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<p>1EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>SUMÁRIO</p><p>Conteúdo</p><p>CORRENTE GALVÂNICA ................................................................................................4</p><p>CORRENTE DIADINÂMICA DE BERNARD .......................................................................6</p><p>TENS – ELETROESTIMULAÇÃO NERVOSA ....................................................................9</p><p>ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL (FES) ................................................................12</p><p>1. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NEUROMUSCULAR ...........................................................12</p><p>2. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL (FES).............................................................12</p><p>3. CONCLUSÃO .............................................................................................................16</p><p>4. ESQUEMA .................................................................................................................16</p><p>REFERÊNCIAS ...............................................................................................................17</p><p>ESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR (NMES) ..................................................................19</p><p>CORRENTE FARÁDICA E CORRENTE RUSSA ..................................................................19</p><p>1. CORRENTE FARÁDICA ...............................................................................................19</p><p>2. CORRENTE RUSSA ....................................................................................................21</p><p>3. ESQUEMA .................................................................................................................24</p><p>REFERÊNCIAS ...............................................................................................................25</p><p>CORRENTE INTERFERENCIAL .......................................................................................27</p><p>ELETRODIAGNÓSTICO ..................................................................................................31</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 1</p><p>CORRENTE</p><p>GALVÂNICA</p><p>4EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>CORRENTE GALVÂNICA</p><p>CONCEITO</p><p>EFEITOS</p><p>CUIDADOS!</p><p>AO APLICAR A CORRENTE GALVÂNICA, CER-</p><p>TIFIQUE-SE QUE A PELE ESTEJA LIMPA E</p><p>QUE NÃO EXISTEM FERIDAS ABERTAS.</p><p>CUIDADO COM O TEMPO DE APLICA-</p><p>ÇÃO DESTA CORRENTE POIS PODE</p><p>CAUSAR QUEIMADURAS NA PELE.</p><p>Também conhecida como corrente contí-</p><p>nua ou direta. É um tipo de corrente que o</p><p>fluxo de elétrons acontece em apenas uma</p><p>direção. É uma corrente polarizada.</p><p>Eletrosmose: passagem da corrente contínua ou di-</p><p>reta pelos tecidos, que provoca a transferência de lí-</p><p>quido de um pólo para o outro, isso ocorre do pólo</p><p>positivo para o negativo. O pólo negativo atrai líquido</p><p>(hidratante) e o positivo repele os líquidos (drenante).</p><p>Característica: unidirecional em</p><p>apenas uma direção e em sen-</p><p>tido que ocorre do pólo nega-</p><p>tivo para o pólo positivo.</p><p>Eletrólise: Reação química provo-</p><p>cada pelos efeitos polares. Os íons</p><p>negativos seguem em direção ao</p><p>pólo positivo (reação ácida) e os</p><p>íons positivos seguem em direção</p><p>ao pólo negativo (reação básica).</p><p>Intensidade variada e subjetiva</p><p>de acordo com cada paciente. A</p><p>intensidade ideal é a que promo-</p><p>ve sensação de formigamento.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 2</p><p>CORRENTE</p><p>DIADINÂMICA</p><p>DE BERNARD</p><p>6EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>CORRENTE DIADINÂMICA DE BERNARD</p><p>A)</p><p>D)</p><p>Correntes galvano/farádicas, ou seja,</p><p>alternada modulada em composições</p><p>duplas ou triplas, retificadas em se-</p><p>miondas ou ondas completas</p><p>MONOFÁSICA DIFÁSICA CURTO PERÍODO LONGO PERÍODO RITMO</p><p>SINCOPADO</p><p>CONCEITO</p><p>Alternando entre as duas teremos</p><p>5 correntes:</p><p>A) B) C) D) E)</p><p>E)</p><p>B) C)</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>7EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>MONOFÁSICA DIFÁSICA CURTO PERÍODO LONGO PERÍODO RITMO</p><p>SINCOPADO</p><p>Alterna 50 Hz</p><p>com retifi-</p><p>cação de</p><p>semionda.