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1
Profª Edenise Aparecida dos Anjos
Análise das Demonstrações 
Contábeis
Aula 6
Conversa Inicial
Modelos estatísticos de previsão de 
insolvência
Análise da demonstração dos fluxos de caixa 
Análise da demonstração das mutações do 
patrimônio líquido 
Análise da demonstração do valor adicionado
Conceitos e normativos de parecer das 
análises econômico-financeiras 
Temas abordados 
Modelos de previsão de 
insolvência
A insolvência de uma empresa pode ser 
conceituada como falta de capacidade em 
honrar suas obrigações financeiras no prazo 
de vencimento, assim como quando seus 
ativos forem menores que o valor dos seus 
passivos
Previsão de falência
A metodologia estatística de análise 
discriminante leva em conta um conjunto de 
indivíduos e observa uma característica 
qualitativa que utiliza duas ou mais 
modalidades
Modelos: Altman; Kanitz, Elizabetsky, Matias 
e Silva
Análise discriminante
1 2
3 4
5 6
2
O Modelo de Altman (1968) foi desenvolvido por 
um grupo de organizações que tiveram 
problemas financeiros e outra que não tiveram, 
fundamentando-se na análise de balanços de três 
períodos
O modelo utiliza como base o Z-Score, que gera 
uma espécie de índice com um valor crítico, ou 
seja, a partir de certo patamar, prediz-se que 
uma determinada empresa apresenta tendência à 
falência
Modelo de Altman
X1 – (ativo circulante – passivo circulante) / ativo total 
X2 – reservas e lucros retidos / ativo total 
X3 – lucro antes dos juros e imposto de renda / ativo total 
X4 – patrimônio líquido / (passivo circulante + passivo 
exigível a longo prazo) 
X5 – vendas / ativo total
Termômetros de insolvência de Altman
Z1 -1,44 4,03 X2 2,25 X3 – 0,14 X4 – 0,42 X5
OU 
Z2 -1,84 – 0,51 X1 – 6,32 X3 0,71 X4 0,52 X5
O modelo Kanitz é baseado na análise do 
fator de falência das companhias
O termômetro de insolvência de Kanitz
evidencia a combinação dos índices de 
liquidez geral, seca e rentabilidade do 
Patrimônio Líquido e a relação com uma 
menor probabilidade de falência
Modelo de Kanitz
ROE – Rentabilidade do 
patrimônio
LG – Liquidez geral
LS – Liquidez seca
LC – Liquidez corrente
ALA /GE – Grau de 
alavancagem financeira ou 
endividamento
Termômetro de insolvência de Kanitz
-3,0
-7,0
0
-3,0
7,0
0
SOLVENTE
PENUNBRA
INSOLVENTE
𝐘 𝟎,𝟎𝟓 𝐑𝐎𝐄 𝟏,𝟔𝟓 𝐋𝐆 𝟑,𝟓𝟓 𝑳𝑺 𝟏,𝟎𝟔 𝐋𝐂 𝟎,𝟑𝟑 𝑨𝑳𝑨
ML = Lucro 
líquido/Receita 
X33 = Disponível/Ativo 
permanente
X35 = Contas a 
receber/Ativo total 
X36 = Estoque/Ativo total 
X37 = Passivo 
circulante/Ativo total
Termômetros de insolvência de Elizabetsky
1,0
0,9
0,8
0,7
0,6 
0,4
0,3
0,2
0,1
0
0,5 
SOLVENTE
PONTO CRÍTICO
INSOLVENTE
Z 1,93ML 0,20 X33 1,02X35 1,33X36 1,12X37
Análise da demonstração dos 
fluxos de caixa 
7 8
9 10
11 12
3
Fluxo de caixa das atividades: Operacionais, 
Investimento e Financiamento
Atividades que geram caixa
Atividades que consomem caixa
Transações que não afetam o caixa
DFC: Método direto e Método indireto
Análise da demonstração dos fluxos de 
caixa 
Método direto
Análise das movimentações dos eventos econômicos 
da empresa que geram/consomem caixa
Saldo bruto de entradas e saídas de dinheiro do caixa
Recebimentos e pagamentos decorrentes das 
