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<p>2</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE</p><p>CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM – MANAUS-AM</p><p>ESTÁGIO LABORATORIAL</p><p>ENF. PABLOENA PEREIRA – PRECEPTORA</p><p>SANDRA DE ANDRADE BATISTA FRANÇA UP20207951</p><p>MANAUS-AM</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE</p><p>CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM – MANAUS-AM</p><p>SANDRA DE ANDRADE BATISTA FRANÇA</p><p>ESTÁGIO LABORATORIAL</p><p>Trabalho solicitado ao curso de Bacharelado em Enfermagem da Universidade Paulista – UNIP, como meio de obtenção de nota parcial no Estágio Clínico (Laboratório).</p><p>Preceptora: Pabloena Pereira.</p><p>MANAUS – AM 2024</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO	4</p><p>1.1 Definição do carrinho de emergência	5</p><p>1.2 Objetivo do carrinho de emergência	5</p><p>1.3 Normas e Responsabilidades	5</p><p>1.4 Padronização do carrinho de emergência	6</p><p>1.5 Organização do carrinho de emergência	6</p><p>1.6 Cuidados de enfermagem importantes com o carrinho de enfermagem	8</p><p>2.	UTILIZAÇÃO DE PRECAUÇÕES	9</p><p>2.1 Histórico e evolução das práticas de precauções e isolamento	9</p><p>2.2 Formas de transmissão dos agentes infecciosos	10</p><p>2.3 Precaução Padrão	10</p><p>2.4 Precaução de Contato	10</p><p>2.5 Precauções para Gotículas	11</p><p>2.6 Precauções para Aerossóis	11</p><p>3.	COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES: URINA, SANGUE E FEZES	11</p><p>3.1 Guia para coleta de exames	11</p><p>3.2 Etapas para coleta de sangue	12</p><p>3.3 Etapas para coleta de urina	13</p><p>3.4 Etapas para coleta de fezes	13</p><p>4.	GASOMETRIA ARTERIAL	14</p><p>4.1 Parâmetros da gasometria arterial	14</p><p>4.2 Interpretação dos parâmetros da gasometria arterial	15</p><p>CONCLUSÃO	16</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	17</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>No campo da enfermagem, a eficiência e a precisão dos cuidados de saúde são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar dos pacientes. Entre as diversas responsabilidades dos profissionais de enfermagem, destacam-se a organização do carrinho de emergência, a utilização de precauções para prevenir infecções, a coleta adequada de materiais para exames e a realização de gasometria arterial. A organização do carrinho de emergência é essencial para garantir uma resposta rápida e eficaz em situações críticas. A utilização de precauções, especialmente as precauções padrão e as precauções baseadas na transmissão, é vital para prevenir a disseminação de infecções dentro das unidades de saúde. Profissionais de enfermagem devem estar bem informados sobre os protocolos de higienização das mãos, uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e manuseio seguro de materiais potencialmente contaminados para proteger tanto os pacientes quanto a equipe de saúde. A coleta de materiais para exames, incluindo urina, sangue e fezes, requer técnicas precisas para garantir a integridade das amostras e a precisão dos resultados laboratoriais. A gasometria arterial é um procedimento invasivo que fornece informações essenciais sobre o equilíbrio ácido-base, a oxigenação e a ventilação do paciente.</p><p>1.</p><p>ORGANIZAÇÃO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA</p><p>1.1 Definição do carrinho de emergência</p><p>O carrinho de emergência é uma composição móvel, sequenciada que apresenta um conjugado de equipamentos, fármacos e outros materiais, indispensáveis para avaliação e tratamento das urgências e emergências, entre elas: parada cardiorrespiratória, monitoramento de vias aéreas, vascular e arterial (SILVA, et al. 2013).