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APRESENTAÇÃO
DE APOIO
COMPLIANCE
SÓCIOAMBIENTAL
Introdução ao estudo do compliance ambiental, de legislações e normativas
aplicáveis, bem como dos crimes ambientais e suas possíveis consequências para
o mundo empresarial.
Ementa da disciplina
Advogado, Rugbier e protetor animal. Formado
em Direito, especialista em direito ambiental, mestre
em direito internacional e doutor em direito
tributário pela USP. Sócio desde 2001 da área de
meio ambiente, mudança do clima e
sustentabilidade de Pinheiro Neto Advogados, que
integra desde 1990.
WERNER GRAU NETO
Professor Convidado
FERNANDA LUIZA FONTOURA
Professora PUCRS
Possui Graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1998). Mestrado em Direito do
Estado pela Programa de Pós-Graduação em Direito da Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2001), com bolsa CNPq;
Doutorado em Direito pelo Programa de PósGraduação em Direito da
Universidade Federal de Santa Catarina (2009), tendo realizado Estágio de
Doutoramento Sanduíche na Faculdade de Direito da Universidade de
Coimbra (2006-2007), com bolsa CAPES, e Pós-Doutorado em Direito
Ambiental pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade
Federal de Santa Catarina (2016). Atualmente é Professora Adjunta e
Coordenadora da Curso de Especialização em Direito Ambiental e
Sustentabilidade da Escola de Direito da Pontifícia Universidade Católica do
Rio Grande do Sul (PUCRS) e Professora do Curso de Direito da FEEVALE.
Diretora Científica da Escola de Prevenção e Resolução Alternativa de
Conflitos (EPRAC). Tem experiência na área de Direito Ambiental, Direito
dos Animais, Direito Constitucional e Soluções Alternativas de Conflitos.
Autora e organizadora de diversas obras na temática ambiental e animal.
Atua como advogada na área ambiental no Roveda Medeiros Advocacia
Sustentável Direito Ambiental e da Construção.
Professores
Encontros e resumo da disciplina
WERNER GRAU NETO
Professor Convidado
FERNANDA LUIZA FONTOURA
Professora PUCRS
Os recursos naturais não são 
infinitos. Nós corremos o risco de 
fazê-los acabar.
Todos têm direito ao meio ambiente
ecologicamente equilibrado.
WERNER GRAU NETO
Professor Convidado
Sustentabilidade é um processo.
A teoria do risco criado é uma teoria
geral de direito civil.
A multa é sempre de caráter político.
Há a necessidade de um olhar de
governança efetiva para exceder o
mero atender a lei.
Não há mais como reconstruir elos
quebrados.
Pela mesma conduta, é possível
ser responsabilizado nas 3 esferas
ao mesmo tempo.
As empresas têm que apoiar a
abordagem preventiva dos desafios
ambientais.
AULA 1 AULA 3AULA 2
ESPECIALIZAÇÃO EM COMPLIANCE
COMPLIANCE AMBIENTAL
WERNER
GRAU
Doutor em Direito Tributário (USP)
Mestre em Direito Internacional (USP)
Especialista em Direito Ambiental (USP)
Presidente (2009-2012) e Vice-Presidente (2013-
2016) do Conselho da The Nature Conservancy
(TNC)
Conselheiro da The Nature Conservancy
(TNC|2017 e 2016)
Ex-conselheiro do IDESAM
Ex-Vice Presidente e membro do Conselho da
Administração da Confederação Brasileira de Rugby
( CBRU)
Consultor do Banco Mundial (BID)
Professor Universitário
Sócio da Área de Meio Ambiente, Mudança do
Clima e Sustentabilidade de Pinheiro Neto
Advogados (desde 1990) 
FERNANDA
MEDEIROS
Pós-Doutora em Direito Ambiental (UFSC)
Doutora em Direito (UFSC)
Doutoramento Sanduiche na Faculdade de Direito
da Universidade de Coimbra (FDUC)
Mestre em Direito Público (PUCRS)
Professora Adjunta da Escola de Direito (PUCRS)
Coordenadora da Especialização em Direito
Ambiental e Sustentabilidade (PUCRS)
Membro da Diretoria da União Brasileira da
Advocacia Ambiental (UBAA)
Membro da Diretoria da Associação Brasileira de
Direito da Energia e Meio Ambiente (ABDEM)
Membro da Diretoria da Associação Gaúcha dos
Advogados de Direito Ambiental Empresarial
(AGAAE)
Diretora Executiva do Instituto Piracema 
Advogada na área ambiental e animal desde 2000
MOVIMENTO 
AMBIENTALISTA
O movimento ambientalista ganhou novo
impulso em 1962 com a publicação do livro
de Rachel Carson, “A Primavera Silenciosa”,
que fez um alerta sobre o uso agrícola de
pesticidas químicos sintéticos. Cientista e
escritora, Carson destacou a necessidade
de respeitar o ecossistema em que vivemos
para proteger a saúde humana e o meio
ambiente.
ECOPOLÍTICA
“ Os problemas do ambiente refletem, ao mesmo
tempo, preocupações científicas e certa hierarquia
de valores. Não existe melhor decisão, o que existe
é uma direção;
 