atividades: operacionais, investimentos e pagamentos
Origem dos dados: balanço patrimonial e 
demonstração do resultado 
Análise da demonstração dos fluxos de 
caixa 
Análise da demonstração dos fluxos de 
caixa 
1. Atividades operacionais
Resultado Líquido do exercício
a) Ajuste (-) depreciação, amortização, equivalência 
patrimonial
b) Variação das contas de ativos e passivos
(+) Diminuição das contas de ativos
(-) Aumento das contas de ativos
(+) Aumento das contas do passivo
(-) Diminuição das contas do passivo
Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais
2. Atividades de investimento
(+/-) variações 
3. Atividades de financiamento
(+/-) variações 
4. Variação líquida do caixa (1+2+3)
5. Saldo inicial do caixa
Saldo final do caixa (4+ 5) 
Método Indireto
Conciliação do lucro 
líquido
Variação de saldo 
inicial e final, 
expresso em 
balanço patrimonial 
e demonstração do 
resultado 
Recebimento das Vendas – Demonstrativo Valor – $ 
Receita Operacional Bruta – Demonstração de Resultados 33.800
(+) Saldo Inicial de Duplicatas a Receber – Balanço Patrimonial 3.550
(-) Saldo Final de Duplicatas a Receber – Balanço Patrimonial 2.950
Saldo de Recebimento de Clientes 34.400
Método Indireto
(+) Saldo Final de Duplicatas a Receber – Balanço Patrimonial 2.950
(-) Saldo Inicial de Duplicatas a Receber – Balanço Patrimonial 3.550
Método Direto
Variação = saldo final – saldo inicial = - 600
(=) Diminuição do saldo de duplicatas a receber + 600
Exemplo: análise da atividade operacional, 
duplicatas a receber
O caixa gerado pelos fluxos de atividades 
deve ser sempre positivo e suficiente para 
obter retorno do investimento
Período de análise e setor
Prospecções da empresa
Sazonalidades do negócio
Escolha dos indicadores
Análise da DFC
Análise da demonstração das 
mutações do patrimônio líquido 
13 14
15 16
17 18
4
Demonstração das mutações do patrimônio 
líquido
Capital 
social
RESERVAS
Lucros 
Acumulados
Patrimônio 
LiquidoCapital Legal Estatutárias Lucros a Realizar
Saldo em 31/12/X1 2.000,00 100,00 250,00 150,00 300,00 0,00 2.800,00
Ajuste de exercícios 
anteriores 100,00 100,00
Aumento de Capital Social 200,00 200,00
Reversão de Reservas de 
Lucro a realizar (300,00) 300,00 -
LUCRO LÍQUIDO DO 
EXERCÍCIO 31/12/X2 400,00 400,00
DESTINAÇÃO DO LUCRO
• Reserva Legal 20,00 (20,00) -
• Reservas Estatutárias 280,00 (280,00) -
• Dividendos (500,00) (500,00)
Saldo em 31/12/X2 2.200 100,00 270,00 430,00 0,00 0,00 3.000,00
Fonte: Viceconte; Neves, 2018, p. 207.
Acréscimo pelo lucro ou redução pelo prejuízo líquido 
do exercício
Redução por pagamento de dividendos
Acréscimo por doações e subvenções para 
investimentos recebidos
Acréscimo por subscrição e integralização de capital
Acréscimo pelo recebimento de valor que exceda o 
valor nominal das ações integralizadas ou o preço de 
emissão das ações sem valor nominal (CPC, 2011)
Transações que afetam o patrimônio total
Transações que não afetam o total do 
patrimônio
Aumento de capital com utilização de lucros e 
reservas
Apropriações do lucro líquido do exercício, por 
meio da conta de lucros acumulados, para a 
formação de reservas, como Reserva Legal, 
Reserva de Lucros a Realizar, Reserva para 
Contingência, etc.
