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Fisioterapia na Saúde da Criança - 20242 Avaliação On-Line 2 (AOL 2) - Questionário Avaliação On-Line 2 (AOL 2) - Questionário

Conjunto de questões de avaliação sobre paralisia obstétrica do plexo braquial, paralisia cerebral infantil e pé torto congênito, com trechos de artigos citados e alternativas de múltipla escolha para análise clínica.

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Ana Lívia

em

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Leia o excerto a seguir: “No desenvolvimento fetal normal dos membros inferiores, entre a 6a e 8a semana de vida intrauterina os pés se apresentam de forma semelhante ao pé torto (equino, cavo, varo, aduto e supinado), porém até a 12a semana os pés assumem a posição normal. Isso significa que a patologia pode ser devida à permanência da posição do pé no início do desenvolvimento [...].” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre aspectos clínicos do pé torto congênito, analise as afirmativas a seguir: I. O calcâneo fica angulado em valgo. II. O calcâneo fica posicionado medialmente. III. O calcâneo fica angulado em varo. IV. O calcâneo fica posicionado lateralmente. Está correto apenas o que se afirma em:

I e III.
III e IV.
I e II.
II e III.
II e IV.

Leia o trecho a seguir: “Entre todos os defeitos musculoesqueléticos congênitos, o pé torto não tratado é a principal causa de incapacidade física. Além disso, é uma doença estigmatizante que diminui a capacidade de trabalho, gera alto custo social e financeiro. O tratamento adequado é capaz de proporcionar uma vida saudável e livre da deformidade [...].” Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o sistema de classificação do pé torto congênito idiopático, proposto por Pirani, é o mais simples, porque:

permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no antepé e duas no retropé.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no antepé e duas na panturrilha.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em três variáveis no retropé e três na panturrilha.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em três variáveis no retropé e três no mediopé.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no médiopé e duas no antepé.

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Questões resolvidas

Leia o excerto a seguir: “No desenvolvimento fetal normal dos membros inferiores, entre a 6a e 8a semana de vida intrauterina os pés se apresentam de forma semelhante ao pé torto (equino, cavo, varo, aduto e supinado), porém até a 12a semana os pés assumem a posição normal. Isso significa que a patologia pode ser devida à permanência da posição do pé no início do desenvolvimento [...].” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre aspectos clínicos do pé torto congênito, analise as afirmativas a seguir: I. O calcâneo fica angulado em valgo. II. O calcâneo fica posicionado medialmente. III. O calcâneo fica angulado em varo. IV. O calcâneo fica posicionado lateralmente. Está correto apenas o que se afirma em:

I e III.
III e IV.
I e II.
II e III.
II e IV.

Leia o trecho a seguir: “Entre todos os defeitos musculoesqueléticos congênitos, o pé torto não tratado é a principal causa de incapacidade física. Além disso, é uma doença estigmatizante que diminui a capacidade de trabalho, gera alto custo social e financeiro. O tratamento adequado é capaz de proporcionar uma vida saudável e livre da deformidade [...].” Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que o sistema de classificação do pé torto congênito idiopático, proposto por Pirani, é o mais simples, porque:

permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no antepé e duas no retropé.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no antepé e duas na panturrilha.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em três variáveis no retropé e três na panturrilha.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em três variáveis no retropé e três no mediopé.
permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no médiopé e duas no antepé.