</p><p>Sensação</p><p>de forte</p><p>fibrilação</p><p>(penetrante</p><p>e resistente).</p><p>É considera-</p><p>da alternada</p><p>pela origem</p><p>em que</p><p>retirou-se as</p><p>outras fases.</p><p>Alternada</p><p>em 100 Hz,</p><p>retificada em</p><p>onda com-</p><p>pleta. Sen-</p><p>sação forte</p><p>de fibrilação</p><p>e formiga-</p><p>mento, que</p><p>desaparece</p><p>subitamente.</p><p>Modulada em</p><p>períodos de 1</p><p>segundo em</p><p>Difásica(DF)</p><p>e 1 segundo</p><p>em Mono-</p><p>fásica(MF).</p><p>Percepção</p><p>clara da alter-</p><p>nância entre</p><p>DF e MF.</p><p>MF combi-</p><p>nada com</p><p>segunda MF</p><p>ondulante,</p><p>variando am-</p><p>plitude</p><p>(0 e valor má-</p><p>ximo). Não</p><p>há sensação</p><p>brusca de</p><p>alternância.</p><p>Corrente MF</p><p>com pausas</p><p>intercaladas.</p><p>Usada para</p><p>métodos</p><p>diagnósticos.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 3</p><p>TENS –</p><p>ELETROESTI-</p><p>MULAÇÃO</p><p>NERVOSA</p><p>9EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>TENS – ELETROESTIMULAÇÃO NERVOSA</p><p>O QUE É? TIPOS</p><p>ATIVA A</p><p>TEORIA DAS</p><p>COMPORTAS</p><p>DA DOR</p><p>ATIVA A</p><p>TEORIA DOS</p><p>OPIÓDES</p><p>ENDÓGENOS</p><p>FREQUEN-</p><p>CIAS MAIS</p><p>USADAS</p><p>ENTRE 150</p><p>A 200 HZ</p><p>FREQUEN-</p><p>CIA DE 1</p><p>A 4 HZ</p><p>FREQUENCIA</p><p>MODULADA</p><p>(BAIXA DE</p><p>2 HZ MO-</p><p>DULADA EM</p><p>PACOTES</p><p>DE 150 HZ)</p><p>NÍVEL</p><p>SENSORIAL</p><p>NÍVEL</p><p>MOTOR</p><p>DIVISÃO</p><p>MELHOR</p><p>EFEITO</p><p>EM DORES</p><p>AGUDAS</p><p>MELHOR</p><p>EFEITO EM</p><p>DOR CRÔNICA</p><p>FREQUÊN-</p><p>CIA ACIMA</p><p>DE 100 HZ</p><p>Transmissão de</p><p>energia elétrica de</p><p>um estimulador ex-</p><p>terno para o sistema</p><p>nervoso periférico</p><p>A - Freq. Elevada</p><p>(80-200Hz)</p><p>A - Freq. Baixa</p><p>(1-10Hz)</p><p>Os efeitos de</p><p>reeducação</p><p>muscular, bem</p><p>como o de</p><p>fortalecimento</p><p>tem comprova-</p><p>ção científica?</p><p>Tens Con-</p><p>vencional</p><p>Tens Acu-</p><p>puntura</p><p>Tens Burst</p><p>Tens bre-</p><p>ve-intensa</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>10EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>INDICAÇÕES TRATAMENTODor aguda Dor não</p><p>diagnosticada</p><p>Dor crônica Marca-passo</p><p>Pós operatório Gestantes</p><p>Tendinites</p><p>musculares Epilepsia</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 4</p><p>ESTIMULAÇÃO</p><p>ELÉTRICA</p><p>FUNCIONAL</p><p>(FES)</p><p>12EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA</p><p>FUNCIONAL (FES)</p><p>1. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA</p><p>NEUROMUSCULAR</p><p>A denominação “estimulação elétrica neuromuscular” (EENM) refere-se á utilização</p><p>de equipamentos que geram corrente elétrica para estimulação no nível motor, ou seja,</p><p>geram contração muscular. Diferentemente dos equipamentos de eletroanalgesia (inibe</p><p>a dor), a EENM tende a passar pelo limiar sensitivo, porém atua principalmente no limiar</p><p>motor, sendo necessário para isso uma corrente elétrica com pulsos de maior duração.</p><p>Esses recursos, quando aplicados no corpo humano, tendem a gerar uma despo-</p><p>larização do motoneurônio inferior e consequentemente todas as etapas fisiológicas da</p><p>contração. Portanto, para que se tenha o resultado esperado com esses recursos, há a</p><p>necessidade de uma fibra nervosa eferente (neurônio motor) í ntegra.</p><p>2. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA</p><p>FUNCIONAL (FES)</p><p>A terapia por FES tem como definição clássica de acordo com Fitzgerald 2003, te-</p><p>rapia realizada no neurônio motor intacto para iniciar a contração de músculos parcial-</p><p>mente paralisados, de modo a produzir movimento funcional. Por esse conceito podemos</p><p>subentender que sempre o paciente ou atleta deve realizar ou ao menos tentar realizar o</p><p>movimento associado ao equipamento e não se submeter a uma simples terapia passiva.