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ANÁLISE DE VULNERABILIDADE EM SERVIÇOS DE TI

Unidade de aprendizagem sobre vulnerabilidades em serviços de informação: aborda ataques DoS/DDoS, tipos de vulnerabilidades, ferramentas de análise, técnicas de mitigação e prevenção, casos reais, objetivos (avaliar, identificar e relacionar) e um desafio prático.

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Análise de vulnerabilidade em 
serviços de informação
Apresentação
A utilização de computadores e da internet nunca foi tão difundida como na atualidade. As pessoas 
usam a informática para entretenimento, educação, finanças, trabalho e informação. A interrupção 
de um servidor ou de acesso a determinada rede pode trazer vários prejuízos, impactando 
negativamente diversas atividades cotidianas. Empresas, instituições educacionais e governos 
dependem cada vez mais da tecnologia da informação para manter suas operações em 
funcionamento.
Com a popularização do uso de computadores, também aumentaram os ataques à informação que 
circula nas redes interligadas mundialmente. Entre esses, o ataque de negação de serviço (DoS, do 
inglês denial of service) se destaca como um dos mais importantes e comuns, pois causa 
interrupções significativas nos serviços on-line. Conforme Soares (2021), são observados mais de 
1.800 ataques de DoS e DDoS (distributed denial of service, em português: negação de serviço 
distribuída) diariamente, evidenciando, assim, sua frequência e seu impacto. Esses ataques podem 
ser devastadores, resultando em perdas financeiras, danos à reputação e interrupção de serviços 
críticos. Os criminosos cibernéticos utilizam esses ataques para derrubar websites, paralisar 
operações empresariais e comprometer a disponibilidade de recursos de rede. 
Nesta Unidade de Aprendizagem, você vai estudar as vulnerabilidades em serviços, descobrir seus 
diferentes tipos e explorar as diversas ferramentas disponíveis para análise dessa questão. 
Compreender esses aspectos é fundamental para proteger as redes e garantir a continuidade dos 
serviços essenciais. Serão abordadas técnicas de mitigação e prevenção, além de casos reais de 
ataques e suas consequências, preparando você para enfrentar esses desafios no campo da 
segurança da informação.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Avaliar as vulnerabilidades em serviços de informação. •
Identificar os tipos de vulnerabilidades em serviços de informação. •
Relacionar as diversas ferramentas de análise de vulnerabilidades. •
Desafio
O mercado de trabalho vem se tornando cada vez mais amplo e diversificado para as pessoas que 
atuam como profissionais de segurança da informação. Nessa perspectiva, é essencial que 
conheçam as diversas ferramentas de análise de vulnerabilidades, a fim de que possam avaliar 
algumas situações com mais segurança. 
Você é funcionário da área de segurança da informação de uma empresa e foi chamado para 
auxiliar na resolução do problema descrito a seguir.
Diante desse cenário, informe qual será sua decisão frente à situação exposta. 
Infográfico
Uma das maiores preocupações da área de segurança da informação diz respeito às 
vulnerabilidades às quais estão expostos os sistemas, sejam informatizados ou manuais, e as 
informações armazenadas por eles. Essas vulnerabilidades podem surgir de várias fontes, incluindo 
falhas de software, erros humanos ou ataques externos maliciosos. Proteger a integridade, a 
confidencialidade e a disponibilidade das informações é importante para qualquer organização.
Os DoS são uma das ameaças mais comuns e significativas enfrentadas pelas organizações. Esse 
tipo de ataque visa tornar um sistema ou serviço indisponível para seus usuários legítimos, 
sobrecarregando os recursos do sistema com um volume excessivo de tráfego. De acordo com 
Soares (2021), esses ataques são frequentes e podem resultar em perdas financeiras, danos à 
reputação e interrupção de serviços críticos. A detecção e a mitigação de tais ataques são 
desafiadoras, exigindo uma combinação de monitoramento constante, análise de tráfego e 
implementação de medidas de segurança robustas.
Neste Infográfico, você vai explorar as diferentes vulnerabilidades em serviços, os tipos de ataques 
de DoS e as ferramentas disponíveis para analisar e mitigar essas ameaças. Entender esses 
conceitos é essencial para fortalecer a defesa de uma organização contra potenciais ameaças à 
segurança da informação.
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/b858f97a-2ca5-49e9-b5ca-6addc23e46b6/97e7ad70-678e-48af-885f-623d4a43647f.png
Conteúdo do livro
O fato de os computadores não serem mais utilizados somente por profissionais da área já não é 
mais recente. Atualmente, as pessoas usam seus dispositivos pessoais e a rede mundial de 
computadores (internet) para os mais variados fins, desde seu entretenimento até o controle de 
suas finanças, ou, ainda, para trabalhar em casa. Por conta disso, um ataque que impossibilite o 
acesso a determinado servidor de rede, ou a quaisquer serviços disponibilizados por ele, torna-se 
um grande problema para os usuários, profissionais ou não. Tal tipo de ocorrência é conhecido 
como ataque de DoS. 
