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<p>B</p><p>ib</p><p>lio</p><p>g</p><p>ra</p><p>fi</p><p>a</p><p>✓ Roitt fundamentos de imunologia.</p><p>Peter J. Delves et al.</p><p>13ª ed.; Editora Guanabara Koogan, 2023.</p><p>✓ Virologia Humana.</p><p>Norma Suely de Oliveira Santos, et al.</p><p>4ª ed.; Guanabara Koogan, 2021.</p><p>B</p><p>ib</p><p>lio</p><p>g</p><p>ra</p><p>fi</p><p>a</p><p>✓ Imunologia básica : funções e distúrbios do</p><p>sistema imune.</p><p>Abul K. Abbas, Andrew H. Lichtman, Shiv Pillai.</p><p>6ª ed.; Editora Guanabara Koogan, 2021.</p><p>✓ Imunologia celular e molecular.</p><p>Abul K. Abbas, Andrew H. Lichtman, Shiv Pillai.</p><p>10ª ed.; Editora Guanabara Koogan, 2023.</p><p>▪ Método com maior custo-benefício.</p><p>▪ Devem ser seguras e proporcionar proteção a maior</p><p>parte dos indivíduos que a recebem.</p><p>▪ Induzir uma resposta imune protetora - produção</p><p>de CÉLULAS DE MEMÓRIA.</p><p>▪ Característica da RI Adaptativa: Memória.</p><p>✓ Memória imunológica: cada exposição a um antígeno gera</p><p>células de memória de vida longa específicas para o antígeno.</p><p>Células de</p><p>memória</p><p>✓ Linfócitos B</p><p>Células de</p><p>memória</p><p>Abul K. Abbas, et al.</p><p>Abul K. Abbas, et al.</p><p>▪ Células de memória - várias características importantes:</p><p>✓ Sobrevivem mesmo após a infecção ser erradicada e o</p><p>antígeno não estar mais presente.</p><p>✓ Essas células não promovem qualquer função efetora até</p><p>encontrarem um antígeno / Estão “esperando o microrganismo</p><p>retornar”.</p><p>✓ Uma vez ativadas, elas respondem vigorosamente e</p><p>rapidamente - melhor que os linfócitos virgens/efetores.</p><p>✓ “Oferecer” o microrganismo – diferentes formas possíveis.</p><p>✓ Gerar células de memória – Linfócitos (B e T).</p><p>✓ Exposição ao microrganismo “de verdade” = PROTEÇÃO.</p><p>✓ A proteção adquirida de modo ativo é aquela obtida pela estimulação</p><p>da resposta imunológica - memória.</p><p>Imunidade Ativa</p><p>Abul K. Abbas, et al.</p><p>✓ A proteção adquirida de modo ativo é aquela obtida pela estimulação</p><p>da resposta imunológica - Memória.</p><p>01) A infecção natural (com ou sem sintomas) confere imunidade ativa,</p><p>natural e é duradoura, pois há estimulação das células de memória.</p><p>• Após uma infecção por sarampo, rubéola ou varicela, por exemplo, o</p><p>indivíduo ficará protegido, não havendo mais o risco de adquirir a</p><p>mesma doença novamente.</p><p>Imunidade Ativa</p><p>02) A imunidade ativa, adquirida de modo artificial, é obtida pela</p><p>administração de VACINAS, que estimulam a resposta imunológica.</p><p>Imunidade Ativa</p><p>Abul K. Abbas, et al.</p><p>✓ A imunidade adquirida passivamente é imediata, mas transitória.</p><p>✓ É conferida a um indivíduo mediante a:</p><p>• Passagem de anticorpos maternos por via transplacentária, por</p><p>intermédio da amamentação pelo colostro e pelo leite materno</p><p>(imunidade passiva natural).</p><p>• Administração de anticorpos específicos: imunidade passiva artificial.</p><p>Exemplo: soro antirrábico (vírus da raiva), soro antitetânico,</p><p>antidiftérico, antibotrópico.</p><p>Imunidade Passiva</p><p>✓ Neste tipo de imunidade, administram-se anticorpos “prontos” –</p><p>conferir uma “proteção imediata”.</p><p>✓ Algumas semanas depois, o nível de anticorpos começa a diminuir, o</p><p>que dá a esse tipo de imunidade um caráter temporário.</p><p>✓ Não irá gerar células de memória....</p><p>Imunidade Passiva</p><p>Neutralização de microrganismos e de toxinas</p><p>• Anticorpos contra microrganismos e</p><p>toxinas microbianas (ex. toxina</p><p>tetânica, toxina difitérica)</p><p>bloqueiam a ligação desses</p><p>microrganismos e dessas toxinas a</p><p>receptores celulares.