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>13EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>Figura 1. Representação do controle motor coordena-</p><p>do pelo SNC e controle neuromuscular artificial</p><p>Fonte: Google Imagens</p><p>2.1 PARÂMETROS</p><p>Para que a estimulação elétrica funcional realize o seu mecanismo de ação, parâme-</p><p>tros físicos específicos são utilizados. Os quais estão listados a seguir:</p><p>Os parâmetros elétricos controlados na FES são a duração dos pulsos (μs), a ampli-</p><p>tude (V), a intensidade (A) e a frequência dos pulsos (Hz).</p><p>Importante mencionar que, quando a modulação da FES ocorre variando-se a ampli-</p><p>tude, considera-se a estimulação como modulada por amplitude de pulso (do inglês, pulse</p><p>amplitude modulation – PAM), ao passo que quando controlada pela duração do pulso, a</p><p>estimulação é classificada como modulada por largura de pulsos (do inglês, pulse width</p><p>modulation – PWM).</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>14EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>Figura 2. Aparelho de Estimulação Elétrica Neuromuscular</p><p>Fonte: Google Imagens</p><p>O FES gera uma corrente elétrica de baixa frequência, alternada ou bifásica, pulsada,</p><p>simétrica com pulsos na forma retangular, sendo considerada assim, despolarizada. O fato</p><p>de se apresentar com baixa frequência (1 a 100 Hz aproximadamente) faz com que tenha</p><p>uma alta resistência tecidual e pequena profundidade de penetração.</p><p>Um dos primeiros parâmetros a se regular em uma aplicação de FES é a frequência.</p><p>Nos equipamentos nacionais, consegue-se trabalhar em uma faixa de 1 a 100 Hz, porém</p><p>clinicamente é observada uma faixa mais restrita entre 30 e 80 Hz. Uma frequência mais</p><p>baixa (30 a 50 Hz) tende a selecionar mais as fibras tônicas ou vermelhas do tipo I, sendo</p><p>que a frequência mais alta (50 a 80 Hz) pode selecionar mais fibras fásicas ou brancas do</p><p>tipo IIb, apesar de ainda persistir certa divergência na literatura.</p><p>Outro parâmetro de grande importância é a duração de pulso. Os aparelhos tradicio-</p><p>nais permitem o ajuste entre 200 e 400 μs, quando se objetiva a contração muscular. Em</p><p>um primeiro momento do tratamento, pode-se optar por duração de pulso entre 200 a 300</p><p>μs, aumentando para 300 a 400 μs em músculos que já passaram por um programa pré-</p><p>vio de fortalecimento. Em um segundo momento, pode-se utilizar esta duração de pulso</p><p>para selecionar tipos específicos de fibras. Fibras brancas ou do tipo II apresentam menor</p><p>limiar de excitação, sendo mais ativadas com duração de pulso próxima a 200 μs e fibras</p><p>vermelhas respondem melhor a excitação, com duração próxima a 400 μs.</p><p>A relação entre o tempo de contração (Ton) e o tempo de repouso (Toff) em músculos</p><p>mais fracos deve ficar em torno de 1:2 e, em músculos mais próximos do normal, relação</p><p>de 1:1. Um tempo de contração entre 10 e 15 segundos tem sido preferido pela maioria</p><p>dos autores. Outra regra que tem sido preconizada é um tempo total de tratamento com</p><p>EENM entre 10 e 15 minutos, podendo exceder os 20 minutos apenas em casos de atletas.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>15EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>2.2 APLICAÇÃO DE ELETRODOS</p><p>Metodologicamente, a FES pode ser aplicada por meio de eletrodos transcutâneos (ou</p><p>de superfície), percutâneos (posicionados abaixo da pele por meio de punção, os cabos es-</p><p>tendem-se para o meio exterior e são conectados aos módulos externos) ou implantados</p><p>(procedimento cirúrgico). Os eletrodos de superfície são colocados sobre a pele e podem</p><p>ser auto-adesivos ou de silicone-carbono com gel24. Quando se tem um par de eletrodos,</p><p>um ativo e outro de referência, a FES é uni- ou monopolar. Quando a FES possui dois eletro-</p><p>dos ativos e mais um eletrodo como referência, a aplicação é bipolar32. Eletrodos de mesmo</p><p>tamanho, por exemplo, os dois eletrodos com medida 5 cm x 5 cm, definem a estimulação</p><p>elétrica como bipolar36. Eletrodos com tamanhos distintos, por exemplo, um com medida 5</p><p>cm x 5 cm e outro com 5 cm x 9 cm, atribui-se a essa aplicação como monopolar, sendo que</p><p>o menor eletrodo (5 cm x 5 cm) terá uma maior densidade de corrente.