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<p>CADERNO DE</p><p>INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS</p><p>TEXTO 1 – FÁBULA</p><p>Fábulas são um tipo específico de conto curto que normalmente utiliza animais com características humanas para ensinar uma lição moral ou ética. Nessa fábula, a raposa e a cegonha aprendem sobre a importância da reciprocidade e do respeito pelos outros.</p><p>A RAPOSA E A CEGONHA</p><p>Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu uma sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha com seu bico comprido mal pôde tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome.</p><p>A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.</p><p>Assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, em que a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.</p><p>Moral: Trate os outros tal como deseja ser tratado</p><p>Esopo: Fábulas: São Paulo: Comanhia das Letrinhas, 2005. p.36</p><p>1) A raposa cometeu um erro e aprendeu uma lição. Que lição ela aprendeu?</p><p>2) Agir como a cegonha é a melhor saída? Justifique.</p><p>3) Releia a moral da história e explique com suas palavras o significado dessa moral.</p><p>4) Numere os acontecimentos na ordem em aparecem na fábula.</p><p>( ) A cegonha convidou a raposa para jantar.</p><p>( ) A raposa não conseguiu se alimentar.</p><p>( ) A cegonha não conseguiu comer.</p><p>( ) A raposa convidou a cegonha para jantar.</p><p>5) Observe as palavras grifadas no texto:</p><p>Pregar uma peça – gargalo estreito – amoladíssima.</p><p>Determine o significado dessas palavras de acordo com o texto.</p><p>TEXTO 2 – FÁBULA</p><p>A MENINA DO LEITE</p><p>A menina não cabia em si de felicidade. Pela primeira vez iria a cidade vender leite de sua vaquinha. Trajando o seu melhor vestido, ela partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.</p><p>Enquanto caminhava, o leite chacoalhava dentro da lata. E os pensamentos faziam o mesmo dentro da sua cabeça.</p><p>“Vou vender o leite e comprar uma dúzia de ovos.”</p><p>“Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos”.</p><p>“Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas”.</p><p>“Vendo os galos e crio as frangas, que são ótimas botadeiras de ovos”.</p><p>“Choco os ovos e terei mais galos e galinhas”.</p><p>“Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas.”</p><p>“Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e...”</p><p>A menina estava tão distraída que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.</p><p>Lá se foi o leite pelo chão.</p><p>E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.</p><p>Moral: Não se deve contar uma coisa antes de consegui-la.</p><p>Jean de La Fontaine. Fabulas de Esopo. São Paulo. Scipione, 2005. p.19</p><p>1) Determine o local onde ocorre a fábula?</p><p>2) Releia o trecho da fábula:Enquanto caminhava, o leite chacoalhava dentro da lata.</p><p>E os pensamentos faziam o mesmo dentro da sua cabeça.</p><p>a) Escreva o sentido do verbo chacoalhava no texto.</p><p>b) A segunda frase faz uma comparação. O que é possível entender?</p><p>3) Há várias formas de indicar as falas das personagens, nos textos. Podemos usar o travessão, balões, aspas. Na fábula “ A menina e o leite”, as aspas foram utilizadas com que finalidade?</p><p>4) Releia a moral da fábula e explique o seu significado.</p><p>TEXTO 3- CONTO</p><p>A personagem principal deste conto que você vai ler aparece em histórias de diversos lugares do mundo. No Brasil ele ganhou o nome de Pedro Malazarte.</p><p>Malazarte é homem do campo, inteligente sempre se envolve em aventuras.