIPÓLISE ................................................................................................ 23 
INDICAÇÕES E CONTRA INDICAÇÕES ........................................................ 26 
REFERÊNCIAS ................................................................................................ 29 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
2 
 
 
NOSSA HISTÓRIA 
A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de 
empresários, em atender à crescente demanda de alunos para cursos de 
Graduação e Pós-Graduação. Com isso foi criada a nossa instituição, como 
entidade oferecendo serviços educacionais em nível superior. 
A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de 
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a 
participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua 
formação contínua. Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, 
científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o 
saber através do ensino, de publicação ou outras normas de comunicação. 
A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma 
confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base 
profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições 
modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica, 
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CARBOXITERAPIA 
Registros comprovam que as primeiras aplicações de carboxiterapia não 
são tão recentes. Esta técnica foi manuseada pela primeira vez em 1932, na 
França, em arteriopatias periféricas, mas, somente em 1953, na região 
subcutânea (FERREIRA, 2012). Na Itália e na França, teve sua certificação 
terapêutica por meio da evolução de um equipamento eficaz no controle do fluxo 
injetado por minuto e o volume total injetado. No Brasil, é mais utilizada na área 
de estética, para tratamento da gordura localizada, da lipodistrofiaginoide, 
flacidez e estria (SCORZA, 2008). Segundo ABRAMO (2012), o método tem a 
finalidade de aprimorar a perfusão tecidual periférica, por meio da aplicação de 
gás carbônico medicinal (CO2) na pele e no tecido adiposo. 
A resultância da carboxiterapia depende da parte anatômica em que o gás 
irá ser aplicado. Antes da aplicação, deve-se sempre traçar os objetivos. Para 
cada disfunção estética, a técnica usa volumes de gás, com fluxos e frequências 
diferentes, dependendo do objetivo, e individuais pela sensibilidade do paciente 
(PINTO, 2019). 
É importante mencionar que a carboxiterapia tem como finalidade 
proporcionar os efeitos fisiológicos para o aumento da circulação e da 
oxigenação tecidual (BANDEIRA, 2013). Esta técnica, cada vez mais procurada, 
consiste no método de tratamento das estruturas cutâneas a partir da injeção 
terapêutica de gás carbônico medicinal, ou seja, constitui-se, basicamente, na 
infusão de CO2 de forma subcutânea, com uma agulha de insulina, nas áreas a 
serem tratadas (OLIVEIRA, 2008). 
Toda vez que se faz um procedimento invasivo, busca-se saber quais são 
os efeitos colaterais e se, de fato, eles existem. Nesse sentido, a partir dos 
estudos analisados por BRANDI (2004), observa-se que, no tratamento da 
irregularidade da pele no pós-lipoaspiração e na melhoria da flacidez cutânea, a 
carboxiterapia mostra-se eficiente. O pesquisador comprovou que é um 
procedimento eficaz, seguro e sem grandes efeitos colaterais. 
O dióxido de carbono (CO2), gás utilizado nas sessões de carboxiterapia, 
é inodoro, incolor e atóxico. É o produto endógeno natural do metabolismo das 
 
 
 
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reações oxidativas celulares, produzido no organismo diariamente em grandes 
quantidades e eliminado pelos pulmões durante a respiração (GUYTON, 2002. 
GANONG, 2006). Segundo BRANDI (2001), este gás não causa efeitos 
adversos e/ou secundários no tecido conectivo e na estrutura nervosa, pois a 
quantidade utilizada é inferior à produzida pelo organismo. Por conseguinte, os 
sintomas secundários da carboxiterapia são dor local, pequenos hematomas ou 
equimoses que desaparecem em 30 minutos, podendo ocorrer um aumento da 
temperatura local devido à velocidade do fluxo limiar do paciente. 
O volume de gás introduzido nos procedimentos é menor ou igual à 
quantidade encontrada no organismo humano. Ademais, é importante destacar 
que não causa embolia nem efeitos colaterais sistêmicos e é um procedimento 
de fácil aplicação, que pode ser utilizado em qualquer área do corpo (BORGES, 
2019). 
O tratamento com a carboxiterapia possibilita a melhora do fluxo 
sanguíneo e linfático, concede o acréscimo da oxigenação cutânea e a melhora 
nutricional celular. Além disso, ajuda na eliminação de produtos do metabolismo, 
aumenta a produção de colágeno, reduz a quantidade de tecido adiposo e 
melhora o tônus da pele, melhorando, por conseguinte, a estética corporal 
(GUIRRO, 2004. COSTA, 2014. BANDEIRA, 2013). De acordo com LEGRAND 
(1999), também é importante mencionar que a injeção de anidro de carbono no 
corpo aumenta a concentração de dióxido de carbono e minimiza-se a afinidade 
da hemoglobina pelo oxigênio, pois depende do pH do meio para a liberação de 
oxigênio. Com isso, há melhoria na concentração de oxigênio e um aumento da 
pressão parcial de oxigênio nas células, o que favorece o metabolismo dos 
tecidos. 
Apesar de a carboxiterapia apresentar inúmeros benefícios e os efeitos 
colaterais serem reduzidos, deve-se mencionar que existem algumas 
contraindicações, tais quais: flebite, gangrena, epilepsia, insuficiência cardíaco 
respiratória, insuficiência renal e hepática, hipertensão arterial severa, gestação 
e alterações de comportamentos psiquiátricos (SOLÁ, 2004).Observa-se, no 
entanto, que, respeitadas essas contraindicações, os benefícios da 
 
 
 
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carboxiterapia são inúmeros e podem ser constatados em tratamentos já 
realizados com diferentes pacientes. 
 
Aplicação Química 
A técnica da carboxiterapia é de fácil aplicação, oferece conforto, é um 
método seguro e, segundo WORTHINGTON (2006), no Brasil, há diversas 
marcas e modelos de aparelhos utilizados nos procedimentos de carboxiterapia, 
registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). No 
momento da aplicação, o aparelho é ligado a um cilindro de ferro por meio de 
um regulador de pressão de gás carbônico e o dióxido de carbono é injetado 
diretamente, por via de um equipo (sonda) com uma agulha pequena (agulha 
insulina-30 G1/2), através da pele do paciente. 
Diferentes autores (SCORZA, 2008; BACCIN, 2000; VILOS,2003) 
revelam que o fluxo de CO2, normalmente infundido durante tratamentos com 
carboxiterapia, encontra-se entre parâmetros de 20 e 80 ml/min. No entanto, há 
equipamentos que disponibilizam fluxos de até 150 ml/min. Com relação ao 
volume total administrado, este gira em torno de 600 ml a 1000 ml, sendo capaz 
de atingir 3000 ml nos casos de grandes depósitos de gordura. Estudos apontam 
que deve ser feita a infusão de um volume total de 2000 ml em aplicação para 
gordura localizada. 
As sessões de carboxiterapia podem ser feitas até duas vezes a cada 
semana, com duração de 15 a 30 minutos, obedecendo aos limites estipulados 
para cada área tratada. Os resultados positivos começam a surgir entre a quinta 
e a oitava sessão (BORGES, 2006). 
 
