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<p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 1/12</p><p>História do Jornalismo</p><p>Aula 1 - Jornalismo pré-industrial</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Você já re�etiu que o que está escrito nos jornais e exibido nos telejornais pode ser tomado como fonte e objeto da</p><p>História e como elemento de reordenação da cultura e da política na construção das sociedades contemporâneas?</p><p>O convite que fazemos agora é, a partir de uma visão panorâmica, levá-lo a conhecer a evolução geral e as</p><p>particularidades do Jornalismo, em especial o brasileiro, destacando os principais fatos que formam a História do</p><p>Jornalismo, de modo a descobrir como eles formatam a produção contemporânea nas redações dos jornais, emissoras</p><p>de rádio e TV, e portais e sites informativos da internet.</p><p>Nesta aula, conheceremos as principais correntes acadêmicas dedicadas ao estudo da História do Jornalismo.</p><p>Trataremos dos principais fatos e características que marcam o jornalismo chamado de Pré-industrial, por ser ainda</p><p>artesanal e de alcance limitado. Elencaremos as condições históricas que propiciaram a invenção da imprensa de massa</p><p>a partir do ano de 1439, pelo alemão Johannes Gutenberg.</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 2/12</p><p>OBJETIVOS</p><p>Examinar as principais correntes acadêmicas dedicadas ao estudo da História do Jornalismo.</p><p>Conhecer os principais fatos e as características que marcam o Jornalismo pré-industrial.</p><p>Elencar as condições históricas que propiciaram o nascimento da imprensa de massa, em 1439, por Johannes Gutenberg.</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 3/12</p><p>Antes de tudo, uma questão: O Jornalismo no Twitter é novidade ou dado histórico? Responda após assistir ao vídeo</p><p>História do Jornalismo:</p><p>VÍDEO</p><p>Resposta Correta</p><p>O estudo da História do Jornalismo</p><p>Na segunda metade do século XX, as sociedades encararam crescente descrença em relação ao racionalismo cientí�co e</p><p>suas possibilidades de condução e de controle do homem e do processo histórico.</p><p>Como consequência do �m de alguns regimes totalitários, como a ditadura militar brasileira (1964-1985), as sociedades</p><p>voltaram-se para encontrar segurança e certezas no passado, antes projetadas para o futuro.</p><p>Uma das principais pesquisadoras brasileiras da História do Jornalismo, a professora Marialva Barbosa, lista três</p><p>caminhos para se observar a História do Jornalismo:</p><p>PRIMEIRO TIPO DE ABORDAGEM</p><p>Destaca as relações entre imprensa e política como eixo central, sendo momento relevante para as análises que se seguem à</p><p>Imprensa Moderna, o que se dá no “encontro” entre a Revolução Francesa (1789-1799) e o Jornalismo político.</p><p>Capa do Jornal de Paris em Plena Revolução Francesa:</p><p>Fonte: Dictionnaire des Journaux et Gazettes</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 4/12</p><p>SEGUNDO TIPO DE ABORDAGEM</p><p>Associa a comunicação e o Jornalismo às chamadas histórias culturais, no qual o surgimento do folhetim (1840) é o momento</p><p>inaugural ao ser concebido como gênero destinado a um público de massa recém alfabetizado. A partir desse ponto, se compreende</p><p>a importância do Rádio (e da radionovela) e da Televisão (e da telenovela) para história do Jornalismo.</p><p>Revista do Rádio, de 22 Julho 1952, no auge da popularidade da Radionovela O Direito de Nascer:</p><p>Fonte: Hemeroteca digital da Biblioteca Nacional</p><p>TERCEIRO TIPO DE ABORDAGEM</p><p>Há quem desloque o foco da história da comunicação e do Jornalismo para as mutações possibilitadas pelas tecnologias, e sua</p><p>in�uência sobre o sujeito histórico e social.