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<p>14</p><p>www.projetomedicina.com.br</p><p>Estrelas do mar</p><p>Mexilhões</p><p>Pepinos do mar</p><p>GRUPO II</p><p>Planárias</p><p>Lombrigas</p><p>Minhocas</p><p>Sanguessugas</p><p>GRUPO III</p><p>Caranguejos</p><p>Escorpiões</p><p>Camarões</p><p>Gafanhotos</p><p>GRUPO IV</p><p>Tubarão</p><p>Baleia</p><p>Golfinho</p><p>Jacaré</p><p>Marque a alternativa CORRETA:</p><p>a) no grupo I existe animais pertencentes a dois filos diferentes.</p><p>b) no grupo II existem animais pertencentes a três filos diferentes.</p><p>http://www.projetomedicina.com.br/</p><p>15</p><p>www.projetomedicina.com.br</p><p>c) no grupo III existem animais pertencentes a três filos diferentes.</p><p>d) no grupo IV existem animais pertencentes a dois filos diferentes.</p><p>27 - (UFMG)</p><p>Observe esta representação de parte de uma árvore evolutiva:</p><p>Com base nessa representação, é INCORRETO afirmar que:</p><p>a) a enguia, o tritão, o lagarto e a cobra possuem ancestral comum.</p><p>b) a especiação dos lagartos foi anterior à do tritão.</p><p>c) as cobras são mais aparentadas com os lagartos que com as enguias.</p><p>d) parentes distantes, nessa árvore, podem apresentar semelhanças fenotípicas.</p><p>28 - (UPE)</p><p>Analise as características apresentadas no diagrama e descubra a que vertebrado (?) se referem.</p><p>http://www.projetomedicina.com.br/</p><p>16</p><p>www.projetomedicina.com.br</p><p>a) Tubarão.</p><p>b) Sapo.</p><p>c) Tartaruga.</p><p>d) Galinha.</p><p>e) Golfinho.</p><p>29 - (UPE)</p><p>Identifique a Classe de Vertebrado [?] cujas características estão apresentadas no diagrama.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>a) Osteichthyes.</p><p>b) Amphibia.</p><p>c) Reptilia.</p><p>d) Aves.</p><p>e) Mammalia.</p><p>30 - (FMTM MG)</p><p>O grupo dos répteis notabilizou-se por abrigar representantes que, ao longo da evolução,</p><p>constituíram o primeiro grupo de vertebrados a conquistar efetivamente o ambiente terrestre. Para</p><p>tanto, surgiram inúmeras adaptações, como as relacionadas a seguir:</p><p>http://www.projetomedicina.com.br/</p><p>cálice (do latim taça de uma flor). Qualquer uma das diversas estruturas zoológicas com forma de taça.</p><p>caloria (do latim calere = calor). Unidade de calor definida como a quantidade de calor necessária para aquecer 1 g de água</p><p>de 14,5 para 15,5°C; 1 cal = 4,184 joules no Sistema Internacional de Unidades.</p><p>canais. Poros criados pelas proteínas transmembrana que permitem aos íons e água deslocarem-se através da membrana</p><p>plasmática por difusão. Eles podem ficar sempre abertos ou acionados por sinais específicos para abri-los ou fechá-los</p><p>(p. ex., canais acionados quimicamente ou por voltagem).</p><p>canais com barreira. Poros na membrana plasmática, criados por proteínas transmembrana, que se abrem ou fecham em</p><p>resposta a um sinal específico, tais como ligação a uma substância química (barreira química), uma mudança de potencial</p><p>na membrana (barreira de voltagem) ou distorção da membrana (barreira mecânica). Esses canais, quando se abrem,</p><p>permitem que íons e água desloquem-se através da membrana plasmática por difusão.</p><p>canais radiais. Canais ao longo dos ambulacros e que partem do canal circular dos equinodermos; também, os canais</p><p>revestidos de coanócitos das esponjas siconoides.</p><p>canal alimentar. Tubo digestivo.</p><p>canal ginecofórico (do grego gynē = mulher + pherein = portar). Sulco presente nos machos de certos trematódeos, onde</p><p>são carregadas as fêmeas.</p><p>capacidade de calor específico alta. Significa uma grande quantidade de energia necessária para aumentar a temperatura da</p><p>água líquida (1°C por grama).</p><p>capacidade de suporte. Número máximo de indivíduos que podem resistir a condições ambientais específicas.