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<p>Wynn Kapit / Lawrence M. Elson ANATOMIA UM LIVRO PARA COLORIR Edição 00 OBNOA BABIO A OA D 00 E MAIOR G DEPRESSOR 00 ANGULO L DEPRESSOR 00 o $ 33,00</p><p>ANATOMIA UM LIVRO PARA COLORIR</p><p>Wynn Kapit/Lawrence M. Elson ANATOMIA UM LIVRO PARA COLORIR EDIÇÃO ROCA</p><p>Tradução autorizada da edição em língua inglesa de ANATOMY COLORING BOOK, THE, 3rd edition, por KAPIT WYNN, ELSON, LAWRENCE M., publicado por Pearson Education, Inc., editado por Benjamin Cummings, Copyright 2002 SBN: 0-8053-5086-1. Edição em língua PORTUGUESA publicada pela Editora Roca Ltda., Copyright 2004 da edição. SBN: 85-7241-534-3 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida, guardada pelo sistema "retrieval" ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, seja este eletrônico, mecânico, de fotocópia, de gravação, ou outros, sem prévia autorização escrita da Editora. Tradução Claudio Fava Chagas Ex-docente de Anatomia Humana da Universidade de São Paulo. Revisão Científica Aldo Junqueira Rodrigues Jr. Professor Titular da Disciplina de Cirurgia Geral e Topografia Estrutural Humana do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ. K26L Kapit, Wynn Anatomia um livro para colorir / Wynn Kapity e Lawrence M. Elson : Claudio Fava Chagas : revisão científica Aldo Junqueira Rodrigues Jr.]. - São Paulo : Roca, 2004 il. Tradução de: The anatomy coloring book, 3rd ed. Anexos Inclui bibliografia ISBN 1. Anatomia humana Atlas. 2. Livros para I. Elson, Lawrence M., II. 04-1063. CDD 611 CDU 611 2004 Todos os direitos para a língua portuguesa são reservados pela EDITORA ROCA LTDA. Rua Dr. Cesário Mota Jr., 73 CEP 01221-020 São Paulo - SP Tel.: (11) 3331-4478 - Fax: (11) 3331-8653 E-mail: vendas@editoraroca.com.br - Impresso no Brasil Printed in Brazil</p><p>Para minha mulher, Lauren, e meus filhos, Neil e Eliot. WYNN KAPIT Meu trabalho neste livro é dedicado à minha incrivelmente talentosa e amorosa mulher Ellyn e à minha família: Jennifer, Chris e Gina, Amelia e Bill, Bill e Chris, Tia Boo, Hilary e Jim, Jason, Jodi, Stephanie, e a todas as extensões vivas das notáveis famílias Elson, Stembel, Green, Kornblau e Gilberg... e especialmente à Andrea, que o fez acontecer. LARRY ELSON</p><p>SOBRE os AUTORES WYNN KAPIT Wynn Kapit, desenhista e ilustrador deste livro, seguiu carreiras em direito, desenho gráfico e publicitário, pintura e ensino. Em 1955, graduou-se com distinção em direito, pela University of Miami e foi admitido no Tribunal da Flórida. Ele exerceu a pro- fissão antes e depois do serviço militar. Quatro anos depois, decidiu perseguir uma ambição de infância e inscreveu-se naquele que é hoje Art Center College em Los Angeles, onde estudou de- senho gráfico. Após isso, trabalhou durante seis anos no mundo da propaganda em Nova York, como desenhista e diretor de arte. Saiu no final da década de 1960, voltou à Califórnia e começou a pintar. Suas numerosas exposições incluíram uma individual no California Palace of the Legion of Honor em 1968. Retornando ao estudo, obteve mestrado em pintura pela University of California at Berkeley, em 1972. Kapit ensinava desenho de figuras no Adult Ed em São Francisco em 1975 quando decidiu que precisava aprender mais sobre ossos e músculos. Ele se inscreveu na aula de Anatomia do Dr. Elson no San Francisco City College. Enquanto estudante, criou formato de texto e ilustrações para colorir que pareceu ser um jeito nota- velmente eficaz de aprender o assunto. Ele mostrou ao Dr. Elson alguns esquemas e expressou sua intenção de criar um livro para colorir sobre ossos e músculos para pintores. Reconhecendo imediatamente potencial deste método, Dr. Elson encorajou Kapit a produzir um livro "completo" de anatomia para colorir e se ofereceu para colaborar no projeto. A primeira edição de Ana- tomia Um Livro para publicada em 1977, e seu sucesso imediato inspirou o desenvolvimento de um campo completamente novo de publicações: livros educativos para colorir. Kapit prosseguiu criando o The Physiology Coloring Book (Fisio- logia Um Livro para Colorir) com a assistência de dois professo- res que estavam lecionando em Berkeley: os Drs. Robert A. Macey e Esmail Meisami. Esse livro foi publicado em 1987 e teve duas edições. No início da década de 1990, Kapit escreveu e projetou o The Geography Coloring Book (Livro de Geografia para Colorir), atualmente em sua segunda edição. Dr. Lawrence M. Elson planejou o conteúdo e a organização, forneceu diagramas e escreveu o texto deste livro. Este é o sétimo texto do autor de It's Your Body e The Zoology Coloring Book e LAWRENCE M. ELSON co-autor de The Human Brain Coloring Book e The Microbiology Coloring Book. Ele recebeu grau de bacharel em zoologia e graduou-se no curso pré-médico pela University of California em Berkeley e continuou estudando lá até obter seu PhD em anatomia humana. Dr. Elson foi professor assistente de anatomia no Baylor College of Medicine em Houston, participou do desen- volvimento do Physician's Assistant Program, lecionou e ensinou dissecção e anatomia na University of California Medical School em São Francisco, e ensinou anatomia geral no City College of San Francisco. Durante sua juventude, o Dr. Elson treinou para tornar-se um aviador da Marinha e prosseguiu pilotando bombardeiros em- barcados em porta-aviões no Oeste do Pacífico. Enquanto cur- sava segundo grau e a faculdade, permaneceu na Naval Air Reserve e pilotou aviões de patrulha anti-submarinos e helicópte- ros. Sua última ocupação nesta carreira de 20 anos na Marinha foi a de comandante de um esquadrão de helicópteros anti-sub- marinos da reserva. Ele continua pilotando seu próprio avião a negócios e lazer. Atualmente, Dr. Elson é consultor e docente sobre as bases anatômicas e a mecânica da lesão, o que levou a viajar por todos os Estados Unidos e Canadá. Ele testemunhou em cen- tenas de julgamentos e arbitragens sobre lesões pessoais. Seus interesses de pesquisa estão focados nas bases anatômicas e nos mecanismos das lesões. Para relato de erros ou envio de sugestões para aumentar a eficácia deste livro, Dr. Elson pode ser contatado pelo e-mail foranat@earthlink.net.</p><p>PREFÁCIO Você pode perguntar por que estamos criando uma terceira edição. A ana- tomia se altera entre edições? No que diz respeito ao que é ensinado aos estudantes de anatomia, formal ou informalmente, não há muita alteração. Ocasionalmente uma nova variação é notada, mas na prática a anatomia não se altera substancialmente. Numa escala maior, arranjo anatômico dos nossos corpos ESTÁ sujeito a mudanças infinitesimais num sentido evolutivo, mas não foi por isto que compusemos uma nova edição. Nós o fizemos porque era tempo de atualizar as ilustrações e o texto, revisar material e encontrar maneiras novas e melhores de ilustrar e expressar a anatomia e a sua função. Nós também removemos erros e tornamos a apresentação mais clara. Nós trabalhamos para melhorar o apelo visual das lâminas, esforçando-nos para resistir a colocar 10 quilos de informação em uma lâmina de 5 quilos. Descobrimos que nossa abordagem anterior sobre articulações era inade- quada. Produzimos nove novas lâminas, cinco das quais eliminam aquela deficiência: as lâminas sobre as articulações temporomandibular, do ombro, do cotovelo, sacroilíaca, do quadril e do joelho. Nós rearranjamos a ordem de apresentação do material para tornar mais fácil aos professores de ana- tomia a integração do nosso material com textos de anatomia comumente utilizados. Nossos questionários, baseados visualmente em ossos, artérias e veias, foram expandidos para incluir articulações. Reorganizamos as listas de va- SOS nesses questionários para torná-los mais digeríveis. Revisamos e de- mos nova vida a um terço das lâminas existentes, incluindo a expansão do tegumento para duas lâminas, atualizando a lâmina sobre a imunossupres- são induzida pelo HIV e melhorando amplamente as lâminas sobre a distri- buição dos nervos espinais, as meninges, sistema visual e os túbulos renais. A literatura sobre inervação da musculatura esquelética foi revista e atualiza- da; mesmo ocorreu com Apêndice B. Emprestando um trecho do Prefácio da segunda edição, somos gratos aos milhares de coloristas que nos aconselharam e encorajaram, incluindo téc- nicos, treinadores, professores, paramédicos, fisiculturistas, repórteres de campo, advogados, analistas de indenizações securitárias, juízes, e estu- dantes e profissionais das áreas de odontologia e higiene oral, enfermagem, medicina e cirurgia, quiropraxia, podiatria, massoterapia, mioterapia, fisio- terapia, terapia ocupacional, e terapia do exercício. Os seguidores mais informais de auto-realização e os portadores de deficiências foram atraídos pelo Livro de Anatomia para Colorir por causa de sua abordagem mais leve e visual. Verdadeiramente, uma imagem vale por mil palavras! AGRADECIMENTOS Tivemos apoio de muitos e agradecemos a eles por sua participação no desenvolvimento deste livro. Nossos revisores nos deram excelentes con- selhos e apontaram erros que, de outra forma, não teriam sido encontra- dos. Arlene Klepatsky, R.N., J.D., realizou trabalho de pesquisa para nós, e somos gratos. Michael Loftus, M.D., cardiologista e companheiro de jogos de racquetball, gentilmente revisou material sobre eletrocardiografia. Maureen Larsen e Carolyn Scott digitaram boa parte do material na correria e a altas horas da noite, e somos muito gratos por seu trabalho. Dolores Espinoza foi espetacular supervisionando a preparação dos materiais para o tipógrafo. Obrigado, Stephanie Luros, por colorir as lâminas e nos alertar sobre potenciais problemas. As habilidades e os conselhos de Jason Luros sobre compu- tadores e software foram gratamente recebidos, mesmo ocorrendo com a assistência do engenheiro de software Clifford Clark na conversão para Nossa editora, Susan Teahan, auxiliou-nos como expert de várias maneiras, e talvez o melhor tenha sido a forma como nos conduziu a realizar o trabalho no prazo o que fizemos. A Gerry Ichikawa e Jill Breedon, editora do Type-Studio em Santa Barbara, podemos apenas repetir que havíamos dito após a segunda edição que seu trabalho soberbo e preciso foi muito bem-vindo e apreciado. A todos que nos ajudaram e não foram citados neste agradecimento: ficamos imensamente gratos por sua participação. WYNN KAPIT LARRY ELSON Santa Barbara, California Napa Valley, California</p><p>INTRODUÇÃO À COLORIZAÇÃO (Dicas importantes para tirar o máximo proveito deste livro) ORGANIZAÇÃO DO LIVRO COMO FUNCIONA o SISTEMA DE COLORIZAÇÃO o livro está dividido por assunto, constituindo seções. As seções contêm grupos de lâminas, cada qual tratando de um tópico As partes de uma ilustração a serem coloridas estão desenha- isolado dentro daquele das com, ou separadas das outras por, contornos fortes. Elas também são identificadas por pequenas letras (A, B, etc.). Os Uma lâmina consiste em uma ilustração com várias partes a "títulos" (nomes de termos referentes a essas partes) são im- serem coloridas, títulos correlatos (também a serem coloridos), pressos em letras vazadas, seguidas das mesmas letras de um parágrafo de texto explicativo e notas de como colorir (NC). identificação. Pinte uma parte e seu respectivo título com a Você pode começar por qualquer seção, mas é melhor colorir mesma cor. Não use essa novamente em uma parte e título essa seção na ordem de apresentação das lâminas. Sinta-se diferentes na mesma lâmina, a menos que você não disponha livre para pular as lâminas que possam ser complexas demais de cores adicionais e precise repetir alguma. ou irrelevantes para a sua área de interesse. Quando diferentes partes de uma ilustração se inter-relacionam fundamentalmente, elas receberão a mesma letra de identi- QUANTAS CORES SÃO NECESSÁRIAS ficação, mas com diferentes expoentes para fins de identificação. Todas essas partes receberão a mesma cor. É melhor ter pelo menos 10 canetas ou lápis (não use creiom). Ocasionalmente, você verá um título ou cabeçalho geral a ser Lápis são mais versáteis porque se pode clarear ou escurecer colorido que não se refere a nenhuma parte específica da ilus- cada cor. Canetas por outro lado, produzem cores tração. Nesses casos, a letra de identificação será seguida de mais vivas. um (A-, B-) e apenas o título ou cabeçalho será colorido. Quanto mais cores você tiver disponíveis, maior o prazer. Se Áreas ou palavras a serem coloridas em cinza são identificadas você puder comprar suas cores separadamente (e não em com um asterisco (*); a serem pintadas de preto, com um conjunto), escolha principalmente as cores mais claras, mas círculo preto quando tiverem de ser deixadas sem colorir, certifique-se de incluir cinza e preto. com o símbolo "não colorir" (+).</p><p>COMO ABORDAR CADA LÂMINA SÍMBOLOS USADOS AO LONGO DO LIVRO Se você lê ou não o texto explicativo antes de colorir, você Não colorir + Colorir de cinza * deverá sempre ler as notas de como colorir (NC) antes de Colorir de preto Não mostrado N.M. começar a colorir. As notas (localizadas no topo da lâmina) contêm recomendações sobre quais cores usar e o que observar ao Um contorno interrompido representa uma formação localizada colorir aquela lâmina específica. abaixo ou atrás de outra. 000000 Comece colorindo o primeiro título na lista de títulos a o item tem dimensões microscópicas. o título será seguido de uma pequena letra de identificação (A, B). Localize e pinte a parte da ilustração à qual título se refere. É importante que você pinte os títulos na ordem em ABREVIAÇÕES que são apresentados; eles geralmente aparecem nessa ordem No texto e nos títulos, as seguintes abreviações podem pre- por motivos específicos. ceder ou suceder os nomes das estruturas identificadas, por Os títulos são usualmente colocados longe das ilustrações exemplo, M. auricular post., A. braquial, M. escaleno méd.: para facilitar a sua revisão. Tente encobri-los quando testar a A., As. = Artéria(s) sua memorização do assunto. Ant. = Anterior Recomenda-se que você reserve suas cores mais claras para Art. = Articulação as áreas mais extensas. Uma escura numa parte espe- Inf. = Inferior cialmente extensa da ilustração predominará na lâmina. Cer- Lat. = Lateral tas cores são tradicionalmente associadas a certas estruturas Lig. = Ligamento do corpo: vermelho para artérias, azul para veias, roxo para M., Ms. = Músculo(s) capilares, amarelo para nervos e verde para linfáticos. Quando Med. = Medial solicitado a identificar um grupo diverso de tais estruturas (ou Méd. = Médio(a) seja, muitas diferentes artérias ou veias), você naturalmente N., Ns. = Nervo(s) terá de usar mais cores além daquela representativa. Post. = Posterior R. = Ramo Sist. = Sistema Sup. = Superior, Superficial Tr. = Trato V., Vs. = Veia(s)</p><p>ÍNDICE vii PREFÁCIO vii AGRADECIMENTOS viii INTRODUÇÃO À COLORIZAÇÃO (Dicas importantes para tirar o máximo proveito deste livro) ORIENTAÇÃO 00 CORPO 1 Planos e Cortes Anatômicos 2 Termos de Posição e Direção 3 Sistemas Corporais (1) 4 Sistemas Corporais (2) 5 Regiões do Corpo (Anteriores) 6 Regiões do Corpo (Posteriores) 7 Cavidades e Revestimentos 8 A Célula Genérica 9 Divisão Celular/Mitose 10 Epitélio 11 Tecido Conjuntivo Fibroso 12 Tecido Conjuntivo de Sustentação 13 Tecido Muscular 14 Microestrutura do Músculo Esquelético 15 Tecido Nervoso 16 Integração Neuromuscular 17 Integração dos Tecidos TEGUMENTAR 18 o Tegumento: Epiderme 19 o Tegumento: Derme SOSTEMAS ARTICULAR 20 Estrutura dos Ossos Longos 21 Esqueletos Axial e Apendicular 22 Articulações 23 Movimento 24 (1) Termos Ossos Classificação Ossos do do de Crânio Crânio das 25 (2) 26 Articulação Temporomandibular (ATM) (Craniomandibular) 27 Coluna Vertebral 28 Vértebras Cervicais e Torácicas 29 Vértebras Lombares, Sacrais e Coccígeas 30 Esqueleto Torácico 31 Membro Superior: Cintura Escapular e Osso do Braço 32 Membro Superior: Articulação do Ombro (Glenoumeral) 33 Membro Superior: Ossos do Antebraço 34 Membro Superior: Articulações do Cotovelo 35 Membro Superior: Ossos e Articulações do Punho e da Mão 36 Membro Superior: Revisão de Ossos e Articulações 37 Membro Inferior: Osso do Quadril, Cintura Pélvica e Pelve 38 Membro Inferior: Pelves Masculina e Feminina 39 Membro Inferior: Articulações Sacroilíaca e do Quadril 40 Membro Inferior: Ossos da Coxa e da Perna 41 Membro Inferior: Articulação do Joelho 42 Membro Inferior: Ossos do Tornozelo e do Pé 43 Membro Inferior: Revisão de Ossos e Articulações</p><p>XII SOSTEMA 44 Introdução à Musculatura Esquelética 45 Integração da Ação Muscular 46 Cabeça: Músculos da Expressão Facial 47 Cabeça: Músculos da Mastigação 48 Pescoço: Músculos Anteriores e Laterais 49 Tronco: Músculos Profundos do Dorso e da Região Posterior do Pescoço 50 Tronco: Músculos do Tórax e da Região Posterior da Parede Abdominal 51 Tronco: Músculos da Região Anterior da Parede Abdominal e da Região Inguinal 52 Tronco: Músculos da Pelve 53 Tronco: Músculos do Períneo 54 Membro Superior: Músculos Estabilizadores da Escápula 55 Membro Superior: Músculos do Manguito Musculotendinoso 56 Membro Superior: Movedores da Articulação do Ombro 57 Membro Superior: Movedores das Articulações do Cotovelo e Radioulnar 58 Membro Superior: Movedores das Articulações do Punho e da Mão 59 Membro Superior: Movedores das Articulações da Mão (Intrínsecos) 60 Membro Superior: Revisão dos Músculos 61 Membro Inferior: Músculos da Região Glútea 62 Membro Inferior: Músculos da Região Posterior da Coxa 63 Membro Inferior: Músculos da Região Medial da Coxa 64 Membro Inferior: Músculos da Região Anterior da Coxa 65 Membro Inferior: Músculos das Regiões Anterior e Lateral da Perna 66 Membro Inferior: Músculos da Região Posterior da Perna 67 Membro Inferior: Músculos do Pé (Intrínsecos) 68 Membro Inferior: Revisão dos Músculos 69 Visão Geral Funcional SOSTEMA 70 Organização 71 Classificação Funcional dos Neurônios 72 Sinapses e Neurotransmissores SOSTEMA NERVOSO CENTRAL 73 Hemisférios Cerebrais 74 Tratos e Núcleos dos Hemisférios Cerebrais 75 Diencéfalo 76 Tronco Encefálico/Cerebelo 77 Medula Espinal 78 Tratos Ascendentes 79 Tratos Descendentes NERVOSO CENTRAL: 80 Encefálicos 81 Meninges 82 Circulação do Líquido Cerebrospinal (Liquor) SOSTEMA NERVOSO PERIFÉRICO 83 Nervos Cranianos 84 Nervos Espinais e Raízes Nervosas 85 Reflexos