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<p>Transporte Aéreo: vantagens e</p><p>desvantagens</p><p>Apresentação</p><p>Apesar de o transporte aéreo ser uma alternativa rápida para a grande dimensão territorial do país,</p><p>o modal ocupa o último lugar na matriz de transportes de cargas no Brasil, com apenas 0,4% de</p><p>participação. Embora esse modal seja o mais rápido, é também o mais caro.</p><p>Ao longo desta Unidade de Aprendizagem, você irá conhecer as principais características do</p><p>transporte aéreo e que configuram suas vantagens e suas desvantagens.</p><p>Bons estudos.</p><p>Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:</p><p>Descrever as principais características que definem o transporte aéreo.•</p><p>Elencar as vantagens e desvantagens do transporte aéreo.•</p><p>Analisar a rede de transporte aéreo no Brasil.•</p><p>Desafio</p><p>O Brasil é um país de grande extensão continental e, nesse sentido, o transporte aéreo constitui</p><p>uma solução logística de alta velocidade para vencer as grandes distâncias. Ainda assim, esse modal,</p><p>embora com a participação de 10,7% do valor da carga transportada em importações e</p><p>exportações, ocupa o último lugar na matriz de transportes, com 0,4%.</p><p>Apesar disso, é previsto que a matriz de transportes, aos poucos, vá atribuindo maior participação a</p><p>esse modal, como é possível acompanhar no gráfico.</p><p>Como especialista em transportes, você precisa estar atento aos fatores que influenciam o</p><p>desenvolvimento de cada modal. Por isso, identifique e descreva no mínimo DOIS empecilhos para</p><p>o desenvolvimento do transporte aéreo de carga no Brasil.</p><p>Infográfico</p><p>No Infográfico a seguir, você vai conferir as principais vantagens e desvantagens do transporte</p><p>aéreo de carga.</p><p>Conteúdo do livro</p><p>No capítulo Transporte aéreo: vantagens e desvantagens, você vai estudar sobre os prós e contras</p><p>do transporte aéreo. Inicie a leitura na seção Características do modal e siga até Rede de</p><p>Transporte aéreo no Brasil.</p><p>Boa leitura!</p><p>Conteúdo:</p><p>SISTEMAS DE</p><p>TRANSPORTES</p><p>MODAIS</p><p>Tânia Batistela</p><p>Torres</p><p>Transporte aéreo: vantagens e</p><p>desvantagens</p><p>Objetivos de aprendizagem</p><p>Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:</p><p>� Descrever as principais características que definem o transporte</p><p>aéreo.</p><p>� Elencar as vantagens e desvantagens do transporte aéreo.</p><p>� Analisar a rede de transporte aéreo no Brasil.</p><p>Introdução</p><p>Apesar do transporte aéreo ser uma alterativa rápida para a grande</p><p>dimensão territorial do país, o modal ocupa o último lugar na matriz</p><p>de transportes de cargas no Brasil, com apenas 0,4% de participação.</p><p>Embora esse modal seja o mais rápido, é também o mais caro (RO-</p><p>DRIGUES, 2008). Ao longo desse texto, você irá conhecer as principais</p><p>características do transporte aéreo, e que configuram suas vantagens</p><p>e suas desvantagens.</p><p>Características do modal</p><p>Esse modal é direcionado, principalmente, ao transporte de alimentícios e</p><p>outros bens perecíveis, além de animais e plantas (RODRIGUES, 2008).</p><p>Também é muito aplicado no transporte de carga de alto valor unitário, como</p><p>eletrônicos, joias e moda (RIBEIRO; FERREIRA, 2002). Isso se deve às</p><p>fortes restrições de peso e dimensão impostas pelas aeronaves, além dos altos</p><p>custos de frete, fazendo com que esse modal, não seja uma alternativa, por</p><p>exemplo, para commodities.</p><p>O transporte aéreo apresenta-se em três formas principais de serviços (RO-</p><p>DRIGUES, 2008):</p><p>� Serviços regulares: são as linhas nacionais ou internacionais que</p><p>atendem os passageiros e as cargas com frequência previamente esta-</p><p>belecida.