O DoS surgiu para que os invasores de computadores mostrassem suas habilidades, buscando 
desestabilizar os servidores de rede e provar que, por mais que uma pessoa ou organização preze 
pela segurança da informação, certa vulnerabilidade sempre poderá ser encontrada. Depois disso, 
ao observar a quantidade de estragos que a DoS pode trazer, os ataques passaram a ser usados 
para roubar, extraviar e excluir informações, tanto privadas como organizacionais (Stallings, 2015). 
No capítulo Análise de vulnerabilidade em serviços de informação, base teórica desta Unidade de 
Aprendizagem, você vai estudar as vulnerabilidades em serviços, seus tipos e as diversas 
ferramentas disponíveis para análise de vulnerabilidades. Vai ter uma compreensão detalhada sobre 
as diferentes formas que as vulnerabilidades podem assumir, desde falhas de software até erros de 
configuração e ataques maliciosos. Além disso, você vai conhecer uma variedade de ferramentas e 
técnicas utilizadas por profissionais de segurança da informação para identificar, analisar e mitigar 
essas vulnerabilidades, tendo em vista garantir a proteção e a integridade dos sistemas e dados da 
organização.
Boa leitura.
FUNDAMENTOS DE 
SEGURANÇA DA 
INFORMAÇÃO
Jeanine dos Santos 
Barreto
Análise de vulnerabilidade 
em serviços de informação
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 Avaliar as vulnerabilidades em serviços de informação.
 Identificar os tipos de vulnerabilidades em serviços de informação.
 Relacionar as diversas ferramentas de análise de vulnerabilidades.
Introdução
A utilização de computadores e da Internet nunca foi tão difundida 
como na atualidade. As pessoas utilizam a informática para fins de en-
tretenimento, educação, finanças, trabalho, informação, entre outros, e 
a interrupção de um servidor de Internet ou do acesso a uma rede de 
computadores pode gerar diversos prejuízos.
Com a popularização dos computadores e a disseminação dos ata-
ques à informação que circula nas redes, a negação de serviços causa 
grande prejuízo
Neste capítulo, você vai estudar as vulnerabilidades dos serviços de 
informação e as diversas ferramentas disponíveis para analisá-las.
Vulnerabilidades em serviços de informação
A área da segurança da informação (SI) está envolvida com a proteção de 
dados e de informações privadas ou públicas, pessoais ou organizacionais, 
com o objetivo de preservar o valor que possuem para quem é seu titular ou 
para quem é interessado nelas.
Os principais elementos de que trata a segurança da informação são:
  Disponibilidade: é a característica do sistema de informação que mantém os 
seus serviços disponíveis pelo máximo de tempo possível, resistindo a falhas de 
hardware, de software e de energia.
  Confidencialidade: trata-se da característica do sistema que garante que a infor-
mação será divulgada somente para aqueles indivíduos, processos e máquinas 
que têm autorização para acessá-la.
  Autenticidade: é a garantia de que um indivíduo, processoou computador é 
realmente quem ele diz ser.
Além desses atributos essenciais, ainda existe a integridade, que é a base das caracte-
rísticas da segurança da informação, pois é formada pelas três demais — disponibilidade, 
confidencialidade e autenticidade.
As atribuições da segurança da informação não se restringem apenas a 
dados e informações eletrônicas, armazenados em sistemas informatizados, 
mas dizem respeito também aos sistemas em si e ao ambiente em que estes 
se encontram. Uma das maiores preocupações da área da segurança da in-
formação são as vulnerabilidades dos sistemas, informatizados ou manuais, 
e das informações armazenadas por eles.
Os dados não possuem um significado relevante de maneira isolada; eles representam 
algo que, a princípio, não serve para fundamentar conclusões nem para respaldar 
decisões. A informação é a ordenação ou a organização de dados de tal forma que 
eles transmitam um significado e possam ser compreendidos, desde que analisados 
dentro de um contexto.
Vulnerabilidade é qualquer tipo de fraqueza que reduz a segurança de 
uma informação, permitindo que uma tentativa de ataque seja bem-sucedida 
e resultando em uma perda na integridade da informação. Normalmente uma 
vulnerabilidade envolve uma falha em um sistema, o acesso bem-sucedido 
de um invasor por meio dessa falha e a capacidade do invasor de explorar a 
Análise de vulnerabilidade em serviços de informação2
falha, tendo êxito no seu propósito, seja de roubar, modificar ou excluir as 
informações.