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<p>Pergunta 1</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“A paralisia obstétrica ocorre devido à tração exercida no plexo braquial</p><p>durante o processo do nascimento, geralmente associado à distocia de</p><p>ombro. Dentre os fatores de risco principais, pode-se citar a</p><p>macrossomia, o diabetes mellitus gestacional e distocia de ombro [...].”</p><p>Fonte: CALZAVARA, J. V. S. et al. Paralisia Obstétrica do Plexo Braquial:</p><p>revisão sistemática da literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde, [s.l.],</p><p>v. 13, n. 1, p. e5549-e5549, 2021. Disponível em:</p><p>https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/5549/3692.</p><p>Acesso em: 25 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre</p><p>aspectos clínicos da lesão neonatal do plexo braquial, analise as</p><p>afirmativas a seguir:</p><p>I. A paralisia de Klumpe acomete os troncos inferiores do plexo braquial</p><p>(C8-T1).</p><p>II. As lesões neonatais do plexo braquial são classificadas de acordo</p><p>com nível da lesão medula.</p><p>III. A paralisia de Erb promove uma paralisia completa de todo o</p><p>membro inferior.</p><p>IV. A paralisia braquial completa causa paralisia do membro superior e</p><p>do tronco.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Correta:</p><p>I e II.</p><p>https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/5549/3692</p><p>Resposta correta</p><p>II e IV.</p><p>I e III.</p><p>III e IV.</p><p>II e III.</p><p>Pergunta 2</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Paralisia cerebral é uma lesão que atinge o cérebro quando este é</p><p>imaturo, e interfere no desenvolvimento motor normal da criança. É o</p><p>resultado de uma lesão ou mau desenvolvimento do cérebro, de caráter</p><p>não progressivo, existindo desde a infância [...].”</p><p>Fonte: DANTAS, M. S. A. et al. Impacto do diagnóstico de paralisia</p><p>cerebral para a família. Texto & Contexto-Enfermagem, Florianópolis, v.</p><p>19, n. 2, p. 229-237, 2010. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/pdf/tce/v19n2/03.pdf. Acesso em: 25 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre</p><p>avaliação e intervenções fisioterapêuticas para criança com paralisia</p><p>cerebral, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s)</p><p>verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).</p><p>I. ( ) A criança com paralisia cerebral pode apresentar persistência dos</p><p>reflexos primitivos.</p><p>II. ( ) A criança com paralisia cerebral pode apresentar atraso no</p><p>desenvolvimento.</p><p>III. ( ) A criança com paralisia cerebral pode apresentar tônus muscular</p><p>alterado.</p><p>https://www.scielo.br/pdf/tce/v19n2/03.pdf</p><p>IV. ( ) A criança com paralisia cerebral pode apresentar marcha</p><p>simétrica.</p><p>V. ( ) A criança com paralisia cerebral pode apresentar espasmos.</p><p>Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Correta:</p><p>V, V, V, F, V.</p><p>Resposta correta</p><p>V, V, F, F, V.</p><p>F, F, F, V, V.</p><p>V, F, V, F, V.</p><p>F, V, F, V, F.</p><p>Pergunta 3</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o excerto a seguir:</p><p>“No desenvolvimento fetal normal dos membros inferiores, entre a 6a e</p><p>8a semana de vida intrauterina os pés se apresentam de forma</p><p>semelhante ao pé torto (equino, cavo, varo, aduto e supinado), porém</p><p>até a 12a semana os pés assumem a posição normal. Isso significa que</p><p>a patologia pode ser devida à permanência da posição do pé no início</p><p>do desenvolvimento [...].”</p><p>Fonte: CHUEIRE, A. J. F. G. et al. Tratamento do pé torto congênito pelo</p><p>método de Ponseti. Revista Brasileira de Ortopedia, São José do Rio</p><p>Preto, v. 51, n. 3, p. 313-318, 2016. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbort/v51n3/pt_1982-4378-rbort-51-03-</p><p>00313.pdf. Acesso em: 25 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre</p><p>aspectos clínicos do pé torto congênito, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. O calcâneo fica angulado em valgo.</p><p>II. O calcâneo fica posicionado medialmente.</p><p>III. O calcâneo fica angulado em varo.</p><p>IV. O calcâneo fica posicionado lateralmente.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>I e III.</p><p>III e IV.</p><p>I e II.</p><p>Correta:</p><p>II e III.</p><p>Resposta correta</p><p>II e IV.</p><p>Pergunta 4</p><p>0/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Hipócrates definiu o pé torto congênito como uma alteração</p><p>proveniente de um vício de posicionamento intrauterino. Diversos</p><p>autores propuseram outras teorias para sua gênese, entre elas a teoria</p><p>de hipodesenvolvimento vascular, mas nenhuma pode ser comprovada.</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbort/v51n3/pt_1982-4378-rbort-51-03-00313.pdf</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbort/v51n3/pt_1982-4378-rbort-51-03-00313.pdf</p><p>É duas vezes mais frequente no sexo masculino demonstraram a</p><p>existência de uma interrupção no desenvolvimento do pé, impedindo</p><p>uma correção espontânea, o que teoricamente perpetuaria as</p><p>deformidades. Anatomicamente observamos uma série de</p><p>anormalidades ósseas, musculares e vasculares [...].”