 A definição dos problemas ambientais e as
soluções escolhidas implicam certa distribuição dos
custos e benefícios: certos grupos ou Estados
ganham, outros perdem; 
 
 Os problemas ambientais implicam conflitos
simultaneamente inevitáveis e normais;
“ Nos países em desenvolvimento, as questões
ambientais e suas soluções põem em questão as
articulações políticas do Estado; As implicações
científicas, políticas, financeiras, econômicas e
sociais dos movimentos ambientalistas são
sensíveis; 
 O consenso sobre a definição do problema importa
mais do que a adoção de uma política “ideal”; 
 As soluções propostas para os problemas do
desenvolvimento e do ambiente devem visar um
equilíbrio entre o crescimento, a equidade, a
conservação e a democracia.
COSMOPOLITISMO
“Como abordar juntos, para além de nossas
diferenças, as questões que, a exemplo dos
problemas de meio ambiente, apresentam
obviamente uma dimensão transnacional?” 
 Luc Ferry
 
 
A BUSCA DO INTERESSE
PARTICULAR DE ALGUNS PODE
PREJUDICAR OS 
INTERESSES DE TODOS?
EXTERNALIDADES NEGATIVAS POSITIVAS
EXTERNALIDADES
Podem ser consideradas
externalidades, os efeitos colaterais
de uma decisão sobre aqueles que
não participaram dela. Terceiros
vivenciam as consequencias, mas
não são levados em conta por
aqueles que tomam a decisão.
as consequências de uma atividade
econômica exterior ao mercado,
motivo pelo qual os impactos dessa
atividade não são contabilizados no
preço de custo, impondo um custo à
sociedade.
Uma externalidade de produção
positiva ocorre quando a produção
ou consumo de uma empresa
aumenta o bem-estar de outros,
mas a empresa não é compensada,
por esses outros
RONALD COASE
POLUENTES
ATMOSFÉRICOS
EFLUENTES 
PERIGOSOS
EXTERNALIDADES
NEGATIVAS
Lançamento de poluentes
atmosféricos por determinado
Estado pode afetar a saúde pública
ou as aptidões produtivas de um
Estado vizinho
Efluentes perigosos podem destruir
a fauna aquática ou diminuir a
capacidade das povoações a jusante
de utilizar a água.
EXEMPLO NO BRASIL
ANOS MAIS TARDE É POSSÍVEL IDENTIFICAR UM EXEMPLO
CLÁSSICO EM TERRITÓRIO BRASILEIRO
ATA DE JAGUARÃO
TRATADO DE COOPERAÇÃO AMBIENTAL BILATERAL
BRASIL | URUGUAI
Local: Polo Energético de Candiota (RS) – Usina
Termoelétrica Presidente Médici 
Área: rural de Candiota (30 km de Bagé e 40 km de
Cerro Largo/Uruguai) 
Destaque: maior reserva carbonífera brasileira (38% das
reservas totais de carvão do País) 
Externalidades: chuva ácida (queima de carvão mineral
com alto índice de enxofre e cinzas) 
Resultado: Tratado de Cooperação Ambiental Bilateral –
implementado pela FEPAM (BR) e DINAMA (Uruguai), em
1992. Criada Comissão de Cooperação Ambiental.
Diferentes pontos do texto fazem referência à
implementação de um programa de monitoramento
atmosférico e de avaliação no qual são estabelecidos as
condições e os detalhes referentes à sua
implementação. 
DESAFIONATUREZA RELATÓRIO MEADOWS
CLUBE DE ROMA
Solicitaram ao MIT (Instituto de
Tecnologia de Massachusetts) que
estudasse questões envolvendo
os problemas ambientais
Entidade não governamental e
sem fins lucrativos, fundada em
1968, da qual participam
cientistas, economistas,
empresários, Chefes de Estado,
Ex-Chefes de Estado, tendo por
objetivo a discussão de temas de
interesse mundial de ordem
política, social, econômica,
ambiental e cultural
Foi apresentado o Relatório
Meadows, resultado de uma
comissão chefiada por Donella
Meadows, também conhecidocomo “Limites do Crescimento”,
ou Relatório do Clube de Roma
Voltando
 para 
1968
FORÇA MOTRIZ
A força motriz do Clube de Roma é resolver a
problemática da chuva ácida no Continente
Europeu.
Inicia-se o conceito de poluição
transfronteiriça.
RELATÓRIO MEADOWS 
"LIMITES DO CRESCIMENTO"
 