Algumas das principais ameaças que se apresentam em consequência de 
vulnerabilidades na segurança da informação são (DANTAS, 2011):
  vírus, cavalos de troia e worms;
  phishing e spyware;
  roubo de informações privadas ou organizacionais;
  prejuízo da performance da rede e dos servidores;
  fraudes financeiras;
  ataques de negação de serviço.
Uma das principais ameaças à segurança da informação é chamada de 
negação de serviço. Esse é um tipo de ataque que consiste na interrupção e no 
estrago de um serviço de dados ou de acesso à informação. Todo e qualquer 
ataque que faça um computador ou um sistema ficar indisponível ou impos-
sibilitado de executar suas funcionalidades básicas consiste em um ataque de 
negação de serviço, conforme explicam Goodrich e Tamassia (2013).
Em outras palavras, toda situação ou evento que impedir uma máquina 
ou um sistema de funcionar de maneira adequada, na sua plenitude de poten-
cialidades, estará configurando um ataque de negação de serviço. Um bom 
exemplo desse tipo de ataque é um spam de envio de e-mails, com quantidade 
de envios suficiente para lotar a caixa de entrada e tornar lento ou indispo-
nível o servidor de correio eletrônico. Outro exemplo de ataque por negação 
de serviço atinge o comércio eletrônico. Tipicamente, ele envolve o fato de 
a largura de banda das redes ser finita, ou seja, de o número de conexões de 
clientes a um servidor web ser limitado. Cada conexão de um cliente com 
um servidor precisa de uma determinada capacidade de rede para funcionar; 
quando um servidor já utilizou toda a sua capacidade, ele não responderá a 
novas requisições, que serão descartadas e impedirão que clientes acessem 
os recursos desse servidor. Durante um ataque de negação de serviços, uma 
grande quantidade de máquinas ligadas à Internet supera a capacidade de 
requisições dos provedores de serviços on-line. Existem muitas ferramentas 
utilizadas pelos atacantes para fazerem pedidos contínuos de pacotes para 
os servidores, ou ainda para fazerem o envio contínuo de spam. Entre essas 
ferramentas, está a T50 Sukhoi PAK FA Mixed Packet Injector, criada por um 
brasileiro e com único propósito fazer com que um servidor seja paralisado 
ou fique totalmente desestabilizado por requisições contínuas.
3Análise de vulnerabilidade em serviços de informação
As ferramentas utilizadas para os ataques de negação de serviço, além 
de serem múltiplas, são de difícil detecção. Apesar disso, é possível que o 
usuário preste atenção ao tráfego da rede na qual sua máquina ou servidor está 
se conectando no momento, pois, se o computador estiver enviando pacotes 
continuamente, sem que o usuário esteja acessando qualquer serviço, pode ser 
um indício de que sua máquina é um “zumbi”. Além disso, a conexão com a 
Internet pode apresentar lentidão fora do comum, sem que se esteja realizando 
qualquer tarefa simultânea.
Uma máquina zumbi é uma máquina escravizada, que está sendo utilizada por um 
atacante em um ataque de negação de serviço do tipo distribuído.
Normalmente, um ataque de negação de serviço não pode ser evitado com 
100% de certeza de que não vai se consolidar. Algumas medidas podem ser 
utilizadas em conjunto, para que se possa diminuir o risco de acontecer o 
ataque, segundo McClure, Scambray e Kurtz (2014):
  Implementação de filtragem de entrada: consiste em bloquear o tráfego 
de entrada proveniente de intervalos de endereço privados e reservados, 
que geralmente são considerados inválidos e, por isso, não devem ser 
utilizados como endereço de origem válido.
  Implementação de filtragem de saída: consiste em impedir que pacotes 
IP falsificados saiam da rede, permitindo que apenas os endereços de 
origem válidos dos sites na Internet consigam entrar e bloqueando todos 
os demais endereços de origem considerados inválidos.
  Autenticação de atualizações de roteamento: significa que não deve 
ser permitido acesso não identificado na infraestrutura de roteamento. 
A maioria dos protocolos de roteamento não possui mecanismo de 
autenticação e, se possui, é muito insuficiente, o que se torna uma 
situação excelente para que invasores falsifiquem os endereços IP de 
origem e criem condições para ataques de negação de serviço. Quem 
se torna vítima de um ataque desse tipo tem o seu tráfego roteado pela 
rede dos invasores ou para uma rede que não existe.
Análise de vulnerabilidade em serviços de informação4
 Implementação de redes de escoamento: consiste na filtragem de en-
dereços inválidos, enquanto se pode monitorar de onde se originam.
Com a configuração de um roteador que serve somente para identificar 
endereços de destino falsos, pode-se conseguir bloquear a sua auten-
ticação na rede.
O ataque de negação de serviços faz com que os recursos da rede sejam 
utilizados ostensivamente, fazendo com que usuários verdadeiros fiquem 
impossibilitados de utilizá-los. Não é uma invasão a um sistema, mas sim 
uma impossibilidade de utilização, por sobrecarga.