Espinais 86 Distribuição dos Nervos Espinais e Nervo Espinal Torácico 87 Plexo Cervical e Nervos do Pescoço 88 Plexo Braquial e Nervos do Membro Superior 89 Plexo Lombar e Nervos do Membro Inferior 90 Dermátomos 91 Receptores Sensoriais SOSTEMA NERVOSO OU VISCERAL 92 Divisão Simpática (1) 93 Divisão Simpática (2) 94 Divisão Parassimpática</p><p>XIII SENTIOOS ESPECIAIS 95 Sistema Visual (1) 96 Sistema Visual (2) 97 Sistema Visual (3) 98 Sistemas Auditivo e Vestibular (1) 99 Sistemas Auditivo e Vestibular (2) 100 Paladar e Olfato SOSTEMA 101 Sangue e Elementos 102 Esquema da Circulação 103 Vasos 104 Mediastino, Paredes e Envoltórios do Coração 105 Câmaras Cardíacas 106 Sistema Cardíaco de Condução e ECG 107 Artérias Coronárias e Veias do Coração 108 Artérias da Cabeça e do Pescoço 109 Artérias do Encéfalo 110 Artérias e Veias do Membro Superior 111 Artérias do Membro Inferior 112 Aorta e Ramos 113 Artérias do Trato Gastrointestinal e Órgãos Relacionados 114 Artérias da Pelve e do Períneo 115 Revisão das Principais Artérias 116 Veias da Cabeça e do Pescoço 117 Sistemas Cava e Ázigo 118 Veias do Membro Inferior 119 Sistema Porta Hepático 120 Revisão das Principais Veias SOSTEMA 121 Circulação Linfática SOSTEMA 122 Introdução 123 Imunidade Natural e Adquirida 124 Timo e Medula Vermelha 125 Baço 126 Linfonodo 127 Tecido Linfóide Associado a Mucosas 128 Imunossupressão Induzida pelo HIV SOSTEMA 129 Visão Geral do Sistema 130 Nariz Externo, Septo Nasal e Cavidade Nasal 131 Seios Aéreos Paranasais 132 Faringe e Laringe 133 Lobos e Pleuras Pulmonares 134 Vias Respiratórias Inferiores 135 Mecanismo da Respiração SOSTEMA 136 Visão Geral do Sistema 137 Cavidade Oral e suas Relações 138 Anatomia de um Dente 139 Faringe e Deglutição 140 Peritônio 141 Esôfago e Estômago 142 Intestino Delgado 143 Intestino Grosso 144 Fígado 145 Sistema Biliar e Pâncreas</p><p>XIV SOSTEMA 146 Vias Urinárias 147 Rins e Estruturas Retroperitoneais Relacionadas 148 Rim e Ureter 149 Túbulo Renal 150 Função Tubular e Circulação Renal SOSTEMA 151 Introdução 152 Hipófise e 153 Hipófise e Órgãos-alvo 154 Tireóide e Glândulas Paratireóides 155 Glândulas Supra-renais (Adrenais) 156 Pancreáticas SOSTEMA REPROOUTO 157 Sistema Reprodutor Masculino 158 159 Estruturas Urogenitais Masculinas 160 Sistema Reprodutor Feminino 161 Ovário 162 Tubas Uterinas e Vagina 163 Ciclo Menstrual 164 Mama (Glândula Mamária) HUMANO 165 Desenvolvimento do Embrião (1) 166 Desenvolvimento do Embrião (2) 167 Envoltórios do Embrião e do Feto 168 Ossificação Endocondral 169 Desenvolvimento do Sistema Nervoso Central 170 Circulação Fetal BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS APÊNDICE A: GABARITOS 36, 43, 60, 68, 115, 120) APÊNDICE B: INERVAÇÃO ESPINAL DOS MÚSCULOS ESQUELÉTICOS GLOSSÁRIO ÍNDICE REMISSIVO</p><p>ORIENTAÇÃO DO CORPO 1 PLANOS CORTES NC: (1) Use suas cores mais claras em A-D. (2) Pinte um plano corporal no diagrama central; depois, pinte seu título, a visão seccional correspondente e exemplo de secção corporal. (3) Pinte tudo MEDIANO A que está dentro dos contornos fortes das visões seccionais. plano mediano é o plano que passa pela linha longitudinal mediana, dividindo a cabeça e tronco em metades direita e esquerda. A presença da coluna vertebral e da medula espinal seccionadas ao meio é característica deste plano. o plano mediano é plano sagital mediano (não medial). o estudo do corpo humano requer a visualização de regiões e partes internas. A dissecção (dis = separado; seccionar cortar) B é termo dado à preparação do corpo para a inspeção interna. Um método de dissecção permite a orientação visual consistente por meio da divisão do corpo em partes, chamadas "cortes", ao plano sagital é um plano longitudinal que divide a cabeça e tronco em partes, longo das linhas de referência, chamadas "planos". A visualização mas não metades, direita e esquerda. Ele é paralelo ao plano mediano. e estudo da estrutura humana interna, nesses planos, é possível através de imagens como a tomografia computadorizada e a resso- CORONAL, FRONTAL C nância magnética. o plano coronal ou frontal é um plano longitudinal que divide corpo (cabeça, tronco, membros) ou suas partes em metades ou partes anterior e posterior. TRANSVERSAL D plano transversal divide corpo em metades ou partes superior e inferior (cortes transversais). Perpendicular aos planos longitudinais. Planos transversais podem ser planos horizontais do corpo ereto. Os radiologistas chamam os planos transversais de cortes ou secções "axiais" ou "transaxiais". Corte Corte mediano coronal da Cérebro do tórax cabeça Esterno + + + B A C Fígado Coração B + A A + + D + D D D D + ANTERIOR + D Pulmão Fígado + B Corte Corte sagital transversal Baço do tórax do abdome + POSTERIOR</p><p>2 ORIENTAÇÃO DO CORPO TERMOS OE OIREÇÃO NC: Pinte as setas e os títulos, mas não as ilustrações. Os termos de posição e direção descrevem a relação entre órgãos, usualmente ao longo de um dos três planos corporais ilustrados na lâmina anterior. Para evitar con- Ponto de referência fusão, estes termos são relativos à posição anatômica: corpo ereto, membros estendidos, palmas das mãos para frente. A Dorso Parede ROSTRAL A Termos que designam uma estrutura corporal que está mais próxima da cabeça ou mais alta que outra estrutura no corpo. Não são usados para os membros. C ANTERIOR, VENTRAL B Termos que designam uma estrutura que está mais à frente que outra no corpo. o termo "anterior" é preferido. B DORSAL C F Termos que designam uma estrutura que está mais atrás que outra no corpo. termo "posterior" é preferido. D MEDIAL D Termo que designa uma estrutura que está mais perto do E E plano mediano que outra no corpo. "Medial" não é sinô- G Ponto de referência nimo de LATERAL E + Este termo designa uma estrutura que está mais longe do plano mediano que outra no corpo. PROXIMAL F Utilizado apenas para os membros, esse termo designa uma estrutura que está mais perto do plano mediano ou da raiz do membro que outra do membro. DISTAL G Utilizado apenas para os membros, esse termo designa uma estrutura que está mais longe do plano mediano ou H A H da raiz que outra do membro. INFERIOR H Designam uma estrutura que está mais perto dos pés ou da parte inferior do corpo que outra estrutura. Não são usados para os membros. SUPERFICIAL PROFUNDO J B termo "superficial" é sinônimo de externo e "profundo", de interno. Tendo como ponto de referência a parede torácica, uma estrutura mais próxima da superfície do cor- po é superficial; e uma mais distante é profunda. OPSILATERAL K CONTRALATERAL L Os quadrupedes apresentam quatro pontos de direção: extremidade da cabeça (cranial), extremidade da cauda o termo "ipsilateral" significa "no mesmo lado" (que (caudal), lado da barriga (ventral), lado do dorso (dorsal). ponto de referência); "contralateral" significa "no lado oposto" Nos (por exemplo, humanos), lado ventral é também (ao do ponto de referência). anterior, lado dorsal é também posterior, a extremidade cranial é também superior e a extremidade caudal, inferior.</p><p>ORIENTAÇÃO DO CORPO 3 SOSTEMAS CORPORAIS (0) NC: Use cores claras. Pinte esqueleto (A). Pinte a musculatura (B) de marrom. Pinte as principais artérias e coração de vermelho (com contornos fortes), as veias de azul (C). Pin- Crânio te todos os vasos linfáticos (D) de verde. Pinte os nervos, + encéfalo e a medula espinal (E) de amarelo. Pinte os des- taques representando sistema endócrino (F). Escolha uma cor de pele para sistema tegumentar (G). Note que os dois últimos são sistemas independentes, mas, nesta ilus- Coração tração, são representados em um único corpo. Capsula articular Agrupamentos de células similares constituem tecidos. Os quatro tecidos básicos estão integrados na parede corporal Caixa e nas estruturas Um sistema é um agru- torácica pamento de órgãos e estruturas que apresentam uma função comum. Os órgãos e as estruturas de um único sistema Coluna ocupam diversas regiões do corpo e não estão necessa- vertebral riamente agrupados. Pelve Veia, Ag ARTICULAR o sistema esquelético é constituído por ossos do es- queleto com seu e ligamentos que prendem os ossos entre si nas articulações. Por extensão, esse sis- tema poderia incluir as várias fáscias que encapsulam a parede corporal/músculos esqueléticos e contribuem para + a estabilidade estrutural do corpo. sistema articular com- preende as articulações móveis e fixas e as estruturas relacionadas, incluindo cápsulas articulares, membranas sinoviais e discos/meniscos. Ligamento MUSCULAR B sistema muscular inclui os músculos esqueléticos que movem o esqueleto, a face e outras estruturas que dão forma Músculo 6 ao corpo; músculo cardíaco das paredes do coração; e liso do a musculatura lisa presente na pele e nas paredes das intestino visceras e dos vasos. C o sistema cardiovascular compreende: coração, forma- do de quatro câmaras; as artérias, que conduzem san- gue aos tecidos; os capilares, através dos quais nutrientes, gases e material molecular transitam entre sangue e os tecidos; e as veias, que retornam sangue dos tecidos até + Corpo coração. Em uma visão abrangente, sistema cardiovas- cular inclui sistema linfático. G D Ducto D E Tireóide torácico Nervo Timo G Medula o sistema linfático é um sistema de vasos que auxiliam Linfonodo espinal as veias na recuperação dos fluidos tissulares do corpo e no seu retorno ao coração. o corpo apresenta cerca de Vaso 60% de água, as veias são geralmente incapazes de rea- linfático lizar sozinhas a drenagem tissular. Os linfonodos, que fil- Supra-renal tram a linfa, dispõem-se em todo o corpo. Cisterna do NERVOSO E sistema nervoso é contituído por tecido gerador e con- dutor de impulsos, organizado em um sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) e um sistema nervoso periférico (nervos), que incluem sistema nervoso visceral (autônomo) envolvido em "lutar ou fugir" involuntariamente e respostas vegetativas. ENOOCRINO F sistema endócrino se compõe de glândulas que secretam agentes químicos (hormônios) nos fluidos tissulares e no sangue, afetando a função de múltiplas áreas do corpo. Muitas dessas glândulas sofrem algum controle do encéfalo Os hormônios ajudam a manter equilíbrio das funções metabólicas em muitos sistemas corporais. G sistema tegumentaré a pele, repleta de glândulas, receptores vasos, células imunes e anticorpos, camadas de células e de queratina que resistem a fatores ambientais prejudiciais ao corpo.</p><p>4 ORIENTAÇÃO DO CORPO SOSTEMAS CORPORAIS (2) NC: Use cores claras diferentes das utilizadas na lâmina anterior. Cavidade nasal I Glândula + salivar Laringe Traquéia + Fígado Diafragma H Trato Rim gastroin- testinal o sistema respiratório compreende as vias respi- ratórias superiores (do nariz até a laringe) e in- feriores (da traquéia até os espaços aéreos dos Ureter pulmões). A maior parte das vias é passagem de Bexiga apenas os espaços aéreos (alvéolos) e bron- diminutos trocam gases com os capilares Uretra do pulmão. I sistema digestório está envolvido com a que- bra, digestão e assimilação de alimentos e com a excreção dos Seu trato começa na boca e continua pelo abdome, onde adquire um trajeto sinuoso até se abrir novamente no ânus. As glândulas associadas incluem fígado, pân- creas e o sistema biliar (vesicula biliar e ductos correspondentes). URINÁRIO J o sistema urinário está envolvido com a conser- vação de água e a manutenção de um equilíbrio ácido-base neutro nos fluidos corporais. Os rins são os principais elementos funcionais desse Microglia sistema; fluido residual (urina) é excretado através K de ureteres até a bexiga para retenção, lançado ao exterior através da uretra. Tonsila K Timo sistema linfóide é formado de órgãos envolvidos Pulmões com a defesa do corpo: timo, medula óssea, baço, Linfonodos linfonodos, tonsilas e agregações menores de tecido Esse sistema, incluindo um arranjo Fígado Baço difuso de células relacionadas à imunidade espa- Vaso Ihadas pelo corpo, está envolvido com a resistência Rim a microorganismos invasores e com a remoção de células lesadas ou anormais. Tuba Intestino REPROOUTOR uterina Útero seminal Ducto deferente FEMININO L M o sistema reprodutor feminino está envolvido Vagina Uretra/Pênis com: secreção de hormônios sexuais, produção e transporte de células germinativas (óvulos), recepção e transporte das células germinativas Medula masculinas ao local de fertilização, manutenção óssea do em desenvolvimento e sustento inicial do MASCULINO M sistema reprodutor masculino está envolvido com a secreção dos hormônios sexuais mas- culinos, formação e manutenção de células ger- minativas (espermatozóides) e transporte das células germinativas ao trato genital feminino.</p><p>ORIENTAÇÃO DO CORPO 5 00 CORPO (ANTERIORES) Ver 6 NC: o texto para esta e para a próxima lâminas está localizado na próxima. (1) As regiões anterior/lateral foram agrupadas de acordo com áreas maiores: por exemplo, cabeça e pescoço. As regiões de cada área etc.) recebem uma única cor. Pinte um título e a seta que aponta para essa região. (2) Embora o título "pudenda" (D-) deva ser colorido, esta região, que compreende a genitália externa feminina, não é mostrada (N.M.). o mesmo se aplica ao períneo (D-), a região localizada entre FRONTAL (testa) púbis e cóccix, sob assoalho pélvico. TEMPORAL ORBITAL (olho, cavidade/paredes) NASAL A4 (nariz, cavidade/paredes) BUCAL A5 (bochecha) A2 ORAL A6 (cavidade da boca) A7 (mandíbula) A3 E6 PESCOCO A6 CERVICAL ANTERIOR (frente do pescoço) CERVICAL LATERAL (parte lateral do pescoço) B SUPRACLAVICULAR (acima da clavícula) TORAX E4 PEITORAL C1 (parte anterior do tórax) E2 ABOOMINAL D1 (abdome) ONGUINAL (virilha) PELVICA (pelve) PUBICA D4 (região genital) GENITAL D5 (órgãos reprodutores) PUDENOA D- N.M. (genitais femininos) PERINEAL D-N.M. (entre púbis e cóccix) D4 F1 MEMBRO SUPERIOR E- (ombro/parte proximal do braço) AXILAR (axila) F 2 BRAQUIAL (braço) ANTECUBITAL E4 (frente do cotovelo) ANTEBRAQUIAL E5 (antebraço) CARPAL E6 (punho) MAO: PALMAR E7 (palma da mão) F3 DIGITAL E8 (dedos) MEMBRO F. F5 (pelve) FEMORAL F2 (coxa) PATELAR (parte anterior do joelho) F4 (perna) FIBULAR p5 (parte lateral da perna) J TARSAL F6 (tornozelo) DORSAL F7 (dorso do pé) PE: DIGITAL F8 (dedos) F8</p><p>6 ORIENTAÇÃO DO CORPO Ver 5 00 CORPO (POSTERIORES) NC: (1) Pinte as divisões A, B, E e F com as respectivas cores usadas na lâmina anterior. A anatomia regional é a organização da estrutura humana por regiões. Aqui mostramos as principais regiões nas áreas fundamentais do corpo (por exemplo, cabeça, pescoço). Existem muitas regiões dentro das regiões, cada uma incluindo estruturas pertencentes a diferentes sistemas como ossos, músculos, vasos e nervos. o estudo do corpo por dissecção é geralmente feito região por região. Um conhecimento regio- nal aprofundado da estrutura humana é fundamental para a maioria dos A1 prestadores de serviços de saúde. CABECA A- A2 PARIETAL (topo e laterais da cabeça) OCCIPITAL (parte posterior da cabeça) PESCOCO B. POSTERIOR/NUCAL (parte posterior do pescoço) G2 ESCAPULAR (escapula) VERTEBRAL (coluna vertebral) (laterais à vertebral) TORACICA G4 (parte posterior do tórax) G5 BOMBAR G5 (parte inferior do dorso) G6 (articulação SACRAL G7 (parte posterior da pelve) G8 (cóccix) G MEMBRO SUPERIOR E- ACROMIAL E1 (topo do ombro) E8 (ombro/parte proximal do braço) BRAQUIAL (braço) CUBITAL E4 (cotovelo) F3 E5 (antebraço) CARPAL E6 (punho) MAO: DORSAL E7 (dorso da mão) MAO: DIGITAL E8 (dedos) F4 MEMBRO INFERIOR (nadega) FEMORAL F2 (coxa) F3 (parte posterior do joelho) CRURAL F4 (perna) TARSAL p5 (tornozelo) PE: PLANTAR F6 (planta do PE: F7 (dedos) F6</p><p>ORIENTAÇÃO DO CORPO 7 CAVIOADES REVESTIMENTOS Camada NC: Exceto para H, use cores claras. (1) Note que os revestimentos meningea A'* das cavidades corporais fechadas devem ser pintados de cinza. (2) Nas cavidades viscerais abertas mostradas, nesta lâmina, A* os revestimentos recebem cor (H). A Forame A magno CAVIOADES CORPORAIS + A OURA-MATER B VERTEBRAL B OURA-MATER Camada TORACICA C PLEURA parietal Camada visceral D As cavidades corporais fechadas (craniana, vertebral, torácica e abdomi- C'* nopélvica) não se abrem para fora do corpo. Embora os órgãos possam passar através delas ou existir em seu interior, as cavidades dos órgãos não se abrem para essas cavidades fechadas. As cavidades corporais fechadas são revestidas por uma membrana: a espessa dura-máter nas cavidades craniana e vertebral, as finas e aquosas membranas (serosas) nas cavidades torácica e A cavidade craniana é ocupada pelo encéfalo e seus revestimentos, Musculo nervos cranianos e vasos As paredes ósseas da cavi- diafragma dade craniana são revestidas pela dura-máter, uma membrana fibrosa resistente que se dobra para dentro formando uma camada meningea D* que envolve encéfalo (Lâmina 81). A cavidade vertebral abriga a Camada medula espinal, seus revestimentos, vasos associados e raízes ner- parietal D D vosas (Lâmina 77). Sua dura-máter é contínua com a craniana no nível do forame magno, formando um saco, cujo fundo se localiza no nível da vértebra sacral. Camada visceral A cavidade torácica contém os coração e outras estruturas torácicas (vias aéreas tubulares, vasos linfáticos e nervos). Suas paredes esqueléticas são as vértebras torácicas e as costelas D posteriormente e ântero-lateralmente, o esterno e as cartilagens costais anteriormente (Lâmina o teto da cavidade é membranoso; o assoalho é o músculo diafragma (Lâmina 50). A parte central da cavidade torácica possui uma divisão preenchida por uma estrutura (por exemplo, coração) chamada mediastino (Lâmina 104). Ele separa as partes esquerda e direita da cavidade torácica (não mostradas). A superfície interna de cada metade da cavidade torácica é totalmente revestida por uma membrana serosa chamada pleura 133). A pleura, como todas as mem- branas serosas, consiste em uma única camada de células suportadas por uma camada fina e vascularizada de tecido conjuntivo. Essas células A+ At secretam um fluido seroso que permite aos pulmões recobertos de pleura movimento sem atrito, contra a parede torácica revestida de pleura. H A cavidade abdominal contém trato gastrointestinal e suas glândulas G associadas, o trato urinário e um grande número de vasos e nervos. E H B+ Apresenta paredes musculares costelas inferiores e músculos lateralmente e vértebras lombares posteriormente. o teto Cavidade H nasal da cavidade abdominal é o músculo diafragma. As cavidades abdominal e pélvica são entre si e compartilham assoalho pélvico muscular. A cavidade pélvica contém a bexiga, o reto e os órgãos repro- dutores. Ela possui paredes musculares anteriormente, paredes ósseas lateralmente e sacro posteriormente. A superfície interna da parede abdominal é revestida por uma membrana serosa, o peritônio (Lâmina 140). As secreções serosas permitem às visceras abdominais móveis escorregar sem atrito durante seus movimentos. peritônio cai como uma cortina sobre as visceras pélvicas, não as envolve e não atinge assoalho pélvico. VISCERAIS ABERTAS + Mediastino TRATO E H D G Estômago TRATO F TRATO G F D H MUCOSA H Rim Intestino delgado As cavidades abertas (tratos respiratório, digestório e são prin- cipalmente vias tubulares de passagem revestidas por uma camada se- Bexiga Intestino cretora de muco, chamada mucosa. A mucosa é tecido funcional proteção) das cavidades ela é revestida F H grosso H por células epiteliais, suportada por tecido conjuntivo vascularizado, incorpora uma camada de músculo liso. As cavidades abertas contidas nas cavidades torácica e abdominopélvica se abrem para exterior do corpo. Seu revestimento mucoso é contínuo com a pele nas extremidades das cavidades tubulares (nariz, boca, períneo).