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<p>FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS</p><p>A VIOLAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA NA POPULAÇÃO CARCERÁRIA</p><p>FEMININA NO VALE DO SÃO FRANCISCO, OS DESAFIOS E AS</p><p>PERSPECTIVAS PARA A GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS</p><p>PETROLINA</p><p>2024</p><p>FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS</p><p>Ana Luiza Borges</p><p>Ana Suelen de Oliveira Bonfim</p><p>Dhane Queuli Santos Menezes</p><p>Erica Amorim Souza</p><p>Evellin Araújo Dantas</p><p>Hiraildes Ramos</p><p>Iasmin de Oliveira e Silva</p><p>Jim Carlos Santos</p><p>Luciana Teixeira Diniz</p><p>Raiane Ariele Ribeiro de Ataides</p><p>A VIOLAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA NA POPULAÇÃO CARCERÁRIA</p><p>FEMININA NO VALE DO SÃO FRANCISCO, OS DESAFIOS E AS</p><p>PERSPECTIVAS PARA A GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS</p><p>Projeto de Pesquisa apresentado ao Curso de</p><p>Direito da Faculdade de Tecnologia e Ciências</p><p>(UNIFTC), como requisito parcial à obtenção de</p><p>nota, da disciplina Projeto Integrador 1 do</p><p>segundo período.</p><p>Área de Concentração: Direito</p><p>Orientadora: Priscila Delfim</p><p>PETROLINA</p><p>2024</p><p>Resumo: O projeto destrincha a forma em que a população carcerária feminina,</p><p>localizada no Vale do São Francisco, enfrenta inúmeros desafios relacionados à</p><p>dignidade humana, que refletem as falhas estruturais no sistema prisional. Essas</p><p>mulheres, muitas vezes, sofrem com a falta de condições adequadas de higiene,</p><p>assistência médica, e apoio psicológico. Questões como a superlotação, a violência</p><p>e a discriminação agravam a vulnerabilidade dessas mulheres e desrespeita as leis</p><p>vigentes que as asseguram tais direitos.</p><p>Palavras-chave: Direitos humanos; superlotação carcerária; saúde da mulher;</p><p>encarceramento feminino.</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 TEMA E DELIMITAÇÃO...........................................................................................6</p><p>2 PROBLEMATIZAÇÃO 7</p><p>2.1 Indicação do problema de pesquisa 10</p><p>3 HIPÓTESE.............................................................................................................. 11</p><p>4 MARCO TEÓRICO 13</p><p>5 REFERÊNCIAS 14</p><p>6</p><p>1 TEMA E DELIMITAÇÃO</p><p>A violação da dignidade humana na população carcerária feminina no vale do</p><p>são francisco, os desafios e as perspectivas para a garantia dos direitos</p><p>fundamentais. Princípio da dignidade da pessoa humana.</p><p>7</p><p>2 PROBLEMATIZAÇÃO</p><p>No Brasil, por questões históricas e sociais existe uma ideia que é</p><p>popularizada por toda nação, a qual enfatiza a banalização das pessoas que</p><p>já cumpriram ou estão cumprindo algum tipo de condenação penal, nesse</p><p>sentido, os indivíduos após serem condenados pelo judiciário, perderiam os</p><p>seus direitos como cidadãos. Entretanto, a Constituição Federal de 1988,</p><p>ressalta que a pessoa privada de liberdade, não deixará de fazer parte da</p><p>sociedade brasileira, pois o mesmo continua sendo um sujeito de direitos, e a</p><p>lei resguarda a sua dignidade como a de qualquer cidadão que não esteja nas</p><p>mesmas condições.