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<p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>1</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA</p><p>EXÉRCITO BRASILEIRO</p><p>1ª REGIÃO MILITAR</p><p>(4º Dist Mil/1891)</p><p>REGIÃO MARECHAL HERMES DA FONSECA</p><p>AVISO DE CONVOCAÇÃO Nº 10-SSMR/1, DE 25 DE JULHO DE 2024 CADASTRAMENTO EM BANCO</p><p>DE DADOS PARA O SERVIÇO TÉCNICO TEMPORÁRIO EM 2024/2025 PARA CARGOS DE NÍVEL</p><p>MÉDIO (ESTÁGIO BÁSICO DE SARGENTO TEMPORÁRIO)</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIA SUGERIDOS PARA O TESTE DE CONHECIMENTOS</p><p>AS BIBLIOGRAFIAS SUGERIDAS NÃO LIMITAM NEM ESGOTAM O PROGRAMA. SERVEM APENAS COMO</p><p>ORIENTAÇÃO PARA AS BANCAS ELABORADORAS DE PROVAS E PARA OS CANDIDATOS.</p><p>TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO / TÉCNICO EM RECURSOS HUMANOS</p><p>ADMINISTRAÇÃO GERAL – Conceitos; Princípios; Teoria da Administração Científica; Teoria Clássica;</p><p>Teoria das Relações Humanas; Teoria Neoclássica da Administração; Modelo Burocrático de</p><p>Organização; Teoria – Estruturalista; Teoria Comportamental; Teoria Matemática da Administração;</p><p>Teoria de Sistemas; Teoria da Contingência; Novas Abordagens da Administração; Liderança</p><p>(conceito e teorias); e Motivação (conceito e teorias).</p><p>GESTÃO DE PESSOAS – Recrutamento e Seleção de Pessoas; Orientação; Modelagem de Trabalho;</p><p>Avaliação de desempenho; Recompensas; e Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas e</p><p>Organizações.</p><p>GESTÃO PÚBLICA – Gestão pública no mundo contemporâneo; Paradigmas na Administração Pública</p><p>brasileira; Burocracia, cultura organizacional e reforma na Administração Pública; Modernização da</p><p>Administração Pública; Governabilidade, governança e accountability; Ética e moral na</p><p>Administração Pública; Reforma do Estado e transparência no Brasil; Organização da Administração</p><p>Pública no Brasil; Planejamento e gestão estratégica; Planejamento estratégico; Gestão Pública</p><p>empreendedora; Inovação institucional do setor público brasileiro; e Formulação, implementação e</p><p>avaliação de políticas públicas no Brasil.</p><p>DOCUMENTAÇÃO – Conceituação; Importância; Natureza; Finalidade; Características; Normalização;</p><p>Fases do processo de documentação; e Classificação.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>2</p><p>DIREITO PÚBLICO – Princípios fundamentais; Organização do Estado; Organização dos poderes;</p><p>Defesa do Estado e das instituições democráticas; e Administração Pública Federal – Organização,</p><p>Princípios e Forças Armadas.</p><p>ÉTICA E TRANSPARÊNCIA – Fundamentos, Conceito e Classificações de Ética; Ética e Moral na</p><p>Administração Pública; Transparência na Administração Pública.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. (atualizada).</p><p>BRASIL. Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. DOU, 19/04/1991 (Atualizada).</p><p>BRASIL. Decreto nº 200, de 25 de fevereiro de 1967. DOU, 27/02/1967. (atualizado).</p><p>BRASIL. Decreto nº 9004, de 17 de julho de 2017.</p><p>BRASIL. Decreto nº 1.171 de 22 de junho de 1994. Código de Ética Profissional do Servidor Público</p><p>Civil do Poder Executivo Federal e suas atualizações. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.</p><p>Brasília, DF, 1994.</p><p>CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2014.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9.ed. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 4.ed. Ed. Compacta. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>PEREIRA, José Matias. Manual de Gestão Pública Contemporânea. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.</p><p>TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – EXPERIÊNCIA COMO ARQUIVISTA</p><p>ADMINISTRAÇÃO GERAL - Conceitos; Princípios; Teoria da Administração Científica; Teoria Clássica;</p><p>Teoria das Relações Humanas; Teoria Neoclássica da Administração; Modelo Burocrático de</p><p>Organização; Teoria - Estruturalista; Teoria Comportamental; Teoria Matemática da Administração;</p><p>Teoria de Sistemas; Teoria da Contingência; Novas Abordagens da Administração; Liderança</p><p>(conceito e teorias); e Motivação (conceito e teorias).</p><p>ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL - Gestão de compras; Aquisição de recursos materiais; Tipos e</p><p>importância dos estoques; Análise dos estoques; Estoque de segurança; e Gestão da distribuição –</p><p>logística (a abordagem logística, recebimento e armazenagem, e distribuição).</p><p>GESTÃO DE PESSOAS – Recrutamento e Seleção de Pessoas; Orientação; Modelagem de Trabalho;</p><p>Avaliação de desempenho; Recompensas; e Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas e</p><p>Organizações.</p><p>GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL - Melhoria contínua; Kaizen; Gestão Estratégica da Qualidade;</p><p>Conceitos Básicos; Ciclo PDCA; Ferramentas de Gerenciamento; Métodos Específicos de Gestão;</p><p>Benchmarking; e Reengenharia.</p><p>GESTÃO PÚBLICA – Gestão pública no mundo contemporâneo; Paradigmas na Administração Pública</p><p>brasileira; Burocracia, cultura organizacional e reforma na Administração Pública; Modernização da</p><p>Administração Pública; Governabilidade, governança e accountability; Ética e moral na</p><p>Administração Pública; Reforma do Estado e transparência no Brasil; Organização da Administração</p><p>Pública no Brasil; Planejamento e gestão estratégica; Planejamento estratégico; Gestão Pública</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>3</p><p>empreendedora; Inovação institucional do setor público brasileiro; e Formulação, implementação e</p><p>avaliação de políticas públicas no Brasil.</p><p>DOCUMENTAÇÃO - Conceituação; Importância; Natureza; Finalidade; Características; Normalização;</p><p>Fases do processo de documentação; e Classificação.</p><p>DIREITO PÚBLICO - Princípios fundamentais; Organização do Estado; Organização dos poderes;</p><p>Defesa do Estado e das instituições democráticas; e Administração Pública Federal – Organização,</p><p>Princípios e Forças Armadas.</p><p>ÉTICA E TRANSPARÊNCIA – Fundamentos, Conceito e Classificações de Ética; Ética e Moral na</p><p>Administração Pública; Transparência na Administração Pública.</p><p>LICITAÇÃO - Conceitos, objeto, princípios, modalidades, tipos, dispensa, inexigibilidade,</p><p>procedimento e julgamento; Pregão; e Contratos administrativos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: 2005.</p><p>BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos Permanentes: tratamento documental. 4 ed. Rio de Janeiro:</p><p>FGV, 2008. 320p</p><p>BITTENCOURT, Sidney. Licitação Passo a Passo. 6.ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.</p><p>BITTENCOURT, Sidney. Pregão Passo a Passo. 4.ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.</p><p>BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. (atualizada).</p><p>BRASIL Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. DOU, 19/04/1991 (Atualizada).</p><p>BRASIL Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. DOU, Seção 1, 22/06/93. (atualizada).</p><p>BRASIL Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002. DOU de 18.7.2002 e retificado em 30.7.2002</p><p>BRASIL Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005: Pregão Eletrônico. (atualizado).</p><p>BRASIL Decreto nº 200, de 25 de fevereiro de 1967. DOU, 27/02/1967. (atualizado).</p><p>BRASIL Decreto nº 9004, de 17 de julho de 2017: Gespública. (atualizado).</p><p>BRASIL Decreto nº 1.171 de 22 de junho de 1994. Código de Ética Profissional do Servidor Público</p><p>Civil do Poder Executivo Federal e suas atualizações. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.</p><p>Brasília, DF, 1994.</p><p>CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2014.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Introdução</p><p>dos resíduos sólidos; Inventário de resíduos;</p><p>Política dos 3Rs; Processos de transporte de resíduos: manifesto de transporte de resíduos (MTR);</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>24</p><p>Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS); Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos</p><p>da Construção Civil (PGRSCC); Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).</p><p>4 – PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL: Componentes de um plano de gestão; Medidas mitigadoras;</p><p>Medidas compensatórias; Medidas de valorização dos impactos benéficos; Estudos complementares</p><p>ou adicionais; Plano de monitoramento; Medidas de capacitação e gestão; Estrutura e conteúdo de</p><p>um plano de gestão ambiental.</p><p>Bibliografia Sugerida:</p><p>BARBOSA, R. P.; IBRAHIN, F. I. D.Resíduos Sólidos: impactos, manejo e gestão ambiental. São Paulo:</p><p>Érica, p. 1-176, 2014.</p><p>BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável.2ª</p><p>edição. São Paulo:Pearson Prentice Hall, 2005.</p><p>Brasil. Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 10004:2004. Classificação de Resíduos Sólidos.</p><p>ABNT. Rio de Janeiro, 2004.</p><p>Brasil. Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 10006:2004. Solubilização de Resíduos.ABNT.</p><p>Rio de Janeiro, 2004.</p><p>Brasil. Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 11174:1990.Armazenagem de Resíduos Classe</p><p>II - Não Inerte e III - Inertes.ABNT. Rio de Janeiro, 1990.</p><p>Brasil. Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 12235:1992.Armazenagem de Resíduos</p><p>Sólidos Perigosos.ABNT. Rio de Janeiro, 1990.</p><p>Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. 4. ed.</p><p>São Paulo: Saraiva, 1990</p><p>Brasil. Decreto nº 5.940, de 25 de Outubro de 2006. Institui a separação dos resíduos recicláveis</p><p>descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte</p><p>geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, e</p><p>dá outras providências.Diário Oficial da União, Brasília, DF,25 de Outubro de 2006. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/decreto/d5940.htm. Acesso em: 9 set.</p><p>2021.</p><p>Brasil. Lei nº 12.305, de 02 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos.Diário</p><p>Oficial da União, Brasília, DF, 02 de agosto de 2010. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil. Lei nº 12.651 de 25 de maio de 2012. Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa; altera as</p><p>leis nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, 9.393, de 19 de dezembro de 1996, e 11.428, de 22 de</p><p>dezembro de 2006; revoga as leis nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, e 7.754, de 14 de abril de</p><p>1989, e a medida provisória nº 2.166-67, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário</p><p>Oficial da União, Brasília, DF, 25 mai. 2012. Disponível</p><p>emhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/L12651compilado.htm. Acesso</p><p>em: 9 set. 2021</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>25</p><p>BRASIL. Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente,</p><p>seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da União,</p><p>Brasília, DF, 2 set. 1981. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm. Acesso</p><p>em: 9 set. 2021</p><p>Brasil. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997.Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos.Diário</p><p>Oficial da União, Brasília, DF,09 de janeiro de 1997. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil. Lei nº 9.795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política</p><p>Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF,</p><p>27abril. 1999. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm. Acesso em: 9</p><p>set. 2021.</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria</p><p>Colegiada Nº 222, de 28 de março de 2018. Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos</p><p>Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências.Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 março</p><p>2018. Disponível em: www.in.gov.br. Acesso em: 9 set. 2021</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS Nº 888, de 4 de maio de 2021. Altera o Anexo XX da</p><p>Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre os</p><p>procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão</p><p>de potabilidade. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 07 de maio de 2021. Disponível em:</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-888-de-4-de-maio-de-2021-318461562.</p><p>Acesso em: 9 set. 2021</p><p>Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA. 3º edição.</p><p>Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2005. Disponível em:</p><p>http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/educacaoambiental/pronea3.pdf. Acesso em: 9 set.</p><p>2021</p><p>Brasil. Resolução CONAMA Nº 275, 25 de abril de 2001. Estabelece o código de cores para os</p><p>diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem</p><p>como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 de</p><p>outubro de 2002. Disponível em: www.in.gov.br. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil. Resolução CONAMA Nº 307, de 05 de julho de 2002.Estabelece diretrizes, critérios e</p><p>procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Alterada pelas Resoluções nº 348, de</p><p>2004; nº 431, de 2011; e nº 448 de 2012.Diário Oficial da União, Brasília, DF, 05 de julho de 2002.</p><p>Disponível em:</p><p>https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&legislacao=108894. Acesso</p><p>em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil. Resolução CONAMA nº 357, de 17 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos</p><p>de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e</p><p>padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências.Diário Oficial da União, Brasília, DF,</p><p>17 mar. 2005. Disponível em:</p><p>https://www.icmbio.gov.br/cepsul/images/stories/legislacao/Resolucao/2005/res_conama_357_2</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>26</p><p>005_classificacao_corpos_agua_rtfcda_altrd_res_393_2007_397_2008_410_2009_430_2011.pdf.</p><p>Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil. Resolução CONAMA Nº 358, de 29 de abril de 2005 - Dispõe sobre o tratamento e a disposição</p><p>final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.Diário Oficial da União, Brasília, DF,</p><p>29 de abril de 2005. Disponível em: www.in.gov.br. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil. Resolução CONAMA Nº 430, de 13 de maio de 2011. Dispõe sobre as condições e padrões de</p><p>lançamento de efluentes, alterando parcialmente a Resolução nº 357, de 17 de março de 2005.Diário</p><p>Oficial da União, Brasília, DF, 13 maio 2011. Disponível em: www.in.gov.br. Acesso em: 9 set. 2021</p><p>Brasil.Lei complementar Nº 140, de 8 de dezembro de 2011. Fixa normas, nos termos dos incisos III,</p><p>VI e VII do caput e do parágrafo único do art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a</p><p>União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do</p><p>exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção</p><p>do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das</p><p>florestas,</p><p>da fauna e da flora; e altera a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981.Diário Oficial da União, Brasília,</p><p>DF, 8 de dezembro de 2011. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Brasil.Resolução CONAMA nº 1, de 23 de janeiro de 1986. Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes</p><p>gerais para a avaliação de impacto ambiental.Diário Oficial da União, Brasília, DF, 17 de fevereiro</p><p>de1986. Disponível em: /www.ibama.gov.br. Acesso em: 9 set. 2021</p><p>RESOLUÇÃO CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de 1997. Dispõe sobre a revisão e</p><p>complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental e Altera</p><p>a Resolução CONAMA Nº01/86. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 de dezembro de 1997.</p><p>Disponível em:</p><p>https://www.icmbio.gov.br/cecav/images/stories/downloads/Legislacao/Res_CONAMA_237_1997</p><p>.pdf. Acesso em: 9 set. 2021</p><p>Rio de Janeiro, Instituto Estadual do Ambiente. Manual 353. Manual de limpeza e desinfecção de</p><p>reservatórios de água. Aprovada pela Deliberação CECA Nº 2. 918, de 06 de julho de 1993. Diário</p><p>Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Rio de janeiro. 25 de fevereiro de 2021. Disponível em:</p><p>http://www.inea.rj.gov.br/cs/groups/public/@inter_pres_aspres/documents/document/zwff/mda</p><p>2/~edisp/inea_006767.pdf. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Rio de Janeiro, Instituto Estadual do Ambiente.Norma Operacional Nº 45. Estabelecer critérios e</p><p>padrões de lançamento de Esgoto Sanitário. Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Rio de janeiro.</p><p>13 de março de 2018. Disponível em: http://www.inea.rj.gov.br/wp-</p><p>content/uploads/2021/03/NOP-INEA-45.pdf. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Rio de Janeiro, Instituto Estadual do Ambiente.Norma Operacional Nº 35. Norma operacional para</p><p>o sistema online de manifesto de transporte de resíduos -SISTEMA MTR.Diário Oficial do Estado do</p><p>Rio de Janeiro. Rio de janeiro. 13 de março de 2018. Disponível em:</p><p>http://200.20.53.11/documentos/NOP_INEA_35.pdf. Acesso em: 9 set. 2021</p><p>Rio de Janeiro. Decreto nº 20.356, de 17 de outubro de 1994. Regulamenta a Lei n.º 1.893, de 20 de</p><p>novembro de 91, que estabelece a obrigatoriedade de limpeza e higienização dos reservatórios de</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>27</p><p>água para fins de manutenção dos padrões de potabilidade. Diário Oficial do Estado do Rio de</p><p>Janeiro. Rio de janeiro. 17 de out. de 1994. Disponível em:</p><p>http://www.inea.rj.gov.br/Portal/Agendas/LicenciamentoAmbiental/Licenciamento-saiba-</p><p>mais/Limpezaehigienizaoderes/index.htm&lang=PT-BR. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>Rio de Janeiro. Lei nº 1893, de 20 de outubro de 1991. Estabelece a obrigatoriedade da limpeza e</p><p>higienização dos reservatórios de água para fins de manutenção dos padrões de</p><p>potabilidade.Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Rio de janeiro. 20 de out. de 1991. Disponível</p><p>em:</p><p>http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/CONTLEI.NSF/bff0b82192929c2303256bc30052cb1c/9766633f087c1</p><p>d6a032565310040561e?OpenDocumenthttp://www.inea.rj.gov.br/. Acesso em: 9 set. 2021.</p><p>SANCHEZ, L. E. Avaliação do Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. 2ª Edição. Atualizada e</p><p>Ampliada. Rio de Janeiro: Ed. Oficina de Textos, 2013.</p><p>TÉCNICO COZINHA</p><p>História da Alimentação, Higiene e Sanitização da Área de Produção e distribuição, Ciência de</p><p>alimentos, Logística de Compras, Habilidades Básicas de Cozinha, Cozinha Internacional, Nutrição</p><p>Básica, Planejamento e Produção das preparações de uma cozinha, Boas práticas de fabricação,</p><p>Noções básicas de panificação e confeitaria, Cozinha regional, Aproveitamento Integral de</p><p>Alimentos, Alimentação para pessoas com necessidades específicas, Serviços em eventos de Buffet.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ABERC. Manual ABERC de práticas de elaboração e serviço de refeições para coletividades. São</p><p>Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas, 2003.</p><p>ABREU, E.S.; SPINELLI, M.G.N. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de</p><p>fazer. 6ª edição. São Paulo: Metha, 2016.</p><p>ARAUJO, Wilma Maria Coelho; TENSER, Carla Marcia Rodrigues. Gastronomia: Cortes e</p><p>Recortes. v.1. Brasília: Editora SENAC-DF, 2006.</p><p>ARRUDA, Gillian Alonso Manual de boas práticas: unidades de alimentação e nutrição. 2. ed. São</p><p>Paulo: Ponto Crítico, 2002.</p><p>BOBBIO, O.F.; BOBBIO, P.A. Química do processamento de alimentos. 3. ed. São Paulo: Varela,</p><p>2001.</p><p>CANELLA-RAWLS, S. Pão-Arte e ciência. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2007. 364P.</p><p>CASCUDO, Luis da Camara. História da alimentação no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia/</p><p>Universidade de São Paulo, 1983.</p><p>CELIDONIO, J.H, O pão na mesa brasileira. São Paulo: SENAC, 2004. 152P.</p><p>CHAVES, N. Nutrição Básica e Aplicada. São Paulo: Manole, 2002.</p><p>CHIAVENATO. Introdução à Teoria Geral da Administração. 5. ed. v. 1 e 2. São Paulo: Campus,</p><p>1999.</p><p>COSTA, Damte. Tratado de nutrição. Rio de Janeiro: Guanabara, 1947.</p><p>COSTA, Leite, Edy; AUTURI, Silvia; JUNQUEIRA, Lygia. A boa cozinha. Rio de Janeiro:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>28</p><p>Tecnoprint Gráfica S.A..</p><p>COUTINHO, A. O. N. Política de controle de alimentos. Alimentos e Tecnologia, v. II, n. 6, p. 60,</p><p>1986.</p><p>CRAWFORD, A. M. D. Alimentos: seleção e preparo. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1985.3383p.</p><p>CUPPARI, Lilian. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNESP. Escola Paulista de</p><p>Medicina e Nutrição Clinica no Adulto. 2. ed. Barueri: Manole, 2005.</p><p>DOMINÉ, A. Culinária, especialidades européias. Colônia, Alemanha: Konemann, 2001.</p><p>FAO/OMS. Manual sobre necessidades nutriconales del hombre. Estudios sobre Nutrición, n. 28 –</p><p>OMS: Série de Manografias, n. 61, Ginebra, 1975.</p><p>FERNANDES, Carlota. Viagem gastronômica através do Brasil. 7. ed. São Paulo: Senac,</p><p>2005.</p><p>FIGUEIREDO, R.M. As armadilhas de uma cozinha. Coleção Higiene dos Alimentos. v.3. Barueri:</p><p>Manole, 2003. 218p.</p><p>FERREIRA, Sila Mary Rodrigues. Controle da qualidade em sistema de alimentação coletiva I. São</p><p>Paulo: Varela, 2002.</p><p>FRANCO, Bernadette D. G. De M. Microbiologia dos Alimentos. Atheneu, 2008.</p><p>GAVA, A.J.; SILVA C.A.B.; FRIAS, J.R.G. Tecnologia de alimentos – princípios e aplicações. São</p><p>Paulo: Nobel, 2008.</p><p>GERMANO, Maria I. Simões. Treinamento para Manipuladores de Alimentos: Fator de segurança</p><p>alimentar e promoção da saúde. São Paulo: Livraria Varela, 2003/ Higiene Alimentar, 203.</p><p>KOVESI, B.; SIFFERT, C.; CREMA, C.; MARTINOLI, G. Técnicas de Cozinha. Editora Nacional,</p><p>2009.</p><p>Administração na Alimentação Coletiva. São Paulo: Senac, 2007.</p><p>MEZOMO, Iracema Fernandes de Barros. Os serviços de alimentação: Planejamento e</p><p>administração. 6ª edição. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>MONTANARI, Massimo. Comida Profissional. SENAC, 2006.</p><p>ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de alimentos – Alimentos de origem animal. Porto Alegre: Artmed</p><p>ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. Técnica dietética, seleção e preparo de alimentos. 8ª edição. São</p><p>Paulo: Atheneu, 2013.</p><p>TÉCNICO EM DESENHO DE CONSTRUÇÃO CIVIL</p><p>1.Desenho técnico, instrumentos e materiais de desenhos; 2. Elementos básicos do projeto: plantas,</p><p>cortes, fachadas, planta de situação, planta de cobertura e detalhes; 3. Noções de projeto</p><p>arquitetônico; dimensões geometria, perímetro e área das figuras planas e volume dos sólidos</p><p>regulares. Formatos de papel, escalas, símbolos e convenções; 4. O desenho de estrutura</p><p>(representações); 5. Símbolos e representações convencionais (topografia, materiais, paisagismo,</p><p>instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias e alvenaria); 6. Normas ABNT: normas necessárias a</p><p>representação de projeto de arquitetura, desenho técnico e acessibilidade.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Normas sugeridas:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p><p>E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>29</p><p>ANT NBR 6492: 2021_ Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos -</p><p>Requisitos.</p><p>ABNT NBR 9050:2020_ Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.</p><p>Emenda 1: (Publicada em 03.08.2020)</p><p>ABNT NBR 9050:2020_ Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.</p><p>Versão Corrigida: 2021 (Publicada em 25.01.2021)</p><p>ABNT NBR 16752:2020_ Desenho técnico - Requisitos para apresentação em folhas de desenho.</p><p>ABNT NBR 8160/99. ABNT_ Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário Projeto e Execução.</p><p>ABNT NBR 6505:1994_ Índices urbanísticos.</p><p>TÉCNICO EM DESENHO DE CONSTRUÇÃO CIVIL - AUTOCAD</p><p>1.Desenho técnico, instrumentos e materiais de desenhos; 2. Elementos básicos do projeto: plantas,</p><p>cortes, fachadas, planta de situação, planta de cobertura e detalhes; 3. Noções de projeto</p><p>arquitetônico; dimensões geometria, perímetro e área das figuras planas e volume dos sólidos</p><p>regulares. Formatos de papel, escalas, símbolos e convenções; 4. O desenho de estrutura</p><p>(representações); 5. Símbolos e representações convencionais (topografia, materiais, paisagismo,</p><p>instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias e alvenaria); 6. Normas ABNT: normas necessárias a</p><p>representação de projeto de arquitetura, desenho técnico e acessibilidade.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Normas sugeridas:</p><p>ANT NBR 6492: 2021_ Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos -</p><p>Requisitos.</p><p>ABNT NBR 9050:2020_ Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.</p><p>Emenda 1: (Publicada em 03.08.2020)</p><p>ABNT NBR 9050:2020_ Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.</p><p>Versão Corrigida: 2021 (Publicada em 25.01.2021)</p><p>ABNT NBR 16752:2020_ Desenho técnico - Requisitos para apresentação em folhas de desenho.</p><p>ABNT NBR 8160/99. ABNT_ Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário Projeto e Execução.</p><p>ABNT NBR 6505:1994_ Índices urbanísticos.</p><p>TÉCNICO EM DESENHO DE CONSTRUÇÃO CIVIL - REVIT</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>30</p><p>1.Desenho técnico, instrumentos e materiais de desenhos; 2. Elementos básicos do projeto: plantas,</p><p>cortes, fachadas, planta de situação, planta de cobertura e detalhes; 3. Noções de projeto</p><p>arquitetônico; dimensões geometria, perímetro e área das figuras planas e volume dos sólidos</p><p>regulares. Formatos de papel, escalas, símbolos e convenções; 4. O desenho de estrutura</p><p>(representações); 5. Símbolos e representações convencionais (topografia, materiais, paisagismo,</p><p>instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias e alvenaria); 6. Normas ABNT: normas necessárias a</p><p>representação de projeto de arquitetura, desenho técnico e acessibilidade; 7. Desenho Auxiliado por</p><p>Computador – Autodesk REVIT: área gráfica, coordenadas, configuração, seleção, propriedades dos</p><p>objetos, recursos de apoio ao desenho, comandos de desenho, comandos de modificação, famílias,</p><p>tipos de família, layers, layout, plotagem, atributos do desenho, limpeza e recuperação, utilização</p><p>de outros formatos, plotagem e elaboração do desenho de projeto no ambiente 2D e 3D.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Normas sugeridas:</p><p>ANT NBR 6492: 2021_ Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos -</p><p>Requisitos.</p><p>ABNT NBR 9050:2020_ Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.</p><p>Emenda 1: (Publicada em 03.08.2020)</p><p>ABNT NBR 9050:2020_ Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.</p><p>Versão Corrigida: 2021 (Publicada em 25.01.2021)</p><p>ABNT NBR 16752:2020_ Desenho técnico - Requisitos para apresentação em folhas de desenho.</p><p>ABNT NBR 8160/99. ABNT_ Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário Projeto e Execução.</p><p>ABNT NBR 6505:1994_ Índices urbanísticos.</p><p>NETTO, Claudia Campos. Autodesk Revit Architecture 2020: Editora Erica, 2014.</p><p>Dante, Luiz Roberto. Matemática: contexto & aplicações / Luiz Roberto. Dante. – 2. ed. – São</p><p>Paulo : Ática, 2013.Obra em 3 v.</p><p>NEUFERT, Ernest. A arte de projetar em arquitetura 18ª edição – Edição padrão, 15 junho 2013.</p><p>OBERG. L. Desenho Arquitetônico. Rio de Janeiro: Ed. Ao Livro Técnico, 1981. Desenho Técnico</p><p>Básico. Editor Francisco Alves.</p><p>TÉCNICO EM DESENHO DE CONSTRUÇÃO CIVIL – ATUAÇÃO NA ÁREA DE TOPOGRAFIA</p><p>Conceitos: plano topográfico, aplicações da topografia, distinção entre Topografia e Geodésica,</p><p>Datum. Formas da Terra: superfície topográfica, elipsóide, geóide. Unidades de Medida: angular,</p><p>linear e superficial. Escalas – conversões. Orientações. Coordenadas topográficas. Medição Angular:</p><p>métodos e erros. Medição Linear: métodos e erros. Levantamento Planimétrico: Irradiação,</p><p>poligonação e interseção. Levantamento Altimétrico: nivelamento, geométrico e trigonométrico.</p><p>Representação do Relevo: curvas de nível, perfil topográfico. Cálculos de Área e de Volume. Sistema</p><p>de Posicionamento GPS: principais métodos e erros. Instrumentos Topográficos: teodolito, nível,</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>31</p><p>estação-total, distanciômetro, planímetro, receptores GPS. Fotografia Aérea: características,</p><p>deformações, escalam, estereoscopia. Normas ABNT: normas necessárias a representação de</p><p>projeto de arquitetura, desenho técnico e acessibilidade. Desenho Auxiliado por Computador –</p><p>Autodesk Civil 3D e/ou similares BIM: área gráfica, coordenadas, configuração, seleção,</p><p>propriedades dos objetos, recursos de apoio ao desenho, comandos de desenho, comandos de</p><p>modificação, famílias, tipos de família, layers, layout, plotagem, atributos do desenho, limpeza e</p><p>recuperação, utilização de outros formatos, plotagem e elaboração do desenho de projeto no</p><p>ambiente 2D e 3D.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 13133: Execução de</p><p>levantamento topográfico. Rio de Janeiro, 1994. 35p.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10068: Folha de desenho – layout e</p><p>dimensões. Rio de Janeiro, 1987. 6 p.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10582: Conteúdo da folha para</p><p>desenho técnico. Rio de Janeiro, 1988. 5 p.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 14166: Rede de referência cadastral</p><p>municipal - procedimento. Rio de Janeiro, 1998. 23p.</p><p>BRASIL, Ministério do Exército, Estado Maior do Exército, Manual Técnico – Serviço Geográfico.</p><p>Nivelamento Geométrico. 1975.</p><p>BRASIL. Ministério do Planejamento e Orçamento, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,</p><p>Diretoria de Geociências, Departamento de Geodésia. Especificações e normas gerais para</p><p>levantamentos geodésicos, coletânea de normas vigentes. 1998.</p><p>CAMPBEL, J. RS 232 Técnicas de interface. São Paulo: EBRAS, 1986. 158 p.</p><p>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PARANÁ (CEFET). Matemática, ETE´s e CEFET´s</p><p>– Trigonometria. Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná: Curitiba, 1984.</p><p>DURAN V. J. L. Topografia Eletrônica, Notas de Aula, 199_. 67p.</p><p>EASTMAN, Chuck; TEICHOLZ, Paul; SACKS, Rafael; LISTON, Kathleen.Manual de Bim – Um Guia de</p><p>Modelagem da Informação da Construção. Bookman, São Paulo, 2014.</p><p>ESPARTEL, L. Curso de Topografia. 9 ed. Rio de Janeiro, Globo, 1987.</p><p>JOLY, F. A Cartografia. Tradução de Tânia Pellegrini. Campinas: Papirus, 1990.</p><p>OLIVEIRA, L. A. A. Comunicação de dados e teleprocessamento. São Paulo: Atlas, 1986.</p><p>SILVA, I. Instrumentos topográficos modernos topografia moderna. In: Congresso Brasileiro de</p><p>Cartografia, 16., 1993, Rio de Janeiro.</p><p>Anais... Rio de Janeiro: SBC, 1993.</p><p>TAROUCO, L. M. R., Redes de comunicação de dados. Rio de Janeiro: LTC/MEC/SEPLAN, 1977.</p><p>CARDOSO, Marcus C; FRAZILLIO, Edna. AutoCAD Civil 3D 2016: Recursos e aplicações para projetos</p><p>de infraestrutura, 1ª Edição, São Paulo. Editora Érica, 2015.</p><p>NETTO, Claudia Campos. Autodesk Revit Architecture 2020: Editora Erica, 2014.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>32</p><p>TÉCNICO EM DESENHO PROJETISTA INDUSTRIAL</p><p>DESENHO TÉCNICO – Introdução ao desenho técnico. Normas e convenções de desenho técnico.</p><p>Leitura e interpretação de desenhos técnico (tipos de linhas e suas aplicações; escalas e unidades</p><p>de medida). Projeções ortogonais, cortes, vistas, seções e detalhes. Dimensionamento e tolerâncias.</p><p>Desenhos de montagem e detalhamento.</p><p>DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR (CAD) – Fundamentos do CAD. Modelagem 2D e 3D</p><p>(Ferramentas de desenhos; comandos de modificação; camadas; blocos e referência externos;</p><p>impressão e plotagem). Softwares comuns no setor: AutoCAD e SolidWorks. Técnicas de simulação</p><p>e prototipagem.</p><p>METROLOGIA – Grandezas e unidade de medida. Instrumentos de medição. Sistemas de ajustagem</p><p>(Produção seriada e unitária – características; Fundamentos da produção seriada; Intermutabili-</p><p>dade; Ajustagens e tolerâncias: definição e conceitos; Categorias de montagens; Sistemas de ajus-</p><p>tagem; Fatores que regulam a escolha do sistema; Ajustagem lisa; Sistema de tolerância e ajustagem</p><p>ISO (representação simbólica); Sistema de Controle ISO: generalidades, calibres e contra-calibres;</p><p>Organização do controle; Instruções e convenções dos calibres e contra-calibres). Expressão da In-</p><p>certeza de medição. Normas metrológicas. Controle de qualidade.</p><p>TECNOLOGIA DOS MATERIAIS – Introdução a ciências dos materiais. Classificação dos materiais.</p><p>Propriedades mecânicas e físicas dos materiais. Materiais metálicos e suas aplicações. Materiais</p><p>cerâmicos. Materiais poliméricos. Materiais compósitos. Ensaios dos materiais. Termodinâmica dos</p><p>Materiais. Processamento de Materiais. Corrosão e Degradação dos Materiais.</p><p>MATERIAIS E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO – Estrutura dos materiais. Propriedades mecânicas. Pro-</p><p>cessos de fabricação. Fundamentos dos processos de usinagem, fundição, soldagem e moldagem.</p><p>Normas e Controle de qualidade nos processos de fabricação. Planejamento e sequenciamento de</p><p>operações de manufatura. Tratamentos térmicos. Seleção de materiais.</p><p>MECÂNICA DOS SÓLIDOS – Fundamentos de resistência dos materiais. Tensão e deformação.</p><p>Elasticidade e plasticidade. Análise de cargas axiais. Propriedades mecânicas. Flexão em vigas.</p><p>Torção de eixos. Cisalhamento em vigas. Tensões em elementos estruturais. Deflexão de vigas e</p><p>estruturas. Estabilidade de estruturas. Resistência de materiais combinados. Critérios de falha.</p><p>Análise de estruturas.</p><p>DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS – Planejamento de projetos. Gestão de projetos. Prototipagem.</p><p>Gestão de recursos. Análise de viabilidade e estudo de casos. Gestão de riscos. Gestão da Qualidade</p><p>em Projetos. Gestão de Tempo e Cronogramas. Gestão de Custos. Documentação e Comunicação</p><p>em Projetos. Gerenciamento de Stakeholders. Ferramentas e Softwares para Gestão de Projetos.</p><p>Metodologias de Desenvolvimento de Projetos. Sustentabilidade e Ética em Projetos. Execução e</p><p>Controle de Projetos. Encerramento de Projetos.</p><p>ELEMENTOS DE MÁQUINAS – Introdução aos elementos de máquinas. Análise e dimensionamento</p><p>de componentes mecânicos (engrenagens, rolamentos, eixos, etc.). Princípios de transmissão de</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>33</p><p>movimento e força. Acoplamentos e Uniões. Tipos de juntas, selos e fixadores. Eixos e Árvores de</p><p>Transmissão. Molas. Freios e Embreagens. Correias e Correntes. Transmissão de Potência.</p><p>Lubrificação e Manutenção. Critérios de Falha e Fadiga.</p><p>ERGONOMIA – Introdução à ergonomia. Antropometria e Biomecânica. Fatores Ambientais e</p><p>Conforto Térmico. Organização do Trabalho. Análise Ergonômica do Trabalho (AET). Ergonomia e</p><p>Projeto de Produtos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Desenho Técnico</p><p>LEAKE, J.; BORGERSON, J. Manual de desenho técnico para engenharia. São Paulo: LTC Editora.</p><p>2015.</p><p>SPECK, Henderson J; PEIXOTO, Virgílio V. Manual básico de desenho técnico. Florianópolis: Ed. da</p><p>UFSC, 2009.</p><p>ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones A. Desenho técnico básico: teoria e prática. Rio de</p><p>Janeiro: LTC, 2018.</p><p>VIERCK, Charles J.; Desenho Técnico. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993.</p><p>Desenho Assistido Por Computador (Cad)</p><p>DALRI, Alexandre B. Apostila AutoCad 2022, Unesp, Jaboticabal, São Paulo, 2023.</p><p>ARAÚJO, Álvaro R. AutoCAD do Básico à projetos técnicos, UFMG, Belo Horizonte, MG.</p><p>SANTANA, Fábio E., Meu primeiro livro de SolidWorks, 2° edição, vol. 1, IFSC, Florianópolis, SC, 2020.</p><p>SANTANA, Fábio E. Recursos intermediários de SolidWorks: aprendendo na prática, vol. 2, IFSC,</p><p>Florianópolis, SC, 2020</p><p>Metrologia</p><p>CAVALARO, Darlan. Metrologia e Mecânica Básica, SENAR, Paraná, 2016. 176 p.</p><p>MENDES, Alexandre; ROSÁRIO, Pedro P. N. Metrologia e Incerteza de Medição: Conceitos e</p><p>Aplicações. LTC, Rio de Janeiro, RJ, 2019.</p><p>Tecnologia dos Materiais</p><p>CALLISTER, William D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 10. ed. Rio de Janeiro:</p><p>LTC, 2020.</p><p>BOEIRA, Alexandre Pitol; BECK, Daniel. Tecnologia dos Materiais: Curso Técnico em Mecânica</p><p>Industrial. Ministério da Educação, Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas, Passo</p><p>Fundo, RS, 2007.</p><p>SANTOS,Gilvanildo A. Tecnologia dos Materiais Metálicos: propriedades, estruturas e processos de</p><p>obtenção, Érica, São Paulo, SP, 2015, p. 192.</p><p>SANTOS, Zora I. G. Tecnologia dos Materiais não Metálicos: classificação, estrutura, propriedades</p><p>de fabricação e aplicações, São Paulo: Érica, SP, 2014.</p><p>Materiais e Processos de Fabricação</p><p>CALLISTER, William D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 10. ed. Rio de Janeiro:</p><p>LTC, 2020.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>34</p><p>MACIEL, Carla I. S. Processos de fabricação, Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S. A., PR,</p><p>2017, p. 200.</p><p>KIMINAMI, Claudio S.; CASTRO, Walman B.; OLIVEIRA Marcelo F., Introdução aos processos de</p><p>fabricação de produtos metálicos, São Paulo: Blucher, SP, 2013.</p><p>MARTINS, Ernane R. Engenharia de produção [livro eletrônico] : gestão de qualidade, produção e</p><p>operações: volume 2, Guarujá, SP: Científica Digital, 2021.</p><p>Mecânica dos Sólidos</p><p>TIMONSHENKO, Stephen P. Mecânica dos sólidos, Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos,</p><p>RJ, 1994.</p><p>BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell. Mecânica dos Materiais. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, RS,</p><p>2021.</p><p>HIBBELER, Russell Charles. Resistência dos Materiais I, 7° ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, SP,</p><p>2010.</p><p>Desenvolvimento de Projetos</p><p>GRAY, Clifford F; Larson, Erik W.Gerenciamento de projetos: o processo gerencial, 4. Ed. Porto</p><p>Alegre, RS: AMGH, 2010.</p><p>CANDIDO, Roberto; et al. Gerenciamento de projetos, Curitiba, PR: Aymará, 2012</p><p>Elementos de Máquinas</p><p>SARKIS, Melconian. Elementos de máquinas, 11° ed., São paulo, SP: Érica, 2019. P. 384.</p><p>SHIGLEY, Joseph E.; MISES, Richard G. B.; NISBETT, J. K. Elementos de Máquinas de Shigley. 10. ed.</p><p>Porto Alegre: AMGH, 2015.</p><p>Ergonomia</p><p>LIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e produção, 3° ed., São Paulo, SP: Blucher, 2018.</p><p>FRANCESCHI, Alessandro. Ergonomia, Santa Maria, RS: Universidade Federal de Santa Maria, Rede</p><p>e-Tec</p><p>Brasil, 2013.</p><p>TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES</p><p>Topografia; Planimetria e Altimetria; Mecânica dos Solos: Origem e formação de solos;</p><p>Propriedade das partículas; Índices Físicos; Granulometria; Consistência do Solo; Obras de</p><p>terra; Fundação Direta e Indireta; Técnicas de Construção: Identificação dos Lotes; PA e PAL;</p><p>Projetos necessários para a execução da obra; Serviços Preliminares; Preparo do Terreno;</p><p>Escoramentos e Escavações; Revestimentos e Pinturas: Alvenaria, tijolos cerâmicos e blocos</p><p>vazados; Concreto armado – dosagem, amassamento, lançamento e cura; Argamassas para</p><p>revestimento – chapisco, reboco e emboço; Aço para concreto armado – tipos de aço e</p><p>classificação; Revestimento Interno e Externo: Pintura em PVA, acrílica, óleo e vernizes;</p><p>esquadrias de madeira, alumínio ferro e PVC; Resistência dos Materiais; Cálculos,</p><p>representação e dimensionamento de elementos da composição arquitetônica; Esquadrias;</p><p>Telhados e Circulação vertical; Cálculo de áreas e volumes; Tensões e Deformações; Instalações</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>35</p><p>Elétricas: Conceitos e Materiais; Instalações elétricas residenciais; Componentes de uma</p><p>instalação; Pontos de comando; Circuitos Tomadas: Interruptores; Condutores; Disjuntores;</p><p>Instalações telefônicas e de TV; Estrutural e Instalações especiais: rede lógica, alarmes, ar</p><p>condicionado, aquecimento, etc. Instalações Hidráulicas e Sanitárias: Água Fria;</p><p>Dimensionamento de Barriletes: Ramal; Colunas de distribuição; Reservatórios; Consumo</p><p>máximo possível e provável; Águas Pluviais: Dimensionamento de caixa de areia e calha;</p><p>Ligação da água pluvial à rede pública; Esgoto: Noções e normas; Técnicas de Esgoto;</p><p>Simbologia; Esgoto Primário; Esgoto secundário; Ventilação; Materiais de Construção:</p><p>Materiais cerâmicos, betuminosos, metálicos e aço; Argamassas; Agregados; Aglomerantes;</p><p>Concreto e Cimento Portland; Perspectiva axonométrica (isométrica); Escalas numéricas e</p><p>gráficas; Representação e dimensionamento de projetos de arquitetura; Planta baixa; Planta de</p><p>locação; Planta de cobertura; Planta de situação; Cortes e fachadas; Desenho topográfico;</p><p>SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil; Vocabulário</p><p>técnico; Informática: Noções de desenho em meio eletrônico (Autocad), Excel e Word. Todo</p><p>Conteúdo programático básico do Curso de Técnico em Edificações.