</p><p>AS AVENTURAS DE MALAZARTE</p><p>Ah, mês de abril, que delícia de existir! Também para Pedro Malazarte. Vou contar como o pai tinha morrido, a mãe dividira em pedaços a casa toda, dando-os a cada filho. A Pedro Malazarte coube uma porta. Ele pensou: com esta porta conquistarei o mundo. Realmente, em breve viu um urubu pousado num burro morto. Mais que depressa jogou a porta em cima dele – e como o urubu ficou manco, foi fácil de pegá-lo. Para que queria ele um urubu? Lá disso sabia ele. E quando sentiu no ar os eflúvios de um jantar magnífico, bateu a porta da casa de uma senhora, gulosa e sabida, que estava preparando para si mesma um banquete, escondida do marido que fora viajar. Malazarte foi irritadamente expulso pela sabidona e sua criada. Então, com o auxílio da porta encostada na parede, subiu ao teto e de lá viu embaixo comida boa para valer. Tinha leitão assado, peru, e tudo o mais que delicia um homem. Foi quando o marido chegou, inesperadamente. A mulher matreira lamentou-se: se eu soubesse que você vinha eu preparava coisa boa de se comer, mas como não te esperava só tenho carne seca, feijão ralo e farinha morrinhenta...</p><p>Aí, Malazarte apresentou-se de novo com o seu urubu, sabendo que o marido não lhe recusaria um pouco do minguado jantar. Mal começara a comer quando Malazarte deu, bem disfarçado, uma cutucada no urubu, que gemeu.</p><p>- Por que é que ele está se lambendo? – perguntou o dono da casa.</p><p>- Está me dizendo umas novidades – respondeu Malazarte. – O meu urubu, ao contrário dos outros, fala e está me contando que sua mulher lhe guardou um leitõzinho assado de surpresa...</p><p>A mulher teve medo de Malazarte e disse: oh, urubu danado, estregou a surpresa! Tenho mesmo este leitãozinho para você...</p><p>Daqui a pouco o urubu gemeu de novo, o que fez Malazarte dizer:</p><p>- Ô, urubu intrometido, para de me contar!</p><p>- O que é que ele está contando?</p><p>- Que tem peru recheado.</p><p>- Meu maridinho, essa era outra surpresa que o urubu desaforado estragou. Mas coma um pouco deste peru. E tenho doces, frutas, bebidas...</p><p>Como era 1º de abril, dia de se enganar os outros, Malazarte vendeu falsamente o precioso urubu ao dono de casa para lhe servir de espião.</p><p>Bem alimentado, Malazarte prosseguiu caminho a porta debaixo do braço.</p><p>Moral: mas vale uma porta desvalida e a esperteza de Malazarte que uma casa inteira para quem não tem arte.</p><p>Clarice Lispector. Como nasceram as estrelas: Doze lendas brasileiras. Rio de Janeiro. Rocco. 1999. p20-21</p><p>1) Ao capturar o urubu, Pedro Malazarte tinha um plano para usá-lo? TRANSCREVA do texto um trecho que comprova sua resposta.</p><p>2) Leia o trecho abaixo:“E quando sentiu no ar os eflúvios de um jantar magnifico, bateu à porta da casa de uma senhora.”</p><p>Marque a opção que melhor representa o sentido da palavra eflúvios na frase.</p><p>( ) vazamentos.</p><p>( ) aroma.</p><p>( ) sobra.</p><p>( ) temperos.</p><p>3) Explique o motivo que levava Malazarte a cutucar o urubu.</p><p>4) O urubu realmente adivinhava as coisas? Justifique sua resposta.</p><p>5) O que você imagina que cada personagem fez ao descobrir, mais tarde, que o urubu não fazia adivinhações? Escreva um final para essa história.</p><p>TEXTO 4- CONTO</p><p>O CABOCLO, O PADRE E O ESTUDANTE</p><p>Um estudante e um padre viajavam pelo sertão, tendo como bagageiro um caboclo. Deram-lhes numa casa um pequeno queijo de cabra. Não sabendo como dividi-lo, mesmo porque chegaria um pequenino pedaço para cada um, o padre resolveu que todos dormissem e o queijo seria daquele que tivesse, durante a noite, o sonho mais bonito, pensando engabelar todos com os seus recursos oratórios.</p><p>Todos aceitaram e foram dormir. À noite, o caboclo, foi ao queijo e comeu-o.</p><p>Pela manhã, os três sentaram a mesa para tomar café e cada qual teve de contar o seu sonho. O padre disse ter sonhado com a escada de Jacó e descreveu-a brilhantemente. Por ela, ele subia triunfalmente para o céu. O estudante, então, narrou que sonhara já dentro do céu à espera do padre que subia. O caboclo sorriu e falou:</p><p>- Eu sonhei que via seu padre subindo a escada e seu doutor lá dentro do céu, rodeado de amigos. Eu ficava na terra e gritava:</p><p>- Seu doutor, seu padre, o queijo! Vosmincês esqueceram o queijo.</p><p>Então, vosmincês responderam de longe, do céu:</p><p>- Come o queijo, caboclo! Come o queijo, caboclo! Nós estamos no céu, não queremos queijo.