</p><p>Fonte: PINTO, J. A. et al. Avaliação da anatomia arterial no pé torto</p><p>congênito através da ultrassonografia com doppler colorido. Acta</p><p>Ortopédica Brasileira, [s.l.], v. 16, n. 5, p. 270-274, 2008. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/pdf/aob/v16n5/v16n5a03.pdf. Acesso em: 25 jan.</p><p>2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre</p><p>avaliação e intervenções fisioterapêuticas para criança com pé torto</p><p>congênito, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. O calcanhar apresenta um tamanho normal.</p><p>II. A cabeça do tálus está inclinada mediamente.</p><p>III. O navicular apresenta um distanciamento do maléolo medial.</p><p>IV. O calcanhar está retraído pela tração do tendão calcâneo.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>I e II.</p><p>II e III.</p><p>III e IV.</p><p>I e III.</p><p>Resposta correta</p><p>Incorreta:</p><p>https://www.scielo.br/pdf/aob/v16n5/v16n5a03.pdf</p><p>II e IV.</p><p>Pergunta 5</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“O tratamento para o pé torto congênito pode ser cirúrgico ou</p><p>conservador, porém este último vem sendo priorizado na última década</p><p>por proporcionar pés com maior mobilidade e flexibilidade, menos dor</p><p>e bom aspecto estético [...].” Fonte: FINCATO, F. C. et al. Pé torto</p><p>congênito: método de Ponseti e sua aplicabilidade pelo fisioterapeuta.</p><p>Fisioterapia Brasil, [s.l.], v. 21, n. 2, p. 228-237, 2020. Disponível em:</p><p>http://www.portalatlanticaeditora.com.br/index.php/fisioterapiabrasil/ar</p><p>ticle/view/4080/html_1 Acesso em: 20 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se</p><p>afirmar que existe um método de preferência para a realização da</p><p>cirurgia do pé torto congênito, por promover a melhor funcionalidade</p><p>da criança, visto que o:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>o método alonga a tíbia.</p><p>o método alonga a fíbula.</p><p>o método alonga a cartilagem articular.</p><p>Correta:</p><p>o método alonga o tendão calcâneo.</p><p>Resposta correta</p><p>o método alonga o navicular.</p><p>Pergunta 6</p><p>http://www.portalatlanticaeditora.com.br/index.php/fisioterapiabrasil/article/view/4080/html_1</p><p>http://www.portalatlanticaeditora.com.br/index.php/fisioterapiabrasil/article/view/4080/html_1</p><p>0/0,1</p><p>O pé torto congênito é apresentado como uma malformação congênita</p><p>que consta com uma expressão clínica variável. Devido a esses achados,</p><p>é muito importante que o fisioterapeuta realize uma boa avaliação, pois</p><p>será ela que conduzirá os objetivos e condutas de tratamento para</p><p>criança.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se</p><p>afirmar que durante a avaliação do paciente com pé torto congênito,</p><p>algumas alterações são esperadas no item de inspeção estática, porque:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>a criança apresenta uma abdução no antepé.</p><p>a criança apresenta um aspecto plano no retropé.</p><p>a criança apresenta um pé cavo no aspecto plantar interno.</p><p>Resposta correta</p><p>a criança apresenta uma característica valgo no antepé.</p><p>Incorreta:</p><p>a criança apresenta uma abdução no médiopé.</p><p>Pergunta 7</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Entre todos os defeitos musculoesqueléticos congênitos, o pé torto não</p><p>tratado é a principal causa de incapacidade física. Além disso, é uma</p><p>doença estigmatizante que diminui a capacidade de trabalho, gera alto</p><p>custo social e</p><p>financeiro. O tratamento adequado é capaz de proporcionar uma vida</p><p>saudável e livre da deformidade</p><p>[...].”</p><p>Fonte: CURY, L. A. et al. Análise da eficácia do tratamento pelo método</p><p>de Ponseti no pé torto congênito idiopático. Revista da Faculdade de</p><p>Ciências Médicas de Sorocaba, Sorocaba, v. 17, n. 1, p. 33-36, 2015.</p><p>Disponível em:</p><p>https://revistas.pucsp.br/index.php/RFCMS/article/view/20920/pdf.</p><p>Acesso em: 20 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se</p><p>afirmar que o sistema de classificação do pé torto congênito idiopático,</p><p>proposto por Pirani, é o mais simples, porque:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no</p><p>antepé e duas no retropé.</p><p>permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no</p><p>antepé e duas na panturrilha.</p><p>permite classificar o pé torto congênito idiopático em três variáveis no</p><p>retropé e três na panturrilha.</p><p>Correta:</p><p>permite classificar o pé torto congênito idiopático em três variáveis no</p><p>retropé e três no mediopé.</p><p>Resposta correta</p><p>permite classificar o pé torto congênito idiopático em duas variáveis no</p><p>médiopé e duas no antepé.</p><p>Pergunta 8</p><p>0,1/0,1</p><p>https://revistas.pucsp.br/index.php/RFCMS/article/view/20920/pdf</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“A paralisia cerebral descreve um grupo de desordens no</p><p>desenvolvimento do movimento e da postura, causando limitações nas</p><p>atividades. Elas são atribuídas a distúrbios não progressivos que</p><p>ocorrem no cérebro em desenvolvimento [...].”