</p><p>8 CÉLULAS E TECIDOS A CELULA GENERICA NC: Pinte de cinza os diversos tipos de células do canto superior esquerdo. A Use as cores mais claras para A, C, D, F e G. (1) Pequenos repre- sentando ribossomas (H) se encontram em todo citoplasma (F) e no endoplasmático rugoso pinte primeiro essas áreas maiores, H incluindo os ribossomas, e, depois, pinte sobre os ribossomas novamente G com uma mais escura. Cada organela mostrada é apenas uma de N A muitas encontradas na célula viva. H FORMATOS CELULARES Exocitose A Músculo liso Músculo esquelético Fibroblasto Nervo 2 células de cartilagem Leucócito Epitelial Adipócito ORGANELAS + B MEMBRANA CELULAR A Endocitose Membrana celular: lipoproteica e limitante; mantém a estrutura interna; permite MEMBRANA NUCLEAR C exportação e importação de materiais. Dobramentos para dentro e para fora da membrana celular permitem a introdução de material na célula (en- D docitose) ou sua expulsão (exocitose). E Membrana nuclear: lipoproteica, porosa e limitante; regula a passagem de CITOPLASMA F Nucleoplasma: substância nuclear contendo cromatina (cromossomas durante a divisão celular) e RNA. G Nucléolo: massa principalmente de RNA, forma RNA ribossômico (RNAr) RIBOSSOMA H que passa para o citoplasma e se torna sítio da síntese proteica. COMPLEXO Citoplasma: substância fundamental da célula, excetuado núcleo. Contém organelas e inclusões listadas na J Retículo liso/rugoso (RE): túbulos revestidos de membranas K aos quais os ribossomas podem aderir (RE rugoso; túbulos achatados) ou não (RE liso; túbulos arredondados). RE rugoso está envolvido com L transporte de proteínas sintetizadas nos RE liso sintetiza M moléculas complexas chamadas esteróides em alguns tipos de células; armazena cálcio nos músculos; degrada toxinas no fígado. N Ribossoma: sítio de proteica, onde aminoácidos são ligados na seqüência determinada pelo RNA mensageiro do CELULAR Complexo de Golgi: sacos achatados revestidos por membranas de cujas extremidades brotam pequenas coletam produtos de secreção e os empacotam para exportação ou uso pela célula, por exemplo, lisossomas. A célula é a unidade básica estrutural e funcional de todos os seres Mitocôndria: estrutura membranosa e oblonga cuja membrana interna é Estes se caracterizam pela capacidade de se reproduzir e crescer, meta- sinuosa como um labirinto. A energia para funcionamento da célula bolizar (transformar ou produzir/consumir energia), adaptar-se a mudanças é gerada nela, por intermédio de uma complexa série de reações entre limitadas em seus meios interno e A estrutura corporal que não oxigênio e produtos da digestão (reações oxidativas). apresente essas características, como as fibras do tecido conjuntivo, não é considerada "viva". Estruturas corporais mais complexas que uma célula depósitos revestidos de membrana que podem se fundir entre si ou consistem em um conjunto de células e seus produtos. com outras estruturas providas de membranas, como a membrana Eles funcionam como veículos de transporte. As atividades celulares constituem o processo da vida: elas incluem in- gestão, assimilação e digestão de nutrientes e excreção do respiração; Lisossoma: depósito de enzimas revestido de membrana, com grande síntese e degradação de materiais; movimentação; e excitabilidade ou resposta capacidade de destruir estruturas como microorganismos, partes de células a estímulos. A impossibilidade ou cessação dessas atividades nas células lesadas, nutrientes ingeridos. normais, seja por trauma, infecção, tumores, degeneração ou defeitos congênitos, feixe de no formato de barril curto; geralmente é a base de um processo de desarranjo ou doença. encontrado em par, um perpendicular ao outro. Dão origem a filamentos Em volume, a célula genérica apresenta 80% de água; em peso, ela se usados para a migração de cromatídios durante a divisão celular. compõe de proteínas (cerca de 15%), lipídios (3%), carboidratos (1%) e formados de proteína; suporte estrutural para a célula ácidos nucleicos e minerais (1%). Esses materiais podem ser integrados e/ou suas partes. a unidades funcionais estruturais (organelas), formar uma unidade funcional mais móvel (por exemplo, RNA mensageiro, enzimas globulares baseadas Microfilamentos: estruturas de suporte formadas de proteína diferente em enzimas), ou formar produtos da célula. A função básica de uma célula é daquela dos No músculo esquelético, as proteínas actina e produzir proteína, que é essencial para aquisição e utilização da energia miosina são exemplos de microfilamentos finos e espessos. celular, formação e reparação estrutural e atividades celulares (por exemplo, secreção, absorção, contração). Inclusão celular: agregação intracelular de material que não é uma parte funcional (organela) da célula por exemplo, glicogênio, lipídio.</p><p>CÉLULAS E TECIDOS 9 Ver 8 H NC: Use as cores que tinha usado na a próxima. (2) Pinte nome de cada es- 8 para membrana celular, mem- tágio e sua correspondente seta de pro- D* brana nuclear, nucléolo e mesmo gressão. Note que, na interfase, a cromatina que as letras de identificação sejam di- contida pela membrana nuclear está num ferentes. Use cores contrastantes para estado filamentoso; pinte toda a área com A E-E2 e e cinza para para dis- a apropriada. Note que a cromatina + tingui-los daqueles com as cores con- inicial (D* na interfase) é pintada de diferente nas células filhas a cro- B trastantes. (1) Comece pela célula na interfase, lendo texto correlato e com- matina é a mesma. pletando cada célula antes de passar para INTERFASE D* MEMBRANA CELULAR A MEMBRANA NUCLEAR B C CROMATINA CROMATINA PROFASE CROMATINA F2 G G H RAIOS ASTRAIS FUSO J A capacidade de reproduzir sua espécie é uma característica dos seres As células se reproduzem num processo de duplicação e divisão chamado mitose. As células epiteliais e conjuntivas se reproduzem com as musculares maduras, nem tanto; as nervosas maduras, talvez nunca. Uma mitose exacerbada pode resultar na formação de um tumor encapsulado; a mitose descontrolada, asso- METAFASE ciada a invasividade e metástases, é chamada câncer. G G Uma vez que as principais alterações celulares durante a mitose ocorrem no núcleo E' F' e área adjacente, apenas essas partes da célula são ilustradas aqui. Mostramos aqui como a cromatina nuclear (rede difusa de DNA e proteína associada), uma vez duplicada, se transforma em 46 cromossomas que se dividem em subunidades pareadas (92 essas cromátides se separam e movem-se para extremidades opostas da célula em divisão, formando os 46 cromossomas de cada nova célula filha. Para clareza, mostramos apenas quatro pares de e As fases das alterações nucleares observadas durante a mitose estão descritas a seguir. Interfase: período mais longo do ciclo reprodutivo; a fase entre divisões sucessivas. A duplicação do DNA (na cromatina) ocorre durante esta fase. A cromatina dispersa (D*) é uma rede de finas fibrilas indistinguíveis no nucleoplasma. A membrana celular, G núcleo e os nucléolos estão intactos. Os estão pareados e adjacentes entre si num dos pólos da célula. B Prófase: a cromatina dispersa (D*) engrossa, encurta e se espirala para formar cro- matina condensada ou cromossomas Cada cromossoma consiste em duas cromátides (E e F) conectadas por um centrômero (G). Cada cromátide tem a quan- tidade de DNA equivalente a um cromossoma. Na última parte desta fase, a membrana nuclear e o nucléolo se rompem e dissolvem. Os duplicados durante a interfase, se separam e migram para pólos opostos da célula. Eles projetam microtúbulos chamados raios astrais. feixes de fibras do fuso projetam-se pelo centro da célula a partir dos pareados. As se ligam às fibras do fuso na altura do centrômero e se alinham no centro, metade (46) de cada lado. B Anafase: os centrômeros se dividem, cada centrômero filho ligado a uma Cada centrômero é puxado para pólo ipsilateral da célula, seguindo as fibras do fuso, levando consigo sua As separadas agora constituem A anáfase termina quando os cromossomas filhos chegam aos seus respectivos pólos (46 em cada lado). Telófase: a célula se estreita no centro, formando duas células filhas idênticas à célula mãe (supondo-se não terem ocorrido mutações). citoplasma e as organelas se duplica- ram anteriormente e são segregados nas suas células Enquanto núcleo é reconstituído e a membrana nuclear e nucléolo reaparecem em cada nova B célula, os cromossomas se transformam em cromatina dispersa e centrômero desa- A completa clivagem da célula mãe em células filhas encerra processo Cada célula filha entra em interfase para reiniciar o processo. o processo de divisão celular aumenta número de células e não altera conteúdo celular. CELULAS D*</p><p>10 Superfície livre CÉLULAS E TECIDOS EPITÉLIO NC: Use cores bem claras em tudo. (1) Pinte as setas que apontam para a locali- Membrana zação dos tecidos epiteliais nos órgãos. basilar Tecido Os tecidos epiteliais, um dos quatro tipos básicos de tecidos, formam a superfície da pele e de todas as cavidades corporais, incluindo glândulas, ductos e vasos. SIMPLES conjuntivo de sustentação Eles protegem, secretam, absorvem ou captam estímulos (por exemplo, neuroepitélio). Alguns até se contraem (mioepitélios). Os tecidos epiteliais geralmente apresen- tam uma camada (simples) ou mais (estratificados). A camada mais profunda dos epitélios se liga ao tecido conjuntivo subjacente por meio de uma membrana basilar + (lâminas basilar e reticular). As células epiteliais se interconectam por um ou mais desses elementos: glicoproteínas adesivas, desmossomas, junções comunicantes Vaso (gap junctions) e bandas circunferenciais (não mostradas). Microvilosidades EPITÉLIO SIMPLES + Cavidade cardíaca Este tecido de superfície atua na filtração, difusão, secreção e absorção. PAVIMENTOSO A Epitélios pavimentosos simples têm células finas e achatadas e atuam na difusão. Revestem coração e todos os vasos células aéreas, cavidades corporais (mesotélios), etc. Estômago B Epitélios cubóides simples costumam ser células secretoras e formam glândulas em todo corpo, túbulos renais, bronquiolos terminais e ductos das vias reprodutoras. Trato gastrointestinal COLUNAR C Células glandulares Epitélios colunares simples revestem o trato gastrointestinal e atuam na secreção e absorção. Sua superfície livre (apical) pode estar coberta de projeções digitiformes da membrana celular chamadas microvilosidades, que aumentam a superfície da Queratina célula para maior ESTRATIFICADO E COLUNAR D Células colunares agrupadas formam uma camada única, parecendo Cavidade Cada célula é ligada à membrana basilar. Essas células revestem os tratos repro- nasal Glândula dutor e respiratório. na superfície livre deslocam, em conjunto, substâncias Cavidade tireóide oral presentes na superfície por meio de movimentos ondulatórios alternados de impulsão e repouso. EPITÉLIO + Traquéia Brônquio Os epitélios estratificados são geralmente resistentes à lesão por uso e desgaste, Pulmão em virtude da rápida substituição das células. Rim E F Este tecido pode ser queratinizado (pele) ou não (cavidade oral, faringe, pregas vocais, vagina, ânus). As células basais costumam ser colunares e germinativas. Bexiga F DISTENDIDO + Múltiplas camadas de células revestem as vias Na bexiga vazia, a camada fibromuscular é contraída pelo tônus muscular; os epitélios ficam bem CONTRAÍDO Com a distensão da bexiga, as células são esticadas; o tecido é mais fino que no estado contraído. o tecido responde às variações do volume. EPITÉLIO GLANDULAR + Capilar As células glandulares produzem e secretam/excretam materiais de composição GLANDULAR variada - por exemplo, suor, leite, sebo, cerume, hormônios, enzimas. Na maioria dos casos, células mioepiteliais induzem a descarga do material secretado. Célula do G ducto As glândulas exócrinas (por exemplo, pancreáticas, ma- Célula H márias) aparecem como bolsas de tecido epitelial de revestimento, retêm um ducto secretora que leva à superfície livre da cavidade ou da pele, e excretam/secretam alguma As porções secretórias podem ter uma de várias formas (tubular, espiral, alveolar/acinar) conectada a um ou mais ductos. Pele Glândula Glândula H Glândula mamária sudorípara tireóide Glândula As glândulas endócrinas aparecem como excrescências epiteliais, mas perdem sebácea G suas conexões com a superfície durante Elas estão intimamente associadas a uma densa rede capilar, dentro da qual secretam seus produtos.</p><p>CÉLULAS E TECIDOS 11 CONJUNTIVO FIBROSO NC: Use amarelo para C e e vermelho para J. (1) Comece pela figura central da esquerda e os títulos correspondentes (A a K). Os títulos e as molduras dos cortes microscópicos do tecido conjuntivo denso regular/irregular recebem a cor do colágeno (F), que é a estrutura dominante nesses tecidos. (2) Não pinte a matriz. CELULAS + FIBRAS + FIBROBLASTO A F G Ligamento MACROFAGO B AOIPOCITO C RETICULARES H D E MATRIZ Fáscia profunda AMORFA K CAPILAR J + + Músculo Os tecidos conjuntivos (t.c.) conectam, ligam e dão sustentação à estrutura corporal. Eles consistem em um número variável de células, fibras e substância Derme amorfa (fluida, viscosa, gelatinosa ou mineralizada). Microscopicamente (aqui ilustrado em aumento de cerca de 600x), os tecidos conjuntivos variam do Fáscia sangue (células/fluido), passando pelos tecidos fibrosos (células/fibras/matriz superficial variável), até os tecidos mais rígidos de sustentação (células/fibras/matriz densa) de cartilagens e ossos mineralizados. o tecido conjuntivo também pode ser observado em níveis visíveis de organização corporal, nas fáscias, tendões, ligamentos, ossos etc. Esta lâmina apresenta os tecidos conjuntivos fibrosos (t.c. propriamente dito). AREOLAR K AOIPOSO t.c. frouxo, areolar se caracteriza por muitas K células, um arranjo frouxo e irregular de fibras G e uma matriz fluida moderadamente viscosa. H It Os fibroblastos secretam as fibras e a subs- J tância amorfa deste tecido. Macrófagos móveis capturam restos celulares, corpos estranhos B e microorganismos. Adipócitos que armazenam lipídios podem ser vistos em pequeno ou grande F número (tecido adiposo). Plasmócitos secre- C tam anticorpos em resposta a infecções. Mas- tócitos contêm heparina e outros produtos de secreção, alguns dos quais deflagram reações alérgicas quando liberados. Numerosas outras células podem transitar pelos tecidos fibrosos frouxos, incluindo leucócitos (gló- tecido adiposo é uma agregação de adipócitos, sus- bulos brancos do sangue). As fibras colágenas (filamentos de proteínas com grande tentada por fibras reticulares e colágenas e intimamente resistência à tensão) e elásticas (feitas da proteína elastina) são os elementos associada a capilares e linfáticos. o armaze- fibrosos de sustentação neste tecido. tecido reticular é uma forma menor de namento/liberação de gordura a partir do tecido adiposo colágeno e forma redes de sustentação em torno de grupos celulares dos tecidos é regulado por hormônios (incluindo fatores nutricionais) formadores do sangue, os tecidos linfóides, e do tecido adiposo. A matriz (predo- e estímulos nervosos. Ele serve como fonte de com- minantemente água com glicoproteínas e glicosaminoglicanos em solução) é a isolante e amortecedor mecânico, além de ar- substância amorfa intercelular sobre a qual todas as anteriores funcionam; ela mazenar vitaminas lipossolúveis. o tecido adiposo se é fluida no tecido fibroso. Numerosos capilares atravessam este tecido. o tecido localiza primariamente nas fáscias superficiais (princi- conjuntivo frouxo encontrado profundamente à pele recebe nome de fáscia palmente mamas, parede anterior do abdome, superficial, tecido subcutâneo ou hipoderme. Ele é encontrado profundamente braço e coxa), na medula óssea amarela e na superfície aos tecidos epiteliais das membranas mucosas e serosas das visceras ocas. de membranas serosas. REGULAR DENSO DENSO F2 Massas densas, paralelas de fibras colágenas/elásticas formam ligamentos e tendões, que são poderosamente resistentes a forças de tensão axiais, mesmo permitindo alguma flexibilidade. Os tendões e ligamentos contêm poucas células, em sua maioria fibroblastos. Ligamentos elásticos densos e regulares são encontrados na parte posterior do pescoço e entre as vértebras; tendão do calcâneo é a maior estrutura elástica (tendão ou ligamento) encontrada no corpo, acumulando energia usada na deambulação. Massas densas, irregularmente dispostas de fibras colágenas (e algumas elásticas) entrelaçadas numa matriz viscosa formam cápsulas articulares, envolvem te- cido muscular (fáscias profundas), encapsulam certas (fígado, baço e outras) e constituem extensamente a derme. o tecido é resistente a impac- tos (suportando tensões em todas as direções), contém poucas células e é minimamente vascularizado. It</p><p>12 CÉLULAS E TECIDOS TECIDO CONJUNTIVO OE NC: Use as cores que tinha usado na Lâmina 11 para as fibras colágenas para L. Use cores claras para A, B, G, e M. Complete