</p><p>� Serviços regionais: são as linhas nacionais que atendem passageiros e</p><p>as cargas em rotas para cidades de médio e pequeno porte.</p><p>� Serviços gerais: são as linhas que atendem os demais serviços, que são</p><p>realizados por aeronaves de pequeno porte. São exemplos de serviços</p><p>gerais atividades de táxi-aéreo, publicidade, aerofotogrametria e pulve-</p><p>rização sobre plantações.</p><p>Os voos regulares brasileiros diferem dos não regulares, principalmente,</p><p>pela existência de HOTRAN (INFRAERO, 2016a). O horário de transporte, ou</p><p>HOTRAN, é o pedido de voo realizado pelas companhias à Agência Nacional</p><p>da Aviação Civil (ANAC) que, após analisar as capacidades de infraestrutura</p><p>aeroportuária e de espaço aéreo, inclui o voo oficialmente na lista vigente para</p><p>que esse passe a ser operado (ANAC, 2017).</p><p>Para compreender o transporte de carga pelo modal, é necessário concei-</p><p>tuar carga aérea e carga comercial. Enquanto a carga comercial é transportada</p><p>pelos Terminais de Logística de Carga da rede Infraero (TECAs), a carga aérea</p><p>é a carga operacional, que é a carga constituída nos porões das aeronaves (IN-</p><p>FRAERO, 2016a). Essa divisão ocorre porque, no Brasil, a carga doméstica é</p><p>tratada pelas companhias aéreas e a carga internacional (principalmente as</p><p>importações) é tratada nos TECAs (GOLDNER, 2012). Além de carga aérea e</p><p>carga comercial, no Brasil, o modal também transporta mala postal por meio</p><p>dos correios.</p><p>No país, são transportados, tipicamente, sete tipos principais de cargas</p><p>(ALVES, 2012):</p><p>� Carga normal: itens ou lotes com peso de até 1000 quilogramas, po-</p><p>dendo ser armazenados em porta-pallets ou racks. Não requerem pro-</p><p>cedimentos ou cuidados específicos no manuseio ou armazenamento.</p><p>� Carga perecível: é sujeita à deterioração, pode ou não necessitar de</p><p>armazenamento especial.</p><p>� Carga de grande urgência: tipicamente associada à emergência médica.</p><p>� Carga de alto valor: alto valor comercial, podendo ser artificial ou na-</p><p>tural e variar de volume. Pode, ou não, necessitar de armazenamento</p><p>em cofres.</p><p>� Carga viva: se trata de animais vivos, necessitando de instalações es-</p><p>pecíficas.</p><p>� Carga restrita: tipicamente armas e explosivos. Sofrem restrição de im-</p><p>portação e exportação, sujeitas à legislação.</p><p>� Cargas perigosas: são tipicamente gases, materiais inflamáveis ou ra-</p><p>dioativos. Por serem substâncias que conferem riscos à saúde, à segu-</p><p>rança e à propriedade, requerem cuidados específicos de manuseio e</p><p>armazenagem.</p><p>Fique atento</p><p>Você sabe o que é UCT? Também conhecida como WLU (Work Load Unit), a UCT</p><p>(Unidade de Carga de Trabalho) equivale a um passageiro ou a 100 quilogramas de</p><p>carga de porão (aérea e correios) e adotada para comparar e ranquear aeroportos</p><p>com diferentes características (INFRAERO, 2016a).</p><p>Vantagens e desvantagens do transporte aéreo</p><p>O transporte aéreo tem por principais vantagens (RODRIGUES, 2008):</p><p>� Rede diversificada de aeroportos: os aeroportos são dispostos, tipica-</p><p>mente, no entorno de grandes metrópoles.</p><p>� Velocidade: dentre as características operacionais, a velocidade é a</p><p>principal vantagem do transporte aéreo, seguida pela disponibilidade e</p><p>frequência do serviço. É importante ressaltar que a confiabilidade e a</p><p>disponibilidade do serviço são boas em condições padrão. Especifica-</p><p>mente sobre a confiabilidade, o serviço aéreo é suscetível às condições</p><p>climáticas, de congestionamento de tráfego aéreo e mecânicas, fazendo</p><p>com que o modal seja o menos confiável (BALLOU, 2009). O Quadro</p><p>1 demonstra a comparação dos aspectos operacionais entre os modais,</p><p>indicando o menor valor em cada característica para o modal que apre-</p><p>senta melhor desempenho na respectiva característica.