</p><p>Fonte: ARAKAKI, V. C. et al. Paralisia cerebral - membros superiores:</p><p>reabilitação. Acta Fisiátrica, São Paulo, v. 19, n. 2, p. 123-129, 2012.</p><p>Disponível em:</p><p>https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/103694/102164.</p><p>Acesso em: 25 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre</p><p>aspectos clínicos da paralisia cerebral, analise as asserções a seguir e a</p><p>relação proposta entre elas.</p><p>I. A criança com paralisia cerebral apresenta alterações na coordenação</p><p>motora.</p><p>Porque:</p><p>II. Ocorre uma ruptura na ativação, na sequência e na regulação do</p><p>tempo, criando anormalidades no movimento funcional.</p><p>A seguir, assinale a alternativa correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Correta:</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma</p><p>justificativa correta da I.</p><p>Resposta correta</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>https://www.revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/103694/102164</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa</p><p>correta da I.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Pergunta 9</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“O pé torto congênito equino-cavo-varo caracteriza-se por uma</p><p>deformidade causada principalmente pelo desalinhamento e</p><p>malformação dos ossos e articulações do retropé. Apresenta uma</p><p>incidência populacional média de 1:1.000 nascidos vivos e trata-se de</p><p>uma das anomalias congênitas mais estudadas pela comunidade</p><p>científica ortopédica [...].”</p><p>Fonte: PINTO, J. A. et al. Alterações radiográficas do tálus no pé torto</p><p>congênito após liberação cirúrgica pela técnica de McKay. Revista</p><p>Brasileira de Ortopedia, [s.l.], v. 46, n. 3, p. 293-298, 2011. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbort/v46n3/a11v46n3.pdf. Acesso em: 25 jan.</p><p>2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre</p><p>avaliação e intervenções fisioterapêuticas para criança com pé torto</p><p>congênito, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. Avalia-se a redução percentual de posteriorização da fíbula em relação</p><p>à tíbia, por meio da radiografia do pé torto congênito.</p><p>II. O Sistema de Avaliação Funcional de Lehman classifica a capacidade</p><p>funcional em excelente, boa, regular e ruim.</p><p>III. Classifica-se o nível funcional da criança com pé torto congênito, por</p><p>meio do Índice de Barthel e Escala de Tinetti.</p><p>IV. Avalia-se o aumento da anteriorização da tíbia em relação à fíbula da</p><p>criança com pé torto congênito, através da goniometria.</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbort/v46n3/a11v46n3.pdf</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>III e IV.</p><p>II e IV.</p><p>Correta:</p><p>I e II.</p><p>Resposta correta</p><p>II e III.</p><p>I e IV.</p><p>Pergunta 10</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“O tratamento para o pé torto congênito deve ter início tão logo as</p><p>deformidades apareçam. Acompanhamentos periódicos são</p><p>necessários, uma vez que recorrências e deformidades residuais podem</p><p>requerer novos tratamentos. O diagnóstico do pé torto congênito inclui</p><p>análise radiológica, exames físicos, questionários sobre atividades</p><p>funcionais e nível de dor [...].”</p><p>Fonte: SOARES, R. J. et al. Parâmetros biomecânicos da marcha em</p><p>crianças com pé torto congênito unilateral e bilateral. Revista Brasileira</p><p>de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 271-277, 2016.</p><p>Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbefe/v30n2/1807-5509-rbefe-</p><p>30-2-0271.pdf. Acesso em: 21 jan. 2021.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se</p><p>afirmar que a avaliação fisioterapêutica é essencial e alguns itens</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbefe/v30n2/1807-5509-rbefe-30-2-0271.pdf</p><p>https://www.scielo.br/pdf/rbefe/v30n2/1807-5509-rbefe-30-2-0271.pdf</p><p>podem mostrar indícios de comprometimento da funcionalidade,</p><p>porque:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>ao inspecionar de maneira dinâmica, o principal item que o</p><p>fisioterapeuta encontra é uma adução do médiopé e antepé.</p><p>ao inspecionar de maneira dinâmica, o principal item que o</p><p>fisioterapeuta encontra é um cavo no aspecto plantar interno.</p><p>ao inspecionar de maneira dinâmica, o principal item que o</p><p>fisioterapeuta encontra é uma flexão plantar do antepé, principalmente</p><p>da cabeça do primeiro metatarsal.</p><p>ao inspecionar de maneira dinâmica, o principal item que o</p><p>fisioterapeuta encontra é um varo no retropé ao nível da articulação</p><p>subtalar.</p><p>Correta:</p><p>ao inspecionar de maneira dinâmica, o principal item que o</p><p>fisioterapeuta encontra é uma marcha claudicante.</p><p>Resposta correta</p>

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