</p><p>Bibliografia</p><p>- BAUER, L. A. F. Materiais de Construcao. 6a edicao. Rio de Janeiro RJ: LTC, 2019. Vol. I e II.</p><p>- BORGES, A. C. Topografia. 3a edicao. Sao Paulo SP: Blucher, 2018. Vol. I e II.</p><p>- FUSCO, P. B. Tecnologia do Concreto Estrutural: topicos aplicados. 2a edicao. Sao Paulo</p><p>SP:Pini, 2012.</p><p>- MONTENEGRO, G. Desenho Arquitetonico. 5a edicao. Ampliada e Revisada. Sao Paulo SP:</p><p>Blucher, 2017.</p><p>- PINTO, C. S. Curso Basico de Mecanica dos Solos. 3a edicao. Sao Paulo SP: Oficina de Textos,</p><p>2006.</p><p>- BOTELHO, Manoel Henrique Campos; JUNIOR, Geraldo de Andrade Ribeiro. Instalações</p><p>Hidráulicas Prediais - Utilizando Tubos Plásticos. 3a edicao. Blucher, 2014.</p><p>- CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 6a edicao LTC, 2006.</p><p>- Ferreira, Patricia. Desenho de Arquitetura. 1a edicao. Rio de Janeiro RJ: Ed. Ao Livro Tecnico,</p><p>2001.</p><p>- ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS (ABNT). NBR 8160: Sistemas prediais de</p><p>esgoto sanitário - Projeto e execução, 1999. 74 p.</p><p>- ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS (ABNT). NBR 6492: Representação de</p><p>projetos de arquitetura, 1994. 27 p.</p><p>- ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS (ABNT). NBR 13133: Execução de</p><p>levantamento topográfico, 1994. 35 p.</p><p>TÉCNICO EM ELETRÔNICA</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>36</p><p>Eletricidade Básica: Conceitos básicos e fundamentais da natureza da eletricidade e do magnetismo,</p><p>eletricidade, magnetismo e eletromagnetismo, padrões elétricos e convenções; Tensão corrente</p><p>contínua e alternada, e cálculo de potência; Resistores, resistência, indutores, indutância, reatância</p><p>indutiva, capacitores, capacitância e reatância capacitiva; Chaves, disjuntores, relés, fusíveis,</p><p>transformadores e baterias; Circuitos elétricos, Lei de Ohm, Leis de Kirchoff, Teoremas de Thevenin</p><p>e de Norton; Circuitos série e paralelo de corrente contínua e alternada; Cálculo de redes elétricas;</p><p>Princípios da corrente alternada, potência real, aparente e reativa; geradores e motores de corrente</p><p>contínua; Geradores e motores de corrente alternada; Circuitos e sistemas monofásicos e trifásicos;</p><p>Ressonância série e ressonância paralela; e Formas de onda e constantes de tempo.</p><p>Eletrônica Básica: Dispositivos semicondutores, fundamentos da teoria dos diodos e dos transistores;</p><p>Diodos para aplicações específicas (Zener, LED, fotodiodo, acoplador ótico e diodo Schottky);</p><p>Varistores; Tiristores (SCR, DIAC, TRIAC, UJT); Transistores bipolares (BJT) e transistores de efeito de</p><p>campo (FET; JFET, MOSFET); Circuitos de polarização de transistores; Circuitos elétricos com</p><p>resistores, capacitores, indutores, diodos e transistores; Amplificadores de tensão; Efeitos de</p><p>frequência e frequência de corte; Amplificadores operacionais; Circuitos lineares e não lineares com</p><p>amplificadores operacionais; Osciladores; Fontes de alimentação; e Circuitos de Comunicação.</p><p>Eletrônica Digital: Sistemas de numeração (binário, octal e hexadecimal); Funções e portas lógicas;</p><p>Álgebra de Boole; Simplificação de circuitos lógicos; Circuitos combinacionais; Circuitos sequenciais,</p><p>flipflops, registradores e contadores; Conversores digital-analógico e analógico-digital; Circuitos</p><p>multiplex e demultiplex; Memórias; Famílias de circuitos lógicos; e Microprocessadores,</p><p>microcontroladores e controladores lógicos programáveis.</p><p>Telecomunicações: Conceitos básicos e fundamentais de telecomunicações; Conceitos básicos e</p><p>fundamentais de ondas eletromagnéticas, propagação de ondas eletromagnéticas, tipos de</p><p>propagação, comprimento de onda e mecanismos de reflexão; Conceitos básicos e fundamentais de</p><p>Modulação e Demodulação em Amplitude, Fase e Frequência (AM-DSB, AM-DSB/SC, AMSSB, PM,</p><p>FM); Conceitos e princípios de funcionamento de osciladores (osciladores LC e RC, e osciladores a</p><p>cristal) e PLLs; Obtenção da modulação angular; FM de faixa estreita, FM de faixa larga e FM estéreo;</p><p>Transmissores e receptores; Filtros ativos, passivos, sintonizados e frequência de corte;</p><p>Comunicações via satélite; Linhas de transmissão, tipos de linhas de transmissão e impedância</p><p>característica; Ondas estacionárias; Antenas, princípios de funcionamento das antenas, tipos de</p><p>antenas e diagramas de irradiação; Telefonia, redes telefônicas, telegrafia e telex; e CATV e rede de</p><p>faixa larga. Instrumentação Eletrônica: Procedimentos básicos destinados à segurança do operador</p><p>e do mantenedor; Conceitos básicos e fundamentos de medidas e medições elétricas; Técnicas de</p><p>medição, instrumentação e instrumentos de medidas analógicos e digitais (osciloscópios,</p><p>multímetros, amperímetros, voltímetros, ohmímetros e megômetros); Pontes de impedância;</p><p>Estudo do decibel; Controladores em malha fechada; Controladores Lógicos Programáveis.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>37</p><p>Circuitos Elétricos ALBUQUERQUE, R.O. Análise de Circuitos em Corrente Contínua. 9a ed. São Paulo:</p><p>Érica, 1995.</p><p>BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. 2ª ed. Rio de</p><p>Janeiro: LTC, 2013.</p><p>Volumes 1 e 2.</p><p>BOLTON, W. Mecatrônica: uma abordagem multidisciplinar. 4ªEd. Porto Alegre: Bookman, 2010.</p><p>BOYLESTAD, R. L. Introdução à Análise de Circuitos. 10ª ed. SP: Prentice-Hall, 2004.</p><p>GUSSOW, M. Eletricidade Básica. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.</p><p>Eletrônica Básica</p><p>BOYLESTAD, Robert L., NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 9ª ed.</p><p>São Paulo: Prentice-Hall, 2004.</p><p>CIPELI, M.A., SANDRINI, J. Teoria e Desenvolvimento de Projetos de Circuitos Eletrônicos. São</p><p>Paulo: Érica, 1996.</p><p>GOMES, R. M. Eletrônica linear: diodo sólido e fonte de alimentação; teoria, desenvolvimento e</p><p>análise de circuitos. Rio de Janeiro: Office Book, 2005.</p><p>MALVINO, A.P. Eletrônica, v. 1. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.</p><p>MARQUES, A.E.B.; CRUZ, E.C.A.; CHOUERI Jr., S. Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores.</p><p>São Paulo: Érica, 1996 (Coleção Estude e Use. Série eletrônica analógica).</p><p>BOGART Jr., T. F. Dispositivos e Circuitos Eletrônicos, v. 1. São Paulo: Makron Books, 2001.</p><p>Eletrônica Digital</p><p>CAPUANO, Francisco G; IDOETA, Ivan Valeije. Elementos de Eletrônica Digital. 41 ed. São Paulo: Érica,</p><p>2012.</p><p>TOCCI, R. J., WIDMER , N. S. e MOSS G. L. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11ªed. São Paulo:</p><p>Pearson, 2011.</p><p>FLOYD, T. L. Sistemas Digitais: fundamentos e aplicações. 9 ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.</p><p>Telecomunicações</p><p>GOMES, Alcides Tadeu. Telecomunicações: transmissão e recepção: AM, FM e sistemas pulsados.</p><p>São Paulo: Érica, 1985.</p><p>Nascimento, Juarez. Telecomunicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1992.</p><p>FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ªed. tradução de</p><p>Glayson Eduardo de Figueiredo e Pollyana Miranda de Abreu. Porto Alegre: Bookman, 2006</p><p>KUROSE, J.F.; ROSS, K.W. Redes de computadores e a Internet: uma abordagem top-down. 5. ed.</p><p>tradução de Opportunity Translations. São Paulo: Pearson, 2010.</p><p>BOYLESTAD, R. L. Introdução à Análise de Circuitos. 12ª Ed. São Paulo: Pearson, 2012.</p><p>BOYLESTAD, R. L. e NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos, 11ª Ed. São Paulo:</p><p>Pearson, 2013.</p><p>Instrumentação Eletrônica</p><p>PEREIRA, J.M.D. GIRÃO, P.S. Instrumentação Para Medidas Eléctricas: dos instrumentos analógicos</p><p>aos instrumentos virtuais.</p><p>ANDRADES, J.C.C. O Básico de Medidas e Erros. BASTOS, A. Instrumentação Eletrônica, Analógica e</p><p>Digital para Telecomunicações. 2 ed. Rio de Janeiro, EdNews, 2005.</p><p>COOPER, Willian DaviD. Eletronic Instrumentation and Measurement Techniques. Vol. Único - 2 a</p><p>Edição. Ed. Prentice-Hall, 1978.</p><p>FILHO, Solon de Medeiros. Fundamentos de Medidas Elétricas. Vol. Único - 2ª. Ed. Guanabara Dois</p><p>S. A., 1981.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>38</p><p>BOLTON, W. Mecatrônica: uma abordagem multidisciplinar 4ªEd. Porto Alegre: Bookman, 2010.</p><p>Paul E. Gray / Campbell L. Searle. Princípios de Eletrônica. Vol. 2 Ed. Livros Técnicos e Científicos</p><p>Editora, 1979.</p><p>Wilson José Tucci. Introdução a Eletrônica. 5ª Ed. Nobel, 1981</p><p>TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA</p><p>INTRODUÇÃO ÀS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE LUZ E FORÇA EM BAIXA TENSÃO: Generalidades;</p><p>produção; transmissão; distribuição; soluções possíveis para vencer a crise energética. VARIÁVEIS</p><p>DE CIRCUITOS: O Sistema internacional de unidades; análise de circuitos; tensão e corrente; o</p><p>elemento básico ideal de circuito; potência e energia. PARA-RAIOS A RESISTOR NÃO-LINEAR: Partes</p><p>componentes do Para-raios; origem das sobre tensões; componentes simétricas; fenômenos de</p><p>reflexão e refração de uma onda incidente; características dos para-raios; classificação dos para-raios;</p><p>seleção de para-raios; localização dos para-raios; ensaios e recebimento; especificação sumária. NBR</p><p>5410: Histórico; Objetivos, campo de aplicação e abrangência; origem da instalação; aspectos gerais</p><p>de projeto; iluminação; proteção contra choques elétricos; proteção contra efeitos térmicos</p><p>(incêndios e queimaduras); proteção contra sobre correntes; proteção contra sobre tensões;</p><p>proteção contra mínima e máxima tensão, falta de fase e inversão de fase; proteção das pessoas que</p><p>trabalham nas instalações elétricas de baixa tensão; serviços de segurança; seleção e instalação dos</p><p>componentes; linhas elétricas; dimensionamento de condutores; aterramento e</p><p>equipotencialização; seccionamento e comando; motores; conjuntos de manobra (quadros</p><p>elétricos); verificação final; manutenção e operação; qualidade da energia elétrica nas instalações</p><p>de baixa tensão. NR-10: NR-10 – força de lei; aplicação da NR-10; trabalho em proximidade; normas</p><p>regulamentadoras versus NBR; medidas de controle dos riscos; medidas de segurança elétrica;</p><p>medidas de proteção coletiva; medidas de proteção individual; segurança na construção, montagem,</p><p>operação e manutenção das instalações elétricas; serviços em instalações elétricas energizadas e</p><p>trabalhos envolvendo alta tensão; áreas classificadas; autorização do trabalhador; formação do</p><p>trabalhador; treinamento do trabalhador; controle médico; responsabilidades.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CREDER, Hélio. Instalações elétricas. LTC editora. 14ª edição.</p><p>MORENO, Hilton. Guia o Setor Elétrico de Normas Brasileiras. Atitude Editorial.</p><p>MAMEDE FILHO, João. Manual de Equipamentos Elétricos. Terceira edição.</p><p>LTC RIEDEL, Nilsson. Circuitos Elétricos. 8ª edição. Pearson Prentice Hall.</p><p>MILTON GUSSOW. Coleção Schaum Eletricidade básica 2ª edição atualizada e ampliada.</p><p>TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA – ATUAÇÃO NA ÁREA DE ELETRICIDADE PREDIAL</p><p>ELETRICIDADE BÁSICA: Conceitos básicos sobre eletricidade; materiais elétricos isolantes e</p><p>condutores e magnéticos; Unidades de medidas; sistema internacional de unidades; Lei de ohm e</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>39</p><p>leis de Kirchhoff; Elementos de um sistema, resistores, indutores, capacitores e diodos; Reatâncias</p><p>e impedâncias; Associação de resistores, indutores e capacitores; Magnetismo e eletromagnetismo;</p><p>Campo magnético; Circuitos magnéticos; Corrente continua, corrente alternada; Potência elétrica</p><p>em corrente alternada; Potência aparente, ativa e reativa; Correção de fator de potência; Analise de</p><p>circuitos monofásicos e trifásicos. MEDIÇÃO: Transformadores de potencial; Transformadores de</p><p>corrente; Equipamentos elétricos de medição em sistemas elétricos de energia; Unidades de medida;</p><p>Instrumentos de medida, voltímetros, amperímetros, multímetros, megômetros, alicates</p><p>amperímetros, wattímetros; EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS: Conceitos práticos, teóricos e suas</p><p>aplicações; Disjuntores, tipos e princípio de funcionamento; componentes das instalações elétricas</p><p>de baixa tensão; retificadores e inversores; Diodos; baterias, princípio de funcionamento, tensão</p><p>estabilizada e flutuação; Funcionamento básico e aplicação de retificadores, baterias, estabilizadores</p><p>e NoBreaks. NOÇÕES DA NR10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE,</p><p>DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO: Métodos de aterramento; Corrente de fuga; Proteção contra curto-</p><p>circuito; Dispositivos DR; Cálculo de aterramento; Eletrodos de terra, medição de resistência de terra;</p><p>Uso do Megger; Proteção contra descargas atmosféricas (SPDA); Dispositivos de controle e proteção;</p><p>Proteção contra curto circuito; Proteção contra choques e correntes de fuga; Riscos Elétricos;</p><p>Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual; Habilitação, Qualificação e Autorização.</p><p>COMANDOS ELÉTRICOS E SIMBOLOGIA: Diagramas unifilares e multifilares; Interpretação de</p><p>diagramas elétricos; Interpretação de esquemas para comando e controle funcionais; Esquemas</p><p>funcionais básicos e função de componentes; Simbologia normalizada. DISPOSITIVOS DE</p><p>SECCIONAMENTO, PROTEÇÃO</p><p>E ATERRAMENTO: Proteção contra correntes de sobrecarga; Proteção</p><p>contra correntes de curto-circuito; Coordenação e seletivdade de proteção; Dispositivos Diferencial</p><p>Residuais (DR); Dispositivo de Proteção contra Sobretensões; Sistema de Aterramento. SISTEMAS</p><p>TRIFÁSICOS: Características; Ligações de transformadores trifásicos; Potência e fator de potência em</p><p>cargas trifásicas equilibradas; Geradores e motores: Princípios de funcionamento, componentes,</p><p>classificação, rendimento, fator de potência, tipos de ligações e tipos de acionamento. INSTALAÇÕES</p><p>EM BAIXA TENSÃO: Distribuição; Luminotécnica; Divisão de circuitos; Instalações prediais de luz e</p><p>força; Ferramentas para instalações elétricas; Estimativa de carga; Noções e tarifação; Modelos de</p><p>estrutura tarifária, unidades para o sistema de tarifação; Dimensionamento de condutores (método</p><p>da capacidade de corrente e da queda de tensão admissível; fator de demanda; ligação à terra.</p><p>SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA): Generalidades sobre os raios;</p><p>Métodos de proteção; Descidas; Critérios da Norma Brasileira NBR 5419/2015; Materias utilizados.</p><p>Partida de motores. f. Instalações Elétricas Tipos de Sistemas de Distribuição em Baixa Tensão:</p><p>Estudo das Cargas: Tipos e características. Curvas de carga. Fatores de carga, de utilização de</p><p>simultaneidade, de demanda, de diversidade. Demandas média e máxima. Projeto: Conceitos</p><p>básicos necessários aos projetos e execução das instalações elétricas. Simbologia usual. Localização</p><p>em planta dos pontos de utilização. Traçado e representação de circuitos. Quadros: Tipos de quadros</p><p>de distribuição. Linhas Elétricas: Tipos e dimensionamento. Condutores: Funções. Tipos de</p><p>condutores e isolamentos. Seções e bitolas dos condutores. Dimensionamento. Proteção contra</p><p>Sobrecargas. Proteção Contra Choques Elétricos e Incêndio: Esquemas de aterramento (TN, TT e IT).</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>40</p><p>Aterramentos funcionais e de proteção. Dimensionamento da malha de terra. Proteção contra</p><p>variações de tensão em serviço.g. Distribuição de Energia Elétrica Sistemas de Distribuição: Sistema</p><p>de Distribuição dentro de um sistema de energia. Níveis de tensões usuais. Configurações dos</p><p>sistemas de distribuição: sistemas radiais, em anel e em malha (networks), aéreos e subterrâneos.</p><p>Estudo das Cargas: Definições. Demanda: demanda máxima, demanda média, demanda</p><p>diversificada. Fatores empregados. Curvas de carga. Avaliação de carga futura. Sistemas Primários</p><p>de Distribuição: Configurações usuais. Redes aéreas primárias e redes subterrâneas primárias:</p><p>dimensionamento e especificação dos condutores. Características dos cabos de cobre e alumínio</p><p>para uso nos alimentadores primários. Desenho e representação em planta da rede.</p><p>Dimensionamento do transformador de distribuição.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ALBUQUERQUE, Rômulo O. Análise de Circuitos em Corrente Alternada. Editora Érica.</p><p>BARRICO DE SOUZA, JOÃO J E PEREIRA JOAQUIM GOMES Manual de Auxílio na interpretação da NR</p><p>10.</p><p>CAMINHA, Amadeu Casal. Introdução a Proteção dos Sistemas Elétricos. Edgard Blucher.</p><p>CAVALCANTI, P. J. M. - Fundamentos de Eletrotécnica. Biblioteca Técnica Freitas.</p><p>COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações Elétricas. Makron Books.</p><p>CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. LTC Editora.</p><p>CREDER, Hélio. Manual do instalador eletricista.</p><p>FILHO, João Mamede - Manual de Equipamentos Elétricos. Editora LTC FRANCHI, Clayton Moro,</p><p>Acionamentos Elétricos, Editora Érica.</p><p>GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. Makron Books.</p><p>KARL Anzenhofer, Theodor Heim, Anton Schultheiss& et al, Eletrotécnica para Escolas Profissionais</p><p>Editora Mestre Jou.</p><p>MALLEY, John O - Análise de Circuitos. Schaum McGraw Hill.</p><p>NAVY, U. S. - Curso Completo de Eletricidade Básica. Ed Hemus. PAPENCORT; Franz. Esquemas</p><p>Elétricos de Comando e Proteção. Editora Pedagógica e Universitária Ltda.</p><p>TUCCI, Wilson J. Circuitos Básicos em eletricidade e eletrônica. NOBEL Editora</p><p>NR 10 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE</p><p>INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS - João Mamede Filho, 8ª edição, 2013.</p><p>ELETROMAGNETISMO - Joseph A. Edminister e Mahmood Nahvi-Dekhordi, 3ª edição, 2013.</p><p>FUNDAMENTOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS - David E. Johnson, John L Hilburn, Johnny R.</p><p>JohnsonLMGH, 4ª edição, 2008.</p><p>CIRCUITOS ELÉTRICOS - Joseph A. Edminister, 1ª edição, 1972.</p><p>ELETRÔNICA VOLUME 1 - Albert Malvino, David J. Bates, 7ª edição, 2011.</p><p>ELETRÔNICA VOLUME 2 - Albert Malvino, David Bates, 8ª edição, 2016.</p><p>FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS - Charles K. Alexander, Matthew N. O. Sadiku, 5ª edição,</p><p>2013.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>41</p><p>DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS E TEORIA DE CIRCUITOS - Robert L. Boylestad, Louis Nashelsky, 8ª</p><p>edição, 2010.</p><p>TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA – ATUAÇÃO NA ÁREA DE ELETRICIDADE DE ALTA</p><p>TENSÃO</p><p>Eletricidade Leitura e Interpretação de Desenho Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança no</p><p>Trabalho (QSMS). Instalações Elétricas Prediais - Projetos Elétricos Prediais. Segurança em</p><p>Eletricidade. Acionamento de Dispositivos Elétricos Automatizado. Instalações Elétricas Industriais.</p><p>Projetos Elétricos Industriais. Eficiência Energética. Gestão da Manutenção Instalações de Sistemas</p><p>Elétricos de Potência (SEP). Manutenção Elétrica Predial e Industrial. Manutenções e Operações de</p><p>Sistemas Elétricos de Potência (SEP). Projetos de Sistemas Elétricos de Potência.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ALBUQUERQUE, Rômulo O. Análise de Circuitos em Corrente Alternada. Editora Érica.</p><p>CAMINHA, Amadeu Casal. Introdução a Proteção dos Sistemas Elétricos. Edgard Blucher.</p><p>CAVALCANTI, P. J. M. - Fundamentos de Eletrotécnica. Biblioteca Técnica Freitas.</p><p>CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. LTC Editora.</p><p>CREDER, Hélio. Manual do instalador eletricista.</p><p>FILHO, João Mamede - Manual de Equipamentos Elétricos. Editora LTC FRANCHI, Clayton</p><p>Moro, Acionamentos Elétricos, Editora Érica.</p><p>GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. Makron Books.</p><p>KARL Anzenhofer, Theodor Heim, Anton Schultheiss& et al, Eletrotécnica para Escolas</p><p>Profissionais Editora Mestre Jou.</p><p>MALLEY, John O - Análise de Circuitos. Schaum McGraw Hill.</p><p>TUCCI, Wilson J. Circuitos Básicos em eletricidade e eletrônica. NOBEL Editora</p><p>NR 10 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE</p><p>INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS - João Mamede Filho, 8ª edição, 2013.</p><p>ELETROMAGNETISMO - Joseph A. Edminister e Mahmood Nahvi-Dekhordi, 3ª edição, 2013.</p><p>FUNDAMENTOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS - David E. Johnson, John L</p><p>Hilburn, Johnny R. JohnsonLMGH, 4ª edição, 2008.</p><p>CIRCUITOS ELÉTRICOS - Joseph A. Edminister, 1ª edição, 1972.</p><p>ELETRÔNICA VOLUME 1 - Albert Malvino, David J. Bates, 7ª edição, 2011.</p><p>ELETRÔNICA VOLUME 2 - Albert Malvino, David Bates, 8ª edição, 2016.</p><p>FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS - Charles K. Alexander, Matthew N. O. Sadiku,</p><p>5ª edição, 2013.</p><p>DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS E TEORIA DE CIRCUITOS - Robert L. Boylestad, Louis</p><p>Nashelsky, 8ª edição, 2010.</p><p>https://cursos.sesisenai.org.br/detalhes/tecnico-em-eletrotecnica.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>42</p><p>TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA</p><p>Eletricidade. Desenho. Metrologia. Resistência. Eletricidade. Elementos de Máquinas. Termofluidos.</p><p>Eletrônica. Máquinas Hidráulicas. Gestão de Qualidade. Acionamentos e Comandos Elétricos.</p><p>Acionamento Hidropneumático.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ALBUQUERQUE,</p><p>R Análise de circuito em corrente contínua. 21. ed. Editora Érica, 2011.</p><p>CRUZ M.D.; Desenho técnico para Mecânica: conceitos, leitura e interpetração.1 ed Editora Érica.</p><p>2010.</p><p>SENAI. Vocabulário de Metrologia Legal. Brasília, SENAI, 2000.</p><p>HIBBERLER, R.C. Resistência dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.</p><p>ALBUQUERQUE, R Análise de circuitos em corrente alternada. 2. ed. Editora èrica, 2014.</p><p>MELCONIAN, S. Elementos de máquinas. 6. ed. São paulo: Editora Érica.</p><p>WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos.6. ed. São paulo: Editora Artmed.</p><p>ANDRADE, G. L . Maquinas Operatrizes hidráulicas, 2. ed. Gráfica EEUFMG.</p><p>PALADINI, Edson P. Gestão da qualidade: teoria e prática.8.ed. Editora Atlas.</p><p>FRANCHI, ClaitonMoro. Acionamento elétricos.4 . Ed Érica, São Paulo, 2008.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM</p><p>Fundamentos de Enfermagem: Tipos de unidades de saúde, a equipe de enfermagem; necessidades</p><p>básicas do paciente; Primeiros socorros; princípios básicos de Enfermagem; princípios e métodos de</p><p>desinfecção e esterilização; admissão e alta do paciente; a participação do Técnico de Enfermagem</p><p>no plano de cuidados de Enfermagem; verificação de sinais vitais, peso e mensuração; alimentação,</p><p>conforto, higiene e segurança do paciente, meios e métodos; Preparo e manutenção da unidade do</p><p>paciente; administração e cálculo de medicamentos; noções de farmacologia; registro e anotações</p><p>dos cuidados prestados ao paciente; aplicação de calor e frio; terapia intravenosa; o paciente</p><p>terminal e cuidados pós-morte; oxigenioterapia e curativos.</p><p>Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva: Assistência e cuidados de Enfermagem em socorros</p><p>de emergência em casos de queimadura, intoxicações, desidratação, choques, traumas, corpo</p><p>estranho e hemorragia; acidentes ofídicos e com animais peçonhentos (ofídios, escorpiões,</p><p>aracnídeos, lonomia e outras lagartas); convulsões; reanimação cardiopulmonar. Atuação do técnico</p><p>de enfermagem no atendimento pré-hospitalar; segurança do paciente em UTI: prevenção em</p><p>quedas no quadro clínico; lesão por pressão, extubação acidental e infecção relacionada a utilização</p><p>de dispositivo invasivo.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>43</p><p>Enfermagem Médico-Cirúrgica: Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias</p><p>dos aparelhos e sistemas: renal, cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico,</p><p>nervoso, musculoesquelético, ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de</p><p>enfermagem para realização de exames e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente e</p><p>preparo do ambiente; posições para exames. Exames de laboratório: técnica para coleta de material</p><p>(fezes, escarro, urina e sangue). Necessidades do paciente cirúrgico: pré, trans e pós- operatório;</p><p>atendimento de enfermagem na unidade de recuperação Pós-anestésica. Papel da enfermagem na</p><p>central de material esterilizado (CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com materiais esterilizados.</p><p>Tipos de lesões cutâneas e curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada) e NE (Nutrição Enteral):</p><p>indicações, preparo e cuidados de enfermagem para administração e infecções entéricas.</p><p>Enfermagem Materno-Infantil: Assistência e cuidados de enfermagem à gestante, à parturiente e à</p><p>puérpera nos programas de prevenção e de tratamento; complicações e intercorrências clínicas na</p><p>gestação; patologias obstétricas; métodos contraceptivos; assistência ao recém-nascido e à criança</p><p>em estado normal e patológico; aleitamento materno; cuidados com a criança enferma ou</p><p>hospitalizada; avaliação física pediátrica; assistência de enfermagem nos distúrbios pediátricos:</p><p>respiratórios, neurológicos, cardiovasculares, afecções auditivas e oculares, gastrointestinais e</p><p>nutricionais, renais e geniturinários, endócrinos e metabólicos, oncologia pediátrica,</p><p>hematológicos, imunológicos, ortopédicos e da pele; e o papel do técnico de enfermagem na equipe</p><p>materno-infantil.</p><p>Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença: Infecção hospitalar: participação do</p><p>técnico de enfermagem na prevenção da infecção hospitalar; assistência de enfermagem na</p><p>profilaxia e tratamento das doenças infecciosas, parasitária e sexualmente transmissíveis: malária,</p><p>AIDS, hanseníase, sarampo, tuberculose, hepatites, meningite, doenças parasitárias. O papel da</p><p>enfermagem na assistência à saúde: da mulher, da criança, do idoso, do hipertenso, do diabético, na</p><p>saúde mental; imunizações; doenças infecciosas virais e bacterianas; e técnicas de isolamento</p><p>(precauções universais).</p><p>Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental: Assistência do técnico de enfermagem na promoção e</p><p>recuperação da saúde mental; assistência de enfermagem nas doenças mentais e nas emergências</p><p>psiquiátricas: transtornos do pensamento, transtornos de ansiedade, esquizofrenia, transtornos do</p><p>humor, deficiência mental, retardo e autismo, transtornos de personalidade e dependência química;</p><p>confusão e demência; Doença de Alzheimer; e o papel do técnico de enfermagem nos métodos de</p><p>tratamento das doenças mentais: psicoterapia, psicofarmacoterapia e reabilitação psicossocial.</p><p>Deontologia e Exercício Profissional: Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao</p><p>paciente, à família e à comunidade; Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de</p><p>Enfermagem na equipe de Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86,</p><p>do Exercício Profissional da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>44</p><p>órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e</p><p>deontológicos; Estatuto do Idoso, Estatuto da criança e do adolescente.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019</p><p>da American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular</p><p>de emergência, 2019.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -3ªed.</p><p>Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan,</p><p>2015.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>45</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a ed.,</p><p>2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática. São</p><p>Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e técnica.</p><p>São Paulo: Roca, 2001.</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>46</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>47</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM – ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM HEMOTERAPIA</p><p>Fundamentos de Enfermagem: Tipos de unidades de saúde, a equipe de saúde e a equipe de</p><p>enfermagem; necessidades básicas do paciente; princípios básicos de Enfermagem; a participação</p><p>do Técnico de Enfermagem no plano de cuidados de Enfermagem; Humanização da Assistência;</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>48</p><p>verificação de sinais vitais, peso e mensuração; alimentação, conforto, higiene e segurança do</p><p>paciente, meios e métodos; Preparo e manutenção da unidade do paciente; Administração e cálculo</p><p>de medicamentos; noções de farmacologia; registro e anotações dos cuidados prestados ao paciente;</p><p>terapia intravenosa; oxigenioterapia.</p><p>Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva: Assistência e cuidados de Enfermagem em</p><p>urgências e emergência: queimadura, intoxicações, desidratação, choques, traumas, corpo estranho</p><p>e hemorragia; convulsões; reanimação cardiopulmonar. Atuação do técnico de enfermagem no</p><p>atendimento pré-hospitalar; Acolhimento com avaliação e Classificação de Risco; segurança do</p><p>paciente em UTI: prevenção em quedas no quadro clínico; lesão por pressão; extubação acidental e</p><p>infecção relacionada a utilização de dispositivo invasivo.</p><p>Enfermagem Médico-Cirúrgica Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias</p><p>dos aparelhos e sistemas: renal, cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico,</p><p>nervoso, musculoesquelético, ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de</p><p>enfermagem para realização de exames e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente e</p><p>preparo do ambiente; posições para exames. Assistência de Enfermagem no pré, trans e pós-</p><p>operatório; atendimento de enfermagem na unidade de recuperação anestésica; princípios e</p><p>métodos de desinfecção e esterilização; papel da enfermagem na central de material esterilizado</p><p>(CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com materiais esterilizados. Tipos de lesões cutâneas e</p><p>curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada) e NE (Nutrição Enteral): indicações, preparo e</p><p>cuidados de enfermagem para administração e infecções entéricas.</p><p>Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença: Biossegurança: participação do técnico</p><p>de enfermagem na prevenção e controle de infecção hospitalar; Assistência de enfermagem na</p><p>profilaxia e tratamento das doenças infecciosas, parasitária e sexualmente transmissíveis; técnicas</p><p>de isolamento (precauções universais); imunizações; Protocolos de Segurança do paciente.</p><p>Deontologia e Exercício Profissional: Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao</p><p>paciente, à família e à comunidade; Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de</p><p>Enfermagem na equipe de Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86,</p><p>do Exercício Profissional da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de</p><p>órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e</p><p>deontológicos;</p><p>Conhecimento Específico: Hemoterapia e os cuidados com o meio ambiente; política nacional de</p><p>sangue, componentes e hemoderivados no Brasil; Doação Voluntária de Sangue e de Medula Óssea;</p><p>Seleção de doadores de sangue; Coleta de sangue total e reações; Reações adversas à coleta de</p><p>sangue; Coleta de Hemocomponentes e reações adversas à doação por aférese; Produção,</p><p>armazenamento, distribuição e transporte de Hemocomponentes; Controle da qualidade dos</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>49</p><p>componentes do sangue; Imuno- Hematologia do Doador e do Receptor; Controle de Qualidade de</p><p>Reagentes em Imuno- Hematologia; Triagem Laboratorial para Doenças Transmissíveis por</p><p>Transfusão; Controle da Qualidade de Reagentes e Insumos e Gestão do Processo de Testagem para</p><p>Doenças Transmissíveis por Transfusão; Cuidados Peritransfusionais; Reações Transfusionais</p><p>Imediatas e Tardias; Uso Racional do Sangue e Sangria Terapêutica; Células-Tronco Hematopoéticas</p><p>– Terapia Celular; Gestão da Informação na Hemoterapia; Gestão e Planejamento dos Serviços de</p><p>Hemoterapia; Gestão da Qualidade em Serviços de Hemoterapia.</p><p>Bibliografia Sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019</p><p>da American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular</p><p>de emergência, 2019.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -</p><p>3ªed. Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BARRETO, José Augusto. [et al]. Manual de Hemoterapia da Associação Beneficente de coleta de</p><p>Sangue. 7º ed. Colsan, 2011.</p><p>BRAGA, Josefina</p><p>à Teoria Geral da Administração. 9.ed. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 4.ed. Ed. Compacta. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>MARANHÃO, Mauriti; MACIEIRA, Maria Elisa Bastos. O Processo nosso de cada dia: Modelagem de</p><p>Processos de Trabalho. 2.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010.</p><p>MARSHALL JUNIOR, Isnard et al. Gestão da Qualidade. 10.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2011.</p><p>MARTINS, Petrônio Garcia; CAMPOS, Paulo Renato. Administração de Materiais e Recursos</p><p>Patrimoniais. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2011.</p><p>PEREIRA, José Matias. Manual de Gestão Pública Contemporânea. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>RONDINELLI, Rosely Curi. Gerenciamento Arquivístico de Documentos Eletrônicos. 4. ed. Rio de</p><p>Janero: FGV, 2005. 160 p.</p><p>VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.</p><p>TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – EXPERIÊNCIA COMO PREGOEIRO</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>4</p><p>ADMINISTRAÇÃO GERAL – Conceitos; Princípios; Teoria da Administração Científica; Teoria Clássica;</p><p>Teoria das Relações Humanas; Teoria Neoclássica da Administração; Modelo Burocrático de</p><p>Organização; Teoria – Estruturalista; Teoria Comportamental; Teoria Matemática da Administração;</p><p>Teoria de Sistemas; Teoria da Contingência; Novas Abordagens da Administração; Liderança</p><p>(conceito e teorias); e Motivação (conceito e teorias).</p><p>PREGOEIRO – O papel e requisitos exigidos para o pregoeiro; Condução de licitações realizadas na</p><p>modalidade Pregão; Pregão eletrônico e presencial: diferenças e especificidades; Procedimentos de</p><p>credenciamento dos licitantes, recebimento e análise de propostas de licitação, classificação das</p><p>propostas, habilitação, recebimento e análise de recursos e adjudicação do objeto licitado ao órgão</p><p>vencedor; Legislação e decretos pertinentes à atuação do pregoeiro e outras providências.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. (atualizada).</p><p>BRASIL. Lei Federal nº 8.666, de 21.06.93. Brasília: DOU, 1993.</p><p>BRASIL. Lei Federal nº 12.349, de 15.12.10. Brasília: DOU, 2010.</p><p>BRASIL. Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002. Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal</p><p>e Municípios, o pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências.</p><p>BRASIL. Decreto nº 3.555, de 08 de agosto de 2000. Aprova o Regulamento para a modalidade de</p><p>licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns.</p><p>BRASIL. Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005. Regulamenta o pregão, na forma eletrônica, para</p><p>aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências.</p><p>BRASIL. Decreto nº 7.892, de 23 de janeiro de 2013. Regulamenta o sistema de registro de preços.</p><p>BRASIL. Decreto nº 9.488, de 30 de agosto de 2018. Altera o Decreto nº 7.892, de 23 de janeiro de</p><p>2013 que Regulamenta o sistema de registro de preços.</p><p>BRASIL. Decreto nº 9.412, de 18 de junho de 2018. Atualiza os valores das modalidades de licitação.</p><p>BRASIL. Decreto nº 9.178, de 23 de outubro de 2017. Regulamenta o artigo 3º da Lei nº 8.666 para</p><p>estabelecer critérios, práticas e diretrizes para a atuação em pregões.</p><p>BRASIL. Decreto nº 8.250, de 23 de maio de 2014. Regulamenta o sistema de registro de preços.</p><p>BITTENCOURT, Sidney. Licitação Passo a Passo. 6.ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.</p><p>BITTENCOURT, Sidney. Pregão Passo a Passo. 4.ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9.ed. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>FILHO, Marçal Justen. Pregão - Comentários à Legislação do Pregão Comum e Eletrônico - 6ª Edição,</p><p>Editora Dialética, 2013.</p><p>NIEBUHR, Joel de Menezes. Pregão Presencial e Eletrônico. Belo Horizonte. Editora Fórum, 2011.</p><p>SANTANA, Jair Eduardo. Pregoeiro: Condutas Tendentes a Realizar a Melhor Contratação para a</p><p>Administração Pública. Boletim de Licitações e Contratos - BLC - Julho/2007.</p><p>TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO - EXPERIÊNCIA EM RELAÇÕES PÚBLICAS</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>5</p><p>ADMINISTRAÇÃO GERAL - Conceitos; Princípios; Teoria da Administração Científica; Teoria Clássica;</p><p>Teoria das Relações Humanas; Teoria Neoclássica da Administração; Modelo Burocrático de</p><p>Organização; Teoria - Estruturalista; Teoria Comportamental; Teoria Matemática da Administração;</p><p>Teoria de Sistemas; Teoria da Contingência; Novas Abordagens da Administração; Liderança</p><p>(conceito e teorias); e Motivação (conceito e teorias).</p><p>RELAÇÕES PÚBLICAS - Relações Públicas; Legislação e Ética em Relações Públicas; Públicos em</p><p>Relações Públicas; Legislação e Código de Ética em Relações Públicas. Redação de material</p><p>informativo. Eventos; Conceitos, classificação e tipologia de eventos; Planejamento, organização e</p><p>produção de eventos; Cerimonial e protocolo.</p><p>A Abordagem Clássica da Administração. Administração Científica. Teoria Clássica da Administração.</p><p>A Abordagem Humanística da Administração. Teorias das Relações Humanas. Decorrências da Teoria</p><p>das Relações Humanas. A Abordagem Neoclássica da Administração Teoria Neoclássica da</p><p>Administração. Decorrência da Abordagem Neoclássica. Processo Administrativo.</p><p>Tipos de Organização. Departamentalização. Administração por Objetivos (APO). Abordagem</p><p>Estruturalista da Administração. Modelo Burocrático de Organização. Teoria Estruturalista da</p><p>Administração. A Abordagem Comportamental da Administração. Teoria Comportamental da</p><p>Administração. Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO). Abordagem Sistêmica da</p><p>Administração. Informática e Administração. Teoria Matemática da Administração. Teoria de</p><p>Sistemas. A Abordagem Contingencial da Administração. Teoria da Contingência. Novas Abordagens</p><p>da Administração - A Era da Informação. Mudanças e incertezas. Melhoria contínua.</p><p>Qualidade total. Reengenharia. Benchmarking. Estratégia Organizacional.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BRASIL. Congresso Nacional. Senado Federal. Coordenação de Relações Públicas. Manual de</p><p>organização de eventos do Senado Federal / Senado Federal, Coordenação de Relações Públicas. --</p><p>1. ed. -- Brasília : Senado Federal, 2013. 277 p. Disponível em</p><p>https://www12.senado.leg.br/manualdecomunicacao/manual-de-eventos</p><p>BRASIL. Decreto Nº 9.758, de 11 de Abril de 2019. Disponível em</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9758.htm</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9ª. ed. Barueri - SP: Manole,</p><p>2014.</p><p>CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Código de Ética de 14 de dezembro,</p><p>1967. Disponível em www.conferp.org.br.</p><p>CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Lei nº 5.377 de 11 de dezembro de</p><p>1967. Disponível em www.conferp.org.br.</p><p>CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Resolução normativa nº 43, de 24</p><p>de agosto de 2002. Disponível em www.conferp.org.br</p><p>TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – EXPERIÊNCIA COMO SUPRIMENTO/DEPÓSITO</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>6</p><p>ADMINISTRAÇÃO GERAL - Conceitos; Princípios; Teoria da Administração Científica; Teoria Clássica;</p><p>Teoria das Relações Humanas; Teoria Neoclássica da Administração; Modelo Burocrático de</p><p>Organização; Teoria - Estruturalista; Teoria Comportamental; Teoria Matemática da Administração;</p><p>Teoria de Sistemas; Teoria da Contingência; Novas Abordagens da Administração; Liderança</p><p>(conceito e teorias); e Motivação (conceito e teorias).</p><p>ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL - Gestão de compras; Aquisição de recursos</p><p>Aparecida Pelegrini. Hematologia e hemoterapia pediátrica. Atheneu, 2013.