Carboxiterapia como tratamento da celulite 
Conforme GÓES (2005), o tratamento para fibro edema geloide (FEG) é 
um dos mais requisitados, sendo a carboxiterapia uma inovação promissora e 
terapêutica para esse fim. Segundo GUIRRO (2002) e ROSA (2000), o FEG, 
conhecido como ‘celulite’, é uma desigualdade metabólica localizada no tecido 
 
 
 
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subcutâneo, que produz alterações na forma do corpo e desencadeia 
modificações na derme, na micro- circulação e nos adipócitos. Trata-se de uma 
afecção do tecido conjuntivo subcutâneo, categorizado histologicamente por 
uma infiltração edematosa, não inflamatória, seguida de polimerização da 
substância fundamental, produzindo reações fibróticas, até dolorosas no aspecto 
clínico, e que se manifestam em forma de nódulos ou placas, salientando ainda 
topografia localizada, de incidência quase exclusiva do sexo feminino. O FEG 
pode ser classificado em graus de severidade, tais como: 
 1º grau: a celulite só é perceptível através da compressão do tecido entre 
os dedos ou da contração muscular voluntária. 
 2º grau: as depressões são perceptíveis mesmo sem a compressão dos 
tecidos. 
 3º grau: o acometimento tecidual pode ser percebido quando o indivíduo 
estiver em qualquer posição. 
 4º grau: tem as mesmas características do grau 3 com nódulos mais 
palpáveis, perceptíveis e dolorosos, aderência nos níveis profundos e 
aparecimento de um ondulado óbvio na superfície da pele. 
O mecanismo de ação do gás carbônico age, acima de tudo, na 
microcirculação vascular do tecido conectivo, promovendo uma vasodilatação e 
um aumento da drenagem veno-linfática. Com a vasodilatação, ocorre o 
aumento do fluxo de nutrientes entre eles, as proteinases necessárias para 
remodelar os componentes da matriz extracelular e para acomodar a migração 
e a reparação tecidual (ASSUMPÇÃO, 2006). 
MEDEIROS (2005) afirma que existem outros mecanismos de atuação. 
Esses mecanismos incluem fratura direta da membrana adipocitária e alteração 
na curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio (efeito Bohr), 
promovendo, assim, uma verdadeira ação lipolítica oxidativa. Esta ação lipolítica 
oxidativa atua diretamente na etiologia do FEG e quebra o círculo vicioso que 
envolve a alteração bioquímica do interstício (aumento de viscosidade), estase 
vênulo-capilar com hipo-oxigenação e consequente sofrimento do adipócito, 
levando à lipogênese e à hipertrofia. 
 
 
 
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Carboxiterapia no tratamento da gordura localizada 
A abundância de adiposidade corporal e a ação hormonal podem levar ao 
acúmulo de tecido gorduroso em determinadas partes do corpo. No homem, o 
local mais acometido é o abdômen e, na mulher, é a região do quadril (GUIRRO, 
2002). Nesse contexto, a luta contra a gordura localizada e a busca pelo peso 
ideal ganham grande importância dentro da sociedade. Existem diversos 
métodos que auxiliam na perda de gordura corporal, como exercícios, dietas, 
massagens modeladoras ou cirurgias. Todavia, atualmente, já existem técnicas 
invasivas, realizadas através de aparelhos, que não precisam de intervenção 
cirúrgica, mas que auxiliam significativamente na diminuição da gordura 
localizada. 
É importante destacar que o tecido adiposo não é apenas um depósito de 
gordura, ele também funciona como órgão secretor, pois o tecido sintetiza e 
libera lipoproteína lípase (LPL) (SCORZA, 2008). 
Pode não parecer, mas o tecido adiposo é bastante vascularizado. Assim, 
a troca gasosa entre as células adiposas e a corrente sanguínea é intensa, 
contribuindo para isso a rica vascularização do tecido conjuntivo (KESSEL, 
2001). Além disso, segundo SUMMERS (1996), há trabalhos demonstrando que 
a quantidade de sangue que circula na hipoderme é inversamente proporcional 
ao índice de massa corpórea. Trata-se, portanto, de um dado significativo, já 
que, dentre os mecanismos de mobilização dos ácidos graxos, o aumento do 
fluxo sanguíneo é o mais importante. 
O acúmulo de gordura pode ocorrer mesmo em pessoas sem excesso de 
peso, o que explica a presença de gordura localizada em mulheres 
aparentemente magras (AZEVEDO, ZANIN, TOLENTINO, CEPEDA, 
BUSNARDO, 2008). Tal fato também é responsável pela procura cada vez maior 
por procedimentos que sejam capazes de eliminar a gordura indesejada. 
 
 
 
 
 
 
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Carboxiterapia no tratamento de estrias 
As estrias são pequenas listras, as quais se originam no corpo humano 
de maneira inevitável, ou seja, é algo absolutamente natural. De acordo com a 
definição de MEDEIROS (2005), a estria “é um sulco, traço, aresta que se forma 
na pele, geralmente nas coxas do ser humano de forma estética geralmente que 
destoa do natural”. Ainda, em consonância com Medeiros, MENDES (2009) 
afirma que as estrias são rupturas das fibras elásticas que sustentam a camada 
intermediária da pele, formada por colágeno e elastina (responsáveis pela sua 
elasticidade e tonicidade). As estrias não são exclusivas, podem afetar tanto 
pessoas do sexo feminino como do sexo masculino, geralmente na idade adulta, 
ou adolescente em estado de gravidez. 
Além disso, as estrias são apresentadas também como uma lesão da 
pele, sendo adquiridas por uma instabilidade elástica limitada. Torna-se uma 
atrofia tegumentar obtida, com aparência linear e sinuosa (GUIRRO, 2004). 
Qualifica-se por afecções dermatológicas que, no início, apresentam um 
processo inflamatório, com elastólise e desgranulação de mastócitos, seguidos 
de afluxo de macrófagos em torno das fibras elásticas (BORGES, 2006). 
O excesso de acúmulo de gordura no tecido adiposo e o estiramento 
excessivo da pele ocasionam danos às fibras de colágeno e elastina, dando 
origem às estrias. Na teoria endocrinológica de GUIRRO (2004), estão 
associadas às patologias, devido ao uso terapêutico de hormônios, no entanto a 
teoria infecciosa, atualmente, não tem adeptos. Uma das razões para ocorrência 
de estrias é a produção de glicocorticoides, que ocorre, muitas vezes, durante a 
gravidez, mediante situações de obesidade e na adolescência, como também no 
processo de emagrecimento, em razão de sedentarismo e pela falta de 
hidratação da pele (AGNE, 2009). 
Com o objetivo de alcançar um resultado excelente na redução de estrias, 
o fluxo deve estar entre 60 ml/min e 80 ml/min e pode chegar até 150 mil/min. A 
infusão do gás é mesodérmica, gera um deslocamento rápido da pele e, quanto 
mais tempo manter o eritema após a aplicação, melhor será a resposta trófica 
do organismo (BORGES, 2010). Quanto à profundidade das agulhas, deve-se 
 