</p><p>Ademais, historicamente a população feminina brasileira é desmerecida em</p><p>diversas áreas sociais, como por exemplo, o voto feminino só se tornou</p><p>realidade em solo nacional no ano de 1934, durante a presidência de Getúlio</p><p>Vargas, e mesmo sendo reconhecido, não era obrigatório, o qual somente</p><p>possuía caráter indispensável para os homens. Diante disso, a sociedade</p><p>brasileira foi estrutura desfavorecendo as pessoas de sexo feminino, no</p><p>âmbito prisional, a desigualdade também é notória, dando inicio com a</p><p>quantidade de presídios destinados para as mulheres, segundo o Ministério</p><p>da Justiça no ano de 2023, no Brasil, existia 1.458 unidades destinadas aos</p><p>presidiários homens, em contrapartida, para as detentas femininas, só</p><p>existiam 316 casas de detenções, sendo algumas delas consideradas mistas</p><p>(abrigam homens e mulheres).</p><p>No vale do São Francisco, mais especificamente nas cidades de Juazeiro</p><p>e Petrolina, não existe nenhum presídio destinado para as detentas</p><p>femininas, as mesmas são instaladas em blocos bem pequenos e os homens</p><p>em pavilhões, todos na mesma unidade prisional, onde as condições para um</p><p>cumprimento de pena digno são escassos, não condizendo com as</p><p>circunstâncias impostas pela Constituição de 1988, a qual afirma no artigo 5°,</p><p>que ninguém será submetido a penas cruéis, os detentos não poderão ter a</p><p>sua integridade física ou moral deteriorada, e assegura que as penas deverão</p><p>ser cumpridas em estabelecimentos destintos de acordo com a idade, delito e</p><p>o sexo do apenado, logo, as unidades já citadas não estariam obedecendo o</p><p>8</p><p>documento situado no topo do ordenamento jurídico brasileiro e a ferindo os</p><p>direitos dessas pessoas que deveriam ser protegidos pelo Estado.</p><p>2.1Indicação do problema de pesquisa</p><p>3 HIPÓTESE</p><p>De fato, os índios possuem direitos assegurados em constituição, que</p><p>defendem a necessidade de território para estabelecer não só morada, mas um</p><p>modo de subsistência como um todo. Esses direitos não vêm sendo garantidos, já</p><p>que estão sendo removidos de suas terras para darem lugar às indústrias e terrenos</p><p>destinados a implantação de pastos, madeireiras e etc. Por estar previsto na</p><p>constituição federal, essas terras devem pertencer a eles, sendo inadmissível</p><p>removê-los como se fossem descartáveis.</p><p>9</p><p>Conforme Mészáros (2008, p.162), “Nada se resolve apenas pela</p><p>proclamação dos direitos, nem mesmo pelo mais solene dos direitos do homem. A</p><p>esfera global se torna eficaz na medida em que introduz profundamente no corpo da</p><p>sociedade civil.”</p><p>É inadmissível que o país de forma geral, como sociedade ou de forma</p><p>jurídica, olhe para essa questão apenas como uma disputa de direitos entre índios e</p><p>produtores rurais/agronegócio. O que está em jogo é um conceito de sociedade,</p><p>onde se garantam o direito a existência social e cultural dos povos indígenas.</p><p>“No processo penal, salienta-se que somente será possível garantir direitos</p><p>básicos aos povos indígenas quando houver o questionamento sobre a</p><p>identidade cultural das pessoas no início da persecução, e a consequente</p><p>atração da Justiça Federal para todos os casos envolvendo disputa de</p><p>direitos originários.” (BALTAZAR JUNIOR, José Paulo. Crimes Federais, 9ª</p><p>edição 2014.)</p><p>É preciso uma conscientização e resgate da cultura e temática dos assuntos</p><p>que dizem respeito aos povos indígenas. Vale lembrar que a perseguição e a</p><p>destruição exagerada da cultura indígena, se deve historicamente à evolução da</p><p>industrialização. Devemos resgatar os valores de se manter a história, de não deixar</p><p>morrerem as memórias, tão importantes para um país de tanta riqueza cultural como</p><p>é o caso do Brasil. Para isso, faz-se necessário que tenhamos uma justiça envolvida</p><p>e empenhada em se aproximar e atuar de forma robusta, afim de se tratar de forma</p><p>eficaz, justa e igualitária em razão dos direitos sociais, culturais e até de</p><p>subsistência dos povos indígenas e também de todos assuntos que dizem respeito</p><p>às minorias.