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>50</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 709/2022, de 24 de agosto de 2022. Atualiza a Norma Técnica que</p><p>dispõe sobre a Atuação de Enfermeiro e de Técnico de Enfermagem em Hemoterapia.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a</p><p>ed., 2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>FIDLARCZYK, Delaine. Enfermagem em Hemoterapia. Medbook, 2007.</p><p>GARCIA, P. C; BONEQUINI Júnior, P. Manual de transfusão para enfermagem / Patrícia Carvalho</p><p>Garcia; Pedro Bonequini Júnior. - Botucatu - SP. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de</p><p>Botucatu. Botucatu - SO, 2015</p><p>Hemoterapia: Artigos científicos de conclusão de curso de pós-graduação lato sensu em</p><p>Hemoterapia. – Curitiba: SESA: SETI/UEM, 2015.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>LANGHI Jr, DANTE Mario. Hemoterapia – Fundamentos e Prática. Atheneu, 2007.</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática.</p><p>São Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e</p><p>técnica. São Paulo: Roca, 2001.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>51</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>52</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no</p><p>Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>53</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>TÉCNICA EM ENFERMAGEM – ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA</p><p>1) Fundamentos de Enfermagem</p><p>Tipos de unidades de saúde, a equipe de saúde e a equipe de enfermagem; necessidades básicas</p><p>do paciente; princípios básicos de Enfermagem; a participação do Técnico de Enfermagem no</p><p>plano de cuidados de Enfermagem; Humanização da Assistência; verificação de sinais vitais, peso</p><p>e mensuração; alimentação, conforto, higiene e segurança do paciente, meios e métodos; Preparo</p><p>e manutenção da unidade do paciente; Administração e cálculo de medicamentos; noções de</p><p>farmacologia; registro e anotações dos cuidados prestados ao paciente; terapia intravenosa;</p><p>oxigenioterapia.</p><p>2) Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva</p><p>Assistência e cuidados de Enfermagem em urgências e emergência: queimadura, intoxicações,</p><p>desidratação, choques, traumas, corpo estranho e hemorragia; convulsões; reanimação</p><p>cardiopulmonar. Atuação do técnico de enfermagem no atendimento pré-hospitalar; Acolhimento</p><p>com avaliação e Classificação de Risco; segurança do paciente em UTI: prevenção em quedas no</p><p>quadro clínico; lesão por pressão; extubação acidental e infecção relacionada a utilização de</p><p>dispositivo invasivo.</p><p>3) Enfermagem Médico-Cirúrgica</p><p>Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias dos aparelhos e sistemas: renal,</p><p>cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico, nervoso, musculoesquelético,</p><p>ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de enfermagem para realização de exames</p><p>e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente e preparo do ambiente; posições para</p><p>exames. Assistência de Enfermagem no pré, trans e pós- operatório; atendimento de enfermagem</p><p>na unidade de recuperação anestésica; princípios e métodos de desinfecção e esterilização; papel</p><p>da enfermagem na central de material esterilizado (CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com</p><p>materiais esterilizados. Tipos de lesões cutâneas e curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada)</p><p>e NE (Nutrição Enteral): indicações, preparo e cuidados de enfermagem para administração e</p><p>infecções entéricas.</p><p>4) Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença</p><p>Biossegurança: participação do técnico de enfermagem na prevenção e controle de infecção</p><p>hospitalar; Assistência de enfermagem na profilaxia e tratamento das doenças infecciosas,</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>54</p><p>parasitária e sexualmente transmissíveis; técnicas de isolamento (precauções universais);</p><p>imunizações; Protocolos de Segurança do paciente.</p><p>5) Deontologia e Exercício Profissional</p><p>Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao paciente, à família e à comunidade;</p><p>Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de Enfermagem na equipe de</p><p>Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86, do Exercício Profissional</p><p>da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de órgãos, tecidos e partes do</p><p>corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e deontológicos;</p><p>6) Conhecimento Específico</p><p>Higienização das mãos e biossegurança; Organização da sala de imobilizações; preparo do</p><p>paciente para o procedimento; Noções básicas de redução ortopédica e imobilização;</p><p>Materiais e Instrumentais; Destinação correta do Lixo séptico e perfuro cortantes; Conhecimento</p><p>básico da estrutura hospitalar; Noções básicas de: anatomia músculo esquelético; fisiologia</p><p>articular e biomecânica: lesões traumáticas das articulações; pré e pós-operatório de artroplastias;</p><p>órteses e próteses; fixadores externos; Noções elementares de: anatomofisiologia humana;</p><p>técnicas de imobilização ortopédica; Aparelhos de imobilização com material sintético; Aparelhos</p><p>gessados circulares; goteiras gessadas; esparadrapagem; Enfaixamento; Tração Cutânea; Colar</p><p>cervical; Uso de serra elétrica, cisalha e bisturi ortopédico; Salto ortopédico; Modelagem do Coto;</p><p>Fender e Frisar o aparelho gessado; Abertura de janelas no aparelho gessado; Infecções; Atuação</p><p>do técnico na emergência ortopédica e em centros cirúrgicos, Centros de materiais esterilizados.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ADAMS, John C Hamblen David L. Manual de Ortopedia. 11ª ed. Porto Alegre. Artes Médicas, 1994.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019</p><p>da American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular</p><p>de emergência, 2019.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência</p><p>à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -</p><p>3ªed. Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>55</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>CANETTI, Marcelo Dominguez [et al]. Manual Básico de socorro de emergência para técnicos em</p><p>emergências médicas e socorristas. 2º ed. São Paulo. Editora Atheneu, 2007.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS. Manual operacional de bombeiros:</p><p>resgate pré-hospitalar / Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. Goiânia: 2016. EGOL,</p><p>Kenneth A.; KOVAL, Kenneth J.; ZUCKERMAN, Joseph D. Manual de fraturas – 4 ed.Philadelphia:</p><p>Lippincot Willians & Wikins, 2010.</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a</p><p>ed., 2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>56</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática.</p><p>São Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e</p><p>técnica. São Paulo: Roca, 2001.</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>57</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria</p><p>de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>58</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SANTOS, N.C.M. Urgência e emergência para a enfermagem: do atendimento pré- hospitalar</p><p>(APH) à sala de emergência. 6.ed. São Paulo: Iátria, 2010.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>THOMPSON, Jon C. Netter Atlas de Anatomia ortopédica. 2º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.</p><p>VENTURA, Maria de Fátima [et al]. Enfermagem Ortopédica. São Paulo. Ícone, 1996.</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM - ESPECIALIZAÇÃO EM INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA</p><p>Fundamentos de Enfermagem: Tipos de unidades de saúde, a equipe de saúde e a equipe de</p><p>enfermagem; necessidades básicas do paciente; princípios básicos de Enfermagem; a participação</p><p>do Técnico de Enfermagem no plano de cuidados de Enfermagem; Humanização da Assistência;</p><p>verificação de sinais vitais, peso e mensuração; alimentação, conforto, higiene e segurança do</p><p>paciente, meios e métodos; Preparo e manutenção da unidade do paciente; Administração e</p><p>cálculo de medicamentos; noções de farmacologia; registro e anotações dos cuidados prestados</p><p>ao paciente; terapia intravenosa; oxigenioterapia.</p><p>Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva: Assistência e cuidados de Enfermagem em</p><p>urgências e emergência: queimadura, intoxicações, desidratação, choques, traumas, corpo</p><p>estranho e hemorragia; convulsões; reanimação cardiopulmonar. Atuação do técnico de</p><p>enfermagem no atendimento pré-hospitalar; Acolhimento com avaliação e Classificação de Risco;</p><p>segurança do paciente em UTI: prevenção em quedas no quadro clínico; lesão por pressão;</p><p>extubação acidental e infecção relacionada a utilização de dispositivo invasivo.</p><p>Enfermagem Médico-Cirúrgica: Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias</p><p>dos aparelhos e sistemas: renal, cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico,</p><p>nervoso, musculoesquelético, ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de</p><p>enfermagem para realização de exames e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente</p><p>e preparo do ambiente; posições para exames. Assistência de Enfermagem no pré, trans e pós-</p><p>operatório; atendimento de enfermagem na unidade de recuperação anestésica; princípios e</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>59</p><p>métodos de desinfecção e esterilização; papel da enfermagem na central de material esterilizado</p><p>(CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com materiais esterilizados. Tipos de lesões cutâneas e</p><p>curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada) e NE (Nutrição Enteral): indicações, preparo e</p><p>cuidados de enfermagem para administração e infecções entéricas.</p><p>Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença</p><p>Biossegurança: participação do técnico de enfermagem na prevenção e controle de infecção</p><p>hospitalar; Assistência de enfermagem na profilaxia e tratamento das doenças infecciosas,</p><p>parasitária e sexualmente transmissíveis; técnicas de isolamento (precauções universais);</p><p>imunizações; Protocolos de Segurança do paciente.</p><p>Deontologia e Exercício Profissional</p><p>Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao paciente, à família e à comunidade;</p><p>Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de Enfermagem na equipe de</p><p>Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86, do Exercício Profissional</p><p>da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de órgãos, tecidos e partes do</p><p>corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e deontológicos;</p><p>Conhecimento Específico</p><p>Fundamentos básicos da Instrumentação cirúrgica; Noções de Anatomia e Fisiologia Humana;</p><p>Noções de Anestesiologia; Técnica para Montagem de Caixas Cirúrgicas e Conservação do</p><p>Instrumental: Fios, Agulhas e Suturas; Degermação, Paramentação e Colocação de Campos;</p><p>Apresentação do Material que compõe a mesa do instrumentador; Montagem de mesa básica,</p><p>mesa auxiliar e sinalização cirúrgica; Equipamento da Sala Cirúrgica. Posições Cirúrgicas.</p><p>Terminologia Cirúrgica.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019</p><p>da American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular</p><p>de emergência, 2019.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento</p><p>de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>60</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -</p><p>3ªed. Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>CIOATO, Marta J.Giotti; MULAZZANI,Magda Pereira. Enfermagem em Videocirurgia. Editora</p><p>Atheneu, 2006.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a</p><p>ed., 2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>61</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática.</p><p>São Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e</p><p>técnica. São Paulo: Roca, 2001.</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>62</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria</p><p>de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>63</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM - ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM TERAPIA INTENSIVA</p><p>Fundamentos de Enfermagem</p><p>Tipos de unidades de saúde, a equipe de saúde e a equipe de enfermagem; necessidades</p><p>básicas do paciente; Primeiros socorros; princípios básicos de Enfermagem; princípios e</p><p>métodos de desinfecção e esterilização; admissão e alta do paciente; a participação do Técnico</p><p>de Enfermagem no plano de cuidados de Enfermagem; verificação de sinais vitais, peso e</p><p>mensuração; alimentação, conforto, higiene e segurança do paciente, meios e métodos; Preparo</p><p>e manutenção da unidade do paciente; administração e cálculo de medicamentos; noções de</p><p>farmacologia; registro e anotações dos cuidados prestados ao paciente; aplicação de calor e frio;</p><p>terapia intravenosa; o paciente terminal e cuidados pós-morte; oxigenioterapia e curativos.</p><p>Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva</p><p>Assistência e cuidados de Enfermagem em urgências e emergência: queimadura, intoxicações,</p><p>desidratação, choques, traumas, corpo estranho e hemorragia; convulsões; reanimação</p><p>cardiopulmonar. Atuação do técnico de enfermagem no atendimento pré-hospitalar; Acolhimento</p><p>com avaliação e Classificação de Risco; segurança do paciente em UTI: prevenção em quedas no</p><p>quadro clínico; lesão por pressão; extubação acidental e infecção relacionada a utilização de</p><p>dispositivo invasivo.</p><p>Enfermagem Médico-Cirúrgica</p><p>Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias dos aparelhos e sistemas: renal,</p><p>cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico, nervoso, musculoesquelético,</p><p>ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de enfermagem para realização de exames</p><p>e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente e preparo do ambiente; posições para</p><p>exames. Exames de laboratório: técnica para coleta de material (fezes, escarro, urina e sangue).</p><p>Necessidades do paciente cirúrgico: pré, trans e pós- operatório; atendimento de enfermagem na</p><p>unidade de recuperação anestésica. Papel da enfermagem na central de material esterilizado</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>64</p><p>(CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com materiais esterilizados. Tipos de lesões cutâneas e</p><p>curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada) e NE (Nutrição Enteral): indicações, preparo e</p><p>cuidados de enfermagem para administração e infecções entéricas.</p><p>Enfermagem Materno-Infantil</p><p>Assistência e cuidados de enfermagem à gestante, à parturiente e à puérpera nos programas de</p><p>prevenção e de tratamento; complicações e intercorrências clínicas na gestação; patologias</p><p>obstétricas; métodos contraceptivos; assistência ao recém-nascido e à criança em estado normal</p><p>e patológico; aleitamento materno; cuidados com a criança enferma ou hospitalizada; avaliação</p><p>física pediátrica; assistência de enfermagem nos distúrbios pediátricos: respiratórios,</p><p>neurológicos, cardiovasculares, afecções auditivas e oculares, gastrointestinais e nutricionais,</p><p>renais e geniturinários, endócrinos e metabólicos, oncologia pediátrica, hematológicos,</p><p>imunológicos, ortopédicos e da pele; e o papel do técnico de enfermagem na equipe materno</p><p>infantil.</p><p>Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença</p><p>Infecção hospitalar: participação do técnico de enfermagem na prevenção da infecção hospitalar;</p><p>assistência de enfermagem na profilaxia e tratamento das doenças infecciosas, parasitária e</p><p>sexualmente transmissíveis: malária, Aids, hanseníase, sarampo, tuberculose, hepatites,</p><p>meningite, doenças parasitárias. O papel da enfermagem na assistência à saúde: da mulher, da</p><p>criança, do idoso, do hipertenso, do diabético, na saúde mental; imunizações; doenças infecciosas</p><p>virais e bacterianas; e técnicas de isolamento (precauções universais).</p><p>Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental</p><p>Assistência do técnico de enfermagem na promoção e recuperação da saúde mental; assistência</p><p>de enfermagem nas doenças mentais e nas emergências psiquiátricas: transtornos do</p><p>pensamento, transtornos de ansiedade, esquizofrenia, transtornos do humor, deficiência mental,</p><p>retardo e autismo, transtornos de personalidade e dependência química; confusão e demência;</p><p>Doença de Alzheimer; e o papel do técnico de enfermagem nos métodos de tratamento das</p><p>doenças mentais: psicoterapia, psicofarmacoterapia e reabilitação psicossocial.</p><p>Deontologia e Exercício Profissional</p><p>Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao paciente, à família e à comunidade;</p><p>Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de Enfermagem na equipe de</p><p>Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86, do Exercício Profissional</p><p>da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de órgãos, tecidos e partes do</p><p>corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e deontológicos;</p><p>Estatuto</p><p>do Idoso, Estatuto da criança e do adolescente.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019</p><p>da American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular</p><p>de emergência, 2019.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>65</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -</p><p>3ªed. Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>66</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a</p><p>ed., 2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática.</p><p>São Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e</p><p>técnica. São Paulo: Roca, 2001.</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>67</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas</p><p>de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>68</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM – ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA/ APH</p><p>Fundamentos de Enfermagem; Tipos de unidades de saúde, a equipe de enfermagem; necessidades</p><p>básicas do paciente; Primeiros socorros; princípios básicos de Enfermagem; princípios e métodos</p><p>de desinfecção e esterilização; a participação do Técnico de Enfermagem no plano de cuidados de</p><p>Enfermagem; verificação de sinais vitais, peso e mensuração; alimentação, conforto, higiene e</p><p>segurança do paciente, meios e métodos; Preparo e manutenção da unidade do paciente;</p><p>administração e cálculo de medicamentos; noções de farmacologia; registro e anotações dos</p><p>cuidados prestados ao paciente; aplicação de calor e frio; terapia intravenosa; o paciente terminal</p><p>e cuidados pós-morte; oxigenioterapia e curativos.</p><p>Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva: Assistência e cuidados de Enfermagem em</p><p>socorros de emergência em casos de queimadura, intoxicações, desidratação, choques, traumas,</p><p>corpo estranho e hemorragia; acidentes ofídicos e com animais peçonhentos (ofídios, escorpiões,</p><p>aracnídeos, lonomia e outras lagartas); convulsões; reanimação cardiopulmonar. Atuação do</p><p>técnico de enfermagem no atendimento pré-hospitalar; segurança do paciente em UTI: prevenção</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>69</p><p>em quedas no quadro clínico; lesão por pressão, extubação acidental e infecção relacionada a</p><p>utilização de dispositivo invasivo.</p><p>Enfermagem Médico-Cirúrgica: Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias</p><p>dos aparelhos e sistemas: renal, cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico,</p><p>nervoso, musculoesquelético, ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de</p><p>enfermagem para realização de exames e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente e</p><p>preparo do ambiente; posições para exames. Necessidades do paciente cirúrgico: pré, trans e pós-</p><p>operatório; atendimento de enfermagem na unidade de recuperação Pós-anestésica. Papel da</p><p>enfermagem na central de material esterilizado (CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com</p><p>materiais esterilizados. Tipos de lesões cutâneas e curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada)</p><p>e NE (Nutrição Enteral): indicações, preparo e cuidados de enfermagem para administração e</p><p>infecções entéricas.</p><p>Enfermagem Materno-Infantil: Assistência e cuidados de enfermagem à gestante, à parturiente e à</p><p>puérpera nos programas de prevenção e de tratamento; complicações e intercorrências clínicas na</p><p>gestação; patologias obstétricas; métodos contraceptivos; assistência ao recém-nascido e à criança</p><p>em estado normal e patológico; cuidados com a criança enferma ou hospitalizada; avaliação física</p><p>pediátrica; assistência de enfermagem nos distúrbios pediátricos: respiratórios, neurológicos,</p><p>cardiovasculares, afecções auditivas e oculares, gastrointestinais e nutricionais, renais e</p><p>geniturinários, endócrinos e metabólicos, oncologia pediátrica, hematológicos, imunológicos,</p><p>ortopédicos e da pele; e o papel do técnico de enfermagem na equipe materno infantil.</p><p>Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença: Infecção hospitalar: participação do</p><p>técnico de enfermagem na prevenção da infecção hospitalar; assistência de enfermagem na</p><p>profilaxia e tratamento das doenças infecciosas, parasitária e sexualmente transmissíveis: malária,</p><p>AIDS, hanseníase, sarampo, tuberculose, hepatites, meningite, doenças parasitárias. O papel da</p><p>enfermagem na assistência à saúde: da mulher, da criança, do idoso, do hipertenso, do diabético, na</p><p>saúde mental; imunizações; doenças infecciosas virais e bacterianas; e técnicas de isolamento</p><p>(precauções universais).</p><p>Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental: Assistência do técnico de enfermagem na promoção e</p><p>recuperação da saúde mental; assistência de enfermagem nas doenças mentais e nas emergências</p><p>psiquiátricas: transtornos do pensamento, transtornos de ansiedade, esquizofrenia, transtornos do</p><p>humor, deficiência mental, retardo e autismo, transtornos de personalidade e dependência química;</p><p>confusão e demência;</p><p>Doença de Alzheimer; e o papel do técnico de enfermagem nos métodos de</p><p>tratamento das doenças mentais: psicoterapia, psicofarmacoterapia e reabilitação psicossocial.</p><p>Deontologia e Exercício Profissional: Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao</p><p>paciente, à família e à comunidade; Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de</p><p>Enfermagem na equipe de Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86,</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>70</p><p>do Exercício Profissional da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de</p><p>órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e</p><p>deontológicos; Estatuto do Idoso, Estatuto da criança e do adolescente.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019 da</p><p>American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular de</p><p>emergência, 2019.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -</p><p>3ªed. Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>71</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 665/2020, Normatiza a atuação dos profissionais de enfermagem no</p><p>Atendimento Pré-hospitalar (APH) móvel Terrestre e Aquaviário, quer seja na assistência direta,</p><p>no gerenciamento e/ou na Central de Regulação das Urgências (CRU).</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a</p><p>ed., 2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática.</p><p>São Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e</p><p>técnica. São Paulo: Roca, 2001.</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>72</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria</p><p>de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>73</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>74</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM – EXPERIÊNCIA EM ONCOLOGIA</p><p>Fundamentos de Enfermagem</p><p>Tipos de unidades de saúde, a equipe de saúde e a equipe de enfermagem; necessidades básicas</p><p>do paciente; princípios básicos de Enfermagem; a participação do Técnico de Enfermagem no</p><p>plano de cuidados de Enfermagem; Humanização da Assistência; verificação de sinais vitais, peso</p><p>e mensuração; alimentação, conforto, higiene e segurança do paciente, meios e métodos; Preparo</p><p>e manutenção da unidade do paciente; Administração e cálculo de medicamentos; noções de</p><p>farmacologia; registro e anotações dos cuidados prestados ao paciente; terapia intravenosa;</p><p>oxigenioterapia.</p><p>Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva</p><p>Assistência e cuidados de Enfermagem em urgências e emergência: queimadura, intoxicações,</p><p>desidratação, choques, traumas, corpo estranho e hemorragia; convulsões; reanimação</p><p>cardiopulmonar. Atuação do técnico de enfermagem no atendimento pré-hospitalar; Acolhimento</p><p>com avaliação e Classificação de Risco; segurança do paciente em UTI: prevenção em quedas no</p><p>quadro clínico; lesão por pressão; extubação acidental e infecção relacionada a utilização de</p><p>dispositivo invasivo.</p><p>Enfermagem Médico-Cirúrgica</p><p>Assistência e cuidados de enfermagem a pacientes com patologias dos aparelhos e sistemas: renal,</p><p>cardiovascular, respiratório, digestório, endócrino, hematológico, nervoso, musculoesquelético,</p><p>ginecológico e dermatológico. Procedimentos técnicos de enfermagem para realização de exames</p><p>e tratamentos: preparo do material, preparo do paciente e preparo do ambiente; posições para</p><p>exames. Assistência de Enfermagem no pré, trans e pós- operatório; atendimento de enfermagem</p><p>na unidade de recuperação anestésica; princípios e métodos de desinfecção e esterilização; papel</p><p>da enfermagem na central de material esterilizado (CME): conceitos, preparo, uso e cuidado com</p><p>materiais esterilizados. Tipos de lesões cutâneas e curativos. NPP (Nutrição Parenteral Prolongada)</p><p>e NE (Nutrição Enteral): indicações, preparo e cuidados de enfermagem para administração e</p><p>infecções entéricas. Prevenção e Promoção da Saúde no Processo Saúde Doença</p><p>Biossegurança: participação do técnico de enfermagem na prevenção e controle de infecção</p><p>hospitalar; Assistência de enfermagem na profilaxia e tratamento das doenças infecciosas,</p><p>parasitária e sexualmente transmissíveis; técnicas de isolamento (precauções universais);</p><p>imunizações; Protocolos de Segurança do paciente.</p><p>Deontologia e Exercício Profissional</p><p>Responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação ao paciente, à família e à comunidade;</p><p>Sigilo profissional; Relações interpessoais, o papel do Técnico de Enfermagem na equipe de</p><p>Enfermagem; Código de Deontologia de Enfermagem; Lei no 7.498/86, do Exercício Profissional</p><p>da Enfermagem: Dimensões ético-legais na Enfermagem; Remoção de órgãos, tecidos e partes do</p><p>corpo humano para fins de transplante e terapêuticos: aspectos legais e deontológicos;</p><p>Conhecimento Específico</p><p>Oncologia Clínica; Oncologia Cirúrgica; Urgências e Emergências em Oncologia; Assistência de</p><p>enfermagem em quimioterapia</p><p>materiais; Tipos e</p><p>importância dos estoques; Análise dos estoques; Estoque de segurança; e Gestão da distribuição –</p><p>logística (a abordagem logística, recebimento e armazenagem, e distribuição).</p><p>GESTÃO DE PESSOAS – Recrutamento e Seleção de Pessoas; Orientação; Modelagem de Trabalho;</p><p>Avaliação de desempenho; Recompensas; e Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas e</p><p>Organizações.</p><p>GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL - Melhoria contínua; Kaizen; Gestão Estratégica da Qualidade;</p><p>Conceitos Básicos; Ciclo PDCA; Ferramentas de Gerenciamento; Métodos Específicos de Gestão;</p><p>Benchmarking; e Reengenharia.</p><p>GESTÃO PÚBLICA – Gestão pública no mundo contemporâneo; Paradigmas na Administração Pública</p><p>brasileira; Burocracia, cultura organizacional e reforma na Administração Pública; Modernização da</p><p>Administração Pública; Governabilidade, governança e accountability; Ética e moral na</p><p>Administração Pública; Reforma do Estado e transparência no Brasil; Organização da Administração</p><p>Pública no Brasil; Planejamento e gestão estratégica; Planejamento estratégico; Gestão Pública</p><p>empreendedora; Inovação institucional do setor público brasileiro; e Formulação, implementação e</p><p>avaliação de políticas públicas no Brasil.</p><p>DOCUMENTAÇÃO - Conceituação; Importância; Natureza; Finalidade; Características; Normalização;</p><p>Fases do processo de documentação; e Classificação.</p><p>DIREITO PÚBLICO - Princípios fundamentais; Organização do Estado; Organização dos poderes;</p><p>Defesa do Estado e das instituições democráticas; e Administração Pública Federal – Organização,</p><p>Princípios e Forças Armadas.</p><p>ÉTICA E TRANSPARÊNCIA – Fundamentos, Conceito e Classificações de Ética; Ética e Moral na</p><p>Administração Pública; Transparência na Administração Pública.</p><p>LICITAÇÃO - Conceitos, objeto, princípios, modalidades, tipos, dispensa, inexigibilidade,</p><p>procedimento e julgamento; Pregão; e Contratos administrativos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: 2005.</p><p>BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos Permanentes: tratamento documental. 4 ed. Rio de Janeiro:</p><p>FGV, 2008. 320p</p><p>BITTENCOURT, Sidney. Licitação Passo a Passo. 6.ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.</p><p>BITTENCOURT, Sidney. Pregão Passo a Passo. 4.ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.</p><p>BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. (atualizada).</p><p>BRASIL Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. DOU, 19/04/1991 (Atualizada).</p><p>BRASIL Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. DOU, Seção 1, 22/06/93. (atualizada).</p><p>BRASIL Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002. DOU de 18.7.2002 e retificado em 30.7.2002</p><p>BRASIL Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005: Pregão Eletrônico. (atualizado).</p><p>BRASIL Decreto nº 200, de 25 de fevereiro de 1967. DOU, 27/02/1967. (atualizado).</p><p>BRASIL Decreto nº 9004, de 17 de julho de 2017: Gespública. (atualizado).</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>7</p><p>BRASIL Decreto nº 1.171 de 22 de junho de 1994. Código de Ética Profissional do Servidor Público</p><p>Civil do Poder Executivo Federal e suas atualizações. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.</p><p>Brasília, DF, 1994.</p><p>CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2014.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9.ed. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 4.ed. Ed. Compacta. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>MARANHÃO, Mauriti; MACIEIRA, Maria Elisa Bastos. O Processo nosso de cada dia: Modelagem de</p><p>Processos de Trabalho. 2.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010.</p><p>MARSHALL JUNIOR, Isnard et al. Gestão da Qualidade. 10.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2011.</p><p>MARTINS, Petrônio Garcia; CAMPOS, Paulo Renato. Administração de Materiais e Recursos</p><p>Patrimoniais. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2011.</p><p>PEREIRA, José Matias. Manual de Gestão Pública Contemporânea. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>RONDINELLI, Rosely Curi. Gerenciamento Arquivístico de Documentos Eletrônicos. 4. ed. Rio de</p><p>Janero: FGV, 2005. 160 p.</p><p>VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.</p><p>TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – EXPERIÊNCIA COMO TELEMARKETING</p><p>GESTÃO DA SUA CARREIRA: o novo líder é o novo gestor. Gestão de serviços: da invenção do telefone</p><p>ao contact center. Gestão do relacionamento com clientes. GESTÃO DE PESSOAS: da seleção à</p><p>retenção de talentos. Gestão de projetos: da implementação de novos projetos de call centers a</p><p>Dimensionamento. GESTÃO DA QUALIDADE: do nível de serviço à monitoração telefônica. Gestão do</p><p>desempenho: excelência em processos e indicadores de call center. GESTÃO DA TECNOLOGIA E</p><p>INFRAESTRUTURA: suporte total à satisfação de clientes e colaboradores. Gestão da mudança:</p><p>terceirização, interiorização e call center off-shore. NR 17 – Norma Regulamentadora 17. A</p><p>Abordagem Clássica da Administração. Administração Científica. Teoria Clássica da Administração. A</p><p>Abordagem Humanística da Administração. Teorias das Relações Humanas. Decorrências da Teoria</p><p>das Relações Humanas. A Abordagem Neoclássica da Administração. Teoria Neoclássica da</p><p>Administração. Decorrência da Abordagem Neoclássica. Processo Administrativo.</p><p>Tipos de Organização. Departamentalização. Administração por Objetivos (APO). Abordagem</p><p>Estruturalista da Administração. Modelo Burocrático de Organização. Teoria Estruturalista da</p><p>Administração. A Abordagem Comportamental da Administração. Teoria Comportamental da</p><p>Administração. Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO). A Abordagem Sistêmica da</p><p>Administração. Informática e Administração. Teoria Matemática da Administração. Teoria de</p><p>Sistemas. A Abordagem Contingencial da Administração. Teoria da Contingência. Novas Abordagens</p><p>da Administração - A Era da Informação. Mudanças e incertezas. Melhoria contínua.</p><p>Qualidade total. Reengenharia. Benchmarking. Estratégia Organizacional.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>MADRUGA, Roberto. Gestão Moderna de Call Center e Telemarketing - 2ª Ed. 2009 – Atlas.</p><p>CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. 9ª. ed. Barueri - SP: Manole, 2014.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>8</p><p>TÉCNICO EM AGRIMENSURA / TOPOGRAFIA</p><p>AGRIMENSURA/TOPOGRAFIA: princípios básicos de topografia: Cálculo de triângulos; operações</p><p>com ângulos; Levantamento e cálculo de poligonais; Coordenadas cartesianas, coordenadas polares,</p><p>azimutes e rumos. Classificação dos erros de observação. Escalas. Normalização. Medição de</p><p>distâncias. Medição de direções. Orientação. Levantamento topográfico - Planimetria. Técnicas de</p><p>levantamento planimétrico. Cálculo de áreas. Desenho topográfico assistido por</p><p>computador/AutoCad. Termos técnicos utilizados em instrumentação topográfica e geodésica.</p><p>Representação do relevo. Medição de Distâncias. Correções de Distâncias. Ângulos e Direções.</p><p>Medição de Ângulos e Direções com Estação Total. Compensação de Poligonais e Cálculo de Áreas.</p><p>Cálculos em Computador e Medições Obtidas. Levantamento Topográfico. Levantamentos e</p><p>implantações de Obras. Levantamentos e implantações de Propriedades. Levantamentos Cadastrais</p><p>Territoriais. Conhecimento técnico da Norma Técnica de Georreferenciamento de Imóveis Rurais, 3ª</p><p>edição, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Efetuar o reconhecimento</p><p>básico de área a ser mensurada para elaborar traçados técnicos. Executar os trabalhos topográficos</p><p>relativos a balizamento, colocação de estacas, referências de nível. Realizar levantamentos</p><p>topográficos no método coleta de dados com registro das feições adquiridas. Elaborar plantas</p><p>cadastrais, esboços, relatórios técnicos, memorial descritivo analítico e sintético</p><p>e radioterapia; Cuidados paliativos e controle da dor; Cuidados</p><p>pós- morte.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>75</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2019 da</p><p>American Heart Association para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento cardiovascular de</p><p>emergência, 2019.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica</p><p>Aplicada à Prática / Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde (Série). Agência</p><p>Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – 2a ed. Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde. Brasília: Ministério da saúde, 2006. 182 p</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada</p><p>à Assistência à Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Brasília: Anvisa, 2017.</p><p>ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em serviços de saúde:</p><p>limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>ARAÚJO, L.A.; REIS, A.T. Enfermagem na Prática Materno-Neonatal. 2ª ed, Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2021, 360p.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências/ Ministério da Saúde . -</p><p>3ªed. Ampl. – Brasília: Editora de Ministério da Saúde, 2006. 256p:. – (Série E. Legislação de Saúde)</p><p>BRASIL. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação</p><p>Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e</p><p>privados em todo o território nacional, nos termos de anexo, e dá outra providências.</p><p>BRUNNER, L. S.; SUDDARTH, D. S. Manual de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>CHEREGATTI, A.L. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2011.</p><p>COFEN. Lei 7.498/1986, de 25 de junho de 2005. Dispõe sobre o regulamentação do exercício da</p><p>enfermagem e dá outras providências.</p><p>COFEN. Resolução 543/2017 e anexos, de 18 de abril de 2017. Fixa e Estabelece Parâmetros para</p><p>o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são</p><p>realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 358/2009, de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a Sistematização da</p><p>Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes,</p><p>públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras</p><p>providências.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 557/2009, de 23 de agosto de 2017. Normatiza a atuação da equipe de</p><p>Enfermagem de aspiração de vias áreas.</p><p>COFEN. Resolução COFEN 564/207 e anexo, 06 de novembro de 2017. Aprova o novo Código de</p><p>Ética dos Profissionais de Enfermagem.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>76</p><p>COFEN. Resolução COFEN 706/2022, de 10 agosto de 2022. Aprova o Código de Processo Ético do</p><p>Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.</p><p>CORINTIO, M. N. Manual de aleitamento materno. 3ª ed. São Paulo: Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2015.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. A situação do câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2006. 120</p><p>p.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Ações de enfermagem para o controle do câncer: uma</p><p>proposta de integração ensino- serviço. 3. ed. rev., atual. e ampl. Rio de Janeiro: INCA, 2008.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer.</p><p>2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: INCA, 2012.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor. Rio de Janeiro:</p><p>INCA, 2001. 124 p.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Rede nacional de câncer familial: manual operacional. Rio de</p><p>Janeiro: INCA, 2009.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Tratamento e Controle de feridas tumorais e úlceras por</p><p>pressão no câncer avançado. Rio de Janeiro: INCA, 2009. 46p.</p><p>INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Vigilância do câncer relacionado ao trabalho e ao</p><p>ambiente. 2. ed. ver e atual. Rio de Janeiro: INCA, 2010.</p><p>FREITAS. E.V. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3a</p><p>ed., 2011.</p><p>FILHO, N. A.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à Epidemiologia. 4ª.ed. Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan,2006.</p><p>GONÇALVES L.H.T, TOURINHO F.S.V. Enfermagem no cuidado ao idoso hospitalizado. Barueri:</p><p>Manole; 2012.</p><p>JARVIS, C. Exame Clínico e Avaliação de Saúde. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.</p><p>KNOBEL, E. Terapia Intensiva: Enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu, 2006.</p><p>KURCGANT, Paulina. Et al. Gerenciamento de Enfermagem. 3ª edição – Rio de Janeiro. Guanabara</p><p>Koogan, 2019.</p><p>MARGARIDO, Nelson Fontana; TOLOSA, Erasmo Magalhães Castro de. Técnica Cirúrgica Prática.</p><p>São Paulo: Atheneu, 2005.</p><p>MARQUES, Lígia Maria Smith; PEPE, Camila Maria Smith. Instrumentação Cirúrgica: teoria e</p><p>técnica. São Paulo: Roca, 2001.</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA. Manual de Auditoria Médiaca do Exército Brasileiro, 2017.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e</p><p>Puerpério: Atenção Qualificada e Humanizada – Manual Técnico. Brasília: Ministério de Saúde,</p><p>2006, 163p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Política de Atenção Integral à Saúde da</p><p>Mulher: Princípios e Diretrizes. – 1. ed., 2. reimpr . Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 82p.