</p><p>• A neutralização é realizada por</p><p>qualquer classe de anticorpo</p><p>presente na circulação e nas</p><p>secreções mucosas. (Principalmente,</p><p>IgG: neutralização no sangue; IgA:</p><p>neutralização na mucosa).</p><p>Imunologia celular e molecular; Abul K. Abbas et al.; 10 ed., 2023.</p><p>Abul K. Abbas, et al.</p><p>▪ IMUNIDADE ATIVA:</p><p>✓ A imunidade ativa, adquirida de modo</p><p>artificial, é obtida pela administração de</p><p>VACINAS, que estimulam a resposta</p><p>imunológica.</p><p>✓ Desenvolvimento de resposta imune celular e humoral.</p><p>✓ Imunidade prolongada – memória imunológica.</p><p>✓ Segurança.</p><p>✓ Efeitos colaterais mínimos.</p><p>✓ Estabilidade.</p><p>✓ Fácil produção e baixo custo.</p><p>▪ O QUE ESPERAR DE UMA VACINA?</p><p>✓ Microrganismo.</p><p>✓ Doença.</p><p>✓ Resposta Imune desejada.</p><p>• VACINAS:</p><p>✓ Microrganismos atenuados.</p><p>✓ Microrganismos inativados.</p><p>✓ Subunidades/ Recombinantes.</p><p>✓ VLP (vírus like particles).</p><p>✓ Vetores virais.</p><p>✓ Vacina de DNA / RNA.</p><p>✓ Produzidos por meio de várias passagens em um</p><p>sistema hospedeiro (passagens sucessivas em</p><p>cultura de células ou ovos embrionados).</p><p>✓ Alterações estruturais (mutações) que o tornam</p><p>menos patogênico.</p><p>Vacinas microrganismos atenuados</p><p>▪ Produção vírus atenuado:</p><p>✓ Isolar e cultivar em células humanas (pode causar alguma atenuação).</p><p>✓ Em seguida, é cultivado em células não humanas – adaptação/crescimento –</p><p>mutação.</p><p>✓ Crescimento ruim nas células humanas: promover imunidade – não causará doença.</p><p>Imunobiologia de Janeway; Murphy K; Artmed.</p><p>Im</p><p>u</p><p>n</p><p>o</p><p>b</p><p>io</p><p>lo</p><p>g</p><p>ia</p><p>d</p><p>e</p><p>Ja</p><p>n</p><p>ew</p><p>a</p><p>y;</p><p>M</p><p>u</p><p>rp</p><p>h</p><p>y</p><p>K</p><p>;</p><p>A</p><p>rt</p><p>m</p><p>ed</p><p>.</p><p>▪ Técnicas moleculares / Tecnologia do DNA</p><p>recombinante.</p><p>• Atenuação do vírus:</p><p>✓ Identificar gene – virulência.</p><p>✓ Não alterar genes / crescimento e</p><p>imunogenicidade.</p><p>✓ Vantagem: reversão é muito difícil.</p><p>✓ São muito potentes – capazes de estimular</p><p>diferentes componentes do sistema imunológico.</p><p>✓ Ex. Vírus atenuado: mantém sua capacidade</p><p>replicativa – possibilita produção de anticorpos e</p><p>também ativação de linfócitos TCD8 (apresentação</p><p>via MHC I). Também associado a ativação de</p><p>linfócitos TCD4.</p><p>Vacinas microrganismos atenuados</p><p>Vacinas microrganismos inativados</p><p>✓ Inativação: alterações irreversíveis provocadas por</p><p>calor, alteração de pH, radiação ou agentes químicos.</p><p>✓ Não tem o fator limitante de reversão ao tipo selvagem.</p><p>✓ Resposta imunológica.</p><p>✓ Estáveis.</p><p>• VACINAS:</p><p>✓ Microrganismos atenuados.</p><p>✓ Microrganismos inativados.</p><p>✓ Subunidades/ Recombinantes.</p><p>✓ VLP (vírus like particles).</p><p>✓ Vetores virais.</p><p>✓ Vacina de DNA / RNA.</p><p>✓ Baixa proteção de algumas vacinas de vírus</p><p>atenuados.</p><p>✓ Limitação no cultivo de alguns vírus (HPV).</p><p>Nova estratégia para produção de vacina.</p><p>Vacinas de subunidades/recombinantes</p><p>✓ As vacinas de subunidades são compostas por</p><p>antígenos purificados de vírus patogênicos ou são</p><p>formadas por epítopos imunogênicos, sintetizados</p><p>em laboratório.</p><p>✓ Ex. Hepatite B – antígeno HBS.</p><p>Vacinas de subunidades/recombinantes</p><p>Abul K. Abbas, et al.</p><p>• Antígeno de superfície (HBsAg)</p><p>✓ Presente no envelope HBV</p><p>▪ HBsAg foi isolado do plasma humano.</p><p>▪ Clonado e expresso em leveduras.</p><p>▪ A proteína HBs é liberada das células de leveduras por meio de ruptura</p><p>celular e purificada (métodos físico-químicos).