a parte superior (D) e elásticas (E). Use cor-da-pele ou amarelo claro para F e vermelho antes de pintar a seção dos ossos. Cartilagem CARTILAGEM + Cortes microscópicos de tecido cartilaginoso revelam células (condrócitos) articular em pequenas cavidades (lacunas) rodeadas por uma matriz rígida mas fle- A de água ligada a proteoglicanos e fibras colágenas. Acartilagem avascular F recebe sua nutrição por difusão a partir de vasos presentes no pericôndrio. LACUNA B Por esse motivo, cartilagens não se regeneram bem após lesões, mas tomam parte num arranjo (calo) no processo de cicatrização de ossos fraturados. Existem três tipos de cartilagens. FIBRA D Somente os ossos contêm matriz mineralizada (65% mineral, 35% orgânica FIBRA E em peso). o esqueleto é formado por ossos. Osso é um reservatório de cálcio; ancora músculos, tendões e ligamentos; abriga muitas visceras e Coluna auxilia no mecanismo da respiração. Sua cavidade, em certos ossos, é um vertebral B centro de atividade de formação de sangue (hematopoiese); em outros, é um local de armazenamento de A D + A fibrocartilagem provê resistência com flexibilidade, resistindo a impactos e Cartilagem a forças de tensão. o melhor exemplo deste tecido é disco intervertebral. da orelha Ele consiste em tecido fibroso denso mesclado com células cartilaginosas e uma quantidade relativamente pequena de matriz intercelular. CARTILAGEM Disco intervertebral Este tecido é essencialmente cartilagem hialina com fibras elásticas e algum colágeno. Ele sustenta a orelha externa e a epiglote da laringe. Sinta sua E flexibilidade única tocando sua própria orelha externa. HIALINA Bem conhecida como revestimento das extremidades ósseas (cartilagem articular), a cartilagem hialina é avascular, insensível e Ela B é porosa, melhorando a absorção de nutrientes e oxigênio. Sustenta nariz externo (sinta e compare com a cartilagem elástica da orelha). Ela é A principal suporte estrutural da laringe e de grande parte das vias aéreas Corpo da vértebra inferiores. Forma modelo para a maioria dos ossos em início de desen- volvimento 168). OSSO F Enquanto observe a Lâmina 20. o osso tem as formas compacta e trabecular. o PERIOSTEO osso compacto é a camada externa de osso resistente a impactos e que suporta peso, revestida por uma bainha de fibroso de sustentação. o osso com- OSSO COMPACTO G pacto consiste em colunas chamadas osteonas ou sistemas de Havers: camadas concêntricas (lamelas) de matriz colágena mineralizada em torno de um canal cen- SOSTEMA HAVERS *. tral (de Havers) que contém vasos Os canais de Volkmann interconectam os canais de Havers. Note as lamelas intersticiais entre colunas e as lamelas circun- CANAL HAVERS H ferenciais envolvendo as colunas. Entre as lamelas estão pequenas cavidades (lacu- LAMELAS nas) interconectadas por pequenos canais (canalículos). Células ósseas (osteócitos) e suas múltiplas extensões preenchem esses espaços, que se comunicam com I canal de Havers. Em áreas de reabsorção de matriz óssea podem ser vistos osteo- clastos grandes, multinucleados, avidamente fagocíticos, com múltiplas projeções citoplasmáticas na direção da matriz que eles estão destruindo. Células formadoras LACUNA B de osso (osteoblastos) podem ser vistas na Lâmina 168. o osso trabecular se situa internamente ao osso compacto e aparece nitidamente nas extremidades dos ossos CANALÍCULOS J longos. Ele consiste em feixes (trabéculas) ósseos de formato irregular entre tecidos, sem sistemas de Havers. CANAL VOLKMANN K VASO L Lamela Sistema Lamela intersticial OSSO ESPONJOSO de Havers circunferencial H H B G H Trabéculas</p><p>CÉLULAS E TECIDOS 13 TECIDO MUSCULAR NC: Use vermelho para C e suas cores mais claras para B, E, G e (1) sarcolema (F), que recobre cada célula muscular o tecido muscular, um dos quatro tipos básicos de tecidos do corpo, consiste esquelética e e o plasmalema que recobre cada em células musculares ("fibras") e seus envoltórios de tecido conjuntivo célula muscular lisa, devem ser coloridos apenas nas extre- Existem três tipos de tecido muscular: esquelético, cardíaco e liso. tecido midades dos cortes. (2) Os núcleos da células musculares car- muscular se encurta (contrai) em resposta a estímulos nervosos, pseudonervosos díacas e lisas, localizados na profundidade das células, devem ou hormonais. Dependendo de suas inserções, os músculos esqueléticos ser coloridos apenas nas extremidades dos cortes (A). (3) Um ossos em torno das articulações, estreitam cavidades e movem a pele; músculo dos discos intercalares (H) das células foi separado comprime a cavidade cardíaca ou orquestra a seqüência de contração para revelar sua estrutura (esquematicamente). (4) As dimensões do músculo músculo liso move conteúdo de cavidades por meio de celulares são contrações rítmicas, estreita vasos por ele envolvidos, move pêlos e fecha poros da pele. o tecido conjuntivo circundante transfere a força de contração A Tendão + de célula para célula e sustenta as fibras musculares e os muitos capilares e nervos que os suprem. CONJUNTIVO B CAPILAR C MITOCONORIA D SARCOLEMA F CELULA As células do músculo esquelético são longas, estriadas e multinucleadas, Ventre formadas por miofibrilas, mitocôndrias e outras organelas do citoplasma (sarco- muscular plasma). Cada célula é envolvida por uma membrana celular chamada sar- Tendão colema. Grupamentos de células musculares formam ventre de um músculo. Os músculos esqueléticos, ricamente vascularizados, contribuem muito para Fibra tamanho e formato do corpo. Eles se ligam a ossos ou outros músculos em intermediária suas extremidades tendinosas. Entre inserções ósseas, os músculos atravessam Fibra uma ou mais articulações, movimentando-as. Músculos sempre puxam, nunca vermelha empurram. As contrações de músculos esqueléticos consistem em pequenos e rápidos encurtamentos, gerando força Cada Miofibrilas célula que se contrai encurta ao máximo. Três tipos de fibras musculares D esqueléticas são reconhecidos: as vermelhas (posturais pequenas, escuras, de contração longa e lenta, com mioglobina rica em oxigênio e muitas mito- B côndrias), as brancas (relativamente grandes, pálidas, anaeróbicas, de contração curta e rápida, com poucas mitocôndrias) e as intermediárias. Com exercício, E' as fibras rápidas podem se converter em lentas e vice-versa. A contração do músculo esquelético requer nervos (inervação). Sem suprimento nervoso (dener- vação), as células musculares esqueléticas param de se encurtar; sem reinervação, as células morrem. Uma região de músculo denervada perde seu tônus e se torna flácida. Com tempo, músculo todo se torna pequeno Fibra (atrofia). A contração muscular está em geral sob controle voluntário, mas branca encéfalo mantém involuntariamente um certo grau de contração da muscula- tura esquelética (tônus muscular). Após lesão, as células musculares esque- léticas podem regenerar-se a partir de mioblastos com moderado significado funcional; tal regeneração pode também ocorrer associada à hipertrofia da B célula muscular em resposta a D E' ESTRIADO H CELULA G1 DISCO H H + As células musculares cardíacas constituem a musculatura do coração. Elas são ramificadas, estriadas, com um ou dois núcleos centralizados e um sarcolema envolvendo sarcoplasma. Elas se interconectam por meio de complexos unitivos chamados discos intercalares. Sua estrutura é similar à do músculo G esquelético, mas menos organizada. o músculo cardíaco é ricamente vascu- A larizado; suas contrações são rítmicas, fortes e bem reguladas por um conjunto especial de células musculares condutoras de impulsos, e não por nervos. o H Miofibrilas ritmo de contração do músculo cardíaco é mediado pelo sistema nervoso D esquerdo autônomo (visceral), cujos nervos aumentam/reduzem ritmo G' músculo cardíaco provavelmente não tem a capacidade de regeneração. Endomísio B VISCERAL CELULA PLASMALEMA Trato gastrointestinal As células musculares lisas são longas e delgadas, com núcleos centralizados. Cada célula é envolvida por um plasmalema (membrana celular). Essas células B são lisas (não Não se vêem miofibrilas; os miofilamentos se intersectam num padrão menos organizado que do músculo esquelético. As células musculares lisas ocupam as paredes de órgãos cavitários e servem para impul- I sionar o conteúdo ao longo da extensão dessas cavidades por meio de contrações lentas, sustentadas e poderosas (pense nas cólicas menstruais ou intestinais). Células musculares lisas orientadas perpendicu- + larmente ao fluxo do conteúdo da viscera funcionam como porteiras em locais específicos, regulando fluxo, como no retardo do fluxo da urina. As fibras musculares lisas, ricamente vascularizadas, se contraem em resposta I' à inervação autônoma e a Elas também são capazes de contração B Pode ocorrer regeneração limitada do músculo liso após lesão.</p><p>14 CÉLULAS E TECIDOS Ver 13 MICROESTRUTURA 00 NC: Use as cores que tinha usado na Lâmina 13 para sarcolema (A) e as mitocôndrias (D). Use as cores que tinha MUSCULAR usado na célula muscular esquelética para a miofibrila (E) aqui. Use cores claras para G e uma escura para H, SARCOLEMA A cores bem escuras para F e K. o núcleo celular não é mos- B trado aqui. (1) Inicie pelo desenho do braço. (2) Pinte as partes da célula muscular na ilustração central; note a pre- TRANSVERSOS C sença de mitocôndrias (D) entre as miofibrilas. (3) Pinte as partes da miofibrila exposta (inferior) e as bandas, D linhas e zonas correspondentes. Note que a extremidade MIOFIBRILA E de corte desta miofibrila recebe a con E, para identificação, e faz parte da banda A do sarcômero adjacente ao que F deve ser colorido. (4) Pinte sarcômero relaxado e con- traído, os filamentos e o mecanismo de contração, notando 0 G a relação das cores com a miofibrila e suas partes. FINO (ACTINA) Uma parte de célula muscular esquelética é mostrada com sarcolema aberto para revelar uma parte do conteúdo celular. Os elementos mais visíveis são as miofibrilas, as BANDA A H unidades da célula. Elas são envolvidas por um sarcoplasmático (RS) tubular que, em parte, regula ESPESSO (MIOSINA) a distribuição de ions de cálcio (Ca++) para dentro das mio- PONTE fibrilas. Extensões tubulares do sarcolema para dentro da célula, chamadas sistema de túbulos transversos (STT), correm ZONA H J transversalmente ao longo do RS, no nível das linhas Z das miofibrilas. contendo reservas de ions de sódio (Na+) M K Músculo Feixe de fibras e cálcio (Ca++), conduz a excitação eletroquímica às miofi- Fibra (célula) brilas do As mitocôndrias provêem energia para muscular trabalho celular. Miofibrila As miofibrilas consistem em microfilamentos: filamentos A A E espessos (predominantemente miosina), com extremidades que se projetam para fora como pontes, e filamentos finos D A (predominantemente actina), compostos de dois feixes en- trelaçados. Esses dois tipos de filamentos são arranjados B D em unidades cada qual denominada Cada miofibrila consiste em vários sarcômeros dispostos E E radialmente. Na extremidade de cada sarcômero, os fila- mentos finos estão permanentemente aderidos à linha que D separa um sarcômero do seguinte. A disposição relativa dos filamentos espessos e finos no sarcômero cria bandas/zonas claras (I, H) e escuras (A) e a linha todas contribuindo para a aparência de estrias transversais nos músculos esque- léticos (e E encurtamento de uma miofibrila ocorre quando os fila- mentos finos deslizam em direção ao centro (zona H), apro- ximando as linhas Z em cada Os filamentos não encurtam; os filamentos de miosina não se movem. íntimo relacionamento entre STT e as linhas Z sugere que neste local é deflagrada a indução do mecanismo de deslizamento. Este movimento de deslizamento é induzido por pontes (extre- midades dos filamentos espessos imóveis) conectadas aos H filamentos finos. Ativadas por ligações altamente energéticas Linha do ATP, as pontes, com formato de remo, se movem coorde- K Linha Linha nadamente em direção à zona H, trazendo com elas os fila- mentos finos. o sarcômero encurta quando os filamentos finos Zona opostos se encontram, ou até se na linha M. H J Ocorrendo simultaneamente em todas ou na maioria das E G Banda H miofibrilas de uma célula muscular, encurtamento dos Banda Banda meros se traduz num encolhimento variável do comprimento 0 G A H F OG de repouso da célula Repetida em centenas de I milhares de células musculares condicionadas de um atleta H' SARCOMERO profissional, a força contrátil resultante pode um taco de beisebol ao longo de um arco suficiente para enviar uma bola rígida a uma centena de metros, ou mais, pelo ar. F U G T H H' I RELAXADO FINO FILAMENTO ESPESSO CONTRAÍDO</p><p>E TECIDOS 15 Ver 71 NERVOSO TIPOS NEURÔNIOS + NC: Use uma cor clara para A. Note as peque- nas setas que indicam a direção da condução do impulso. Os neurônios do sistema nervoso periférico, mostrados no canto inferior esquerdo, são ilustrados na orientação do membro supe- rior esquerdo, embora em grande aumento. UNIPOLAR NEURÔNIO + PROCESSO PERIFÉRICO PROCESSO CENTRAL CORPO CELULAR A Núcleo BIPOLAR PROCESSO(S) (+) A Substância de Nissl (RE) DENORITO B Citoplasma MULTIPOLAR *- tecido nervoso consiste em neurônios (células nervosas) e neuróglia. Os Neurônios pertencem a uma de três categorias estruturais, conforme o número neurônios geram e conduzem impulsos eletroquímicos por meio de de processos ("pólos"). Os processos bastante ramificados (arborizados) e processos neuronais (celulares). Neuróglia é conjunto de células sem envoltórios são chamados dendritos. Os processos delgados, longos, pouco de sustentação do sistema nervoso, que não geram/conduzem impulsos. ramificados são chamados axônios. Em cada categoria existe uma grande va- A parte principal do neurônio, que contém núcleo, é corpo riedade de forma e tamanho dos neurônios. Os neurônios unipolares têm ou Seu citoplasma contém as organelas celulares usuais. Apenas aqui, parecem ter (pseudo-unipolares) um processo que se divide, perto do corpo retículo endoplasmático ocorre em grumos chamados substância de celular, em dois processos: central e periférico. Ambos conduzem impulsos Nissl. Os neurônios não sofrem mitose após nascimento, comprometendo na mesma direção e recebem nome de axônios (ver o neurônio sensitivo no sua capacidade de regeneração após lesão. crescimento neuronal canto inferior esquerdo). Os neurônios bipolares têm dois processos (central consiste na migração e arborização dos processos. Os neurônios são e periférico), chamados axônios, que conduzem impulsos na mesma direção as células condutoras de impulsos do encéfalo e medula espinal (sis- (ver Lâmina 71). Os neurônios multipolares têm três ou mais processos, um tema nervoso central ou SNC) e dos nervos espinais e cranianos (sistema dos quais é um axônio (veja neurônio motor do SNP no canto inferior esquerdo nervoso periférico ou SNP). e neurônio do SNC no canto inferior direito). SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO (SNP) SISTEMA NERVOSO CENTRAL (SNC) 9 F A F + B NEURÔNIO Medula NEURÔNIO SENSITIVO espinal Vaso D MOTOR F D Núcleo Nervo Vaso + + G + FIBROSO H D J A maioria dos axônios é envolvida por uma ou mais (até 200) camadas de um fosfolipídio (mielina) que aumenta a velocidade de condução dos Pele impulsos. A mielina é produzida pelos oligodendrócitos no SNC (ver canto inferior direito) e por células de Schwann no SNP (ver canto inferior esquerdo). Todos os axônios do SNP são embainhados pela membrana celular das células de Schwann (neurilema), mas não necessariamente por mielina. As fendas entre células de Schwann são os nós de Ranvier, que possibilitam a condução rápida de impulsos de nó para As células de Schwann Receptor possibilitam a regeneração axonal no SNP. Não se observou regeneração Junção axonal significativa no SNC. neuromuscular Músculo A neuróglia existe tanto no SNC quanto no SNP (células de Schwann). Os esquelético Astrócitos protoplasmáticos ocorrem primariamente na substância cinzenta NO RANVIER D (dendritos, corpos celulares) do SNC, e os astrócitos fibrosos, na substância branca (axônios mielinizados). Seus processos se unem a neurônios e vasos AXONAIS + e podem fornecer sustentação metabólica, nutricional e Eles podem atuar na barreira hematocerebral. Os oligodendrócitos são me- MIELINA E nores que os astrócitos, têm menos processos e são vistos perto de neurônios. SCHWANN F A micróglia é conjunto de pequenas células "faxineiras" do encéfalo e da medula espinal</p><p>16 CÉLULAS E TECIDOS NC: Use cores bem claras para A e E e uma cor escura para F. (1) Comece pelo músculo esquelético que eleva calcanhar; complete a unidade motora e a amplia ção da junção neuromuscular. (2) Pinte cuidadosamente as unidades motoras e os títulos correspondentes no rodapé da lâmina: apenas as unidades motoras em ação (contorno espesso) devem ser pintadas. Note que a palavra "parcial" não será pintada no exemplo da contração parcial. A + FIBRA MUSCULAR PLACA MOTORA TERMINAL B NERVO MOTOR C C1 RAMIFICAÇÃO AXONAL D AXONAL E MOTORA + + + RAMIFICAÇÃO AXONAL D F Espaço FIBRA MUSCULAR Acetilcolina Sarcolema axônio de um único neurônio motor, suas ramificações axonais e as fibras musculares esqueléticas com as quais elas formam junções neuromusculares constituem uma unidade motora. No interior de qualquer músculo esquelético, número de fibras musculares inervadas por um único neurônio motor determina fundamentalmente a especificidade de contração desse músculo; quanto menos fibras musculares em cada unidade motora, mais seletivo e refinado é grau de contração desse músculo esquelético. JUNÇÃO F TERMINAÇÃO AXONAL E PLACA MOTORA TERMINAL B o músculo esquelético consiste em incontáveis fibras (células) mus- culares. Ele requer um nervo intacto (inervação) para se encurtar (contrair). Tal nervo, chamado nervo consiste em numerosos GRAUS + axônios de neurônios motores. Um neurônio motor (ver Lâmina 15) é dedicado exclusivamente a estimular fibras musculares a se contrair. Dada a contração "tudo ou nada" das fibras musculares individuais, Cada fibra muscular de um músculo esquelético é inervada por uma os graus de contração de um músculo esquelético se tornam pos- ramificação axonal. o local microscópico no qual a ramificação síveis pela ativação de um número variável de unidades motoras. axonal se acopla à fibra muscular esquelética é chamado