</p><p>Referente aos eletrodos de superfície, existem duas técnicas conhecidas de colo-</p><p>cação dos eletrodos. Em uma delas, chamada “mioenergética”, coloca-se um eletrodo no</p><p>inicio do ventre muscular e outro do mesmo canal mais distal, nesse mesmo músculo. A</p><p>outra técnica é chamada de “ponto motor”, colocandose um eletrodo no ponto motor de</p><p>determinado músculo e o outro mais proximal, preferencialmente no mesmo músculo.</p><p>Figura 3. Aplicação de eletrodo superficial</p><p>2.3 CONTRA-INDICAÇÕES RELATIVAS</p><p>Alguns aspectos importantes, que podem ser considerados como contraindacações</p><p>relativas devem ser cuidadosamente avaliados antes da aplicação do equipamento de</p><p>EENM como a provável lesão de pele, o excesso de tecido adiposo, a alta fadigabilidade,</p><p>os eletrodos desgastados, entre outros.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>16EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>2.4 CONTRA-INDICAÇÕES ABSOLUTAS</p><p>Outros casos deixam de ser apenas riscos relativos, tornando-se contra-indicações</p><p>absolutas como lesões musculares ou tendíneas recentes, algumas distrofias musculares</p><p>ou miopatias, fraturas instáveis, pacientes com marca-passo cardíaco, infecções ou trom-</p><p>bose venosa profunda.</p><p>3. CONCLUSÃO</p><p>O homem busca mecanismos para suprir necessidades fisiológicas perdidas como</p><p>o natural ato do movimentar-se, o qual requer o circuito de ativação (SNC), sistema efetor</p><p>(neuromuscular), o circuito sensorial (vias nervosas e neuronais ascendentes) realimen-</p><p>tando o SNC, para que o evento continue se adaptando às alterações proporcionadas pelos</p><p>meios externo e interno. A aplicação de FES gera efeitos a curto prazo como a movimenta-</p><p>ção articular por meio da contração muscular, e a longo prazo a FES promove o fortaleci-</p><p>mento do tecido muscular, podendo melhorar a condição cardiorrespiratória e desenvolver</p><p>a plasticidade das vias neuronais, em casos de indivíduos com disfunções neurológicas.</p><p>4. ESQUEMA</p><p>INDICAÇÕES</p><p>FES</p><p>Recondiciona-</p><p>mento Muscular:</p><p>Manter o trofismo;</p><p>Ativar músculos</p><p>que não contraem</p><p>voluntariamente;</p><p>Fraqueza muscular.</p><p>Amplitude de Mo-</p><p>vimento (ADM):</p><p>Manter ou melhorar</p><p>naqueles indivídu-</p><p>os que não reai-</p><p>zam ativamente.</p><p>Reorganizar o</p><p>Padrão Motor:</p><p>Ativar a musculatu-</p><p>ra inativa durante a</p><p>marcha de indivídu-</p><p>os hemiparéticos.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>17EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>1. THIAGO FUKUDA. Uso da eletroestimulaçã o neuromuscular em Fisioterapia. Disponível</p><p>em: .Acessado em 23 de julho de 2019.</p><p>2. Krueger-Beck E., Scheeren E. et al. Efeitos da estimulação elétrica funcional no controle</p><p>neuromuscular artificial. Curitiba, Rev Neurocienc, 530-541, 2011.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 5</p><p>ESTIMULAÇÃO</p><p>NEUROMUS-</p><p>CULAR (NMES)</p><p>CORRENTE</p><p>FARÁDICA E</p><p>CORRENTE</p><p>RUSSA</p><p>19EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>ESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR (NMES)</p><p>CORRENTE FARÁDICA E CORRENTE RUSSA</p><p>1. CORRENTE FARÁDICA</p><p>A corrente farádica tem sido utilizada desde o final do século XIX. A corrente fará-</p><p>dica é uma corrente interrompida, de curta duração (1 milissegundo), forma triangular e</p><p>frequência de 50 Hz. Ela pode ser modulada em trens de pulso, variando sua taxa de repe-</p><p>tição. A partir da década de 60 apareceu a corrente neofarádica, onde a principal diferença</p><p>está na diminuição da duração do pulso ficando na casa dos microsegundos, e na possi-</p><p>bilidade de modificar parâmetros como a frequência oscilando de 50 a 100 Hz, e com isto</p><p>trazendo mais conforto ao paciente.