</p><p>1.2 Objetivo do carrinho de emergência</p><p>Assegurar que o carrinho de emergência esteja sempre no ponto para uso, contendo todos os medicamentos e materiais médicos necessários e dentro do prazo de validade, estabelecer rotinas padronizadas para organização, checagem, testagem e limpeza de seus componentes acessórios, clarificar as responsabilidades de quem utiliza e mantém os carrinhos de emergência, facilitar o acesso rápido aos recursos necessários para fornecer assistência eficiente e de alta qualidade aos pacientes em situações de emergência e garantir a uniformidade na configuração e conteúdo de um carrinho de emergência para maior eficácia e consistência no atendimento (AIRES, 2023).</p><p>1.3 Normas e Responsabilidades</p><p>Organizar e manter os carrinhos de emergência e seus componentes acessórios em ordem, estabelecer uma escala de limpeza para os carrinhos de emergência e seus componentes, supervisionar o cumprimento das atividades pelos técnicos/auxiliares de enfermagem, conforme a escala, realizar testes funcionais do laringoscópio e do desfibrilador, verificar os lacres dos carrinhos de emergência, incluindo medicamentos e materiais, diariamente, listar, quantificar e repor medicamentos e materiais utilizados ou vencidos nos carrinhos de emergência, realizar controle periódico dos materiais do carrinho quanto à presença, quantidade e validade (AIRES, 2023).</p><p>1.4 Padronização do carrinho de emergência</p><p>O carro de emergência deverá constituir-se de um armário móvel com gavetas suficientes para a guarda de medicamentos, materiais e de equipamentos a serem utilizados em situações de emergência e de urgência. A composição do carro de emergência quanto a estrutura e componentes deverá seguir a seguinte sequência:</p><p>· Base superior: desfibrilador, caixa com os laringoscópios; caixa com materiais de intubação (opcional); impressos de controles;</p><p>· Lateral: tábua de compreensão, suporte de soro e cilindro de oxigênio;</p><p>Gavetas:</p><p>· Tarja vermelha: medicamentos;</p><p>· Tarja amarela: materiais para acesso intravascular;</p><p>· Tarja verde: materiais para suporte ventilatório;</p><p>· Tarja azul: material para cateterismo vesical e gástrico, soluções e outros.</p><p>1.5 Organização do carrinho de emergência</p><p>· Base superior: desfibrador/cardioversor, lanterna, estetoscópio, cilindro de O2, insuflador manual com saco/reservatório e filtro descartável, monitor multiparâmetros.</p><p>1° Gaveta:</p><p>· Adenosina – 02 ampolas</p><p>· Adrenalina – 20 ampolas</p><p>· Atropina – 05 ampolas</p><p>· Água destilada – 10 ampolas</p><p>· Bicarbonato de sódio 8,4% – 05 ampolas</p><p>· Cetamina – 01 frasco</p><p>· Diazepan – 05 ampolas</p><p>· Dopamina – 05 ampolas</p><p>· Dobutamina – 05 ampolas</p><p>· Fenitoína – 03 ampolas</p><p>· Fentanil – 03 ampolas</p><p>· Fenobarbital sódico – 03 ampolas</p><p>· Flumazenil – 02 ampolas</p><p>· 10 Furosemida – 10 ampolas</p><p>· Gluconato de cálcio – 05 ampolas</p><p>· Glicose 25% e 50% – 05 ampolas</p><p>· Heparina – 02 frascos</p><p>· Hidrocortisona 100mg e 500mg – 02 frascos</p><p>· Lidocaína 2% s/ vaso – 02 frascos</p><p>· Meperidina – 06 ampolas</p><p>· Metrocoplamida – 04 ampolas</p><p>· Midazolan – 06 ampolas</p><p>· Morfina – 02 ampolas</p><p>· Nalaxone – 02 ampolas</p><p>· Sulfato de magnésio – 02 ampolas</p><p>· Soro fisiológico 0,9% 250ml e 500ml – 02 unidades</p><p>· Terbutalina – 02 ampolas</p><p>2° Gaveta:</p><p>· Agulhas 25 x 7 e 40 x 12</p><p>· Jelco n° 18, 20 