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<p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>1 Marcar para revisão</p><p>Durante uma greve na zona industrial de Marapendi, um líder trabalhista</p><p>discursava prendendo a atenção de todo o público a sua volta. Consciente</p><p>dos problemas decorrentes da precarização do trabalho, o líder trabalhista</p><p>conseguia captar as necessidades dos operários que o escutavam, falando</p><p>com eles dos mesmos problemas, necessidades, dores e expectativas</p><p>para o futuro. Em dado momento, ele fez um gesto firme com as mãos,</p><p>simulando a forma de um abraço forte que transmitiu segurança a todos</p><p>que ali estavam. Considerando essa narrativa, é possível afirmar que este</p><p>líder trabalhista conseguiu expressar que elementos da Nova Retórica:</p><p>Paixão e empatia</p><p>Solidariedade e valor</p><p>Firmeza e esperança</p><p>00</p><p>hora</p><p>: 14</p><p>min</p><p>: 15</p><p>seg</p><p>Ocultar</p><p>Questão 1 de 10</p><p>Respondidas �10� Em branco �0�</p><p>Finalizar prova</p><p>1 2 3 4 5</p><p>6 7 8 9 10</p><p>Feedback</p><p>SM2 Hermenêutica Jurídica</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Vontade e respeito</p><p>Presença e comunhão</p><p>2 Marcar para revisão</p><p>Para Robert Alexy em sua Teoria da Argumentação Jurídica, a quem cabe</p><p>o ônus de argumentar quando se usa um precedente?</p><p>Cabe ao magistrado que o recebeu</p><p>Cabe ao advogado que o contestou</p><p>Cabe ao advogado que apresentou</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Cabe ao promotor que contra-arrazoa</p><p>Cabe ao perito que o analisa</p><p>3 Marcar para revisão</p><p>Para a teoria da argumentação moral e jurídica de Klaus Günther, o</p><p>princípio da Universalização da Ética do Discurso não é suficiente para</p><p>resolver os casos concretos porque:</p><p>Trata-se de um princípio de justificação que não consegue</p><p>visualizar todos os casos.</p><p>Trata-se de um princípio de aplicação que não consegue se</p><p>adequar aos casos.</p><p>Trata-se de um princípio de justificação que leva em conta o</p><p>interesse de todos os atingidos.</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Trata-se de um princípio de justificação que abrange todos os</p><p>atingidos pela norma.</p><p>Trata-se de um princípio de aplicação que mantém sua coerência</p><p>de justificação.</p><p>4 Marcar para revisão</p><p>Para Klaus Günther, é preciso um certo tipo de discurso que seja capaz de</p><p>adequar-se às circunstâncias do caso concreto de tal forma que entenda</p><p>aqueles fatos que são relevantes moralmente de tal forma que consiga</p><p>satisfazer as expectativas dos atingidos. Podemos dizer que nesses casos</p><p>estamos falando de um:</p><p>Discurso de Validação</p><p>Discurso de Justificação</p><p>Discurso de Apropriação</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Discurso de Aplicação</p><p>Discurso de Dissociação</p><p>5 Marcar para revisão</p><p>Considerando a Teoria da Argumentação Jurídica de Robert Alexy,</p><p>podemos afirmar que o discurso jurídico é:</p><p>Um caso especial do discurso moral</p><p>Um caso especial do discurso filosófico</p><p>Um caso especial do discurso epidíctico</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Um caso especial do discurso estético</p><p>Um caso especial do discurso político</p><p>6 Marcar para revisão</p><p>No âmbito do imperativismo jurídico de John Austin é INCORRETO afirmar</p><p>que:</p><p>A concepção de uma norma jurídica tem uma estrutura de</p><p>comando que procede do soberano, que é quem tem o poder de</p><p>criar as leis.</p><p>A lei é definida como um comando geral e abstrato do qual</p><p>emana a expressão de um desejo que deve ser cumprido sob</p><p>pena de sanção.</p><p>O dever de cumprimento do comando se expressa na conduta do</p><p>seu destinatário, que age conforme aquilo que é desejado pelo</p><p>seu emissor.</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>B</p><p>É necessário que a sanção seja, de fato, aplicada para que esteja</p><p>caracterizado o comando, não bastando a simples possibilidade</p><p>dessa imposição.</p><p>O que diferencia o comando dos outros tipos de desejos é o</p><p>poder ou capacidade de o emissor punir o destinatário do</p><p>comando no caso de violação daquilo que foi expresso como</p><p>desejo.</p><p>7 Marcar para revisão</p><p>Assinale a alternativa INCORRETA sobre o pós-positivismo e/ou autores</p><p>pós-positivistas:</p><p>Para Robert Alexy, a razão institucionalizada seria o Direito, de</p><p>modo que uma criação perfeita seria o Direito correto.</p><p>Um dos objetivos de Dworkin, com a sua teoria do Direito como</p><p>integridade, é garantir uma coerência de princípios.</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Para Miguel Reale, a estrutura do Direito é tridimensional, uma</p><p>vez que o ordenamento jurídico deve estar assentado</p><p>necessariamente em três elementos: fato, valor e norma.</p><p>A interpretação e a argumentação jurídica, embora importantes</p><p>nos dias atuais na atuação dos profissionais do Direito, são</p><p>noções não essenciais para as doutrinas pós-positivistas.