</p><p>É necessário, a participação efetiva dos povos indígenas na construção das</p><p>políticas públicas, pois devem serem tratados como povos autônomos, enquanto</p><p>coletividades diferentes. Com essa participação, será possível discutir direitos e</p><p>garantias, impactando na realidade local das comunidades indígenas.</p><p>10</p><p>4 MARCO TEÓRICO</p><p>O presente projeto tem como marco teórico da pesquisa em comento o site</p><p>da FUNAI – www.funai.gov.br, o qual apresenta várias pesquisas pautadas no direito</p><p>originário sobre às terras que tradicionalmente os índios ocupam, nos fazendo</p><p>compreender as bases legais para a demarcação de terras indígenas, o porquê de</p><p>demarca-las e nos explicando também todo o processo de demarcação.</p><p>11</p><p>Através do estudo sobre os povos indígenas, podemos perceber a</p><p>simplicidade desses povos e a importância de preservar não só as terras que deles</p><p>são de direito, mas também a cultura milenar desses povos que com falta de</p><p>informação, acabam sendo de certa forma utilizados como “objeto” de pessoas e</p><p>empresas com tecnologia avançada e poder financeiro. O site da Funai apresenta</p><p>diariamente atualizações sobre políticas públicas que podem trazer melhorias e o</p><p>acesso aos direitos e informações importantes que os índios necessitam, de forma</p><p>simples, com respeito e o mais importante,</p><p>estratégias para levar as informações de</p><p>forma que não atinja a cultura destes povos.</p><p>Outro marco teórico da presente pesquisa, é autor Istiván Mészáros, que</p><p>afirma que por mais perfeita que seja a legislação, faz-se necessária a</p><p>conscientização da sociedade, da importância social, humana e cultural de sua</p><p>própria história. (MESZAROS, 2008)</p><p>Como afirma Mészáros (2008, p.162) “Nada se resolve apenas pela</p><p>proclamação dos direitos, nem mesmo pelo mais solene dos direitos do homem. A</p><p>esfera global se torna eficaz na medida em que introduz profundamente no corpo da</p><p>sociedade civil.”</p><p>A conscientização e o respeito aos povos indígenas têm se tornado cada vez</p><p>mais importantes e organizações como a Funai dia após dia se tornam alicerces</p><p>para a preservação dos direitos e da cultura indígena no nosso país.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>FUNAI – FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO. Terras Indígenas. Disponível em:</p><p>http://www.funai.gov.br/index.php/indios-no-brasil/terras-indigenas. Acesso em: Mar,</p><p>2019.</p><p>SWINKILEL LUM, VII Encontro internacional do CONPEDI/BRAGA – PORTUGAL,</p><p>2017.</p><p>Associação Brasileira de Pesquisadores em Sociologia do Direito (Abrasd).</p><p>http://www.funai.gov.br/index.php/indios-no-brasil/terras-indigenas</p><p>12</p><p>MÉSZÁROS, I. Filosofia, ideologia e ciências sociais (2008, p.162).</p><p>BALTAZAR JUNIOR, José Paulo. Crimes Federais, 9ª edição 2014.</p><p>ECODEBATE. Os impactos da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte</p><p>na vida dos indígenas que vivem na região. Disponível em:</p><p>https://www.ecodebate.com.br/2017/11/10/os-impactos-da-construcao-da-usina-hidre</p><p>letrica-de-belo-monte-na-vida-dos-indigenas-que-vivem-na-regiao/. ISSN 2446-9394,</p><p>10\11\2017.</p><p>https://www.ecodebate.com.br/2017/11/10/os-impactos-da-construcao-da-usina-hidreletrica-de-belo-monte-na-vida-dos-indigenas-que-vivem-na-regiao/</p><p>https://www.ecodebate.com.br/2017/11/10/os-impactos-da-construcao-da-usina-hidreletrica-de-belo-monte-na-vida-dos-indigenas-que-vivem-na-regiao/</p>

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