</p><p>O sonho foi tão forte que eu pensei que era verdade. Levante-me, enquanto vosmincês dormiam, e comi o queijo.</p><p>Luís da Câmara Cascudo. Contos tradicionais do Brasil. São Paulo: Global, 2004. p,218.</p><p>1) Apresente a forma usada pelo estudante para contar um sonho mais bonito que o do padre.</p><p>2) O caboclo também tirou vantagem do que ouviu. Se ele fosse o primeiro a contar o sonho, o plano teria dado certo? Justifique sua resposta.</p><p>3) Quem se mostrou o mais esperto de todos da história? Explique sua resposta com bons argumentos.</p><p>4) As personagens parecem ter inventado esses sonhos ou ter realmente sonhado com eles durante a noite? Explique.</p><p>TEXTO 5 - CONTO</p><p>A FLOR DA HONESTIDADE</p><p>Conta-se que, por volta do ano 250 a.C na China antiga, um príncipe da região Norte estava as vésperas de ser considerado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.</p><p>Sabendo disso, o jovem resolveu fazer uma disputa entre as moças da Corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.</p><p>No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia numa celebração especial todas as pretendentes, e lançaria um desafio.</p><p>Uma velha senhora, serva do palácio havia muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.</p><p>Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir a celebração. Indagou incrédula.</p><p>Ao chegar em casa e contar sobre a cerimônia marcada para breve, a velha serva espantou-se, ao saber que a filha pretendia ir a celebração. Indagou, incrédula:</p><p>– Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes as mais belas e ricas moças da corte. Tire essa ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura!</p><p>– Não querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Sei que jamais poderei ser escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isso basta para eu ser feliz.</p><p>Chegado o dia do lançamento do desafio, a jovem plebeia chegou ao palácio. E de fato, lá estavam as mais belas moças da nobreza, com belas roupas, com joias finas, e todas com a firme intenção de se tornar imperatriz.</p><p>Após uma grande espera, o príncipe finalmente anunciou o desafio:</p><p>– Darei uma semente a cada uma de vocês. Aquela que, dentro de seis meses, trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e imperatriz da China.</p><p>Na casa da velha serva, sua resignada filha se esforçava para produzir uma flor a partir da semente recebida. Mesmo não tendo habilidades com jardinagem, ela cuidava com paciência e ternura, na esperança de conseguir uma flor tão bela quanto o seu amor pelo príncipe.</p><p>Passaram-se 3 meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia, semana após semana, o tempo foi se esgotando até que se completaram os 6 meses do desafio e nada havia brotado no vaso que ela com tanto carinho cultivava.</p><p>Na hora marcada ela estava lá, com seu vaso vazio. Ao contrário dela, as outras moças chegavam com uma flor mais bela que a outra, das mais variadas formas e cores.</p><p>Chega por fim o esperado príncipe e entra no salão. Uma por uma, observa todas as pretendentes, todas as flores, inclusive a plebeia e seu vaso vazio. Após uma curta reflexão, aponta a jovem plebeia com sua futura esposa. O salão ecoou uma surpresa geral. Ninguém entendia a escolha daquela que nada havia cultivado. Calmamente o príncipe esclareceu:</p><p>– Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade. Pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.</p><p>A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao seu redor.</p><p>Ivan Dutra (Org). Novos contos da juventude, Londrina: Leopoldo Machado, 2003, p. 161-163</p><p>1) Explique o motivo que levava muitas moças a quererem casar-se com o príncipe.</p><p>2) Ao decidir se casar, o príncipe propôs uma disputa entre as moças do reino. Por que ele decidiu escolher sua futura esposa dessa maneira?</p><p>3) O príncipe não avisou a ninguém que as sementes não brotariam, o que ocorreria se ele tivesse avisado?