e 22</p><p>· Cateteres subclávia n° 16</p><p>· Equipo macrogotas e microgotas</p><p>· Sonda uretral n° 8, 12 e 16</p><p>· Sonda nasogástrica n° 12 e 16</p><p>· Lâmina de bisturi</p><p>· Naylon 3,0 com agulha</p><p>· Scalp n° 19, 21 e 23</p><p>· Seringa 1ml, 3ml, 5ml, 10ml e 20ml</p><p>· Three Way</p><p>· Xilocaína geleia</p><p>3° Gaveta:</p><p>· Bicarbonato de sódio 5%</p><p>· Eletrodos</p><p>· Luvas cirúrgicas n° 7,5 e 8,0</p><p>· Soro glicosado 5% 250 e 500ml</p><p>· Soro fisiológico 0,9% 250 e 500ml</p><p>· Tubo n° 7,0, 7,5, 8,0, 8,5 e 9,0</p><p>4° Gaveta:</p><p>· Intubação</p><p>· Ambu</p><p>· Cânula de Guedel</p><p>· Guia de tubo</p><p>· Lâmina para Laringo n° 2, 3 e 4</p><p>· Laringoscópio</p><p>· Látex</p><p>· Máscara de Hudson</p><p>· Óculos protetor</p><p>· Umidificador</p><p>1.6 Cuidados de enfermagem importantes com o carrinho de enfermagem</p><p>É importante estar sempre organizado de forma ordenada e toda equipe deve estar familiarizada onde está guardado cada material, gavetas chaveadas são contra indicadas com exceção a guarda dos psicotrópicos, os critérios para identificação podem ser em ordem alfabética, ordem numérica crescente e padronização por cores contrastantes, p excesso de materiais que dificultem a localização devem ser retirados, o local onde se encontra o carro de parada deve ser de fácil acesso, não deve conter obstáculos que dificultem sua remoção e deslocamento, junto ao carrinho deve permanecer a tábua de reanimação e deve ser revisado diariamente e após cada uso (AIRES, 2023).</p><p>2. UTILIZAÇÃO DE PRECAUÇÕES</p><p>2.1 Histórico e evolução das práticas de precauções e isolamento</p><p>Desde o século XIV, já existia a preocupação com o isolamento dos doentes, os quais eram obrigados a permanecer em suas casas marcadas com um sinal distintivo. A partir do século XVIII começa surgir a ideia de transmissão, passando a identificar agentes microbiológicos e uma melhor concepção da doença (NICHIATA et al., .2004).</p><p>Florence Nightingale em 1863 estabeleceu as primeiras recomendações sistematizadas relacionadas ao cuidado do paciente, enfatizando a necessidade de limpeza do ambiente hospitalar, os ensinamentos de Florence abordavam a transmissão de doenças por substâncias do corpo e os cuidados com o ambiente hospitalar com relação ao ar puro, luz, calor, limpeza e a necessidade de separação dos doentes infectados dos não infectados (NICHIATA et. al., .2004).</p><p>No final do século XIX, nos Estados Unidos, vieram às primeiras recomendações sobre isolamento no ambiente hospitalar, orientando a internação de pacientes com doenças infecciosas em quartos separados (APECIH 2012).</p><p>O CDC dos Estados Unidos publicou em 1970 um documento “Técnicas para isolamentos em hospitais” orientando os hospitais quanto à utilização das precauções para isolamento de pacientes com infecções, em 1975 este documento foi revisado e publicado recomendando uma classificação com sete categorias de isolamento, segundo suas vias de transmissão (NICHIATA et al., .2004).</p><p>Em 1983, o CDC lança a atualização do manual de isolamentos, com título “Guideline for Isolation Precautions in Hospitals” neste documento as categorias de isolamentos foram divididas em: precauções entéricas, estrita, de contato, respiratória, para pacientes com tuberculose, com sangue e fluídos orgânicos (APECIH 2012).</p><p>No Brasil em 1985, o Ministério da Saúde publicou o “Manual de Controle de Infecção Hospitalar” com recomendações específicas sobre isolamentos com base nas recomendações do CDC (NICHIATA et al., 2004).