 
 
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introduzir apenas o bisel da agulha. A inclinação da agulha deve ser de 10 a 15 
graus em relação à pele. A velocidade de fluxo entre 60 e 150 ml/min. O volume 
pode ser livre, ou seja, suficiente para formar uma pseudopápula esbranquiçada 
na pele. O intervalo entre as sessões de 7 a 15 dias (IBRAMED, 2019). 
Conforme afirma MENDES (2009), existem três tipos de estrias que 
acometem o corpo humano: as vermelhas ou arroxeadas; as brancas superficiais 
e estreitas; e,ainda, as brancas profundas e largas. As vermelhas ou arroxeadas 
apresentam um tratamento acelerado, pois sua cor indica que o sangue mantém-
se circulando no local e favorece a intervenção estética de forma mais eficiente. 
As brancas, sejam elas superficiais e estreitas ou profundas e largas, são mais 
difíceis de tratar devido à ausência ou dificuldade de circulação no local, o que 
provoca a necessidade de uma intervenção mais radical e rigorosa. Uma das 
técnicas de maior eficiência, hoje, é o uso da carboxiterapia, tanto para estrias 
brancas quanto para as vermelhas, com resultados satisfatórios. 
Nos resultados exibidos por MENDES (2009), as estrias vermelhas ou 
arroxeadas desapareceram da pele dos pacientes após a 5ª seção, não sendo 
necessária a continuação do tratamento. Em contrapartida, as estrias brancas 
não desapareceram por completo, nem após a 10ª seção, diminuindo sua 
incidência na pele em 80%, mas continuando prevalente sua existência. 
 
Ação da Carboxiterapia do Tecido Conjuntivo 
A ação mecânica que ocorre na carboxiterapia, gerada pelo “trauma” da 
agulha e pela introdução do gás, desencadeia a produção de um processo 
inflamatório, a consequente migração de fibroblastos para a região da agressão 
e sua posterior proliferação, estimulando a síntese de colágeno e de outras 
moléculas do tecido conjuntivo, como a fibronectina e a glicoproteína encontrada 
no sangue, relacionada a vários processos biológicos como adesão, 
diferenciação celular e reparação de tecidos, servindo como substrato para 
enzimas fibrinolíticas e de coagulação (SCORZA, 2008). 
Comprovações histológicas com a carboxiterapia possibilitaram um 
aumento da espessura da derme. Ademais, evidencia estímulo à 
 
 
 
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neocolagenase, bem como preservação total do tecido conjuntivo, inclui 
estruturas vasculares e nervosas, ou seja, ocorre um evidente rearranjo das 
fibras colágenas (BRANDI, 2001). 
 
Após a leitura deste tópico da apostila, assista aos vídeos abaixo, que 
muito agregarão no conhecimento prático. 
 
 
 
Vídeo de Apoio 2: Ares Ibramed Carboxiterapia - Treinamento 
Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=vNHXfxd1npw> 
Sinopse: o aparelho para carboxiterapia Ares Ibramed é padrão-ouro na 
estética para o tratamento de olheiras, estrias, gordura localizada, flacidez e outros 
tratamentos avançados na estética. O ARES é mais confortável, pois possui 
tecnologia exclusiva de aquecimento do gás, causando maior conforto na hora da 
aplicação. 
Vídeo de Apoio1: Palestra “Carboxiterapia em tratamentos estéticos” 
- Dr. Rodrigo Jahara 
Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=_e6H88qsLtQ> 
Sinopse: Dr. Rodrigo Jahara foi um dos palestrantes do II Encontro 
Brasileiro Multidisciplinar Eletroestética Avançada HTM, o "2º Meeting HTM", 
evento paralelo da Estética In SP 2017. 
https://www.youtube.com/watch?v=vNHXfxd1npw
 
 
 
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ENDERMOTERAPIA 
Antes de iniciar a leitura deste tópico da apostila, assista ao vídeo abaixo 
selecionado, que muito agregará no conhecimento prático. 
O excesso de peso alcança valores relevantes e atinge todas as classes 
socioeconômicas, estando diretamente relacionado com o índice de morbidade, 
incluindo hipertensão, diabetes mellitus tipo II e moléstias cardiovasculares. O 
aumento do percentual de gordura é consequência da elevação da ingestão 
calórica em detrimento da demanda energética (GRAVENNA, 2005; 
MARCANT, 2007; BELONI, 2010). 
A gordura localizada, apresenta-se como um desenvolvimento irregular 
do tecido conjuntivo subcutâneo. Neste caso, os adipócitos apresentam-se 
aumentados em regiões específicas com irregularidade do tecido e aparência 
ondulada, conforme afirma Cardoso (2002 apud PRAVATTO, 2007). 
Sua distribuição é classificada de acordo com a localização anatômica, 
sendo três tipos: androide ou central, quando é predominante em abdome, mais 
comum nos homens; ginoide ou periférica, quando esse acúmulo predomina em 
coxas e quadris, mais comum em mulheres; e mista, quando ocorre uma 
associação dos dois tipos. Pode existir mesmo em indivíduos sem sobrepeso, 
justificando sua presença em pessoas aparentemente magras, principalmente 
em mulheres após a adolescência. Essas, muitas vezes apresentam problemas 
psicológicos e sociais por estarem fora do padrão de beleza imposto pela 
sociedade (PALMA et al., 2012). 
Vídeo de Apoio 3: ENDERMOLOGIA: COMO TRATAR GORDURA, 
FLACIDEZ, CELULITE E PÓS OPERATÓRIO 
Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=aYIwA3cKdhM> 
Sinopse: Nesta aula você vai entender como tratar as disfunções que podem 
ser aplicadas a Endermologia Este recurso da Eletroterapia que pode trazer 
resultados espetaculares para a sua clínica. 
https://www.youtube.com/watch?v=aYIwA3cKdhM
 
 
 