junção Em um músculo em repouso, nenhuma unidade motora está ativa. Cada junção neuromuscular consiste em uma ter- Numa contração parcial, apenas algumas unidades motoras são minação axonal em contato com uma área enovelada de sar- ativadas. Na contração máxima de um músculo esquelético, todas colema de fibra muscular chamada placa motora terminal. Existe as unidades motoras são ativadas. o glúteo máximo tem uma um espaço entre as duas superfícies. Quando uma fibra muscular relação de 1.000 ou mais fibras musculares por fibra nervosa. Não esquelética está prestes a ser estimulada, um neurotransmissor existe possibilidade de contração fina, controlada deste músculo. químico, chamado acetilcolina, é liberado nesse espaço pela termi- Os músculos faciais, por outro lado, apresentam cerca de 10 fibras nação axonal. o neurotransmissor induz uma alteração da per- musculares por fibra nervosa. Aqui, um pequeno número de meabilidade do sarcolema ao sódio (Na+), que inicia a contração fibras musculares pode ser pela ação de uma ou poucas da fibra muscular. Uma fibra muscular só pode contrair-se ao máximo unidades motoras, gerando um controle do efeito mus- (lei do "tudo ou nada"). cular (expressão facial) desejado. + EM + A A REPOUSO + PARCIAL + MAXIMA A</p><p>CÉLULAS E TECIDOS 17 NC: Use amarelo para D, cores claras e contrastantes para A e B e um marrom médio para C. Os vários vasos mostrados nesses tecidos artérias e veias na figura de cima; arteriolas, Esta lâmina tem um objetivo: ajudar você a integrar visualmente os quatro tecidos vênulas, capilares e vasos linfáticos na de baixo não deverão básicos na estrutura somática (parede corporal) e visceral (órgãos cavitários). Con- ser pintados, por serem constituídos de mais de um tecido básico. centre-se na disposição dos quatro tecidos em cada exemplo de estrutura corporal. Note que, no interior da fáscia profunda, artérias geralmente Considere a função geral de cada tecido na função total da parte/do órgão. Existem formam pares com veias. infinitas variações na maneira pela qual esses quatro tecidos formam uma construção diferenciada do soma e das visceras. + ESTRUTURA SOMATICA EPITELIAL + Veia + Tendão PELE A Veia TECIDO CONJUNTIVO + + PELE B Veia + SUPERFICIAL PROFUNOA OSSO Veia PERIOSTEO + TECIDO MUSCULAR + C A NERVOSO + NERVO D Veia + A estrutura somática, que constitui arcabouço corporal musculoesque- conjuntivo frouxo e adiposo), que contém nervos cutâneos, pequenos vasos lético coberto de pele, tem as funções de estabilidade, movimento e pro- e, ocasionalmente, veias calibrosas. A fáscia profunda, um tecido fibroso teção. Sua construção reflete essas funções. o envoltório mais externo da denso irregular com mais vascularização e terminações nervosas sensitivas, parede corporal, em toda parte, é um tecido epitelial pavimentoso estrati- embainha o músculo esquelético (tecido miofascial) e seus vasos e nervos. ficado queratinizado de proteção, que forma a camada superficial da pele Os ligamentos (tecido conjuntivo denso regular) ligam ossos entre si por (epiderme). Outros tecidos epiteliais na estrutura somática são as camadas meio do periósteo (tecido fibroso denso irregular, celular, vascularizado). internas dos vasos e as glândulas mostradas). Camadas de Os músculos esqueléticos e seus nervos são empacotados em grupos, tecido conjuntivo da parede corporal incluem a camada profunda da pele separados por septos deslizantes de fáscia profunda contendo estrutura (derme), que consiste em tecido conjuntivo fibroso denso irregular, e a neurovascular. Os envoltórios fibrosos do músculo esquelético convergem fáscia superficial subcutânea subjacente, de mobilidade variada (tecidos para formar os tendões do músculo. + + Capilar Capilar Vaso ESTRUTURA VISCERAL linfático Vaso Vaso EPITELIAL + REVESTIMENTO MUCOSO Capilar GLANOULA SEROSA EXTERNA) c' + B6 + Vaso + SUBMUCOSA SEROSA (CAMADA INTERNA) MUSCULAR + + Vaso TECIOO NERVOSO + NERVOSAS + A estrutura visceral geralmente tem a função de absorção, secreção, aprisio- A camada mais profunda da mucosa (quando presente) é uma namento e/ou movimentação de alimentos, ar, secreções e/ou detritos em camada de músculo liso que move projeções digitiformes (vilosidades) da suas tecido epitelial é a camada mais interna (revestimento superfície da mucosa. Profundamente à mucosa está um tecido fibroso denso mucoso) da e pregueável parede visceral. Ele está voltado para a luz (submucosa) repleto de vasos calibrosos e pequenos nervos/células ner- (cavidade da viscera); é uma única camada de células (exceto vosas (gânglios intramurais) que suprem a Ainda mais profundamente, tratos urinário e reprodutor) e relaciona-se com o conteúdo da duas ou três camadas de músculo liso (túnica muscular), inervadas por células cavidade As glândulas unicelulares ou maiores na mucosa ou sub- nervosas locais, movimentam a parede visceral em contrações são epiteliais, assim como as camadas dos vasos A camada mais superficial do trato gastrointestinal é a escorregadia serosa: e A mucosa inclui uma camada subepitelial de tecido fibroso frouxo uma camada epitelial pavimentosa simples secretora e uma camada (lâmina própria), que dá sustentação a células móveis, glândulas, vasos e interna de sustentação de tecido fibroso frouxo.</p><p>18 SISTEMA TEGUMENTAR Ver 19 0 Pele Poro glabra + sudoríparo A NC: Use cores bem claras, exceto em E, G e H. (1) À direita, pinte toda a epiderme de cinza. (2) Na figura ampliada, pinte as camadas da epiderme. A parte mais A espessa da camada córnea (A) reflete a natureza da pele glabra (desprovida de pêlos). A camada lúcida (C), que só existe na pele glabra, é demais para ser Derme + mostrada nestas ilustrações. (3) Na ilustração de baixo, pinte as camadas e suas células constituintes come- pela camada inferior (F) e subindo na direção da migração celular. (4) Pinte o corte da unha e seus A elementos de sustentação. A D * Fáscia CORNEA A superficial F + Derme B N.M.+ CORTE DA PELE GRANULOSA C C1 I Lúnula CAMADAS E CONSTITUINTES CAMADA ESPINHOSA D DA EPIDERME Ausente na pele glabra A CELULA (OE E Matriz CAMADA BASILAR F + I' I G CELULA MERKEL H D PLACA UNGUEAL E Osso PLACA UNHA LEITO UNGUEAL F2 Grânulos de melanina "Não há manto de mago que se compare à pele em seus diversos papéis de impermea- bilizar, aquecer, proteger do sol e resfriar, sensibilidade a um toque de pluma, à tempera- Membrana basilar Axônio tura e à dor, suportar desgaste de setenta anos e executar sua própria reparação." sensitivo Capilares A pele se compõe de uma camada epitelial pavimentosa estratificada avascular (epiderme) Derme e uma camada fibrosa vascularizada (derme). Em cada camada existe considerável variação. + A camada epitelial consiste em 4 a 5 níveis de células epiteliais produtoras de queratina (queratinócitos). Com a ausência de capilares, as camadas do epitélio recebem nutrição A camada mais superficial se compõe de múltiplas por difusão. As camadas mais externas da epiderme refletem os efeitos da camadas de células pavimentosas mortas preenchidas por queratina (corneócitos). A queratina é uma escleroproteína Os queratócitos mitóticos são epitélios colunares ou cubóides formando uma única camada cujos polipeptídios se entrelaçam com filamentos dentro do (camada basilar) separada da derme por uma membrana basilar (junção citoplasma. o afrouxamento e destacamento das camadas Estas são as células germinativas; sua progênie é empurrada para superfície pelas gerações superficiais mortas da camada córnea são permanentes e sucessoras. Os melanócitos produzem grânulos de melanina que se dispersam pelas envolvem rompimento dos dispositivos de junção intercelular suas extensões citoplasmáticas (dendritos). Esses dendritos são entretecidos com as (desmossomas, filamentos, substância lipídica amorfa). A células das camadas basilar e espinhosa e disseminam a melanina entre os queratócitos. espessura da camada córnea varia de 5 (pele da pálpebra) A melanina protege a pele da radiação ultravioleta (UV). As células de Merkel são muito até 50 camadas (superfície da planta do pé). à deformação mecânica (toque) da superfície da pele. A conexão com axônio sensório (fibra nervosa) é provavelmente similar a uma sinapse (ver Lâminas 72 e 91). As unhas são placas de células compactas, altamente que- ratinizadas, da camada Situadas na face dorsal de A camada espinhosa consiste em várias camadas de queratinócitos cubóides e pavimen- cada dedo, elas são translúcidas, revelando leito ungueal tosos. As células possuem aqui muitos filamentos intracelulares que convergem nos vascular subjacente. leito ungueal consiste somente nas desmossomas da membrana celular (ver Lâmina 10). Tonofibrilas intercelulares, radiando camadas basilar e espinhosa. A parte proximal da placa a partir da superfície celular, podem ser vistas em preparações de tecidos nas quais ungueal (raiz da unha) se encaixa em uma reentrância debaixo sua aparência é realçada pela desidratação celular durante processamento. o que dá da prega ungueal proximal. Os epitélios em torno da raiz são uma aparência espinhosa às células desta camada. Um outro tipo de célula a a matriz, ou tecido-mãe, da placa ungueal e se estendem da célula de Langerhans, é vista nas camadas basilar e espinhosa e também na derme. região da raiz ungueal até a lúnula (área clara opaca na parte Essas células dendríticas são essencialmente fagocíticas e apresentam antígenos a lin- proximal das placas ungueais, mais bem visualizada no pole- fócitos T (ver Lâmina 124). gar). A placa ungueal se forma à medida que os epitélios da A camada granulosa consiste em queratinócitos achatados, caracterizados pela desintegração matriz crescem distalmente. A placa ungueal é continuamente de núcleos, queratoialina citoplasmática e grânulos lamelares. o conteúdo rico em empurrada distalmente pelos epitélios em queratinização que dios dos grânulos lamelares preenche os espaços intercelulares, contribuindo grandemente migram da para a impermeabilidade da pele. A fina camada lúcida só é vista em pele espessa glabra (desprovida de pêlos). Seus tomada, sob permissão, de Lockhart, R.D., Hamilton, G.F., e queratinócitos pavimentosos são preenchidos por filamentos; os núcleos dessas células Fyfe, F.W. ANATOMY OF THE HUMAN 2nd ed., Faber and Faber, desaparecem em grande parte. Publishers, Ltd., London, 1965.</p><p>SISTEMA TEGUMENTAR 19 0 DERME NC: Use vermelho para I, azul para J, verde para K, Ver 18, amarelo para e cores claras para resto. (1) No corte de pele, pinte os canais pilosos (C) e poros DERME + sudoríparos (G) na epiderme não colorida. (2) Siga texto cuidadosamente enquanto pinta as vistas am- CAMADA FROUXO A pliadas das glândulas sebácea (E) e (G). PAPILA CAMADA DENSO B G + CANAL PILOSO G LEVANTADOR 00 PELO D EPIDERME G GLANOULA E CELULA Camada córnea SECREÇÃO F Camada + granulosa G CELULA ROMPIOA + Camada SEBO F+E2 espinhosa + Camada G basilar + EPITÉLIO 00 Membrana + basilar A EPITÉLIO SUOR H Fibras VEIA J B VASO K Fibra elástica (aumentada) K NERVO A derme consiste em tecido conjuntivo (t.c.) fibroso sustentando artérias e veias, capilares linfáticos, nervos e receptores sensórios (ver Lâminas 18 e 91), e diversas estruturas A derme é separada da epiderme por uma membrana basilar (junção dermo-epidérmica). No lado profundo, I a derme é limitada pela fáscia superficial (hipoderme, tecido subcutâneo), K uma camada de tecido conjuntivo frouxo contendo uma quantidade variável de tecido adiposo. A camada mais superficial da derme é a papilar, caracterizada pelo tecido conjuntivo frouxo vascularizado. Projeções dessa camada (papilas + dérmicas) se projetam em direção à epiderme. Essas projeções se fixam fortemente à membrana basilar e contêm vasos, terminações nervosas e axônios entre as fibras colágenas e elásticas. A camada reticular subjacente tem característica fibrosa mais densa. Os canais pilosos se originam do aprofundamento dos epidérmicos em direção à derme (e da hipoderme no couro cabeludo) durante desen- Papila Eles não são encontrados em pele espessa. o começa dérmica no local onde o pêlo deixa a epiderme; ele termina na forma de um bulbo. Matriz Os canais pilosos se compõem de camadas de queratina envolvida por Bulbo camadas de células foliculares (bainhas radiculares, membranas vítreas). + Abase do (bulbo piloso) se volta para dentro (invagina) para acomodar a papila dérmica vascularizada. Um feixe de músculo liso disposto obli- FÁSCIA G quamente fixa a membrana externa do a uma projeção papilar sob G SUPERFICIAL a epiderme. Esse é o músculo levantador do pêlo. Quando se contrai, G pêlo a ele associado se levanta, ficando perpendicular à superfície da pele. Em muitos isso é um sinal de vigilância As glândulas sebáceas são agrupamentos, em forma de cacho de uvas, de células com um ducto comum (ácinos; glândula holócrina) que circundam os pilosos. A base de cada glândula é mitoticamente ativa; as células-filha se movem para centro da glândula e se preenchem com transporta de lipídio. secreção superfície epiderme para glandular produto parte o contínuo preenchimento resulta no rompimento celular. e os resíduos celulares constituem o ducto sebo para a da ou dentro da superficial do piloso. sebo recobre a pele e os pêlos, propiciando Célula um certo grau de impermeabilização. o sebo pode desempenhar um papel glandular H social, em termos de identificação olfativa. Capilar As glândulas são glândulas tubulares enoveladas situadas na a profundidade espiralando-se glândulas para superfície epiderme da derme. Os ductos dessas atravessam a em torno dos queratócitos e se abrem a da epiderme. As células glandulares da base da glândula sudorípara estão Lipídios suor, em relação glomérulo produzem intimamente próximas a capilares, da mesma forma que renal à camada visceral da cápsula renal no rim. As células um filtrado de plasma algo semelhante ao filtrado do corpúsculo renal (Lâmina 149). suor é quase todo água salgada, com traços de uréia e outras A sudorese é um meio pelo qual hipotálamo pode induzir GLÂNDULA SEBÁCEA algum resfriamento por evaporação. SUDORÍPARA (cortada) (cortada)</p><p>20 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR ESTRUTURA OSSOS BONGOS NC: Use azul claro para C, cor-de-pele para cores bem claras para E e F, amarelo para I e vermelho para J. (1) título "medula vermelha" não deve ser pintado, pois esta estrutura não é mostrada; ela foi substituída por medula amarela durante a maturidade. Apenas parte da medula amarela na cavidade medular é Deixe a cavidade (G) sem pintar. (2) Pinte a barra vertical à direita, que representa as epífises (A) e a diáfise (B) do osso longo. o osso é uma estrutura viva, vascularizada, composta de tecidos orgânicos (células, fibras, matriz VISTA ANTERIOR extracelular, vasos, nervos cerca de 35% do peso de um osso) e minerais (hidroxiapatita de (Fêmur esquerdo) cálcio cerca de 65% do peso de um osso). osso funciona como uma estrutura de sustentação; Corte frontal através da epifise proximal e um local de conexão de músculos esqueléticos, ligamentos, tendões e cápsulas articulares; uma dissecção da cavidade medular fonte de cálcio; um local significativo de desenvolvimento de células (hematopoiese) para todo o corpo. Aqui mostramos um osso longo, especificamente fêmur, osso da coxa. Superfície articular EPiFISE A Trocanter D maior Linha A é a extremidade de um osso longo ou qualquer parte de um osso separada, por epifisária cartilagem, do corpo de um osso imaturo. Ela é formada de um núcleo secundário de ossi- ficação. Constitui-se de osso trabecular, sua superfície articular é recoberta por 3 a 5mm de cartilagem hialina (articular). A é nutrida por vasos da cápsula articular. B Linha D epifisária Colo do A diáfise é eixo, ou parte central, de um osso longo. Ela tem uma cavidade preenchida por fêmur medula óssea (cavidade medular) circundada por osso compacto recoberto externamente por e internamente por endósteo (não mostrado). A diáfise se forma a partir de um Trocanter ou mais núcleos de ossificação e é nutrida por uma ou mais menor ARTICULAR C A cartilagem articular é lisa, deslizante, porosa, maleável, insensível e ela é a única evidência remanescente do passado cartilaginoso de um osso adulto. Ela é massa- I geada pelo movimento, permitindo a absorção de líquido sinovial, oxigênio e nutrientes. A cartilagem articular (hialina) também é nutrida por vasos do osso subcondral. Os ossos de uma articulação sinovial estabelecem contato físico em suas extremidades processo degenerativo de artrite envolve degradação e fibrilação da cartilagem articular. PERIOSTEO D é uma bainha de sustentação vital fibrosa, celular, vascularizada e altamente sensitiva do osso, provedora de sangue nutriente para as células ósseas, uma fonte de células formadoras de osso durante toda a vida. Ele não recobre a cartilagem articular. OSSO TRABECULAR E osso trabecular (esponjoso) consiste em feixes (trabéculas) de osso nas dos B ossos longos, nos corpos das vértebras e em outros ossos sem cavidades. Os espaços entre as trabéculas são preenchidos por medula óssea vermelha ou amarela e vasos o osso trabecular forma uma treliça dinâmica capaz de alteração mecânica (reorientação, Forame construção, destruição) em resposta às forças de peso, alteração postural e tensão muscular. nutrício COMPACTO F o osso compacto é osso denso caracterizado, nos ossos longos, por cilindros ósseos microscópicos (sistemas de Havers) entrelaçados com lamelas ósseas Ele forma as paredes espessas da diáfise dos ossos longos e as superfícies externas delgadas de outros ossos desprovidos de cartilagem articular por exemplo, os ossos planos do crânio. Os vasos chegam às células ósseas através de um sistema de canais integrados. CAVIDADE MEDULAR G+ A cavidade medular é a cavidade da diáfise. Ela contém medula óssea: vermelha nos jo- vens, tornando-se amarela em muitos ossos longos na Ela é revestida por teci- do endotelial (tecido conjuntivo fino com muitas células formadoras de osso). MEOULA OSSEA VERMELHA + A medula óssea vermelha é uma substância gelatinosa vermelha composta de células vermelhas e brancas em vários estágios de desenvolvimento (tecido hematopoiético) e capilares especializados (sinusóides) enredados no tecido reticular. Em adultos, a medula óssea vermelha geralmente se limita ao vértebras, costelas, ossos