</p><p>Google Imagens</p><p>1.1 EFEITOS FISIOLÓGICOS:</p><p>Estimula os nervos sensitivos (parestesia, reflexo de vasodilatação); estimula os ner-</p><p>vos motores; efeito de contração muscular, aumenta o metabolismo, aumento a irrigação</p><p>sanguínea dos músculos, aumento do retorno venoso e linfático.</p><p>1.2 EFEITOS TERAPÊUTICOS</p><p>Os efeitos terapêuticos fornecidos pela corrente farádica, são: hipertrofia e hiperto-</p><p>nia, facilitação da contração muscular, reeducação da ação muscular (memória cinesté-</p><p>sica), aprendizagem de uma ação muscular nova, prevenção de aderências, absorção de</p><p>líquidos (edemas).</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>20EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>1.3 METODOLOGIA DE APLICAÇÃO</p><p>APLICAÇÃO DOS ELETRODOS</p><p>Eletrodo indiferente ou passivo = é colocado para dissipar a corrente, geralmente no</p><p>tronco nervoso que inerva o músculo a ser trabalhado.</p><p>Eletrodo ativo = coloca-se sobre o ponto motor do músculo a ser tratado. O ponto</p><p>motor é o melhor local para se obter uma boa contração muscular.</p><p>Em músculos isolados, o melhor tratamento é com a caneta de aplicação diretamen-</p><p>te no ponto motor. Já em grupos musculares os grandes eletrodos são mais convenientes.</p><p>1.4 TÉCNICA DE TRATAMENTO</p><p>Longitudinal: 2 eletrodos ativos na mesma face anatômica.</p><p>Sub-aquática: introduz-se em uma cuba com água 2 eletrodos que ficarão no mesmo</p><p>lado do recipiente, contraindo o mesmo grupo muscular.</p><p>Bomba farádica: Utilizada para incrementar a drenagem venosa e linfática em ede-</p><p>mas. Utiliza-se grandes eletrodos almofadados, que cubram os pontos motores dos prin-</p><p>cipais grupos musculares. A região com edema deve ser enfaixada e elevada.</p><p>1.5 TEMPO DE APLICAÇÃO:</p><p>Geralmente a corrente farádica</p><p>é aplicada durante quinze minutos, porém no modo</p><p>de bomba farádica, aplica-se por vinte minutos com pausa de cinco minutos.</p><p>1.6 INDICAÇÕES:</p><p>A corrente farádica é indicada nos seguintes casos: Drenagem de edemas, hipertro-</p><p>fia muscular, pós-cirúrgicos de transplantes tendinosos, reeducação muscular, fibroses e</p><p>aderências cicatriciais</p><p>1.7 CONTRA-INDICAÇÕES:</p><p>A corrente torna-se contra-indicada nos casos a seguir: Área precordial, pacientes</p><p>com extremos cronológicos, pacientes incapazes de indicar as sensações produzidas pela</p><p>corrente Gônodas, útero gravídico, e Neuromas.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>21EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>2. CORRENTE RUSSA</p><p>2.1 CONCEITO</p><p>Segundo Robinson & Snyder-Mackler (2001) a corrente originalmente utilizada pelos</p><p>pesquisadores soviéticos foi uma corrente alternada simétrica, sinusoidal de 2500 Hz que</p><p>era modulada por burst a cada 10 ms para fornecer 50 bursts por segundo. Esta forma de</p><p>estimulação foi promovida comercialmente como “Estimulação Russa”. Segundo Adel &</p><p>Luykx (1990) o pesquisador soviético utilizou bursts de 50 Hz por se encontrar mais ou</p><p>menos no centro do espectro de frequências utilizado para a geração de contrações te-</p><p>tânicas (40 Hz a 80 Hz). A corrente russa pode ser definida com uma corrente alternada</p><p>de média frequência, que pode ser modulada por “rajadas” (bursts) e é utilizada com fins</p><p>excitomotores. Este tipo de corrente permite aplicação de alta amperagem, em torno de</p><p>100 mA.</p><p>2.2 OBJETIVOS</p><p>Aumentar a força muscular para melhorar a estabilidade (ativa) de uma articulação;</p><p>Recuperar a força muscular; Para aumentar a força muscular a fim de se alcançar uma</p><p>performance física maior. Isto ocorre em treinamentos de atletas de alto nível.