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>77</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do paciente em</p><p>serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfície. Brasília: ANVISA, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do</p><p>Paciente / Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p><p>– Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecto Parasitárias: Guia de Bolso. 8.ed. Brasília: Ministério da</p><p>Saúde, 2010. 444p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde Mental. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Ações Programáticas e</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília, 2010. 44p. (Série Pactos</p><p>pela Saúde, 2006, v.12).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Básica.</p><p>Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério Saúde, 2006. 192.p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,</p><p>Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2015.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2013. 128 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n 37).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2013. 160 p.: il. (Cadernos de Atenção</p><p>Básica, n 36)</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.</p><p>Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras. Brasília; Ministério da Saúde, 2012.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas</p><p>Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido : guia para os profissionais de saúde / Ministério</p><p>da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. –</p><p>2. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 4 v. : il.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde – Área Técnica de Saúde da Criança.</p><p>Amamentação e uso de Medicamentos e outras substâncias. 2.ed. Brasília: Ministério da Saúde,</p><p>2010. 92p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de saúde. Departamento de Atenção Básica.</p><p>Manual de Condutas para úlceras neutróficas e traumáticas. Brasília, 2002, 56p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde</p><p>do trabalhador. Brasília, 2001 (Caderno de Atenção Básica n 5).</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. 3. ed.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 250p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde : [recurso eletrônico]</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>78</p><p>/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação- Geral de</p><p>Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,</p><p>2019.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das</p><p>Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2014. 176 p.</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria Executiva – Núcleo Técnico da Política nacional de</p><p>Humanização. Humaniza SUS- Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: um Paradigma</p><p>Ético-estético no Fazer em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 48p.</p><p>MOZACHI, N. O hospital: Manual do ambiente hospitalar. 4ª.ed. Curitiba: Os autores, 2017.</p><p>MUSSI, Nair Miyamoto et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. 3ª.ed. São Paulo: Atheneu,</p><p>2016.</p><p>OGUISSO, T.; SCHIMIDT, M. J. O Exercício da Enfermagem: uma Abordagem Ético-legal. 5.ed. Rio</p><p>de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 424p.</p><p>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Segundo desafio global para a segurança do paciente:</p><p>Cirurgias seguras salvam vidas (orientações para cirurgia segura da OMS) Acesso 06/09/2021</p><p>POSSARI, João Francisco. Centro Cirúrgico: Planejamento, Organização e Gestão. 5ª.ed. Editora</p><p>Érica, 2009.</p><p>POTTER, Patrícia. Et al. Fundamentos de Enfermagem. 8ª.ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>POGGETTI, R. S. (trad.). Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado: Básico e Avançado /Comitê</p><p>do PHTLS da National Association of Emergency Medical Technicians; Colégio Americano de</p><p>Cirurgiões. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p><p>PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2008.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de</p><p>boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.</p><p>RDC. Resolução da Diretoria Colegiada nº34, de 11 de junho de 2014. Dispõe sobre requisitos de</p><p>Boas Práticas no Ciclo do Sangue.</p><p>RICCI, S.S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. 1a ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2008, 736p.</p><p>ROSA, Maria Tereza Leguthe. Manual de Instrumentação Cirúrgica -3ª.ed. Editora: RIDEEL, 2009.</p><p>SILVA, R.C.L.; SILVA, C.R.L,; SANTIAGO, L.C. Semiologia em Enfermagem. São Paulo: Roca, 2013.</p><p>SOBECC. Práticas Recomendadas SOBECC, Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de</p><p>Material e Esterilização. 6. ed. São Paulo: SOBECC, 2013.</p><p>TANNURE, M.C; GONÇALVES, A.M.P. Sistematização da Assistência de Enfermagem. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.</p><p>TORRE, Mariana. Et al. Enfermagem em terapia intensiva: práticas integrativas – Barueri, SP:</p><p>Manole, 2017.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>79</p><p>WILSON, D. Wong´s Fundamentos Enfermagem Pediátrica. - 9. ed.- Editora Elservier, 2014.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM – ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM NEONATAL / PEDIATRIA</p><p>Fundamentos de Enfermagem em Terapia Intensiva Neonatal</p><p>Estrutura e organização de unidades neonatais: planejamento da unidade, instalações e</p><p>infraestrutura; Crescimento e desenvolvimento neonatal, classificação do recém-nascido de acordo</p><p>com peso e idade gestacional; técnicas mais utilizadas na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal;</p><p>Cuidados de enfermagem gerais dispensados ao recém-nascido; Assistência de enfermagem na</p><p>Unidade de Terapia Intensiva Neonatal; Assistência de enfermagem nos agravos à saúde do recém-</p><p>nascido: procedimentos e técnicas mais utilizados, administração de medicamentos e nutrição do</p><p>recém-nascido, pré e pós-operatório, termorregulação e manejo da dor; Assistência de enfermagem</p><p>na manutenção e recuperação da saúde do recém-nascido de alto risco: insuficiência respiratória,</p><p>icterícia neonatal, distúrbios neurológicos, síndromes hemorrágicas, doenças do trato</p><p>gastrointestinal e malformações congênitas; Assistência de enfermagem na prematuridade e na</p><p>infecção neonatal; Assistência de enfermagem na reanimação neonatal; Humanização da assistência</p><p>em unidades de terapia intensiva neonatal; registro e anotações dos cuidados prestados ao paciente.</p><p>Enfermagem Materno-Infantil</p><p>Assistência de enfermagem à mulher no ciclo gravídico puerperal e nutriz: planejamento familiar,</p><p>pré-natal, parto, aborto, puerpério, aleitamento materno, gravidez na adolescência; Assistência de</p><p>enfermagem na prevenção e tratamento dos agravos à saúde da mulher: prevenção do câncer de</p><p>colo de útero e mama, climatério e menopausa; Assistência de enfermagem ao neonato, criança e</p><p>adolescente: cuidados de enfermagem com o recém-nascido sadio e de alto risco, anormalidades e</p><p>patologias do recém-nascido; Acompanhamento do processo de crescimento e desenvolvimento: o</p><p>primeiro ano de vida, a idade pré-escolar, escolar e adolescência; Cuidados de enfermagem à criança</p><p>hospitalizada, portadora de patologias hematológicas, oncológicas, renais, cardíacas, neurológicas,</p><p>musculoesqueléticas, dermatológicas, endócrinas, do trato respiratório e digestivo; e Emergências</p><p>pediátricas.</p><p>TÉCNICO EM ENFERMAGEM DO TRABALHO</p><p>Assistência de Enfermagem em Urgências e Emergências, Atendimento Pré- Hospitalar, doenças</p><p>profissionais e doenças relacionadas ao trabalho, Normas Regulamentadoras, Sistema</p><p>Previdenciário do Brasil, aspectos legais sobre doenças e acidentes de trabalho no Brasil,</p><p>Responsabilidades Éticas e Legais à Saúde do Trabalhador (SAT), Comunicação de Acidente de</p><p>Trabalho (CAT), Epidemioogia e Vigilância da Saúde do Trabalhador (doenças profissionais, doenças</p><p>relacionadas ao trabalho), notificações compulsórias, Ergonomia, Programa de Controle Médico de</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>80</p><p>Saúde Ocupacional (PCMSO), Promoção a Saúde</p><p>e Proteção, biosserança (Norma Regulamentadora</p><p>32), Programa de Gerenciamento de Risco (PGR), administração de serviços de saúde e dos SESMT</p><p>(Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), gestão de</p><p>segurança e saúde do trabalho, normas certificadoras em SMS.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATIN. Destaques das atualizações direcionadas nas Diretrizes de 2020</p><p>da American HeartAssociation para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento de emergência</p><p>e urgência, 2020.</p><p>MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Destaques nas Normas Regulamentadoras, com relação</p><p>a Lei 6.514, de 22 de março de 1977, atualizadas em 21 de março de 2024. Supervisão e fiscaliza-</p><p>ção da aplicabilidade das Normas Regulamentadoras nos Programas de Saúde e Segurança do</p><p>Trabalho.</p><p>MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA. Documento de Referência aos direitos ao contribu-</p><p>inte a Previdência Social, direitos assegurados aos trabalhadores, Comunicação de Acidente de</p><p>Trabalho ou Trajeto e as Leis 8212/91 e 8213/91 da Previdência Social.</p><p>CÓDIGO INTERNACIONAL DE ÉTICA. Direcionadas para Proteção e Promoção da Saúde do traba-</p><p>lhador. Responsalibilidades, deveres e obrigações dos empregadores definido pela Legislação Bra-</p><p>sileira 2014.</p><p>CÓDIGO INTERNACIONAL DE ÉTICA. Condições de exercícios das funções profissionais de saúde</p><p>no trabalho e condições que estão com frequência definidas em Regulamentações legais. 2020.</p><p>MINISTÉRIO DA SÁUDE E VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Destacando a lista atualizada de doenças relaci-</p><p>onadas ao trabalho, 2023.</p><p>BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. DOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO / Manual de Procedie-</p><p>mentos para os Serviços de Saúde: Ministério de Saúde, 2001. Disponível em:</p><p>http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_relacionadas_trabalho1.pdf. Acesso em 18</p><p>mar. 2019.</p><p>BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. DERMATOSES OCUPACIONAIS/ Ministério da Saúde – Brasília: Mi-</p><p>nistério da Saúde, 2011. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo-</p><p>dermfatoses.pdf. Acesso em 18 mar 2019.</p><p>BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. PROTOCOLO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA – Brasília: Ministério</p><p>da Saúde 2014. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/sayde-de-a-a-</p><p>z/s/samu-192/publicacoes/protocolo-de-suporte-basico-de-vida-1-2.pdf/view. Acesso em 18</p><p>mar 2019.</p><p>PORTARIA GM/MS, DE N° 420, de Março de 2022.</p><p>PORTARIA MTP, DE N° 4.219, de 20 de Dezembro de 2022.</p><p>PORTARIA SEPRT, N° 6.730, de 09 de Março de 2020, com início de vigência de 03 de Janeiro de</p><p>2022 – Portaria 8.873, de 23 de Julho de 2021.</p><p>PORTARIA SIT, N° 787, de 28 de Novembro de 2018.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>81</p><p>MINISTÉRIO DO TRABALHO E DO EMPREGO. Manual do usuário de Serviços Especializados em</p><p>Segurança e em Medicina do Trabalho, 2023.</p><p>PORTARIA MTE, N° 2.563, de 24 de Outubro de 2023.</p><p>PORTARIA MTP, 2.175, de 28 de Julho de 2022.</p><p>PORTARIA SEPRT, 8.873, de 23 de Julho de 2021.</p><p>TÉCNICO EM FARMÁCIA</p><p>1. Noções básicas de farmacologia, farmacodinâmica e farmacotécnica. 2. Ética e legislação</p><p>farmacêutica. 3. Formas de administração de medicamentos. 4. Conservação de medicamentos. 5.</p><p>Farmácia Hospitalar. 6. Armazenamentos. 7. Sistema de distribuição de Medicamentos. 8. Riscos de</p><p>estocagem e movimentação de medicamentos. 9. Controle de qualidade de medicamentos. 10.</p><p>Sistema e Técnicas de Medidas em Farmácia. 11. Preparo de soluções. 12. Produtos químicos,</p><p>equipamentos e operações unitárias em Química Analítica. 13. Aspectos quantitativos das soluções.</p><p>14. Estudo do equilíbrio químico e Estequiometria Química. 15. Propriedades físicas das substancias.</p><p>16. Métodos Gravimétricos de Análise. 17. Métodos Titulométricos: Análise via -volumetria de</p><p>neutralização, precipitação, oxi-redução e complexação.18. Normas de armazenamento e transporte</p><p>de produtos tóxicos, inflamáveis, corrosivos. 19. Segurança do Laboratório. 20. Delineamento de</p><p>formas farmacêuticas 21. Tecnologia Farmacêutica. 22. Validação. 23. Analise Instrumental.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>- MICHAEL E. Auton; Kevin M. G. Taylor. Delineamento de Formas Farmacêuticas. Elsevier; 4ª ed.</p><p>- HARRIS, Daniel C. Analise Química Quantitativa. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.</p><p>- GIL, Eric S. Controle Físico-Químico de Qualidade de Medicamentos. 3ª ed. São Paulo: Pharmabooks</p><p>Livraria e Editora, 2010.</p><p>- VASCONCELOS M. J.; Reis A M - Ciências Farmacêuticas – Uma Abordagem em Farmácia Hospitalar.</p><p>Editora Atheneu.</p><p>- GOMES, Maria Jose V. M.; REIS, Adriano M. M. Ciências Farmacêuticas - Uma abordagem em</p><p>Farmácia Hospitalar. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2001.</p><p>- SKOOG, West, Holler, Crouch. Fundamentos da Química Analítica - THOMSON - 8ª edição.</p><p>- RANG; DALE – Farmacologia - 5ª edição.</p><p>- PRISTA, L. V. N., ALVES, A. C.; MORGADO, R. M. R. Técnica Farmacêutica e Farmácia Galênica. 4ª ed.</p><p>Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1991. V.1.</p><p>- VALERY, Pedro Paulo Trigo. Boas Praticas de Estocagem de Medicamentos. Ministério da Saúde -</p><p>Brasília: Central de Medicamentos (CEME), 1990.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n°222, de 28 de marco de 2018. Diário Oficial</p><p>da Republica Federativa do Brasil, Brasília, DF, de 29 de marco de 2018- Dispõe sobre o Regulamento</p><p>Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC nº 200, de 26 de dezembro de</p><p>2017. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 28 de dezembro de 2018.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>82</p><p>Dispõe sobre os critérios para Concessão e Renovação do registro de medicamentos com princípios</p><p>ativos sintéticos e semissintéticos, classificados como novos, genéricos e similares, e da outras</p><p>providências.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC nº 361, de 27 de março de 2020.</p><p>Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 01 de abril de 2020. Altera a</p><p>Resolução de Diretoria Colegiada - RDC nº 200, de 26 de dezembro de 2017, e a Resolução de</p><p>Diretoria Colegiada - RDC nº 73, de 7 de abril de 2016, para dispor sobre a submissão do Dossiê de</p><p>Insumo Farmacêutico Ativo (DIFA) no registro e no pós-registro de medicamento, respectivamente.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 658, de 30 de março de 2022. Diário Oficial</p><p>da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 31 de março de 2022. Dispõe sobre as Diretrizes</p><p>Gerais de Boas Praticas de Fabricação de Medicamentos.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 318, de 6 de novembro de 2019. Diário</p><p>Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 07 de novembro de 2019. Estabelece os</p><p>Critérios para realização de Estudo de Estabilidade de insumos farmacêuticos ativos e</p><p>medicamentos, exceto biológicos, e das outras providencias.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução - RDC n° 31, de 11 de agosto de 2010.</p><p>Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 12 de agosto de 2010. Dispões sobre</p><p>a realização do estudo de equivalência farmacêutica e Perfil de dissolução comparativo.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 11, de 16 de fevereiro de 2012. Diário</p><p>Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 22 de fevereiro de 2012. Dispõe sobre as</p><p>Boas Praticas para Laboratórios de Controle de Qualidade.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC n° 166, de 24 de julho de 2017.</p><p>Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 25 de julho de 2017. Dispõe sobre a</p><p>validação</p><p>de métodos analíticos e da outras providencias.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC n° 576, de 11 de novembro de</p><p>2021. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 12 de novembro de 2021.</p><p>Dispõe sobre a notificação de medicamentos de baixo risco.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução - RDC n° 48, de 25 de outubro de 2013.</p><p>Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 28 de outubro de 2013. Aprova o</p><p>Regulamento Técnico de Boas Praticas de Fabricação para Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos</p><p>e Perfume, e da outras providencias.</p><p>- BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 596 de 21 de fevereiro de 2014. Dispõe sobre</p><p>o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de</p><p>aplicação das sanções disciplinares.</p><p>- BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC n° 609, de 09 de março de 2022.</p><p>Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 16 de março de 2022. Atualiza a</p><p>farmacopeia Brasileira, 6ª edição, de que trata a Resolução de Diretoria Colegiada - RDC nº 298, de</p><p>12 de agosto de 2019.</p><p>- BRASIL. Ministério da Saúde. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária - Farmacopeia Brasileira 6ª</p><p>edição, 2019 e suas atualizações.</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das Diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e</p><p>atendimento cardiovascular de emergência (ACE) de 2020 da American Hearth Association.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>83</p><p>TÉCNICO EM FUNDIÇÃO</p><p>LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO: Desenho; Construções geométricas; Planos e</p><p>sólidos geométricos; Cálculo de área, volume e perímetro; Perspectivas; Projeção ortogonal; Escala;</p><p>Cotagem; Cortes; Tolerâncias; Estado de superfície; Desenho de conjuntos; Detalhamento de</p><p>conjuntos. SISTEMAS DE SUPORTE À PRODUÇÃO: Metrologia (instrumentos de medição), Sistema</p><p>Internacional de Unidades, Instrumentos de medição; Erros de forma e posição; Erros de medição.</p><p>TECNOLOGIA DOS MATERIAIS: - Tipos de Materiais (metálicos e não metálicos), - Propriedades dos</p><p>materiais, Elasticidade, Ductilidade e/ou Plasticidade, Dureza, - Tenacidade. LIGAS METÁLICAS</p><p>FERROSAS: Nornas SAE para aços, Aços e ferros fundidos, Aço carbono, Liga de aço. METALURGIA</p><p>GERAL: Histórico da metalurgia; Processos de obtenção do metal; Características dos processos da</p><p>metalurgia; Propriedades dos materiais; Classificação de materiais; Estrutura dos materiais;</p><p>Solidificação dos materiais; Diagramas de equilíbrio. PROCESSOS METALÚRGICOS: Folha de Processo;</p><p>Conformação Mecânica; Soldagem; Tratamentos Térmicos; Tratamento de Superfície; Corrosão;</p><p>Fundição. FUNDIÇÃO: Fusão de Metais. Propriedades Físicas e de Fundição dos Metais Líquidos.</p><p>Gases, Metais Líquidos e Peças Fundidas. Solidificação de Metais e Ligas. Estrutura Bruta de Fusão e</p><p>Propriedades dos Fundidos. Moldes, Escoamento de Metais e Alimentação. ENSAIOS</p><p>METALÚRGICOS: Ensaio Metalográfico; Ensaios Destrutivos: Centelha; Tração convencional;</p><p>Compressão; Cisalhamento; Dobramento e Flexão; Embutimento; Torção; Dureza Brinell, Rockwell e</p><p>Vickers; Fluência; Fadiga; Impacto. Ensaios Não Destrutivos: Visuais; Líquidos penetrantes; Partículas</p><p>magnéticas; Ultrassom; Radiográfico. Química Analítica: Soluções Químicas; Volumetria; Análise</p><p>Química Quantitativa.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>A. L. CASILAS / Máquinas: Formulário Técnico / Editora Mestre JOU / 1981</p><p>LAURO SALLES CUNHA / Manual Prático do Mecânico / Editora Saraiva VICENTE</p><p>CHIAVERINI / Tecnologia Mecânica – 3 volumes / Editora Mc Graw Hill</p><p>CALLISTER, W.D.; RETHWISCH, D.G. Materials Science and Engineering – An Introduction.</p><p>7th edition, John Wiley & Sons, New York, NY, 2007.</p><p>VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. 4ª edição, Ed.</p><p>Campus, Rio de Janeiro, 1984.</p><p>CHIAVERINI, V. Aços e Ferros Fundidos. 7a ed. Ed. Associação Brasileira de Metalurgia,</p><p>Materiais e Mineração - ABM, 2002.</p><p>HONEYCOMBE, R. W. K. Aços - Microestrutura e Propriedades. 2a ed. Ed. Fundação Calouste</p><p>Gulbekian, 1982.</p><p>ASM Handbook Volume 2 - Properties and Selection: Nonferrous Alloys and Special-Purpose</p><p>Materials. Ed. ASM, 2002.</p><p>DIETER, G. E. Metalurgia Mecânica. 2a ed. Guanabara Dois, 1981.</p><p>WAIMER, E. Brandi, S. D. e Mello, F. D. H. Soldagem - Processos e Metalurgia. 1a ed. Ed.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>84</p><p>Edgard Blücher, 1992.</p><p>AWS. Welding Handbook. [S.1.]: EUA: AWS Publishing, 1986. v. 1, 2, e 3.</p><p>COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3a ed. Ed. Edgard Blücher,</p><p>1974.</p><p>SOUZA, S. A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 5a ed. Ed. Edgard Blücher, 1982.</p><p>LEITE, P.G.P. Ensaios Não Destrutivos. 1a ed.. Ed. Associação Brasileira de Metais, 1988.</p><p>HELMAN, H.; CETLIN, P.R. Fundamentos da Conformação Mecânica dos Metais. 2ª ed. Ed.</p><p>Art Liber, Rio de Janeiro, 2005.</p><p>KONDIC, V. Princípios Metalúrgicos de Fundição. Ed. Polígono, 1973.</p><p>GARCIA, A. Ensaios dos Materiais. 2ª edição. Rio de Janeiro. Editora LTC, 2012.</p><p>TÉCNICO EM GEOPROCESSAMENTO</p><p>CARTOGRAFIA BÁSICA: Conceitos. Representação Cartográfica: escala, tipos de norte, convergência</p><p>meridiana e declinação magnética. Sistemas de projeção cartográfica. Sistema UTM. Formatos de</p><p>representação de dados: matriciais e vetoriais. Noções de bancos de dados geográficos. Sistemas de</p><p>Informação Geográfica. Representação da Terra no plano, sistemas de coordenadas, projeções</p><p>cartográficas, projeção UTM, coleta direta e indireta de dados, cartografia temática, leitura de cartas</p><p>e mapas. Cartografia Sistemática, Coordenadas Polares, Projeções Cartográficas, Métodos de</p><p>Representação Temática; Rumo, azimute e deflexão. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS:</p><p>fundamentos em SIG´s, elementos de um SIG. Geoprocessamento, aquisição de dados espaciais,</p><p>qualidade de dados e dos mapas digitais. Aplicações em SIG, geração de bases de dados digitais,</p><p>análise espacial. Arquiteturas, Estimadores, Diagramas e Modelos para análise exploratória,</p><p>Modelagem de Fenômenos Espaciais, OMT-G,. Modelos Numéricos de Elevação, Estruturas de</p><p>Dados, Topologia, Operações sobre dados vetoriais. Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais.</p><p>SENSORIAMENTO REMOTO: Princípios de sensoriamento remoto. Sensores e imagens orbitais.</p><p>Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto, Resoluções de imagens, Filtros. PROCESSAMENTO</p><p>DIGITAL DE IMAGENS: Conceitos. Modelos digitais de terreno, princípios gerais (princípios físicos e</p><p>níveis de aquisição de dados), comportamento espectral de alvos, métodos de extração de</p><p>informações, principais sistemas sensores e produtos, fundamentos de interpretação (interpretação</p><p>visual e tratamento digital). Introdução ao Processamento de Imagens, Registro de Imagem,</p><p>Transformação IHS, Classificação de Imagem. FOTOGRAMETRIA DIGITAL: conceitos, noções de</p><p>técnica fotogramétrica, modelo estereoscópico (obtenção, uso e geometria), fundamentos</p><p>matemáticos da fotogrametria, erros na fotogrametria, aerotriangulação, ortofotocartas e cobertura</p><p>aerofotogramétrica. Princípios Básicos de Fotogrametria, Câmeras Fotogramétricas, Referenciais</p><p>Fotogramétricos, Planejamento de Vôo Fotogramétrico. Geração de Imagens Digitais, Orientação</p><p>Interior; Orientação Exterior. Foto triangulação. Geração de Modelos Digitais de Terreno em Estações</p><p>Fotogramétricas Digitais, Ortorretificação, Estações Fotogramétricas digitais. GEODÉSIA: Definição.</p><p>Determinações geodésicas. Aplicações da geodésia na engenharia. Sistemas de Posicionamento</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p><p>E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>85</p><p>Global. Introdução. Segmentos. Sistemas de referência. Métodos de posicionamento. Métodos de</p><p>observação. Erros. Transformações de coordenadas. Geometria do elipsóide. Sistemas de Referência:</p><p>características e transformações. Posicionamento por satélites: sistemas e métodos. Levantamentos</p><p>Topográficos Planimétricos: métodos polares e por solução de triângulos. Levantamentos</p><p>Topográficos Altimétricos: métodos de nivelamento. Modelos geoidais. Sistema Geodésico Brasileiro.</p><p>Conceitos, modelos terrestres, sistemas de referência, datum. Transporte de coordenadas,</p><p>determinação do elipsóide, sistemas geodésicos, métodos de medida e posicionamento em</p><p>geodésia, geodésia celeste, estabilidade das estruturas geodésicas. Altitudes, Gravidade Terrestre e</p><p>seus efeitos, Geoide. Elipsoide. Sistema Geodésico Brasileiro. Rede Brasileira de Monitoramento</p><p>Contínuo. Especificações e Normas Gerais para Levantamentos Geodésicos em território brasileiro.</p><p>BANCOS DE DADOS GEOGRÁFICOS: Modelo Relacional, Restrições de Integridade, Linguagem SQL,</p><p>Operações Geométricas com PostGIS. TOPOGRAFIA: Planimetria, Cálculo das coordenadas. Cálculo</p><p>de áreas. Representação gráfica de um levantamento. Altimetria. Nivelamento trigonométrico e</p><p>estadimétrico. Nivelamento geométrico. Nivelamento com uso de Sistema de Posicionamento</p><p>Global. Avaliação do erro de nivelamento. Plani-altimetria. Métodos de levantamento plani-</p><p>altimétrico. Curvas de nível. Perfil longitudinal. POSICIONAMENTO POR GPS: conceitos sobre a teoria</p><p>GPS, características gerais, estrutura do sinal GPS (portadoras L1 e L2, códigos P, C/A e D), cálculo</p><p>das coordenadas do receptor, DOP, técnicas de levantamento (estáticas e dinâmicas), métodos</p><p>diferenciais, definição e uso de RTK, DGPS contra RTK, vantagens dos métodos, limitações</p><p>operacionais, fontes de erros GPS, degradação da precisão, tipos de receptores, principais</p><p>características de um receptor, aplicações de GPS.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Associação Brasileira de normas Técnicas (ABNT). NBR13133 – Execução de levantamentos</p><p>topográficos.</p><p>Associação Brasileira de normas Técnicas (ABNT). NBR14166 – Rede de referência cadastral</p><p>municipal – Procedimento.</p><p>ANDRADE, J.B. Fotogrametria. 2ª ed. Curitiba-PR: SBEE, 2003.</p><p>ARONOFF, S. Remote Sensing for GIS Managers. ESRI Press, 2005.</p><p>BORGES, K. A.V., DAVIS JR., C. A., LAENDER, A. H.F. Modelagem de dados geográficos. In: Bancos de</p><p>Dados Geográficos. Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>BRASIL, Decreto N° 6.666, de 27 de novembro de 2008: Institui, no âmbito do Poder Executivo</p><p>federal, a Infra-Estrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE, e dá outras providências, Brasília, 2008.</p><p>CÂMARA, G. et al., Anatomia de Sistemas de Informação Geográficas. INPE, 1996.</p><p>CASANOVA, M., CÂMARA, G., DAVIS, C., VINHAS, L., QUEIROZ, G.R. Banco de Dados Geográficos.</p><p>Disponível em .</p><p>COELHO FILHO, L.C.T. e BRITO, J. L. N. S. Fotogrametria Digital. 2ª ed. Rio de Janeiro - RJ: Editora da</p><p>UERJ, 2007.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>86</p><p>CONCAR, As Especificações Técnicas para a Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV),</p><p>Versão 2.0, Rio de Janeiro: 2007.</p><p>DAVIS Jr., C. A., de Queiroz, G. R. Métodos de acesso espacial. In: Bancos de Dados Geográficos. Ed.</p><p>MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>DE OLIVEIRA, C. H. P. SQL - Curso Prático. Ed. Novatec, 2002.</p><p>DE QUEIROZ, G. R., FERREIRA, K. R. SGBD com extensões espaciais. In: Bancos de Dados Geográficos.</p><p>Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>DRUCK, S., CARVALHO, M.S., CÂMARA, G., MONTEIRO, A.V.M. (eds). "Análise Espacial de Dados</p><p>Geográficos". Brasília: EMBRAPA, 2004 (ISBN: 85-7383-260-6).</p><p>ERBA, D. A., THUM A. B., SILVA, C. A. U., SOUZA, G. C., VERONEZ, M. R., LEANDRO, R. F., MAIA, T. C.</p><p>B. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. São Leopoldo: Editora Unisinos,</p><p>2003.</p><p>ESPARTEL, L. Caderneta de Campo. Porto Alegre: Globo, 1983.</p><p>GEMAEL, C. Introdução ao ajustamento de observações, aplicações geodésicas. editora UFPR, 1994.</p><p>GONÇALVES, J, A., MADEIRA, S. e SOUZA, J. J. Topografia conceito e aplicações. 3ª Ed. Lisboa. Lidel –</p><p>Edições técnicas, Ltda, 2012.</p><p>IBGE. Especificações e Normas Gerais para Levantamentos GPS: versão preliminar. Rio de Janeiro.</p><p>1993.</p><p>IBGE. Noções Básicas de Cartografia, Rio de Janeiro, 2004.</p><p>IBGE. RBMC - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS (online). Rio de Janeiro.</p><p>1997.</p><p>IBGE. Recomendações para Levantamentos Relativos Estáticos – GPS. Rio de Janeiro. 2008.</p><p>IBGE. RESOLUÇÃO − PR n° 22, de 21 de julho de 1983. Rio de Janeiro. 1983.</p><p>IBGE. SGB - Sistema Geodésico Brasileiro (online). Rio de Janeiro. 2015.</p><p>INCRA. Norma Técnica para Georreferenciamento de Imóveis Rurais. 3ª Edição. Brasília. 2013.</p><p>INPE. Tutorial de Geoprocessamento (online). São José dos Campos. 2006.</p><p>LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea, planimetria. 2ª Edição. Florianópolis: Editora da</p><p>UFSC, 2000.</p><p>LORENZZETTI, J. A. Princípios Físicos de Sensoriamento Remoto. 1ª ed. Blucher, 2015.</p><p>MARTINELLI, M. Cartografia Temática: Caderno de Mapas Vol. 47. 160p. EdUSP, 2003.</p><p>MATHER, P. M. Computer Processing of Remotely-Sensed Images: An Introduction. 3ª ed. Wiley,</p><p>2004.</p><p>MCCORMAC, Jack. Topografia. 5º Ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda,</p><p>2010.</p><p>MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS. Ed UNESP. 2000.</p><p>MOREIRA, M. A. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. 2ª Edição,</p><p>307 pag., UFV: 2003.</p><p>NOVO, E. M. L. de M. Sensoriamento Remoto - Princípios e Aplicações, 2a edição, São Paulo : Edgard</p><p>Blücher, 308 pag., 2002.</p><p>OPEN SOURCE GEOSPATIAL FOUNDATION. Uma breve introdução ao SIG (online). 2015.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>87</p><p>POSTGIS PROJECT STEERING COMMITTEE. Using PostGIS: Data Management and Queries In: PostGIS</p><p>2.0 Manual (online). 2014.</p><p>ROCHA, C. H. B. Geoprocessamento - Tecnologia transdisciplinar. Ed. Do Autor, 2ª edição. Juiz de</p><p>Fora, MG, 2002.</p><p>RIBEIRO, G.; CÂMARA, G. Arquitetura de Sistemas de Informação Geográfica. In: Introdução à Ciência</p><p>da Geoinformação. INPE: 2007.</p><p>RIBEIRO Jr., P.J. (1995). Métodos geoestatísticos no estudo da variabilidade espacial de parâmetros</p><p>físicos do solo, Master's thesis, ESALQ/USP.</p><p>TÉCNICO EM HIDRÁULICA</p><p>Aplicações da hidráulica na Indústria; Fundamentos da hidráulica industrial; Conceitos fundamentais:</p><p>lei de arquimedes, lei de pascal, lei de stevin. Princípio de bernoulli; Transmissão de força e energia</p><p>hidráulicas; fluidos e filtros hidráulicos; Simbologia da hidráulica industrial; Componentes de circuito</p><p>hidráulico; Componentes de uma unidade de potência hidráulica; Bombas hidráulicas: tipos,</p><p>cavitação e aeração; Tipos de válvulas: de controle direcional, de retenção, controladora de vazão e</p><p>controladora de pressão; Atuadores hidráulicos; Acumuladores hidráulicos; Elementos lógicos;</p><p>Mangueiras e conexões; Reservatórios e acessórios; Circuitos hidráulicos básicos.</p><p>Bibliografia Sugerida:</p><p>DRAPINSK, J. Hidráulica e Pneumática Industrial e Móvel. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1977.</p><p>FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: Projetos, Dimensionamento e Análise de Circuitos, 7ª Ed. São</p><p>Paulo: Ed. Érica, 2019.</p><p>LINSINGEN, I. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos, 4ª Ed. Revisada. Florianópolis: Editora da</p><p>UFSC, 2013.</p><p>MOREIRA, I.S. Sistemas Hidráulicos Industriais. São Paulo: Editora SENAI, 2012.</p><p>PALMIERI, A.C. Manual de Hidráulica Básica. Porto Alegre: Albarus, 1997.</p><p>PARKER HANNIFIN IND COM. Tecnologia Hidráulica Industrial. Jacareí: Centro Didático de</p><p>Automação Parker Hannifin – Divisão Schrader Bellows, 2020.</p><p>REXROTH. Treinamento Hidráulico – Curso thr. Florianópolis: Rexroth Hidráulica Ltda, 1985.</p><p>SENAI FLORIANÓPOLIS. Hidráulica e Técnicas de Comando. Florianópolis, SENAI, 2004.</p><p>SOTO, C.F. Hidráulica Industrial. São Paulo: Editora Edicon, 2014.</p><p>TÉCNICO EM HOSPEDAGEM</p><p>Conceito de turismo, conceito de hospedagem, tipos de hospedagem, organograma dos meios de</p><p>hospedagens, recepção de meios de hospedagem, tipos de hóspedes, cerimonial e protocolo, ética</p><p>profissional, atendimento ao cliente, definição de cliente, reservas, atribuições e responsabilidades</p><p>dos profissionais da área de hospedagem, hierarquia dos profissionais dos meios de hospedagem,</p><p>legislação de meios de hospedagem, classificação de meios de hospedagem, operação e serviços</p><p>dos meios de hospedagem.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>88</p><p>Tipos de serviços: Recepção (Front office e Front desk); Back Office; Governança; Administração dos</p><p>meios de hospedagem; Contabilidade para meios de hospedagem; Concierge; Atribuições lavanderia</p><p>Atribuições rouparia; Funções na cozinha; Funções no restaurante; Tipos de refeições; Conceito de</p><p>boas práticas; Alimentos e bebidas; EPI`s (equipamento de proteção individual); Princípios de</p><p>higienização e sanitização de ambientes de meios de hospedagem; Sustentabilidade; Limpeza e</p><p>organização.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>OLIVEIRA, Giovanna Bonelli; SPENA, Rossana. Serviços em hotelaria. Rio de Janeiro: Senac</p><p>Nacional, 2014.</p><p>CASTELLI, Geraldo; Gestão Hoteleira. São Paulo, Editora Saraiva, 2006.</p><p>CÂNDIDO, Índio; VIERA, Elenara Vieira de. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços.</p><p>Caxias do Sul: Educs, 2003.</p><p>DAVID, K. Hayes; JACK, D. Ninemeyer - Gestão de Operações Hoteleiras. Pearson: Prentice</p><p>Hall, São Paulo, 2005.</p><p>CARLOS, Alberto Davies - Cargos em Hotelaria, 4° Edição. EDUCS, Editora da Universal Caxias</p><p>do Sul. 2010</p><p>CÂNDIDO, Índio; Controles em Hotelaria, 4° Edição. EDUCS, Editora da Universal Caxias do</p><p>Sul. 2001</p><p>CASTELLI, Geraldo; Administração Hoteleira, 8° Edição. EDUCS, , Editora da Universal Caxias</p><p>do Sul.</p><p>BRASIL, Lei n° 11.771, de 17 de Setembro de 2008. Estabelece normas sobre a Política Nacional</p><p>de Turismo, define as atribuições do Governo Federal no planejamento, desenvolvimento e</p><p>estímulo</p><p>ao setor turístico e disciplina a prestação de serviços turísticos, o cadastro, a classificação e a</p><p>fiscalização dos prestadores de serviços turísticos. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11771.htm. Acesso em 04 set.</p><p>2017.</p><p>MINISTÉRIO DO TURISMO. Disponível em: http://www.classificacao.turismo.gov.br/MTUR-</p><p>classificacao/mtur-site/Portaria>. Acesso em 5 de setembro de 2017</p><p>TÉCNICO EM LABORÁTÓRIO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA</p><p>NOÇÕES BÁSICAS DE BIOSSEGURANÇA - estocagem, manuseio e descarte de reagentes e material</p><p>biológico; tipos de Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva (EPI e EPC)); prevenção e controle</p><p>de incêndios. ROTINAS DE LABORATÓRIO - identificação, uso, manutenção e limpeza de</p><p>equipamentos, vidraria e outros (balança comum e analítica, pHmetro, capela, centrífuga,</p><p>micropipetadores); técnicas de esterilização e desinfecção (estufa, autoclave, soluções</p><p>desinfetantes). NOÇÕES DE QUÍMICA - preparo de soluções (concentração, diluição, percentual,</p><p>molaridade); volumetria; funções químicas; tampões, equilíbrio químico, pH; substâncias puras</p><p>(simples e compostas) e misturas; técnicas de separação de misturas; tipos de reações químicas.</p><p>NOÇÕES DE FÍSICA - Sistema de Unidade Internacional, cinemática, eletricidade e magnetismo,</p><p>termodinâmica, óptica. NOÇÕES DE GEOLOGIA - solo, tipos de rochas, principais rochas e minerais.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>89</p><p>CULTURAS BIOLÓGICAS - técnicas de coleta, cultivo e conservação de microrganismos, preparo de</p><p>meios de cultura. NOÇÕES DE MICROSCOPIA - noções básicas de utilização de microscópio óptico;</p><p>limpeza e conservação do aparelho; preparo de lâminas, coloração e fixação; unidades de medida</p><p>em microscopia. NOÇÕES DE BIOLOGIA - Noções de ecologia, biologia celular e molecular, genética,</p><p>botânica e zoologia; técnicas de preparação de coleção zoológica e botânica.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ATKINS P. & JONES L. Princípios de Química. São Paulo: Bookman, 2006.</p><p>HEWITT, P. G. Fundamentos da Física Conceitual. São Paulo: Bookman, 2008.</p><p>MOLINARO, E. M. et al (org.). Conceitos e métodos para a formação de profissionais em</p><p>laboratórios de saúde. Rio de Janeiro: EPSJV - IOC, 2009. V. 1 e 2.</p><p>OLIVEIRA, MARTA BARROS LEITE DE. Guia de biossegurança e boas práticas laborais [recurso</p><p>eletrônico] / Marta Barros Leite de Oliveira e Eddiê Aparecida Costa de Oliveira Silva.- Petrolina, PE:</p><p>HU UNIVASF, 2020.</p><p>PRESS, F., et al 2006 Para entender a Terra. Tradução R. Menegat (coord.), 4a Edição, Porto Alegre,</p><p>RS: Bookman.</p><p>RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. e EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2001.</p><p>REECE, J., CAIN, M., URRY, L., MINORSKY, P., WASSERMAN, S., TAYLOR, M., JACKSON, R. (2013).</p><p>Biologia de Campbell 10ª Edição. Artmed, 2015</p><p>SILVA, G. M., VALIM J. B. APOSTILA DE FUNDAMENTOS DE QUÍMICA EXPERIMENTAL. USP Ribeirão</p><p>Preto. 2017</p><p>TEIXEIRA, W. et al. 2009. Decifrando a Terra, 2a. Ed., Companhia Ed. Nacional, SP, 623p.</p><p>UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto de Física de São Carlos. Laboratório de Ensino de Física.</p><p>Laboratório de Física I:livro de práticas/ compilado por Jose F.Schneider. São Carlos: Instituto de</p><p>Física de São Carlos, 2013.</p><p>UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto de Física de São Carlos. Laboratório de Ensino de Física.</p><p>Laboratório de Física II: livro de práticas/ Jose F. Schneider e Eduardo Ribeiro Azevedo;</p><p>compiladores. São Carlos: Instituto de Física de São Carlos, 2013.</p><p>TÉCNICO EM PRÉ-IMPRESSÃO GRÁFICA</p><p>1.Planejamento e supervisão de tecnologia da Produção Gráfica: Planejamento do projeto gráfico.</p><p>Fluxo de trabalho na produção gráfica. Gerenciamento de cores. 2 Pré-impressão Diferenciais para</p><p>cada processo de impressão: Digitalização de imagem. Retícula. Separação de cores. 3 Processos de</p><p>impressão: Tipografia. Offset. Impressão Digital. Rotogravura. Flexografia. Serigrafia. Tampografia.</p><p>Novas Tecnologias de Impressão. 4 Processos de Acabamento: Refile. Corte e Vinco. Faca especial.</p><p>Encadernação. Relevo. Hot Stamping. Verniz UV. Laminação. Novas Tecnologias de Acabamento.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>90</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BAER, Lorenzo. Produção gráfica. 6. ed. São Paulo, SP: SENAC, 2007. 280 p. ISBN 857359005X.</p><p>BANN, David. Novo manual de produção gráfica. Porto Alegre: Bookman, 2012. 224 p. ISBN</p><p>9788540701755.</p><p>VILLAS-BOAS, André. Produção gráfica para designers. 3. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro, RJ:</p><p>2AB, 2010. 191 p.</p><p>LUNARDELLI, Américo Augusto e ROSSI FILHO, Sérgio. Acabamento: encadernação e enobrecimento</p><p>de produtos impressos. São Paulo: Cone Sul, 2004.</p><p>COLLARO, Antonio Celso. Produção gráfica: arte e técnica da mídia impressa.</p><p>São Paulo: Pearson</p><p>Prentice Hall, 2007.</p><p>BARBOSA,Conceição. Manual Prático de Produção Gráfica. Ed.Principia, 2012.</p><p>ROSSI FILHO, Sérgio. Graphos: glossário de termos técnicos em comunicação gráfica. São Paulo: Cone</p><p>Sul, c2001. 738 p. ISBN</p><p>AMBROSE, Gavin; HARRIS, Paul. Impressão & acabamento. Porto Alegre: Bookman, 2009. 176 p.</p><p>(Design básico ; 3).</p><p>TÉCNICOS EM INFORMÁTICA - BANCO DE DADOS</p><p>SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD): princípios, conceitos e objetivos dos</p><p>sistemas de banco de dados, usuários de bancos de dados.</p><p>MODELO DE DADOS: Modelagem de dados conceitual, lógica e física; Modelo de Entidade-</p><p>Relacionamento (ER); diagrama entidade-relacionamento (DER), modelagem semântica,</p><p>mapeamento de projetos de banco de dados ER em um projeto relacional, normalização (formas</p><p>normais).</p><p>LINGUAGEM SQL: Linguagem de Manipulação de Dados; Linguagem de Definição de Dados;</p><p>Linguagem de Controle de Dados; Linguagem de Transação de Dados; Linguagem de Consulta de</p><p>Dados; Conceitos relativos a objetos do banco de dados: Visões, Procedimentos Armazenados,</p><p>Gatilhos, Funções.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>DATE, C. J. Introdução ao Sistema de Banco de Dados. 8. ed. [s.l.]: Rio de Janeiro: Campus, 2004.</p><p>ELMASRI, R; NAVATHE, S.B. Sistemas de Banco de Dados. 6.ed. [S.l.]: Pearson Addison Wesley, 2011.</p><p>SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H.F.; SUDARSHAN,S. Sistema de Banco de Dados.5. Ed. Rio de Janeiro:</p><p>Campus, 2006.