</p><p>A publicação da notícia pelo jornal Estado de São Paulo sobre a estreia do grupo de comunicação na rede dá uma ideia da inovação</p><p>que era no ano de 1995:</p><p>Fonte: acervo do grupo Estado de São Paulo</p><p>No contexto do primeiro e do terceiro tipos de abordagem, cabe recorrer ao pesquisador José Marques de Melo, em sua</p><p>obra referencial História do Jornalismo para apontar um outro grupo de pressupostos para nossos estudos.</p><p>No mundo, a maior parte dos pesquisadores atrela a História do Jornalismo a quatro nações:</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 5/12</p><p>Ao fazer essa escolha, associam cada uma dessas nações aos caminhos descritos por Marialva Barbosa. Em nossas</p><p>aulas, partiremos da hegemonia dessas nações em alguns momentos mais relevantes da História do Jornalismo, mas</p><p>sempre olhando para o Jornalismo no Brasil, que ora de forma subalterna e ora de forma inovadora e vanguardista, deve</p><p>ser percebido de forma clara de modo a formar pro�ssionais críticos.</p><p>Partimos agora do olhar que mescla as ideias segundo as quais:</p><p>IDADE ANTIGA</p><p>A História do Jornalismo tem início no Império Romano, com o jornal Acta Diurna, gazeta criada pelo lendário imperador</p><p>Júlio César. Esculpido em suporte rígido e de forma manual (tecnologia primária e artesanal) e exibido em praça pública</p><p>(distribuição de alcance restrito).</p><p>O pioneiro jornal era símbolo de imposição e intimidação política do estado autoritário dentro do chamado Jornalismo</p><p>pré-industrial, também chamado por alguns autores de pré-jornalismo.</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 6/12</p><p>Acta Diurna: o primeiro jornal do mundo apareceu em 131 a.C.</p><p>Fonte: DURANT, Will. The Story of Civilization 3, Caesar and Christ.</p><p>New York: Simon & Schuster, 1972, 672 p.</p><p>VOCÊ SABIA?</p><p>O primeiro proto-jornal trazia registros públicos do Império Romano, informando os cidadãos letrados, minoria dirigente,</p><p>os acontecimentos políticos e sociais na Roma antiga. Notícias de eventos como vitórias militares, lutas de gladiadores e</p><p>outros jogos, nascimentos e mortes e até mesmo histórias de interesse humano foram inscritos em metal ou pedra e</p><p>a�xados em áreas com tráfego pesado a pé, como o Fórum Romano, em que cidadãos livres se reuniram para discutir</p><p>ideias, Filoso�a e política. Infelizmente, nenhuma cópia intacta do Acta Diurna sobreviveu até os dias atuais.</p><p>Às vezes, escribas faziam cópias do Acta e as enviavam aos governadores provinciais para obter informações.</p><p>Posteriormente, os imperadores os usaram para anunciar decretos reais ou senatoriais e eventos da corte. Tácito, um</p><p>senador e historiador do Império Romano e Suetônio, historiador romano da Ordem Equestre, usou as edições do Acta</p><p>Diurna como fontes de informação sobre os primeiros imperadores do império em suas histórias de Roma. Ou seja, desde</p><p>os primóridios, os jornais são considerados fontes de informação dos historiadores, por trazerem um olhar referencial,</p><p>não único ou totalmente isento e imparcial, sobre fatos políticos, sociais e culturais.</p><p>Para poder escrever a Acta Diurna, surgiram os primeiros pro�ssionais de Jornalismo do mundo, os chamados Correspondentes</p><p>Imperiais. Eles foram enviados para todas as regiões e províncias Romanas para acompanhar e escrever as notícias. Apesar de</p><p>inaugurar o conceito e o formato geral dos jornais e do Jornalismo modernos, a Acta Diurna tinha algumas curiosidades:</p><p>O Acta Diurna insere-se no chamado Jornalismo pré-industrial ou artesanal, o que na de�nição de Larrosa-Fuentes (2014) se</p><p>caracteriza pela produção sem nenhuma divisão de trabalho, como passaria a ocorrer nos modelos de produção dos séculos XX e</p><p>XXI.</p><p>No esquema de produção, não havia a �gura de diretores, editor ou repórter. As publicações no pré-industrial circulavam de forma</p><p>intermitente. Já o �nanciamento, na maioria das vezes ligado a governos, ditava sua linha editorial, favorável ao �nanciador.