do quadril, clavículas e ossos do crânio. OSSEA AMARELA H D A medula óssea amarela é tecido conjuntivo adiposo que não produz células Ela substitui a medula óssea vermelha das epífises e cavidades medulares de ossos longos, e osso trabecular dos outros ossos. A artéria nutrícia é a principal artéria e a principal fonte de oxigênio e nutrientes para o corpo de um osso; seus ramos serpeiam através dos canais labirínticos dos sistemas de Havers e outras cavidades tubulares dos ossos. articular</p><p>21 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR AXIAL 3 APENOICULAR Os ossos têm uma variedade de formatos e desafiam a classificação por forma; mesmo mais Use cores claras mas contrastantes para A e B. assim, essa classificação existe historicamente. Os ossos longos são claramente uma NC: Pinte esqueleto axial (A) em todas as três vistas. (1) pinte os espaços entre as costelas (intercostais). diáfise de osso compacto, e pelo menos duas - por exemplo, fêmur, trabecular falanges. longos em um eixo que no outro; eles se caracterizam por uma cavidade medular, Não Pinte esqueleto apendicular delimitado com traço Os ossos curtos são aproximadamente cubóides; neles predomina osso (2) espesso (B). (3) Pinte as setas identificando formato/ uma fina camada de osso compacto e não apresentam cavidade - por exemplo, classificação dos ossos. com ossos do e do tarso. Os ossos planos (ossos cranianos, escápula, costelas) têm são CLASSIFICAÇÃO geralmente ou carpo classificados tendões (vértebras) (por longos exem- mais achatados que arredondados, e os ossos irregulares dois mais formatos diferentes. Os ossos que não podem ser como nem curtos são irregulares. Os ossos se desenvolvem em OSSOS + tendão patelar); neles predomina tecido ósseo, mesclado com tecido plo, fibroso e cartilagem. Eles têm uma superfície articular cartilaginosa voltada articu- para C uma superfície articular de um osso adjacente; eles podem fazer parte de uma do lação sinovial, inclusos na cápsula articular fibrosa. As estruturas são geralmente articula- CURTO D tamanho de ervilhas, comumente encontradas em certos tendões/cápsulas membros PLANO E das mãos e dos pés e, ocasionalmente, em outras articulações dos res superiores e inferiores. o maior deles é a patela, integrada no tendão do quadriceps movi- IRREGULAR F femoral. Os ossos sesamóides resistem ao atrito e à compressão, aprimoram o G mento articular e podem auxiliar na circulação local. Crânio Crânio Osso facial + A Cintura A + Clavícula Osso hióide escapular B A Costela + Úmero Esterno A Coluna vertebral Sacro Ulna Rádio Osso do carpo pélvica a Osso do metacarpo Falanges ESQUELETO AXIAL A Patela o esqueleto axial, principal estrutura de sustentação do corpo, está orientado ao longo do seu eixo longi- tudinal mediano. Ele inclui o crânio, as vértebras, 0 esterno, as costelas e osso hióide. Boa parte da mobilidade do tronco se deve às múltiplas arti- culações ao longo da coluna vertebral. + ESQUELETO Tíbia APENDICULAR B o esqueleto apendicular inclui as cinturas escapular e os ossos dos braços, antebraços, punhos, Osso do mãos, coxas, pernas e pés. As articulações do tarso esqueleto apendicular possibilitam um conside- rável grau de liberdade para os membros supe- riores e inferiores. Fraturas e deslocamentos são mais comuns nesta parte do esqueleto, embora mais Falange sérias no esqueleto axial.</p><p>22 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR CLASSIFICAÇÃO NC: Use azul aclaro para preto para F, cinza para H. (1) Não pinte os ossos na metade superior da lâmina. (2) Abaixo, pinte as setas que Os ossos se conectam no nível das Todos os ossos se movem apontam para as articulações e suas representações. nas articulações. Estas são funcionalmente classificadas como fixas (sinartroses), Sutura semi-móveis (anfiartroses) ou livres (diartroses). A classificação estrutural das articulações é dada a seguir. A ARTICULAÇÃO FIBROSA + + FIXA Membrana interóssea As articulações fibrosas (sinartroses) são aquelas em que os ossos são conectados por tecido As suturas do crânio são essencialmente articulações fibrosas fixas, especialmente após a ossificação que ocorre com As articulações + entre os dentes e seus alvéolos são fibrosas fixas (gonfoses). Sindesmoses são articulações fibrosas tais como as membranas interósseas do Disco antebraço e da perna. epifisário ARTICULAÇÃO + + FIXA + B As articulações cartilaginosas (sincondroses) são essencialmente imóveis e observadas durante o por exemplo, discos epifisários (ver Lâmina 168). As articulações fibrocartilaginosas (anfiartroses) são parcialmente móveis por exemplo, os discos As sínfises também são articulações Corpo fibrocartilaginosas como a encontrada entre os ossos púbicos (sinfise vertebral F púbica) e aquela entre e o corpo do esterno (ângulo esternal). + F. ARTICULAÇÃO SINOVIAL + D D H * OSSOS ARTICULANTES CARTILAGEM ARTICULAR D MEMBRANA SONOVIAL E Disco SONOVIAL + intervertebral ARTICULAR G Bolsa sinovial BOLSA Músculo/tendão H* ARTICULAÇÃO E BOLSA As articulações sinoviais (diartroses) podem movimentar-se livremente dentro dos limites impostos pelos SINOVIAIS ESQUEMATIZADAS ligamentos e a arquitetura Elas se caracterizam por ossos articulantes cujas extremidades são recobertas por cartilagem articular e encerradas em uma cápsula fibrosa (articular), reforçada com ligamentos e sensitiva, revestida internamente por uma membrana sinovial vascularizada que se- creta um fluido lubrificante dentro da cavidade. A membrana sinovial não recobre as cartilagens Um saco (bolsa) com fluido sinovial, recoberto por tecido fibroso, existe entre estruturas móveis externas à cápsula, como entre tendão e As bolsas sinoviais facilitam movimento sem atrito; que pode provocar inflamação dolorosa (bursite). TIPOS SONOVIAIS + SELAR K J As articulações esferóideas são mais bem visua- Uma articulação em permite movimento Uma articulação por exemplo, carpome- lizadas no quadril e no ombro. Movimentos podem em apenas um plano: As articula- tacarpal do polegar tem duas superfícies arti- ocorrer em todas as direções exten- ções do tornozelo, e do cotovelo culares côncavas, permitindo todos os movimentos são, adução, abdução, rotações medial e lateral (umeroulnar) são em dobradiça. exceto a rotação e L M PLANA N M A articulação elipsóide condilar) é uma Em uma articulação um anel de osso Articulações de escorregamento (por exemplo, configuração esférica reduzida, da qual a rota- gira em torno de um pino por exemplo, a vér- as facetas articulares das vértebras e as articula- ção significativa é grandemente excluída por tebra C1 gira em torno do dente de C2; a cabeça ções acromioclavicular, intercarpais e intertarsais) exemplo, as articulações bicondilar do joelho, tem- do rádio gira no capítulo do geralmente apresentam superfícies articulares poromandibular e radiocarpal (do planas.</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR 23 TERMOS MOVIMENTO NC: Pinte as setas que apontam para as articulações de- monstrando os vários movimento do corpo. Os movimentos Pescoço Pescoço de inversão (K) e eversão (L) ocorrem entre os ossos do pé, e não no tornozelo. Ombro Ombro Coluna Coluna EXTENSÃO A Cotovelo Punho Quadril B Punho Cotovelo C Dedos FLEXAO PLANTAR D Joelho Tornozelo Joelho E B Dedos F G POSIÇÃO H (neutra) Atlantoaxial Ombro J Ombro INVERSAO K EVERSÃO L Radioulnar Radioulnar Radioulnar Os movimentos dos ossos ocorrem nas articulações. Os termos J de movimento se aplicam, portanto, a articulações e não a ossos (a flexão do úmero As liberdades de movimento são limitadas pela arquitetura óssea de uma arti- culação, ligamentos correlatos e músculos que atravessam Quadril essa articulação. É a partir da posição anatômica que podem ser claramente delineadas as direções específicas de movi- mento e medidas as liberdades de movimento. A extensão de uma articulação geralmente a endireita. Na posição anatômica, a maioria das articulações está em ex- tensão relaxada (estado neutro). Em relação à posição ana- tômica, os movimentos de extensão são dirigidos no plano sagital. A extensão extrema, até anormal, é chamada hipe- rextensão. Nas articulações do tornozelo e do punho, a ex- tensão é chamada dorsiflexão. A flexão de uma articulação significa diminuindo o ângulo entre os ossos articulantes. Os movimentos de fle- xão estão no plano sagital. Na articulação do tornozelo, a flexão também é chamada flexão plantar. A adução de uma articulação move um osso em direção à linha mediana do corpo (ou, no caso dos dedos, na direção da linha mediana da mão ou do pé). Em relação à posição anatômica, os movimentos de adução se dirigem ao plano Dedo Punho Dedo A abdução de uma articulação afasta um osso da linha mediana do corpo, da mão ou do pé. Os movimentos de abdução são dirigidos no plano coronal. Punho A circundução é um movimento circular, permitido nas arti- Dedo culações esféricas, condilares e selares, caracterizada pela Dedo seqüência flexão - abdução extensão adução. A rotação de uma articulação é girar o osso móvel em torno do seu eixo. A rotação em direção ao corpo é medial; a rotação afastando do corpo é lateral. A supinação é a rotação lateral da articulação Punho Punho No pé, a supinação envolve elevar a borda medial do pé. A pronação é a rotação medial da articulação umerorradial. No pé, a pronação envolve elevar a borda lateral do pé. Pé Pé A inversão gira a planta do pé medialmente, elevando a borda medial do pé. A eversão gira a planta do pé lateralmente, elevando a borda lateral do pé. Tornozelo Tornozelo</p><p>24 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR OSSOS 00 (0) 8 CRANIANOS + OCCIPITAL A PARIETAIS B FRONTAL C 8 TEMPORAIS D E F 04 FACIAIS + NASAIS G H LACRIMAIS I 8 J 2 PALATINOS K 8 MAXILARES L M CONCHAS NASAIS ONFERIORES N NC: Deixe as cores mais vivas para os ossos menores, as mais claras parte inferior da vista posterior. Estude essas áreas cuidadosamente, deter- para os maiores. (1) Pinte todas as ocorrências de um osso antes de passar minando os limites ósseos antes de pintar. (3) Não pinte as áreas escuras para o próximo. (2) Há ossos bem pequenos para pintar na órbita e na das órbitas e da cavidade nasal na vista anterior. Sutura coronal Sutura coronal Forame supra-orbital Canal Glabela Órbita Arco Fossa lacrimal Fissura orbital Cavidade Fissura superior nasal orbital inferior Forame Espinha infra-orbital nasal anterior Ramo da Processo mastóide mandíbula Processo Meato acústico externo Ângulo da estilóide mandíbula Articulação temporomandibular Forame VISTA M Processo zigomatico VISTA mentoniano ANTERIOR do osso temporal Corpo da LATERAL mandíbula da mentoniana mandíbula crânio se compõe de ossos do crânio (que formam um cofre para encéfalo) e ossos da face (que fixam os músculos da expressão facial Sutura e acrescentam proteção ao encéfalo). Com exceção da articulação tempo- sagital romandibular (uma articulação sinovial), todos os ossos se conectam atra- vés de suturas fibrosas geralmente imóveis. A se compões de sete ossos, tem três fissuras/canais significativos e abriga olho e os músculos, nervos e vasos a ele associados. o osso mais delicado do crânio se encontra na parede medial da nariz externo é predominantemente cartilaginoso, não fazendo parte do crânio Fossa D infratemporal Sutura sagital Sutura B Linha nucal Protuberância superior A occipital externa Processo mastóide Processos pterigóides Côndilo lateral/medial occipital Forame Sutura mandibular Processo zigomatico M Sutura coronal VISTA SUPERIOR VISTA POSTERIOR</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR 25 OSSOS 00 + OCCIPITAL A PARIETAL B FRONTAL C TEMPORAL D E F FACIAIS: + NASAL G H J PALATINO K MAXILA L NASAL INFERIOR N Impressão de ramos da NC: Use a mesma cor para cada osso artéria meningea média já pintado na lâmina anterior. (1) Pinte as três vistas (2) Nas vistas inferiores, preste muita atenção aos muitos forames que não CORTE serão pintados. (3) Observe, mas não MEDIANO pinte, pequeno desenho (inferior, centro) que sumariza as grandes fos- sas do interior do crânio à esquerda dele. Tente visualizar essas fossas Sela túrcica na figura maior. frontal D Crista petrosa Seio esfenoidal Meato acústico interno (nervos cranianos VII, VIII) Lâmina perpendicular Porção Porção petrosa do temporal do etmóide basilar do (orelha média/interna) Palato esfenóide Forame jugular Côndilo occipital Porção basilar do occipital (Vista externa) (Vista interna) Você está olhando interior da metade direita do o vômer e a lâmina BASE DO perpendicular do etmóide contribuem significativamente para a formação do BASE DO CRÂNIO septo nasal (Lâmina 131). Nessa visão, eles encobrem as conchas situadas CRÂNIO na parede lateral da cavidade nasal. + Placa cribriforme G (nervo craniano I) + Canal óptico Palato (nervo craniano II) Fissura orbital superior Fissura orbital inferior (nervos cranianos (nervo craniano IV. Abertura nasal Sela túrcica posterior (cóano) (hipófise) Processo Forame redondo pterigóide lateral (nervo craniano Processo Forame oval (nervo craniano medial Fossa mandibular Forame lacerado Forame oval Forame espinhoso Forame lacerado meningea média) Canal da + carótida Meato acustico Forame carótida interna) interno + Fossa craniana magno Processo Forame jugular Forame anterior estilóide (veia jugular interna; magno Processo nervos cranianos IX, mastóide Canal do hipoglosso Côndilo (nervo craniano XII) occipital Linha nucal superior Fossa craniana Linha nucal média Fossa craniana inferior occipital externa posterior Você está olhando para assoalho da cavidade craniana (base do crânio). A fossa A extensa superfície do osso occipital é local de fixação de craniana anterior sustenta os lobos frontais do cérebro (Lâmina 73); os tratos olfatórios camadas da musculatura cervical posterior 49). forame repousam sobre as placas cribriformes, recebendo os nervos olfatórios (Lâmina magno deixa passar a parte caudal do tronco encefálico e a canais e 100). Afossa abraça temporais; posterior numerosos forames/ cerebelo craniana média os lobos note medula espinal 76). Os côndilos occipitais se articulam para nervos cranianos e vasos. A fossa craniana retém o com as facetas do atlas, a primeira vértebra cervical (Lâmina 28). tronco encefálico (Lâmina 76) e os nervos cranianos e vasos que entram ou A parede muscular da faringe se fixa em torno das aberturas saem da cavidade (Lâmina 83). nasais posteriores (Lâmina 139).</p><p>26 Arco articular Ver 24 ARTICULAÇÃO + TEMPOROMANOIBULAR (ATM) A NC: Leia texto antes de pintar. Use cores claras para A e B, azul-claro para C e preto ou uma cor escura para E. (1) Comece pelos ossos da articulação TM e os ligamentos correspondentes. (2) Na ilustração cen- Processo tral da vista lateral do crânio, a fossa articular recebe a cor da sua cartila- mastóide Meato gem articular (C). Pinte também a cartilagem e côndilo da Processo acústico colocado aqui para fins ilustrativos. (3) Termine pelas vistas sagitais que estilóide externo descrevem movimento do côndilo mandibular na ATM. B OSSOS + ATM + D ESQUERDA OSSO TEMPORAL A A B Lig. lateral (cortado) Ramo da mandíbula PROCESSO CARTILAGEM ARTICULAR C Lig. estilomandibular Côndilo CAPSULA ARTICULAR D Processo coronóide E. B ESPAGO ARTICULAR SUPERIOR Osso Eminência FOSSA ESPAGO ARTICULAR INFERIOR E2. articular ARTICULAR DISCO ARTICULAR F. ANTERIOR BANDA POSTERIOR F2 MANDÍBULA Fossa TECIDO G infratemporal C Duas articulações temporomandubulares formam a arti- culação craniomandibular, que consiste na articulação das cabeças dos processos condilares esquerdo e di- reito da mandíbula com par de fossas articulares dos ossos temporais. movimento ou traumatismo de uma Face inferior dessas duas ATM sempre envolve a articulação con- do crânio tralateral. A ATM é uma articulação sinovial complexa, SUPERFÍCIE ARTICULAR DA FOSSA ARTICULAR deslizando, angulando e girando durante que parece (vista infero-lateral do crânio) ser um simples movimento de Os movimentos da ATM podem ser vistos na Lâmina 47. A ATM é envolvida por uma cápsula articular fibrosa, o único ligamento verdadeiro dessa articulação. disco articular (menisco) é uma placa fibrocartilaginosa oval situada entre a fossa articular, recoberta de cartilagem, e a cartilagem do processo condilar. Ele divide a cavidade D sinovial em espaços articulares superior e inferior. disco incorpora duas bandas avasculares cujos eixos de comprimento estão no plano coronal. Aqui as vemos ATM em corte transversal. Essas bandas são interligadas (vista sagital) por uma zona intermédia de tecido fibroso. disco é bem conectado: anteriormente, ao músculo pterigóide la- B teral; posteriormente, ao tecido retrodiscal elástico e vas- FOSSA Região cularizado na região bilaminar de onde obtém sua nutrição; ARTICULAR bilaminar e medialmente/lateralmente, ao processo condilar. Quando a boca está fechada, a cabeça do processo condilar + G + 2 A encosta na banda posterior, maior. Durante a abertura Zona da boca, a cabeça do côndilo gira para frente e para intermédia baixo, encostando na banda anterior quando da total abertura (35 a 50mm entre os incisivos superiores e inferiores). Durante a abertura da boca, próprio menisco se estica enquanto é empurrado para a frente junto com a cabeça condilar. + o disco articular da ATM pode sofrer esgarçamento, deslocamento ou destacamento em decorrência de envelhecimento, abuso (traumatismo) ou mau uso (cerramento, bruxismo). Essa patologia pode estar asso- Músculo ciada a dores de cabeça bitemporais (uso excessivo pterigóide + do músculo temporal), estalos durante os movimen- lateral + tos mandibulares e redução da amplitude de movimento. disco também pode ser estruturalmente incompleto (e até perfurado) congenitamente. BOCA FECHADA BOCA ABERTA</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR 27 Ver 84 COLUNA VERTEBRAL NC: Use cinza para D, amarelo para H e cores claras para resto, especialmente C, L, S e Co. L4 e L5 representam as vértebras lombares mais envolvidas na movimentação. (1) Comece pelas regiões da coluna e os três exemplos de disfunções vertebrais, no canto inferior esquerdo. (2) Pinte segmento de movimento e seu papel na flexão e extensão. (3) Pinte os forames vertebrais e canal vertebral. (4) Pinte o exemplo de + um disco intervertebral em protrusão comprimindo um nervo espinal. CERVICAL