</p><p>capilar. Vaso sanguíneo extremamente fino (em média, nos mamíferos, tem cerca de 8 μm de diâmetro) que liga os sistemas</p><p>arterial e venoso dentro dos tecidos e é composto apenas por uma camada de células endoteliais. Os capilares</p><p>estabelecem uma interface entre o sistema circulatório e as células, permitindo a filtração de oxigênio, nutrientes e</p><p>moléculas de sinalização (p. ex., hormônios) para as células e absorvem delas os restos metabólicos.</p><p>capítulo (do latim capitulum = pequena cabeça). Termo aplicado a estruturas diminutas e com forma de cabeça, presentes</p><p>em vários organismos, incluindo projeções do corpo portadoras de peças bucais de ácaros e carrapatos.</p><p>captáculos (do latim captare = prender). Tentáculos que se estendem a partir da cabeça de moluscos escafópodes, utilizados</p><p>na alimentação.</p><p>carapaça (do francês, a partir do espanhol carapacho = concha). Placa em forma de escudo que cobre o cefalotórax de</p><p>certos crustáceos; porção dorsal da cobertura de uma tartaruga.</p><p>caráter. Componente do fenótipo (incluindo características morfológicas, moleculares e comportamentais específicas, dentre</p><p>outras) utilizado por sistematas para diagnosticar espécies ou táxons superiores; para avaliar relacionamento filogenético</p><p>entre diferentes espécies ou entre táxons superiores; ainda, para averiguar relacionamento entre populações de uma mesma</p><p>espécie.</p><p>carboidrato (do latim carbo = carvão + do grego hydōr = água). Compostos de carbono, hidrogênio e oxigênio que têm a</p><p>fórmula generalizada (CH2O)n; aldeído ou cetona derivados de alcoóis poli-hídricos, com átomos de hidrogênio e oxigênio</p><p>unidos na razão 2:1.</p><p>carboxila (Carbono + oxigênio + il = sufixo de radical químico). Grupo ácido de moléculas orgânicas (–COOH).</p><p>cardíaco (do grego kardia = coração). Pertencente ou relativo ao coração.</p><p>carenada (do latim carina = quilha ou carena). Que apresenta uma quilha; em particular, aves voadoras com uma quilha (ou</p><p>carena) no esterno para origem de músculos de voo; contrasta com ratita.</p><p>carnívoro (do latim carnivorous = comedor de carne). Mamífero pertencente à ordem Carnivora. Também, qualquer</p><p>organismo que se alimenta de outros animais.</p><p>caroteno (do latim carota = cenoura + ene = carboidrato insaturado de cadeia reta). Pigmento vermelho, amarelo ou</p><p>laranja, pertencente ao grupo dos carotenoides; precursor da vitamina A.</p><p>cartilagem (do latim cartilago, similar ao latim cratis = feito de vime). Tecido conjuntivo especializado, translúcido, que</p><p>compõe a maior parte do esqueleto de embriões e de vertebrados jovens, bem como de peixes cartilaginosos adultos, tais</p><p>como tubarões e raias; em outros vertebrados adultos, esse tecido é, em grande parte, substituído por osso.</p><p>casal. Associação entre um macho adulto e uma fêmea adulta para reprodução. Característico de espécies monogâmicas.</p><p>casta (do latim castus = puro, separado). Uma das formas polimórficas dentro de uma sociedade de insetos, com cada casta</p><p>tendo tarefas específicas, tais como rainha, operária e soldado.</p><p>casulo (do latim casula = vestimenta sacerdotal). Envoltório protetor de estágios de desenvolvimento ou repouso; às vezes</p><p>referente ao invólucro e seu conteúdo: por exemplo, o casulo de uma mariposa ou a cobertura protetora dos embriões em</p><p>desenvolvimento de alguns anelídeos.</p><p>catabolismo (do grego kata = para baixo + bol = lançar + ism = sufixo que significa estado de uma condição).</p><p>Metabolismo destrutivo; processo pelo qual moléculas complexas são reduzidas a moléculas mais simples.</p><p>catádromo (do grego kata = para baixo + dromos = corredor). Refere-se aos peixes que migram da água doce para o</p><p>oceano, para desovar.</p><p>catalisador (do grego kata = para baixo + lysis = quebra, perda). Substância que acelera uma reação química, mas não se</p><p>torna parte do produto final.