</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 7/12</p><p>Atenção</p><p>, No Brasil, a impressão de jornais foi proibida durante todo o período Colonial. Com isso, o Jornalismo feito no Brasil �cou, até o</p><p>início do século XIX, imerso no período</p><p>pré-industrial, ou pré-Jornalismo, com informações passadas majoritariamente de forma oral</p><p>e conteúdo fortemente censurado pelas autoridades., , Cabe pontuar que essas características do Jornalismo pré-industrial</p><p>(circulação restrita, produção pouco pro�ssional e conteúdo subordinado a grupos políticos e/ou econômicos) ainda pode ser</p><p>encontrada em alguns países do mundo e cidades brasileiras afastadas dos grandes centros urbanos. Saiba mais lendo o artigo de</p><p>pesquisadores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR), clicando aqui (galeria/aula1/docs/Aula_1_chacina_de_Carambei.pdf).</p><p>ORALIDADE E CENSURA RELIGIOSA NO JORNALISMO DA IDADE MÉDIA</p><p>No Período Feudal, os responsáveis pela transmissão das notícias eram os trovadores, poetas europeus entre os séculos</p><p>IX e XII, que passavam as informações por meio de versos cantados.</p><p>Desse modo, a oralidade se apresentou como importante meio de transmissão de informação jornalística, neste caso,</p><p>atrelada a senhores feudais que buscavam impedir a transmissão de informações fora de seu controle e de sua vontade.</p><p>Fonte: //cultura.culturamix.com/curiosidades/o-que-sao-trovadores</p><p>O poder da Igreja Católica Romana impunha censura forte a conteúdos informativos ou didáticos contrários ao interesse</p><p>de religioso. Quem burlava essas restrições era considerado herege (glossário) e punido até com a morte.</p><p>O clima de opressão desse período pode ser conferido no livro O Nome da Rosa, do escritor italiano Umberto Eco, que foi</p><p>lançado em 1980 e se tornou conhecido mundialmente após sua versão para o cinema.</p><p>Con�ra trecho crucial do �lme O Nome da Rosa, caso não deseje assisti-lo na íntegra.</p><p>VÍDEO</p><p>Fonte:</p><p>https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/GON857/galeria/aula1/docs/Aula_1_chacina_de_Carambei.pdf</p><p>https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/GON857/galeria/aula1/docs/Aula_1_chacina_de_Carambei.pdf</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 8/12</p><p>Foi apenas a partir do século XV (1401 a 1500), com as Grandes Navegações e o Renascimento comercial e cultural, junto</p><p>com as práticas econômicas mercantilistas, que ocorreu a expansão na formação das Nações Estados na Europa e as</p><p>notícias passaram para um nível internacional.</p><p>O novo material abriu caminho para uma produção, ainda artesanal, de maior número de livros, que se tornaram práticos</p><p>para manusear e muito mais baratos.</p><p>Já existiam a gravura em pedra e a cópia manual, como o Acta Diurna. Surgiu, então, a xilogra�a (glossário), praticada</p><p>principalmente na China e, depois, na Coreia e no Japão do século VII. Os orientais usavam uma prancha de madeira para</p><p>gravar imagens e textos, que podiam ser reproduzidos por estampagem.</p><p>A técnica foi aperfeiçoada no século XI, com ensaios de impressão por meio de caracteres móveis, só que de terracota</p><p>(glossário).</p><p>Problema: Esses proto-impressos não podiam ser reutilizados, o que tornava o sistema caro e trabalhoso.</p><p>Xilogravuras do século XVI ilustrando a produção da xilogravura. No primeiro: Esboçando a gravura. Segundo: Usando um</p><p>buril para cavar o bloco de madeira que receberá a tinta.</p><p>Entre 1041 e 1048, os caracteres foram aprimorados pelo chinês Bi Sheng, ferreiro e alquimista. Entretanto, o custo</p><p>elevado e a necessidade de mão de obra numerosa continuaram a atrapalhar o desenvolvimento dessa forma de imprimir.</p><p>Quase 200 anos depois, a Coreia tomou a dianteira no processo, já com incentivo público. Os caracteres móveis metálicos</p><p>se disseminaram e, em 1377, foi publicado o primeiro livro impresso nesse padrão.