</p><p>2.2 Formas de transmissão dos agentes infecciosos</p><p>Mecanismo de transmissão é a forma como os microrganismos são transmitidos afetando o hospedeiro suscetível, podendo ser de transmissão direta através de exposição ao sangue e outros fluídos corpóreos ou através de fonte indireta por meio de vetor ou fômites. As principais vias de transmissão de patógenos no ambiente hospitalar são por contato, gotículas e aéreas (APECIH 2012).</p><p>2.3 Precaução Padrão</p><p>Lavar com água e sabonete ou friccione as mãos com álcool a 70% (se as mãos não estiverem visivelmente sujas) antes e após o contato com qualquer paciente, após a remoção das luvas e após o contato com sangue ou secreções, usar luvas apenas quando houver risco de contato com sangue, secreções ou membranas mucosas e calçar imediatamente antes do contato com o paciente e retire-as logo após o uso, higienizando as mãos em seguida, usar óculos, máscara e/ou avental quando houver risco de contato de sangue ou secreções, para proteção da mucosa de olhos, boca, nariz, roupa e superfícies corporais e descartar, em recipientes apropriados, seringas e agulhas, sem desconectá-las ou reencapá-las. (ANVISA, 2000).</p><p>2.4 Precaução de Contato</p><p>Infecção ou colonização por microrganismo multirresistente, varicela, infecções de pele e tecidos moles com secreções não contidas no curativo, impetigo, herpes zoster disseminado ou em imunossuprimido, etc. Usar luvas e avental durante toda manipulação do paciente, de cateteres e sondas, do circuito e do equipamento ventilatório e de outras superfícies próximas ao leito. Colocar imediatamente antes do contato com o paciente ou as superfícies e retire-os logo após o uso, higienizando as mãos em seguida. Quando não houver disponibilidade de quarto privativo, a distância mínima entre dois leitos deve ser de um metro. Equipamentos como termômetro, esfigmomanômetro e estetoscópio devem ser de uso exclusivo do paciente (ANVISA, 2000).</p><p>2.5 Precauções para Gotículas</p><p>Meningites bacterianas, coqueluche, difteria, caxumba, influenza, rubéola, etc., quando não houver disponibilidade de quarto privativo, o paciente pode ser internado com outros infectados pelo mesmo microrganismo, a distância mínima entre dois leitos deve ser de um metro, o transporte do paciente deve ser evitado, mas, quando necessário, ele deverá usar máscara cirúrgica durante toda sua permanência fora do quarto (ANVISA, 2000).</p><p>2.6 Precauções para Aerossóis</p><p>Higienize as mãos antes e após o contato com o paciente, use óculos, máscara cirúrgica e/ou avental quando houver risco de contato de sangue ou secreções, descarte adequadamente os pérfuro-cortantes. Mantenha a porta do quarto SEMPRE fechada e coloque a máscara antes de entrar no quarto. Quando não houver disponibilidade de quarto privativo, o paciente pode ser internado com outros pacientes com infecção pelo mesmo microrganismo. Pacientes com suspeita de tuberculose resistente ao tratamento não podem dividir o mesmo quarto com outros pacientes com tuberculose. O transporte do paciente deve ser evitado, mas quando necessário o paciente deverá usar máscara cirúrgica durante toda sua permanência fora do quarto (ANIVSA, 2000).</p><p>3. COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES: URINA, SANGUE E FEZES</p><p>A coleta de exames laboratoriais de pacientes nos laboratórios de análises clínicas é uma atividade que a enfermagem desenvolve e que contribui para a promoção, manutenção e recuperação da saúde (SILVA et al., 2005).