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Existem inúmeros recursos fisioterapêuticos utilizados na área de 
dermatofuncional, destacando‐se a endermoterapia, que se trata de uma 
técnica que engloba equipamentos específicos, atuando nos planos cutâneos e 
subcutâneos, especificamente no tecido conjuntivo, tecido adiposo e estruturas 
vasculares e linfáticas. 
A endermoterapia foi desenvolvida primeiramente pelo engenheiro 
francês Louis Paul Guitay, em 1970, quando este buscava desenvolver uma 
técnica que diminuísse cicatrizes oriundas de acidentes de carro. Ele criou um 
mecanismo que pudesse auxiliar os terapeutas, um aparelho portátil com um 
cabeçote massageador, que, aplicado sobre a área a ser tratada, fazia sucções 
e rolamentos sobre o tecido subjacente. Inicialmente o aparelho foi utilizado na 
recuperação de queimados, mas, descobriu-se ser também eficaz para o 
tratamento de celulite (MATTIA, 2011). 
O tratamento com endermoterapia consiste na aplicação de um 
equipamento que cria um vácuo (pressão negativa) (MCDANIEL et al., 1998), 
sendo um recurso que engloba equipamentos específicos baseados na sucção 
(GUIRRO; GUIRRO, 2002), recuperando a pele, promovendo melhora na 
circulação, maior oxigenação, nutrição e eliminação de toxinas do tecido 
(TOGNI, 2006). Considerado como um procedimento seguro, sem agulhas ou 
injeções, que age através da massagem profunda associada ao vácuo o qual é 
promovido pelo aparelho atuando na pele, camada adiposa e muscular, 
estimulando a circulação e a drenagem linfática (BIER et al., 1999; PETIT, 1997). 
O equipamento é composto por dois rolinhos que deslizam sobre a pele e 
realizam uma tração no corpo, aumentando em até três vezes a drenagem 
linfática e a produção de colágeno (substância responsável pela elasticidade da 
pele). A ação desses efeitos permanece até seis horas após o término da sessão 
(MIRANDA, 1991). 
Como em todo procedimento o cuidado com a saúde do paciente é 
primordial, justificando assim, uma anamnese bem feita pelo profissional. 
Mesmo não sendo procedimento invasivo há contra indicações do seu uso como: 
 Processos inflamatórios ou infecciosos; 
 
 
 
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 Hipertensão e hipotensão descompensadas; 
 Diabetes descompensado; 
 Gestante; 
 Lesões cutâneas (no local); 
 Pós-operatório imediato; 
 Flacidez tissular (em demasia); 
 Neoplasias; 
 Alterações vasculares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MICROAGULHAMENTO 
A técnica teve início na década de 90, como nome de “subcisão”. 
Primeiramente apresentada por Orentreich, sua finalidade era induzir a produção 
de colágeno no tratamento de cicatrizes cutâneas e rugas. Devido a técnica 
envolver lesão, foi denominada como TIC – Terapia de Indução de Colágeno 
(CIT – Colagen Induction Therapy). Na mesma década, o Congresso de Cirurgia 
Plástica e Reconstrutora em Madri, na Espanha e o Congresso Internacional de 
Cirurgia Plástica e Estética em Paris, na França, aceitaram e aderiramà técnica. 
Na ocasião, o cirurgião plástico CAMIRAND (1997), descreveu resultados 
em punturações feitas com uma pistola de tatuagem em duas pacientes que 
apresentavam cicatrizes faciais hipercrômicas, causadas após um procedimento 
cirúrgico na face (face lifting). O objetivo foi de camuflar com tatuagem a cicatriz, 
com pigmentos da cor da pele. No entanto notou-se que a lesão causada pelas 
finas agulhas, desencadearam uma nova síntese de colágeno saudável. Mas 
somente em meados de 2000 que o cirurgião plástico sul-africano Dermond 
Fernands criou um aparelho apropriado para a indução de colágeno, constituído 
por um cilindro rolante cravejado de micro agulhas. 
O novo designer permitia uma perfuração uniforme e rápida, além de 
permitir trabalhar em áreas maiores e com profundidades diferenciadas para 
cada região. Desta forma foi criado o Dermaroller, marca registrada e mais 
conhecida nos tratamentos de microagulhamento. A injúria provocada pelo 
microagulhamento, desencadeia através da perda da integridade do tecido, uma 
nova produção de fibras colágenas afim de reparar as fibras danificadas, a 
dissociação dos queratinócitos, a liberação de citocinas ativadas pelo sistema 
imune, geram uma vasodilatação no local da injúria, fazendo com que 
queratinócitos migrem para a região e reestabeleçam o tecido lesionado. Além 
da resposta fisiológica, as micropunturas facilitam a permeação de ativos no 
tecido (LIMA et al., 2013; DALBONE et al., 2014). Segundo OLIVEIRA (2012) e 
LIMA et al. (2013), após a lesão, inicia-se a fase mais importante do tratamento, 
a cicatrização, que pode ser dividida em três fases: 
 
 
 
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1 – Fase inflamatória (1 a 3 dias): ocorre imediatamente após a lesão, 
formando coágulos para proteger de contaminação, liberando histamina e 
serotonina, promovendo a vasodilatação e fazendo a quimiotaxia de neutrófilos 
e monócitos, responsáveis pela liberação de queratinócitos. O novo tecido 
depende de fatores de crescimento (MDGF – Fatores de Crescimento Derivados 
de Macrófagos), que incluem os fatores derivados de plaquetas (PDGF), os 
fatores transformadores alfa, beta, os interleucina-1 e fator de necrose tumoral. 
Após 72 horas, os linfócitos T liberal a Inter leucina -1, reguladora da colagenase 
e as linfocinas. Estas são responsáveis pela resposta imunológica 
(SETTERFIELD, 2010). 
2 – Fase proliferativa (3 a 5 dias): a ferida é fechada pelos processos de 
epitelização, angiogênese, fibroplasia e depósito de colágeno. Nestas etapas, a 
membrana da camada basal restaura os tecidos, a angiogênese (formação de 
novos vasos sanguíneos) promove nutrição e oxigênio, a fibroplasia se inicia de 
3 a 5 dias após a lesão e pode perdurar por 14 dias, ativando os fibroblastos e a 
produção de colágeno tipo I e formação de matriz extracelular (CAMPOS et al., 
2007). Segundo SETTERFIELD (2010), o aumento de queratinócitos na 
presença dos fatores de crescimento epidérmicos é 8 vezes maior. Daí a 
importância de se fazer associação de ativos durante o tratamento com 
microagulhamento. Até o 20º dia do procedimento, a inflamação tende a diminuir 
para permitir a formação de um novo tecido. 
3 – Fase de remodelamento (28 dias a 2 anos): nesta fase há o aumento 
da resistência tecidual. TAZIMA et al., (2008), afirma que nesta fase de 
remodelamento o colágeno tipo I passa para o tipo III, aumentando a força 
tensora do tecido em até 80%. 
O colágeno é a principal proteína da matriz extracelular. Sua estrutura 
rígida e helicoidal tripla de cadeia longa se assemelha a uma corda. Durante o 
processo de maturação, ela pode crescer de maneira desordenada, criando a 
cicatriz. A perfuração ordenada do roller no entanto, faz a orientação cicatricial 
de forma saudável. Esse processo pode levar até 2 anos, mas a recuperação da 
 