</p><p>caudal (do latim cauda = cauda). Constituir a, pertencer à ou relativo à cauda.</p><p>causa final (do latim ultimatus = último + causa = causa). Os fatores evolutivos responsáveis pela origem, estado presente</p><p>ou função de um sistema biológico.</p><p>causa imediata. Ver causa proximal.</p><p>causa proximal (do latim proximus = mais próximo + causa). Explicação do funcionamento de um sistema biológico, em</p><p>determinado momento e local, de como um animal realiza suas funções metabólicas, fisiológicas e comportamentais (=</p><p>causa imediata).</p><p>cavéolas (do latim cavea = caverna + sufixo diminutivo). Vesículas invaginadas e cavidades na pinocitose.</p><p>cavidade gastrovascular (do grego gastēr = estômago + do latim vasculum = pequeno vaso).</p><p>Cavidade do corpo de alguns</p><p>invertebrados basais que atua tanto na digestão como na circulação e que apresenta uma abertura única, que funciona como</p><p>boca e ânus.</p><p>cecília. Qualquer anfíbio membro da ordem Gymnophiona (também denominada Apoda).</p><p>ceco (do latim caecus = ceco). Divertículo em fundo cego que se inicia no intestino grosso; qualquer bolsa ou divertículo</p><p>similar.</p><p>cefalização (do grego kephale = cabeça). Processo evolutivo pelo qual órgãos sensoriais e apêndices especializados</p><p>tornam-se localizados na extremidade da cabeça dos animais.</p><p>cefalotórax (do grego kephale = cabeça + tórax). Divisão corpórea encontrada em muitos Arachnida e crustáceos</p><p>superiores, nos quais a cabeça funde-se com alguns segmentos torácicos ou com todos estes.</p><p>celênteron (do grego koilos = espaço + enteron = intestino). Cavidade interna de um cnidário; cavidade gastrovascular;</p><p>arquênteron.</p><p>celoma (do grego koilōma = cavidade). Cavidade do corpo dos animais triblásticos e revestida por peritônio mesodérmico.</p><p>celomado. Animais que apresentam celoma; também chamados eucelomados.</p><p>celomócito (do grego koilo–ma = cavidade + kytos, compartimento vazio). Outra denominação para amebócito; célula</p><p>primitiva ou indiferenciada do celoma e do sistema hidrovascular dos equinodermos.</p><p>celomoduto (do grego koilos = espaço + do latim ductus = direção). Ducto condutor de excretas, gametas (ou ambos) do</p><p>celoma ao exterior.</p><p>célula apresentadora de antígeno. Célula do sistema imunológico que realiza a fagocitose (fagócito) do antígeno e ativa as</p><p>respostas imunológicas adquiridas.</p><p>célula B. Tipo de linfócito que é o mais importante na resposta imunológica humoral.</p><p>célula ciliada. Importante componente sensorial de vários tipos de receptores mecânicos e auditivos encontrados em órgãos de</p><p>equilíbrio e de audição, tanto de invertebrados (estatocistos) como de vertebrados (órgão vestibular, órgão de Corti). Os</p><p>“cílios” são microvilosidades ou terminações sensoriais que se projetam da superfície celular e, quando se curvam, pela</p><p>ação de estímulos mecânicos, geram impulsos nervosos ou potenciais de ação, comunicando um sinal ao sistema nervoso</p><p>central.</p><p>célula dendrítica. Célula pertencente ao sistema fagocitário mononuclear que realiza fagocitose, e é uma célula da pele que</p><p>apresenta antígenos; secreta citocinas. Também chamada célula de Langerhans.</p><p>célula-flama. Estrutura oca especializada, de uma ou várias células pequenas, que contém um tufo de flagelos situados na</p><p>extremidade de um pequeno túbulo (a “flama”) com função excretora ou osmorreguladora; túbulos conectados que se</p><p>abrem para o exterior. Ver solenócito, protonefrídio.</p><p>célula germinativa. Célula haploide (óvulo ou espermatozoide) cuja fertilização por uma outra do tipo oposto produz um</p><p>zigoto diploide; também denominada gameta.</p><p>célula neurossecretora. Qualquer célula (neurônio) do sistema nervoso que produz um hormônio.