</p><p>3.1 Guia para coleta de exames</p><p>Durante a coleta é fundamental atentar-se as seguintes normais gerais:</p><p>Orientar o paciente sobre o exame que será realizado, sua finalidade, método de coleta, tempo aproximado para emissão dos resultados, isso ajuda a minimizar preocupações e ansiedade, higienizar corretamente as mãos antes e após a coleta e usar luvas, rotular o frasco com etiqueta, onde deve constar:</p><p>· Nome do paciente e número de registro geral;</p><p>· Número da enfermaria, quarto e leito do paciente;</p><p>· Exame solicitado;</p><p>· Médico requisitante;</p><p>· Pessoa responsável pela coleta;</p><p>· Caso sejam necessárias mais de uma amostra, numerar os frascos especificando a finalidade, p. ex. hemocultura.</p><p>Atentar-se a técnica e o método indicado para as diferentes coletas, o material coletado deve seguir imediatamente para o laboratório, acompanhado da requisição, nos casos que seja impossível o envio imediato, seguir as rotinas estabelecidas pelo bioquímico responsável pelo setor de análises, realizar registros no prontuário do paciente, constando: horário da coleta, material, colhido, exame solicitado e assinatura do responsável pela coleta (SILVA et al., 2005).</p><p>3.2 Etapas para coleta de sangue</p><p>Higienizar as mãos conforme recomendações da OMS, orientar o paciente sobre a assistência que será prestada, reunir o material necessário para a coleta de sangue, preparar o ambiente, providenciando boa iluminação, dispor o material em local próximo e de fácil acesso, posicionar o paciente, se possível sentado ou deitado em decúbito dorsal, com o braço apoiado, de modo a mantê-lo confortável e facilitar a visualização das veias, calçar as luvas, visualizar, palpar e selecionar a veia a ser puncionada (preferencialmente no antebraço ou na mão), prender o garrote aproximadamente 5cm acima do local da punção e pedir que o paciente feche a mão, fazer antissepsia da área com solução alcóolica a 70% ou clorexidina alcóolica 0,5%, no sentindo do retorno venoso, para estimular o aparecimento das veias, deixar o algodão na bandeja ou segurá-lo com o dedo mínimo, com o polegar da mão não dominante fixar a veia, esticando a pele abaixo do ponto da punção, segurar a seringa horizontalmente, com a mão dominante, mantendo o indicador sobre o canhão da agulha, introduzir a agulha com o bisel e a graduação da seringa voltados para cima (a agulha deve ser introduzida na veia aproximadamente 1 cm e ser mantida em um ângulo de 15°), aspirar à seringa com a mão que fixava a veia. Isto evita movimentos desnecessários e deslocamento da agulha, se usar vacutainer aguardar o enchimento do tubo, após a coleta do sangue necessário, pedir para o paciente abrir a mão, desprender o garrote e remover a agulha, com movimento único e</p><p>suave, apoiando o local com algodão, para facilitar a hemostasia, fazer leve pressão no local da punção com o algodão, fazer com que a mostra de sangue escorra vagarosamente pela parede do tubo, evitando hemólise (se o frasco tiver anticoagulante, agitá-lo levemente, para misturar o conteúdo), observar o estado geral do paciente, deixar o ambiente em ordem, tirar as luvas e higienizar as mãos conforme recomendações da OMS, encaminhar o material coletado para o laboratório juntamente com a requisição, anotar a assistência oferecida nos registros de enfermagem (SILVA et al., 2017).