 
 
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força de tração original na área lesionada pode chegar a 80% (SETTERFIELD, 
2010). 
O microagulhamento tem sido usado frequentemente no tratamento de 
cicatrizes de acnes, estrias, alopecias e para o rejuvenescimento facial. Trata-se 
de uma terapia indutora de colágeno, realizada através de um instrumento 
conhecido como roller (GARCIA, 2013). 
Este utensílio de uso estético e dermatológico tem como ação induzir a 
produção de colágeno via percutânea, ou seja, através de micro lesões 
provocadas na pele, gera-se um processo inflamatório local, aumentando a 
proliferação celular (principalmente dos fibroblastos), fazendo com que aumente 
o metabolismo celular deste tecido (derme e epiderme), aumentando assim, a 
síntese de colágeno, elastina e outras substâncias presentes no tecido, 
restituindo a integridade da pele (KLAYN; LIMANA; MOARES, 2013). 
A indução percutânea de colágeno (IPC) ou microagulhamento, como foi 
denominada recentemente, inicia-se com a perda da integridade da barreira 
cutânea, tendo como alvo a dissociação dos queratinócitos, que resulta na 
liberação de citocinas como a Inter leucina -1α, predominantemente, além da 
interleucina-8, interleucina-6, TNF-α e GM-CSF, resultando em vasodilatação 
dérmica e migração de queratinócitos para restaurar o dano epidérmico. Três 
fases do processo de cicatrização, seguindo o trauma com as agulhas, podem 
ser bem delineadas, didaticamente: na primeira, a de injúria, ocorre liberação de 
plaquetas e neutrófilos responsáveis pela liberação de fatores de crescimento 
com ação sobre os queratinócitos e os fibroblastos como os fatores de 
crescimento de transformação α e β (TGF-α e TGF-β), o fator de crescimento 
derivado das plaquetas (PDGF), a proteína III ativadora do tecido conjuntivo e o 
fator de crescimento do tecido conjuntivo (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013). 
As micro agulhas podem variar de 0,5 a 3 mm de diâmetro e se dispõe ao 
redor de um cilindro, o roller também possui uma haste para manuseio. Dessa 
forma, ele é passado sobre a pele em várias direções e cria micro orifícios ou 
escoriações que cicatrizam em poucos dias (GARCIA, 2013). 
 
 
 
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A pressão vertical exercida sobre o roller, não deve ultrapassar 6N, pois 
força superior pode levar danos a estruturas anatômicas mais profundas e mais 
dor que o esperado ao paciente. Recomenda-se posicionar o aparelho entre os 
dedos indicador e polegar como se estivesse segurando um “háshi” e controlar 
a força exercida com o polegar. Os movimentos de vai e vem devem guiar-se 
por padrão uniforme de petequeias em toda a área tratada. Para isso, entre 10 
a 15 passadas em uma mesma direção e pelo menos 4 cruzamentos na área de 
rolagem são suficientes. Teoricamente 15 passadas provocam danos de 250- 
300 punturas/cm3 (MOREN, 2010). 
 
Variação de Instrumentos de Perfuração 
Embora o roller seja o instrumento mais conhecido para realização do 
microagulhamento, existem outros modelos com a mesma finalidade. Mesmo 
entre os rollers conhecidos, hoje há uma grande quantidade de modelos e 
material utilizados na fabricação dos mesmos. O roller tradicional e é constituído 
por um cilindro repleto de agulhas em aço inoxidável, dispostas ordeiramente em 
quantidade (de 190 a 1.080 agulhas), distâncias, espessura e comprimento (de 
0,20mm a 3,00mm) diferentes. Essa disposição está relacionada ao tipo de 
tratamento e área de aplicação do roller. Seu cabo é de polietileno, impedindo 
que o equipamento seja auto clavado. Após o uso , é necessário que se faça o 
descarte juntamente com o material perfuro cortante. Há também rollers 
totalmente feitos em materiais esterilizáveis como aço inox e ouro, permitindo a 
reutilização do equipamento, contudo após um período, é necessário a troca 
destes, visto que as agulhas perdem o corte podem se deformar. 
Além da variação de material, os rollers também podem vir associados à 
outras terapias como a cromoterapia, LED e com efeito vibratório. Todas tem 
como objetivopotencializar a técnica e efeitos desejados no tratamento. Outro 
equipamento bastante utilizado no procedimento de microagulhamento são as 
canetas ou dispositivo manual de microagulhamento, também conhecidas com 
Dermapen, que podem ser manuais ou elétricas. Estas funcionam com refis 
descartáveis, sua regulagem manual permite realizar microagulhamento de 
0,25mm até 2,00mm. 
 
 
 
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A quantidade de agulhas em cada refil pode ser de 2, 3, 7, 12 ou 36 
agulhas, bem inferior a quantidade de agulhas do roller convencional. A 
aplicação da caneta manual se diferencia do roller por exigir maior destreza do 
profissional que fará a aplicação. Mesmo em aparelhos elétricos, onde não será 
necessária a pressão manual, o controle e direcionamento do agulhamento é 
feito pelo profissional. Alguns modelos ainda possuem inclinação automática da 
ponteira. Todos estes ajustes são para evitar cortes irregulares na pele. A caneta 
permite uma aplicação pontual, sendo ideal para pequenas áreas, áreas de difícil 
acesso e região capilar (ARORA, S.; GUPTA, B.P.,2012). 
 