</p><p>Características Aéreo Ferroviária Rodoviária Aquário Dutoviário</p><p>Velocidade 1 3 2 4 5</p><p>Disponibilidade 3 2 1 4 5</p><p>Frequência 3 4 2 5 1</p><p>Capacidade 4 2 3 1 5</p><p>Confiabilidade 5 3 2 4 1</p><p>� Competitividade: com a crescente frequência de voos, o modal tem</p><p>incremento de competitividade diante dos demais. Nesse sentido, des-</p><p>taca-se o uso de aeronaves que compartilham o transporte de cargas</p><p>e passageiros e viabilizam mais opções de rotas para ambos os trans-</p><p>portes.</p><p>� Mecanização da movimentação de carga: o uso de equipamentos como</p><p>transelevadores, transportadores automatizados, dollys, empilhadeiras,</p><p>rebocadores e autocarrinhos contribui para a padronização dos pro-</p><p>cessos de movimentação de carga e para a redução do risco de avarias.</p><p>� Acessa regiões inacessíveis: a estrutura de apoio do transporte</p><p>aéreo</p><p>espalha-se de forma não linear pelo território – diferentemente dos</p><p>modos ferroviários e rodoviários – de forma que relevo ou caracterís-</p><p>ticas ambientais não constituem dificuldades para implantação de rotas</p><p>(IPEA, 2010).</p><p>O transporte aéreo tem por principais desvantagens (RODRIGUES, 2008):</p><p>� Limitação de capacidade e de cargas: essa desvantagem é diretamente</p><p>associada à tecnologia das aeronaves. Nesse sentido, o desenvolvi-</p><p>mento de aeronaves com capacidade maior, objetivando o incentivo ao</p><p>transporte de carga aéreo, pode reduzir os impactos dessa desvantagem</p><p>no modal.</p><p>� Alto custo: o alto custo do modal é associado, às diversas tarifas que</p><p>incidem sobre o modal, além dos altos custos de combustíveis. As</p><p>empresas brasileiras estimam que os custos de combustíveis podem</p><p>chegar a 38% dos custos de frota (ABEAR).</p><p>� Restrição a cargas perigosas: essa restrição é mundial e estabelecida</p><p>pela International Air Transport Association (IATA) que estabelece:</p><p>“As mercadorias perigosas são artigos ou substâncias que, quando são</p><p>transportadas por avião, podem gerar risco para a saúde, a segurança</p><p>ou a propriedade”. Quando aceitas, as mercadorias perigosas são ma-</p><p>nuseadas por equipe treinada (TAMCargo, 2017)</p><p>Fique atento</p><p>Apesar dos altos custos associados ao transporte aéreo, o modal tem apresentado</p><p>crescimento recente mundial a uma taxa de 6,9% (IATA, 2017).</p><p>Rede de transporte aéreo no Brasil</p><p>Quanto à rede de aeroportos brasileira, é constituída por 66 aeroportos (CNT,</p><p>2014). São eles: Aeroporto de Altamira; Aeroporto de Aracaju; Aeroporto</p><p>de Bacacheri; Aeroporto Internacional de Bagé; Aeroporto Júlio César de</p><p>Belém; Aeroporto Internacional de Belém; Aeroporto de Belo Horizonte;</p><p>Aeroporto Carlos Prates de Belo Horizonte; Aeroporto Internacional de Boa</p><p>Vista; Aeroporto Internacional de Brasília; Aeroporto de Campina Grande;</p><p>Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos; Aeroporto de Campo de</p><p>Marte; Aeroporto Internacional de Campo Grande; Aeroporto Internacional</p><p>de Campos; Aeroporto de Carajás; Aeroporto Internacional de Confins; Aero-</p><p>porto de Congonhas; Aeroporto Internacional de Corumbá; Aeroporto de Cri-</p><p>ciúma; Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul; Aeroporto Internacional</p><p>de Cuiabá; Aeroporto Internacional de Curitiba; Aeroporto Internacional de</p><p>Florianópolis; Aeroporto