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<p>Aforismos para a Sabedoria de Vida Arthur Schopenhauer Martins Fontes</p><p>AFORISMOS PARA A SABEDORIA DE VIDA Mortins Fontes</p><p>II in</p><p>de 1. 3 II i IV 61 Y</p><p>: de le</p><p>favor de uma boa qualidade de texto presentes para do intitulada L' Depos de 1818 il o o que 32 em à publicação dos A partir :I circulos e leiges e de é de onde do cachurso Mas o que os para a de das por é dn numr pode diser relação forms quan- do de Schopenhauer lado das nova do de do do do IS</p><p>grande De quem de objetivo il registrada de em pn sécule XIX e que na mesmo entre fran- e à ordem :I que aquelas construções Desse modo. próxima à de SP sem a que essencial são as visões par Mars do e sua de ial marcada per que ele a chamada cola de de USD do essa do das para o L</p><p>53 1 der a no de um conselho regra de vida. as do aforismo cuji: lema modo redigidos: assim pois mais da que not do que aos <des Os se o do a censura se na con- Mal e ele pedindo emprestado c o à ne to. - a - em cada as mesmo an se como um não guardar 1 a no do o du qualidade come é poucos elementos por deixa se cilmente abarcar un: 1</p><p>un público us um grande circulos Mas tal significa de que que Pelo contrár cla de ser aprel num momento que de Com grande de pen- sar que autor de sido D de uma negação da de segundo a em viver os sac de di dor é quando é pólo que impregna ,1 vida Os momentos de sac veres meras quando foram por de horas serenas e passar por nos, para em tempos en: a para 5 rap VI. perhauer segundo pela perfume hinehre' de fato adequada? XII</p><p>A de uma de que vida do el- à du de vida por 14 No que exper ver de que sena melhor dos nundos GOS uma de a queda do do humana de tipo de maix para de que por quadro, da de vida Ceixa de US ou ao pro- enquanto é se pela de As páginas que por nu qual observar que um em meio mundo nessa rarefa. pnis pode ser de vale :dizer ele entre e o seja nu à de uma até unde é</p><p>in pela de relações we mode de no on que que é Que de de um de para a de Em cerla que de que a mesmo. daqui cada un de condução por justificativa e regras de vida aplic áveis da existência, seja no cue se refere que que (cap 111) ou aquilo que (cap. IV) Os nos de cas, para intensidade menor de mento e sermos menos infelizes, felizes nos é permitido. Bastance em desse obje è saber que designado passa de nossos próprios que podem dos justamente se ouvidos à de que Schopenhauer entende por sabedoria de da está próximo da visão estóica de as adversidades com a razão da cri- XIV</p><p>des elemento de ter sem. 1 1 e fazer sohre 14 of life menos nome de Deus uma de 51. more dos discípulos sabedoria de vida Não cedas à marcha andaz con- cla. Nesta de evitar à cata do mando, que na das vezus mais, lese fundamental de são de as positivas e, cada desejo existem pelo menos que ponto de vista É L> de de uma não pelos prazeres que E eis aqui it da desde que se evite a atração desgraças e issa serve de fato possive! de uma qualidade de em esse que é mundo. de ser sendo único Her- cules contra do mun- do. issa, longu o subre aquilo que alguém sobre de dos funte de des- quer a other alheio, narcísico que XY</p><p>de e XIX subre dess, il de ou muito menus il our de su no do para que il suspeita de il alheia Alé LITLI (III se não pion para o re. pois poderia qual cia. recusa de duelo para um trata-se, de um dos Trxda o tipo de critica é porque se investe viver mais que na consciência do valor seja. contra valer parecer vez de ser. o é uma inversão na ordere satural das pois se secondáno pelo (valor dus várius e do com consideração sobre as diferentes</p><p>loades vida, Jesde a passando triste vehice Mas de suas possui lorça e muita infelicidade. saem cura de algo que não anles, ser possivel que mais pena dores do que à quando as forças a en: como oma de que SE mais de que il é real. estado de ansiar pelos sabe-se- não de fato a deste completo um are mesmo em E se a velho, ao adquirido pra xer pela pode nessa estar seguro de as uso do luz sombra, do F. tico que o como um e sofrer (luz) E (sombra) nessa que nos conduz à grande esse nao o principal de sombra final</p><p>IS his de clu guande (1 il mode Je No were è vital. Mas de que de ( LJ - pur</p><p>1790 the par realiza L de Austre Ingla the rende un de NIX</p><p>estudos de de des Da de & em Congresse du a Europa sob San [il Farber Flegel Die and como e Schopenhauer começa lecionar em com de de passa viver em com herança 1830 Hegel: Morre Hegel Goethe unde mone in na da No- de de por uma disser subre A da xx</p><p>A n da rie de publica duas de U titulo de Feuerbach: i.4 do segunda edição de ros. Der and Marx e Engels: celer gegen and LA sagrada da 1846. Discours na França runfir e apnion repres Frankhart 1651 e primeros 1856 Nasce Freud (be Origin of Species LA es- 1860</p><p>Introdução o de mente em senudo 2 no de cluxir vida do mais estudo a instrução Id Esta por - considerada de puramente pela e madura de juizu como algo que J Desse por não medo da e. que de de modo à da humana pode ao conceito de :al existência, é como sabe, a ao baseis-se no cuja ahre o 49 volume }] de ahra Não para o de</p><p>de qual il de qur de erro or ser onal. a de do mais, não pone em caso, de o for per com à dos presentes do de Do digno de se com- que ofereço E bein nu 5 ] sua Nia utilizei predecessores que com E esta, a de que E tipo. de tolus, e, il LIS o E SET issu. J:2 es- mendo o are chegarl.</p><p>hu- mana em classes L do apenas dign que sonte ser 1 que sen mais Nessa categoria E 2) que e qualquer 3) por at sube se na amenie como ser pereles por nas delex .1 respe to em posi As que à coloccu entre ho Isso permite a delas cial s' que as provenientes 3</p><p>de n:hr ou grande répio de os de vida real de lA reside em mesmos para clade aquela Cleniens 21. de para do de :I é que ou dele e que reside o seu que do pensa:; tudo que situal mediata. as mesmos de modo diverso cada pessoa em equal ambien- caca vive diferente o li- com da de ele em que no da un depende da de por :I diversidade estas seri pohre. por exemplo. alguem inveja pelos</p><p>de que .1 you des em rica do do no vadu de no das reais. é capaz de do sua que capaz de uma menos Do o cera san- assiste LINL e algo issu nn de que cada cada plena com de o - que noma e quanto a existen- o o de à rea idade per inteiramente assum como no caso A mais bela e a unida à realidade presente de qua- bela cm tempo por ou da. cc cada um preso come à were o que ven de fo- ra de ajuda. un desempenha papel de principe. o de um</p><p>de de por nil Na de " mo ser se igual em com e Nil virla as Je for à cada o papel ser ao qual, corresponde de e Aqui was seus que segundo à que. a forms. à sto em ou menos diferenças de de madn algum elas se regulam a E a segundu papel Porque que existe e logo, à qualidade da a ser prime essencial major das vezes, de dela do que das que se pompa e as deleites, espelhadus na de são pobres a de Cervantes quando A do presence da realidade do desuno por é A somos nos Prir ela é em de a de cada as o e pode ser comparada a série de sobre lema. pode da</p><p>de. E. quais as ein que limicado que para U qual. animal de de devide do seu ser e da o homem individualidade determina de de L. miles de sua capacidade elevados cap eles san ludo que a sorte por não po- dem to para além de de humans ordinária e mein animalesca He fica dependente do da vida da de vulgares consiga não pode a daque circule mais os que na je nos dependent das faculdades disso de depende que de na das vezes, em con la que ou Mas a sone Além do mais, quando não se em sempre um</p><p>and in é em da : o de D que nos- que a melhor das passando pelo other com Jeusa do chegar LE, vida du e santu. especial, es bens saudável que e de de uma organização F le, e issu que podem Pois, o que é o que o solidão the Jar -1 R</p><p>pura que ou ser com seus e um por que de lé- que moderado se nem as Para o Jeleire de J des ados em mais do que aperas Horácio de qui en can rao em disse. ie luxo 1 venda: de Em de que ela e em as Além não esti. das à sone. e pode 9</p><p>adil seu valor chama. do de em das duas Disso que homem de ser pelo do que se n direito A ele fi- moral A esse as hens das cluas rubricas. que sán pelo uma US Uma no de que quanda no segundo para me. nos a de adquiri los; our è ao de está alcan- de poder, forme o por vida e valem as seguintes: the an dem 4 for ever se and sic no dia em que 10 a dus lei do não de mesmo.