</p><p>Diferentemente dos demais países, o governo coreano seguiu atento ao potencial da prensa. No século XV, o rei coreano</p><p>Htai-Tjong investiu pesadamente na ideia e promulgou um decreto cujo texto é uma homenagem à informação:</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 9/12</p><p>Tjong talvez não soubesse, na época, quanto estava certo.</p><p>Atenção</p><p>, Os europeus simplesmente não se interessaram pela revolução em curso na Ásia. Tomaram conhecimento das novas técnicas por</p><p>meio de impressos, trazidos por mercadores. Nem mesmo Marco Polo, tão encantado com o dinheiro-papel que observou na China,</p><p>chegou a buscar mais informações sobre sua impressão feita com pranchas gravadas., , Nesse ponto, tem papel relevante o alemão</p><p>Gutenberg que, na verdade, aperfeiçoou a arte asiática. Ele desenvolveu os caracteres móveis de chumbo, que podiam ser utilizados</p><p>inde�nidamente, além de uma nova tinta de impressão e a prensa de imprimir em papel., , Saiba mais lendo o artigo 1000 anos antes</p><p>de Gutenberg do bibliotecário e pesquisador português António Eugénio Maia do Amaral. Clique aqui</p><p>(galeria/aula1/docs/1000_anos_gutemberg.pdf).</p><p>Por sua enorme contribuição, Gutenberg pode ser chamado de pai da tipogra�a moderna. O primeiro fruto de seu trabalho</p><p>foi uma bíblia impressa na cidade alemã Mogúncia, entre 1425 e 1456. Foi o primeiro livro produzido na Europa com a</p><p>ajuda de caracteres móveis, e tiragem de 180 exemplares. Ainda existem 48 conservados, em museus e bibliotecas</p><p>mundo afora. A Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, possui dois exemplares da Bíblia de Mogúncia.</p><p>A prensa de Gutenberg revolucionaria o Jornalismo pré-industrial que, a partir de então, iria perdendo, aos poucos, seu</p><p>caráter artesanal e sua circulação restrita.</p><p>A Bíblia de Gutenberg. Osugi / Shutterstock.com</p><p>Assista ao vídeo Johannes Gutenberg e a Máquina de Impressão, detalhando os antecedentes para prensa de Gutenberg.</p><p>Ele é importante para completar o que estudamos, e será também muito importante para seus estudos futuros, quando,</p><p>por exemplo, você cursar a disciplina Planejamento Grá�co e Editorial.</p><p>VÍDEO</p><p>ATIVIDADES</p><p>Questão 1: Prova: EsFCEx - 2011 - EsFCEx</p><p>Analisando o contexto da revolução provocada pelo surgimento da impressão grá�ca, com o uso de tipos móveis,</p><p>inventados por Gutenberg, no século XV, podemos elencar dados característicos desta revolução. Analise as a�rmativas a</p><p>seguir, colocando entre parênteses a letra “ V” , quando se tratar de a�rmativa verdadeira, e a letra “ F” , quando se tratar</p><p>de a�rmativa falsa e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.</p><p>https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/GON857/galeria/aula1/docs/1000_anos_gutemberg.pdf</p><p>https://stecine.azureedge.net/webaula/estacio/GON857/galeria/aula1/docs/1000_anos_gutemberg.pdf</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 10/12</p><p>( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão grá�ca não é fator independente, relacionado apenas ao</p><p>aprimoramento da tecnologia, mas necessita de condições sociais e culturais favoráveis à sua disseminação.</p><p>( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão grá�ca, ao padronizar os textos, colocou em circulação visões</p><p>uniformes da realidade, estabilizando as relações humanas e sociais.</p><p>( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão grá�ca preservou o conhecimento, antes restrito à circulação</p><p>�uida de manuscritos e da comunicação oral.</p><p>( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão grá�ca funcionou mais como um catalisador das mudanças,</p><p>mas não constitui o fator que originou as mudanças.</p><p>( ) A revolução provocada pelo surgimento da impressão grá�ca, ao colocar crescentes e diferentes textos em circulação,</p><p>propiciou a crítica às autoridades, favorecendo a divulgação de visões diferenciadas sobre um mesmo assunto.