Internacional de Fortaleza; Aeroporto Internacional</p><p>de Foz do Iguaçu; Aeroporto de Goiânia; Aeroporto de Ilhéus; Aeroporto</p><p>de Imperatriz; Aeroporto de Jacarepaguá; Aeroporto Internacional de João</p><p>Pessoa; Aeroporto de Joinville; Aeroporto de Juazeiro do Norte; Aeroporto</p><p>de Londrina; Aeroporto de Macaé; Aeroporto Internacional de Macapá; Ae-</p><p>roporto Internacional de Maceió; Aeroporto Internacional de Manaus; Aero-</p><p>porto de Marabá; Aeroporto de Montes Claros; Aeroporto Internacional de</p><p>Natal/Augusto Severo; Aeroporto Internacional de Navegantes; Aeroporto de</p><p>Palmas; Aeroporto Internacional de Parnaíba; Aeroporto de Paulo Afonso;</p><p>Aeroporto Internacional de Pelotas; Aeroporto Internacional de Petrolina;</p><p>Aeroporto Internacional de Ponta Porã; Aeroporto Internacional de Porto</p><p>Alegre; Aeroporto Internacional de Porto Velho; Aeroporto Internacional de</p><p>Recife; Aeroporto Internacional de Rio Branco; Aeroporto Internacional do</p><p>Rio de Janeiro/Galeão; Aeroporto do Rio de Janeiro/Santos-Dumont; Aero-</p><p>porto Internacional de Salvador; Aeroporto Internacional de Santarém; Aero-</p><p>porto Internacional de São José dos Campos; Aeroporto Internacional de São</p><p>Luiz; Aeroporto Internacional de Tabatinga; Aeroporto de Tefé; Aeroporto de</p><p>Teresina; Aeroporto de Uberaba; Aeroporto de Uberlândia; Aeroporto Inter-</p><p>nacional de Uruguaiana; e Aeroporto Internacional de Vitória (INFRAERO,</p><p>2012).</p><p>Fique atento</p><p>O primeiro aeroporto brasileiro a ser concedido foi o de Natal, Rio Grande do Norte.</p><p>Ainda em 2011, já se iniciava o processo de concessão do aeroporto internacional de</p><p>São Gonçalo do Amarante, que foi concretizado em 2012 (ANAC, 2014).</p><p>Dentre esses, 60 aeroportos são – até 2016 – administrados pela Infraero.</p><p>Já foram concedidos à iniciativa privada os aeroportos de São Gonçalo do</p><p>Amarante (RN), de Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Galeão</p><p>(RJ) e Confins (MG) (INFRAERO, 2016b). A Figura 1 mostra a participação</p><p>dos 10 principais em movimentação interna de cargas no país, e evidencia a</p><p>concessão de alguns dos principais aeroportos como estratégia de desenvolvi-</p><p>mento da infraestrutura de transportes do país.</p><p>Figura 1. Ranking de transporte de carga (toneladas) em 2012 – Infraero (anterior à concessão)</p><p>Fonte: adaptado de RODRIGUES (2008)</p><p>Além dos aeroportos, o transporte de carga aeroportuário também</p><p>conta com 37 Terminais de Logística de Carga (TECAs), nos aeroportos de</p><p>(BRASIL, 2017):</p><p>� 11 Terminais operados pela iniciativa privada: Brasília (DF), São Gon-</p><p>çalo do Amarante (RN), Porto Seguro (BA), Lagoa Santa (MG), Juiz</p><p>de Fora (MG), Cabo Frio (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP),</p><p>Guarulhos (SP) e Maringá (PR) com dois terminais.</p><p>� 26 Terminais operados pela INFRAERO, localizados nas cidades de:</p><p>Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Corumbá (MS), Ponta Porã (MS),</p><p>Várzea Grande (MT), Manaus (AM), Macapá (AP), Belém (PA), Boa</p><p>Vista (RR), Fortaleza (CE), São Luís (MA), Teresina (PI), Maceió (AL),</p><p>Bayeux (PB), Petrolina (PE), Recife (PE), Salvador (BA), Vitória (ES),</p><p>São José dos Campos (SP), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), São</p><p>José dos Pinhais (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC), Navegantes</p><p>(SC) e Porto Alegre (RS).</p><p>Referências</p><p>ABEAR. Panorama 2013. Disponível em: <http://www.abear.com.</p><p>br/uploads/arquivos/dados_e_fatos_arquivos_ptbr/Panorama_2013.pdf>.</p><p>Acesso em: 12 março 2017. 2013.