Indicações e Contra Indicações da Técnica 
O microagulhamento é uma técnica que trabalha com dois objetivos. O 
primeiro é o estímulo à produção de colágeno como nos casos de 
rejuvenescimento melhorando os aspectos de textura, cor e brilho da pele; nos 
tratamentos de flacidez tissular e amenização de rugas e linhas de expressão, 
aumentando o volume da área tratada; e nos tratamentos de estrias, cicatrizes 
de acne e cicatrizes hipertróficas pós queimaduras (DODDABALLAPUR, 2009; 
KALIL et al., 2015a; LIMA; LIMA; TAKANO, 2013; MOETAZ EL-DOMYATI et al., 
2015; NEGRÃO, 2015). O segundo objetivo do microagulhamento é o aumento 
da permeação de ativos, também conhecido como “drug delivery”, veiculando 
ativos como a vitamina C e o retinol (LIMA; LIMA; TAKANO, 2013; NEGRÃO, 
2015). 
Outras indicações da técnica são pele desvitalizada e desnutrida, 
alopecias não cicatriciais, melasma e hidrolipodistrofia ginoide (HLDG). Essa 
última ainda não há comprovação através de pesquisas cientificas, mas há 
indicações de alguns autores (NEGRÃO, 2015). 
Como contraindicações têm-se: câncer de pele, ceratose solar, verrugas, 
infecções de pele, pacientes em uso de anticoagulantes, quimioterapia, 
radioterapia ou corticoterapia, diabetes mellitus não controlada, rosácea e acne 
nas fases ativas, uso de isotretinoína oral com pausa menor de seis meses e 
pele queimada de sol. O queloide não é uma contraindicação absoluta, porém 
 
 
 
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faltam ensaios clínicos nesse tipo de disfunção inestética. O que se sabe é que 
o fator de crescimento transformador TGF-β3 coordena a produção de TGF-β1 
e TGF-β2 melhorando, assim, o colágeno que será depositado. Além disso, há 
aumento de liberação do fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF) 
atraindo os monócitos e liberação de interleucina-10 a qual é anti-inflamatória e 
melhora o aspecto do queloide (NEGRÃO, 2015). 
No que se diz respeito ao “drug delivery”, a definição do ativo bem como 
sua formulação é de extrema importância uma vez que suas características 
determinam a permeação, absorção e potencial de irritação da pele. O veículo 
ideal é aquele que não provoca ardência ou outro desconforto para o cliente, 
além de ser um fator decisivo para o alcance de bons resultados. O uso de 
cosmecêuticos associados com sistemas de liberação também é de grande 
valia, pois, estes últimos permitem maior disponibilidade do ativo e segurança 
além de redução de irritação cutânea devido à veiculação de menor quantidade 
do ativo (KALIL et al., 2015a). 
A administração transdérmica de drogas possui muitos benefícios, visto 
que reduz a possibilidade de a droga ter baixa absorção, ou que aconteça uma 
degradação enzimática no trato gastrointestinal, ou que ela sofra os primeiros 
efeitos pela administração oral, e até mesmo evita a dor de uma administração 
via intravenosa ou intramuscular (BADRAN; KUNTSCHE; FAHR, 2009; 
PRAUSNITZ, 2004). 
A autora HANSEN (2013) em seu trabalho diz que o microagulhamento 
tem potencial de ser uma tecnologia de transformação na entrega de vários 
ativos, fármacos e até mesmo vacinas, pois, o sistema de entrega de drogas da 
técnica permite um tratamento melhor com administração de níveis mais baixos 
das drogas para atingir os mesmos objetivos terapêuticos. Afirma ainda que 
muitos estudos com o intuito de determinar o potencial da entrega intradérmica 
a fim de melhorar a eficácia de determinados fármacos têm sido realizados 
desde o início da década de 30, e que desde então estes estudos revelaram que 
a entrega intradérmica permite uma absorção mais rápida, níveis sanguíneos de 
 
 
 
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pico mais elevado e aumento de biodisponibilidade de algumas terapias quando 
comparados às vias de administração convencionais. 
PRAUSNITZ (2004) relata que as micro agulhas fornecem um meio 
minimamente invasivo para o transporte de moléculas na pele. As micro agulhas 
rompem a estrutura do estrato córneo e criam orifícios para passagem de 
moléculas. Acredita-se que os tamanhos desses orifícios são de escala 
nanométrica o que evita danos com significância clínica, mas suficientes para o 
transporte de ativos pequenos e até mesmo macromoléculas. Além disso, expõe 
que estudos em seres humanos revelaram que as micro agulhas são indolores 
mesmo atingindo a derme superficial em consequência do tamanho das agulhas 
que provavelmente não alcançam os nervos ou são incapazes de estimular uma 
sensação dolorosa. Visto isso, sugere que o uso das micro agulhas representa 
uma tecnologia promissora para administração de compostos terapêuticos 
através da pele. 
SCHOELLHAMMER; BLANKSCHTEIN; LANGER (2014) confirma a 
afirmação de Prausnitz, ao mencionar que o comprimento das agulhas não 
penetra profundamente o suficiente para gerar estímulos dolorosos, tornando a 
técnica com micro agulhas indolor. Além disso, a duração pela qual os ativos se 
difundem pela pele após o microagulhamento depende do tempo de vida da 
abertura dos poros criados que reduz significativamente em 15 minutos. 
KALLURI; KOLLI; BANGA (2011) estudaram a formação bem como o 
fechamento dos micro canais gerados pelas micro agulhas. Os autores utilizaram 
nos experimentos dois tamanhos de micro agulhas (370 e 770 µm) de uma marca 
de roller e observaram através de experimentos, a formação de 16 
microcanais/cm² após a ruptura do estrato córneo. O número de micro canais 
aumentou em função do número de passadas e as micro agulhas penetraram 
além do estrato córneo. O diâmetro médio dos micro canais também foi avaliado 
e eles diminuíram à medida que aumentava a profundidade de penetração. A 
avaliação da TEWL revelou que o aumento dos valores se deu em função do 
aumento do número de passadas o que indica o aumento da ruptura do estrato 
córneo da pele. O tamanho das micro agulhas não interferiu no tempo que a pele 
 
 
 
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levou para reestabelecer sua função de barreira (após 4h do tratamento, o valor 
da TEWL retornou aos seus valores normais), contudo, o tempo de fechamento 
dos poros foi menor nas agulhas mais curtas (12h) comparado às agulhas 
maiores (18h). Este último dado é importante uma vez que afeta diretamente a 
entrega das drogas. 
PARK et al. (2010) desenvolveram um rolo de micro agulhas de polímero 
que foi capaz de perfurar a pele e aumentar a permeabilidade da mesma. A 
quantidade de droga administrada na pele foi determinada pelo número de 
orifícios criados pelas micro agulhas bem como a concentração e formulação da 
droga, entre outros fatores. A distribuição uniforme da droga no interior da pele, 
devido à lenta taxa de difusão lateral, exige que as micro agulhas tenham um 
espaçamento maior ou que se faça múltiplas passagensdo rolo de micro agulhas 
sobre a pele para aumentar a densidade do orifício. A pesquisa sugere que o 
rolo de micro agulhas criado permite o aumento da permeabilidade da pele para 
aplicação médica e cosmética. 
CHAWLA (2014) realizou um estudo comparativo inicialmente com 30 
pacientes onde realizava a técnica de microagulhamento com plasma rico em 
plaquetas (PRP) com concentração plaquetária de 8-9 lakhs/μl de um lado da 
face e com vitamina C a 15% do outro lado. Dos 30 pacientes, 23 tiveram 
redução das cicatrizes em 1 ou 2 graus na escala de classificação, porém os 
resultados com microagulhamento associado ao PRP foram mais satisfatórios 
em alguns tipos de cicatrizes que o microagulhamento associado a vitamina C. 
A vitamina C se mostrou mais eficaz no tratamento de hiperpigmentação pós 
inflamatória secundária à acne, além de melhorar os aspectos de firmeza e 
suavidade da pele. 
MOETAZ EL-DOMYATI et al. (2015) avaliaram a eficácia do 
microagulhamento em diferentes tipos de cicatrizes atróficas pós acne através 
de fotografias e biópsias da pele, além de histometria para espessura da 
epiderme e avaliação quantitativa de elastina total, tropoelastina recém-
sintetizada, colágeno tipo I, III e IV, e colágeno recém-sintetizado antes do 
tratamento e após um e três meses a partir do início do tratamento. Os resultados 
 