</p><p>V – F – V – V – V</p><p>V – V – V – V – V</p><p>V – V – F – F – F</p><p>F – F – V – V – V</p><p>V– F – V – V – F</p><p>Justi�cativa</p><p>Questão 2: Prova EBC – 2011 Banca: CESPE (Questão adaptada)</p><p>Dado o seu caráter pan�etário, as primeiras gazetas da história, que se ocupavam em tão-somente transmitir, em muitos</p><p>casos, as versões que os reis encomendavam para os fatos, não fazem parte da história do Jornalismo.</p><p>Certo, porque a história do Jornalismo começa só com a invenção da prensa.</p><p>Errado, porque a história do Jornalismo começa antes</p><p>da invenção da prensa.</p><p>Certo, porque as primeiras gazetas da história do Jornalismo eram livres e independentes e não pan�etárias como foi dito acima.</p><p>Certo, porque a história do Jornalismo começa apenas após expansão comercial.</p><p>Nenhuma das repostas anteriores.</p><p>Justi�cativa</p><p>Questão 3: Prova COVEST-COPSET – 2014 Banca: UFPE</p><p>Analise o seguinte trecho: “Todo jornalista é um contador de histórias. E só sabe contar uma história aquele que consegue</p><p>ouvi-la.” Nessa a�rmação, subjaz a ideia de que:</p><p>Há grandes lacunas na preparação acadêmica dos pro�ssionais que planejam atuar no mercado da notícia.</p><p>A atividade do jornalismo atual passa por momentos de séria crise e apreensão, sem muita perspectiva de solução.</p><p>A linguagem é uma atividade de “mão dupla”, interativa, portanto, pelo que os interlocutores se completam.</p><p>Não compete ao pro�ssional do jornalismo deixar transparecer seus próprios juízos ou suas próprias opiniões.</p><p>A sobrevivência da notícia, um dos produtos mais nobres do mundo, corre perigo de apagar-se ou perder sua dignidade.</p><p>Justi�cativa</p><p>Questão 4: Prova IF-PA – 2016 Banca: FUNRIO</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 11/12</p><p>A invenção da tipogra�a, na Mogúncia, que promoveu a aparição do primeiro livro impresso no Ocidente e sua evolução,</p><p>de uma fase artesanal para a produção em série, é atribuída a:</p><p>Assurbanípal.</p><p>Ramsés II.</p><p>Aristóteles.</p><p>Gutenberg.</p><p>McLuhan.</p><p>Justi�cativa</p><p>Questão 5: Prova: ANA – 2009 Banca: ESAF</p><p>Johann Gutenberg desenvolveu na Europa o primeiro método que permitiu que textos escritos pudessem ser impressos</p><p>com rapidez, precisão e em larga escala. Para isso, utilizou tipos móveis e prensa, combinando todos os elementos da</p><p>impressão em um e�ciente sistema de produção. Avalie a seguir o item correto.</p><p>Gutenberg era austríaco e, quando desenvolveu a imprensa no século XIV, os tipos móveis já haviam sido inventados na China.</p><p>Gutenberg era alemão e, quando desenvolveu a imprensa no século XV, os tipos móveis já haviam sido inventados no Japão.</p><p>Gutenberg era italiano e, quando desenvolveu na imprensa no século XIV, os tipos móveis já haviam sido inventados no Japão.</p><p>Gutenberg era alemão e, quando desenvolveu a imprensa no século XV, os tipos móveis já haviam sido inventados no Oriente.</p><p>Gutenberg era alemão e, quando desenvolveu a imprensa no século XV, os tipos móveis e os jornais já eram uma realidade na</p><p>China.</p><p>Justi�cativa</p><p>23/10/2023, 08:26 Disciplina Portal</p><p>https://estudante.estacio.br/disciplinas/estacio_11457299/temas/1/conteudos/1 12/12</p><p>Glossário</p><p>HEREGE</p><p>É o nome dado ao indivíduo que professa uma heresia, ou seja, que questiona certas crenças estabelecidas por uma determinada</p><p>religião. É a pessoa que é contrária aos dogmas de uma determinada religião ou seita.</p><p>XILOGRAVURA</p><p>Também chamada de xilogra�a, signi�ca gravura em madeira. É uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um</p><p>pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta</p><p>para pintar a parte em relevo do desenho.</p><p>TERRACOTA</p><p>Material rígido constituído por argila cozida no forno.</p>