</p><p>4) Se todas as sementes eram estéreis. O que é possível concluir diante dos vasos apresentados pelas princesas.</p><p>TEXTO 6 – CONTO</p><p>A JOANINHA DIFERENTE</p><p>Petipoá vivia descontente. Não tinha nenhuma pintinha, apesar de já ser adolescente!</p><p>A mãe dizia:</p><p>- Calma, minha filha! Nem todos são iguais dentro de uma família.</p><p>-Veja as suas primas. Umas são amareladas, outras, vermelhas. E há até as alaranjadas!</p><p>Mas o que nenhuma tinha era a falta de pintinhas. E como riam de Poá as pequenas malvadinhas.</p><p>E para os rapazes, então? Sem dúvida, as mais bonitas eram as que possuíam o maior número de pintas</p><p>Poá ficava cada vez mais isolada. Sentia-se rejeitada e para fazer não tinha nada!</p><p>Foi bem nessa época que uma praga atacou a plantação. E a vila de joaninhas foi invadida por uma verdadeira multidão.</p><p>Era pulgão que não acabava mais. Destruíam tudo, devorando todos os tipos de vegetais.</p><p>Imediatamente, os rapazes receberam uma convocação, deveriam ir à guerra para salvar a plantação.</p><p>As mulheres ficariam em casa para cuidar das larvinhas. E, numa briga, poderiam arranhar as suas pintinhas.</p><p>Mas, Petipoá resolveu se alistar:</p><p>-Não tenho medo de arranhão e muito menos de pulgão!</p><p>E não é que ela provou ter muita valentia! Sozinha, Poá dava cabo de centenas de pulgões por dia.</p><p>Pela sua bravura, ao final de cada batalha, ela era condecorada com uma honrosa medalha.</p><p>Como heroína para casa Poá voltou. E veio coberta de valorosas “pintas” que bravamente ela conquistou...</p><p>A JOANINHA DIFERENTE Eunice Braido , disponível em: https://professoraangelapinheiro.blogspot.com/2012/12/a-joaninha-diferente.html</p><p>1. Explique por que Petipoá sentia-se diferente.</p><p>0. Leia a frase:</p><p>Você concorda com a atitude das joaninhas de ficarem rindo de Poá?</p><p>( ) Sim ( ) Não</p><p>Justifique sua resposta.</p><p>0. Numere as frases de acordo com os acontecimentos do texto.</p><p>( ) Uma praga atacou a plantação. E a vila de joaninhas foi invadida por uma verdadeira multidão.</p><p>( ) Petipoá vivia descontente. Não tinha nenhuma pintinha, apesar de já ser adolescente.</p><p>( ) Petipoá resolveu se alistar, pois não tinha medo de arranhão.</p><p>( ) Como heroína para casa, Poá voltou. E veio coberta de valorosas “pintas”, que bravamente ela conquistou.</p><p>0. Leia o trecho retirado do texto:</p><p>“ Poá ficava cada vez mais isolada.”</p><p>A palavra isolada quer dizer:</p><p>a. desprezada.</p><p>b. animada.</p><p>c. afastada.</p><p>d. agitada.</p><p>0. Leia a tirinha.</p><p>Fonte: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/np.20746415.100005065987619/941544622557511</p><p>Você concorda com a fala do menino no último quadrinho?</p><p>Justifique sua resposta</p><p>TEXTO 7</p><p>AS LUAS DE LUÍSA</p><p>A Terra tem uma lua, Saturno tem vinte, mas Luísa, temperamental, imprevisível, criativa, brincalhona, chorona, risonha, generosa, carente e absurda, tinha pelo menos umas trinta luas perto de si. Cada lua representava um estado de espírito diferente.</p><p>A melhor lua iluminava as brincadeiras noturnas quando Luísa ficava acordada até tarde jogando, brincando, pulando na cama, vendo TV, fazendo maluquices e olhando para o céu. Era quando a mãe chegava e dizia: “Pare com isso, amanhã você tem que acordar cedo”. O que já era o suficiente para despertar a pior das luas: a do mau humor. Nesse momento, ela batia o pé, chorava, xingava, e a mãe dizia apenas: “Luísa, você é de lua!”. E fechava a janela. (…)</p><p>1) Explique o que a mãe de Luísa quer dizer com a frase: “Luísa, você é de lua!”.</p><p>2) EXPLIQUE</p><p>o que as aspas querem dizer nas frases abaixo.</p><p>“Pare com isso, amanhã você tem que acordar cedo”.</p><p>“Luísa, você é de lua!”.</p><p>3) Leia o trecho: “Nesse momento, ela batia o pé, chorava, xingava […]”.</p><p>Explique com suas palavras o motivo que levava Luísa a ter essas atitudes.</p><p>TEXTO 8</p><p>image1.png</p>