A solução para esse impasse seria
diminuir a aceleração do
desenvolvimento, ou seja, desacelerar
o desenvolvimento econômico
A atividade humana se desenvolve
muito mais rapidamente do que a
capacidade da Terra para produzir
seus recursos, o que levaria, ao cabo
de um determinado espaço de tempo,
ao colapso
Advertia que a humanidade que
talvez precisasse alocar uma
enorme quantidade de capital e de
mão-de-obra para combater tais
restrições; 
 
Defendia uma inovação profunda,
proativa e social para evitar o
aumento da pegada ecológica da
humanidade.
TÓPICOSANÁLISE E PROPOSTA TÓPICOS
Reportava que limitações
ecológicas da Terra (utilização de
recursos e emissões) teriam
influência significativa no
desenvolvimento global do século
XXI
PREFÁCIO
“Vivíamos tempos de otimismo na economia mundial:
altas de crescimento se repetiam ano após ano, o
petróleo era barato e os capitais disponíveis em
abundancia. Pouco se falava de meio ambiente,
ecologia, esgotamento de recursos não renováveis,
limites da capacidade de sustentação do planeta. Nada
parecia poder deter a marcha do Ocidente rumo a cada
vez mais progresso e prosperidade. Nesse ambiente, o
alerta do Clube de Roma de que não vivíamos no melhor
dos mundos, bem ao contrário, caiu como um raio em
céu azul.” 
Fernando Henrique Cardoso
QUAIS OS
RESULTADOS
HÁ DE SE ENFRENTAR AS DICOTOMIAS APRESENTADAS OU
SUSTENTAR A FALÁCIA DO ARGUMENTO
ENFRENTAMENTOS
CRESCIMENTO ECONÔMICO
Norte rico ($), mas pobre em diversidade biológica; 
Sul pobre ($), mas rico em diversidade biológica.
 
E giram os polos da geopolítica internacional. 
Sai leste-oeste. | Entra NORTE-SUL 
 
Limita o crescimento. De quem?
PROTEÇÃO AMBIENTAL
POLÍTICA DO
NIMBY
Controlar o crescimento 
 
Diminuir a pegada ecológica
 
Conservar, preservar e recuperar o
ambiente 
 
Diminuir a utilização dos recursos
naturais 
AS 4 CONFERÊNCIAS MUNDIAIS
OBJETIVOS
DESTINATÁRIOS
CNUAH | 1972 | ESTOCOLMO
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕESUNIDAS SOBRE AMBIENTE HUMANO
Vincular homem e
natureza em um convite
para preservar e
melhorar o ambiente
Governos e aos povos
GRANDES TEMAS
Poluição atmosférica
Chuva ácida
Poluição de água e solo
Crescimento demográfico e
populacional
Crescimento econômico 
 