</p><p>célula plasmática (plasmócito) (do grego plasma = forma, molde). Produzida a partir de uma célula B que foi ativada</p><p>durante uma resposta imunológica humoral; funciona para secretar anticorpos.</p><p>célula T. Tipo de linfócito importante na resposta imunológica celular e na regulação da maior parte das respostas</p><p>imunológicas.</p><p>células assassinas por natureza. Células semelhantes aos linfócitos que podem matar células infectadas por vírus e células</p><p>tumorais na ausência de anticorpo.</p><p>células cloragógenas (do grego chlōros = verde-claro + agōgos = um líder, um guia). Células peritoneais modificadas,</p><p>esverdeadas ou acastanhadas, agregadas ao redor do tubo digestivo de certos anelídeos; aparentemente auxiliam na</p><p>eliminação de resíduos nitrogenados e no transporte de alimento.</p><p>células de Kupffer. Células fagocitárias e antígenos no fígado; parte do sistema fagocitário mononuclear.</p><p>células de memória. População de linfócitos B, de vida longa, que permanecem ativos após a resposta imunológica e que</p><p>proporcionam uma resposta secundária.</p><p>células em colarinho. Células com um único flagelo rodeado por um anel de microvilosidades. Os coanócitos dos</p><p>espongiários são células em colarinho, como em coanoflagelados, mas também podem ocorrer em outros táxons.</p><p>células microgliais. Células fagocitárias do sistema nervoso central, parte do sistema reticuloendotelial.</p><p>células nutridoras. Células únicas ou camadas de células que circundam outras células ou estruturas, ou ainda adjacentes a</p><p>estas, para as quais as células nutridoras proveem nutrientes e moléculas (p. ex., para os oócitos dos insetos ou jovens de</p><p>Trichinella spp.).</p><p>células T citotóxicas (do grego kytos = compartimento vazio + toxina). Células T especiais, ativadas durante respostas</p><p>imunológicas por mediação celular, que reconhecem e destroem células infectadas por vírus.</p><p>celulase (do latim cella = câmara). Enzima que quebra a celulose; sintetizada apenas por bactérias e alguns protozoários.</p><p>celulose (do latim cella = câmara). Principal polissacarídio presente nas membranas celulares de vegetais e de alguns</p><p>fungos; carboidrato insolúvel (C6 H10O5)n que é convertido em glicose por hidrólise.</p><p>cenécio (do grego koinos = comum + oikion = casa). Secreção dos indivíduos de uma colônia de ectoproctos; pode ser</p><p>quitinosa, gelatinosa ou calcária.</p><p>cenênquima (do grego koinos = compartilhado + enchyma = algo que preenche). Tecido de mesogleia que se estende entre</p><p>os pólipos de octocorais (filo Cnidaria).</p><p>cenossarco (do grego koinos = compartilhado + sarkos = carne). Parte interna, viva, do hidrocaule dos hidroides.</p><p>centríolo (do grego kentron = centro de um círculo + do latim ola = pequeno). Organela citoplasmática diminuta, em geral</p><p>encontrada no centrossomo e considerada o centro ativo de divisão da célula animal; organiza as fibras do fuso durante a</p><p>mitose e a meiose. A mesma estrutura que corpo basal ou cinetossomo.</p><p>centro de origem. Área geográfica ocupada por uma espécie, ou táxon de categoria mais elevada, durante sua evolução</p><p>inicial; contrasta com áreas colonizadas por dispersão depois da origem evolutiva da espécie.</p><p>centrolécito (do grego kentron = centro de um círculo + lekithos = vitelo). Tipo de ovo dos insetos cujo vitelo concentra-se</p><p>no centro.</p><p>centrômero (do grego kentron = centro de um círculo + meros = parte). Constrição localizada em posição característica de</p><p>um dado cromossomo; carrega o cinetocoro.</p><p>centrossomo (do grego kentron = centro de um círculo + sōma = corpo). Centro de organização do microtúbulo durante a</p><p>divisão nuclear da maioria das células eucariotas; também, o centro organizador para a porção do microtúbulo do</p><p>citoesqueleto; em animais e em muitos organismos unicelulares, o centrossomo circunda os centríolos.</p><p>ceratos (do grego keras = corno). Processos dorsais para trocas gasosas de alguns nudibrânquios.