C A coluna vertebral tem 24 vértebras individuais dis- dorso. Esta região da coluna se encurva (lordose lombar) postas em regiões cervical, torácica e lombar, as vér- no início da deambulação, entre 1 e 2 anos de idade. o TORACICA T tebras sacrais e são fundidas (sacro/cóccix). sacro forma alicerce de um arco de suporte de peso o número de vértebras em cada região é notavelmente que envolve os ossos do quadril. A curvatura sacral e L constante; raramente S1 pode estar livre ou L5 pode é congênita. As vértebras (1 a 5, estar fundida com sacro (vértebras de transição). sujeito a variações) estão usualmente fundidas, embora SACRAL S As sete vértebras cervicais móveis sustentam pes- a primeira vértebra possa ser móvel. Co coço a cabeça, que pesa 3 a 4kg. A coluna cervical normalmente se encurva (lordose cervical) após As curvaturas da coluna podem ser afetadas (usualmente desenvolvimento de reflexos posturais, cerca de três exageradas) por postura, atividade, obesidade, gravidez, meses após As 12 vértebras torácicas traumatismos e/ou essas patologias recebem sustentam tórax, a cabeça e pescoço. Elas se mesmo nome das curvaturas normais. Um leve en- articulam com 12 costelas bilateralmente. A coluna curvamento lateral da coluna reflete a torácica é congenitamente encurvada (cifose) conforme dominância manual; um encurvamento lateral (escoliose) + mostrado. As cinco vértebras lombares sustentam a significativo, possivelmente debilitante, pode ocorrer por parte superior do corpo, tronco e a parte inferior do muitos motivos. SEGMENTO MOVEL + Lig. longitudinal Ligamento posterior amarelo Processo D* articular VERTEBRA L4 superior Lig. + Lig. longitudinal inter-espinal anterior 2 DISCO A Lig. supra- 3 espinal D* FACETA POSTERIOR B Cápsula D* articular da faceta VERTEBRA L5 B Processo FORAME VERTEBRAL E articular VISTA inferior CANAL VERTEBRAL LATERAL Superfície articular FORAME F Cada par de vértebras individuais não fundidas constitui um segmento móvel, a unidade básica de movimento do dorso. Movimentos combinados de segmentos móveis são respon- sáveis pela movimentação do pescoço e das regiões média Flexão Extensão e inferior do dorso. Cada par de vértebras em um segmento Pedículo móvel, exceto C1-C2, é unido por três articulações: um disco intervertebral parcialmente móvel anteriormente e um par de articulações sinoviais com facetas deslizantes (zigapofisárias) posteriormente. Ligamentos unem os ossos e encapsulam as articulações (cápsulas articulares). o canal vertebral ou neural, uma série de forames, dá passagem à medula espinal e seus envoltórios, vasos e raízes nervosas. Localizadas bila- teralmente entre cada par de vertebrais estão Vista Pedículo superior L passagens, cada qual chamada forame intervertebral, que Vista dão passagem a nervos espinais, seus envoltórios/vasos e Vista lateral S alguns vasos para a medula espinal. posterior A VISTA SUPERIOR D* ANEL FIBROSO PULPOSO G Disco em DISFUNÇÕES DA COLUNA NERVO ESPINAL H protrusão Nervo espinal disco intervertebral consiste no anel fibroso (fibras colá- genas concêntricas entretecidas, integradas com células Gânglio + cartilaginosas) ligado acima e abaixo aos corpos vertebrais, e núcleo pulposo mais centralizado (uma massa de colágeno degenerado, proteoglicanos e água). Os discos viabilizam Saco movimento entre os corpos vertebrais. Com o dural os discos se desidratam e afinam, resultando em perda de Cauda peso. Os discos cervicais e lombares, particularmente, estão equina LORDOSE sujeitos a degeneração precoce por um ou mais de diver- Lig. inter- CIFOSE ESCOLIOSE espinal motivos. o enfraquecimento e/ou esgarçamento do anel fibroso pode resultar em inchaço disperso ou protrusão locali- A' DISCO EM zada (focal) do núcleo e da parte adjacente do próprio anel; G CORTE tal evento pode comprimir uma raiz de nervo espinal, como na figura ao lado.</p><p>28 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR Ver 21 Crânio CERVICAIS TORACICAS Processo NC: Use vermelho para M; use para C e T as mesmas cores usadas na Lâmina 21. Use cores escuras para e R. (1) Comece com as partes Mandíbula de uma vértebra cervical. Pinte atlas e áxis e note que eles receberam cores separadas para distingui-los das outras vértebras cervicais. (2) Pinte VISTA as partes de uma vértebra torácica e depois a porção torácica da coluna LATERAL vertebral. Note as três diferentes cores das K C3 Forame CERVICAL C intervertebral ATLAS K C 4 CORPO C1 L Forame B transverso Articulação VISTA da faceta PROCESSO TRANSVERSO G PROCESSO ARTICULAR H Arco anterior Dente Forame K Faceta para M transverso FACETA H1 côndilo occipital proeminente PROCESSO J Canal VERTEBRAL M vertebral Arco posterior Forame transverso Tuberculo posterior Espinha bifida 00 K Forame vertebral I VISTA SUPERIOR Espinha VÉRTEBRA CERVICAL TÍPICA (C4) FLEXÃO LATERAL ROTAÇÃO FLEXÃO/EXTENSÃO As sete pequenas vértebras cervicais sustentam e movem a cabeça e o pescoço, sustentados por ligamentos e músculos paracervicais (paraespinais), cujo formato lembra correias. o atlas (C1), em formato de anel, não possui corpo; assim, não há discos de suporte de peso entre o occipital e C1, nem entre C1 e C2 (o áxis). o P peso da cabeça é transferido para C3 pelos grandes processos e facetas articulares de C1 e C2. As articula- N VISTA ções atlantooccipitais, juntamente com as articulações das facetas de C3-C7, permitem um notável grau de LATERAL flexão/extensão (movimentos de "sim"). dente de C2 se projeta de encontro à parte anterior do arco de C1, T1 formando uma articulação habilitando a cabeça e C1 a girarem até 80° (movimentos de "não"). Tal capacidade de rotação é permitida pela orientação relativamente horizontal das facetas cervicais. As vértebras T2 C3-C6 são similares; C7 se destaca por seu processo espinhoso proeminente, facilmente A curvatura + Disco+ cervical, de convexidade anterior e a extensa musculatura paracervical impedem a palpação de outros processos T3 espinhosos cervicais. As artérias vertebrais, a caminho do tronco encefálico, passam através dos forames dos processos transversos das seis vértebras cervicais superiores. Esses vasos estão sujeitos a lesões por estira- mento quando da extrema rotação cervical do pescoço hiperestendido. o canal vertebral cervical conduz a parte cervical da medula espinal e seus envoltórios (não mostrados). Os segmentos motores C4-C5 e C5-C6 são os mais móveis da região cervical e particularmente predispostos a degeneração de discos/facetas. T5 T6 As doze vértebras torácicas - caracterizadas por processos espinhosos longos e delgados, corpos em formato de coração e facetas quase verticais - se articulam com as costelas bilateralmente. Em geral, cada costela forma uma articulação sinovial com duas hemifacetas nos corpos de vértebras adjacentes e uma faceta única no processo transverso da última vértebra. Variações dessas articulações costovertebrais são observadas em T1, T11 e T12. VÉRTEBRA TORÁCICA TÍPICA (T5) Forame intervertebral Forame Processo VERTEBRA TORACICA T vertebral articular T 10 superior CORPO T1 Processo articular inferior FACETA N Hemifaceta costal superior VISTA 12 FACETA TRANSVERSA P Hemifaceta COSTELA Q Faceta costal Limites costal inferior H transversa da costela</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR 29 VERTEBRAS SACRAIS NC: Use as cores já usadas nas duas lâminas anteriores para C, E. F, As cinco vértebras lombares são as maiores de todas as vértebras indi- A, S e Co. (1) Comece pelas três grandes vistas das vértebras lombares. viduais; em seus espessos processos, fixam-se numerosos ligamentos e (2) Pinte os diferentes planos das facetas articulares. (3) Pinte as quatro É possível a significativa flexão e extensão dos segmentos vistas do sacro e do cóccix. Note que a porção central do corte mediano móveis lombares e lombossacral, particularmente L4-L5 e L5-S1. Aproxima- recebe a cor do canal vertebral damente no nível de L1 termina a medula espinal e começa a cauda (feixe de raízes nervosas lombares, sacrais e ver Lâmina 70). VERTEBRA L Os forames intervertebrais lombares são grandes. As raízes nervosas e suas bainhas ocupam apenas cerca de 50% do volume desses forames. A dege- FORAME VERTEBRAL E neração de discos e facetas é comum nos segmentos L4-L5 e L5-S1; a redu- ção do espaço para as raízes nervosas aumenta risco de irritação/compressão CANAL VERTEBRAL de raízes nervosas. Ocasionalmente, a vértebra L5 está parcial ou totalmente fundida com sacro (L5 sacralizada). A vértebra S1 pode estar parcial ou FORAME INTERVERTEBRAL F totalmente não-fundida (S1 lombarizada), resultando em essencialmente seis vértebras lombares e um sacro de quatro vértebras fundidas. DISCO INTERVERTEBRAL A PLANOS DAS FACETAS ARTICULARES Articulação Corpo por facetas Articulação Processo por facetas Pedículo transverso Processo Articulação articular CERVICAL C Lâmina superior TORACICA T por facetas Processo espinhoso BOMBAR L VISTA SUPERIOR Os planos (orientação) das facetas articulares determinam a direção e Processo Processo articular influenciam grau de movimento do segmento móvel. o plano das facetas Faceta do articular superior de L1 cervicais está angulado coronalmente, afastando-se do plano horizontal Processo processo articular inferior cerca de Uma considerável liberdade de movimentos da coluna cervical transverso superior E' de L1 é permitido em todos os planos (sagital, coronal, horizontal). As facetas torácicas se orientam mais verticalmente no plano coronal e praticamente Corpo não sustentam peso. A amplitude de movimento nesta região é significati- vamente limitada em todos os planos, embora um pouco mais livre na rotação. F A o plano das facetas lombares é predominantemente sagital, resistindo à Processo A articular L rotação da coluna lombar, mudando para uma orientação mais coronal em 2 inferior L5-S1. As articulações entre as facetas de L4-L5 permitem maior grau de movimento lombar em todos os planos. Processo Faceta FLEXÃO articular Processo articular superior espinhoso VISTA POSTERIOR EXTENSÃO FLEXÃO LATERAL A L5 Forames sacrais Faceta articular posteriores Faceta S S superior de S1 S E' + + S SACRO S Crista sacral mediana flio Superfície Superfície Discos auricular auricular ossificados para o para Corno sacral Co CORTE Co Forame sacral MEDIANO VISTA SUPERFÍCIE SUPERFÍCIE anterior LATERAL Co Co POSTERIOR ANTERIOR Co sacro consiste em cinco vértebras fundidas; os discos intervertebrais sacro e os ílios formam um arco para transmissão e distri- são predominantemente substituídos por osso. o canal sacral (vertebral) buição das forças de sustentação de peso para as cabeças dos fêmures. contém raízes o saco terminal da dura-máter (saco dural, saco tecal) até S2 e as Este é um arco forte, do qual sacro é alicerce. cóccix consiste em 2 a ao flio nervosas que atravessam forame sacral. sacro se une 4 pequenas vértebras rudimentares, individuais ou parcialmente fundidas. do osso do quadril na superfície articular, formando a articulação A primeira vértebra é a mais completamente desenvolvida.</p><p>30 Ver 50, 104, 129, 135 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR ESQUELETO TORACICO NC: Use as cores já usadas na Lâmina 22 para as costelas verdadeiras, da mesma maneira. (3) Pinte a vista lateral. (4) Ao colorir os desenhos de vértebras torácicas, hemifacetas e facetas dos processos transversos. Use uma costela e dos locais de articulação, note que as facetas das costelas cores vivas para A-C. (1) Pinte a vista anterior do esqueleto torácico. Pinte (desenhadas em linhas pontilhadas) devem ser pintadas, mesmo estando cada costela completamente antes de prosseguir. (2) Pinte a vista posterior no lado oculto da costela. ESTERNO + COSTELAS + CARTILAGENS A D COSTAIS F CORPO B FALSAS E VERTEBRAS PROCESSO C FLUTUANTES) TORACICAS (02) G + proeminente Clavícula + Disco intervertebral Articulação + Clavícula D costovertebral D Articulação costocondral A D Articulação esternocostal B Espaço intercostal + D D L1 Abertura VISTA VISTA torácica POSTERIOR ANTERIOR inferior o esqueleto torácico abriga coração, os pulmões e outros Cabeça Colo órgãos importantes. A abertura torácica superior ou estreito inferior Facetas para o do tórax chamada estreito superior do tórax, corpo vertebral pelos cirurgiões) dá passagem ao à traquéia, a nervos e H importantes ductos e vasos (Lâmina 104). A abertura torácica H Faceta para inferior é selada virtualmente pelo músculo diafragma, através do processo transverso qual passam a aorta, a veia cava inferior e (Lâmina 50). A região situada entre cada par de costelas é espaço Extremidade intercostal, que contém músculos, fáscias, vasos e nervos (Lâmi- condral na 50). movimento coletivo das costelas é responsável por cer- Sulco costal Articulações ca de 25% do esforço respiratório (inalação, exalação); diafragma costocondrais Processo I supre restante (Lâmina 135). transverso Abertura A articulação fibrocartilaginosa entre e corpo do torácica esterno (ângulo esternal, articulação manubrioesternal) faz sutis superior H Articulação G + movimentos de dobradiça durante a respiração. A articulação xifoesternal (entre processo xifóide e corpo do esterno) é fibro- F D esternal D cartilaginosa. esterno se constitui predominantemente de osso + T 6 G trabecular contendo medula óssea vermelha. As cartilagens costais, D representando modelos cartilaginosos não-ossificados das costelas anteriores, se unem ao esterno por intermédio de articulações D sinoviais planas (articulações esternocostais, exceto a primeira, que não é sinovial). Todas as costelas formam articulações sino- D viais com as vértebras torácicas (articulações costovertebrais). Em cada uma destas, a costela (2 a 9) forma uma articulação D Corpo Corte sinovial com uma hemifaceta do corpo vertebral superior e com outra do inferior (articulações das cabeças das costelas). Adicional- D VISTA mente, tubérculo da costela se articula com uma faceta cartila- LATERAL ginosa situada na extremidade do processo transverso da vértebra G Disco inferior (articulação As costelas 1, 10, 11 e 12 articulam-se com uma vértebra em vez de duas; as costelas 11 e 12 não têm articulações costotransversárias. As costelas verda- deiras (1 a 7) articulam-se diretamente com esterno. As cos- telas 8 a 12 são chamadas costelas as costelas 8 a 10 FACETA COSTAL H articulam-se indiretamente com esterno (via cartilagens de co- NEMIFACETA I nexão com a cartilagem costal) e as costelas 11 e 12 (costelas flutuantes) terminam na parede muscular do abdome. FACETA TRANSVERSA J</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO SUPERIOR 31 Ver 32, 34, 54, 55 CINTURA ESCAPULAR 3 OSSO A NC: Use cores bem claras para ver detalhes da superfície. (1) Pinte B cada vista completamente antes de prosseguir. Lig. interclavicular articular Art. Lig. costoclavicular acromioclavicular Art. esternoclavicular Acrômio A Extremidade esternal ANTERIOR Tuberculo Processo maior Incisura + Sulco superior Manubrio Primeira intertu- B do esterno costela bercular VISTA SUPERIOR Disco articular A articular Esterno + B Extremidade acromial A Art. Fossa subscapular glenou meral Margem medial Acrômio Tuberculo menor Margem lateral Art. acromioclavicular Acrômio A Acrômio Tuberosidade inferior Fossa supra-espinal Tubérculo maior superior Espinha VISTA ANTERIOR Cabeça (braço direito) Fossa supra Espinha espinal B Processo coracóide Cavidade glenoidal Fossa B infra- Fossa espinal B subescapular Fossa espinal Colo Margem cirúrgico lateral Margem medial Margem lateral Corpo Fossa coronoide Epicôndilo medial VISTA VISTA LATERAL POSTERIOR Troclea Tuberosidade Capítulo deltóidea lateral A mobilidade do membro superior depende funda- desses ossos a diferentes partes do esqueleto axial. mentalmente da cintura escapular, composta pelas Esses músculos de amarração propiciam à escápula duas escápulas e as duas Essa cintura é uma notável mobilidade sobre a parede posterior do mais bem observada na vista superior. A única conexão tórax. A porção fina e plana (lâmina) da escápula óssea da cintura com esqueleto axial se dá pela raramente sofre fratura, em virtude do envolvimento articulação esternoclavicular (sinovial selar com disco pelos músculos. articular). Esse disco suporta impactos significativos nas quedas sobre o ombro. Estabilizado por ligamentos, osso do braço (úmero) se une à escápula na arti- disco raramente se desloca; nessas quedas, é mais culação glenoumeral, sinovial esférica (próxima provável a fratura da clavícula. A extremidade distal mina). Nesta articulação, úmero tem ampla liberdade de cada clavícula se articula com o acrômio da escápula de movimento, aumentada pela mobilidade escapular Fossa do através É articulação articulação acromioclavicular, disjunção plana. da sinovial (movimentação escapulotorácica). As fraturas do úmero olécrano comum essa sofrer (ombro geralmente ocorrem no colo cirúrgico, porção média separado) em decorrência de certas do corpo, ou extremidade distal. A sensação de "choque" confundir articulação atividades; não com o deslocamento da do ombro. causada por certos impactos no cotovelo é gerada pela compressão do nervo ulnar contra epicôndilo As escápulas não têm conexão óssea direta com medial do úmero originando nome "osso louco". Epicôndilo esqueleto axial. Em vez disso, elas são mantidas em medial Epicôndilo É curioso que úmero também seja conhecido por lateral posição por numerosos músculos que se dirigem "osso engraçado".