Tipos de vulnerabilidades
Como vimos, as vulnerabilidades em serviços podem causar ataques de in-
disponibilidade chamados de negação de serviço, que têm como propósito 
interromper ou atrapalhar a realização de atividades oriundas de usuários 
legítimos em máquinas ou servidores para os quais seu acesso é permitido. 
A negação de serviço é gerada pela criação artifi cial de inúmeras solicitações 
falsas às máquinas ou servidores. Funciona como se milhares de pessoas 
chegassem em um restaurante ao mesmo tempo e chamassem os atendentes 
disponíveis sem a intenção de realmente fazerem um pedido, apenas para 
impedirem que clientes verdadeiros pudessem pedir suas refeições.
O ataque de negação de serviço pode ser dividido em dois grandes grupos, 
asseguram Nakamura e Geus (2007):
 Negação de serviço (DoS, do inglês Denial of Service): é o ataque mais
comum, que envolve a tentativa de gerar sobrecarga em servidores de
rede ou computadores comuns para que os serviços, ou recursos do
sistema, fiquem indisponíveis para aqueles usuários que deveriam ter
a possibilidade de utilizá-los normalmente. Via de regra, o atacante
utiliza técnicas e ferramentas em uma máquina poderosa, com boa con-
figuração e boa capacidade de processamento, que seja capaz de enviar 
múltiplas solicitações e pedidos de pacotes para a sua máquina-alvo,
com a ideia de sobrecarregá-la e impedir seu perfeito funcionamento
(Figura 1). Dessa forma, os seus usuários não vão mais conseguir acessar 
informações, e terãonegados os seus serviços. No ataque DoS, são
atingidos computadores com pouca banda e especificações técnicas
mais simples.
5Análise de vulnerabilidade em serviços de informação
Figura 1. Funcionamento de um ataque de negação do tipo DoS.
Fonte: Adaptado de Canaltech (c2018, documento online). 
Hacker
Vítima
 Negação de serviço distribuída (DDoS, do inglês Distributed Denial 
of Service): nesse tipo de ataque, um computador, conhecido como 
máster, pode controlar milhões de outros computadores, chamados de 
zumbis. O computador máster faz com que os computadores zumbis 
ataquem, todos ao mesmo tempo, uma máquina-alvo, fazendo com 
que a sobrecarga seja muito mais rápida e violenta (Figura 2). Essa 
sobrecarga faz com que o servidor paralise e não consiga atender a 
mais nenhum outro pedido, ou até mesmo que ele seja reinicializado. 
A negação de serviço distribuída tem esse nome, então, pelo fato de 
distribuir o ataque em diversas máquinas auxiliares.
Figura 2. Funcionamento de um ataque de negação do tipo DDoS.
Fonte: Adaptado de Canaltech (c2018, documento online).
Hacker
Vítima
Zumbis
Masters
Análise de vulnerabilidade em serviços de informação6
Um ataque de negação de serviço, por si só, é perigoso e prejudicial aos 
usuários e aos computadores ligados à rede. No entanto, a forma distribuída se 
apresenta como ainda mais prejudicial, pois as máquinas zumbis podem estar 
espalhadas e nem mesmo ter relação entre si, ou seja, podem estar localizadas 
em cidades e redes diferentes, bastando apenas que estejam conectadas ao 
computador master, controlado pelo atacante.
Além dessa classificação, os ataques de negação de serviço ainda podem 
ser divididos, conforme Dantas (2011), em:
 Ataque por inundação: é o tipo mais comum de ataque de negação
de serviço, que acontece pela inundação do tráfego TCP SYN. Esse
tráfego explora a abertura de conexões do protocolo TCP, que é utilizado 
em serviços que precisam de entrega de dados precisa e confiável e é
iniciado pela troca de parâmetros entre o cliente e o servidor. Nesse tipo 
de ataque, um cliente solicita uma abertura de conexão, e o servidor
processa esse pedido e faz a alocação de memória para armazenar as
informações do cliente. Depois disso, um pacote TCP SYN é enviado
em resposta ao cliente, levando a notificação para ele de que seu pedido 
de conexão foi aceito; o cliente, então, devolve um pacote ACK, que
vai servir para completar a abertura da conexão. É a partir daí que os
recursos da máquina da vítima vão poder ser explorados da forma que
o atacante quiser.
 Ataque reflexivo ou por amplificação: é semelhante ao ataque por
inundação, mas conta com um elemento que faz um intermédio entre o 
atacante e a vítima. Esse elemento intermediário vai servir para duplicar 
o tráfego de ataque entre o atacante e a vítima, o que dificulta muito a
identificação dos atacantes, uma vez que o tráfego que chega na máquina
vítima tem sua origem no intermediário, e não no atacante real. Nesse
ataque, o atacante envia uma requisição ao elemento intermediário
usando o endereço da vítima, em vez do seu próprio. O intermediário,
então, não consegue autenticar a origem da requisição e envia uma
resposta direta para a vítima, e não para o atacante.