</p><p>▪ Utilização de proteínas recombinantes expressas em</p><p>sistemas de vírus - VLP:</p><p>✓ Partículas semelhantes a vírus – VLP.</p><p>(virus-like particles)</p><p>✓ São pequenas estruturas (nanoestruturas) compostas</p><p>por uma ou mais proteínas estruturais do vírus / NÃO</p><p>contém material genético.</p><p>VLP: virus-like particles</p><p>✓ HPV (Papiloma vírus humano) - vírus que infecta a pele e as mucosas,</p><p>podendo causar verrugas ou lesões percursoras de câncer, como o</p><p>câncer de colo de útero, garganta ou ânus.</p><p>• Baseia-se na síntese e utilização de proteínas virais do capsídeo,</p><p>formando as chamadas partículas semelhantes a vírus ou virus-like</p><p>particles (VLP).</p><p>VLP</p><p>They are essentially empty shells that consist of virus-like particles (VLP). The L1 protein is the</p><p>capsid protein around the HPV. The vaccines reproduce the capsid protein in yeast cells.</p><p>• VACINAS:</p><p>✓ Microrganismos atenuados.</p><p>✓ Microrganismos inativados.</p><p>✓ Subunidades/ Recombinantes.</p><p>✓ VLP (vírus like particles).</p><p>✓ Vetores virais.</p><p>✓ Vacina de DNA / RNA.</p><p>Roitt – Fundamentos de Imunologia; Delves PJ et.al.</p><p>“Um artifício engenhoso consiste em</p><p>utilizar um vírus não patogênico como</p><p>cavalo de Troia para genes que codificam</p><p>proteínas de um patógeno.”</p><p>• Vetores virais / inserção de moléculas</p><p>de DNA: expressão dos genes virais de</p><p>interesse em um vírus não patogênico.</p><p>Roitt – Fundamentos de Imunologia; Delves PJ et.al.</p><p>DNA Vaccines—How Far From Clinical Use?</p><p>Dominika Hobernik & Matthias Bros</p><p>Int. J. Mol. Sci. 2018.</p><p>Vacina DNA</p><p>A Guide to Nucleic Acid Vaccines in the Prevention and Treatment of Infectious Diseases and Cancers: From Basic Principles to Current Applications.</p><p>Furong Qin et al. Front. Cell Dev. Biol, 2021.</p><p>Vacina RNA</p><p>▪ ADJUVANTES:</p><p>✓ Geralmente, vacinas de microrganismos inativados,</p><p>proteínas recombinantes, VLP e RNA (DNA) induzem</p><p>uma resposta imunológica mais fraca quando</p><p>comparadas com vacinas de microrganismos</p><p>atenuados.</p><p>✓ Precisa de adjuvante.</p><p>▪ ADJUVANTES:</p><p>✓ Administrados com as vacinas.</p><p>✓ Aumentam a resposta imunológica.</p><p>✓ Atuam nas células apresentadoras de antígenos,</p><p>induzindo a ativação das células T.</p><p>New-age vaccine adjuvants, their development, and future perspective. Verma SK et al. Front. Immunol. 2023.</p><p>New-age vaccine adjuvants, their development, and future perspective. Verma SK et al. Front. Immunol. 2023.</p><p>V</p><p>er</p><p>m</p><p>a</p><p>S</p><p>K</p><p>e</p><p>t</p><p>a</p><p>l.</p><p>Fr</p><p>o</p><p>nt</p><p>. I</p><p>m</p><p>m</p><p>u</p><p>n</p><p>o</p><p>l.</p><p>2</p><p>0</p><p>2</p><p>3</p><p>.</p><p>Revista FAPESP; Os caminhos da Vacina; Junho de 2020</p><p>• Butantan / CoronaVac – Vírus inativado.</p><p>• Oxford/AstraZeneca/Fiocruz – Vetor viral não replicante (adenovírus</p><p>modificado – informação proteína spike).</p><p>• Pfizer/BioNTech – mRNA (proteína spike; armazenamento -80ºC).</p><p>• Moderna – mRNA (proteína spike; armazenamento -20ºC).</p><p>• Sputnik V– Vetor viral (Adenovírus diferentes na primeira e segunda dose).</p><p>• Jansen – Vetor adenovírus (dose única).</p><p>• Vacina bivalente: mRNA que codifica a proteína spike da cepa original</p><p>do vírus SARS-CoV-2 e o mRNA da variante ômicron.</p><p>Fonte: PFARMA - https://pfarma.com.br/coronavirus/8138-bula-vacina-bivalente-covid19-pfizer.html</p><p>https://pfarma.com.br/coronavirus/8138-bula-vacina-bivalente-covid19-pfizer.html</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p>