</p><p>Na concepção de Robert Alexy, o Direito deve ser visto como um</p><p>fenômeno discursivo, em que a argumentação jurídica e a</p><p>ponderação de princípios são de absoluta importância para a</p><p>aplicação do Direito.</p><p>8 Marcar para revisão</p><p>O artigo 126 do Código de Processo Civil brasileiro dispõe que ¿O juiz não</p><p>se exime de decidir sob a alegação de lacuna ou obscuridade do</p><p>ordenamento jurídico¿. A questão das lacunas na lei é de estudo</p><p>recorrente no âmbito da Filosofia e da Teoria Geral do Direito. Considerado</p><p>esse ponto e fazendo uma correlação com as teorias jusnaturalista,</p><p>positivista e pós-positivista, assinale abaixo a alternativa CORRETA�</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Se o Direito é evidenciado perante a sociedade como um</p><p>conjunto de normas, que somente pode ser visto e compreendido</p><p>em sua integralidade em conjunto com outras duas dimensões: o</p><p>fato social e o valor, isso torna impossível a existência de lacunas</p><p>em um ordenamento jurídico.</p><p>A ideia de completude do ordenamento jurídico, típica do</p><p>positivismo jurídico, permeia a grande maioria dos ordenamentos</p><p>jurídicos contemporâneos, uma vez que o Direito, enquanto</p><p>fenômeno jurídico, não pode admitir lacunas e com isso</p><p>impossibilitar a atividade judicial.</p><p>O Direito, visto como um fenômeno discursivo em que a</p><p>argumentação jurídica e a ponderação de princípios são</p><p>elementos centrais, torna inviável a supressão de lacunas na lei</p><p>por obra dos juízes e tribunais.</p><p>D</p><p>E</p><p>No âmbito das doutrinas pós-positivistas é possível que os</p><p>julgadores supram eventuais lacunas na lei por meio da</p><p>interpretação e da argumentação jurídica, o que revela a</p><p>pretensão de verdade ou de correção do Direito.</p><p>Em sua essência, o jusnaturalismo tem uma pretensão de</p><p>completude do ordenamento jurídico, não admitindo lacunas no</p><p>Direito.</p><p>9 Marcar para revisão</p><p>O artigo 126 do Código de Processo Civil brasileiro dispõe que ¿O juiz não</p><p>se exime de decidir sob a alegação de lacuna ou obscuridade do</p><p>ordenamento jurídico¿. A questão das lacunas na lei é de estudo</p><p>recorrente no âmbito da Filosofia e da Teoria Geral do Direito. Considerado</p><p>esse ponto e fazendo uma correlação com as teorias jusnaturalista,</p><p>positivista e pós-positivista, assinale abaixo a alternativa CORRETA�</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>Em sua essência, o jusnaturalismo tem uma pretensão de</p><p>completude do ordenamento jurídico, não admitindo lacunas no</p><p>Direito.</p><p>No âmbito das doutrinas pós-positivistas é possível que os</p><p>julgadores supram eventuais lacunas na lei por meio da</p><p>interpretação e da argumentação jurídica, o que revela a</p><p>pretensão de verdade ou de correção do Direito.</p><p>A ideia de completude do ordenamento jurídico, típica do</p><p>positivismo jurídico, permeia a grande maioria dos ordenamentos</p><p>jurídicos contemporâneos, uma vez que o Direito, enquanto</p><p>fenômeno jurídico, não pode admitir lacunas e com isso</p><p>impossibilitar a atividade judicial.</p><p>D</p><p>E</p><p>Se o Direito é evidenciado perante a sociedade como um</p><p>conjunto de normas, que somente pode ser visto e compreendido</p><p>em sua integralidade em conjunto com outras duas dimensões: o</p><p>fato social e o valor, isso torna impossível a existência de lacunas</p><p>em um ordenamento jurídico.</p><p>O Direito, visto como um fenômeno discursivo em que a</p><p>argumentação jurídica e a ponderação de princípios são</p><p>elementos centrais, torna inviável a supressão de lacunas na lei</p><p>por obra dos juízes e tribunais.</p><p>10 Marcar para revisão</p><p>Levando em consideração as teorias do Direito de Miguel Reale, Ronald</p><p>Dworkin e Robert Alexy, assinale abaixo a alternativa INCORRETA�</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>A teoria discursiva do Direito funciona como instrumento do</p><p>processo de criação da correção prática do Direito (entre o fato e</p><p>o ideal) por meio da institucionalização</p><p>da razão.</p><p>Para a teoria tridimensional, o Direito deve ser visto como um</p><p>elemento normativo que rege os comportamentos sociais,</p><p>pressupondo sempre uma determinada situação de fato, que faz</p><p>referência a determinados valores.</p><p>De acordo com Dworkin, no âmbito da teoria política há três</p><p>virtudes que devem ser levadas em consideração ao se lidar com</p><p>o Direito: a equidade, a justiça e o devido processo legal.</p><p>A teoria do Direito como integridade busca oferecer métodos</p><p>interpretativos para o alcance de uma melhor aplicação das</p><p>diversas normas jurídicas que compõem um ordenamento jurídico</p><p>aos casos concretos.</p><p>Para Dworkin, a integridade em sua perspectiva política exige</p><p>que o governo fale e atue de modo coerente com todos os seus</p><p>cidadãos, estendendo a cada um os padrões fundamentais de</p><p>justiça e equidade, de modo que, para o autor, a integridade não</p><p>é uma questão de princípio.</p>

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