</p><p>2.3 PARAMÊTROS DA CORRENTE RUSSA</p><p>Intensidade da corrente (mA), frequência dos impulsos em HZ, duty cicle (ciclo com-</p><p>pleto): a) cicle ON: tempo de passagem da corrente em segundos, b) cicle OFF: tempo de</p><p>repouso da musculatura em segundos, relação ON/OFF, duração dos impulsos (US), núme-</p><p>ro de contrações por sessão.</p><p>Todos estes parâmetros devem ser ajustados paciente por paciente para potenciali-</p><p>zar o máximo da musculatura, para isto, é necessário conhecer profundamente a fisiologia</p><p>do exercício, indicações clínicas e técnicas de aplicação.</p><p>2.4 EFEITOS FISIOLÓGICOS</p><p>Alguns dos efeitos fisiológicos promovidos pela corrente russa, estão listados seguir:</p><p>Aumento do volume transverso da fibra muscular, aumento dos sarcômeros em sé-</p><p>ries (força muscular); facilitação do controle motor devido ao aumento da frequência de</p><p>disparo neuromuscular, aumento do metabolismo e fluxo sanguíneo, reduz a fadiga mus-</p><p>cular, mudança na estrutura do tecido muscular.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>22EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>Além destes efeitos fisiológicos a corrente russa apresenta alguns benefícios: 30 a 40%</p><p>das unidades motoras podem ser ativadas; a estrutura das fibras musculares pode ser poten-</p><p>cialmente alterada por uma escolha específica de frequência; a melhora da força muscular</p><p>pode ser conseguida em um curto período de tempo; a estabilidade de articulação pode ser</p><p>alcançada na fase de imobilização; há um efeito benéfico na meia vida do colágeno.</p><p>2.5 FORMAS DE APLICAÇÃO DA CORRENTE RUSSA</p><p>y Eletroestimulação estática: Para tratar encurtamento muscular (eletrostretching)</p><p>Aplica-se essa corrente sem o deslocamento da alavanca sempre que não houver</p><p>contra-indicação para o exercício isométrico. Seus objetivos são prevenir atrofia muscular,</p><p>tonificar e começar o fortalecimento de um músculo com uma atrofia importante.</p><p>Google Imagens</p><p>y Eletroestimulação Dinâmica associada ao exercício</p><p>Recorremos a este método quando necessitamos de ajuda externa para incrementar</p><p>os exercícios, trata-se de um suplemento para ganho da força muscular com cargas que</p><p>músculo sozinho não realizaria. Objetivos: reforçar a musculatura quando já se tem um</p><p>bom nível de força muscular, readaptação ao exercício e melhorar a coordenação motora.</p><p>Google Imagens</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>23EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>y Eletroestimulação em estiramento</p><p>Principal efeito é gerar tensão sobre os tendões. Objetivos: reforço tendinoso, melho-</p><p>ra da elasticidade e da amplitude.</p><p>Google Imagens</p><p>y Eletroestimulação aplicado à Estética</p><p>Objetivos: tonificar a muscular, definir e delinear músculos, reduzir medidas antropométricas.</p><p>Google Imagens</p><p>2.6 INDICAÇÕES</p><p>y A corrente russa pode ser indicada para o fortalecimento muscular no desempenho</p><p>esportivo de atletas, para:</p><p>Melhorar da capacidade de pique; melhorar da força de impulsão; melhorar a resistência.</p><p>Figura 1 – Colocação dos eletrodos</p><p>durante as sessões de EENM.</p><p>Figura 2 – Ângulo do joelho</p><p>durante as sessões de EENM.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>24EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>y Como também pode ser indicada para o fortalecimento muscular em condições</p><p>patológicas, tendo como objetivos a melhora da estabilidade e a redução da dor. As</p><p>disfunções que se qualificam são:</p><p>Condropatia retropatelar, Pós-operatório de: meniscectomia, fratura, ruptura de liga-</p><p>mento; problemas lombares: Estabilização da coluna dorsal e lombar com fortalecimento</p><p>abdominal; Lesões no joelho: Estabilização da articulação do joelho quando ela demonstra</p><p>sintomas de “entrega”; Incontinência: através do fortalecimento dos músculos do esfínc-</p><p>ter externo; má postura: melhoria da postura, particularmente na coluna dorsal torácica</p><p>através do fortalecimento muscular.</p><p>2.7 CONTRAINDICAÇÕES</p><p>Danos musculares, tendomioses, tendinites, disfunções de articulações agudas, fi-</p><p>bras não consolidadas, tais como fraturas e rupturas de músculos e ligamentos, formas de</p><p>espasticidade, formas de miopatias.