</p><p>3.3 Etapas para coleta de urina</p><p>Higienizar as mãos conforme recomendações da OMS, orientar o paciente sobre o procedimento que será realizado e as formas que ele e/ou familiares presentes podem colaborar, oferecer o material ao paciente e orientá-lo sobre a limpeza correta da região perineal e genital, auxiliar os pacientes dependentes de cuidados, solicitar o que paciente urine em um recipiente limpo, orientando-o para que despreze o primeiro jato, coletar no mínimo 10ml de urina, anexar etiqueta na lateral do frasco na frente do paciente, colocar o frasco em um saco plástico de risco biológico, se exigido pela instituição, se necessário, calçar as luvas de procedimento e transferir a urina para um recipiente previamente rotulado, anexar requisição de exame ao saco com o frasco da amostra, remover a luvas e higienizar as mãos conforme recomendações da OMS, deixar o ambiente em ordem, encaminhar o material coletado para o laboratório juntamente com a requisição dentro de um prazo de 15 a 30 minutos ou refrigerar imediatamente, anotar a assistência oferecida nos registros de enfermagem (SILVA et al., 2017).</p><p>3.4 Etapas para coleta de fezes</p><p>Higienizar as mãos conforme recomendações da OMS, orientar o paciente sobre o procedimento que será realizado e as formas que ele pode colaborar, solicitar ao paciente que ele evacue na comadre, que deve estar limpa e seca, calçar as luvas, colher uma amostra significativa com auxílio de uma espátula (colher preferencialmente no centro da amostra), colocar a amostra no frasco coletor, anexar etiqueta na lateral do frasco na frente do paciente (colocar o frasco em um saco plástico de risco biológico, se exigido pela instituição), remover a luvas e higienizar as mãos conforme recomendações da OMS, deixar o ambiente em ordem, encaminhar o material coletado para o laboratório juntamente com a requisição de exames (a entrega da amostra fecal no laboratório deve ser imediata; sua impossibilidade implica refrigeração após 12 horas em temperatura ambiente por até 24 horas após dejeção), anotar a assistência oferecida nos registros de enfermagem (SILVA et al., 2017).</p><p>4. GASOMETRIA ARTERIAL</p><p>A gasometria arterial consiste na avaliação do equilíbrio ácido-básico por meio da análise das pressões parciais de oxigênio (PaO2) e de gás carbônico (PaCO2) e dos níveis de bicabornato de sódio (HCO3) e do excesso de bases (BE) em uma amostra de sangue permitindo a identificação de situações de neutralidade sanguínea (pH 7,35 A 7,45), situações de acidose (pH7,45) e situações de compensação do sistema tampão (RIBEIRO, 2016).</p><p>4.1 Parâmetros da gasometria arterial</p><p>Os parâmetros mais comumente avaliados na gasometria arterial são:</p><p>· pH 7,35 a 7,45;</p><p>· pO2 (pressão parcial de oxigênio) 80 a 100 mmHg;</p><p>· pCO2 (pressão parcial de gás carbônico) 35 a 45 mmHg;</p><p>· HCO3 (necessário para o equilíbrio ácido-básico sanguíneo) 22 a 26 mEq/L;</p><p>· SaO2 saturação de oxigênio arterial maior que 95%.</p><p>A gasometria consiste na leitura do pH e das pressões parciais de O2 e CO2 em uma amostra de sangue, a leitura é obtida pela comparação desses parâmetros na amostra com os padrões internos do gasômetro. Essa amostra pode ser de sangue arterial ou venoso, porém é importante saber qual é a natureza da amostra para uma interpretação correta dos resultados (RIBEIRO, 2016).</p><p>4.2 Interpretação dos parâmetros da gasometria arterial</p><p>Se a PaCO2 estiver menor que 35 mmHg, o paciente está hiperventilando e se o pH estiver maior que 7,45, ele está em Alcalose Respiratória. Se a PaCO2 estiver maior que 45mmHg, o paciente está hipoventilando e se o pH estiver menor que 7,35, ele está em Acidose Respiratória (RIBEIRO, 2016).</p><p>Se o HCO3 estiver maior que 28 mEq/L com desvio do pH > 7,45, o paciente está em Alcalose Metabólica. Se o HCO3 estiver menor que 22 mEq/L, com desvio do pH</p>

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