 Ataque na infraestrutura da rede: é o tipo de ataque que não atinge a 
vítima de forma direta, mas sim os servidores que traduzem os nomes
dos sites utilizados pelos usuários para concluir seu acesso. Um ataque 
de serviço na resolução dos nomes vai gerar a negação do serviço. Esse 
ataque é comum de ser realizado contra grandes sites da Internet, como 
Yahoo, Microsoft, Terra, Amazon, entre tantos outros.
7Análise de vulnerabilidade em serviços de informação
 Ataque de vulnerabilidade: esse tipo de ataque pretende unicamente
deixar a vítima impossibilitada de realizar qualquer atividade; uma das 
principais maneiras de o atacante conseguir isso é explorando alguma
vulnerabilidade na máquina, nos recursos e nos serviços da vítima.
 Ataque de protocolo: esse tipo de ataque é caracterizado pelo consumo
excessivo dos recursos da vítima, por meio da exploração de alguma
característica específica, ou de alguma vulnerabilidade na implemen-
tação de um protocolo instalado na máquina da vítima.
Ferramentas de análise de vulnerabilidades
Um ataque de negação de serviço, principalmente do tipo distribuído, é um 
ataque de disponibilidade muito difícil de combater. Normalmente, as re-
quisições de serviço e as tentativas de conexão falsas se misturam com as 
verdadeiras ou legítimas, fazendo com que estas tenham uma chance muito 
pequena de conseguir uma resposta do servidor, como explicam McClure, 
Scambray e Kurtz (2014).
Existem inúmeras ferramentas que auxiliam os atacantes a realizarem 
ataques de negação de serviço, e muitas delas são obtidas facilmente pela 
Internet. Por meio dessas ferramentas de ataque, é muito fácil fazer com que 
as tentativas de conexão e as requisições se passem por tráfego legítimo, o 
que dificulta a análise por parte da vítima, que não consegue diferenciar as 
requisições falsas das verdadeiras. Mesmo se a tarefa de diferenciar requisições 
fosse algo fácil, ainda assim seria complicada nesse caso, em razão da quan-
tidade de requisições, pois são inúmeras e provenientes de inúmeros lugares, 
espalhados geograficamente por meio de máquinas conectadas à Internet.
Apesar de existirem ferramentas para analisar a vulnerabilidade a ataques 
contra serviços por meio da rede, esses ataques não deixam de ser um grande 
problema. Para as empresas, eles não só impedem o simples acesso de clientes 
aos sites, como também a possibilidade de fechar negócios. Para pessoas 
físicas, eles impedem a realização de tarefas simples e também a possibilidade 
de trabalhar de casa.
A intenção dos profissionais da área de segurança da informação, quando 
precisam prevenir e enfrentar ataques de disponibilidade do tipo negação 
de serviços, é simplesmente fazer com que seus servidores e computadores 
continuem atendendo a requisições de serviços daqueles usuários que forem 
legitimados a utilizá-los. Nesse sentido, ser preventivo é muito melhor do que 
ser corretivo; ou seja, se for possível, prevenir um ataque será melhor do que 
Análise de vulnerabilidade em serviços de informação8
remediar seus efeitos. Dessa forma, existem basicamente duas formas para 
prevenir ataques de negação de serviço, que são: evitar que eles aconteçam ou 
aumentar a capacidade do sistema como um todo, visando a resistir ao ataque 
e à sobrecarga de tráfego.
Para prevenir um ataque de negação de serviços, pode-se analisar os siste-
mas, tanto quanto for possível, tomando uma das seguintes medidas, conforme 
explicam Nakamura e Geus (2007):
  Melhorar a programação e a codificação dos sistemas informatizados, 
o que vai aumentar o nível de segurança das aplicações. Quanto mais 
o desenvolvedor for treinado para evitar esse tipo de ataque, mais ele 
vai codificar seus programas de maneira clara e segura, evitando a 
incidência de ataques.
  Exigir mais da etapa posterior ao desenvolvimento do software, o 
que envolve a atividade de teste dos programas, o que vai auxiliar os 
programadores, por meio de seus erros, a escreverem códigos sem 
vulnerabilidades específicas de segurança.
  Utilizar ferramentas automatizadas para varredura e verificação dos 
programas e serviços, o que vai servir para aumentar a capacidade de 
encontrar erros, falhas e vulnerabilidades.
  Utilizar servidores proxy, o que consiste em uma das maneiras mais 
comuns de prevenção contra esse tipo de ataque. Os servidores proxy 
são responsáveis por analisar as requisições às máquinas da rede. Nesse 
caso, existe uma ponte entre a Internet e o computador vítima, sendo 
que o proxy filtra o tráfego indesejado, permitindo que tudo aquilo que 
for tráfego verdadeiro, possa passar.