 
 
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revelaram um aumento significativo na média dos colágenos tipos I, III e IV e 
colágeno e tropoelastina recém-sintetizados, contudo, a elastina total diminuiu 
de forma significativa no final do tratamento. 
O número de sessões e o intervalo entre as sessões são dois fatores 
muito questionáveis e até mesmo controversos. Na verdade, eles dependerão 
do que será feito, se existe um plano de tratamento pós-procedimento e quais 
recursos serão associados. O roller cosmético, por exemplo, pode ser utilizado 
todos os dias para a permeação de ativos. Para o tratamento de alopecias, as 
sessões podem ser quinzenais uma vez que é preciso lançar mão de recursos 
que reduzem o processo inflamatório para não prejudicar o folículo e agravar o 
quadro. O que se observa mais na literatura é um intervalo de no mínimo trinta 
dias para produção, depósito e remodelamento do colágeno (NEGRÃO, 2015). 
Assim como no item anterior um vídeo sobre o assunto foi selecionado e 
disponibilizado abaixo que irá agregar mais conhecimento prático no seu 
desenvolvimento acadêmico. 
 
 
 
 
 
 
 
Vídeo de Apoio 5: Descomplique Estética: Microagulhamento 
Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=Njy4yltZ1BM> 
Sinopse: No vídeo o Famoso Rafael Ferreira explica de forma clara 
o que pode ser chamado de microagulhamento, assim como realizar 
procedimentos adequadamente na estética. 
https://www.youtube.com/watch?v=Njy4yltZ1BM
 
 
 
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CRIOLIPÓLISE 
A criolipólise é uma técnica não-invasiva para o tratamento da redução de 
tecido gorduroso localizado, está técnica utiliza do resfriamento da pele e do 
tecido adiposo adjacente por temperatura variada entre -5 a -15ºC, o que causa 
paniculite fria e consequentemente na morte adipocitária causadas por apoptose 
(BERNARDES, 2015). 
Segundo OLIVEIRA (2011), para o sucesso do tratamento faz-se 
necessário que o profissional tenha grandes conhecimento da etiologia, 
sintomas, fisiopatologias e recursos adequados para a sua abordagem. 
Para AVRAM et al. (2009), as novidades existentes no mercado para a 
redução da adiposidade localizada estão se tornando cada vez menos invasivas, 
o que proporciona ao usuário do tratamento uma recuperação rápida, sem 
intervenções de medicamentos e pós-operatório. 
Segundo BERNARDES (2015), há relatos de edema, hematoma, eritema 
e neuralgia transitória, que podem ser resolvidos em duas semanas. AMARAL 
(2015) afirma que a busca em ter um corpo impecável tem-se tornado prioridade 
para a maior parte das pessoas, pois o modelo de bela aparência e saúde que a 
cultura mostra, são pessoas magras, com silhuetas bem definidas. Na busca 
incessante do corpo perfeito, as pessoas se sujeitam a procedimentos estéticos, 
dietas, cirurgias plástica, medicamentos, exercícios para se desfazerem das 
gorduras localizadas indesejadas. 
A gordura localizada é aquilo tudo que permanece ao emagrecimento 
ligado as particularidades familiares. As conservas de gordura são fragmentadas 
em duas, depósito geral (perde-se fácil) e depósito hereditário (resiste ao 
emagrecimento). O metabolismo é demorado nesses depósitos, mesmo se tiver 
perda de peso, a divisão da gordura é alterada a cada efeito sanfona (RIBEIRO, 
C. J, 2010). 
 
 
 
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Os lugares do corpo onde se encontra mais gorduras localizadas são: 
quadril, abdômen, pré-axilar, coxas, e subescapular, conforme exemplificado na 
figura, podendo ser surgir em pessoas que têm uma vida de alimentação 
saudável seguindo uma dieta e exercícios físicos diariamente, sendo um 
desconforto para os que buscam sempre estar satisfeito com seu corpo. (AGNE, 
2016). 
O desenvolvimento dos adipócitos começa desde a vida intrauterina e vai 
até a puberdade através do crescimento de partes de células adiposas. Quando 
chega à fase adulta, essas células não se multiplicam, mas aumenta de 
tamanho. A adiposidade é considerada uma abundância de tecido adiposo, 
podendo estar em maior ou em menor quantidade, sendo encontrada em 
diferentes partes do corpo, e sempre dependendo da genética do indivíduo 
(BARNES, 2017). 
LIMONTA et al. (2017) revelam em seu trabalho que os pesquisadores 
nos anos 70 investigaram crianças, que nos seus primeiros anos de vidas 
tomaram muitos picolés e houve um decrescimento da gordura nas bochechas, 
uma coisa que foi estimulada pelo frio que receberam no local. Este é mais um 
jeito que os pesquisadores usaram para investigar o metabolismo das células de 
gorduras. Eles concluíram que os adipócitos podiam ser mais vulneráveis ao frio 
do que calor. 
Os estudos do FERREIRA; MEDRADO (2017) falam das abordagens de 
protocolos e técnicas feitas para uma técnica mais segura e produtiva. No 
momento em que a criolipólise é efetuada, é feita uma sucção para amparar o 
tecido alvo em um aplicador que tem o formato de copo. Enquanto a pessoa está 
no procedimento, o resfriamento proporcionado pela máquina danifica somente 
o tecido adiposo, não produzindo nenhuma destruição biológica aos tecidos aos 
redores. 
TAGLIOLATTO et al. (2017) falam da membrana anticongelante que deixa 
o procedimento seguro, essa membrana é uma combinação de líquido 
crioprotetor que é composta por um manto umedecido em gel que protege a pele 
nos tratamentos estéticos que envolvam a criolipólise, mantendo intacto o 
 