O PAPEL DO
BRASIL
O BRASIL ADOTOU UMA POSIÇÃO
DIVERGENTE E PASSOU A LIDERAR UM
GRUPO DE ESTADOS OPOSITORES AO
CLUBE DE ROMA
Vivendo o Milagre Econômico – a ideia era: protejo o ambiente
desde que não impeça o crescimento econômico
Cria o conceito de ‘crescimento a qualquer preço’ 
§Primeiro fazer crescer o bolo para depois dividir (Delfin Neto) 
Não há como proteger o verde estando no vermelho (visão crítica
de Guido Soares)
Defende que, em razão da necessidade de desenvolvimento: 
Deve aplicar forças para o crescimento industrial;
Assume que protege o ambiente, mas não aceita como gargalo
ao crescimento; 
Sai de Estocolmo considerado irresponsável, com postura
arrogante.
1972 - 1981
UMA RESPOSTA À ESTOCOLMO
O Brasil elabora a Lei n. 6.938/1981 - Lei da Política Nacional do
Meio Ambiente 
Art. 2º. A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a
preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental
propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao
desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança
nacional e à proteção da dignidade da vida humana, atendidos os
seguintes princípios (...)
Lei n.º 6.938
PNMA
HOFFMANN - LA ROCHE
CONGLOMERADO
QUÍMICO SUÍÇO
•Vazamento de TCDD (dioxina) contaminou 320
hectares atingindo pessoas e animais.
•A dioxina é 1000x mais tóxica que o cianeto de
potássio (cianureto).
•A fábrica não dispunha de sistema de advertência
nem planos de alarme à população. O prefeito local,
avisado do acidente com 27 horas de atraso, não foi
informado de que se tratava de um vazamento de
dioxina.
•Repentinamente, pássaros atingidos pela nuvem
tóxica começaram a cair do céu e crianças foram
hospitalizadas com diarreia, enjoos e irritação na pele.
SEVESO 
ITÁLIA (1976)
30 mil pessoas afetadas
75 mil animais mortos
•Queda de um satélite artificial soviético de
telecomunicações em território canadense
despejando grande quantidade de material
radioativo.
Situação
SATÉLITE COSMOS 924 
1978
•Superpetroleiro partiu-se em dois perto da
costa, despejando 230 mil toneladas de óleo
cru no mar da França. 
•A costa bretã é acometida por uma maré
negra que destruiu praias e vida marinha,
com enormes prejuízos à pesca, ao turismo e
à vida.
Situação
AMOCO CADIZ 
1978
•Union Carbide Corporation
•Fábrica de agrotóxicos 
•Vazamento de 40 toneladas de gases letais 
•Estima-se que três dias após o desastre 8 mil pessoas já
haviam morrido devido à exposição direta aos gases. 
•Em 2001, a Union Carbide foi adquirida pela multinacional
Dow Química, sediada nos Estados Unidos. Com a compra da
Union Carbide, a Dow se tornou a maior indústria química do
mundo. 
Situaçao
BHOPAL, ÍNDIA 
1984
ACIDENTE NUCLEAR DE CHERNOBYL
O acidente ocorre em razão de uma combinação de falhas liberou
uma nuvem de material radioativo que foi levada pelas correntes
atmosféricas aos países vizinhos. Considerado o mais desastroso
acidente nuclear da história, seguido pelo acidente nuclear de
Fukushima I, em 2011, no Japão.
 
Situação
UCRÂNIA, URSS 
1986
•Sandoz 
•Incêndio na planta química 
•Mais de mil toneladas de inseticidas, substâncias à base de ureia
e mercúrio transformaram-se em nuvens tóxicas incandescentes. 
•Estima-se 30 mil toneladas no Reno 
•O Rio banha 5 nações, ameaçando o abastecimento de água
potável da Alemanha e da Holanda.
 