Independentemente de ser a vítima final de um ataque de negação ou de ser 
uma vítima que trabalha como um zumbi do master, a serviço do atacante,a 
defesa é bem semelhante. É importante ter disponíveis ferramentas ou técnicas 
que permitam analisar a rede e os dados que trafegam, de um jeito que torne 
possível detectar possíveis anormalidades.
A detecção de um ataque pode ser uma atividade bem complicada de 
executar, principalmente porque ele pode ser imperceptível, principalmente 
no início, enquanto ainda não conseguiu parar totalmente o servidor, cessando 
seu funcionamento e impedindo novas respostas às requisições. A lentidão 
na conexão e na resposta dos serviços, características da ocorrência de um 
ataque de negação de serviços, pode ser confundida com problemas no pro-
vedor do serviço de Internet, ou mesmo com dificuldades de processamento 
9Análise de vulnerabilidade em serviços de informação
do computador. Dificilmente o usuário vai se dar conta imediatamente de que 
pode se tratar de um ataque DoS ou DDoS.
Por isso, é preciso implementar medidas que façam a análise e a iden-
tificação de atividades maliciosas na rede, possibilitando o diagnóstico e a 
caracterização de um ataque assim que uma anormalidade seja detectada, 
partindo de um cenário típico do tráfego daquela rede específica. Dessa ma-
neira, pode ser possível, também, investigar de onde o ataque é proveniente, 
mesmo que não seja possível chegar ao atacante original, mas identificando 
os zumbis e os elementos intermediários.
Os ataques de negação de serviço são bastante comuns, mas normalmente 
têm alvos bem definidos para os atacantes, o que significa que nem todos os 
usuários que navegam pela rede serão necessariamente vítimas. Por isso, pode 
ser mais fácil reagir contra um possível ataque do que preveni-lo. As vítimas 
não são necessariamente as finais, mas podem ser também aquelas que servem 
como zumbis dos atacantes originais. Geralmente, as vítimas finais de um 
ataque de negação de serviço são:
  sites e servidores de agências de inteligência e de segurança, como o 
FBI e a NASA;
  sites ligados ao terrorismo;
  sites ligados a partidos políticos;
  sites e servidores de governos de países;
  sites ligados à pornografia;
  servidores de sites para Internet;
  sites de comércio eletrônico maiores e mais famosos;
  sites ligados a jogos de azar;
  servidores ou portais de Internet.
Independentemente da escolha entre prevenir ou reagir contra um ataque, 
o que importa mesmo é que a medida tomada seja efetiva e funcione, evitando 
prejuízos. É importante ter em mente que a medida adotada deve ser capaz de 
enfrentar qualquer tipo de ataque de negação que se apresente. Isso porque 
novas formas de ataque surgem todos os dias, muito por causa da criatividade 
dos indivíduos maliciosos e pela motivação que eles possuem em destruir as 
formas de defesa existentes. Além disso, a medida tomada deve ser responsável 
por manter o acesso de usuários legítimos a serviços e recursos da rede e dos 
servidores, como defendem Laufer et al. (2005).
Se a escolha for reagir contra um ataque, isso não quer dizer que não 
se deve estar preparado para agir, mas sim que a análise do cenário deve 
Análise de vulnerabilidade em serviços de informação10
ser criteriosa. Deve haver diagnóstico e identificação do ataque, bem como 
planejamento do que deve ser feito em caso de um ataque ser bem-sucedido. 
Para controlar e estar preparado em casos de ataques de negação de serviços, 
pode-se utilizar o seguinte guia, produzido pelo CERT ([2018]), que envolve 
os seguintes passos:
 Preparação: envolve o fato de que, para que seja possível fazer a ges-
tão da segurança da informação, é preciso estar preparado para isso.
Essa etapa envolve obter um mapa atualizado da rede, conhecer a sua
infraestrutura, conhecer a sua rotina de tráfego, criar procedimentos
adequados e identificar pessoas que podem ser contatadas em caso de
ataque.
 Identificação: envolve a detecção do ataque e a determinação do seu
alcance e das partes envolvidas.
 Contenção: consiste em executar medidas, nos dispositivos da rede, para 
evitar que o tráfego malicioso afete o funcionamento dos serviços, por
meio do bloqueio ou do redirecionamento das requisições falsas, ou
ainda buscando novos canais de conexão entre os usuários legítimos
e os servidores.
 Remediação: consiste em deter o ataque; quanto mais rápido isso acon-
tecer, menor será o impacto e menores serão os prejuízos trazidos.
Para isso, é preciso conhecimento dos procedimentos corretos a serem
adotados, e rapidez e agilidade para realizá-los.