</p><p>3. ESQUEMA</p><p>CORRENTE</p><p>FARÁDICA</p><p>CORRENTE</p><p>RUSSA</p><p>EFEITOS FISIOLÓGICOS:</p><p>Estimula os nervos</p><p>sensitivos (parestesia,</p><p>reflexo de vasodilatação);</p><p>estimula os nervos moto-</p><p>res; efeitos de contração</p><p>muscular, aumenta o</p><p>metabolismo, aumento da</p><p>irrigação sanguínea dos</p><p>músculos, aumento do</p><p>retorno venoso e linfático.</p><p>EFEITOS FISIOLÓGICOS:</p><p>Aumento do volume</p><p>transverso da fibra mus-</p><p>cular, aumento dos sar-</p><p>cômeros em séries (força</p><p>muscular); facilitação do</p><p>controle motor devido</p><p>ao aumento do metabo-</p><p>lismo e fluxo sanguíneo,</p><p>reduz a fadiga muscular,</p><p>mudança na estrutura</p><p>do tecido muscular,</p><p>EFEITOS TERAPÊUTICOS:</p><p>Hipertrofia e hipertonia,</p><p>facilitação da contração</p><p>muscular, reeducação da</p><p>ação muscular (memória</p><p>cinestésica), aprendiza-</p><p>gem de uma ação mus-</p><p>cular nova, prevenção</p><p>de aderências, absorção</p><p>de líquidos (edemas).</p><p>EFEITOS TERAPÊUTICOS:</p><p>30 a 40% das unidades</p><p>motoras podem ser</p><p>ativadas; melhora da</p><p>força muscular em um</p><p>curto paríodo de tempo;</p><p>estabilidade de articu-</p><p>lar; efeito benéfico na</p><p>meia vida do colágeno.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>25EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>1. BORGES F. Eletrotermofototerapia. Pós graduação traumato ortopedia. Universidade Gama</p><p>Filho, 2008.</p><p>2. WILLIAN V. Fisioterapia Geral. Termoterapia, actinoterapia, laserterapia e eletroterapia;</p><p>2003.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 6</p><p>CORRENTE</p><p>INTERFERENCIAL</p><p>27EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>CORRENTE INTERFERENCIAL</p><p>CONCEITO</p><p>TIPOS DE</p><p>APLICAÇÃO</p><p>É quando duas corren-</p><p>tes de média frequência</p><p>levemente diferentes (F1</p><p>E F2) se encontram em</p><p>um mesmo ponto, geran-</p><p>do uma nova corrente de</p><p>média frequência em um</p><p>ângulo de 45º chamada</p><p>de corrente interferencial.</p><p>A área em que se forma</p><p>o trevo de “quatro folhas”</p><p>ocorre a modulação má-</p><p>xima onde suas direções</p><p>são somadas formando</p><p>um vetor. O padrão real</p><p>da corrente apresenta</p><p>uma forma muito mais</p><p>irregular e difusa, pois as</p><p>variações e distâncias</p><p>entre os eletrodos dificul-</p><p>tam essa uniformidade.</p><p>Baseia-se em gerar uma</p><p>interferência entre duas</p><p>frequência (2000 a 4000</p><p>Hz) com amplitude modu-</p><p>lada em baixa frequência</p><p>(0 – 250 Hz), conseguindo</p><p>atingir tecidos mais pro-</p><p>fundos e tornando-se um</p><p>meio de fim terapêutico.</p><p>Para alcançar uma distribui-</p><p>ção mais uniforme e garan-</p><p>tir a área efetiva do trata-</p><p>mento, o padrão de folha de</p><p>trevo deve estar em torno</p><p>de</p><p>45º para denominada</p><p>como aplicação tetrapolar.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>28EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>A maneira com que a corrente atinge</p><p>os 100% de profundidade a amplitu-</p><p>de será maior, e quando mais longe</p><p>disso, será menor. Acredita-se que o</p><p>centro seja o local de interferência</p><p>máxima, e sua diminuição de força</p><p>ocorre de maneira que a corren-</p><p>te atinge o ápice das “pétalas”</p><p>Essa corrente de média frequên-</p><p>cia é classificada como corrente</p><p>despolarizada e não possui efei-</p><p>to polar, sendo a mais adequada</p><p>para o tratamento das camadas</p><p>mais profundas dos tecidos.</p><p>Já aplicação bipolar acontece de</p><p>forma mais simples, ou seja, é</p><p>utilizada apenas dois polos para</p><p>sua aplicação e as duas correntes</p><p>alternadas que se sobrepõem dentro</p><p>do aparelho. A profundidade da</p><p>modulação permanece em 100% e</p><p>se mantém em todo seu trajeto.