</p><p>32 Ver 31 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO SUPERIOR ARTICULAÇÃO OMBRO NC: Use as mesmas cores que a escápula (A) e úmero (B) receberam na lâmina anterior. Use azul-claro para C. (1) A escápula (A) e o úmero (B) só devem ser pintados no canto superior direito. ESCAPULA A (2) Pinte todos os ligamentos de cinza. Como os ligamentos glenoumerais são espessamentos da cápsula articular de- ARTICULAÇÃO DO OMBRO vem ser pintados de cinza e da de E. (3) A bolsa subdeltóidea e a bolsa subacromial (F) são uma estrutura (4) No B corte coronal, parte da membrana sinovial (G) foi removida para VISTA revelar o tendão do biceps braquial, no seu ponto de inserção no ANTERIOR tubérculo supraglenoidal da escápula. (ombro direito) Art. acromioclavicular Borda da Acrômio Acrômio cápsula articular, em corte Bolsa CLAVÍCULA subacromial Processo Cabeça do coracóide Bolsa subdeltóidea D ESCÁPULA E + CAVIDADE GLENOIDAL Ligs. glenoumerais Recesso Coto da cápsula axilar Sulco articular intertubercular * Acrômio ARTICULAR C M. supra-espinal GLENOIDAL D Bolsa + subacromial E 1 supraglenoidal CAPSULA ARTICULAR E Bolsa subdeltóidea BOLSA F + MEMBRANA G CABEÇA DO H. E F TENOÃO 00 Mo + BRAQUIAL A articulação do ombro é sinovial esférica, multiaxial, entre a ca- vidade glenoidal da escápula e a cabeça do úmero. Essa cavidade rasa é tornada mais profunda pelo lábio glenoidal em torno da Recesso axilar FOSSA sua borda. A cavidade e a cabeça do úmero são cobertas por GLENOIDAL uma camada de cartilagem articular (hialina). As extremidades dos ossos que se articulam são encapsuladas por uma cápsula I CORTE CORONAL revestida internamente por uma membrana sinovial (ombro direito) e contendo uma pequena quantidade de líquido sinovial. Geralmente isolados da cápsula articular e de sua cavidade estão numerosos sacos fibrosos de líquido sinovial (bolsas elas se in- a tendões musculares cruzando sobre tendões e músculos. Uma dessas, a bolsa subacromial, tem grande significado Tendão do m. clínico (ver Lâmina 55). supra-espinal Acrômio o tendão da cabeça longa do músculo biceps braquial se original no tubérculo supraglenóide da escápula, logo acima do ponto Processo central superior do lábio glenoidal. Embainhado por sinóvia, coracóide tendão passa sobre a cabeça do úmero no interior da cápsula Tendão do m fibrosa e emerge abaixo dessa no sulco intertubercular, conti- infra-espinal nuando-se com a cabeça longa do músculo biceps braquial. + + A cápsula articular fibrosa é frouxa (note a bolsa do recesso axilar), mas incorpora faixas espessadas de ligamentos glenou- merais. complexo cápsula/ligamento é reforçado por um manguito musculotendinoso que permite grande flexibilidade à movimen- glenoumerais tação do ombro. Os movimentos da articulação do ombro podem ESCÁPULA ser vistos nas Lâminas 55 e 56. Tendão do + Tendão do m. m. redondo subescapular A articulação sofre pelo excesso de uso. As cápsulas começam menor a ficar anormalmente frouxas, as inserções do lábio se rompem, tendão do biceps se esgarça e a cavidade articular pode se comunicar com várias bolsas sinoviais. Deslocamentos repetitivos VISTA LATERAL da cabeça do úmero podem provocar lesões da cartilagem (articulação aberta, úmero removido)</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO SUPERIOR 33 Ver 34 OSSOS 00 ANTEBRAGO ULNA A Fossa B Epicôndilo coronóide medial Fossa coronóide Fossa do olécrano C 1 Epicôndilo lateral NC: Use cores bem claras para A e B, Epicôndilo para o úmero (C) a mesma que foi Capítulo Cartilagem usada na lâmina anterior. Note que a medial articular Olécrano extremidade distal do úmero e os ossos Olécrano do carpo não são pintados nas ilus- pontilhadas) Art. radioulnar Incisura trações maiores. (1) Pinte os ossos do Incisura proximal troclear 2 antebraço nas três vistas, com muita 3 troclear atenção para os identificadores de Incisura radial detalhes das superfícies. (2) Nos dia- Cabeça gramas da pronação/supinação, po- TRÊS do rádio Cabeça Processo legar e o dedo mínimo da mão recebem ARTICULAÇÕES Colo coronóide as mesmas cores dos ossos do ante- (diagrama) braço aos quais se relacionam, inde- Tuberosidade Tuberosidade pendentemente da posição da mão. do rádio da ulna Tuberosidade 00 POLEGAR do rádio Corpo ULNA Membrana VISTA MEDIAL interóssea (antebraço direito) VISTA ANTERIOR (antebraço direito) Cintura Art. radioulnar Processo + distal estilóide Processo do rádio estilóide Semilunar da ulna Art. radiocarpal (do punho) Carpo Piramidal SUPINAÇÃO NEUTRO PRONAÇÃO (posição anatômica) VISTA ANTERIOR VISTA POSTERIOR (antebraço direito) (antebraço direito) Os dois ossos do antebraço são bem diferentes um do outro. A rádio tem proximalmente uma pequena cabeça arredondada, que se articula face posterior da extremidade proximal da ulna se caracteriza por com capítulo do úmero (articulação umerorradial; sinovial cilíndrica) e com a uma grande massa óssea chamada olécrano. Você pode senti-lo incisura radial da ulna (articulação radioulnar proximal). o corpo do rádio se alarga facilmente na parte posterior do seu cotovelo. Na face anterior do distalmente, formando uma ampla articulação do punho com os ossos escafóide olécrano está a incisura troclear, que se articula com a e semilunar do carpo. Quedas sobre as mãos impactam a articulação do punho e do úmero na articulação (sinovial troclear). Uma par- podem causar fratura do rádio na altura da relativamente fraca cintura entre te desta superfície está voltada para rádio (a cabeça do rádio); corpo e a extremidade distal (fratura de Colle, fratura de Smith). esta é a incisura radial que contribui para a articulação radioulnar proximal (sinovial cilíndrica). o corpo da ulna se estreita distalmente, Após colorir e estudar os movimentos de supinação/pronação, coloque a palma terminando como a cabeça da ulna. A cabeça forma uma articulação da sua mão direita pronada a sua frente. Nessa posição, rádio e a ulna estão articulação cabeça cabeça disco sinovial da ulna articulação (articulação radiocarpal piramidal que (do punho), aloja distal). carpo. Esse Essa cilíndrica com rádio radioulnar paralelos. Coloque os dedos da mão esquerda sobre seu olécrano direito. Agora, compartilha um disco articular se entre a supine sua mão direita (palma para cima). Note que olécrano não se moveu. e os ossos semilunar e do Assim, a ulna não se move durante a supinação/pronação da mão. Agora, encontre contribui com a mas a e observe processo estilóide do rádio no punho direito (lado do polegar) enquanto da ulna corpo da ulna forma uma articulação fi- brosa móvel (sindesmose) com corpo do rádio através da você supina/prona a mão direita. Note que o processo estilóide se move com membrana polegar. Você demonstrou como rádio se move ao redor da ulna durante a pronação e supinação da mão.</p><p>34 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO SUPERIOR Ver 33 00 COTOVELO NC: Use, para os três ossos, as cores já usadas nas lâminas 32 e 33. Use azul-claro para H. (1) Comece pelas três articulações da região do cotovelo. Note que cada superfície articular (pontilhada) recebe a 3 ARTICULAÇÕES NO COTOVELO DIREITO de seu osso na ilustração emoldurada e na vista sagital, essas superfícies (H) são pintadas de Fossa do A azul-claro. Pinte K de amarelo. (2) Pinte as demais Epicôndilo olécrano vistas da cápsula articular e dos ligamentos. lateral A Epicôndilo Capítulo Olécrano lateral EXTENSÃO ARTICULAÇÃO COTOVELO + Epicôndilo Cabeça medial do + (Vista lateral) (Vista posterior) B Epicôndilo LIG. COLATERAL ULNAR D Epicôndilo medial A lateral B LIG. COLATERAL RADIAL E B C FLEXÃO Olécrano (Vista lateral) (Vista anterior) ARTICULAR G M. triceps M. braquial ARTICULAR H braquial MEMBRANA SONOVIAL Fossa do olécrano + Fossa A SONOVIAL J. coronóide K COXIM AOIPOSO K I Troclea BOLSA SONOVIAL L G Epicôndilo Epicôndilo Processo lateral medial H coronóide A articulação do cotovelo consiste em duas arti- + B E Olécrano Incisura culações separadas com úmero: a umeroulnar e a troclear umerorradial (sinoviais trocleares). Os movimentos dessa COTOVELO articulação são limitados a flexão e extensão. Note DIREITO que a incisura articular da ulna, em forma de C e revestida por cartilagem articular, gira em torno da umeral, em formato de polia, durante esses Fossa movimentos. Na extensão, a parte superior da inci- Capítulo CORTE SAGITAL sura troclear se encaixa na fossa do olécrano do (art. do cotovelo, vista lateral) Na flexão, processo coronóide da ulna se encaixa A na fossa coronóide do úmero (ver Lâmina 33). Os H ligamentos da articulação do cotovelo - essen- cialmente, os ligamentos colaterais radial e ulnar VISTA ANTERIOR reforçam a cápsula articular fibrosa. H Processo coronóide Cabeça A articulação entre o rádio e a ulna (articulação do rádio Incisura radial da ulna radioulnar proximal) permite que a cabeça do rádio (art. radioulnar proximal) gire na incisura radial da ulna. A ulna não pode girar em torno de nada, dado formato da articulação LIGAMENTO ANULAR umeroulnar. Embora a articulação radioulnar proximal (diagramático) não seja considerada parte da articulação do coto- velo, sua cavidade sinovial e cápsula articular fibrosa são contínuas com aquelas da articulação do coto- velo, e ela é firmada pelos ligamentos colaterais radial A A e ulnar. ligamento anular se fixa, em ambas as Tendão do m. biceps Epicôndilo Epicôndilo extremidades, aos lados da incisura radial da ulna. braquial medial lateral Tendão do m. Ele é mais estreito abaixo que acima (por exemplo, G E biceps braquial ele é chanfrado). Ele circunda e firma a cabeça (acima) + + e colo (abaixo) do rádio, resiste ao deslocamento quando a mão é tracionada distalmente. A parte Tendão do inferior do ligamento anular é revestida por mem- m. triceps braquial brana sinovial; a parte superior é fibrocartilaginosa e está associada à rotação do rádio na articulação B Olécrano radioulnar proximal. A cápsula articular e ligamento colateral radial reforçam a função retentora do liga- M. braquial mento anular. VISTA MEDIAL VISTA LATERAL</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO SUPERIOR 35 OSSOS ARTICULAÇÕES 00 PUNHO OA MÃO Ver 33 NC: Para I e J, use cores claras diferentes das usadas nos de cinza os principais ligamentos da articulação do punho. Numerosos três ossos do membro superior nas lâminas anteriores; use ligamentos carpais e falângicos não são mostrados. (3) Na vista em corte, azul-claro para K. (1) Pinte as três vistas da mão e do punho: pinte os ossos e suas cartilagens articulares (L). Pinte de preto as cavi- note os identificadores das articulações que contribuem para dades sinoviais (L com contornos escuros) do punho, mas não as cavidades os movimentos mostrados nos esquemas satélites. (2) Pinte intercarpais. 8 OSSOS 00 CARPO + A SEMILUNAR B PIRAMIDAL C D E F CAPITATO G H 5 OSSOS 00 METACARPO I 04 FALANCES J DOS Falange ADUÇÃO DOS DEDOS DEDOS distal Falange média Base Falange proximal Lig. transverso do carpo Cabeça ("nó") Hâmulo do trapézio Articulação do hamato (IF) Falange Articulação distal TÚNEL DO CARPO Falange (MF) Cavidade proximal Articulação articular intermetacarpal intercarpais (IM) Articulação Canal de articulação carpome- tacarpal (CM) Guyon CM articulação Articulação CM intercarpal (IC) Processo Articulação radiocarpal estilóide (do punho) da ulna Disco Ulna Rádio Processo estilóide ADUÇÃO DO DO articular PUNHO PUNHO do rádio Rádio Ulna Lig. colateral ulnar VISTA ANTERIOR (PALMAR) (mão direita) VISTA POSTERIOR (DORSAL) Cavidade articular (mão direita) Disco articular radiocarpal Lig. colateral Cavidade da radial art. radioulnar distal Rádio Ulna 1° metacarpal 1° metacarpal ARTICULAÇÕES DO PUNHO E ossos DO CARPO Lig. colateral (vista dorsal de corte frontal) Lig. colateral Sulnar Lig. colateral ulnar Lig. colateral radial radial Lig. ulnocarpal Lig. ulnocarpal dorsal Lig. radiocarpal Lig. radiocarpal dorsal dorsal dorsal Ulna Rádio Rádio Ulna ARTICULAR K LIGAMENTOS PRINCIPAIS LIGAMENTOS PRINCIPAIS M* EXTENSÃO DO PUNHO VISTA MEDIAL Aarticulação do punho biaxial) é formada EXTENSÃO dos dedos e para nervo Acompressão (mão/punho direitos pronados) DOS DEDOS pela superfície articular distal do rádio com as pelo ligamento transverso do carpo pode irritar superfícies articulares dos ossos escafóide e nervo mediano ou deprimir sua função semilunar primariamente, entre disco articu- lar e osso piramidal Os mo- (paralização dos três dedos radiais; fraqueza vimentos aqui são de flexão, extensão, adução do polegar). canal de Guyon dá passagem a artéria e nervo ulnares. metacarpal e A articulação do punho e as articula- Rádio ções do carpo são firmadas por ligamentos A movimentação da mão envolve movimentos radiocarpal e ulnocarpal palmares e dorsais, e das articulações metacarpofalângicas (MF) e por ligamentos colaterais radiais e ulnares. As (IF) primariamente, e entre as articulações intercarpais, entre as fileiras pro- articulações carpometacarpais e intermeta- ximal e distal dos ossos do carpo, contribuem carpais secundariamente com uma exceção: para o movimento do punho. A calha formada a primeira articulação carpometacarpal (CM) FLEXÃO DOS DEDOS FLEXÃO DO anteriormente entre os ossos hamato e trapézio (sinovial selar). Perceba a mobilidade que ela PUNHO proporciona um túnel carpal para a passagem dá ao polegar, como na oposição com dedo dos tendões dos flexores longos do polegar e mínimo e na circundução do polegar.</p><p>36 SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO SUPERIOR Ver 31, 35 REVISÃO OSSOS 3 (Respostas no Apêndice A, no final do livro) NC: Nessa revisão, você deve escrever nome do osso com a mesma cor usada para pintá-los nas duas ilustrações maiores. Como esta é uma revisão e não um teste, você poderá pintá-los com as mesmas cores usadas nas lâminas 31, 33 e 35. Use uma cor nova para os ossos do carpo (F). (1) Pinte as setas que apontam para os locais onde os ossos podem ser vistos ou palpados. (2) Escreva, com lápis preto, maior número de nomes das articulações numeradas que você puder se lembrar. RELEVOS ÓSSEOS 1 A 2 3 A B C A D E F G H VISTA ANTERIOR VISTA POSTERIOR (membro superior direito) (membro superior direito) RELEVOS ÓSSEOS 4 5 6 membro superior é notável por sua mobilidade. o mecanismo para isso começa com a escápula, que é dinamicamente atada por músculos à parede pos- terior do tórax. Em você mesmo, passe a mão por sobre seu ombro para palpar a espinha da escápula e o acrômio (lembre-se da Lâmina 31). Olhando sobre seu ombro num espelho, mova seus ombros para cima e para baixo, abrace-se, estenda os membros supe- riores, alcance alto, depois para baixo, para ver a 7 escápula mover-se. 8 F 9 o ser palpado facilmente, desde um ponto G imediatamente distal ao ombro até o cotovelo. Pode-se sentir os epicôndilos medial e lateral e olécrano. Você 10 consegue sentir o nervo ulnar sob o epicôndilo medial? Se você pressioná-lo fortemente, poderá sentir a resposta até dedo mínimo! A partir deste dedo, até o polegar 11 H e, depois, subindo, mexa cada articulação do membro superior que conseguir, identifique-a e teste sua ampli- H 12 tude de movimento. H 13 ARTICULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR 6 7 8 1 9 2 10 3 11 4 12 5 13</p><p>SISTEMAS ESQUELÉTICO E ARTICULAR/MEMBRO INFERIOR 37 OSSO 00 QUAORIC, CINTURA PELVICA E PELVE Ver 38, 39, 52, 53 NC: Use cores bem claras para os ossos A-D. sacro (D) se combina com A-C (abaixo) para formar a pelve. (1) Pinte as representações esquemáticas dos espaços pélvicos falso e verdadeiro. Eles são mostrados em conjunto no diagrama de baixo à direita. VISTA LATERAL VISTA MEDIAL (osso direito) (osso direito) 00 QUAORIC + Superfície articular Espinha Asa Crista Fossa (art. A Espinha iSQUIO B VISTA LATERAL A C A Linhas SACRO D c) gluteas Espinha A ântero-inferior Acetabulo Espinha PELVE FALSA E Corpo Incisura A Incisura DO maior ABERTURA SUPERIOR isquiatica maior A Espinha isquiatica B Espinha Espinha Incisura OA PELVE F isquiatica isquiatica B Incisura menor PELVE VEROAOGIRA G isquiatica menor Ramo inferior ABERTURA INFERIOR Tuberosidade Linha arqueada isquiatica do Forame Ramo do PELVE H obturatório Promontório VISTA sacral Abertura Art. VISTA ANTERIOR superior da 5* lombar pelve Sacro POSTERIOR Sacro Linha Crista arqueada (borda da + pelve) A A Abertura inferior da pelve Espinha -Espinha Espinha ântero-superior Cóccix + A A Espinha Espinha ântero-inferior póstero-inferior Acetabulo Art. do quadril + + Espinha B Colo do fêmur Ramo superior Tuberosidade do pubis VISTA púbica MEDIAL/SAGITAL Cóccix (disco interpúbico) púbico + Coluna vertebral + PELVE + + Promontório Sacro E Crista sacral F + + + Linha arqueada F Púbis Linha PELVE FALSA E arqueada PELVE (MAIOR) G+ VERDADEIRA Cóccix H (esquematica) + Púbis (MENOR) osso do quadril (osso pélvico, osso coxal) consiste em três ossos conectados Os dois ossos do quadril e o sacro constituem a pelve. A cavidade da por cartilagens até a segunda década da vida, que se ossificam em diante: pelve (bacia) consiste em uma pelve falsa (maior) e uma pelve verdadeira isquio e púbis. o osso do quadril foi comparado a um hélice: (menor). A orientação da pelve pode ser observada, no laboratório, colo- encaixe da articulação do quadril no qual os três ossos se fun- cando-se uma pelve óssea contra uma parede vertical de maneira que a conjunto dem, é pá. peso pás membros cubo. A asa achatada do ílio seria uma das do hélice e espinha ântero-superior e tubérculo púbico estejam em contato seria a outra o do tronco e dos superiores é transmitido da articulação sacroilíaca para acetábulo atra- simultâneo com a parede. A parte da pelve situada abaixo de uma linha vés do corpo do o póstero-inferior e púbis ântero-inferior for- que se estende do promontório sacral, para a frente e para baixo mam um anel ósseo, tendo no centro forame obturatório. tem ao longo das linha arqueadas do ílio, até a crista púbica (assoalho do tu- significado por sua tuberosidade sobre a qual nos sentamos. bérculo púbico) é a pelve verdadeira. A linha acima descrita demarca a púbis é facilmente palpável centralmente no nível da virilha. abertura superior da pelve. Esta se continua acima com a cavidade abdo- minal, que inclui a pelve maior. A parede anterior da pelve maior é intei- Os dois ossos do quadril são conectados anteriormente pela sínfise púbica ramente muscular; confirme em você mesmo. A cavidade pélvica verdadeira (articulação interpúbica; cartilagem/fibrocartilagem com disco cartilaginoso). tem paredes ósseas e musculares, contém numerosas estruturas (Lâmi- Esses dois ossos constituem a cintura pélvica. Relativamente ao conceito nas 157, 160). o plano da abertura inferior da pelve, juntamente com uma e suportar função escápulas. Graças função forma de os ossos são similares às clavículas em linha que se estende da face inferior do púbis até a ponta do cóccix, é e os ossos às duas a sua muito mais horizontal que da abertura assoalho da abertura peso, a cintura pélvica é consideravelmente menos móvel que inferior é muscular 52). A cavidade pélvica é contínua abaixo do sua correspondente superior, que têm função de mobilidade. períneo (Lâmina 53).</p>

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