</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – MANUTENÇÃO E SUPORTE EM HARDWARE</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>91</p><p>1. Conhecimentos em Sistemas Operacionais Windows, Windows Server e Linux (UBUNTU)</p><p>2. Conhecimentos em soluções de produtividade de escritório (editor de texto e planilha)</p><p>BROFFICE e Microsoft Office</p><p>3. Conhecimentos de hardware</p><p>3.1 Instalação</p><p>3.2 Utilização</p><p>3.3 Unidades básicas de um computador:</p><p>3.3.1 Memória – características e tipos</p><p>3.3.2 Unidade central de processamento – características e tipos</p><p>3.3.3 Placa-Mãe – características e tipos</p><p>3.3.4 Chipset – definições e identificação</p><p>3.3.5 Dispositivos de entrada/saída – características e tipos</p><p>3.3.5 Gabinetes e fontes de alimentação</p><p>4. Manutenção Preventiva e Corretiva – Boas práticas na manutenção das estações de trabalho e</p><p>no emprego de materiais relacionados com a manutenção.</p><p>4.1 Cuidados com equipamentos e programas</p><p>4.2 Cuidados ao trabalhar com hardware</p><p>4.2 Limpeza do ambiente de trabalho</p><p>4.3 Segurança de dados: backup, antivírus</p><p>5. Conhecimento básico de Rede</p><p>5.1 Instalação</p><p>5.2 Identificação dos componentes da infraestrutura da rede de dados</p><p>5.3 Configuração</p><p>5.4 Problemas comuns e soluções relacionadas com suporte técnico de informática</p><p>5.5 Conceitos de Internet/Intranet</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ANTONIO, João Informática para Concursos – 4. ed – Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.</p><p>BITTENCOURT, Rodrigo Amorim Montagem de Computadores e Hardware – 4ª ed – Rio de</p><p>Janeiro: Brasport, 2004.</p><p>HILL, Mako Hill, et al. - Livro Oficial do Ubuntu – 2ª ed – Porto Alegre: Bookman 2008.</p><p>MORIMOTO, Carlos E. Manual de Hardware Completo – 3ª ed. - Disponível em</p><p>http://www.guiadohardware.net</p><p>SCHECHTER, Renato BrOffice.org Calc e Writer Trabalhe com Planilhas e Textos em software</p><p>livre. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.</p><p>VASCONCELOS, Laércio Consertando Micros: Diagnosticando, Consertando e Previnindo</p><p>Defeitos em Micros. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação LTDA, 2007.</p><p>VASCONCELOS, Laércio Montagem e Configuração de Micros: Construindo e Configurando</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>92</p><p>Micros de 32 e 64 Bits, Single Core e Multicore (2,3,4,6 e 8 Núcleos. Rio de Janeiro: Laércio</p><p>Vasconcelos Computação LTDA, 2014.</p><p>VASCONCELOS, Laércio e VASCONCELOS, Marcelo Manual Prático de Redes - Aprenda Redes</p><p>Pelo Lado Prático. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação LTDA, 2008.</p><p>VEIGA, Roberto G.A. Comandos do Linux: guia de consulta rápida. São Paulo: Novatec, 2004.</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – REDES DE COMPUTADORES</p><p>1.Redes de Computadores - Conceitos básicos:</p><p>1.1. Modelo OSI</p><p>1.1.1. Conceitos e Definições</p><p>1.1.2. Protocolos</p><p>1.2. Modelo TCP/IP</p><p>1.2.1. Conceitos e Definições</p><p>1.2.1. Protocolos</p><p>1.2.2. Interconexão de Redes</p><p>1.3. Telecomunicações – conceitos básicos</p><p>2. Infraestrutura de rede cabeada</p><p>2.1. Componentes de hardware (placas e equipamentos)</p><p>2.2. Componentes de software</p><p>2.3. Cabeamento estruturado</p><p>3. Redes sem fio</p><p>3.1 Padrões</p><p>3.2 Componentes de hardware (placas e equipamentos)</p><p>4. Arquitetura das redes LAN e WAN</p><p>5. Infraestrutura Elétrica para Rede de Computadores – conceitos e definições básicas</p><p>6. Conhecimentos em Sistemas Operacionais Linux (Servidor e Desktop), Windows, Windows</p><p>Server</p><p>6.1. Comandos Linux, Windows e Cisco(routing e Switching)</p><p>6.2. Administração dos servidores e serviços</p><p>6.3. Integração com redes com Sistemas Operacionais Linux e Windows</p><p>6.4. Compartilhamento de Arquivos e Impressoras.</p><p>6.5. Backup – atividades e boas práticas.</p><p>7. Conhecimentos de hardware de Servidores e Desktops</p><p>8. Conhecimentos de serviços e aplicações Internet e Intranet</p><p>9. Conhecimentos da arquitetura cliente/servidor e aplicações web</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>93</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ANTONIO, João Informática para Concursos – 4. ed – Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.</p><p>BALL, Bill; DUFF Hoyt Dominando Linux Red Hat e Fedora – Conhecimento – Soluções –</p><p>especialização. São Paulo: Pearson - Makron Books, 2004.</p><p>BRITO, Samuel H. B. Laboratórios de Tecnologias Cisco em Infraestrutura de Redes 2. ed. São Paulo:</p><p>Editora: Novatec, 2016.</p><p>FILIPPETTI, Marco Aurélio CCNA 4.1: Guia Completo de Estudo. Florianópolis: Visual Books, 2008.</p><p>FILIPPETTI, Marco Aurélio CCNA 5.0: Guia Completo de Estudo. Florianópolis: Visual Books, 2014.</p><p>FILIPPETTI, Marco Aurélio CCNA 6.0: Guia Completo de Estudo. Florianópolis: Visual Books, 2017.</p><p>MORIMOTO, Carlos E. Redes e Servidores Linux: Guia Prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2005.</p><p>MORIMOTO, Carlos E. Redes / Guia Prático – Porto Alegre: Sul editores, 2008.</p><p>MORIMOTO, Carlos E. Servidores Linux: Guia Prático. Porto Alegre: Sul Editores, 2011</p><p>NORTHCUTT, Stephen, et al. Desvendando Segurança em Redes – Rio de Janeiro: Campos, 2002.</p><p>ODOM, Wendell CCENT/CCNA ICND1: Guia Oficial de Certificação do Exame - 2ª ed – Rio de</p><p>Janeiro: Alta Books, 2008</p><p>ODOM, Wendell CCENT/CCNA ICND2: Guia Oficial de Certificação do Exame - 2ª ed – Rio de</p><p>Janeiro: Alta Books, 2008</p><p>PETERSON, Larry L. e DAVIE, Bruce S. Redes de Computadores: uma abordagem de sistemas – 5ª</p><p>ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.</p><p>PINHEIRO, José Maurício Infraestrutura Elétrica Para Rede de Computadores. Rio de Janeiro:</p><p>Ciência Moderna Ltda, 2008.</p><p>TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL David - Redes de Computadores – 5. ed. – São Paulo:</p><p>Pearson Prentice Hall, 2011</p><p>VEIGA, Roberto G.A. Comandos do Linux: guia de consulta rápida. São Paulo: Novatec, 2004.</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – REDES COM CABEAMENTO ESTRUTURADO</p><p>1. Redes de computadores</p><p>1.1. Conceitos e definições;</p><p>1.2. Interconexão de redes;</p><p>1.3. Infraestrutura de rede cabeada;</p><p>1.4. Componentes de hardware (placas e equipamentos);</p><p>1.5. Componentes de software;</p><p>1.6. Cabeamento estruturado;</p><p>1.7. Redes sem fio;</p><p>1.8. Projeto e dimensionamento;</p><p>1.9. Arquitetura das redes LAN;</p><p>1.10 Arquitetura das redes WAN;</p><p>1.11 O protocolo PPP (PPPoE);</p><p>2. Telecomunicações</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS</p><p>– SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>94</p><p>2.1. Conceitos básicos;</p><p>2.2. Infraestrutura elétrica para rede de computadores;</p><p>2.3. Sistemas operacionais Linux e Windows e seus comandos;</p><p>3. Modelo OSI</p><p>3.1. Conceitos e definições;</p><p>3.2. Camada Física;</p><p>3.3. Camada Enlace;</p><p>3.4. Camada de rede;</p><p>3.5. Camada de transporte;</p><p>3.6. Camada de sessão;</p><p>3.7. Camada de apresentação;</p><p>3.8. Camada de aplicação;</p><p>4. Switching e Vlans</p><p>4.1. Comutação ethernet na camada enlace;</p><p>4.2. Endereçamento;</p><p>4.3. Protocolo SpanningTree (STP e MST);</p><p>4.4. Etherchannel e balanceamento de carga;</p><p>4.5. Virtual Lans (Vlans);</p><p>4.6. Roteamento entre Vlans;</p><p>4.7. Protocolo VTP;</p><p>5. Modelo TCP/IP</p><p>5.1 Conceitos e definições;</p><p>5.2. Camadas do modelo DOD – TCP/IP;</p><p>5.3. O protocolo IP;</p><p>5.4. O protocolo ARP;</p><p>5.5. O protocolo RARP;</p><p>6. Endereçamento IP Version4 (IPV4) e IP Version 6 (IPV6)</p><p>6.1. Endereçamento IPV4;</p><p>6.2. Endereços reservados e privativos;</p><p>6.3. Sub-redes e sumarização;</p><p>6.4. Endereçamento IPV6;</p><p>6.5. Servidor DHCP;</p><p>7. Roteamento IP</p><p>7.1. Conceitos e definições;</p><p>7.2. Roteamento estático;</p><p>7.3. Roteamento dinâmico;</p><p>8. Cabeamento Estruturado</p><p>8.1. Metodologia para cabeamento estruturado</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>95</p><p>MACEDORicardo, FRANCISCATTO Roberto,CUNHA Guilherme, BERTOLINI Cristiano Redes de</p><p>ComputadoresUNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, 2018.</p><p>SOUZA FILHO Joanildo, MATIAS Mauro e RIBEIRO Paulo, Série Tecnologia da Informação Hardware:</p><p>Cabeamento Estruturado, SENAI, 2012</p><p>ALENCAR Marcio, Fundamentos de Redes de Computadores,CETAM, 2010</p><p>TANENBAUM Andrew, Redes de Computadores, Editora Campus, 1997</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – PROGRAMADOR C++</p><p>CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS E ESTRUTURA DE DADOS: Programação estruturada; Programação</p><p>Orientada a Objetos; Estrutura de Dados; Algoritmos Básicos de Pesquisa e Ordenação; Organização</p><p>de Arquivos; Variáveis; Operadores; Entrada e Saída de Dados; Funções que manipulam strings,</p><p>Vetores e Matrizes; Padrões de Projeto.</p><p>LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: Principais funções na linguagem C++, manipulação e escrita de</p><p>números reais, uso de variáveis que armazenam palavras e frases, uso de strings, vetores de alocação</p><p>dinâmica, utilização do tipo MAP, leitura e modificação de arquivos.</p><p>DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Conceitos; Sistemas de Informação; Ciclo de</p><p>Vida; Modelagem; Engenharia de Software; Metodologias Estruturada, Essencial e Orientada a</p><p>Objetos; Prototipação; Ferramenta; Diagramas; UML, Processo Unificado Rational (RUP), Processos</p><p>de desenvolvimento de software: Processo interativo e incremental. Processos e práticas ágeis de</p><p>desenvolvimento de software.</p><p>BANCO DE DADOS: Conceitos, Modelagem, Abordagem Relacional, Formas Normais, SGBD, DLL e</p><p>DML, SQL, Interface e conectividade Web, Segurança, Bancos de Dados Orientados a Objeto,</p><p>Administração, Aplicações. SQL Server e MySQL.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Deitel. C++ como programar. Editora Pearson Prentice Hall, 5ª Edição;</p><p>Walter Savitch. C++ Absoluto. Editora Pearson Addison Wesley;</p><p>Booch, Grady et al. UML Guia do Usuário. Editora Elsevier Campus, 2ª Edição; e</p><p>SILBERSCHATZ, A., e KORTH, S. e SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. 4. ed. Makron Books,</p><p>2005.</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – PROGRAMADOR JAVA / PYTHON</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>96</p><p>JAVA SE 8: classes, objetos, tipos de dados, pacotes e generics; I/O, concorrência, expressão regular</p><p>e o ambiente da plataforma (JVM, JRE e JDK); coleções, expressões lambda, operações de agregação;</p><p>empacotamento de programas em JAR; internacionalização; segurança; componentes JavaBeans,</p><p>JDBC, JNDI, JAAS e Common Annotations.</p><p>JAVA EE 7: conceitos da plataforma; modelo de aplicação Java EE; aplicações distribuídas e</p><p>multicamadas (segurança, componentes Java EE, web e de negócio, clientes, camada do sistema de</p><p>informação corporativa); contêineres Java EE (serviços e tipos); construção e implantação de</p><p>aplicações; API Java EE (Enterprise JavaBeans, Java Servlet, JSF, JSP, JSTL, JPA, JAX-RS, Managed Beans,</p><p>CDI, Bean Validation, JavaMail, WebSocket, JSON-P e Concurrency Utilities).</p><p>TOMCAT 8: conceitos gerais; configuração inicial (instalação e execução); implantação, pré-</p><p>compilação e validação de aplicações web; aplicações web Manager e Host Manager; controle de</p><p>acesso e realms; gerenciador de segurança; recursos JNDI; datasources JDBC; class loading; JSP;</p><p>logging; considerações de segurança.</p><p>WILDFLY 13: principais conceitos de gerenciamento; gerenciamento de clientes; interfaces e portas;</p><p>segurança administrativa; realms de segurança; ações de gerenciamento de autorização com RBAC;</p><p>implantação de aplicação; configuração de subsistemas; configuração de domínio; tarefas de</p><p>gerenciamento; API de gerenciamento; CLI; serviços HTTP; serviços EJB; implantação de Singleton;</p><p>class loading; módulo de dependências implícitas; descritores de implantação; práticas de</p><p>desenvolvimento recomendadas; aplicação cliente; CDI; EE Concurrency Utilities; EJB 3; JPA; JNDI;</p><p>JAX-RS; Webservices.</p><p>TESTES: conceitos gerais; testes unitários com JUnit e Mockito; testes de interface com Selenium;</p><p>testes de integração com Arquillian.</p><p>ORIENTAÇÃO A OBJETOS: objetos e classes, encapsulamento, associações e ligações, herança,</p><p>polimorfismo, coesão e acoplamento.</p><p>UML: objetivos, escopo e recursos; diagramas de classes, caso de uso, atividades, máquina de</p><p>estados, componentes, pacotes e implantação.</p><p>JAVASCRIPT: sintaxe e tipos; controle de fluxo e manipulação de erro; iterações; funções; expressões</p><p>e operadores; números e datas; formatação de texto; expressões regulares; coleções indexadas e</p><p>chaveadas; estruturas de dados e objetos; requisições assíncronas (Fetch API e Promise); iteradores</p><p>e geradores; módulos JavaScript; comparações de igualdade e semelhança.</p><p>JAVAPYTHON: operadores básicos python, sintaxe python, tipo de variáveis, tipos de dados, python</p><p>strings.</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – PROGRAMADOR PHP</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>97</p><p>CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS E ESTRUTURA DE DADOS: Programação estruturada; Programação</p><p>Orientada a Objetos; Estrutura de Dados; Algoritmos Básicos de Pesquisa e Ordenação; Organização</p><p>de Arquivos; Padrões de Projeto; SOA/SOAP.</p><p>LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: Linguagem de Marcação HTML / HTML5 / XHTML / XML / XSLT;</p><p>Estilo CSS; JavaScript / Ájax; PHP; Framework Laravel; CodeIgniter; Zend; CakePHP; Symfony;</p><p>Doctrine; FOS; KNP; Sonata.</p><p>DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Conceitos; Sistemas de Informação; Ciclo de</p><p>Vida; Modelagem; Engenharia de Software; Metodologias Estruturada, Essencial e Orientada a</p><p>Objetos; Prototipação; Ferramenta; Diagramas; UML, Processo Unificado Rational (RUP), Processos</p><p>de desenvolvimento de software: Processo interativo e incremental. Processos e práticas ágeis de</p><p>desenvolvimento de software.</p><p>BANCO DE DADOS: Conceitos, Modelagem, Abordagem Relacional, Formas Normais, SGBD, DLL e</p><p>DML, SQL, Interface e conectividade Web, Segurança, Bancos de Dados Orientados a Objeto,</p><p>Administração, Aplicações. SQL Server e MySQL.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BALDUINO, Plínio. Dominando JavaScript com jQuery.</p><p>São Paulo: Casa do Código.</p><p>BEIGHLEY, Lynn; MORRISON, Michael; Use a Cabeça! PHP & MySQL. São Paulo: Alta Books, 2009.</p><p>BENTO, Evaldo Junior. Desenvolvimento web com PHP e MySQL. São Paulo: Casa do Código. BOOCH,</p><p>Grady; RUMBAUGH, James; JACOBSON, Ivar; UML: Guia do Usuário. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005 -</p><p>7ª Reimpressão.</p><p>CARDOSO, Andre; ANICHE, Mauricio. Test-Driven Development: Teste e Design no Mundo Real com</p><p>PHP. São Paulo: Casa do Código.</p><p>DALL'OGLIO, Pablo. PHP Programando com Orientação a Objetos. São Paulo: Novatec, 2007.</p><p>FREEMAN, Eric; FREEMAN, Elisabeth. Use a Cabeça! HTML com CSS e XHTML. 2. ed. São Paulo: Alta</p><p>Books, 2008.</p><p>GAMMA, Erich; HELM, Richard; JOHNSON, Ralph; VLISSIDES, John. Padrões de Projeto: soluções</p><p>reutilizáveis de software orientado a objetos. BOOKMAN, 2008.</p><p>MAZZA, Lucas. HTML5 e CSS3: Domine a web do futuro. São Paulo: Casa do Código, 2014.</p><p>MCLAUGHLIN, Brett. Use a Cabeça! Ajax. São Paulo: Alta Books, 2006.</p><p>MORRISON, Michael. Use a Cabeça! JavaScript. São Paulo: Alta Books, 2008.</p><p>SABBAGH, Rafael. Scrum: Gestão ágil para projetos de sucesso. São Paulo: Casa do Código, 2014.</p><p>SILVEIRA, Paulo; ALMEIDA, Adriano. Lógica de Programação: Crie seus primeiros programas usando</p><p>JavaScript e HTML. São Paulo: Casa do Código, 2014.</p><p>SCHWABER, Ken; SUTHERLAND, Jeff. Guia do ScrumMR. Um guia definitivo para o Scrum: As regras</p><p>do Jogo, 2017. Disponível em: https://www.scrum.org/, Acesso em: 26 ago. 2020.</p><p>ZEMEL, Tárcio. Web Design Responsivo: Páginas adaptáveis para todos os dispositivos. São Paulo:</p><p>Casa do Código,2012.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>98</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – PROGRAMADOR WEB DESIGNER</p><p>ARTES DIGITAIS: desenvolver identidade visual; arte para web design (cor, forma, grids, texturas,</p><p>estudo de tipografias etc).</p><p>PROGRAMAÇÃO: manutenção e atualização de website; padrões web; HTML, XHTML e HTML 5;</p><p>CSS e Tableless; JavaScript; Ajax; jQuery; Sass.</p><p>FERRAMENTAS: visualização e edição de imagens, Photoshop, Dreamweaver, Corel Draw, GIMP.</p><p>JOOMLA: portal governamental padrão em CMS Joomla; desenvolvimento (componentes, plugins,</p><p>módulos, templates, banco de dados, localização, ACL, formulários, API e segurança); instalação,</p><p>atualização e migração; administração (gerenciamento de artigos, usuários, menu, template e</p><p>extensões, segurança e performance).</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>MAZZA, Lucas. HTML5 e CSS3: Domine a web do futuro. São Paulo: Casa do Código. 204 p.</p><p>MORRISON, Michael. Use a Cabeça! JavaScript. São Paulo: Alta Books, 2008. 640 p.</p><p>SILVEIRA, Paulo; ALMEIDA, Adriano. Lógica de Programação: Crie seus primeiros programas usando</p><p>JavaScript e HTML. São Paulo: Casa do Código. 148 p.</p><p>ZEMEL, Tárcio. CSS Eficiente: Técnicas e ferramentas que fazem a diferença nos seus estilos. São</p><p>Paulo: Casa do Código. 136 p.</p><p>ZEMEL, Tárcio. Conhecendo o Adobe Photoshop CS6. São Paulo: Casa do Código. 338 p.</p><p>Web Design Responsivo: Páginas adaptáveis para todos os dispositivos. São Paulo: Casa do Código.</p><p>148 p. FREEMAN, Eric; FREEMAN, Elisabeth.</p><p>JOOMLA! E-GOV. Portal padrão em CMS Joomla 3.9.6. Disponível em: .</p><p>OPEN SOURCE MATTERS. Joomla! Documentation. Disponível em:</p><p>.</p><p>THE JQUERY FOUNDATION. jQuery API. Disponível em: .</p><p>SASS. Sass Documentation. Disponível em: .</p><p>GIMP. GIMP Documentation. Disponível em: .</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – DESIGNER GRÁFICO – ADOBE PREMIER PRO</p><p>VIDEOGRAFISMO: história, teorias e linguagens da animação; princípios básicos de animação;</p><p>introdução às técnicas de animação bidimensional e tridimensional; animação digitalizada,</p><p>videografismo e produção de vinhetas.</p><p>NOÇÃO DE ILUSTRAÇÃO: técnicas de ilustração vetorial e bitmap.</p><p>CONFECÇÃO GRÁFICA: edição de vídeo em geral, projeto de animação, filmagem digital, criação de</p><p>vinhetas, efeitos especiais gráficos e animações em geral, focalização, profundidade de campo,</p><p>perspectiva, uso de cores.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>99</p><p>FORMATO: formatos de imagens mais utilizados (JPG, GIF, BMP, TIFF, RAW);</p><p>PROGRAMAS: criação, tratamento de imagem e editoração eletrônica com: After Effects, InDesign,</p><p>Illustrator, e Photoshop, ADOBE PREMIER PRO: configuração, projetos, edição de vídeo, animação e</p><p>efeitos, cor e sistema de cores (RGB, CMYK, PANTONE), NTSC e PAL-M, layout, padrões de vídeo,</p><p>proporção de tela e pixel, requisitos de sistema, remapeamento de quadro-chave, alteração da</p><p>velocidade do quadro-chave, congelamento de frame, gerador de caracteres (GC): títulos, estilos de</p><p>texto e legendas; integração com Photoshop, transições de áudio, sincronização e mixagem de áudio.</p><p>ÁUDIO: volume do clipe, painéis de áudio, tipos de áudio, transições de áudio, sincronização e</p><p>mixagem de áudio.</p><p>EXPORTAÇÃO: codificadores e decodificadores, formatos de arquivos, armazenamento, exportação</p><p>de arquivos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>FLUSSER, Vilém. A Filosofia da Caixa Preta. São Paulo: Hucitec, 1985.JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte</p><p>da Animação. 2a ed. São Paulo: SENAC, 2005.</p><p>YLIRISKU, Salu; BUUR, Jacob. Designing with video: Focusing the user-centred design process.</p><p>London: Springer-Verlag London Limited, 2007</p><p>BRITO, Allan. Adobe Premiere Pro. Recife – PE: IBRATEC, 2015</p><p>DROBLAS, Adele. Adobe Premiere Pro Bible. Greenberg Seth - Wiley Publishng, 2003.</p><p>https://pt.scribd.com/doc/51457861/Apostila-Adobe-Premiere-Pro-portugues-2</p><p>TÉCNICO EM INFORMÁTICA – ORACLE WEBLOGIC</p><p>CONCEITOS GERAIS: o servidor Weblogic e a plataforma Java EE; arquitetura do servidor WebLogic;</p><p>aplicações Java EE e módulos (Web Application, Enterprise JavaBean, Connector, JMS, JDBC,</p><p>Weblogic Diagnostic Framework, Coherence Grid Archive); aplicações corporativas; serviços web;</p><p>bean validation; descritores de implantação XML; planos e ferramentas de implantação.</p><p>DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO: configuração do diretório de desenvolvimento dividido;</p><p>projeto, desenvolvimento e implantação de aplicações; mover aplicações para um ambiente de</p><p>produção; ferramentas de desenvolvimento; configurar o Oracle HTTP Server como front-end das</p><p>instâncias e do clusters de servidores WebLogic.</p><p>ADMINISTRAÇÃO: administração do sistema; console de administração; inicialização e desligamento</p><p>do servidor; domínios de servidores; configuração do ambiente (logging service, database</p><p>connectivity, messaging, transactions, Weblogic Tuxedo Connector, plugins de servidor web);</p><p>gerenciamento do ambiente; backup e restore; criar, estender e replicar domínios; configurar o</p><p>ambiente para alta disponibilidade; gerenciar comunicações de rede e servidor.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>100</p><p>SEGURANÇA: configurar a segurança para o ambiente; configurar a autenticação e a autorização;</p><p>aplicativos e recursos seguros; configurar SSL; personalizar a segurança; programar a segurança.</p><p>MONITORAR E AJUSTAR: monitorar e ajustar (tune); ferramentas de monitoring e tuning; monitorar</p><p>o servidor Weblogic com o Fusion Middleware Control; solucionar problemas do servidor Weblogic</p><p>e de componentes.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ALAPATI, Sam R. Oracle Weblogic Server 12c Administration Handbook. 1ª Edição. Ed. McGraw-</p><p>Hill/Osborne Media (13 de maio de 2014), 519p.</p><p>SCHILDMEIJER, Michel. Oracle Weblogic Server 12c: First Look. Ed. Packt Publishing (25</p><p>de junho</p><p>de 2012), 144p.</p><p>ORACLE. Oracle Fusion Middleware 12c: Oracle WebLogic Server - Tasks. Disponível em:</p><p>.</p><p>PHILIP, Aston & JOSH, Bergman. Professional Oracle Weblogic Server. John Wiley Consumer. USA,</p><p>2009.</p><p>GREGORY, Nyberg & ROBERT, Patrick. Mastering BEA Weblogic Server. John Wiley Consumer. USA,</p><p>2003.</p><p>TÉCNICO EM INSTRUMENTO MUSICAL</p><p>– Música (definição – elementos constitutivos)</p><p>– Notação musical (notas – escalas – pauta – claves – valores)</p><p>– Divisão proporcional dos valores</p><p>– Ligadura – Ponto de aumento</p><p>– Compassos (generalidades - compassos simples)</p><p>– Tons e semitons naturais (escala diatônica de dó – sua formação e seus graus)</p><p>– Acento métrico</p><p>– Alterações</p><p>– Semitom cromático e diatônico (formação do som)</p><p>– Fermata – Linha de 8ª – Legato e Staccato</p><p>– Sincope – Contratempo</p><p>– Intervalos (simples e compostos – harmônico e melódico – ascendente e descendente –</p><p>consonante e dissonante – inversão dos intervalos)</p><p>– Modos de escala: maior e menor (graus modais – graus tonais – Escala do modo maior – escala</p><p>do modo menor: harmônicas e melódicas – escalas relativas – escalas homônimas - intervalos nos</p><p>graus das escalas maiores e menores – intervalos diatônicos e cromáticos)</p><p>– Meios de conhecer o tom de um trecho</p><p>– Compassos compostos (compassos correspondentes – análise de compasso)</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>101</p><p>– Sinais de repetição – Sinais abreviatura</p><p>– Quiálteras (generalidades – quiálteras aumentativas e diminutivas)</p><p>– Andamentos – Metrônomo – Sinais de intensidade</p><p>– Tons vizinhos – Tons afastados</p><p>– Escalas cromáticas (Generalidades – Origem das notas cromáticas – escalas cromáticas do modo</p><p>maior e do modo menor)</p><p>– Modulação</p><p>– Vozes</p><p>– Uníssono (Generalidades – Uníssono nas claves)</p><p>– Diapasão normal – Escala geral (Região central e extensão das vozes na escala geral)</p><p>– Notas atrativas</p><p>– Acordes (Generalidades – Diferença entre o baixo e a fundamental – Formação dos acodes em</p><p>geral – estado dos acordes – Inversão dos acordes – Acordes de 3 sons - Acordes de 4 sons -</p><p>Acordes de 5 sons – Ordem e posição das notas nos acordes – Duplicação e supressão de notas –</p><p>Acordes consonantes e dissonantes – Análise dos Acordes)</p><p>– Formação do som</p><p>– Série harmônica (Formação da série harmônica – Origem dos intervalos consonantes e</p><p>dissonantes – Origem dos acordes)</p><p>– Compassos mistos – Compassos alternados</p><p>– Enarmonia (Notas enarmônicas – Intervalos enarmônicos – Escalas enarmônicas – Acordes</p><p>enarmônicos)</p><p>– Gêneros musicais</p><p>– Transposição (Generalidades – Transposição escrita – Transposição lida</p><p>– Ornamentos (Generalidades – Apogiatura – Mordente – Grupeto – Trinado – Floreio –</p><p>Portamento – Cadência melódica – Arpejo)</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>PRIOLLI, Maria Luiza de Mattos. Princípios Básicos da Música para a Juventude, 1º e 2º Volumes –</p><p>Editora: Casa Oliveira de Músicas, 1975.</p><p>TÉCNICO EM LOGÍSTICA</p><p>1.Conceitos de logística; 2.Distribuição; 3.Estratégia do Transporte; 4.Embalagens; 5.Custos</p><p>Logísticos; 6.Estratégia de Estoque; 7. Estratégia de Localização; 8.Organização e Controle; 9.Gestão</p><p>de Materiais; 10.Armazenagem; 11.Gerenciamento de cadeias de suprimento (SCM); 12.Inventário;</p><p>13.Contabilidade básica; 14.Administração da qualidade; 15.Licitações e contratos; 16. Estratégia e</p><p>Planejamento da Logística/Cadeia de Suprimentos; 17. Objetivos do Serviço ao Cliente;</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>102</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Rosa, Rodrigo de Alvarenga Gestão logística / Rodrigo de Alvarenga Rosa. – 3. ed. rev. atual. –</p><p>Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC; [Brasília]: CAPES: UAB, 2014;</p><p>CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:</p><p>criandoredes que agregam valor. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.</p><p>BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. 5. ed. Porto Alegre:</p><p>Bookman, 2006.</p><p>CHIAVENATO, I. Princípios da Administração. 2ª ed., São Paulo, Ed. Manole, 2012.</p><p>GURGEL, C.; RODRIGUEZ, MARTIUS, V. R. Y. Administração: Elementos Essenciais</p><p>para a Gestão das Organizações. 2ª ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2014.</p><p>SILVA, A. T. Administração Básica. 6ª ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2011.</p><p>Bibliografia Complementar:</p><p>BARTHOLOMEU, Daniela Bacchi; VICENTE, José. Logística ambiental de resíduos</p><p>sólidos. São Paulo: Atlas, 2011.</p><p>CAXITO, Fabiano. Logística – um enfoque prático. São Paulo: Saraiva, 2011.</p><p>LEITE, P. R. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. 2ª ed. São Paulo:</p><p>PrenticeHall, 2009.</p><p>NOGUEIRA, Amarildo de Souza. Logística Empresarial: Uma Visão Local com</p><p>Pensamento Globalizado. 1ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>PEREIRA, André Luiz; BOECHAT, Cláudio Bruzzi; TADEU, Hugo Ferreira Braga;</p><p>SILVA,Jersone Tasso Moreira; CAMPOS, Paulo Március Silva. Logística Reversa e</p><p>Sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012.</p><p>MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. 8ª ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2011.</p><p>TEIXEIRA, H.J.; SALOMÃO, S.M.; TEIXEIRA, C.J. Fundamentos de Administração. A</p><p>Busca do essencial. 1ª ed., Rio de Janeiro, Campus-Elsevier, 2009.</p><p>BATEMAN, S. T.; SNELL, S. A . Administração. 2ª ed., São Paulo, Ed. McGraw Hill - Artmed, 2012.</p><p>ARAÚJO, Giovanni Moraes de Segurança na Armazenagem, Manuseio e Transporte de</p><p>Produtos Perigosos. 2ª ed., Rio de Janeiro: GVC, 2005.</p><p>Fundamentos da Logística Glávio Leal Paura, Curitiba- PR 2012.</p><p>TÉCNICO EM LOGÍSTICA (EXPERIÊCIA EM TRANSPORTE DE CARGAS CATEGORIA “E”)</p><p>1.Conceitos de logística; 2.Distribuição; 3.Estratégia do Transporte; 4.Embalagens; 5.Custos</p><p>Logísticos; 6.Estratégia de Estoque; 7. Estratégia de Localização; 8.Organização e Controle; 9.Gestão</p><p>de Materiais; 10.Armazenagem; 11.Gerenciamento de cadeias de suprimento (SCM); 12.Inventário;</p><p>13.Contabilidade básica; 14.Administração da qualidade; 15.Licitações e contratos; 16. Estratégia e</p><p>Planejamento da Logística/Cadeia de Suprimentos; 17. Objetivos do Serviço ao Cliente;</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>103</p><p>Rosa, Rodrigo de Alvarenga Gestão logística / Rodrigo de Alvarenga Rosa. – 3. ed. rev.</p><p>atual. – Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC; [Brasília]:</p><p>CAPES: UAB, 2014; CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de</p><p>suprimentos:</p><p>criandoredes que agregam valor. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.</p><p>BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. 5. ed. Porto Alegre:</p><p>Bookman, 2006.</p><p>CHIAVENATO, I. Princípios da Administração. 2ª ed., São Paulo, Ed. Manole, 2012.</p><p>GURGEL, C.; RODRIGUEZ, MARTIUS, V. R. Y. Administração: Elementos Essenciais</p><p>para a Gestão das Organizações. 2ª ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2014.</p><p>SILVA, A. T. Administração Básica. 6ª ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2011.</p><p>Bibliografia Complementar:</p><p>BARTHOLOMEU, Daniela Bacchi; VICENTE, José. Logística ambiental de resíduos</p><p>sólidos. São Paulo: Atlas, 2011.</p><p>CAXITO, Fabiano. Logística – um enfoque prático. São Paulo: Saraiva, 2011.</p><p>LEITE, P. R. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. 2ª ed. São Paulo:</p><p>PrenticeHall, 2009.</p><p>NOGUEIRA, Amarildo de Souza. Logística Empresarial: Uma Visão Local com</p><p>Pensamento Globalizado. 1ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>PEREIRA, André Luiz; BOECHAT, Cláudio Bruzzi; TADEU, Hugo Ferreira Braga;</p><p>SILVA,Jersone Tasso Moreira; CAMPOS, Paulo</p><p>com software</p><p>topográfico. Elaborar relatórios técnicos. Identificar as normas ABNT para desenho topográfico.</p><p>Identificar os componentes e características técnicas da Estação Total. Empregar software</p><p>topográfico. Zelar pela manutenção e guarda dos instrumentos. Realizar cálculos topográficos e</p><p>desenhos. Elaborar e analisar documentos cartográficos. Analisar documentação dominial. Executar</p><p>tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática.</p><p>Executar outras tarefas para o desenvolvimento das atividades do setor, inerentes à sua função.</p><p>Elaborar desenho final a partir de cálculos de irradiações georreferenciados processadas. Preparação</p><p>de uma planta cadastral a partir de um levantamento topográfico, e/ou de informações de ângulos</p><p>e distâncias constantes da documentação dominial do imóvel. Cálculo de volumes em softwares</p><p>topográficos. Elaboração de Perfil Longitudinal e de seções transversais. Noções e cálculos de escala.</p><p>Unidades de medidas angulares e lineares. Realizar cálculo de transformação de rumo em azimute</p><p>e vice-versa. Realizar levantamentos e cálculos de nivelamentos trigonométrico e geométrico. Saber</p><p>executar programas técnicos de linha de referência e de interseção a ré em estações totais.</p><p>GEODÉSIA E CARTOGRAFIA: Princípios básicos de posicionamento por satélites. Noções de</p><p>constelações GPS, GLONASS e GALILEO; Métodos de posicionamento e precisões. Fundamentos da</p><p>Geodésia e da cartografia. Geóide, elipsóide; Referenciais geodésicos (datum) noções de</p><p>transformação de coordenadas (datum e projeção); Coordenadas geodésicas; Altitude Normal,</p><p>ortométrica, elipsoidal e altura geoidal. Projeções Cartográficas (classificação e utilização). Projeção</p><p>UTM. Convergência meridiana. Operações cartográficas. Relações entre as coordenadas UTM.</p><p>Posicionamento espacial. Representação do relevo em 3D. Levantamentos geodésicos com GNSS</p><p>RTK. Conhecimento de Tecnologias de Geoprocessamento. Executar processamento por ponto</p><p>preciso (PPP) online no site do IBGE, bem como, executar processamento e ajustamento de bases</p><p>geodésicas apoiadas na Rede Brasileira de Monitoramento Continuo (RBMC). Noções de</p><p>ajustamento. Georreferenciamento de feições. Dados raster e vetoriais. Noções de bancos de dados</p><p>espaciais; Conhecimentos básicos de sistemas GIS e CAD.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>9</p><p>FOTOGRAMETRIA: Elementos básicos da fotografia aérea; plano de vôo; emprego de aeronaves</p><p>remotamente pilotadas (ARP); conhecimentos dos programas DJI GO e MAP PLAN DRONE DEPLOY;</p><p>aerotriangulação, restituição e reambulação; produtos (MDS, MDE, MDT e ortofotomosaico).</p><p>Ortorretificação.</p><p>SENSORIAMENTO REMOTO: Princípios básicos; principais sensores; imagens orbitais; faixas</p><p>espectrais; resolução espacial, radiométrica e temporal.</p><p>DESENHO TÉCNICO: Representação de projetos com CAD (AutoCAD). Normas de desenho técnico,</p><p>dinâmica e praticidade do uso da computação gráfica na concepção de plantas topográficas.</p><p>Apresentação da estrutura principal dos comandos do software gráfico para desenhos topográficos.</p><p>Utilização da computação gráfica como meio tecnológico para a compatibilização de plantas</p><p>topográficas. Uso de ferramentas (comandos) para desenhar e editar no software gráfico. Utilização</p><p>de ferramentas auxiliares do software gráfico com precisão geoposicional no desenho de plantas</p><p>topográficas. Uso de camadas (layers) como processo para organização e praticidade na elaboração</p><p>de desenhos técnicos de plantas topográficas. Utilização das ferramentas do programa gráfico nas</p><p>projeções ortogonais de plantas topográficas. Configurações de escalas (natural, de redução e</p><p>ampliação) de desenhos no programa gráfico. Formatos técnicos da série “A”, legendas, caracteres</p><p>técnicos e traçado no desenho de plantas topográficas, conforme normas da ABNT. Organização e</p><p>diagramação de pranchas de desenho para a impressão (plotagem) e dobras de cópias.</p><p>Bibliografias sugeridas:</p><p>- Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), NBR 13133, Execução de Levantamento</p><p>topográfico - Procedimento, segunda edição de 24 de agosto de 2021.</p><p>- Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), NBR14166 – Rede de Referência Cadastral</p><p>Municipal.</p><p>- BORGES, K. A.V., DAVIS JR., C. A., LAENDER, A. H.F. Modelagem de dados geográficos. In: Bancos de</p><p>Dados Geográficos. Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>- BRASIL, Decreto n° 6.666, de 27 de novembro de 2008: Institui, no âmbito do Poder Executivo</p><p>federal, a Infra-Estrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE, e dá outras providências, Brasília, 2008.</p><p>- BRASIL, da Lei Federal nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973 (LRP), dispõe sobre os registros</p><p>públicos, e dá outras providências.</p><p>- CÂMARA, G. et al., Anatomia de Sistemas de Informação Geográficas. INPE, 1996.</p><p>- CASANOVA, M., CÂMARA, G., DAVIS, C., VINHAS, L., QUEIROZ, G.R. Banco de Dados</p><p>Geográficos. Disponível em .</p><p>- CONCAR, As Especificações Técnicas para a Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-</p><p>EDGV), Versão 3.0, 2017.</p><p>- DAVIS Jr., C. A., de Queiroz, G. R. Métodos de acesso espacial. In: Bancos de Dados</p><p>Geográficos. Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>- DE QUEIROZ, G. R., FERREIRA, K. R. SGBD com extensões espaciais. In: Bancos de Dados Geográficos.</p><p>Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>- ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Globo, 1982.</p><p>- IBGE, Especificações e Normas Para Levantamentos Geodésicos Associados ao SGB, Rio de</p><p>Janeiro, 2017.</p><p>- IBGE, Recomendações Para Levantamentos Relativos Estáticos GPS, Rio de Janeiro, 2008.</p><p>- IBGE. Noções Básicas de Cartografia, Rio de Janeiro, 2004.</p><p>- IBGE. RESOLUÇÃO − PR n° 22, de 21 de julho de 1983. Rio de Janeiro. 1983.</p><p>- INCRA, Norma Técnica Para Georreferenciamento de Imóveis Rurais (NTGIR), 3ª edição,</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>10</p><p>Brasília, 2013.</p><p>- INPE. Tutorial de Geoprocessamento (online). São José dos Campos. 2006.</p><p>- KOENING VEIGA, Luiz A.; ZANETTI, Maria A.; FAGGIONE, Pedro L. – Fundamentos da Topografia.</p><p>-INPE, FUNDAMENTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO, São José dos Campos, 2002.</p><p>-COELHO JÚNIOR, JOSÉ MACHADO, Topografia Geral, Recife : EDUFRPE, 2014.</p><p>-ROGÉRIO TAYGRA, BRENO DAYANO, ALMIR MARIANO, Desenho topográfico com Cad, EDUFERSA,</p><p>2019.</p><p>TÉCNICO EM ALIMENTOS</p><p>Nutrição básica, fundamentos da tecnologia de alimentos. Química, bioquímica e bromatologia dos</p><p>Alimentos. Boas praticas de Fabricação. Legislação profissional - Código de Ética. Produção de</p><p>alimentos seguros, análise sensorial de alimento, análise físico-químicas, gestão de qualidade e</p><p>Segurança Alimentar. Introdução à ciência de alimentos, (leite e derivados, carnes, pescados,</p><p>recebimento, processamentos e armazenamentos, frutas e hortaliças, temperos e especiarias,</p><p>massas e panificados), Higiene e manipulação de hortaliças.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ARRUDA, Gillian Alonso. Manual de boas práticas: unidades de alimentação e nutrição. 2. ed. São</p><p>Paulo: Ponto Crítico, 2002.</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância Sanitária. Portaria RDC nº 275, de 21 de</p><p>Outubro de 2002.</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância Sanitária. Portaria RDC nº 216, de 15 de</p><p>setembro de 2004.</p><p>BOBBI, Paulo A; BOBBOIO, Florinda O. Química do Processamento de alimentos. 2.ed. São</p><p>Paulo: Varela, 1995.</p><p>CHAVES, N. Nutrição Básica e Aplicada. São Paulo: Manole, 2002.</p><p>CÓDIGO DE ÉTICA do Profissional de Química, Resolução Ordinária n° 927, de 11.11.1970</p><p>EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.</p><p>FERREIRA, Sila Mary Rodrigues. Controle da qualidade</p><p>Március Silva. Logística Reversa e</p><p>Sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012.</p><p>MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. 8ª ed., São Paulo, Ed. Atlas, 2011.</p><p>TEIXEIRA, H.J.; SALOMÃO, S.M.; TEIXEIRA, C.J. Fundamentos de Administração. A</p><p>Busca do essencial. 1ª ed., Rio de Janeiro, Campus-Elsevier, 2009.</p><p>BATEMAN, S. T.; SNELL, S. A . Administração. 2ª ed., São Paulo, Ed. McGraw Hill -</p><p>Artmed, 2012.</p><p>ARAÚJO, Giovanni Moraes de Segurança na Armazenagem, Manuseio e Transporte de</p><p>Produtos Perigosos. 2ª ed., Rio de Janeiro: GVC, 2005.</p><p>Fundamentos da Logística Glávio Leal Paura, Curitiba- PR 2012</p><p>TÉCNICO EM MAGISTÉRIO</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>104</p><p>1- Dimensões do Fenômeno Educativo</p><p>a. Pensamento Pedagógico Moderno. Educação e Sociedade no Brasil.</p><p>b. Correntes e Tendências Pedagógicas na Prática Escolar.</p><p>c. As Bases Sociológicas da Educação.</p><p>d. A Educação como Processo Social.</p><p>e. A Relação Escola/Família/Comunidade.</p><p>f. Desenvolvimento Humano e Teorias da Aprendizagem: Diferentes Abordagens.</p><p>g. A Relação Pensamento/Linguagem e a Formação de Conceitos.</p><p>h. O Sujeito da Educação: Infância, Adolescência e Vida Adulta.</p><p>i. A Formação do Pedagogo e a Pedagogia.</p><p>j. Concepções de Aprendizagem/ Aluno/ Ensino/ Professor</p><p>2- Dimensões do Cotidiano Escolar</p><p>a. O Planejamento Curricular e o Projeto Político-Pedagógico.</p><p>b. Os Objetivos Educacionais e os Conteúdos de Aprendizagem.</p><p>c. Ação Pedagógica para a Educação Inclusiva.</p><p>d. Avaliação: Função, Objetivos e Modalidades.</p><p>e. Os Direitos da Criança e do Adolescente.</p><p>f. Cidadania e Direitos das Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais.</p><p>g. O Papel e a Formação do Professor.</p><p>3- Política educacional e Dimensões Legais da Educação Brasileira.</p><p>a. A estrutura da educação no Brasil: aspectos legais e organizacionais.</p><p>b. O Estado e o planejamento da educação no Brasil.</p><p>c. Justiça social, educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade.</p><p>d. Base Nacional Comum Curricular - BNCC: 1- Introdução; 2- Estrutura da BNCC; e 5- Etapa do Ensino</p><p>Médio: O Ensino médio no contexto da Educação Básica; A BNCC do Ensino Médio; e Currículo: BNCC</p><p>e itinerários.</p><p>e. Constituição Federal/88 – art. 205 a 214.</p><p>f. Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA: Lei nº 8069/1990 - Livro I: Título I; Título II: art. 7° a</p><p>24 e 53 a 69; Livro II -Parte especial: Título I; Título II; Título III; Título IV; Título V – art. 131 a 140.</p><p>g. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - LBI: Lei n° 13.143/2015 – Livro I: Título I: art.</p><p>1° a 8° e 27 a 30.</p><p>h. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB: Lei nº 9.394/96 com atualizações vigentes.</p><p>i. Plano Nacional de Educação - PNE (2014 - 2024): Lei nº 13.005/2014.</p><p>j. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica. Resolução CNE/CEB nº01/2010: Fixa as</p><p>Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica.</p><p>k. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.</p><p>l. PORTARIA Nº 042, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2008 - Regulamento dos Colégios Militares(R-69)</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>105</p><p>4- Didática, gestão escolar, gestão educacional, avaliação da aprendizagem e formação docente</p><p>a. A didática e seus fundamentos; os elementos constitutivos da ação didática (objetivos, conteúdo,</p><p>método, avaliação); relação ensino-aprendizagem; a didática e a formação do professor.</p><p>b. Concepções de currículo e políticas curriculares; a gestão do currículo no espaço escolar: aspectos</p><p>teóricos - aplicativo; a gestão do currículo na sala de aula a trajetória da teoria e da prática.</p><p>c. Projeto Político Pedagógico: conceitos, fundamentos para a orientação, planejamento e</p><p>implementação de ações voltadas ao desenvolvimento pleno, tomando como foco o processo de</p><p>ensino- aprendizagem.</p><p>d. Os processos didáticos de ensino/aprendizagem: a organização do planejamento pedagógico e</p><p>suas implicações educacionais para os processos de ensino e aprendizagem.</p><p>e. Educação Inclusiva e o compromisso ético e social do educador.</p><p>f. Tendências pedagógicas em educação.</p><p>g. O ensinar e o avaliar; problema, modalidades e instrumentos de avaliação; procedimentos e</p><p>dinâmica de avaliação da aprendizagem; políticas educacionais e avaliação.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ANTUNES, Celso. Como desenvolver as competências em sala de aula. Coleção na sala de aula;</p><p>Fascículo 8, Petrópolis, RJ, Vozes, 2007.</p><p>BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma</p><p>estratégia teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.</p><p>BACICH, Lilian; NETO Adolfo Tanzi.; TREVISANI Fernando de Mello (org.). Ensino Híbrido:</p><p>personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.</p><p>BRANDÃO, C. R. O que é Educação. São Paulo: Brasiliense, 1999.</p><p>BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado</p><p>Federal, 1988.</p><p>______Base Nacional Comum Curricular: Resolução CNE/CP Nº 2, de 22 de dezembro de 2017.</p><p>______Diretrizes Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.</p><p>______Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Brasília, DF.</p><p>______Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.</p><p>Presidência da República. Brasília, DF.</p><p>______Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) : Lei n° 13.143/2015, de 6 de julho</p><p>de 2015.Presidência da República. Brasília, DF.</p><p>_____ Plano Nacional de Educação – PNE - Lei n° 13.005/2014. Brasília: MEC/SEF 2014.</p><p>_____ Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, DF.2008.</p><p>_____ PORTARIA Nº 042, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2008 - Regulamento dos Colégios Militares (R-69)</p><p>_____ Resolução CNE/CP 1/2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de</p><p>Graduação em Pedagogia, Licenciatura.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>106</p><p>CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuinie. A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar</p><p>o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2015.</p><p>DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. Capítulos: 4. 6a Ed. São Paulo. Cortez, 2001</p><p>DEMO, P. Educação e Novas Tecnologias - sonhos e pesadelos. s. B ol. Tec. SENAI, 2009. IMBERNÓN,</p><p>Francisco. Formação Docente e Profissional – Formar-se para a mudança e a incerteza. 3.ed. São</p><p>Paulo: Cortez, 2002.</p><p>KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias o novo ritmo da informação. 8ª ed. Campinas, SP:</p><p>Papirus,2012.</p><p>LEFRANCOIS, Guy R. Teorias da Aprendizagem. Capítulo 7: Teorias Cognitivas de Bruner, Piaget e</p><p>Vygotsky. 5.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.</p><p>LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2013.</p><p>______José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê? 12.ed. São Paulo: Cortez, 2013 LEITE, Lígia</p><p>Silva (coord). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. 7ed. Petrópolis:</p><p>Vozes, 2012.</p><p>LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias de Currículo. São Paulo: Cortez, 2011.</p><p>LUCK, Heloisa. Gestão educacional: uma questão paradigmática. 12.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.</p><p>______Liderança em gestão escolar. 9.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.</p><p>______Planejamento em Orientação Educacional. 23.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.</p><p>LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar: estudos e proposições. 22.ed. São</p><p>Paulo: Cortez, 2011.</p><p>______Filosofia da Educação. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2011.</p><p>MAIA, Benjamin Perez. Os desafios e as superações na construção coletiva do projeto político</p><p>pedagógico / Benjamim Perez maia, Margarete Terezinha de Andrade Costa. – Curitiba: Ibpex, 2011.</p><p>– (Série Processos Educacionais).</p><p>MENEGOLLA, Maximiliano; SANT'ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar? Currículo,</p><p>Área, Aula. 22.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.</p><p>MOREIRA, Antônio Flávio; TADEU, Tomaz (orgs). Currículo, cultura e sociedade. 12.ed. São Paulo:</p><p>Cortez, 2011.</p><p>MORETTO, Vasco Pedro. Planejamento - Planejando a Educação para o Desenvolvimento de</p><p>Competências. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2013.</p><p>NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia dos projetos: etapas, papéis e atores. 4.ed. São Paulo: Erica,</p><p>2008.</p><p>RANGEL, Mary (org.). Supervisão pedagógica: Princípios e práticas. 12.ed. Campinas, SP: Papirus,</p><p>2013.</p><p>RELVAS, Marta Pires. Fundamentos Biológicos da Educação: despertando inteligências e afetividade</p><p>no processo de aprendizagem. 4.ed. Rio de Janeiro: Wak, 2009.</p><p>ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da Educação no Brasil (1930/1973). 40.ed. Petrópolis: Vozes,</p><p>2014.</p><p>SÁNCHES, Antonio Hernández. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: Thex Ed., 2001.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>107</p><p>SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que avaliar? Como avaliar? critérios e instrumentos. 17.ed. Petrópolis,</p><p>RJ: Vozes, 2014.</p><p>ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.</p><p>HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade.</p><p>Porto Alegre: Mediação, 1996</p><p>HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre, RS:</p><p>Mediação, 2003. 104 p.</p><p>GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. São Paulo, SP: Ática, 1999.</p><p>William N. Bender Aprendizagem baseada em Projetos: educação diferenciada para o Século XXI –</p><p>Porto Alegre: Penso,2014.</p><p>Jonathan Bergmann, Aaron Sams. Sala de Aula Invertida: Uma Metodologia Ativa de Aprendizagem</p><p>- ed. – Rio de Janeiro: LCT, 2021</p><p>Regina Candida Führ, Ph.D Educação 4.0 Nos Impactos da Revolução Industrial – 1 ed. - Curitiba:</p><p>Appris, 2019.</p><p>TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA</p><p>-Noções do sistema comon rail</p><p>- Identificar os componentes do sistema</p><p>- Descrever o funcionamento do sistema dos motores ciclo otto</p><p>- Sistema de alimentação de Combustível (unidades injetoras)</p><p>- Sistema de arrefecimento</p><p>- Sistema de lubrificação e suas propriedades</p><p>- Sistema de admissão</p><p>- Turbocompressor</p><p>- Sistema de transmissão</p><p>- Sistema hidráulico</p><p>- Sistema pneumático</p><p>- Sistema de freios</p><p>- Manutenção e uso de ferramentas mecânicas</p><p>- Diagnose de falhas</p><p>- Sistemas automotivos de Partida</p><p>- Metrologia, Instrumentos de medição</p><p>- Conceitos de manutenção, preventiva, corretiva e preditiva</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BOSCH, Sistemas de Injeção Eletrônica Diesel. BOSCH, 2016.</p><p>SANTOS E VARELLA. Noções Básicas de Motores Dieses. UFRJ-RJ, 2010.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>108</p><p>SENAI, Mecânica de Automóveis – Motores de Combustão Interna. SENAI-RS, 2003.</p><p>TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA – EXPERIÊNCIA COM VIATURA DIESEL</p><p>- Noções do sistema comon rail</p><p>- Identificar os componentes do sistema</p><p>- Descrever o funcionamento do sistema dos motores ciclo otto</p><p>- Sistema de alimentação de Combustível (unidades injetoras)</p><p>- Sistema de arrefecimento</p><p>- Sistema de lubrificação e suas propriedades</p><p>- Sistema de admissão</p><p>- Turbocompressor</p><p>- Sistema de transmissão</p><p>- Identificar os componentes do sistema</p><p>- Descrever o funcionamento do sistema dos motores ciclo otto</p><p>- Sistema de alimentação de Combustível (unidades injetoras)</p><p>- Sistema de arrefecimento</p><p>- Sistema de lubrificação e suas propriedades</p><p>- Sistema de admissão</p><p>- Turbocompressor</p><p>- Sistema de transmissão</p><p>- Sistema hidráulico</p><p>- Sistema pneumático</p><p>- Sistema de freios</p><p>- Manutenção e uso de ferramentas mecânicas</p><p>- Diagnose de falhas</p><p>- Sistemas automotivos de Partida</p><p>- Metrologia, Instrumentos de medição</p><p>- Conceitos de manutenção, preventiva, corretiva e preditiva</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BOSCH, Sistemas de Injeção Eletrônica Diesel. BOSCH, 2016.</p><p>SANTOS E VARELLA. Noções Básicas de Motores Dieses. UFRJ-RJ, 2010.</p><p>SENAI, Mecânica de Automóveis – Motores de Combustão Interna. SENAI-RS, 2003.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>109</p><p>TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA – EXPERIÊNCIA EM ELÉTRICA E ELETRÔNICOS</p><p>CORRENTE ELÉTRICA - Grandezas elétricas, Tensão e corrente.</p><p>GERADORES - Associação de geradores, Analogia dos circuitos hidráulico e elétrico, bateria</p><p>(acumulador de energia) Gerador Dínamo Gerador Alternador Motor de Partida. RESISTÊNCIA</p><p>ELÉTRICA - Lei de Ohm, Códigos de cores para resistores resistência equivalente.</p><p>CAPACITORES - Tipos de capacitores.</p><p>MAGNETISMO - Eletromagnetismo.</p><p>COMPONENTES ELETRÔNICOS - Resistores, Potenciômetro, Capacitores, Materiais semicondutores.</p><p>TRANSISTORES - Transistores PNP e NPN, Transistores como chave, Transistores amplificadores</p><p>(circuitos analógicos) Retificador controlado de silício (RCS).</p><p>CIRCUITOS INTEGRADOS - Conceito, Microprocessador e memórias, conceitos básicos de eletrônica</p><p>analógicas e semicondutores, Classificação, Dopagem de material semicondutor.</p><p>DIODOS, Diodo semicondutor, Principais características do diodo semicondutor, Diodo retificador,</p><p>Diodo emissor de luz (LED – light emiting diode).</p><p>TRANSISTORES,SENSORES, FUSÍVEIS, Características elétricas dos fusíveis,</p><p>Noções básicas dos esquemas elétricos.</p><p>ARCONDICIONADO AUTOMOTIVO - Princípio de funcionamento, Fundamento do sistema de ar</p><p>condicionado, Segurança, Conceitos Básicos, Temperatura ,Pressão ,Conceitos básicos de</p><p>termodinâmica, Estados da matéria, Relação pressão VS temperatura, Diagrama pressão VS</p><p>temperatura da água, Abaixando a pressão, Evaporação, Outros processos.</p><p>Aquecedor, Eletro ventilador do compartimento do Passageiro, Ventilador de Arrefecimento</p><p>(ventoinha), Acumulador de Sucção, Mangueiras e Dutos de gás refrigerante, Muffler, Componentes</p><p>de vedação, Dispositivos de proteção contra congelamento, Termostato, Termistor, Pressostato de</p><p>Baixa, Dispositivos de proteção e controle de pressão, Pressostato de Alta, Pressostado de Três Níveis,</p><p>transdutor de Pressão, Dispositivos de controle, Sensores de temperatura, Painel de controle.</p><p>Informações Técnicas – Bosch. Informações Técnicas – Mercedes Benz do Brasil</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>S.A SENAI/PE – Mecânico de Automóveis II. Recife, 1998.</p><p>MARTINELLI, Luiz Carlos Jr. Transferência de Calor. Parte I – II – III – IV – V. Unijuí – Campus</p><p>Panambi PUC – Rio de Janeiro – Certificação digital nº 0015609/CA – Ar Condicionado</p><p>Automotivo – Capítulo II Júnior, Teófilo Manoel da Silva; Rosa, Laércio. Sistema de Ar</p><p>Condicionado Automotivo – SENAI Fic Frio – Fonte de informação ao cliente Tecumseh. Ano</p><p>14 nº 70 AGOSTO 2006 Notícias Refrescantes Du Pont Fluídos Refrigerantes - Ano 2 - 4ª</p><p>Edição - Julho de 2007 - Du Pont Fluídos Refrigerantes Glehn, Fábio Ribeiro Von; Badan, Marco</p><p>Aurélio Brazâo Costa. Catálogo para Conceitos Teóricos e Diagnósticos em Sistemas de Ar</p><p>Condicionado Volume III - Ciclo Engenharia Peixoto, Roberto de Aguiar. Instituto Mauá de</p><p>Tecnologia-IMT - Programa</p><p>das Nações Unidas. Junho/2008 De Barros, Ruy de Góes Leite.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>110</p><p>Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental.</p><p>Departamento de Mudanças Climáticas. A implementação do Protocolo de Montreal no Brasil</p><p>Pirani, Marcelo José. UFBA – Universidade Federal da Bahia – Escola Politécnica – Sistemas</p><p>Térmicos Pirani, Marcelo José. UFBA – Universidade Federal da Bahia – EGN 176 Refrigeração</p><p>e Ar Condicionado Manual de Treinamento Webasto – Curso de Aperfeiçoamento Apresentação</p><p>Power Point Delphi Fiat - Grupo de Engenharia Desenvolvimento de Sistemas Térmicos do</p><p>Centro Tecnológico de Piracicaba Treinamento sobre Diagnose e Climatização Fiat – Agosto de</p><p>2006 Apresentação Power Point Chevrolet - Treinamento de Rede Chevrolet Castro, José.</p><p>Limpeza de Circuitos de Refrigeração. 04 de novembro de 1999 Bosch. Informações técnicas</p><p>e programa completo - Filtros de Cabine Bosch. 2005 www.google.com.br . Acesso abril 2009.</p><p>TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE ELEVADORES</p><p>Metrologia, Instrumentos de medição, Elementos de máquinas, Desenho técnico mecânico, Sistema</p><p>Internacional de Unidades, Lubrificação, Resistência dos materiais, Gestão da Manutenção:</p><p>Manutenção Preventiva, Corretiva e Preditiva, Processos de fabricação mecânica. Sistemas</p><p>hidráulicos e pneumáticos. Ajustagem. Noções de soldagem. ELETROTÉCNICA: Circuitos elétricos;</p><p>Medidas elétricas; Materiais elétricos; Máquinas elétricas (Motores e geradores); Equipamentos</p><p>elétricos (disjuntores, chaves seccionadoras e banco de capacitores); Sistemas trifásicos; Desenho</p><p>técnico & Diagramas elétricos; Acionamentos e controles elétricos; Instalações elétricas de alta e</p><p>baixa tensão; Iluminação, sistemas de comando, segurança em instalações energizadas. Medição de</p><p>energia e sistemas de supervisão; Proteção de sistemas elétricos; Princípios gerais de concepção de</p><p>programas; Sistemas de Comando, Contatores, Fiação, Esquemas Elétricos, Projeto de Instalações</p><p>Elétricas Residenciais e Comerciais; Aterramento e Luminotécnica; Normalização; Acionamentos de</p><p>Máquinas Elétricas; Correção de Fator de Potência. Conhecimentos sobre lei de Ohms. Iluminação,</p><p>Motores de CC (características técnicas, manutenção, ensaios). Normas de segurança e Legislação</p><p>do Trabalho. CONHECIMENTO ESPECÍFICO DE ELEVADORES DE PASSAGEIROS Esquema básico de</p><p>funcionamento do elevador, componente do elevador, projetos para edifícios com casa de máquinas</p><p>e sem casa de máquinas, modernização, características fundamentais dos elevadores, tipos de</p><p>acionamento, comandos de pavimento, módulo eletrônico microprocessador, cabina, porta, casa de</p><p>máquina, limitadores de velocidade, motor acionado por inversor de frequência. Partida de motores.</p><p>f. Instalações Elétricas Tipos de Sistemas de Distribuição em Baixa Tensão: Estudo das Cargas: Tipos</p><p>e características. Curvas de carga. Fatores de carga, de utilização de simultaneidade, de demanda,</p><p>de diversidade. Demandas média e máxima. Projeto: Conceitos básicos necessários aos projetos e</p><p>execução das instalações elétricas. Simbologia usual. Localização em planta dos pontos de utilização.</p><p>Traçado e representação de circuitos. Quadros: Tipos de quadros de distribuição. Linhas Elétricas:</p><p>Tipos e dimensionamento. Condutores: Funções. Tipos de condutores e isolamentos. Seções e</p><p>bitolas dos condutores. Dimensionamento. Proteção contra Sobrecargas. Proteção Contra Choques</p><p>Elétricos e Incêndio: Esquemas de aterramento (TN, TT e IT). Aterramentos funcionais e de proteção.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>111</p><p>Dimensionamento da malha de terra. Proteção contra variações de tensão em serviço. Distribuição</p><p>de Energia Elétrica Sistemas de Distribuição: Sistema de Distribuição dentro de um sistema de</p><p>energia. Níveis de tensões usuais. Configurações dos sistemas de distribuição: sistemas radiais, em</p><p>anel e em malha (networks), aéreos e subterrâneos. Estudo das Cargas: Definições. Demanda:</p><p>demanda máxima, demanda média, demanda diversificada. Fatores empregados. Curvas de carga.</p><p>Avaliação de carga futura. Sistemas Primários de Distribuição: Configurações usuais. Redes aéreas</p><p>primárias e redes subterrâneas primárias: dimensionamento e especificação dos condutores.</p><p>Características dos cabos de cobre e alumínio para uso nos alimentadores primários. Desenho e</p><p>representação em planta da rede. Dimensionamento do transformador de distribuição.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ABNT NBR NM 207:1999 Elevadores elétricos de passageiros – Requisitos de segurança para</p><p>construção e instalação.</p><p>ABNT NBR NM 267:2002 Elevadores hidráulicos de passageiros – Requisitos de segurança para</p><p>construção e instalação.</p><p>ABNT NBR 16042:2012 Elevadores elétricos de passageiros – Requisitos de segurança para</p><p>construção e instalação de elevadores sem casa de máquinas.</p><p>NBR15597 de 07/2010 - Requisitos de segurança para a construção e instalação de elevadores -</p><p>Elevadores existentes - Requisitos para melhoria da segurança dos elevadores elétricos de</p><p>passageiros e elevadores elétricos de passageiros e cargas.</p><p>NBR5665 de 04/1983 - Cálculo do tráfego nos elevadores.</p><p>ABNT NBR 16083:2012 Manutenção de elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes —</p><p>Requisitos para instruções de manutenção.</p><p>NBR 9.050/2004 (Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos).</p><p>NR-12 (Norma Regulamentadora de Máquinas e Equipamentos).</p><p>ALBERTAZZI, A.; SOUZA, R. de. Fundamentos de metrologia Científica e Industrial. Tamboré: Manole,</p><p>2008.LIRA, F. A. de. Metrologia na Indústria. São Paulo: Érica, 2008.</p><p>MENDES, Alexandre e ROSÁRIO, Pedro Paulo. Metrologia & Incerteza de Medição. EPSE, 2005.</p><p>STRAUHS, F. do R. Desenho técnico. 1. ed.Curitiba: Base Editora, 2010.JUNGHANS, Daniel.</p><p>Informática aplicada ao desenho técnico. Curitiba: Base Editorial, 2010.BUENO, Claudia Pimentel;</p><p>PAPAZOGLOU,Rosarita Steil. Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá Editora, 2008.</p><p>MENDONÇA, R. G. de; SILVA, R. V. R. da.Eletricidade básica. 1. ed. Curitiba: Editora do Livro Técnico,</p><p>2010.WOLSKI, Belmiro. Eletricidade Básica. 1. Ed.Curitiba: Base Editorial, 2007.</p><p>ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise decircuitos em corrente contínua. 21. ed. São Paulo: Érica,</p><p>2011.FILHO, Matheus Teodoro Silva. Fundamentos de eletricidade. 1. ed. São Paulo: LTC, 2007.</p><p>WOLSKI, Belmiro. Circuitos e medidas elétricas. Curitiba: Base Editorial, 2010.</p><p>MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada. 8. ed. São Paulo: Érica,</p><p>2009.MEIRELLES, Vitor Cancela. Circuitos elétricos.4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. CORAIOLA, José</p><p>Alberto. MACIEL, Ednilson Soares, Máquinas elétricas. 1. ed. Curitiba: Base, 2010.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>112</p><p>CORAIOLA, José Alberto. MACIEL, Ednilson Soares, Transformadores e motores de indução. 1. ed.</p><p>Curitiba: Base, 2010.</p><p>KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. 1. ed. Rio de Janeiro: Globo, 2004.</p><p>FRANCHI, Claiton Moro. Acionamentos elétricos. 4. ed. São Paulo: Érica, 2009.</p><p>WALENIA, Paulo Sérgio. Projetos elétricos industriais. Curitiba: Base Editorial, 2010.</p><p>COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson do Brasil, 2009.CREDER,</p><p>Helio. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro: LTC,</p><p>2007.</p><p>LELUDAK, Jorge Assade. Acionamentos eletropneumáticos. Curitiba: Base Editorial, 2010. SANTOS,</p><p>Winderson Eugenio dos Controladores lógicos programáveis (CLPs). Curitiba: Base Editorial, 2010.</p><p>STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3.ed. São Paulo: Hemus, 2002.NATALE, Fernando.</p><p>Automação industrial. 2. ed.São Paulo: Érica, 2000.</p><p>SHIGLEY, Joseph. Elementos de Máquinas. São Paulo: LTC, 1992.MELCONIAN, Sarkis. Elementos de</p><p>Máquina.São Paulo: Editora Érica, 1999.</p><p>PROVENZA, Francesco. Mecânica Aplicada. São Paulo: PROTEC, 1994.</p><p>RODRIGUES, Marcelo. Gestão da manutenção elétrica, eletrônica e mecânica. Curitiba: BaseEditorial,</p><p>2010.ALMEIDA, Jason Emirick. Motores elétricos: manutenção e testes. 3. ed. São Paulo:</p><p>Hemus,2006.</p><p>COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas.</p><p>INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS - João Mamede Filho, 8ª edição, 2013.</p><p>ELETROMAGNETISMO - Joseph A. Edminister e Mahmood Nahvi-Dekhordi, 3ª edição, 2013.</p><p>FUNDAMENTOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS - David E. Johnson, John L Hilburn, Johnny R.</p><p>Johnson, 4ª edição, 2008.</p><p>CIRCUITOS ELÉTRICOS - Joseph A. Edminister, 1ª edição, 1972.</p><p>ELETRÔNICA VOLUME 1 - Albert Malvino, David J. Bates, 7ª edição, 2011.</p><p>ELETRÔNICA VOLUME 2 - Albert Malvino, David J. Bates, 8ª edição, 2016.</p><p>FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS - Charles K. Alexander, Matthew N. O. Sadiku, 5ª edição,</p><p>2013.</p><p>DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS E TEORIA DE CIRCUITOS - Robert L. Boylestad, Louis Nashelsky, 8ª</p><p>edição, 2010.</p><p>TÉCNICO EM MECÂNICA / TÉCNICO EM MECÂNICA – EQUIPAMENTOS HOSPITALARES</p><p>- Desenho Técnico Mecânico</p><p>- Metrologia (instrumentos de medição)</p><p>-Sistema Internacional de Unidades</p><p>- Paquímetro</p><p>- Micrômetro</p><p>- Relógio comparador</p><p>- Goniômetro</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>113</p><p>Tolerâncias e Ajustes</p><p>- Ajustes</p><p>- Folgas e Interferências</p><p>- Símbolos</p><p>- Sistema Iso de tolerâncias</p><p>- Simbologia de acabamento superficial</p><p>Tecnologia dos Materiais</p><p>- Tipos de Materiais (metálicos e não metálicos)</p><p>- Propriedades dos materiais</p><p>- Elasticidade</p><p>- Ductilidade e/ou Plasticidade</p><p>- Dureza</p><p>- Tenacidade</p><p>Ligas Metálicas Ferrosas</p><p>- Nornas SAE para aços</p><p>- Aços e ferros fundidos</p><p>- Aço carbono</p><p>- Liga de aço</p><p>Tratamento Térmico</p><p>- Têmpera</p><p>- Recozimento</p><p>- Revenimento</p><p>- Cementação</p><p>Ensaios Mecânicos</p><p>- Tração</p><p>- Dureza</p><p>- Plasticidade e Elásticidade ( fases)</p><p>Processos de Fabricação</p><p>- Usinagem</p><p>- Conformação</p><p>- Forjamento</p><p>- Extrusão</p><p>- Trefinação</p><p>- Estampagem</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>114</p><p>- Laminação</p><p>- Fundição</p><p>Roscas (tipos)</p><p>- Métrica</p><p>- Whitworth (inglesa)</p><p>- UNC e UNF (americana)</p><p>- Quadreadas e Trapeizodais</p><p>- Gás</p><p>- Cônicas</p><p>Engrenagens</p><p>- Diametral Pitch</p><p>- Módulo</p><p>- Retas e Helicoidais</p><p>- Cônicas</p><p>Técnicas de Oficina</p><p>- Serrar</p><p>- Estampar</p><p>- Forjar</p><p>- Esmerilhar</p><p>- Puncionar</p><p>- Limar</p><p>- Rebitar</p><p>- Calandrar</p><p>Noção de Soldagem (Tipos)</p><p>- Elétrica</p><p>-TIG</p><p>- MAG / MIG</p><p>-Oxi – Acetileno</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>A. L. CASILAS / Máquinas: Formulário Técnico / Editora Mestre JOU / 1981</p><p>LAURO SALLES CUNHA / Manual Prático do Mecânico / Editora Saraiva VICENTE CHIAVERINI /</p><p>Tecnologia Mecânica – 3 volumes / Editora Mc Graw Hill</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>115</p><p>TÉCNICO EM MECÂNICA DE GERADORES</p><p>MECÂNICA GERAL – Decomposição e resultante de forças; Diagrama de corpo livre; Momento de</p><p>força; Equilíbrio; Apoio e reações de apoio; Atrito; Dinâmica (Leis de Newton-Euler); Tração e</p><p>compressão e torção; Lei de Hooke; Diagrama de momento fletor e esforço cortante.</p><p>ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS – eletricidade básica e circuitos em CC; leis de Ohm; lei de Kirchoff;</p><p>métodos de análise de circuitos elétricos; análise de circuitos de CA; potência em CA; indutores e</p><p>capacitores; instrumentos de medição elétrica.</p><p>MOTORES A COMBUSTÃO INTERNA – Conceitos de termodinâmica; 1ª e 2ª Leis da termodinâmica;</p><p>Ciclo Otto; Ciclo Diesel; Partes componentes de motores a gasolina e a diesel; Funcionamento de</p><p>motores a gasolina e a diesel; sistemas de refrigeração; sistemas de injeção de combustível; curvas</p><p>de torque e de potência para motores a gasolina e a diesel; análise de consumo; motores</p><p>sobrealimentados (turbo e compressores mecânicos); análise estequiométrica da mistura ar-</p><p>combustível; taxas de compressão; ajuste de ponto de ignição; análise de combustíveis e</p><p>lubrificantes (propriedades, contaminação, especificações API e SAE); Análise, diagnóstico e</p><p>manutenção de motores.</p><p>GRUPO MOTOR GERADOR – Funcionamento; Métodos de geração; Alternador AC; Associação de</p><p>geradores; cálculo da necessidade de carga e dimensionamento de GMG; Arranjo/configuração para</p><p>geradores; modos de operação; análise e solução de falhas; sistemas de proteção elétrica.</p><p>MANUTENÇÃO - Conceituação; Manutenção preventiva, corretiva e preditiva; Técnicas de</p><p>manutenção (TPM, FMEA, FTA e HAZOP); Planejamento e controle da manutenção; Indicadores de</p><p>confiabilidade; Gestão da manutenção; Manutenção em máquinas mecânicas, térmicas e elétricas;</p><p>Princípios da Manutenção. Manutenção produtiva total (TPM); Estudo da condição do equipamento</p><p>e monitoramento através de ensaios não destrutivos (END).</p><p>DESENHO TÉCNICO E METROLOGIA - leitura e intepretação de desenhos de sistemas mecânicos e</p><p>elétricos; Noções de CAD; Conversão de unidades; Sistema internacional de unidades; Característica,</p><p>utilização e leitura de instrumentos/ferramentas de medição; Sistemas de tolerâncias e ajustes;</p><p>Classificação dos instrumentos de medidas mecânicas/elétricas; Instrumentos de bobina móvel;</p><p>Instrumentos de ferro móvel; Medição de pressão, vazão, corrente e tensão; Medição de resistência;</p><p>Medição de potência; Medidores de energia elétrica; Frequencímetro; Medidor de fator de potência;</p><p>Simbologia.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>TAYLOR, C. F. Análise dos Motores de Combustão Interna. v. 1. São Paulo: Edgard Blucher, 1971.</p><p>RACHE, M. Mecânica Diesel. São Paulo: Hemus, 2013.</p><p>VAN WYLEN, Gordon J.; BORGNAKKE, Claus; SONNTAG, Richard E. Fundamentos da Termodinâmica.</p><p>6. ed. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda, 2003.</p><p>MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 18. ed. São Paulo: Érica, 2012.</p><p>HIBBELER, C. R. Resistência dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010.</p><p>MELCONIAN, S. Elementos de Máquinas. 9. ed. São Paulo: Érica, 2011.</p><p>GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2009.</p><p>ALMEIDA, P. Manutenção mecânica industrial: conceitos básicos e tecnologia aplicada. São Paulo:</p><p>Érica, 2014.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>116</p><p>SILVA, A.; et al. Desenho Técnico Moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.</p><p>XAVIER, J. N.; PINTO, Alan Kardec. Manutenção: Função Estratégica. Qualitymark. 2ª Edição. Rio de</p><p>Janeiro, 2002.</p><p>CARRETEIRO, R. P. Lubrificantes e Lubrificação Industrial. Rio de Janeiro: Interciência, 2006.</p><p>AGOSTINHO, O. L; RODRIGUES, A. C. S.; LIRANI, J. Tolerâncias, ajustes, desvios e análise de dimensões.</p><p>São Paulo: Edgard Blucher, 1977.</p><p>DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 1999.</p><p>TÉCNICO EM MECÂNICA – EQUIPAMENTO ELETRÔNICO</p><p>ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS – eletricidade básica e circuitos em CC; leis de Ohm; lei de</p><p>Kirchoff;</p><p>métodos de análise de circuitos elétricos; análise de circuitos de CA; potência em CA; indutores e</p><p>capacitores; instrumentos de medição elétrica.</p><p>MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS - Características dinâmicas das máquinas elétricas; tipos e ensaios de</p><p>transformadores; motores de corrente contínua (de indução, síncrono a ímãs permanentes e de</p><p>relutância, de passo e especiais); Classificação das máquinas motoras e geradoras.</p><p>AUTOMAÇÃO – arquiteturas típicas de sistemas de automação; controladores lógico-programáveis</p><p>(CLP). Linguagens de programação de CLPs. Sistemas SCADA, MES, supervisórios e ERPs; projeto de</p><p>automação utilizando CLPs e sistemas supervisórios; características e princípio de funcionamento de</p><p>sensores, atuadores e controladores; desempenho de instrumentos e técnicas de medição.</p><p>SISTEMAS DIGITAIS – sistemas de numeração.; álgebra Booleana; circuitos combinacionais e</p><p>sequenciais; Funções lógicas; conversores A/D e D/A; Dispositivos de memórias.</p><p>MANUTENÇÃO - Conceituação; Manutenção preventiva, corretiva e preditiva; Técnicas de</p><p>manutenção (TPM, FMEA, FTA e HAZOP); Planejamento e controle da manutenção; Indicadores de</p><p>confiabilidade; Gestão da manutenção; Manutenção em máquinas mecânicas, térmicas e elétricas;</p><p>Princípios da Manutenção. Manutenção produtiva total (TPM); Estudo da condição do equipamento</p><p>e monitoramento através de ensaios não destrutivos (END).</p><p>DESENHO TÉCNICO E METROLOGIA - leitura e intepretação de desenhos de sistemas mecânicos e</p><p>elétricos; Noções de CAD; Conversão de unidades; Sistema internacional de unidades; Característica,</p><p>utilização e leitura de instrumentos/ferramentas de medição; Sistemas de tolerâncias e ajustes;</p><p>Classificação dos instrumentos de medidas mecânicas/elétricas; Instrumentos de bobina móvel;</p><p>Instrumentos de ferro móvel; Medição de pressão, vazão, corrente e tensão; Medição de resistência;</p><p>Medição de potência; Medidores de energia elétrica; Frequencímetro; Medidor de fator de potência;</p><p>Simbologia.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AGUIRRE, L. A. Fundamentos de instrumentação. São Paulo: Pearson, 2013.</p><p>ALMEIDA, P. Manutenção mecânica industrial: conceitos básicos e tecnologia aplicada. São Paulo:</p><p>Érica, 2014.</p><p>BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e fundamentos de medidas. Vol. I e II. 2. ed. Rio</p><p>de Janeiro: LTC, 2010.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>117</p><p>BOYLESTAD, R. Introdução à análise de circuitos. Rio de Janeiro: Pretince-Hall do Brasil, 1998.</p><p>BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 5. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Prentice-Hall do Brasil, 1994.</p><p>SILVA, A.; et al. Desenho Técnico Moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.</p><p>BIM, E. Máquinas elétricas e acionamento. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2014.</p><p>CAPUANO, F. G.; IDOETA, I. V. Elementos de Eletrônica Digital. 42. ed.: ERICA, 2018</p><p>CRUZ, E. C. A.; CHOUERI JR., S. Eletrônica Aplicada. 2. ed.: ÉRICA, 2018.</p><p>MELCONIAN, S. Elementos de máquinas. 6. ed. São paulo: Editora Érica.</p><p>ALBUQUERQUE, R Análise de circuitos em corrente alternada. 2. ed. Editora èrica, 2014.</p><p>XAVIER, J. N.; PINTO, Alan Kardec. Manutenção: Função Estratégica. Qualitymark. 2ª Edição. Rio de</p><p>Janeiro, 2002.</p><p>TOCCI, R. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2007.</p><p>DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 1999.</p><p>CAPUANO, Francisco G.; IDOETA, Ivan V. Elementos de eletrônica digital. 41. ed. São Paulo: Érica,</p><p>2012. 544p.</p><p>TÉCNICO EM MECÂNICA – EXPERIÊNCIA EM TORNEARIA MECÂNICA</p><p>1.Variáveis atuantes nas operações de usinagem:</p><p>2. Roscas:</p><p>3. Ferramentas:</p><p>4. Instrumentos de medição:</p><p>5. Desenho técnico mecânico:</p><p>6. Componentes do torno:</p><p>7. Matemática básica:</p><p>8. Parâmetros de corte:</p><p>9. Tipos de torno:</p><p>10. Processos de torneamento:</p><p>11. Cálculo de velocidade de corte e avanço:</p><p>12. Fluidos de corte:</p><p>13. Tipos de suporte:</p><p>14. Sistema de tolerância de medidas:</p><p>15. Sinais indicativos das superfícies (Norma DIN 140): e</p><p>17. Comandos CNC para tornos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>A. L. CASILAS / Máquinas: Formulário Técnico / Editora Mestre JOU / 1981; LAURO SALLES CUNHA /</p><p>Manual Prático do Mecânico / Editora Saraiva / 2006; Apostila Tornearia Básica SENAI-RJ / Edição</p><p>Própria / 2012; DINO FERRARESI / Fundamentos da Usinagem dos Metais (vol 1, 2 e 3) / Editora</p><p>Edgard Blucher / 1977 e 1978; J.M. FREIRE / Tecnologia Mecânica – Torno Mecânico vol 3 / Editora</p><p>LTC / 1984; J.M. FREIRE / Tecnologia do Corte / Editora LTC / 1977; OSWALDO LOPES / Tecnologia</p><p>Mecânica - Elementos para Fabricação Mecânica em Série / Editora EFREI / 1983; CHIAVERINI /</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>118</p><p>Tecnologia Mecânica – 3 volumes / Editora Mc Graw Hill; e Normas da ABNT -NBR 6175 TB -83 de</p><p>07/2015: os processos mecânicos de usinagem. Técnico em eletromecânica/Senai -Caruaru/2011 –</p><p>Noções em tornearia/Senai – RJ/2007 – Apostila de metrologia/IFSC – Usinagem básica/CEFET –</p><p>SC/2009.</p><p>TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE</p><p>1 – POLUIÇÃO AMBIENTAL</p><p>1.1 - O MEIO AQUÁTICO – A água na natureza; Usos da água e requisitos de qualidade; alteração da</p><p>qualidade das águas; Parâmetros Indicadores da qualidade da água; Abastecimento de água;</p><p>Tratamento de Esgotos; Reúso da água; A importância da manutenção da qualidade das águas</p><p>naturais.</p><p>1.2 - O MEIO TERRESTRE – conceito, composição e formação dos solos; Características</p><p>ecologicamente importantes dos solos; Classificação dos Solos; Erosão; Poluição do solo rural e</p><p>urbano – Ocorrência e Controle.</p><p>1.3 - O MEIO ATMOSFÉRICO – Atmosfera, características e composição; Principais poluentes</p><p>atmosféricos; Padrões de qualidade do ar; controle da poluição do ar; Poluição sonora.</p><p>2 – LEGISLAÇÃO AMBIENTAL</p><p>A Constituição Brasileira de 1988 e a questão ambiental; Política Nacional de Meio Ambiente e seus</p><p>instrumentos (Lei nº 6938/81). O SISNAMA. Zoneamento ambiental e espaços ambientalmente</p><p>protegidos: Áreas de Preservação Permanente (APP), Sistema Nacional de Unidades de Conservação</p><p>(SNUC), Licenciamento Ambiental (Lei Complementar nº 140/2011) e estudo prévio de impacto</p><p>ambiental (CONAMA n°01/86 e 237/97); Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12305/10).</p><p>3 – GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS</p><p>Resíduos sólidos: definição, classificação e identificação de resíduos – NBR 10.004 / 10.005 / 10.006;</p><p>Resíduos de Serviços de Saúde (RSS). Legislação básica. Tratamentos e disposição final dos resíduos</p><p>sólidos. Inventário de resíduos. Política dos 3Rs. Processos de transporte de resíduos: manifesto de</p><p>transporte de resíduos (MTR). Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) / Plano de</p><p>Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).</p><p>4 – PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL</p><p>Componentes de um plano de gestão; Medidas mitigadoras; Medidas compensatórias; Medidas de</p><p>valorização dos impactos benéficos; Estudos complementares ou adicionais; Plano de</p><p>monitoramento; Medidas de capacitação e gestão; Estrutura e conteúdo de um plano de gestão</p><p>ambiental.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>119</p><p>BARBOSA, R. P. ;IBRAHIN, F.I.D. Resíduos Sólidos: Impactos, Manejo e Gestão Ambiental. 1. ed. Érica.;</p><p>2014.BIDO.</p><p>BRAGA, B., et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2ª edição. São Paulo: Prentice Hall, 2005.</p><p>BRASIL/MMA/UNESCO. Legislação Ambiental Básica. Brasília, 350 p., 2008.</p><p>FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental. São</p><p>Paulo: Saraiva, 2009.</p><p>SANCHEZ, L. E. Avaliação do Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. 2ª Edição. Atualizada e</p><p>Ampliada. Rio de Janeiro: Ed. Oficina de Textos, 2013.</p><p>TÉCNICO EM METALURGIA</p><p>LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHO TÉCNICO: Construções geométricas; Planos e sólidos</p><p>geométricos; Cálculo de área, volume e perímetro; Teoria introdutória ao Desenho Técnico;</p><p>Princípios Básicos; Perspectiva isométrica; Vistas ortogonais; Projeções ortogonais; Linhas utilizadas</p><p>nas vistas ortogonais; Hachuras; Cortes; Cotagem; Tolerâncias; Escala. METROLOGIA - MEDIÇÃO:</p><p>Teoria introdutória; Fnalidade do controle; Medição; Unidade; Múltiplos e submultiplos do metro –</p><p>sistema inglês americano; Normas gerais de medição; Método, instrumento e operador; Laboratório</p><p>de metrologia; Fita métrica; Paquímetro. CIÊNCIA DOS MATERIAIS: Estrutura do átomo e da molécula;</p><p>Ligações químicas: iônica, covalente e metálica; Propriedades mecânicas, térmicas, elétricas,</p><p>magnéticas e ópticas dos materiais. METALURGIA DOS AÇOS: Classificação dos aços; Efeito dos</p><p>elementos de liga e das impurezas nas propriedades. TRATAMENTOS TÉRMICOS, MECÂNICOS E</p><p>QUÍMICOS: Fundamentos; Tratamentos térmicos dos aços comuns: equipamentos, atmosfera do</p><p>forno e tensões internas produzidas durante o aquecimento; Transformação da austenita no</p><p>resfriamento lento; Recozimento, normalização e esferoidização; Transformação da austenita no</p><p>resfriamento rápido; Têmpera; Revenido; Transformação isotérmica da austenita; Tratamentos</p><p>isotérmicos; Recozimento isotérmico, austêmpera e martêmpera; Temperabilidade; Tamanho de</p><p>grão: crescimento e refinamento; Ferro Fundido: tipos, obtenção, propriedades e formas da grafita;</p><p>Envelhecimento; Maleabilização: conceito, processos e constituintes; Noções de conformação a frio</p><p>e a quente; Encruamento; Tratamentos superficiais: carbonetação, nitretação e cianetação.</p><p>METALURGIA DOS NÃO FERROSOS: Classificação das ligas de cobre; Propriedades e aplicações das</p><p>ligas de cobre; Fundição e conformação das ligas de cobre; Classificação das ligas de alumínio;</p><p>Propriedades e aplicações das ligas de alumínio; Fundição e conformação das ligas de alumínio.</p><p>FUNDIÇÃO: Fusão dos metais; Propriedades físicas e de fundição dos metais líquidos; Gases, metais</p><p>líquidos e peças fundidas; Solidificação de metais e ligas; Estrutura bruta de fusão e propriedades</p><p>dos fundidos; Moldes; Escoamento dos metais e alimentação. METALURGIA DA SOLDAGEM: Teoria</p><p>introdutória; Tipos de processos; Segurança na soldagem. PROCESSO DE SOLDAGEM</p><p>OXIACETILÊNICA: Teoria introdutória; Processo; Equipamento; Aplicabilidades; Vantagens;</p><p>Limitações; Procedimentos gerais; Inspeções e testes de cilindros; Manejo do Equipamento; Gases</p><p>utilizados no processo; Tipos de chama. PROCESSO DE SOLDAGEM ELETRODO REVESTIDO: Teoria</p><p>introdutória; Processo; Equipamento; Aplicabilidades; Vantagens; Limitações; Procedimentos gerais;</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>120</p><p>Manejo do Equipamento; Especificações de eletrodos. PROCESSO DE SOLDAGEM MIG/MAG: Teoria</p><p>introdutória; Processo; Equipamento; Aplicabilidades; Vantagens; Limitações; Procedimentos gerais;</p><p>Manejo do Equipamento. PROCESSO DE SOLDAGEM TIG: Teoria introdutória; Processo;</p><p>Equipamento; Aplicabilidades; Vantagens; Limitações; Procedimentos gerais; Manejo do</p><p>Equipamento. PROCESSO DE CORTE OXICORTE: Teoria introdutória; Processo; Equipamento;</p><p>Aplicabilidades; Vantagens; Limitações; Procedimentos gerais; Manejo do Equipamento. ENSAIOS</p><p>MECÂNICOS: Ensaio de tração; Ensaio de impacto (Charpy e Izod); Ensaio de dureza; Ensaios de</p><p>dobramento e flexão; Ensaio de fadiga; Ensaio de fluência; Ensaio de estampabilidade. ENSAIOS NÃO</p><p>DESTRUTIVOS: Descontinuidades e defeitos dos metais; Técnicas de ensaio: ultrassom, partículas</p><p>magnéticas, líquido penetrante, radiografia e ensaios por correntes parasitas.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>MICELI, MARIA TERESA, Desenho Técnico: Básico. 4ª Edição. Editora Imperial Novo Milênio. 2010.</p><p>144p.</p><p>CALLISTER, W.D.; RETHWISCH, D.G. Ciência e Engenharia de Materiais: uma Introdução. 10ª edição.</p><p>Rio de Janeiro: LTC (grupo GEN), 2020.</p><p>VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. 4ª edição, Rio de Janeiro:</p><p>Ed. Campus, 1984.</p><p>CHIAVERINI, V. Aços e Ferros Fundidos. 7ª edição. São Paulo: Ed. Associação Brasileira de Metalurgia,</p><p>Materiais e Mineração - ABM, 2002.</p><p>LIRA, Francisco Adval de, Metrologia na Indústria. 10ª Edição. Editora Érica/Saraiva. 2018. 256p.