</p><p>A facilidade da corrente de média fre-</p><p>quência em ter maior impedância nos</p><p>tecidos é devido aos pulsos elétricos</p><p>muito curtos, capazes de estimular</p><p>os nervos através da modulação da</p><p>amplitude. A modulação permite que</p><p>as frequências pré-estabelecidas de</p><p>batimento se alterem automatica-</p><p>mente em um tempo específico, e às</p><p>vezes são chamadas de espectro.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>29EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>AMF (AMPLITUDE</p><p>DE MODULAÇÃO</p><p>DE FREQUÊNCIA)</p><p>A variação do espectro serve</p><p>também para o ajuste da</p><p>mudança de frequência que</p><p>é feita em três módulos:</p><p>A modulação da amplitude da frequência (AMF) é designa-</p><p>da como a frequência de tratamento. A mesma é indicada</p><p>que seja modulada de acordo com cada fisiopatologia.</p><p>Para o ajuste da frequência fixa utiliza-se o valor de 4000</p><p>Hz, enquanto a outra corrente de interferência pode variar</p><p>entre 4000 a 4250 Hz. É aconselhável modulações de AMF</p><p>mais altas para distúrbios agudos (130 a 150 Hz) e AMF</p><p>mais baixas (25 a 75 Hz) para fases crônicas. Já para a fase</p><p>subaguda é estabelecido a frequência entre 70 a 100 Hz.</p><p>A corrente elétrica de estimulação interferencial é descrita</p><p>pela literatura como atuante em disfunções como modulação</p><p>da dor, anti-inflamatório, miorrelaxante, reeducação muscular,</p><p>cicatrizações, aumento da amplitude de movimento articular</p><p>e estimulador elétrico com capacidade de estimular nervos.</p><p>Esta modulação é utilizada para situa-</p><p>ções mais agudas, onde a variação é de</p><p>6 segundos atingindo a frequência má-</p><p>xima e 6 segundos para retornar a AMF</p><p>base. A frequência não se mantém ha-</p><p>vendo novamente a repetição do ciclo.</p><p>A subida da frequência ocorre em 1 segundo,</p><p>mantendo-se a frequência básica em 5 se-</p><p>gundos somados ao espectro de AMF retor-</p><p>nando a frequência básica em 1 segundo. É</p><p>indicado para patologias com fase subaguda.</p><p>A AMF permanece na frequência durante</p><p>1 segundo, mantendo no próximo 1 se-</p><p>gundo conforme o espectro que foi de-</p><p>terminado, sendo indicado esse tipo de</p><p>modulação para patologias crônicas.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CAPÍTULO 7</p><p>ELETRO-</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>31EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>ELETRODIAGNÓSTICO</p><p>CONCEITO</p><p>É a representação</p><p>gráfica do estado do</p><p>músculo e do nervo em</p><p>curvas de intensidade</p><p>e tempo de pulso.</p><p>É um recurso de avaliação</p><p>que o fisioterapeuta utiliza</p><p>para verificar se há alteração</p><p>na excitabilidade de um nervo</p><p>periférico. Quando detectado</p><p>há presença de lesão nervosa, o</p><p>fisioterapeuta pode tratar e ga-</p><p>rantir um melhor prognóstico.</p><p>Reobase</p><p>É a mínima intensidade</p><p>de um pulso elétrico para</p><p>proporcionar uma míni-</p><p>ma contração muscular.</p><p>Cronaxia</p><p>É o mínimo tempo de um pulso</p><p>elétrico capaz de produzir uma</p><p>mínima contração muscular,</p><p>sen-do que para encontrá-lo</p><p>é necessário dobrar o valor</p><p>da reobase encontrada.</p><p>REOBASE X CRONAXIA</p><p>EXEMPLO:</p><p>Musculatura ou</p><p>nervo estimulado</p><p>faradicamente com</p><p>6 mA de intensi-</p><p>dade e 0,3ms de</p><p>Tempo de pulso.</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>32EDITAL DE SELEÇÃO SANAR</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>http://sanarsaude.com</p><p>CORRENTE GALVÂNICA</p><p>CORRENTE DIADINÂMICA DE BERNARD</p><p>TENS – ELETROESTIMULAÇÃO NERVOSA</p><p>ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL (FES)</p><p>1. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NEUROMUSCULAR</p><p>2. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL (FES)</p><p>3. CONCLUSÃO</p><p>4. ESQUEMA</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR (NMES)</p><p>CORRENTE FARÁDICA E CORRENTE RUSSA</p><p>1. CORRENTE FARÁDICA</p><p>2. CORRENTE RUSSA</p><p>3. ESQUEMA</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>CORRENTE INTERFERENCIAL</p><p>ELETRODIAGNÓSTICO</p>