</p><p>ALVES, C. J. P. Módulo 8: terminal de carga aérea. Instituto Tecnológico</p><p>de Aeronáutica. Notas de aula. Disponível em: < http://www2.ita.br/~clau-</p><p>dioj/teca.pdf> Acesso em: 12 março 2017. 2012.</p><p>ANAC. Tramitação e Aprovação (HOTRAN E SIAVANAC). Agência</p><p>Nacional da Aviação Civil. Disponível em: <http://www.anac.gov.br/assuntos/</p><p>setor-regulado/empresas/autorizacao-de-servicos/solicitacao-de-hotran>.</p><p>Acesso em: 12 março 2017. 2017.</p><p>ANAC. São Gonçalo do Amarante Agência Nacional da Aviação Civil.</p><p>Disponível em: < http://www2.anac.gov.br/Concessoes/concessoes_vigentes/</p><p>asga/index.asp>. Acesso em: 12 março 2017. 2014.</p><p>BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Logística</p><p>Empresarial. Bookman Editora, 2009.</p><p>BRASIL. Aeroportos - Terminais de Cargas. Disponível em: <http://</p><p>idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/aduaneira/importacao-e-exportacao/re-</p><p>cinto-alfandegados/aeroportos-terminais-de-cargas-1>. Acesso em: 12 março</p><p>2017. 2017.</p><p>CNT. Plano de Transporte e Logística 2014. Disponível em: <http://</p><p>cms.cnt.org.br/Imagens%20CNT/PDFs%20CNT/Plano%20CNT%20de%20</p><p>Log%C3%ADstica/Plano%20CNT%20de%20Transporte%20e%20Logis-</p><p>tica%202014.pdf> Acesso em: 12 março 2017. 2014.</p><p>FLEURY, P. F.; WANKE, P.; FIGUEIREDO, K. F. Logística empresa-</p><p>rial: a perspectiva brasileira. Editora Atlas SA, 2000.</p><p>GOLDER. L. G. Apostila de aeroportos. Disponível em: <http://pet.ecv.</p><p>ufsc.br/arquivos/apoio-didatico/aeroportos_junho_2012.pdf>. Acesso em: 12</p><p>março 2017. 2012.</p><p>INFRAERO. Estatísticas. Disponível em: <http://www.infraero.gov.br/</p><p>index.php/br/estatisticas/estatisticas.html>. Acesso em: 12 março 2017. 2012.</p><p>INFRAERO. Anuário Estatístico Operacional 2015. Diretoria de Plane-</p><p>jamento e Gestão Estratégica. 2016a.</p><p>INFRAERO. Concessão de Aeroportos.Disponível em: < http://www.</p><p>infraero.gov.br/index.php/br/transparencia/concessao.html>. Acesso em: 12</p><p>março 2017. 2016b.</p><p>RIBEIRO, P. C. C.; FERREIRA, K. A. Logística e transportes: uma dis-</p><p>cussão sobre os modais de transporte e o panorama brasileiro. In: Encontro</p><p>Nacional de Engenharia de Produção. Curitiba, PR. XXII, 2002 Anais...</p><p>Curitiba: 2002.</p><p>RODRIGUES, P. R. A. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil</p><p>e à logística internacional. Edições Aduaneiras, 2008.</p><p>TAMCargo. Produtos e serviços: cargas especiais. Disponível em:</p><p><http://www.absacargo.com.br/latam/pt/produtos-servicos-cargas-especiais.</p><p>asp> Acesso em: 12 março 2017. 2017.</p><p>Leituras recomendadas</p><p>ROLIM, P. S. W. et al. Estimating the Impact of Airport Privatization on</p><p>Airline Demand: A Regression-Based Event Study. Center for Transpor-</p><p>tation Economics - Working Paper, 2016. Disponível em: <https://ssrn.com/</p><p>abstract=2650343 or http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2650343>. Acesso em: 13</p><p>mar. 2017. 2016.</p><p>Conteúdo:</p><p>Dica do professor</p><p>Os Terminais de Carga Aérea (TECAs) são as instalações responsáveis pelo preparo das cargas para</p><p>acesso ao transporte aéreo ou para o seu recebimento. Assista à Dica do Professor a seguir, para</p><p>saber mais sobre esses terminais.</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/f0d91ffcf395bc072e3ee8165eb983b9</p><p>Exercícios</p><p>1) A matriz de transportes brasileira atribui ao transporte aéreo uma participação de 10,7% do</p><p>valor da carga transportada em importações e exportações, porém mesmo com este</p><p>expressiva representatividade, ocupa o último lugar na matriz de transportes, com 0,4%, fato</p><p>este que estudiosos da área de transportes explicam ser motivado por alguma desvantagens</p><p>que são?