</p><p>L' A que. ( cousa a res- é qual nos for Jada. que ela nos ahar the qualquer à J vida que adequados. homem força an- E gado a se 1 1 calho ou di- não nele E. sem as forças in'elir resto da quais E cujas forças do bas que de de- vulgar que não requer, ou um corporal qual força aqui. no de não de Le que se Da decisiva de rubri- subre as duas nutras resuha, aunda, que</p><p>trabalhar pela sande pelo de- que pela de Lar tal nn sentido de que negligen- car a do Mas a 3 infelizes de formação de e. de interesse caparitar a Pnis que a ainda pode render, da das reals de sobre D nusso L pelas muitas e inevitiveis a conservação de uma posse empenhados mil vezes adquirir do que no entanto, segura- que se mans [e- licidade do que o que Assim, vemos viduos em como form- a L'ITL a Para além que para a issu, nada espirito par insensivel à qualquer Os delenes elevados. são para em viu que se a custo de pouco mas 10 de sua vida, então, como se a de dinheiro de si, aos 11</p><p>ver de apexar de com P por que de n alguém o que ha de para de Como. em a medida rem em mesmo t a que a a se semem. no tão or que ainda se cia. vazio de sua a de a pobreza de seu espi- nto os Impele a procurar que. con- siste em pessoas los se associam de hom 218) Desse juntos uma e an que de em em diversões de e, final- A fonte dessa funesta. que, periodu faz com que de familia, que is ricos na vida. esba- sua grande na verdade da E de pobre, enviado ao esforça-se em para a queria receber do o que procura com o des Mas, 2 por fun. :1 exterior Não das duas subre os beris du vida Pois o valoe da 14</p><p>posse t que requer Mesmo a rubrica. rem qualidade consiste des outros No cada with de à born à os que servem ao E so um reduzidu. No considerada bem e a como o bem mais refina- do que o pode n veincino dos Ao apenas us a à A de resto, awação reciproca; na medida CITI que o [vales o que de correto, a vel em as vezes ajudu aquisição de posses. de</p><p>Daquilo que e geral que que is para felicidade du que que ou saber e c. por que em In- por pacte tinge cada de as e viduo em lugar. apenas a mesmo já vale para ns e mais issu, a com ela, por be Pa- frui ein se è de os são come de fel. quanto no 06 yes de menos saber que e na du que o o de sob que e si au à personalidade para 1 seu Todo o seu</p><p>pode ser o t do modo E la us a consciência permanente jar de ou menos à Toco de de ser Pur to (New est. natureza não Nissu fato de que nos chega do do que caiba pode mas a pria um caráler feliz, e um corpo e saudável - in corpore |mente em - san o que ha de e mais para a por isso. to na de e Mas, de que nos mus felizes é essa per per da du de</p><p>, qualidade a de modo Quem alegre razio de 1 de sec can qualquer outro de, não nada. Se E + julgar se é for è indiferen- velho, au ou é N1 certa e - uma observação mas que não pude sua per mais que o de um jovialidade. sempre que aparecer. cla chega en em de cas veres a por que mos estar contentes Ou que ela nos ein ponderações e que elas condição: em 1 jovia- " Quan ACT du dai - que G de da du de al GO a IN 17</p><p>é ganbo mneda de perque no é mais para seres forma um presente As a de- se bem a ceno a rada menus que rique- do Nas classes de sobretudo entre os que a os s' P nas classes neas e ns Por de nos para conservar elevado de saúde, de cuja a Os para atingir objerivo como evilar excesso rada movimento de e de grande ou de rápidos ao e medidas Sem e saudável Todos processos ra 1u das partes quanto dizia com b lA vida consiste cm movimento sua cial (De 5, 2). Em anterior do impers um movimento incessante coração. em complicada dupla de do Com suas 14</p><p>tudo volume pela sequena e grande. o como pens- as e mesmu U um cada cada Se houver uma quase do movimento de vida de nasrezi E a puis até o quer ser apoiado pelo em que deixar transparecer nada enquanto uma án res, para ser pelo Para ranro vale regra que ser expressa modo mais em gis mais Para quanto A depende da dn e de é preciso a impressão que as cm desaóde E vigue aquela eles quando a dei- e que nos ou infelixes que sán e mas que para em nussa É o que bonu- NON seal de que homeos as colsas, mas a Em geral, 9/10 de exclusivamente</p><p>sobre de Au hem sew qual air- do do do e ndo é late de as rem antes de qua quer de saúde a sande de elemento humana. cunta resulta 2 pelo for: sem falar da deve-se rudo mais a a essencial para esta depende apenas primeira, perfeitz saúde pode-se c disposição funda- asso reside sem na indole por dn organismo, e especial menie na relação mais cu 1 sensi- a e de reprodução da di been porque um de de que todos superiores sio os homens que sejá na politica, na</p><p>- à que Cicero no seu relato 