</p><p>WAINER, Emílio. BRANDI, Sérgio Duarte. MELLO, Fábio Décourt Homem de., SOLDAGEM: processos</p><p>e metalurgia. 4ª Reimpressão. Editora Edgard Brucher LTDA. São Paulo. 2004. 494p.</p><p>BARBOSA, Cássio. Metais não Ferrosos e suas Ligas: Microestrutura, Propriedades e Aplicações.</p><p>Editora E-Papers. Rio de Janeiro. 2014. 532p.</p><p>A. L. CASILLAS, Máquinas: Formulário Técnico. 4ª Edição. Editora Mestre Jou. 1987. 636p.</p><p>SILVA, A.L.V.C.; MEI, P.R. Aços e Ligas Especiais. 3ª edição. São Paulo: Ed. Blucher, 2010.</p><p>MANNHEIMER, W. A. Microscopia dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Sociedade Brasileira de</p><p>Microscopia e Microanálise - SBMM, 2002.</p><p>SOUZA, S. A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. 5a edição. São Paulo: Ed. Blucher, 1982.</p><p>LEITE, P.G.P. Ensaios Não Destrutivos. São Paulo: Associação Brasileira de Metais, 1988.</p><p>HELMAN, H.; CETLIN, P.R. Fundamentos da Conformação Mecânica dos Metais. 2ª edição. São Paulo:</p><p>Ed. Artliber, 2005.</p><p>KONDIC, V. Princípios Metalúrgicos de Fundição. São Paulo: Ed. Polígono/USP, 1973.</p><p>GARCIA, A. Ensaios dos Materiais. 2ª edição. Rio de Janeiro: Editora LTC (grupo GEN), 2012.</p><p>TÉCNICO EM METROLOGIA</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>121</p><p>1.Grandezas e unidades: Sistema Internacional de Unidades; múltiplos e submúltiplos; sistema</p><p>inglês; conversões; grafia correta; algarismos significativos e operações; arredondamentos.</p><p>2.Instrumentos de medição e controle dimensional: tipos, características, aplicações e conservação;</p><p>régua graduada, metro e trena; paquímetro; micrômetro; blocos-padrão; calibradores; verificadores;</p><p>relógio comparador; goniômetro; régua e mesa de seno; rugosidade (parâmetros e representação)</p><p>e rugosímetro; projetor de perfil; medição tridimensional por coordenadas; controle trigonométrico.</p><p>3.Tolerâncias e ajustes: tolerâncias dimensionais lineares e angulares; tolerâncias geométricas de</p><p>forma, orientação, posição e batimento; sistema ISO de tolerâncias e ajustes; folgas e interferências;</p><p>tolerâncias gerais; símbolos, definições e indicações em desenho.4.Calibração de instrumentos:</p><p>calibração de paquímetros, micrômetros e relógios comparadores.</p><p>5.Estatística, erros e incertezas: média aritmética simples e ponderada; mediana e moda; amplitude,</p><p>desvio médio, variância e desvio padrão; erros de medição; precisão, veracidade e exatidão;</p><p>repetibilidade e reprodutibilidade; incerteza de medição tipo A e tipo B; rastreabilidade.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ALBERTAZZI, Armando; SOUZA, André Roberto. Fundamentos de metrologia científica e industrial.</p><p>Barueri: Manole, 2008.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5891: Regras de arredondamento na</p><p>numeração decimal. Rio de Janeiro, 2014.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6158: Sistema de tolerâncias e ajustes. Rio</p><p>de Janeiro, 1995.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6409: Tolerâncias geométricas – Tolerâncias</p><p>de forma, orientação, posição e batimento - Generalidades, símbolos, definições e indicações em</p><p>desenho. Rio de Janeiro, 1997.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO – 2768-1: Tolerâncias gerais: Parte 1:</p><p>Tolerâncias</p><p>para dimensões lineares e angulares sem indicação de tolerância individual. Rio de</p><p>Janeiro, 2001.</p><p>INMETRO. Vocabulário Internacional de Metrologia: conceitos fundamentais e gerais de termos</p><p>associados (VIM 2012). Duque de Caxias, RJ: INMETRO, 2012.</p><p>SECCO, Adriano Ruiz; VIEIRA, Edmur; GORDO, Nívia. Metrologia: profissionalizante de mecânica.</p><p>São Paulo: FIESP, Fundação Roberto Marinho, 2009. (Novo Telecurso. Profissionalizante de</p><p>Mecânica)</p><p>SILVA NETO, João Cirilo da. Metrologia e controle dimensional. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.</p><p>TÉCNICO EM MULTIMEIOS DIDÁTICOS – EAD / TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>122</p><p>INFORMÁTICA</p><p>1. Conhecimentos em Sistemas Operacionais Windows e Linux</p><p>2. Conhecimentos em soluções de produtividade de escritório (editor de texto e planilha)</p><p>LibreOffice e Microsoft Office.</p><p>3. Conhecimentos básicos em softwares de tratamento e edição de imagem</p><p>4. Conhecimentos de hardware</p><p>4.1 Preparação, instalação e desinstalação de equipamentos e acessórios de áudio/vídeo</p><p>(projetores multimídia, computador, notebook, filmadora, câmera digital)</p><p>4.2 Instalação de áudio: configuração; operacionalização; edição; registros sonoros de filmes e</p><p>vídeos</p><p>5. Manutenção Preventiva e Corretiva – Boas práticas na manutenção das estações de trabalho e</p><p>no emprego de materiais relacionados com a manutenção</p><p>5.1 Cuidados com equipamentos e programas</p><p>5.2 Cuidados ao trabalhar com hardware</p><p>5.3 Limpeza do ambiente de trabalho</p><p>5.4 Segurança de dados: backup, antivírus</p><p>6. Conceitos de Internet/Intranet</p><p>EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – Conceitos Gerais; Fundamentos de Educação a Distância; Ambiente</p><p>Virtual de Aprendizagem (Moodle).</p><p>Bibliografia Sugerida:</p><p>ANTONIO, João, Informática para Concursos – 4. ed – Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.</p><p>BITTENCOURT, Rodrigo Amorim Montagem de Computadores e Hardware – 4ª ed – Rio de Janeiro:</p><p>Brasport, 2004.</p><p>FILHO, João, Descobrindo o Linux: Entenda o Sistema Operacional GNU/Linux – 3ª ed – Editora:</p><p>Novatec, 2012</p><p>MORIMOTO, Carlos E. Manual de Hardware Completo – 3ª ed. - Disponível em</p><p>http://www.guiadohardware.net</p><p>PITONYAK, A. et al. Guia de Introdução LibreOffice 5.2 – Janeiro 2018 - Disponível em</p><p>https://documentation.libreoffice.org/assets/Uploads/Documentation/pt-br/GS52/GS5200-Guia-</p><p>de-Introducao-LibreOffice5-2.pdf</p><p>VASCONCELOS, Laércio e VASCONCELOS, Marcelo Manual Prático de Redes - Aprenda Redes Pelo</p><p>Lado Prático. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação LTDA, 2008.</p><p>TANENBAUM; Andrew S; Bos . Herbert; Sistemas operacionais modernos, Editora: Pearson; Edição:</p><p>4, 2016.</p><p>SILVA, Robson, Moodle 3 para gestores, autores e tutores. São Paulo: Novatec, 2016.</p><p>MAIA, C.; MATTAR, J. ABC da EaD: a Educação a Distância hoje. 1. ed. São Paulo: Pearson. 2007.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>123</p><p>TÉCNICO EM NECROPSIA</p><p>- História da Necropsia no Brasil; - Aspectos Éticos, Legais e Sociais da Necropsia; - Princípios de</p><p>Biossegurança; - Técnicas de Necropsia; - Instrumental Utilizado Durante a Execução da Necropsia; -</p><p>Tempos da Necropsia (abertura e fechamento dos cadáveres); - Vias de Acesso para o Exame</p><p>Odonto-Legal; - Técnicas de Conservação de Cadáveres (embalsamamento e tanatopraxia); - Técnicas</p><p>de Preparo de Corpos em Antropologia Forense; - Tanatologia Médico-Legal; - Perícias e Exames no</p><p>Âmbito das Forças Armadas; e, - Noções Gerais de Anatomia Humana.</p><p>Bibliografia Sugeridas:</p><p>ABRAHAMS, PH; SPRATT, JD; LOUKAS, M; SCHOOR, AN. Mc Min & Abrahams: Atlas colorido de</p><p>anatomia humana. 7ª Ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2014; AVELAR, LET; BORDONI,</p><p>LS; CASTRO, MM. Atlas de medicina legal. Rio de Janeiro: MedBook, 2014; BRASIL. Lei nº 8.501, de</p><p>30 de novembro de 1992. Dispõe sobre a utilização de cadáver não reclamado, para fins de</p><p>pesquisa científica e dá outras providências (Publicada no DOU de 01/12/1992 e republicada no</p><p>DOU de 15/12/1992); BRASIL. Resolução SMO nº 696, de 26 de setembro de 2000; BRASIL.</p><p>Processo Consulta CFM nº 1815/87; BRASIL. Decreto-Lei nº 1002, de 20 de outubro de 1969.</p><p>Decreta o Código de Processo Penal Militar (Publicado no DOU de 21/10/69 – Suplemento);</p><p>FRANÇA, GV. Medicina Legal. 9ª Ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2011; PRESTES</p><p>JÚNIOR, LCL; ANCILLOTTI, RV. Manual de técnicas em necropsia médico-legal. 2ª Ed. Rio de Janeiro:</p><p>Rubio, 2019.</p><p>TÉCNICO EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA</p><p>Pirâmide dos alimentos; Macronutrientes, micronutrientes, água e eletrólitos; Alimentação</p><p>saudável nos ciclos da vida (da gestação ao envelhecimento); Dietoterapia (obesidade, diabetes,</p><p>hipertensão);Noções de bioquímica, microbiologia e parasitologia dos alimentos, fundamentos de</p><p>tecnologia dos alimentos; Manual de Boas Práticas; Sistema APPC- Análise de Perigos e Pontos</p><p>Críticos de Controle; POP - Procedimentos Operacionais Padronizados. Doenças Transmitidas por</p><p>Alimentos; Segurança Alimentar e Legislações Pertinentes; Código de Ética; Tabela de Composição</p><p>dos Alimentos; Controle higiênico-sanitário dos alimentos, ambiente, utensílios e equipamentos.</p><p>Higiene pessoal; Administração na Alimentação, Conceitos de Administração; Organização da UAN</p><p>(Unidade de Alimentação e Nutrição);Aspectos físicos da UAN; Segurança no trabalho- uso de EPIs;</p><p>Normas e procedimentos para recebimento, armazenamento, conservação; Pré-preparo e preparo</p><p>dos alimentos; Definição de per capita e porção; Previsão de compras; Rotulagem, Gestão.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>124</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ABERC. Manual ABERC de Práticas de Elaboração e Serviço de Refeições para Coletividades. São</p><p>Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas, 2003;</p><p>ARRUDA, Gillian Alonso. Manual de Boas Práticas: Unidades de Alimentação e Nutrição. 2. ed. São</p><p>Paulo: Ponto Crítico, 2002;</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde .Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria RDC nº 216, de 15 de</p><p>setembro de 2004;</p><p>CARUSO, L,; SIMONY, R. F.; SILVA, A. L. N. D. Dietas Hospitalares- Uma Abordagem na Prática Clínica.</p><p>Editora Atheneu, 2002;</p><p>CARDOSO, M. A. Nutrição e Metabolismo - Nutrição Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2006;</p><p>CÓDIGO DE ÉTICA do Técnico em Nutrição e Dietética;</p><p>CUPPARI, Lilian. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNESP. Escola Paulista de Medicina e</p><p>Nutrição Clínica no Adulto.2.ed.Barueri: Manole, 2005;</p><p>CHAVES, N. Nutrição Básica e Aplicada. São Paulo: Manole, 2002;</p><p>EUCLYDES, Marilene Pinheiro. Nutrição do Lactante - Base Científica para uma Alimentação</p><p>Adequada. Editora: do autor, 2ª edição, 489 pag, 2000;</p><p>MAHAN, L. Kathleen. Krause Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. 14ª ed. Saraiva: Roca, 2018;</p><p>FRANCO, Bernadete D. G. De M. Microbiologia dos Alimentos. Atheneu;</p><p>FERREIRA, Sila Mary Rodrigues. Controle da qualidade em sistema de alimentação coletiva I. São</p><p>Paulo: Varela, 2002;</p><p>GAVA, A.J;SILVA, C.A.B.; FRIAS, J.R.G. Tecnologia de alimentos - Princípios e aplicações. São Paulo:</p><p>Nobel 2008;</p><p>GERMANO, Maria I. Simões. Treinamento para Manipuladores de Alimentos: Fator de segurança</p><p>alimentar e promoção da saúde. São Paulo: Livraria Varela, 2003/ Higiene Alimentar, 203;</p><p>KOVESI,B.; SIFFERT, C.; CREMA, C.; MARTINOLI, G. Técnicas de Cozinha. Editora Nacional, 2009;</p><p>MEZOMO, Iracema Fernandes de Barros. Os serviços de alimentação: Planejamento e administração.</p><p>São Paulo: Manole, 2002;</p><p>PINHEIRO, A. B.</p><p>V.; LACERDA, EMA; BENZECRY, E. H.; GOMES, M. C.S.; COSTA, V. M. Tabela para</p><p>Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. Editora Atheneu, 2000;</p><p>Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013- SP;</p><p>PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. 2ª ed Barueri: Manole, 2006;</p><p>PROENÇA, R. P. C.; SOUZA.; SOUZA, A.A.; VEIROS, M.B.; HERING, B.; Qualidade nutricional e sensorial</p><p>na produção de refeições. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2005;</p><p>SILVA JR. Manual de controle higiêncio sanitário de alimentos.6.de.São paulo: Varela, 2007;</p><p>TÉCNICO OPERAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ENGENHARIA (PESADO E LEVE)</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>125</p><p>Motoniveladora: Noções básicas de manutenção (geral); Noções de segurança (geral); Verificar</p><p>níveis de todos os sistemas (geral); Verificar calibragem dos pneus (geral); Simbologia (geral) e</p><p>Utilização de bloqueio do equipamento. Escavadeira: Posição adequada para verificar níveis e</p><p>Verificar tensionamento ideal das esteiras para cada tipo de terreno. Carregadeira sobre rodas:</p><p>Verificar nível ideal do local de trabalho e Verificar posição ideal da caçamba para a carregadeira</p><p>sobre rodas. Rolo compactador liso e corrugado (“KL” e “KC”): Verificar RPM ideal de trabalho e</p><p>Demonstrar conhecimento em amplitude e frequência. Rolo compactador pneumático (“KP”):</p><p>Indicar temperatura ideal de trabalho; Calibragem ideal dos pneus e Verificar alinhamento ideal dos</p><p>pneus. Pavimentadora (vidro acabadora): Demonstrar conhecimento na operação de equipamentos</p><p>que possuem “joystick”; Demonstrar melhor operação sobre declive e aclive e Conhecimentos na</p><p>utilização da mesa vibratória.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CATERPILLAR. Manual de operação e manutenção escavadeira 320C e 330C.</p><p>NEW HOLLAND. Manual de operação e manutenção carregadeira W 130.</p><p>CATERPILLAR. Manual de operação e manutenção motoniveladora 120H e 140H.</p><p>DYNAPAC. Manual de operação e manutenção rolo compactador liso e corrugado.</p><p>CIBER. Manual de operação e manutenção pavimentadora acabadora AF 5000.</p><p>TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA</p><p>Código de Ética Odontológica; Prevenção e controle de riscos no Serviço Odontológico;</p><p>Generalidades sobre os dentes; Anatomia individual dos dentes; Arcos dentais permanentes e</p><p>Oclusão dental; Oclusão em Dentística; Materiais de moldagem; Gessos; Ceras odontológicas,</p><p>revestimentos para fundição e procedimentos de fundição; Propriedades mecânicas dos materiais</p><p>dentários; Estrutura e propriedade de ligas dentárias para fundição; Ligas para fundição e união de</p><p>metais; Metais trabalhados mecanicamente; Preparos para coroas totais; Cerâmicas Odontológicas;</p><p>Inclusão e fundição. Restaurações de cerâmica; Restaurações metalocerâmicas; Restaurações</p><p>cerâmicas do tipo inlay/onlay; Resinas e polímeros protéticos; Preparo para diagnóstico e</p><p>mapeamento sobre o modelo de estudo; Delineador; Prótese Parcial Removível Inferior; uma</p><p>introdução à prótese parcial fixa; Pônticos e rebordos edêntulos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Código de Ética Odontológica, aprovado pela Resolução CFO – 118/2012.</p><p>DECRETO Nº 87.689, DE 11 DE OUTUBRO DE 1982, que regulamenta a Lei nº 6.710, de 5 de</p><p>novembro de 1979, que dispõe sobre a profissão de Técnico em Prótese Dentária.</p><p>Resolução CFO-185/93, capítulo III – Atividades Privativas do Técnico em Prótese Dentária.</p><p>BRASIL, M.S., ANVISA. Serviços Odontológicos: Prevenção e controle de Riscos. Brasília, 2006.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>126</p><p>MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia do dente. 5ª ed. São Paulo. Sarvier. 2007.</p><p>ANUSAVICE, Kenneth J. Phillips Materiais Dentários. 12ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier. 2013.</p><p>BARATIERI, Luiz Narciso. Odontologia Restauradora – Fundamentos e Possibilidades. São Paulo.</p><p>Livraria Santos Editora. 2001.</p><p>SHILLINGBURG Jr, Herbert T. Fundamentos de Prótese Fixa. 4ª ed. São Paulo. Quintessence Editora.</p><p>2007.</p><p>TODESCAN, Reynaldo. Prótese Parcial Removível - Manual de aulas práticas. 2ª ed. São Paulo. Editora</p><p>Santos. 2001.</p><p>TELLES, D. de M.. Prótese Total: Convencional e Sobre Implantes. 1. ed. São Paulo: Santos Livraria e</p><p>Editora, 2009.</p><p>TÉCNICO EM PUBLICIDADE</p><p>Assistente de Atendimento e Planejamento Publicitário</p><p>Atuar como assistente de Atendimento e Planejamento Publicitário, sendo capaz de elaborar</p><p>briefing, desenvolver pesquisas, levantar e analisar informações e participar na definição de</p><p>estratégias para a elaboração de um plano de comunicação eficiente para se alcançar os objetivos</p><p>de negócio do cliente.</p><p>Assistente de Criação Publicitária</p><p>Atuar e participar do processo de criação de campanhas e peças publicitárias de produtos e serviços,</p><p>desde a concepção das ideias até sua execução em softwares gráficos nos diversos formatos e canais</p><p>de veiculação.</p><p>Assistente de Produção Publicitária</p><p>Produção de peças publicitárias em vários formatos, como foto, vídeo, áudio e gráfico, entendendo</p><p>todas as etapas do processo: escolha dos meios, orçamento, produção, execução e</p><p>acompanhamento de cada atividade.</p><p>Assistente de Mídia e Mídias Digitais</p><p>Auxilia e executa na criação do plano de mídias e mídias digitais. Monitorar resultados da campanha.</p><p>Aplicar técnicas e conhecimentos multidisciplinares na criação e produção de mídia eletrônica e</p><p>digital.</p><p>Atuar no desenvolvimento de campanhas publicitárias, acompanhando as atividades diárias do</p><p>atendimento e gestão do cliente.</p><p>Atuar em todas as etapas de construção de uma campanha publicitária, desde o planejamento</p><p>(como atingir objetivos) e atendimento ao projeto, criação das peças publicitárias, estruturação do</p><p>plano de mídia (onde serão veiculados os anúncios: revistas, jornais, sites, blogs, mídias digitais, etc.)</p><p>até a contratação de empresas e fornecedores.</p><p>Branding - Definições e conceitos básicos da pesquisa envolvendo a gestão de marcas (branding)e a</p><p>gestão do composto de branding. Introdução ao conceito de mercado varejista, comportamento do</p><p>consumidor em relação a esse mercado – considerando as diferenças entre produtos e serviços.</p><p>Conceitos importantes de serviço e seus impactos na percepção da imagem da marca.</p><p>Publicidade e Comunicação</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>127</p><p>Introdução à Publicidade. Relações Humanas no Trabalho. Plano de Mídia e Veículos de</p><p>Comunicação. Produção de Áudio e Vídeo. Produção Gráfica. Criação de Arte e Redação.</p><p>Atendimento e Planejamento. Desenvolvimento Web. Tendências em Publicidade e Comunicação.</p><p>Publicidade diagramação e produção gráfica</p><p>Planejar, criar, produzir, difundir e gerir comunicação em forma de campanhas publicitárias, ações</p><p>promocionais, atividades de marketing, design de identidade de marcas; com domínio para uma</p><p>comunicação publicitária interativa, conforme o comportamento ativo do público-alvo conectado,</p><p>além de um posicionamento ético e socialmente responsável para atuar como agente de</p><p>transformação da sociedade.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>AMARAL, Adriana; RECUERO, Raquel; MONTARDO, Sandra (orgs.) Blogs.com: estudos sobre blogs e</p><p>comunicação. São Paulo: Momento Editorial, 2009SANTOS,</p><p>BAIRON, Sergio. Interdisciplinariedade: Educação, História da cultura e Hipermídia. São Paulo:</p><p>Futura, 2002.</p><p>BAIRON, Sergio. Multimídia. São Paulo: Ed. Global, 1995.BUSTAMANTE, Enrique. Redes Sociales.</p><p>México: Ed. Alfaomega, 2008.</p><p>BANN David, Novo Manual de Produção Gráfica (Português), Ed Bookman, 2012</p><p>COSTA, Rogério da. A Cultura Digital; 2a ed. São</p><p>Paulo: Publifolha, 2003.</p><p>COLLARO, Antônio Celso, Arte e Técnica na Direção de Arte, Produção Gráfica (Português),</p><p>Ed.Pearson, 2011.</p><p>DERTOUZOUS, Michael. O Que Será - Como o novo mundo da informação transformará nossas</p><p>vidas. São Paulo: Ed. Cia. das Letras, 1997</p><p>DIMENTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro. São Paulo: Ed. Ática, 1997</p><p>ERCILIA, Maria. A Internet. 2a ed. São Paulo: Publifolha, 2001.</p><p>FRIEDLEIN, Ashley. Como Gerenciar Sites Web de Sucesso. 1a ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.</p><p>GILMAR. Princípios da Publicidade./ Gilmar Santos- Belo Horizonte: Editora UFMG. 2005. p.17.</p><p>GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as Novas Mídias. São Paulo: Ed. Senac, 2003.</p><p>HEWITT, Hugh. Blog: entenda a revolução. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2007.</p><p>LEÃO, Lucia . O Labirinto da Hipermídia. São Paulo: Ed. Iluminuras, 1999.</p><p>LÉVY, Pierre. A Inteligência Coletiva. 4a ed. São Paulo: Loyola, 2003.</p><p>LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34</p><p>MCLUHAN, Marshall. Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem. trad. Decio Pignatari.</p><p>São Paulo: Ed. Cultrix, 1974.</p><p>LIMA, Frederico O. A Sociedade Digital. 1a ed. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 2000</p><p>MARTINS, Francisco Menezes & SILVA, Juremir Machado da. Genealogia do Virtual: Comunicação,</p><p>Cultura e Tecnologias do Imaginário; 1a ed. Porto Alegre: Ed. Sulina, 2004.</p><p>MOLES, Abraham. Arte e Computador. Porto: Edições Afrontamento, 1990.</p><p>NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Ed. Cia das Letras, 1995.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>128</p><p>NETO, Henrique Vailati. A Comunicação Virtual. São Paulo: Gráfica Arizona, 2007.</p><p>PETRY, Luis Carlos. Topofilosofia: o pensamento tridimensional na hipermídia. São Paulo: Pontifícia</p><p>Universidade Católica - PUC, 2003</p><p>RECUERO, Raquel. Redes Sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.</p><p>ROBERTS, Stevan. Mala-direta via Internet. São Paulo, Futura, 2001.</p><p>SPYER, Juliano. Conectado: o que a internet fez com você eo que você pode fazer com ela. Rio de</p><p>Janeiro: Jorge Zahar, 2007.</p><p>VENTURELLI, Suzete. Imagem Interativa. Brasília: Ed. Univ. de Brasília, 2008.</p><p>VLICHES, Lorenzo. A Migração Digital; trad. Maria Immacolata Vassallo de Lopes; 1a ed. Rio de</p><p>Janeiro: ed. PUC-Rio, 2003.</p><p>XAVIER, Antônio Carlos e MARCUSCHI, Luiz Antônio (org.). Hipertexto e gêneros digitais; 1a ed. Rio</p><p>de Janeiro: ed. Lucerna, 2004.</p><p>ZEFF, Robbin. Publicidade na Internet. Rio de Janeiro, Campus, 2000.</p><p>TÉCNICO EM QUÍMICA</p><p>Química geral: Introdução ao estudo da química. Matéria. Estrutura do átomo. Tabela periódica.</p><p>Interações atômicas e moleculares. Funções inorgânicas. Relações de massa. Estudo dos gases.</p><p>Estequiometria. Fórmulas e equações químicas. Soluções aquosas de substâncias inorgânicas.</p><p>Teoria clássica de ácido-base. Teoria de Brönsted - Lowry dos ácidos e bases. Reações de</p><p>precipitação. Reações de óxido-redução. 2. Físico - Química: Soluções. Propriedades coligativas.</p><p>Termoquímica. Óxido - redução. Eletroquímica. Cinética química. Equilíbrios químicos. Equilíbrio</p><p>em meio aquoso. Estudo de radiações. 3. Química orgânica: Compostos orgânicos.</p><p>Hidrocarbonetos. Funções orgânicas oxigenadas. Funções orgânicas nitrogenadas e haletos.</p><p>Principais funções orgânicas e propriedades físicas. Isomeria. Reações orgânicas. Polímeros. 4.</p><p>Soluções, reagentes e solventes: Soluções comuns de reagentes inorgânicos. Soluções inorgânicas</p><p>especiais. Soluções orgânicas. Reagentes gerais especiais. Materiais especiais em laboratório:</p><p>preparação e purificação. Indicadores em titulação: preparação de soluções padrão e uso. Gases</p><p>emlaboratório: uso e preparação. 5. Segurança em laboratório. 6. Química analítica qualitativa:</p><p>Fórmulas e equações químicas. Soluções aquosas de substâncias inorgânicas. Teoria clássica de</p><p>ácido - base. Teoria de Brönsted - Lowry dos ácidos e bases. Reações de precipitação. Reações de</p><p>óxido - redução. Técnicas experimentais da análise qualitativa inorgânica. 7. Química analítica</p><p>quantitativa: Análise química. Reações em solução. Aparelhagem comum e técnicas básicas.</p><p>Amostragem. Separação. Cromatografia em camada fina. Cromatografia em fase líquida.</p><p>Cromatografia em fase gasosa. Análise titrimétrica. Análise gravimétrica. Métodos eletroanalíticos</p><p>diretos. Espectroscopia eletrônica molecular.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>129</p><p>USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química – Volume único. 9ª edição, São Paulo, Saraiva, 2013.</p><p>FELTRE, R. Fundamento da Química – Volume único. 4ª edição, Moderna, 2005.</p><p>MORITA, T.; ASSUMPÇÃO, R. M. V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes : Padronização –</p><p>Preparação - Purificação. 2º edição, São Paulo, Edgard Blücher, 2007.</p><p>VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. 1ª edição, São Paulo, Mestre Jou, 1981.</p><p>VOGEL, A. I; MENDHAM, J.; DENNEY, R. C.; BARNES, J. D.; THOMAS, M. J. K. Análise</p><p>Química Quantitativa. 6ª edição, São Paulo, LTC, 2002.</p><p>SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER , F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química</p><p>Analítica. Tradução americana da 9ª edição, São Paulo, Cengage Learning, 2014.</p><p>RUSSELL , J. B. - Química Geral. Volume 1. 2ª edição, Pearson, 1994.</p><p>RUSSELL , J. B. - Química Geral. Volume 2. 2ª edição, Pearson, 2000.</p><p>ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14725-1 – Produtos químicos –</p><p>Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente. Rio de Janeiro, 2010.</p><p>ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 18801-Sistema de gestão e segurança e</p><p>saúde no trabalho. Rio de Janeiro, 2011.</p><p>TÉCNICO EM RADIOLOGIA / TÉCNICO EM RADAR</p><p>1- Física das Radiações ionizantes e não ionizantes.</p><p>2- Princípios Básicos de Formação da Imagem.</p><p>3- Proteção Radiológica.</p><p>4- Anatomia Humana.</p><p>5- Anatomia Radiológica.</p><p>6- Terminologia Radiográfica.</p><p>7- Posicionamento Radiológico.</p><p>8- Equipamentos radiográficos.</p><p>9- Contrastes Radiológicos.</p><p>10- Processamento Radiográfico (automático e manual).</p><p>11- Técnicas e Procedimentos Radiológicos.</p><p>12- Mamografia</p><p>13- Densitometria</p><p>14- Noções básicas de procedimentos Angiográficos, Tomografia Computadorizada e Ressonância</p><p>Magnética.</p><p>15- Regulamentação técnica em Radiologia Médica.</p><p>RECOMENDAÇÕES: O candidato selecionado deverá estar ciente de que poderá ser empregado em</p><p>todas e quaisquer atividades na área radiológica, quer seja, em serviços técnicos e administrativos</p><p>afins.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>130</p><p>BIASOLI JR, Antonio Mendes, Técnicas Radiográficas. Livraria e Editora Rubio Ltda.</p><p>CATHERINE, Westbrook & CAROLYN, Kaut. RM Prática. Editora Guanabara Koogan.</p><p>BONTRAGER, K; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada.</p><p>9ª ed. Editora Guanabara Koogan.</p><p>WELBB, Brant Helms Helms. Fundamentos de TC. Editora Guanabara Koogan.</p><p>TÉCNICO EM RADIOLOGIA – EXPERIÊNCIA EM RADIOTERAPIA</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p><p>1- Física das Radiações ionizantes e não ionizantes.</p><p>2- Princípios Básicos de Formação da Imagem.</p><p>3- Proteção Radiológica.</p><p>4- Anatomia Humana.</p><p>5- Anatomia Radiológica.</p><p>6- Terminologia Radiográfica.</p><p>7- Posicionamento Radiológico.</p><p>8- Equipamentos radiográficos.</p><p>9- Contrastes Radiológicos.</p><p>10- Processamento Radiográfico (automático e manual).</p><p>11- Técnicas e Procedimentos Radiológicos.</p><p>12- Mamografia</p><p>13- Densitometria</p><p>14- Noções básicas de procedimentos Angiográficos, Tomografia Computadorizada e Ressonância</p><p>Magnética.</p><p>15- Regulamentação técnica em Radiologia Médica.</p><p>RECOMENDAÇÕES: O candidato selecionado deverá estar ciente de que poderá ser empregado em</p><p>todas e quaisquer atividades na área radiológica, quer seja, em serviços técnicos e administrativos</p><p>afins.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BIASOLI JR, Antonio Mendes, Técnicas Radiográficas. Livraria e Editora Rubio Ltda.</p><p>CATHERINE, Westbrook & CAROLYN, Kaut. RM Prática. Editora Guanabara Koogan.</p><p>BONTRAGER, K; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia</p><p>Associada. 9ª ed. Editora Guanabara Koogan.</p><p>WELBB, Brant Helms Helms. Fundamentos de TC. Editora Guanabara Koogan.</p><p>TÉCNICO EM RADIOLOGIA – EXPERIÊNCIA EM HEMODINÂMICA, MEDICINA NUCLEAR E</p><p>RESSONÂNCIA MAGNÉTICA</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO</p><p>1- Física das Radiações ionizantes e não ionizantes.</p><p>2- Princípios Básicos de Formação da Imagem.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>131</p><p>3- Proteção Radiológica.</p><p>4- Anatomia Humana.</p><p>5- Anatomia Radiológica.</p><p>6- Terminologia Radiográfica.</p><p>7- Posicionamento Radiológico.</p><p>8- Equipamentos radiográficos.</p><p>9- Contrastes Radiológicos.</p><p>10- Processamento Radiográfico (automático e manual).</p><p>11- Técnicas e Procedimentos Radiológicos.</p><p>12- Mamografia</p><p>13- Densitometria</p><p>14- Noções básicas de procedimentos Angiográficos, Tomografia Computadorizada e Ressonância</p><p>Magnética.</p><p>15- Regulamentação técnica em Radiologia Médica.</p><p>RECOMENDAÇÕES: O candidato selecionado deverá estar ciente de que poderá ser empregado em</p><p>todas e quaisquer atividades na área radiológica, quer seja, em serviços técnicos e administrativos</p><p>afins.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BIASOLI JR, Antonio Mendes, Técnicas Radiográficas. Livraria e Editora Rubio Ltda.</p><p>CATHERINE, Westbrook & CAROLYN, Kaut. RM Prática. Editora Guanabara Koogan.</p><p>BONTRAGER, K; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia</p><p>Associada. 9ª ed. Editora Guanabara Koogan.</p><p>WELBB, Brant Helms Helms. Fundamentos de TC. Editora Guanabara Koogan.</p><p>TÉCNICO EM RADIOLOGIA – EXPERIÊNCIA EM TOMOGRAFIA E MAMOGRAFIA</p><p>1- Física das Radiações ionizantes e não ionizantes.</p><p>2- Princípios Básicos de Formação da Imagem.</p><p>3- Proteção Radiológica.</p><p>4- Anatomia Humana.</p><p>5- Anatomia Radiológica.</p><p>6- Terminologia Radiográfica.</p><p>7- Posicionamento Radiológico.</p><p>8- Equipamentos radiográficos.</p><p>9- Contrastes Radiológicos.</p><p>10- Processamento Radiográfico (automático e manual).</p><p>11- Técnicas e Procedimentos Radiológicos.</p><p>12- Mamografia</p><p>13- Densitometria</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>132</p><p>14- Noções básicas de procedimentos Angiográficos, Tomografia Computadorizada e Ressonância</p><p>Magnética.</p><p>15- Regulamentação técnica em Radiologia Médica.</p><p>RECOMENDAÇÕES: O candidato selecionado deverá estar ciente de que poderá ser empregado em</p><p>todas e quaisquer atividades na área radiológica, quer seja, em serviços técnicos e administrativos</p><p>afins.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>BIASOLI JR, Antonio Mendes, Técnicas Radiográficas. Livraria e Editora Rubio Ltda.</p><p>CATHERINE, Westbrook & CAROLYN, Kaut. RM Prática. Editora Guanabara Koogan.</p><p>BONTRAGER, K; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia</p><p>Associada. 9ª ed. Editora Guanabara Koogan.</p><p>WELBB, Brant Helms Helms. Fundamentos de TC. Editora Guanabara Koogan.</p><p>TÉCNICO EM REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO</p><p>Conteúdos Programáticos: Refrigeração e condicionamento de ar. Sistemas de refrigeração e</p><p>condicionamento de ar. Instalação e manutenção de sistemas de refrigeração. Climatização.</p><p>Conforto térmico. Sistemas de distribuição de ar. Ciclos de refrigeração. Compressores,</p><p>condensadores e evaporadores. Gases refrigerantes. Componentes da unidade de refrigeração.</p><p>Sistemas de filtragem do ar. Pressão positiva e negativa para salas cirúrgicas. Condicionadores de ar</p><p>e manutenção. Manutenção preventiva, corretiva e preditiva. Nomenclatura, utilização e</p><p>especificações de ferramentas. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) – Norma</p><p>Regulamentadora 6. Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC. Norma Regulamentadora 10 –</p><p>Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Condições e Meio Ambiente de Trabalho na</p><p>Indústria da Construção – NR 18. Higiene e segurança no trabalho.</p><p>Estudo dos componentes do ciclo de refrigeração, detalhando o sistema de refrigeração com todos</p><p>os componentes de linha de fluxo e segurança/proteção, tipos de compressor, evaporador,</p><p>condensador, termostatos, pressostato, entre outros; Câmara frigorifica, tipos de isolamentos</p><p>térmicos; Tipos de fluidos refrigerantes, como definir o tipo de gás a ser utilizado, qual tipo de óleo</p><p>a ser empregado, noções sobre protocolo de Montreal, Cadastro de IBAMA; Utilização adequada</p><p>dos elementos de expansão; Dimensionamento das tubulações de linha frigorificas;</p><p>Superaquecimento e Sub-resfriamento, formas de cálculo; Causas e defeitos dos sistemas de</p><p>resfriamento, Noções de manutenção preventiva e corretiva; Procedimentos de Start Up e segurança</p><p>pessoal; Montagem de painel de câmara fria, porta de demais acabamentos; Montagem do sistema</p><p>de refrigeração com noção de regulagem de pressostato, superaquecimento, sub-resfriamento,</p><p>válvula de expansão; Noções de manutenção; Envelope do Compressor; Dimensionamento de</p><p>Câmara Fria.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>133</p><p>ANELLI, Giovanni. Manual prático do mecânico e do técnico de refrigeração. Rio de Janeiro: Centro</p><p>Studi Ca Romana, 1994. BRASIL. Norma Regulamentadora 6. NR 6 – Equipamento de Proteção</p><p>Individual (EPI). __. Norma Regulamentadora 10. NR 10 – Segurança em instalações e serviços em</p><p>eletricidade. __. Norma Regulamentadora 18. NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na</p><p>Indústria da Construção. COSTA, E. C. Física aplicada à construção – Conforto térmico. São Paulo:</p><p>Edgard Blucher, 1999. FERRAMENTAS GERAIS – MRO: Manutenção Reparo Operações – Guia de</p><p>suprimentos industriais. Porto Alegre/RS, 2002/2003. LENO, Gilberto; NEGRO, Luiz. Termodinâmica.</p><p>São Paulo: Pearson. 2004 Manuais e catálogos de materiais e equipamentos elétricos de diversos</p><p>fabricantes. MENDES, Luiz Magno de Oliveira. Refrigeração e ar condicionado - Teoria, prática,</p><p>defeitos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1994. STOECKER, F. Wilbert. Refrigeração e ar-condicionado. São</p><p>Paulo: Ed: McGrew-Hill, 1985. TORREIRA, Raul Pergallo. Elementos Básicos de Ar Condicionado. São</p><p>Paulo: Ed.Hemus, 1983.</p><p>Bibliografia 2 1. CREDER, Helio. Instalações de Ar-Condicionado. Rio de Janeiro: Ed. LTC. 4ª</p><p>edição,1990. 2. COSTA, E. C. Refrigeração. São Paulo: Edgard Blücher, [19--]; 3. DOSSAT, R. J.</p><p>Princípios de Refrigeração. São Paulo: Hemus, [198-] 4. STOECKER, W. F., JONES, J. W. Refrigeração e</p><p>Ar Condicionado. São Paulo: McGraw-Hill, 1985. 5. CASTRO SILVA, J., CASTRO SILVA, A. C. G.</p><p>Refrigeração e Climatização p/ Técnicos e Engenheiros. São Paulo: Ciência Moderna, 2008; 6. SILVA,</p><p>J.G. Introdução à Tecnologia da Refrigeração e da Climatização, Artliber, São Paulo, 2004. 7.</p><p>TORREIRA, Raul Peragallo. Elementos Básicos de Ar Condicionado. São Paulo: Ed.Hemus, 1983. Curso</p><p>Técnico de Nível Médio em Refrigeração e Climatização, na forma Subsequente, modalidade</p><p>presencial/a distância IFRN, 2011 67 8. FROTA, A.B., SCHIFFER, S.R., Manual de Conforto Térmico. 7.</p><p>Ed. São Paulo: Estudio Nobel.2003</p><p>TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL</p><p>Regulamentação do exercício da profissão</p><p>em sistema de alimentação coletiva I. São</p><p>Paulo: Varela, 2002.</p><p>FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos</p><p>Alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008.</p><p>FURTADO, Múcio Mansur. Principais problemas dos queijos: causas e prevenção. São Paulo: Fonte</p><p>Comunicações, 2005.</p><p>GAVA, Altanir Jaime; SILVA, Carlos Alberto Bento da; FRIAS, Jenifer Ribeiro Gava. Tecnologia</p><p>de alimentos: Princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009.</p><p>GERMANO, Maria I. Simões. Treinamento para Manipuladores de Alimentos: Fator de</p><p>segurança alimentar e promoção da saúde. São Paulo: Livraria Varela, 2003/ Higiene Alimentar,</p><p>203.</p><p>GIORDANO, José Carlos; GALHARDI, Mario Gilberto. Análise de perigos e pontos críticos de</p><p>controle APPCC. 2. ed. Campinas: SBCTA, 2007.</p><p>LAWRIE, R.A. Ciência da carne. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.</p><p>KOVESI, B.; SIFFERT, C.; CREMA, C.; MARTINOLI, G. Técnicas de Cozinha. Editora Nacional,</p><p>2009.</p><p>MEZOMO, Iracema Fernandes de Barros. Os serviços de alimentação: Planejamento e</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>11</p><p>administração. 6ª edição. São Paulo: Manole, 2014.</p><p>PINHEIRO, A. B. V.; LACERDA, EMA; BENZECRY, E. H.; GOMES, M. C.S.; COSTA, V. M.</p><p>Tabela para Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras. 5ª edição. Editora Atheneu,</p><p>2008.</p><p>ORNELLAS, L. H. Técnica Dietética, Seleção e Preparo de Alimentos. 8ª ed. Editora Atheneu,</p><p>2013.</p><p>PACHECO JÚNIOR, Waldemar. Qualidade de Segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Atlas,</p><p>1995.</p><p>POPOLIM, Welliton D. (coord.). Qualidade dos alimentos: aspectos microbiológico, nutricionais e</p><p>sensoriais. São Paulo: Associação Paulista de Nutrição, 2005.</p><p>PROENÇA, R. P. C.; SOUZA.; SOUZA, A.A.; VEIROS, M.B.; HERING, B.; Qualidade</p><p>nutricional e sensorial na produção de refeições. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2005.</p><p>PHILIPPI, Sônia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. 4ª ed Barueri: Manole, 2019</p><p>SÃO PAULO, Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde. Portaria CVS 5, de</p><p>09 de abril de 2013.</p><p>SALINAS, Rolando D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. Porto Alegre: Artmed,</p><p>2002.</p><p>TORTORA, G.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 12ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.</p><p>VENTURINI FILHO, Waldemar Gastoni. Tecnologia de bebidas: matéria-prima, processamento,</p><p>BPF/APPCC, legislação e marcado. São Paulo: Edgar Blucher, 2005.</p><p>VOET, D.; VOET, J.; PRATT, C. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artes médicas, 2000.</p><p>TÉCNICO EM AUDIOVISUAL – ATUAÇÃO COMO OPERADOR DE CÂMERA</p><p>1. Conhecimentos em Sistemas Operacionais Windows, Windows Server e Linux (UBUNTU) 2.</p><p>Conhecimentos em soluções de produtividade de escritório (editor de texto e planilha) BROFFICE e</p><p>Microsoft Office 3. Conhecimentos de hardware 3.1 Instalação 3.2 Utilização 3.3 Unidades básicas</p><p>de um computador: 3.3.1 Memória – características e tipos 3.3.2 Unidade central de processamento</p><p>– características e tipos 3.3.3 Placa-Mãe – características e tipos 3.3.4 Chipset – definições e</p><p>identificação 3.3.5 Dispositivos de entrada/saída – características e tipos 3.3.5 Gabinetes e fontes de</p><p>alimentação 4. Manutenção Preventiva e Corretiva – Boas práticas na manutenção das estações de</p><p>trabalho e no emprego de materiais relacionados com a manutenção 4.1 Cuidados com</p><p>equipamentos e programas 4.2 Cuidados ao trabalhar com hardware .2 Limpeza do ambiente de</p><p>trabalho 4.3 Segurança de dados: backup, antivírus 5. Conhecimento básico de Rede 5.1 Instalação</p><p>5.2 Identificação dos componentes da infraestrutura da rede de dados 5.3 Configuração 5.4</p><p>Problemas comuns e soluções relacionadas com suporte técnico de informática 5.5 Conceitos de</p><p>Internet/Intrant.</p><p>Bibliografia sugerida</p><p>ANTONIO, João. Informática para Concursos – 4. ed – Rio de Janeiro: Elsevier,</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>12</p><p>2009.</p><p>BITTENCOURT, Rodrigo Amorim. Montagem de Computadores e Hardware – 4ª ed – Rio de Janeiro:</p><p>Brasport, 2004.</p><p>SCHECHTER, Renato. BrOffice.org Calc e Writer Trabalhe com Planilhas e Textos em software livre.</p><p>Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.</p><p>VASCONCELOS, Laércio Consertando Micros: Diagnosticando, Consertando e Previnindo Defeitos em</p><p>Micros. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação LTDA, 2007.</p><p>VASCONCELOS, Laércio Montagem e Configuração de Micros: Construindo e Configurando Micros</p><p>de 32 e 64 Bits, Single Core e Multicore (2,3,4,6 e 8 Núcleos. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos</p><p>Computação LTDA, 2014.</p><p>TANENBAUM, Andrew S.,Redes de Computadores - 5ª Edição,Editora: Pearson; Edição: 5,</p><p>2011.TANENBAUM; Andrew S; Bos . Herbert; Sistemas operacionais modernos, Editora: Pearson;</p><p>Edição: 4, 2016.Negus Christoper;Bresnnahan, Chrstine; Furmankiewicz, Edson, Linux a Bíblia,</p><p>Editora: Alta Books; Edição: 1ª, 2014.</p><p>TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL</p><p>Instrumentação: Princípios físicos, construtivos operacionais e de especificação de sensores de</p><p>proximidade utilizados em sistemas de automação industrial. Características metrológicas de</p><p>sistemas de medição. Princípios físicos, construtivos operacionais e de especificação de sistemas de</p><p>medição de grandezas físicas relacionadas ao controle de processos industriais. Princípios</p><p>construtivos, características operacionais e especificação de válvulas para controle de pressão e</p><p>vazão em processos industriais.</p><p>Controle de Processos: Variáveis de uma Malha de Controle, Ruído, Erro, Perturbação; Principais</p><p>Processos Industriais; Continuidade; Diagramas de Instrumentação, Diagramas de Blocos, Constante</p><p>de Tempo, Ganho, Tempo Morto, Capacitância, Resistência, Noções Básicas de Respostas de</p><p>Sistemas de Primeira e Segunda Ordem; Tipos de Controle; Malha Aberta; Malha Fechada; Manual;</p><p>Automático; Proporcional; Integral; Derivativo; Noções Básicas dos Controladores PID; Métodos de</p><p>Sintonia das Malhas.