 Recuperação: envolve a volta dos serviços ao seu estado original de
funcionamento, o que implica em ter realizado as fases anteriores de
maneira satisfatória, para que não aconteçam problemas no retorno ao
funcionamento normal.
 Pós-ataque: envolve a análise do que aconteceu, por meio da documenta-
ção de todos os detalhes do ataque, da discussão das lições aprendidas e 
da verificação do que poderia ser evitado, e, ainda, o retorno à primeira 
etapa, a da preparação, para estar melhor preparado para uma nova
ocorrência de ataque.
11Análise de vulnerabilidade em serviços de informação
CANALTECH. Ataque de Negação de Serviço. c2018. Disponível em: . Acesso em: 23 jul. 2018
CERT. DDoS incident response. [2018]. Disponível em: . Acesso em: 22 jul. 2018.
DANTAS, M. L. Segurança da informação: uma abordagem focada em gestão de riscos. 
Olinda: Livro Rápido, 2011.
GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Introdução à segurança de computadores. Porto Alegre: 
Bookman, 2013.
LAUFER, R. P. et al. Negação de serviço: ataques e contramedidas. In: Livro-Texto dos 
Minicursos do V Simpósio Brasileiro de Segurança da Informação e de Sistemas Compu-
tacionais. Florianópolis, Brasil: SBSeg’2005, 2005. p. 1-63.
MCCLURE, S.; SCAMBRAY, J.; KURTZ, G. Hackers expostos: segredos e soluções para a 
segurança de redes. Porto Alegre: Bookman, 2014.
NAKAMURA, E. T.; GEUS, P. L. Segurança de redes em ambientes cooperativos. São Paulo: 
Novatec, 2007.
Análise de vulnerabilidade em serviços de informação12
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
Dica do professor
As vulnerabilidades em serviços são falhas que podem comprometer a segurança da informação em 
um ambiente digital. Essas vulnerabilidades permitem que atacantes explorem sistemas, redes e 
aplicações, causando danos como perda de dados, interrupção de serviços e acessos não 
autorizados. A proteção contra essas ameaças é essencial para manter a integridade e a 
disponibilidade dos recursos tecnológicos de uma organização. 
Uma das ameaças mais críticas associadas às vulnerabilidades em serviços é o ataque de DoS 
(Sêmola, 2014). Esse tipo de ataque visa tornar indisponíveis os serviços de uma rede ou sistema, 
impedindo que usuários legítimos acessem os recursos necessários para suas atividades. Por meio 
de sobrecarga de tráfego ou exploração de falhas específicas, os atacantes conseguem interromper 
a normalidade dos serviços, causando prejuízos significativos. 
Nesta Dica do Professor, você vai aprender sobre os tipos de vulnerabilidades em serviços, como 
identificá-las e as melhores práticas para mitigá-las. Além disso, serão apresentados exemplos reais 
de ataques de DoS e suas consequências, proporcionando uma compreensão abrangente do tema. 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
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Exercícios
1) As vulnerabilidades em serviços de informação podem comprometer seriamente a segurança 
dos dados e a integridade dos sistemas e podem surgir de várias fontes. 
Quais são as principais vulnerabilidades em serviços de informação?
A) Problemas de infraestrutura física, configurações inadequadas, erros humanos frequentes e 
faltade procedimentos de segurança atualizados e eficientes.
B) Falhas de software, configurações incorretas, vulnerabilidades em protocolos de rede e falta 
de atualização de patches de segurança.
C) Falhas de energia, desastres naturais, ataques físicos e a ausência de planos de recuperação 
de desastres eficazes e rápidos.
D) Erros de usuários, mau funcionamento de hardware, problemas de comunicação e falta de 
treinamentos adequados e contínuos em segurança.
E) Problemas de conectividade, uso de software pirata, falta de treinamento específico e 
ausência de políticas de segurança claras e robustas.
2) A gestão de segurança da informação em ambientes cooperativos requer uma análise 
cuidadosa das interações entre diferentes entidades, sendo a integração de políticas de 
segurança um desafio significativo (Stallings, 2015). 
Quais são os principais desafios na implementação de políticas de segurança em ambientes 
cooperativos? 
A) Integração de políticas entre diferentes organizações, gerenciamento de acesso 
compartilhado, manutenção da confidencialidade e atualização contínua das medidas de 
segurança. 
B) Falta de regulamentações específicas, dificuldade na comunicação entre equipes e ausência 
de treinamentos adequados e contínuos.
C) Problemas de hardware, falhas de software e a necessidade constante de upgrade de sistemas 
e infraestrutura.
D) Dificuldades na obtenção de certificações, falta de suporte técnico especializado e 
indisponibilidade de recursos financeiros para investimentos em segurança.
E) Problemas de conectividade, uso de tecnologias desatualizadas e resistência à adoção de 
novas práticas de segurança.