 
 
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material biológico. O tecido adiposo, simultaneamente com seu conteúdo 
intracelular, será descartado por meio da resposta inflamatória ali fixada, não há 
dever de metabolização hepática da gordura, ou do deslocamento por intermédio 
da corrente sanguínea, garantindo assim os níveis séricos de triglicerídeos e 
colesterol encontra-se sem alterações, do mesmo jeito a desempenho do fígado. 
BORGES; SCORZA (2014) dizem que quando acontece a atenuação da 
temperatura corporal o organismo eleva a produção de calor, permitindo um 
acrescentamento na taxa metabólica que usará as conservas energéticas 
armazenadas nos adipócitos diminuindo as células de gordura. O tratamento de 
criolipólise, na primeira sessão do tratamento a camada de gordura pode reduzir 
de 25 a 30%, mas vale lembrar que tem que se levar em conta o metabolismo 
da pessoa, tipo e localização da gordura. 
A dificuldade em eliminar a gordura localizada se dá pela necessidade do 
organismo em gerar energia, o qual ele irá buscar na glicose existente na 
corrente sanguínea, sendo que após a utilização desta, ocorrea queima do 
glicogênio existente no fígado e em seguida utiliza-se das quebras de proteínas 
existentes nos músculos, para então assim, chegar nas células de gorduras 
existentes no tecido adiposo. 
BUENO (2012) expressa que a Criolipólise não é aconselhável para 
pessoas com sobrepeso ou obesas, sendo esta técnica apropriada apenas para 
eliminar gorduras localizadas nos indivíduos em que estejam no peso ideal e 
pretendem definir as linhas do corpo. Este procedimento também não é 
recomendada a pessoas que tenham hipersensibilidade ao frio, pessoas com 
feridas no local da aplicação e aquelas pessoas com diabetes descontroladas e 
até mesmo a gestantes. 
BUENO (2012) complementa que a técnica terá efeito somente na região 
selecionada onde o resfriamento durante a sessão escolhida pode chegar por 
volta de -10ºC no período de 1 (uma) hora, em que a pele estará coberta por 
uma manta protetora com camadas de gel. 
O aparelho que realiza a Criolipólise é composto por ponteiras que se 
acoplam em diversas áreas do corpo, esta realiza um vácuo que propiciará a 
 
 
 
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sucção da pele e do montante de gordura localizada no local, seguida pelo 
resfriamento intenso e o controle da porção sugada (FELICIANO, 2014). 
A Criolipólise pode ser realizada em algumas regiões do corpo, em razão 
das ponteiras não se adaptarem a qualquer tipo de estrutura. FELICIANO (2014) 
ainda completa que no início da sessão podem surgir pequenos desconfortos no 
momento que a ponteira realiza a sucção da pele, logo após esta ser seccionada 
inicia-se o congelamento da gordura o que leva a uma anestesia momentânea, 
aliviando assim o desconforto. 
 
Indicações e Contra Indicações 
A criolipólise é um procedimento terapêutico que vem sendo divulgado e 
popularizado por vários profissionais de estética. Essa técnica corresponde a 
procedimentos de cirúrgicos e com resultados aceitável e eficaz na redução da 
adiposidade localizada (AMARAL; SIQUEIRA, 2015). 
A criolipólise é apropriada para pessoas que tem gordura localizada, 
contudo tem que estar com o peso ideal, determinado pela altura e idade. 
Entende-se que o tratamento não é adequado para pessoas obesas. Além do 
mais, é de suma importância que tenha certa elasticidade no tecido cutâneo, o 
que permite a produção da prega que será separada e tratada (LIMOTA et al., 
2017; SILVEIRA; STAFFOQUER, 2016). 
ARAUJO; MEJIA (2015) deixam claro que as importantes 
contraindicações para o procedimento de criolipólise são pessoas com doenças 
raras, como a crioglobulinemia paroxística ao frio, hemoglobinúria (doença 
autoimune), sensibilidade ao frio, urticária ao frio, dermatites ou pruridos, cicatriz, 
cirurgias recentes, feridas abertas ou hérnia nas regiões que serão tratadas. O 
procedimento de criolipólise é permitido a partir dos 18 anos e não é permitida 
em mulheres gestantes ou lactantes. 
As queimaduras são risco em relação à saúde, podendo danificar a pele 
total ou parcialmente, são assustadoramente graves e com consequências 
psicológicas significantes, conforme sua localização, área queimada e 
 
 
 
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profundidade. Queimaduras são lesões na pele causadas quase sempre pelo 
calor, entretanto podendo ser causado pelo frio, por radiação, eletricidade, 
fricção e até por produtos químicos (CARNEVALLI et al., 2018). 
Ribeiro (2010) traz que conforme sua localização da queimadura área e 
profundidade, ela pode atingir desde pelos, músculos e ossos. As queimaduras 
de 1° grau (lesa a epiderme) são caracterizadas pela vermelhidão e o ardor, as 
de 2° grau (lesa a epiderme e derme) deixam dor e bolhas que podem conter 
linfa ou podem ser secas e brancas podendo causar cicatrizes e as queimaduras 
de 3° grau (lesa todas as camadas da pele) indolor e pode causar 20 
deformidades. 
Em relação as complicações após o procedimento, podem ocorrer: 
alterações provisórias na função sensorial sem leões a longo prazo, eritema 
imediatamente após a aplicação desaparecendo 30 minutos depois da sessão e 
alterações nos níveis lipídeos dentro dos parâmetros normais (ROCHA, 2013). 
Aqui ressalta-se a necessidade de integrar a prática ao conhecimento 
acadêmico, sendo assim, para encerrar este tópico da apostila, o vídeo abaixo 
deverá será assistido, uma vez que fará a integração do conhecimento. 
 
 
Vídeo de Apoio 6: Crilipólise funciona? Entenda o processo e o 
tratamento – Doutor Beleza 
Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=XmFeTsCly4g> 
Sinopse: no vídeo Rafael Ferreira, o Dr. Beleza, fala sobre o 
procedimento estético Crilipólise na prática, como funciona e os resultados 
obtidos. 
https://www.youtube.com/watch?v=XmFeTsCly4g
 
 
 
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Vídeo de Apoio 7: Criolipólise funciona? | Carla Leone 
Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=L2OuvJHUaQA> 
Sinopse: neste vídeo a Profª Carla Leone, Fisioterapeuta 
Dermatofuncional, CREFITO 214866-F, fala sobre os procedimentos e a 
importância dos cuidados com a aplicação do terapia. 
https://www.youtube.com/watch?v=L2OuvJHUaQA
 
 
 
2
9 
29 
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