</p><p>A) Limitações de acesso a locais de entrega</p><p>B) Pode transportar qualquer tipo de carga, fazendo com que perca a competitividade em</p><p>relação a outros modais</p><p>C) Limitações de Volume de entrega</p><p>D) Limitação de estruturas aeroportuárias</p><p>E) Limitações na velocidade das entregas</p><p>2) O aeroporto brasileiro que tem a maior movimentação de carga é:</p><p>A) Guarulhos.</p><p>B) Viracopos.</p><p>C) Galeão.</p><p>D) Congonhas.</p><p>E) Fortaleza.</p><p>3) Uma das desvantagens do transporte aéreo é a restrição ao transporte de cargas perigosas.</p><p>E são classificados como carga perigosa:</p><p>A) Material biológico.</p><p>B) Gases.</p><p>C) Explosivos.</p><p>D) Animais vivos.</p><p>E) Enguias vivas.</p><p>4) Sobre as vantagens e desvantagens do transporte aéreo de carga é correto afirmar que:</p><p>A) Tem elevadas taxas, exatamente 10 vezes superiores às do transporte ferroviário.</p><p>B) Apresenta baixa confiabilidade e alta velocidade.</p><p>C) Apresenta baixa disponibilidade mas alta confiabilidade.</p><p>D) Apresenta baixa disponibilidade e baixa confiabilidade.</p><p>E) A alta mecanização na movimentação de carga é uma desvantagem, uma vez que contribui</p><p>com as avarias nas mercadorias de alto valor agregado.</p><p>5) Sobre a rede de transporte aéreo de carga no Brasil, é correto afirmar que:</p><p>A) A INFRAERO é responsável pela operação de 61 aeroportos no país.</p><p>B) Os Terminais de Carga Aérea (TECAs) são operados exclusivamente pela INFRAERO.</p><p>C) Até 2016, foram registrados 31 terminais de carga no Brasil.</p><p>D) Nos TECAs, são tratadas somente importações e exportações.</p><p>E) O primeiro aeroporto a passar pelo processo de concessão foi o de São Gonçalo do</p><p>Amarante.</p><p>Na prática</p><p>Recentemente, o país tem vivenciado intensos processos de concessão da infraestrutura de</p><p>transportes brasileira à iniciativa privada. A sequência de slides a seguir retoma alguns</p><p>acontecimentos noticiados nos principais veículos de comunicação.</p><p>Diante desse cenário, Maria Beatriz, engenheira de transportes e logística, presta consultoria e</p><p>busca avaliar as oportunidades de reduzir o custo logístico, melhorando a eficiência das soluções de</p><p>transporte de carga para seus clientes. Por isso, ela está sempre atenta aos fatores que contribuem</p><p>com a eficiência dos diferentes modos e busca fornecer as mais atualizadas opiniões técnicas,</p><p>diante da diversidade de opiniões políticas sobre os temas.</p><p>Atualmente, Maria Beatriz precisa fornecer um parecer técnico sobre o impacto das concessões</p><p>nos aeroportos para que seus clientes possam planejar o transporte de suas mercadorias pelos</p><p>próximos anos a partir do parecer de um especialista. Assim, ela tem buscado as evidências atuais</p><p>no cenário internacional, mas principalmente no cenário nacional mais recente com os cases de</p><p>2012. Os dados foram apresentados em uma reunião via Skype para um grupo de gestores.</p><p>Acompanhe como foi a conversa.</p><p>Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!</p><p>Saiba +</p><p>Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:</p><p>Modal aéreo</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>Plano CNT de Transporte e Logística</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>Panorama do transporte de carga no Brasil: uma visão do ponto</p><p>de vista dos operadores</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>https://youtu.be/l5xcuCPX8T0</p><p>https://planotransporte.cnt.org.br/</p><p>http://146.164.5.73:20080/ssat/interface/content/anais_2015/TrabalhosFormatados/668AC.pdf</p>

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