</p><p>cercária (do grego kerkos = cauda + do latim aria = pertencente a). Larva girinoide de trematódeos.</p><p>cerda (do latim seta = cerda). Estrutura quitinosa em forma de agulha presente no tegumento de anelídeos e artrópodes, entre</p><p>outros.</p><p>cérvice (do latim cervix = pescoço). Abertura ou canal do útero de um mamífero. Adj., cervical, refere-se também às</p><p>vértebras localizadas no pescoço dos vertebrados.</p><p>cianobactérias (do grego kianos = substância azul-escura + bakterion = diminutivo de baktron, um conjunto). Procariotas</p><p>fotossintéticos, também denominados algas azuis, cianófitas.</p><p>ciclina. Proteína importante no controle do ciclo de divisão celular mitótica.</p><p>ciclo biogeoquímico. Descrição do fluxo de elementos químicos, tais como carbono ou fósforo, através das partes que</p><p>compõem o ecossistema e seu ambiente abiótico, incluindo a quantidade de um elemento presente nos vários estágios da</p><p>rede alimentar.</p><p>ciclo estral. Episódios periódicos de estro ou cio, quando as fêmeas da maioria das espécies tornam-se sexualmente</p><p>receptivas.</p><p>cidipídio (do grego kydippe = virgem ateniense mitológica). Larva livre-natante da maioria dos ctenóforos. Superficialmente</p><p>similar ao adulto.</p><p>ciência evolutiva. Investigações empíricas na biologia das causas principais que utilizam o método comparativo.</p><p>ciência experimental. Investigações empíricas em biologia de princípios imediatos que utilizam o método experimental.</p><p>cifístoma (do grego skyphos = copo + stoma = boca). Forma polipoide de um cifozoário.</p><p>cílio (do latim cilium = cílio). Estrutura vibrátil, filamentosa, de uma organela encontrada em muitas células animais. Os</p><p>cílios podem ser usados para mover partículas ao longo da superfície celular ou para locomoção de formas unicelulares</p><p>ciliadas.</p><p>cínclides (do grego kinklis = abertura em treliça ou divisão). Pequenos poros na parede externa do corpo das anêmonas-do-</p><p>mar, para extrusão dos acôncios.</p><p>cinético (do grego kinēsis = movimento). Movimentos realizados por um organismo em resposta a um estímulo.</p><p>cinetocoro (do grego kinein = mover + choris = separado, à parte). Um disco de proteínas, localizado no centrômero,</p><p>especializado em interagir com as fibras do fuso durante a mitose.</p><p>cinetodesmo (do grego kinein = mover + desma = ponte). Fibrila proveniente do cinetossomo de um cílio de um</p><p>protozoário ciliado que se estende ao longo da fileira de cinetossomos.</p><p>cinetoplasto (do grego kinētos = mover + plastos = moldado, formado). Organela celular que funciona em associação com</p><p>um cinetossomo na base de um flagelo; presumivelmente derivado de uma mitocôndria.</p><p>cinetossomo (do grego kinētos = mover + sōma = corpo). Organela ou corpúsculo autoduplicável associado à base de um</p><p>flagelo ou cílio; similar ao centríolo, também denominado corpo basal ou blefaroplasto.</p><p>cinina (do grego kinein = mover + in = sufixo de hormônios). Tipo de hormônio liberado próximo de seu local de origem;</p><p>também denominado para-hormônio ou hormônio tecidual.</p><p>cinodontes (do grego kynodōn = dente canino). Grupo de sinápsidos carnívoros mamaliformes do Permiano Superior e do</p><p>Triássico.</p><p>circadiano (do latim circa = ao redor + dies = dia). Período que se estende por aproximadamente 24 h.</p><p>circulação dupla. Sistema para distribuição do sangue em dois circuitos separados nos vertebrados tetrápodes. Um circuito</p><p>transporta sangue desoxigenado do coração para os pulmões para oxigenação e retorna para o coração como sangue</p><p>oxigenado; um circuito separado transporta sangue oxigenado para os tecidos onde o oxigênio é liberado e, então, retorna</p><p>desoxigenado ao coração. A circulação dupla apresenta vários mecanismos para separar os circuitos alternativos.</p>