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<p>Faculdade Estácio de Sá</p><p>Aluna: Manuella Marques da Silva</p><p>Disciplina: Direito Financeiro e tributário</p><p>Prof: Ronaldo</p><p>Turma/período – 2001 / 10º Período</p><p>Email: milla1505@gmail.com</p><p>CASO CONCRETO 1</p><p>José Manuel contratou um contador para fazer a sua declaração de imposto de renda. O</p><p>contador lhe solicitou todos os documentos e informações necessários e conferiu todos os</p><p>dados, com base em possíveis cruzamentos de informações. Como resultado da declaração</p><p>apresentada, restou apurado o dever de recolher pouco mais de três mil reais. O contador</p><p>entrega a José Manuel a declaração impressa e em versão digital, acompanhada da guia de</p><p>recolhimento da primeira parcela, dentro do prazo legal e orienta ele a recolher as demais</p><p>parcelas. José Manuel recebe e paga a primeira parcela, mas se esquece de fazer qualquer</p><p>pagamento nos meses seguintes. José Manuel se habilita em um certame público para prestar</p><p>serviços públicos como temporário em virtude de grande evento esportivo que ocorrerá em sua</p><p>cidade, conduzido pelas forças armadas. Para isso, lhe é solicitada a entrega de certidões que</p><p>comprovem sua regularidade fiscal. José Manuel solicita este documento à receita federal e</p><p>recebe a informação de que em seu nome consta dívida ativa inscrita pelo não pagamento de</p><p>imposto de renda declarado. Insurge-se e entra em contato com seu contador que lhe relembra</p><p>que deveria pagar as demais parcelas pela declaração feita recentemente, mas ele reclama</p><p>pois a RFB inscreveu seu nome sem sequer lhe notificar antes. Indaga-se:</p><p>1) o caso concreto trata de que espécie de lançamento?</p><p>Trata-se de lançamento por homologação, baseado no Art 150, CTN. Nessa espécie o</p><p>contribuinte informa ao fisco todas as informações e verificada a veracidade, o fisco homologa.</p><p>2) A inscrição é regular ou deveria haver alguma notificação prévia?</p><p>A inscrição é irregular pois deveria haver a notificação do contribuinte antes de inscrever seu</p><p>nome na dívida ativa, respeitando o princípio do contraditório e ampla defesa.</p><p>Questão objetiva</p><p>A alíquota do ITR, em 1995, era de 1,5%; em 1996, de 2%; e em 1997, de 1%. Durante o ano</p><p>de 1997, o Fisco Federal, verificando que Joaquim de Souza não pagara o ITR de 1995,</p><p>efetuou o lançamento à alíquota de 2% e promoveu a notificação. Joaquim entende que a</p><p>alíquota aplicável é de 1%. Na verdade:</p><p>( ) a. Joaquim está com o entendimento correto, pois 1% era a alíquota do exercício em que</p><p>ocorreram o lançamento e a notificação;</p><p>( ) b. o entendimento do Fisco é correto, pois, no caso, deve prevalecer a alíquota maior;</p><p>( ) c. a alíquota aplicável é a de 1%, por consequência do princípio in dubio pro reo;</p><p>(X) d. a alíquota correta é a da data da ocorrência do fato gerador, ou seja, 1,5%;</p><p>( ) e. a alíquota correta é a de 1,5%, por representar a média das três alíquotas, em face do</p><p>princípio da razoabilidade.</p><p>mailto:milla1505@gmail.com</p>

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