3) Diversas ferramentas estão disponíveis para a análise de vulnerabilidades em serviços de 
informação, visando auxiliar na identificação e mitigação de riscos. 
Quais ferramentas são comumente usadas para análise de vulnerabilidades em serviços de 
informação? 
A) Microsoft Word, Excel e PowerPoint.
B) Photoshop, Illustrator e Premiere.
C) AutoCAD, SketchUp e Revit.
D) QuickBooks, SAP e Oracle Financials.
E) Nessus, OpenVAS, Metasploit e Nmap.
4) A análise de vulnerabilidades é um processo contínuo que exige a utilização de diversas 
ferramentas e técnicas para identificar falhas nos sistemas. 
Quais são os passos fundamentais no processo de análise de vulnerabilidades? 
A) Desconectar todos os dispositivos da rede, reiniciar todos os sistemas e reformatar os discos 
rígidos regularmente.
B) Instalar antivírus adequados, fazer backup periódico dos dados e monitorar continuamente a 
atividade dos usuários na rede.
C) Desativar todos os serviços de rede, mudar as senhas dos usuários e limpar todos os logs 
regularmente.
D) Realizar identificação de ativos, varreduras, análise dos resultados, priorização dos riscos e 
implementação de medidas de correção. 
E) Formatar os sistemas regularmente, substituir hardware desatualizado e instalar todas as 
atualizações manuais de segurança disponíveis.
5) A implementação de políticas de segurança robustas é essencial para mitigar as 
vulnerabilidades em serviços de informação. 
Quais são os elementos-chave de uma política de segurança eficaz para serviços de 
informação? 
A) Restrição de uso de dispositivos móveis, proibição de redes sociais e bloqueio de e-mails 
externos.
B) Uso exclusivo de software proprietário, proibição de downloads e desativação de logs.
C) Controle de acesso, gestão de atualizações, monitoramento contínuo e resposta a incidentes.
D) Monitoramento de redes sociais, controle de impressoras e restrição de acesso à internet. 
E) Desativação de serviços não essenciais, formatação regular de sistemas e uso de software 
livre.
Na prática
As fragilidades nos serviços de informação representam um desafio contínuo para a segurança 
digital. Esses pontos vulneráveis podem ser explorados por cibercriminosos para comprometer a 
integridade, a confidencialidade e a disponibilidade dos sistemas e dados. As vulnerabilidades 
podem ser decorrentes de falhas em software, configurações incorretas, brechas em protocolos de 
rede ou a falta de atualizações de segurança. Quando exploradas, essas fraquezas podem permitir o 
acesso não autorizado a informações sensíveis, como dados financeiros, detalhes de clientes, 
segredos comerciais e outros recursos críticos da empresa (Stallings, 2015).
Além disso, os ataques de DoS são uma ameaça significativa que pode explorar essas 
vulnerabilidades (Barros, 2017). Esses ataques têm como objetivo sobrecarregar os recursos de 
rede, tornando os sistemas indisponíveis para os usuários legítimos. A interrupção causada por 
ataques de DoS pode levar a perdas financeiras, danos à reputação e interrupção de operações 
críticas, destacando a importância de uma defesa robusta.
Acompanhe, Na Prática, um caso real que ilustra os tipos de vulnerabilidades em serviços e as 
estratégias utilizadas para mitigá-las. Você verá como essas vulnerabilidades podem ser exploradas 
e as medidas que podem ser adotadas para proteger os sistemas contra tais ameaças.
Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Manual de proteção contra ransomware: como criar um plano 
de segurança cibernética
Acesse o link a seguir para ler o Capítulo 2 do livro de Roger A. Grimes, em que são abordadas as 
principais estratégias de prevenção contra ransomware, incluindo a importância de impedir o acesso 
inicial de hackers e implementar backups eficazes.
Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!
Entenda: o que é um ataque de DDoS?
Assista ao vídeo a seguir para compreender melhor a dinâmica e os impactos dos ataques de DDoS 
na segurança da informação. No vídeo, você vai aprender o que são esses ataques, por que são tão 
prejudiciais e quais medidas podem ser adotadas para se proteger contra eles.
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Crimes cibernéticos
Confira, no link a seguir, um estudo que analisa a evolução histórica dos crimes cibernéticos, desde 
suas origens até os desafios contemporâneos. O artigo aborda a legislação aplicável e a importância 
do poder público na prevenção e punição desses delitos.
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Ataque cibernético: preso tentou extorquir provedores de 
https://www.youtube.com/embed/8mhII1Etx7U?si=LnqBOsOr_S14MVnM
https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/11580/5222
internet
Confira, no link a seguir, um relato de ataques cibernéticos que impactaram provedores de internet, 
destacando a relevância da proteção contra tais ameaças.
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https://www.youtube.com/embed/Px3QJHxU4_g?si=bn1FVdnWjPVAN3tV

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