Reversões de Reservas Patrimoniais para a conta 
de Lucros ou Prejuízos Acumulados
Compensação de prejuízos com reservas, etc. (CPC, 
2011)
Análise da DMPL
•Quanto do crescimento (ou decrescimento) do patrimônio 
líquido veio do resultado das operações (demonstração de 
resultado)
•Políticas de constituição de reservas utilizadas pela 
organização
•Políticas de aumento (ou redução) de capital social
•Comportamento dos prejuízos acumulados, quando 
existentes, dentre outras coisas
•Quanto do crescimento (ou decrescimento) do patrimônio 
líquido veio do resultado das operações (demonstração de 
resultado)
•Políticas de constituição de reservas utilizadas pela 
organização
•Políticas de aumento (ou redução) de capital social
•Comportamento dos prejuízos acumulados, quando 
existentes, dentre outras coisas
Análise e interpretação: 
• Indicadores financeiros de rentabilidade do patrimônio líquido 
e evolução do capital 
• Indicadores financeiros de rentabilidade do patrimônio líquido 
e evolução do capital 
Uso de indicadores
Análise da demonstração do 
valor adicionado
51%
Pessoal
5%
Impostas, taxas 
e contribuições
41%
Remuneração 
de capitais 
próprios
3%
Remuneração 
de capitais de 
terceiros
1. Receitas
2. Insumos Adquiridos de Terceiros
(inclui os valores dos impostos: ICMS, IPI, PIS e COFINS)
2.1 Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços 
vendidos
2.2 Materiais, energia, serviços de terceiros e outros
2.3 Perda/Recuperação de valores ativos
2.4 Outras (especificar)
3. ValorAdicionado Bruto
4. Depreciação, Amortização e Exaustão
5. Valor Adicionado Líquido produzido pela entidade
6. Valor Adicionado Recebido em Transferência
7. Valor Adicionado Total a Distribuir
8. Distribuição do Valor Adicionado
8.1 Pessoal
8.2 Impostos, taxas e contribuições
8.3 Remuneração de capitais de terceiros
8.4 Remuneração de Capitais Próprios
8.4.3 – Lucros retidos/Prejuízo do exercício
Demonstração de valor adicionado
Fonte: BANCO DO BRASIL. Desempenho 
dos Negócios. Disponível em: 
<https://www45.bb.com.br/docs/ri/ra2
015/pt/07.htm#resultados_consolidados
>. Acesso em: 21 fev. 2022.
Estrutura 
da DVA
19 20
21 22
23 24
5
O valor distribuído pelo Banco do Brasil totalizou R$ 
39,4 bilhões, 0,1% inferior ao de 2014. As principais 
variações da DVA na comparação anual são 
apresentadas a seguir:
Como as empresas costumam divulgar essas 
análises? 
As despesas 
indexadas ao 
reajuste salarial 
elevaram-se dentro 
das expectativas do 
Banco, 
principalmente em 
salários e 
honorários, 
benefícios e 
treinamentos.
A remuneração aos acionistas na 
forma de dividendos elevou-se 
em relação a 2014 em função do 
maior lucro líquido obtido em 
2015. 
Da mesma forma, o lucro retido 
também foi superior ao de 2014. 
Somados, esses fatores 
responderam pelo aumento em 
R$ 3,4 bilhões no valor 
distribuído para a remuneração 
de capitais próprios.
Fonte: BANCO DO BRASIL. Desempenho dos Negócios. Disponível em: 
<https://www45.bb.com.br/docs/ri/ra2015/pt/07.htm#resultados_consolidados>. Acesso em: 21 fev. 2022.
18.180 17.109
20.003
2013 2014 2015
DVA – PESSOAL (R$ MILHÕES)
16.598
12.721
16.142
2013 2014 2015
DVA – REMUNERAÇÃO DE 
CAPITAIS PRÓPRIOS (R$ 
MILHÕES)
Como as empresas costumam divulgar essas 
análises? 