</p><p>Acionamentos Hidráulicos e Pneumáticos: Fundamentos de Pneumática e Hidráulica: Conceitos</p><p>Básicos, Simbologia, Produção e Distribuição de Fluidos Pressurizados;</p><p>Componentes Pneumáticos e Hidráulicos: Válvulas, Atuadores, Ferramentas Pneumáticas e</p><p>Hidráulicas, Filtros e Reservatórios; Eletropneumática; Eletro hidráulica;</p><p>Projetos Pneumáticos e Hidráulicos: Fluxograma; Circuito Pneumático e Hidráulico.</p><p>Controladores Lógicos Programáveis: Introdução à automação industrial; Controladores lógicos</p><p>programáveis; Princípio de funcionamento; Interfaces de entradas e saídas; Temporizadores e</p><p>contadores; linguagem ladder (LD); diagrama de blocos funcionais (FBD); Sequenciamento gráfico</p><p>de funções (SFC); lista de instruções (IL); texto estruturado (ST).</p><p>Instalações Elétricas Industriais: Simbologia dos componentes de acionamento e proteção; Curva de</p><p>Carga; Dimensionamento de circuitos elétricos terminais, dispositivos de proteção; Equipamentos</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>13</p><p>elétricos; Especificação de equipamentos e de instalações elétricas. Interpretação de diagramas</p><p>elétricos.</p><p>Sistemas Digitais: Lógica Booleana; Circuitos lógicos combinacionais; Circuitos Lógicos sequenciais;</p><p>Conversores analógico/digital e digital/analógico; Dispositivos de memórias.</p><p>Microcontroladores: Dispositivos programáveis; Introdução a microprocessadores; Tipos de</p><p>arquiteturas; Memórias internas; Registradores; Modos de endereçamento; Instruções;</p><p>Compiladores e ferramentas de desenvolvimento; Sistema de interrupções; Dispositivos de entrada</p><p>e saída (I/O); Estudo dos conversores A/D;</p><p>de Técnico em Saúde Bucal; Código de Ética Odontológica;</p><p>Prevenção e controle de riscos no Serviço Odontológico; Generalidades sobre os dentes; Anatomia</p><p>individual dos dentes; Arcos dentais permanentes e Oclusão dental; Visão geral dos materiais</p><p>preventivos e restauradores; Materiais de moldagem; Gessos; Ceras odontológicas, revestimentos</p><p>para fundição e procedimentos para fundição; Adesão e sistemas adesivos; Cimentos Dentários;</p><p>Amálgamas Dentários; Uso do flúor e controle de cárie como doença; Periodontia aplicada à</p><p>Dentística; Lesões não-cariosas; Restaurações cerâmicas do tipo inlay/onlay.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Lei 11.889 de 24 de Dezembro de 2008 – Que regulamenta o exercício da profissão de Técnico em</p><p>SaúdeBucal-TSB.</p><p>Código de Ética Odontológica, aprovado pela Resolução CFO – 118/2012.</p><p>BRASIL, M.S., ANVISA. Serviços Odontológicos: Prevenção e controle de Riscos. Brasília, 2006.</p><p>MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia do dente. 5ª ed. São Paulo. Sarvier, 2007.</p><p>ANUSAVICE, Kenneth J. Phillips Materiais Dentários. 12ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2013.</p><p>BARATIERI, Luiz Narciso. Odontologia Restauradora – Fundamentos e Possibilidades. São Paulo:</p><p>Santos, 2001.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>134</p><p>TÉCNICO EM SANEAMENTO</p><p>Sistemas de abastecimento de água e esgoto</p><p>Sistemas de drenagem urbana</p><p>Instalação predial de água</p><p>Instalação predial de esgoto sanitário</p><p>Processos de tratamento de água e esgoto</p><p>Hidráulica básica para sistemas de coleta de esgotos</p><p>Disposição final das águas residuárias</p><p>Planejamento urbano</p><p>Arborização urbana: praças, parques e áreas verdes</p><p>Gerenciamento de resíduos sólidos</p><p>Serviços profilaxia e política sanitária</p><p>Qualidade ambiental e de preservação do meio ambiente</p><p>Bibliografia Sugerida:</p><p>- Macintyre, A. J. Manual de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Ed. LTC, 1990.</p><p>- Azevedo Netto, J. M., Alvarez, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.</p><p>- Tsutiya, M. T. Abastecimento de Água. São Paulo: Departamento de Engenharia Hidráulica e</p><p>Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 2006.</p><p>- _____. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Saneamento. 5ª edição. Brasília, 2019.</p><p>- _____. Fundação Nacional de Saúde. Manual de controle da qualidade da água para técnicos que</p><p>trabalham em ETAS. Brasília, 2014.</p><p>- ______. DNIT. Manual de Drenagem de Rodovias. 2ª edição. Rio de Janeiro, 2006.</p><p>- Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007 - Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico.</p><p>- Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 - Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.</p><p>- Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 - Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p><p>- Resolução CONAMA nº 275, de 25 de abril de 2001 - Estabelece o código de cores para</p><p>identificação de coletores de resíduos para coleta seletiva.</p><p>- Resolução CONAMA nº 357, de 5 de julho de 2002 - Estabelece diretrizes, critérios e</p><p>procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.</p><p>- Resolução CONAMA nº 357, de 17 de março de 2005 - Dispõe sobre a classificação dos corpos de</p><p>água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e</p><p>padrões de lançamento de efluentes.</p><p>- ABNT NBR 7.229:1993 - Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos.</p><p>- ABNT NBR 12.218/2017 - Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público -</p><p>Procedimento.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>135</p><p>- ABNT NBR 12.209/2011 - Elaboração de projetos hidráulico-sanitários de estações de tratamento</p><p>de esgotos sanitários.</p><p>- ABNT NBR 13.969:1997 - Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição</p><p>final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação.</p><p>- ABNT NBR 15.527:2019 - Água de chuva - aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para</p><p>fins não potáveis.</p><p>- ABNT NBR 16.782:2019 - Conservação de água em edificações - Requisitos, procedimentos e</p><p>diretrizes.</p><p>- ABNT NBR 16.783/2019 - Uso de fontes alternativas de água não potável em edificações.</p><p>TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO</p><p>1. Legislação atualizada em saúde do trabalhador elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego</p><p>e Ministério da Previdência Social. Normas Regulamentadoras da Portaria 3214, 08/06/1978, do</p><p>Ministério do Trabalho e Emprego; 2. Higiene do Trabalho: conceitos, definições e classificação dos</p><p>riscos ambientais. Riscos químicos, físicos e biológicos. Parâmetros e índices utilizados nas avaliações</p><p>dos riscos. Instrumentos e técnicas aplicadas na medição dos riscos ambientais. Ventilação industrial.</p><p>Qualidade do ar. Noções de toxicologia industrial. PPRA: conceitos, classificação, identificação e</p><p>avaliação dos agentes de riscos ambientais, LTCAT – Laudo Técnico das Condições Ambientais de</p><p>Trabalho, Segurança na Construção Civil PCMAT e PCMSO; 3. Sistemas de prevenção e combate a</p><p>incêndios: Teoria do fogo. Equipamentos fixos e móveis de combate a incêndios: tipos, inspeção,</p><p>manutenção e recarga. Sistemas e equipamentos de alarme e detecção e proteção contra incêndios.</p><p>Instruções gerais em emergências. Brigadas de incêndio, IT Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros</p><p>do Estado de São Paulo e Normas ABNT; 4. Acidentes de Trabalho: conceitos, causas e consequências</p><p>do acidente de trabalho. Investigação e análise do acidente de trabalho. Estatísticas de acidente do</p><p>trabalho. Doenças profissionais e doenças do trabalho. Medidas de controle: EPI´s e EPC´s.</p><p>Comunicação de acidentes: CAT. Inspeções técnicas de segurança e noções de análises de risco:</p><p>conceitos básicos e técnicas principais; 5. Ergonomia: As condições de trabalho incluem aspectos</p><p>relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário aos equipamentos</p><p>e as condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho; 6. Política de</p><p>segurança e saúde no trabalho. Planejamento; 7. Garantias do empregador e deveres do trabalhador:</p><p>responsabilidade civil e criminal; 8. Proteção ao meio ambiente; 9. Legislação Previdenciária (PPP.</p><p>NTEP, FAP, etc.); 10. Legislação Complementar referente a Higiene do Trabalho; 11. Transporte e</p><p>movimentação de materiais; 12. Técnicas de análises de modos de falha e efeitos, HAZOP, análise de</p><p>árvore de falhas, técnicas de incidentes críticos. 13.segurança em instalações elétricas: objetivo,</p><p>descrição dos procedimentos para emergência, proteção coletiva, destravamento e religação,</p><p>responsabilidades. 14. Maquinas e equipamentos industriais: sistema de segurança, meios de</p><p>acesso permanente, transporte de materiais. 15. Condições e meio ambiente de trabalho na</p><p>construção: objetivo e campo de aplicação, área de vivência, medididas de proteção, montagem de</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>136</p><p>andaimes e plataformas, RTP. 16. Condições sanitérias e de conforto no locais de trabalho: tipos de</p><p>instalações, tipo de mobiliário e dimensões das instalações. 17.Trabalho em altura: objetivo e campo</p><p>de aplicação, treinamento, análise de risco, equipamentos de segurança individual e coletivo.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>1. NETO, A.; SALIM, C. A. Novos desafios em saúde e segurança no trabalho.</p><p>2 ed. Belo Horizonte: Segrac, 2002. 2. PEREIRA, A. D. Tratado de segurança e saúde ocupacional:</p><p>aspectos técnicos e jurídicos. São Paulo: Editora LTr, 2005.</p><p>3. SEKI, Clóvis Toiti e equipe – MANUAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PARA TRABALHADOR</p><p>Estudo dos conversores D/A; Dispositivos periféricos;</p><p>Desenvolvimento de projetos utilizando microcontroladores; Projetos com microcontroladores</p><p>empregando conversores A/D e D/A.</p><p>Desenho Técnico: Normas e padrões; Caligrafia Técnica; Escalas; Projeções Ortogonais; Perspectivas</p><p>Isométricas e Cavaleira; Dimensionamento; Desenho Arquitetônico; Softwares CAD; Configurações</p><p>Básicas; Ferramentas Básicas; Projeções Ortogonais com o Software.</p><p>Circuitos Elétricos: Fundamentos de Eletricidade; Instrumentação e medição de circuitos</p><p>eletroeletrônicos e componentes; Circuitos Elétricos CC e CA; Resistores; Indutores e Capacitores;</p><p>Leis de Kirchoff e das Malhas; Medidas Elétricas e Magnéticas.</p><p>Eletroeletrônica: Tipos e aplicação de diodos; Fontes de alimentação; Instrumentação e medição de</p><p>circuitos eletroeletrônicos e componentes; Transistores (bipolares e de efeito de campo); Transistor;</p><p>Polarização e estabilidade de transistores; Amplificadores diferenciais e parâmetros; Amplificadores</p><p>operacionais, parâmetros e aplicações básicas; Tiristores; Controle de potência.</p><p>Eletrotécnica: Luminotécnica; Condutores; Disjuntores; Sistemas de proteção; NBR 5410; Grandezas</p><p>elétricas; Sistemas de aterramento; Elementos de circuitos elétricos; Medição elétrica e magnética;</p><p>Transformadores; Circuitos monofásicos e trifásicos; Equipamentos elétricos; Noções de sistemas de</p><p>distribuição industrial; Motores: princípios de funcionamento e ligações; Noções de NR10; Noções</p><p>de manutenção elétrica.</p><p>Princípios de Programação: Tipos de dados, variáveis, constantes e identificadores; Operadores de</p><p>atribuição, aritméticos, relacionais e lógicos, expressões; Estruturas de controle; Estruturas de dados.</p><p>Redes e Protocolos Industriais: Conceitos básicos de redes de computadores; Modelo OSI;</p><p>Equipamentos de rede (switches,roteadores, hubs); Redes industriais (Modbus, Fieldbus Fundation,</p><p>Profibus, OPC).</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>MORAES, C. C.; CATRUCCI, P. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.</p><p>CAPELLI, A. Automação Industrial: Controle de movimento e processos contínuos. 3a ed. São</p><p>Paulo: Érica, 2009.</p><p>CAMPOS, M. M.; TEXEIRA, H. C. G. Controles típicos de equipamentos e processos industriais. 2 ed.</p><p>São Paulo, SP: E. Blücher, 2010.</p><p>GROOVER, M. P. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3. ed. São Paulo: Pearson</p><p>Prentice Hall, 2010.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>14</p><p>FIALHO, A. B. Automação hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 7. ed. São</p><p>Paulo: Érica, 2018.</p><p>BONACORSO, N. G.; NOLL, V. Automação eletropneumática. 12. ed. São Paulo: Érica, 2013.</p><p>PRUDENTE, Francesco. Automação industrial pneumática: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC,</p><p>2013.</p><p>OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5. ed. São Paulo: PrenticeHall, 2010.</p><p>SILVA, A.; et al. Desenho Técnico Moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.</p><p>BALDAM, R. L.; COSTA, L. AutoCAD 2011: Utilizando Totalmente. São Paulo: Érica, 2011.</p><p>MALVINO, A. P.; BATES, D. J. Eletrônica. 8ª ed. v.1. São Paulo: Érica, 2016.</p><p>MILTON, G. Eletricidade Básica. 2ª ed. São Paulo: Bookman, 2008.</p><p>NISKIER, J. Manual de instalações elétricas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2. ed. 2014.</p><p>BIM, E. Máquinas elétricas e acionamento. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2014.</p><p>MEIRELES, V. C. Circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007.</p><p>NASHELSKY, L.; BOYLESTAD, R. L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 11. ed.: PERSON,</p><p>2013.</p><p>CAPUANO, F. G.; IDOETA, I. V. Elementos de Eletrônica Digital. 42. ed.: ERICA, 2018</p><p>CORMEN, Thomas. Algoritmos: Teoria e Prática. 3a ed. LTC, 2012.</p><p>CRUZ, E. C. A.; CHOUERI JR., S. Eletrônica Aplicada. 2. ed.: ÉRICA, 2018.</p><p>MACKAY, S. et al. Practical Industrial Data Networks, Installation, and Troubleshooting. 1. ed.:</p><p>ELSEVIER, 2004.</p><p>TÉCNICO EM ANÁLISES CLÍNICAS</p><p>Identificação e uso de equipamentos: Centrífugas, estufas, espectrofotômetro, microscópio, banho-</p><p>maria, balança, autoclave e sistemas automatizados; Identificação e utilização de vidrarias; Limpeza</p><p>e preparo de materiais de laboratório; Biossegurança: Equipamentos de proteção e de uso individual</p><p>e coletivo e suas utilizações; Descontaminação e descarte de materiais; Coleta e manipulação de</p><p>amostras biológicas para exames laboratoriais: Preparo do paciente, Coleta de sangue, Obtenção de</p><p>amostras (sangue total, soro, plasma urina fezes e líquidos biológicos), transporte,</p><p>acondicionamento e conservação de amostras; Anticoagulantes: tipos e função; Processos</p><p>Operacionais – Fases: pré-analítica, analíticas e pós-analítica; Exames hematológicos; Exames</p><p>bioquímicos; Exames imunológicos; Exames parasitológicos; Exames microbiológicos; Noções gerais</p><p>de histologia; Diferenças fundamentais entre vírus, bactérias e fungos; Esterilização, desinfecção e</p><p>técnicas de assepsia no trabalho microbiológico; Preparação, acondicionamento dos meios de</p><p>cultura; Técnicas de inoculação de microrganismos em meios de cultura e verificação das condições</p><p>de cultivo; Preparação de corantes e métodos de colorações usadas em microbiologia;</p><p>Crescimento microbiológico; Antibióticos; Caracterização de microrganismos; Unidades de</p><p>medidas laboratoriais; Preparo de soluções: Unidade de peso e volume, Porcentagem, Diluição,</p><p>Molaridade; Preparo de soluções tampões e determinação de pH; Eletroforese; Extração e análise</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>15</p><p>química de polímeros naturais; Proteínas, Lipídios e Carboidratos; Métodos de quantificação de</p><p>Proteínas, Lipídios e Carboidratos; Princípios, funcionamento e utilização de espectrofotômetro.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>- NEVES, D. P. Parasitologia Humana. Livraria Atheneu, 13ª Edição.</p><p>- McPHERSON, R. A., PINCUS, M. R. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos</p><p>Laboratoriais de Henry. Manole, 21ª Edição.</p><p>- Ministério da Saúde – MS (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA) RESOLUÇÃO DE</p><p>DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 302, DE 13 DE OUTUBRO DE 2005.</p><p>- BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria n° 3214, de 08 de junho de 1978. NR 6 –</p><p>Equipamento de Proteção Individual.</p><p>- BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 301, de 21 de agosto de 2019. Diário</p><p>Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, de 22 de agosto de 2019. Dispõe sobre as</p><p>Diretrizes Gerais de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos.</p><p>TÉCNICO EM BIBLIOTECONOMIA</p><p>Bibliotecas: tipos e conceitos; Estrutura física da biblioteca; Organização funcional da biblioteca;</p><p>Acervo, noções básicas de seleção/aquisição e tratamento técnico, guarda e preservação do cervo;</p><p>Armazenagem da documentação, preservação do acervo Catálogos: tipos e referências; Preparo</p><p>físico do material; Obras de referência; Bases de dados bibliográficas; Atendimento ao usuário;</p><p>Conhecimentos básicos de circulação e empréstimo; Levantamentos bibliográficos; Orientação a</p><p>consulta e pesquisa e Serviços de referência;</p><p>Bibliografia Sugerida:</p><p>ALMEIDA, M. C. B. de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Brasília:Briquet de</p><p>Lemos, 2000.</p><p>CAMPELLO, Bernadete Santos; CALDEIRA, Paulo da Terra. Introdução às Fontes de Informação. Belo</p><p>Horizonte: Autêntica, 2005. 181 p. (Coleção Ciência da Informação).</p><p>CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Teresa Reis; WEITZEL, Simone da Rocha. A biblioteca: o</p><p>técnico e suas tarefas. 2. ed. Niterói: Intertexto, 2004.</p><p>CUNHA, Murilo Bastos da. Manual de fontes de informação. Brasília, DF : Briquet de Lemos,2010.</p><p>_______. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília:</p><p>Briquet de</p><p>Lemos/Livros, 2001.</p><p>FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos,2007.</p><p>GROGAN, Denis Joseph. A Prática do Serviço de Referência. Brasília: Briquet de Lemos/Livros,1995.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>16</p><p>GUINCHAT, C.; MENOU, M. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação.</p><p>Brasília: IBICT, 1994.</p><p>HAZEN, D.; BECK, Ingrid. Planejamento de preservação e gerenciamento de programas. 2.ed. Rio de</p><p>Janeiro: Arquivo Nacional, 2001.</p><p>LUCCAS, Lucy; SERIPIERRI, Diane. Conservar para não restaurar. Brasília, DF:</p><p>Thesaurus, c1985.</p><p>MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília Alvarenga. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro:</p><p>Interciência, 2006.</p><p>MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca: um capítulo</p><p>referente à propriedade literária. 2. ed. rev. atual. São Paulo: Ática, 1996.</p><p>MILANESI, Luís. Biblioteca. 3. ed. São Paulo: Ateliê, 2013.</p><p>________. O que é biblioteca. 10. ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.</p><p>PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria E Prática. 3 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1997.</p><p>PALETTA, Fátima Aparecida Colombo; YAMASHITA, Marina Mayumi. Manual de</p><p>higienização de livros e documentos encadernados. São Paulo : Hucitec, 2004.</p><p>PARANAGUÁ, Pedro; BRANCO, Sérgio. Direitos autorais. Rio de Janeiro : FGV, 2009.</p><p>PINHEIRO, Ana Virginia; WEITZEL, Simone da Rocha. A ordem dos livros na biblioteca :uma</p><p>abordagem preliminar ao sistema de localização fixa. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói:Intertexto,</p><p>2007.</p><p>PRADO, Heloísa de Almeida. Organização e administração de bibliotecas. 2. ed. São Paulo:T.A.</p><p>Queiroz, 1992.</p><p>RANGANATHAN, S. R. As cinco leis da Biblioteconomia. Brasília: Briquet de Lemos Livros,2009.</p><p>SANTOS, Vanderlei Batista dos. Definições de documento eletrônico. In: ______. Gestão de</p><p>documentos eletrônicos: uma visão arquivística. 2. ed. Brasília, DF: ABARQ, 2005.</p><p>SILVA, Divina Aparecida da; ARAUJO, Iza Antunes. Auxiliar de Biblioteca : noções fundamentais para</p><p>formação profissional. 3. ed. Brasília, DF : ABDF, 1997.</p><p>______. Auxiliar de Biblioteca : técnicas e práticas para formação profissional. 6. ed. Brasília, DF:</p><p>Thesaurus, 2009.</p><p>SIMÃO, Maria Antonieta Rodrigues; SCHERCHER, EroniKern; NEVES, Iara Conceição Bitencout.</p><p>Ativando a biblioteca escolar: recursos visuais para implementar a interação biblioteca-</p><p>usuário.Porto Alegre: Sagra-DC-Luzzatto, 1993.</p><p>SPINELLI, J.; PEDERSOLI Jr., J. L. Biblioteca Nacional: plano de gerenciamento de riscos :salvaguarda</p><p>& emergência. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.</p><p>SPINELLI JR., J. Introdução à conservação de acervos bibliográficos: experiência da Biblioteca</p><p>Nacional. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 1995.</p><p>TÉCNICO EM CARTOGRAFIA</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>17</p><p>CARTOGRAFIA BÁSICA: Conceitos. Representação Cartográfica: escala, tipos de norte, convergência</p><p>meridiana e declinação magnética. Sistemas de projeção cartográfica. Sistema UTM. Formatos de</p><p>representação de dados: matriciais e vetoriais. Noções de bancos de dados geográficos. Sistemas de</p><p>Informação Geográfica. Representação da Terra no plano, sistemas de coordenadas, projeções</p><p>cartográficas, projeção UTM, coleta direta e indireta de dados, cartografia temática, leitura de cartas</p><p>e mapas. Cartografia Sistemática, Coordenadas Polares, Projeções Cartográficas, Métodos de</p><p>Representação Temática; Rumo, azimute e deflexão. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS:</p><p>fundamentos em SIG´s, elementos de um SIG. Geoprocessamento, aquisição de dados espaciais,</p><p>qualidade de dados e dos mapas digitais. Aplicações em SIG, geração de bases de dados digitais,</p><p>análise espacial. Arquiteturas, Estimadores, Diagramas e Modelos para análise exploratória,</p><p>Modelagem de Fenômenos Espaciais, OMT-G,. Modelos Numéricos de Elevação, Estruturas de</p><p>Dados, Topologia, Operações sobre dados vetoriais. Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais.</p><p>SENSORIAMENTO REMOTO: Princípios de sensoriamento remoto. Sensores e imagens orbitais.</p><p>Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto, Resoluções de imagens, Filtros. PROCESSAMENTO</p><p>DIGITAL DE IMAGENS: Conceitos. Modelos digitais de terreno, princípios gerais (princípios físicos e</p><p>níveis de aquisição de dados), comportamento espectral de alvos, métodos de extração de</p><p>informações, principais sistemas sensores e produtos, fundamentos de interpretação (interpretação</p><p>visual e tratamento digital). Introdução ao Processamento de Imagens, Registro de Imagem,</p><p>Transformação IHS, Classificação de Imagem. FOTOGRAMETRIA DIGITAL: conceitos, noções de</p><p>técnica fotogramétrica, modelo estereoscópico (obtenção, uso e geometria), fundamentos</p><p>matemáticos da fotogrametria, erros na fotogrametria, aerotriangulação, ortofotocartas e cobertura</p><p>aerofotogramétrica. Princípios Básicos de Fotogrametria, Câmeras Fotogramétricas, Referenciais</p><p>Fotogramétricos, Planejamento de Vôo Fotogramétrico. Geração de Imagens Digitais, Orientação</p><p>Interior; Orientação Exterior. Foto triangulação. Geração de Modelos Digitais de Terreno em Estações</p><p>Fotogramétricas Digitais, Ortorretificação, Estações Fotogramétricas digitais. GEODÉSIA: Definição.</p><p>Determinações geodésicas. Aplicações da geodésia na engenharia. Sistemas de Posicionamento</p><p>Global. Introdução. Segmentos. Sistemas de referência. Métodos de posicionamento. Métodos de</p><p>observação. Erros. Transformações de coordenadas. Geometria do elipsóide. Sistemas de Referência:</p><p>características e transformações. Posicionamento por satélites: sistemas e métodos. Levantamentos</p><p>Topográficos Planimétricos: métodos polares e por solução de triângulos. Levantamentos</p><p>Topográficos Altimétricos: métodos de nivelamento. Modelos geoidais. Sistema Geodésico Brasileiro.</p><p>Conceitos, modelos terrestres, sistemas de referência, datum. Transporte de coordenadas,</p><p>determinação do elipsóide, sistemas geodésicos, métodos de medida e posicionamento em</p><p>geodésia, geodésia celeste, estabilidade das estruturas geodésicas. Altitudes, Gravidade Terrestre e</p><p>seus efeitos, Geoide. Elipsoide. Sistema Geodésico Brasileiro. Rede Brasileira de Monitoramento</p><p>Contínuo. Especificações e Normas Gerais para Levantamentos Geodésicos em território brasileiro.</p><p>BANCOS DE DADOS GEOGRÁFICOS: Modelo Relacional, Restrições de Integridade, Linguagem SQL,</p><p>Operações Geométricas com PostGIS. TOPOGRAFIA: Planimetria, Cálculo das coordenadas. Cálculo</p><p>de áreas. Representação gráfica de um levantamento. Altimetria. Nivelamento trigonométrico e</p><p>estadimétrico. Nivelamento geométrico. Nivelamento com uso de Sistema de Posicionamento</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>18</p><p>Global. Avaliação do erro de nivelamento. Plani-altimetria. Métodos de levantamento plani-</p><p>altimétrico. Curvas de nível. Perfil longitudinal. POSICIONAMENTO POR GPS: conceitos sobre a teoria</p><p>GPS, características gerais, estrutura do sinal GPS (portadoras L1 e L2, códigos P, C/A e D), cálculo</p><p>das coordenadas do receptor, DOP, técnicas de levantamento (estáticas e dinâmicas), métodos</p><p>diferenciais, definição e uso de RTK, DGPS contra RTK, vantagens dos métodos, limitações</p><p>operacionais, fontes de erros GPS, degradação da precisão, tipos de receptores, principais</p><p>características de um receptor, aplicações de GPS.</p><p>Bibliografia sugeridas:</p><p>Associação Brasileira de normas Técnicas (ABNT). NBR13133 – Execução de levantamentos</p><p>topográficos.</p><p>Associação</p><p>Brasileira de normas Técnicas (ABNT). NBR14166 – Rede de referência cadastral</p><p>municipal – Procedimento.</p><p>ANDRADE, J.B. Fotogrametria. 2ª ed. Curitiba-PR: SBEE, 2003.</p><p>ARONOFF, S. Remote Sensing for GIS Managers. ESRI Press, 2005.</p><p>BORGES, K. A.V., DAVIS JR., C. A., LAENDER, A. H.F. Modelagem de dados geográficos. In: Bancos de</p><p>Dados Geográficos. Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>BRASIL, Decreto N° 6.666, de 27 de novembro de 2008: Institui, no âmbito do Poder Executivo</p><p>federal, a Infra-Estrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE, e dá outras providências, Brasília, 2008.</p><p>CÂMARA, G. et al., Anatomia de Sistemas de Informação Geográficas. INPE, 1996.</p><p>CASANOVA, M., CÂMARA, G., DAVIS, C., VINHAS, L., QUEIROZ, G.R. Banco de Dados Geográficos.</p><p>Disponível em .</p><p>COELHO FILHO, L.C.T. e BRITO, J. L. N. S. Fotogrametria Digital. 2ª ed. Rio de Janeiro - RJ: Editora da</p><p>UERJ, 2007.</p><p>CONCAR, As Especificações Técnicas para a Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV),</p><p>Versão 2.0, Rio de Janeiro: 2007.</p><p>DAVIS Jr., C. A., de Queiroz, G. R. Métodos de acesso espacial. In: Bancos de Dados Geográficos. Ed.</p><p>MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>DE OLIVEIRA, C. H. P. SQL - Curso Prático. Ed. Novatec, 2002.</p><p>DE QUEIROZ, G. R., FERREIRA, K. R. SGBD com extensões espaciais. In: Bancos de Dados Geográficos.</p><p>Ed. MundoGEO, Curitiba: 2005.</p><p>DRUCK, S., CARVALHO, M.S., CÂMARA, G., MONTEIRO, A.V.M. (eds). "Análise Espacial de Dados</p><p>Geográficos". Brasília: EMBRAPA, 2004 (ISBN: 85-7383-260-6).</p><p>ERBA, D. A., THUM A. B., SILVA, C. A. U., SOUZA, G. C., VERONEZ, M. R., LEANDRO, R. F., MAIA, T. C.</p><p>B. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. São Leopoldo: Editora Unisinos,</p><p>2003.</p><p>ESPARTEL, L. Caderneta de Campo. Porto Alegre: Globo, 1983.</p><p>GEMAEL, C. Introdução ao ajustamento de observações, aplicações geodésicas. editora UFPR, 1994.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>19</p><p>GONÇALVES, J, A., MADEIRA, S. e SOUZA, J. J. Topografia conceito e aplicações. 3ª Ed. Lisboa. Lidel –</p><p>Edições técnicas, Ltda, 2012.</p><p>IBGE. Especificações e Normas Gerais para Levantamentos GPS: versão preliminar. Rio de Janeiro.</p><p>1993.</p><p>IBGE. Noções Básicas de Cartografia, Rio de Janeiro, 2004.</p><p>IBGE. RBMC - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS (online). Rio de Janeiro.</p><p>1997.</p><p>IBGE. Recomendações para Levantamentos Relativos Estáticos – GPS. Rio de Janeiro. 2008.</p><p>IBGE. RESOLUÇÃO − PR n° 22, de 21 de julho de 1983. Rio de Janeiro. 1983.</p><p>IBGE. SGB - Sistema Geodésico Brasileiro (online). Rio de Janeiro. 2015.</p><p>INCRA. Norma Técnica para Georreferenciamento de Imóveis Rurais. 3ª Edição. Brasília. 2013.</p><p>INPE. Tutorial de Geoprocessamento (online). São José dos Campos. 2006.</p><p>LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea, planimetria. 2ª Edição. Florianópolis: Editora da</p><p>UFSC, 2000.</p><p>LORENZZETTI, J. A. Princípios Físicos de Sensoriamento Remoto. 1ª ed. Blucher, 2015.</p><p>MARTINELLI, M. Cartografia Temática: Caderno de Mapas Vol. 47. 160p. EdUSP, 2003.</p><p>MATHER, P. M. Computer Processing of Remotely-Sensed Images: An Introduction. 3ª ed. Wiley,</p><p>2004.</p><p>MCCORMAC, Jack. Topografia. 5º Ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda,</p><p>2010.</p><p>MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS. Ed UNESP. 2000.</p><p>MOREIRA, M. A. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. 2ª Edição,</p><p>307 pag., UFV: 2003.</p><p>NOVO, E. M. L. de M. Sensoriamento Remoto - Princípios e Aplicações, 2a edição, São Paulo : Edgard</p><p>Blücher, 308 pag., 2002.</p><p>OPEN SOURCE GEOSPATIAL FOUNDATION. Uma breve introdução ao SIG (online). 2015.</p><p>POSTGIS PROJECT STEERING COMMITTEE. Using PostGIS: Data Management and Queries In: PostGIS</p><p>2.0 Manual (online). 2014.</p><p>ROCHA, C. H. B. Geoprocessamento - Tecnologia transdisciplinar. Ed. Do Autor, 2ª edição. Juiz de</p><p>Fora, MG, 2002.</p><p>RIBEIRO, G.; CÂMARA, G. Arquitetura de Sistemas de Informação Geográfica. In: Introdução à Ciência</p><p>da Geoinformação. INPE: 2007.</p><p>RIBEIRO Jr., P.J. (1995). Métodos geoestatísticos no estudo da variabilidade espacial de parâmetros</p><p>físicos do solo, Master's thesis, ESALQ/USP.</p><p>TÉCNICO EM CARPINTARIA</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>20</p><p>Metrologia - O metro como medida de comprimento, O metro e suas subdivisões, Mudança de</p><p>unidade, área, perímetro, volume Ferramentas e equipamentos de trabalho. Instrumentos para</p><p>medição de comprimento, ângulo, ferramentas manuais e ferramentas elétrica Ferramentas de</p><p>fixação para madeira Armazenamento de madeira. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs.</p><p>Tipos de Máquinas. Estacionárias, Máquinas elétricas manuais. Técnicas de instalação de Laminados</p><p>e folheamento.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>Ediouro Grupo Coquetel, Manual prático de marcenaria - Autor responsável: Domingos Maracellini</p><p>(Instrutor Chefe do Senai).</p><p>Educação profissional Senai RJ, Tecnologia de máquinas, ferramentas e instrumentos de</p><p>marcenaria, 1ª edição 2003 2ª edição 2008 (Gerência de educação profissional - Luiz Roberta</p><p>Arruda).</p><p>Livro do Manual prático do carpinteiro e marceneiro. Autor: Genéte Francis (editora Hemus, ano</p><p>2002).</p><p>TÉCNICO EM CITOPATOLOGIA</p><p>Estudo das células e suas alterações morfológicas em casos patológicos; O exame citopatológico, a</p><p>avaliação morfológica celular determinante para a detecção e diagnóstico de quadros patológicos;</p><p>O exame de colpocitologia oncótica ou preventivo do câncer do colo do útero; laudos e pareceres</p><p>citopatológicos. Diagnósticos de doenças a partir de observação ao microscópio de amostras obtidas</p><p>por esfregaços, aspirações, raspados, centrifugação de líquidos e outros métodos; Alterações da</p><p>morfologia celular para o diagnóstico (definitivo ou presuntivo) ou prevenção de doenças a partir do</p><p>estudo ao microscópico; O exame de colpocitologia oncótica e o estudo das células da cérvix uterina,</p><p>compreendendo amostragens dos epitélios escamoso e glandular para detecção das lesões</p><p>neoplásicas ou pré-neoplásicas. Detecção de lesões inflamatórias e agentes infecciosos como fungos</p><p>vaginose bacteriana, protozoários e efeito citopático viral.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>INCA, Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva. Ministério da Saúde. Manual de</p><p>Gestão da Qualidade para Laboratório de Citopatologia. 2. ed. rev. Ampl. - Rio de Janeiro: 2016.</p><p>INCA, Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva. Ministério da Saúde. Diretrizes</p><p>Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero. Rio de Janeiro: 2016.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>21</p><p>INCA, Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva. Ministério da Saúde. Nomenclatura</p><p>Brasileira para laudos cervicais e condutas preconizadas e recomendações para profissionais de</p><p>saúde. Rio de Janeiro: 2006.</p><p>Sociedade Brasileira de Citopatologia – Resolução SBC 001/2000 -</p><p>https://www.portalsbc.com.br/educaca-material/legislacao/</p><p>Livro: RITU NAYAR E DAVID C. WILBUR; SISTEMA BETHESDA PARA RELATOS DE CITOLOGIA CERVICAL;</p><p>Terceira Edição; Livraria Livromed.</p><p>TÉCNICO EM COMUNICAÇÃO VISUAL / COMPUTAÇÃO GRÁFICA</p><p>1.Projeto gráfico em mídias impressas (livros, periódicos, folder e etc.); 2. Sistema de identidade</p><p>visual; 3. Processos</p><p>gráficos e fechamento de arquivos; 4. Tipografia; 5. Cor e sistema de cores (RGB,</p><p>CMYK, PANTONE); 6. Noções de Ilustração (técnicas de ilustração vetorial e bitmap); 7. Noções de</p><p>web design (plataforma wordpress); 8. Formatos de imagens mais utilizados (JPG, GIF, BMP, TIFF,</p><p>RAW); 9. Programas para criação, tratamento de imagem e editoração eletrônica: InDesign,</p><p>Illustrator, e Photoshop; 10. Iluminação em fotografia; 11. Focalização; 12. Profundidade de campo;</p><p>13. Perspectiva; 14. O uso de objetivas; 15. Sistema de fotografia digital; 16. O uso de cores; 17.</p><p>Armazenamento e formatos de arquivo.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>ANDRADE, Marcos. Adobe Illustrator. 2ª edição. São Paulo: SENAC, 2023.</p><p>ANDRADE, Marcos. Adobe InDesign. 2ª edição. São Paulo: SENAC, 2022.</p><p>ANDRADE, Marcos. Adobe Phostoshop. 2ª edição. São Paulo: SENAC, 2022.</p><p>ARAÚJO, Emanuel. A construção do livro: princípios da técnica de editoração. Rio de Janeiro:</p><p>Nova Fronteira; Brasília INL, 1986. (nova edição pela Lexikon, Rio de Janeiro).</p><p>BRINGHURST, Robert. Elementos do estilo tipográfico. São Paulo: Cosac Naify, 2005.</p><p>FRASER, Tom BANKS, Adam. Guia completo da cor. São Paulo: SENAC, 2007.</p><p>HURLBURT, Allen. Layout – O Design da Página Impressa. In: Forma e Conteúdo. São Paulo:</p><p>Nobel, 2002.</p><p>LUPTON, Ellen. Pensar Com Tipos. São Paulo: Cosac Naify, 2006.</p><p>LUPTON, Ellen e PHILLIPS, Jennifer Cole. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac</p><p>Naify, 2009.</p><p>MÜLLER-BROCKMANN, Josef. Sistemas de grelhas, um manual para designers gráficos. São</p><p>Paulo: Editorial Gustavo Gili, 2012.</p><p>HALUCH, Aline. Guia prático de design editorial: Criando livros completos. 2ª edição. Rio de</p><p>Janeiro: SENAC, 2018.</p><p>VILLAS-BOAS, Andre. Produção Gráfica para Designers. Rio de Janeiro: 2ab Editora, 2008.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>22</p><p>TÉCNICO EM CONTABILIDADE</p><p>CONTABILIDADE: Conceito, objeto, campo de atuação e funções. Normas Brasileiras de</p><p>Contabilidade – NBC TG. - Estrutura Conceitual. PATRIMÔNIO e VARIAÇÕES PATRIMONIAIS:</p><p>Conceituação, ativos, passivos, patrimônio líquido, aspecto qualitativo e quantitativo do patrimônio,</p><p>equação básica da contabilidade. Atos e fatos contábeis, formação, subscrição e integralização de</p><p>capital, registros de mutações patrimoniais e apuração do resultado (receitas e despesas). PLANO</p><p>DE CONTAS E PROCEDIMENTOS DE ESCRITURAÇÃO: Conceito, classificação e natureza das contas.</p><p>Método das partidas dobradas, mecanismos de débito e crédito, teoria das origens e aplicação de</p><p>recursos, lançamento, regime de caixa x regime de competência, balancete de verificação, livros</p><p>utilizados na escrituração. BALANÇO PATRIMONIAL: Apresentação, aspectos conceituais, finalidades</p><p>e normatização, critérios de classificação e avaliação, Ativo Circulante, Ativo Não Circulante, Passivo</p><p>Circulante, Passivo Não Circulante, Patrimônio Líquido, Demonstrações Contábeis. CONTABILIDADE</p><p>DE CUSTOS: Conceitos e Classificação dos Custos. Elementos de Custos. Custos das Matérias-Primas.</p><p>Custo da Mão-de-Obra. Os Custos Indiretos de Fabricação. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUE:</p><p>Custo Médio, PEPS ou FIFO (First in first out), UEPS ou LIFO (Last in, First Out). CUSTO / VOLUME /</p><p>LUCRO: Ponto de Equilíbrio: Ponto de Equilíbrio Contábil, Econômico e Financeiro; Influência das</p><p>Alterações dos Custos e Despesas Fixos no Ponto de Equilíbrio; Influência das Alterações dos Custos</p><p>e Despesas Variáveis; Influência das Alterações dos Preços de Venda. Custos no Setor Público.</p><p>CONTABILIDADE PÚBLICA: Princípios da Administração Pública. Princípios Orçamentários. Estrutura</p><p>Administrativa Atual, Administração Direta e Indireta. Ciclo de Gestão dos Recursos Públicos: Plano</p><p>Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA). Receita</p><p>Orçamentária. Despesa Orçamentária. Etapas da Despesa Orçamentária. Planejamento: Fixação da</p><p>Despesa, Descentralização de Créditos Orçamentários, Programação Orçamentária e Financeira</p><p>Processo de Licitação e Contratação. Execução: Empenho; Liquidação; e Pagamento. Licitações</p><p>Públicas: Conceito. Objetivo. Princípios. Tipos e Modalidades de Licitação. Normas Brasileiras de</p><p>Contabilidade Aplicadas ao Setor Público – NBCASP. Estrutura Conceitual. Plano de Contas Aplicado</p><p>ao Setor Público - PCASP. Aspectos Gerais e Estrutura. Sistema Integrado de Administração</p><p>Financeira (SIAFI): Conceito, Objetivos, Principais Documentos.</p><p>Bibliografia sugerida:</p><p>FERRARI, Ed. Luiz. Contabilidade geral: teoria e 1.000 questões. 11. ed. rev. Impetus, 2011.</p><p>NEVES, Silvério. VICECONTI, Paulo E. Contabilidade de custos: um enfoque direto e objetivo. 9. ed.</p><p>Frase, 2010.</p><p>RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. Atualizado conforme Lei 11.638/2007 e</p><p>Medida Provisória 449/2008, convertida na Lei 11.941/5009. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.</p><p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIAS – SARGENTO TÉCNICO TEMPORÁRIO 2024/2025 – 1ª RM</p><p>23</p><p>RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de custos fácil. - 9. ed. Saraiva, 2014.</p><p>PACELLI, Giovanni. Contabilidade Pública 3D. 3ª ed. rev.. e atual. Salvador: Ed. Juspodivm, 2020</p><p>BRASIL. Lei n.º 8.666, de 21/06/1993, Lei n.º 14.133, 01/04/2021 e suas atualizações. Estabelece</p><p>normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços (inclusive de</p><p>publicidade), compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do</p><p>Distrito Federal e dos Municípios. Brasília: Congresso Nacional, 1993.</p><p>______. Decreto-Lei nº 200, de 25/02/1967 e suas atualizações. Dispõe sobre a organização da</p><p>Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências.</p><p>Brasília: Congresso Nacional, 1967.</p><p>______. MINISTÉRIO DA ECONOMIA. Secretaria do Tesouro Nacional. Manual de Contabilidade</p><p>Aplicada ao Setor Público (MCASP) – 9ª Edição</p><p>CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC</p><p>TG – site: https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/normas-completas/</p><p>CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Normas Brasileiras de Contabilidade – NBC TSP – site:</p><p>https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/</p><p>TÉCNICO EM CONTROLE AMBIENTAL</p><p>1 – POLUIÇÃO AMBIENTAL: 1.1 - O MEIO AQUÁTICO – A água na natureza; Usos da água e requisitos</p><p>de qualidade; Alteração da qualidade das águas; Parâmetros indicadores da qualidade da água;</p><p>Abastecimento de água; Tratamento de Esgotos; Reúso da água; A importância da manutenção da</p><p>qualidade das águas naturais. 1.2 - O MEIO TERRESTRE – Conceito, composição e formação dos solos;</p><p>Características ecologicamente importantes dos solos; Classificação dos Solos; Erosão; Poluição do</p><p>solo rural e urbano – Ocorrência e Controle. 1.3 - O MEIO ATMOSFÉRICO – Atmosfera, características</p><p>e composição; principais poluentes atmosféricos; Padrões de qualidade do ar; Controle da poluição</p><p>do ar; Poluição sonora.</p><p>2 – LEGISLAÇÃO AMBIENTAL: A Constituição Brasileira de 1988 e a questão ambiental; Política</p><p>Nacional de Meio Ambiente e seus instrumentos (Lei nº 6938/81). O SISNAMA. Zoneamento</p><p>ambiental e espaços ambientalmente protegidos: Áreas de Preservação Permanente (APP), Sistema</p><p>Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), Licenciamento Ambiental (Lei Complementar nº</p><p>140/2011) e estudo prévio de impacto ambiental (CONAMA n°01/86 e 237/97); Política Nacional de</p><p>Resíduos Sólidos (Lei nº 12305/10).</p><p>3 – GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: Resíduos Sólidos: Definição, classificação e</p><p>identificação de resíduos – ABNT NBR 10.004 / 10.005 / 10.006; Resíduos de Serviços de Saúde (RSS),</p><p>Legislação básica. Tratamentos e disposição final</p>