Situação
BASILÉIA, SUIÇA 
1986
•Exxon Valdez (ExxonMobil) 
•Navio petroleiro que ganhou notoriedade em 24 de março
de 1989, quando 50.000 m³ a 150.000 m³ do petróleo que
transportava foram lançadas ao mar, na costa do Alasca,
depois de o navio encalhar na Enseada do Príncipe
Guilherme
•Despejou 41 milhões de litros de petróleo em uma área de
vida selvagem no Alasca 
•500 milhas de costa coberta com petróleo
Situação
ALASCA, EUA 
1989
ENTRE UMA E OUTRA
 PASSADOS QUASE 20 ANOS DE ESTOCOLMO: 
 
O AMBIENTE INGRESSOU NA AGENDA INTERNACIONAL 
AUMENTO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO 
AUMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA (ONGS) 
ROMANTISMO E POUCA AÇÃO 
 
PREPARANDO PARA 1992
•Duração: 3 anos (1984 a 1987) 
•Presidente: Gro Harlem Brundtland (Primeira Min.
Noruega)
•Participantes: 21 países
•Objetivo: uma visão panorâmica da Terra 
 Preocupações comuns
 Desafios comuns
 Esforços comuns
•Resultado: Relatório Nosso FuturoComum
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE
 MEIO AMBIENTE E
DESENVOLVIMENTO (1987)
 
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL
“para que haja um desenvolvimento global sustentável é necessário que os mais
ricos adotem estilos de vida compatíveis com os recursos ecológicos do planeta (…).
Só se pode buscar o desenvovimento sustentável se o tamanho e o aumento da
população estiverem em harmonia com o potencial produtivo cambiante do
ecossistema. (…) o desenvolvimento sustentável não é um estado permanente de
harmonia, mas um processo de mudança no qual a exploração dos recursos, a
orientação dos investimentos, os rumos do desenvolvimento tecnológico e a
mudança institucional estão de acordo com as necessidades atuais e futuras”.
OBJETIVOS RESULTADOS
CNUAD | 1992 | RIO DE JANEIRO
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕESUNIDAS SOBRE AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO
Desenvolvimento
econômico 
Necessidades humanas 
Preservação do ambiente 
Reforço ao conceito de
desenvolvimento
sustentável
 
CDB
PROTOCOLO DE CARTAGENA
PROTOCOLO DE NAGOYA -
KUALA LAMPUR
CQNMC
PROTOCOLO DE KIOTO
 
DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS
FLORESTAS
AGENDA 21
CARTA DA TERRAOBJETIVOS REPENSAR
CNUADS | 2002 | JOHANNESBURG
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕESUNIDAS SOBRE
 AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Erradicar a pobreza 
Mudar os padrões
(insustentáveis) de produção e
de consumo 
Proteger os recursos naturais 
Promover a implementação das
propostas da Agenda 21
 
 
África; 
Água; 
Ambientes naturais; 
Consumo; 
Energia; florestas; 
Globalização; 
Pobreza
 Saúde.
 O Brasil defendeu a produção de
energia a partir de fontes
renováveis, numa proposta
chamada "Iniciativa Brasileira de
energia", segundo a qual 10% da
energia gerada no mundo devem
vir de fontes renováveis até 2010.
 
 RIO+10
BRASIL
QUAL O FUTURO QUE QUEREMOS?
 RIO+20
ECONOMIA
VERDE
CNUDS | 2012 | RIO DE JANEIRO
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕESUNIDAS SOBRE
 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Objetivos: 
crescer, incluir, proteger 
Resultado: 
documento com 238 parágrafos
com metas e intenções 
 Quem arca com os custos?
 
Qual a mudança necessária? 
 
Saída da sociedade de consumo 
Entrada na sociedade do uso
racional
 
	Capa CONTROL - COMPLIANCE SOCIOAMBIENTAL
	COMPLIANCE AMBIENTAL. PUCRS ONLINE. AULA _01
	Capa CONTROL - COMPLIANCE SOCIOAMBIENTAL

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