331. à da peare descrever de form time such Though the be A narureza seu que com seus como de simples de E Que que jure que o e mercador # É a que com as Ide e [de pode ser à em para em quais ainda leva quase ao desespero E mesmo a para as costuma for- to aquela para as vice Com 2L</p><p>" se de nove said No o compensa nesse to. sombrios geral de ein rears que ve ludu negru. o precauções empresa perspectivas No Ju do aparellio labora com po- de grau un continuo o fastio il alé Nox é de cidido devido 70 que em Isia e que vezes à do < de visia o seu de lula de ele Esquaral</p><p>de acordo crim o e calvez mois pelo a quando a Jus ou proxima os terrores da more A de nil intensidade do que cm relação 3 major esa for menor ser mo- Ao quanto for a que sustema. mas grive de ser o que provoca suicidio Em com gradações de casos os dois a G ongina do partir do da ina- do é a de fundamentos A a não de to para de impressão que causa os ainda é de para o sexo A carta de que, conquism Por a especial, us versus de Nao deve excelences Que adquire</p><p>humana Observe names de que for le Irara entre do rum ou un ou a ; em & e com classe inferior numa la e per realmente bascia-se no de en u:- versa à para que rada pela das suas à do en geral, à de qualidades que menos dores e de qualquer Per dessa aquela estampada de que se trai por sempre a d= peb pelo</p><p>do in verdadeira du sempre a espirito .1 de e à e con de E dessa que origina reunines, que à Nada presenta desse desvio quanto de espirito. quanto mais da para a A o do e ex- E .1 de do por mater da da passio de e unia sensi- elevada em das doces e mesmo uma a de 00 de simples de Ludo 1 de as pela representações que guardadas as vale para</p><p>que major Pnr de da outra objective ponanto à as contra de relação qual susce- o à de dor, vicla mudesta e após que de c. no grande espin- to a Pois, mais precise do exterior e ser a eminência do espirito se cualidade da sociedade ser vale- à river no grande mas empilhades não dão o procurará in a qualquer acomodara de ndc a ser de na cada entregue a mo, se o que sch à o fardo de sua mais talen- e pensamentos que</p><p>de Jesus, de A do é que que mais for de em vulgar no de. nau se da esculha Os mais de homens ser san eles em in- decididamente Segundo America Nurte publicados de outubro de 1837). as es escravos, se um grande número apertados no espaço pois não que ver T com n mas para de nn other J ou pelo de que J de homem de homen por on</p><p>Em pur o deleite de L' o e de que no P No o que da dus cuc não deleites para campleta :Jr é il do: do de 75; As das A pela as provém de fato de que o para contade para serem evados fulga pais si resulta- dn una estagnação de as no - Para nos a meramente P à com de assim bem por o que de relação aos reais rais, cases são o compara du seu e de Tais us de e para A sua o de tudo o</p><p>the line è ein de social. ele seu valor a de de dos No para não injusto aqui. on ir que pa- ou seja. que ele seria um para e des na en que empregar com Jadas delas o proveito possivel; com fim. se .1 15 alegna are ELIL pur U jogo de le. espirito do jogo em de ele pussui de todas in : Mas de proceder no go vida e, che- mesmo contendas E que em man como algo desde que adini- 1 vida a dia. come que a Hur ou. o tru- IC da de cada que apenas individuo de seu que em algo de probo, para nada rende de de constitui um fardo</p><p>l'or que do mais é :I aqueza de ou SLU que depen subs- para do se en que para li- no final cada se de o que de geral If Poesa III P. que as à diz place Our are or The no o mais for assim por mesmo as fonies de mais sera Com o or dos 7</p><p>dade que se de au fa- save. que a Na velhice nos prazur das prazer da 1 es amigus nos levados pela quando, mais do saber o que se conservari por idade ISSO é E permanece 1 e qualquer parte do nio muno 1 a e a dor D preen E sao pelo de impera no mundo e mas E homens são cal que rem muire em su an de Naral, E em meio a in da de Por e especial, sobre por que ser da same a da raigha da com que época ha anos de ensaio e a de ce is de condition sr</p><p>Jick de : for para per que 1 o Aquele U favor da e do coube sone que AS independence o Ele de born gode modera- conto mais dos Por isso, favores e não J ou Se se fará como 1 Mecenas 7). gran- de perder para ou parte sua em de pompa, lez 2 com para o A de felicidade humana se da , que dr 5 32</p>