Totalizando R$ 
2 bilhões, os 
encargos com 
impostos 
refletem a 
formação da 
base tributária 
do exercício.
A elevação das despesas 
com aluguel foi 
decorrente de novas 
locações, com cerca de 
150 contratos firmados 
para a expansão da rede 
física de atendimento e da 
revisão, do reajuste e da 
renovação dos contratos 
vigentes.
Fonte: BANCO DO BRASIL. Desempenho dos Negócios. Disponível em: 
<https://www45.bb.com.br/docs/ri/ra2015/pt/07.htm#resultados_consolidados>. Acesso em: 21 fev. 2022.
O valor distribuído pelo Banco do Brasil totalizou R$ 
39,4 bilhões, 0,1% inferior ao de 2014. As principais 
variações da DVA na comparação anual são 
apresentadas a seguir:
1.144
1.191 1.307
2013 2014 2015
DVA – REMUNERAÇÃO DE CAPITAIS 
DE TERCEIROS (R$ MILHÕES)
13.129
8.444
1.993
2013 2014 2015
DVA – IMPOSTOS, TAXAS E 
CONTRIBUIÇÕES (R$ MILHÕES)
Os indicadores 
gerados pela DVA são: 
1) Potencial de 
gerar riqueza 
do Ativo
2) Retenção da 
Receita
3) Valor 
Adicionado
Conceitos e normativos de 
parecer das análises 
econômico-financeiras
Análise
Escolha dos 
indicadores
Comparação 
com padrões
Diagnóstico 
ou 
conclusões
Decisões
Processo de Análise
• i) Situação financeira
• ii) Situação econômica
• iii) Desempenho
• iv) Eficiência na utilização dos recursos
• v) Pontos fortes e fracos
• vi) Tendências e perspectivas
• vii) Quadros evolutivos
• viii) Adequação das fontes às aplicações de recursos
• ix) Causas das alterações na situação financeira
• x) Causas das alterações na rentabilidade
• xi) Evidência de erros da administração
• xii) Providências que deveriam ser tomadas e não foram
• xiii) Avaliação de alternativas econômico-financeiras futuras
• i) Situação financeira
• ii) Situação econômica
• iii) Desempenho
• iv) Eficiência na utilização dos recursos
• v) Pontos fortes e fracos
• vi) Tendências e perspectivas
• vii) Quadros evolutivos
• viii) Adequação das fontes às aplicações de recursos
• ix) Causas das alterações na situação financeira
• x) Causas das alterações na rentabilidade
• xi) Evidência de erros da administração
• xii) Providências que deveriam ser tomadas e não foram
• xiii) Avaliação de alternativas econômico-financeiras futuras
Estrutura do relatório: 
Relatório de análise 
25 26
27 28
29 30
6
Parecer 
final 
Análise do 
cenário
Análise 
econômica
Análise 
financeira
Conclusão
Anexos
Na Prática
Acerca das taxas de retorno e dos indicadores de 
estrutura de capital e solvência, julgue o item a 
seguir: 
Segundo o termômetro de Kanitz, o fator de 
insolvência superior a zero indica que a 
empresa possui maior possibilidade de vir a 
falir, ou seja, quanto mais alto e positivo for o 
fator de insolvência maior será o risco de 
falência da empresa
( ) Certo
( ) Errado
-3,0
-7,0
0
-3,0
7,0
0
SOLVENTE
PENUNBRA
INSOLVENTE
Gabarito: ( X ) Errado
Finalizando
Modelos de previsão de insolvência
Análise da demonstração dos fluxos de caixa 
Análise da demonstração das mutações do 
patrimônio líquido 
Análise da demonstração do valor adicionado
Conceitos e normativos de parecer das 
análises econômico-financeiras 
Revisitando os temas estudados
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