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MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO METAIS Prof.Me. Luiz A. Grell de Moraes Efeitos de Elementos de Liga Elementos constituintes dos aços • Ferro (Fe): é o elemento básico de todos os aços. • Carbono (C): é depois do Fe, o elemento mais importante. É o determinante do tipo do aço. Sua influência sobre a dureza e a resistência mecânica do aço é maior que qq outro elemento. • Manganês (Mn): no aço doce (pouco C), em pequenas %,torna-o dúctil/maleável. No aço rico em C, endurece, maior resistência. • Enxofre (S): prejudicial ao aço, torna-o granuloso e áspero, produz gases que enfraquecem a resistência do aço. • Tungstênio (W) – aumenta a resistência à tração em altas temperatura e promove ↑ dureza (aços rápidos desenvolvidos p/ uso em ferramentas de corte de metais em alta velocidade). • Vanádio (V)- aumenta capacidade de corte e dureza (aços rapidos) Efeitos de Elementos de Liga • Manganês (Mn) - Em média, para cada 1% de manganês, a resistência à tração aumenta 100 MPa. • Molibdênio (Mo) – Boa resistência a altas temperaturas e ao desgaste, melhora dureza e a resistência à corrosão • Níquel (Ni)- P/ cada 1% de níquel, a resistência à tração sobe 40 MPa e amplia o limite de elasticidade. Com 36% de Ni, a liga fica c/ baixa dilatação térmica (bom p/ instrumentos de medição). • NI/Cr – esse conjunto dá o aço INOX (8% e 18%). • Silício (Si)- Aumenta a resistência à corrosão, à tração (mais duro) e a resistividade elétrica, mas prejudica a soldagem, evita porosidade remove gases e óxidos (purifica e evita falhas/vazios) Efeitos de Elementos de Liga • Alumínio (Al) - usado em pequenas proporções, como desoxidante e agente controlador do crescimento dos grãos. • Chumbo (Pb) - Não se liga ao aço mas distribui-se em forma de partículas microscópicas, melhorando a usinabilidade (grafite) • Cobalto (Co) - Aumenta a dureza do aço sob altas temperaturas • Cobre (Cu) – ↑ resistência à corrosão atmosférica (0,2 a 0,5%) • Cromo (Cr) – ↑ resistência à corrosão à agua e acidos (12%), aumenta a resistência à tração (80 MPa p/ cada 1% Cr), facilita a têmpera, aumenta a resistência à alta temperatura e ao desgaste. • Fósforo (P) - Elemento prejudicial, resultante do processo de produção do aço, fragiliza a resistência estrutural. TITANIC Usinabilidade Normas para classificação de aços As propriedades de uma liga metálica, são funções da respectiva composição química e do processamento a que a mesma foi sujeita (tratamentos térmicos e mecânicos). Estes fatores (composição e história termomecânica) impõem uma dada microestrutura ao material, a qual será responsável pelas propriedades finais do mesmo. Em função das infinitas possibilidades é necessário para uma correta caracterização de um aço que a respectiva composição química seja conhecida. Esta exprime-se através de classificações ou códigos definidos por instituições. As mais relevantes são: • AISI- American Iron and Steel Institute • SAE- Society of Automotive Engineers > ABNT (+ usada) • ASTM- American Standards of Testing and Materials Normas para classificação de aços American Iron and Steel Institute - AISI AISI/ CLASSIFICAÇÃO SAE/AISI • A classificação dos aços segundo as normas da SAE é a mais utilizada em todo o mundo para aços-carbono e aços de baixa liga (baixa % de liga). • Esta mesma classificação é utilizada na norma AISI. • A classificação SAE é baseada na composição química do aço, cada composição da SAE corresponde numeração c/ 4 dígitos. • Nelas, os 2 dígitos finais XX indicam os centésimos da porcentagem de C (carbono) contida no material (0,05% a 0,95% de C). • Apesar da classificação SAE ser bastante extensa e completa, existem aços que não se enquadram nela e estão classificados nas outras americanas. • No Brasil, a norma ainda segue algumas diretrizes da SAE e da ASTM, (produtos com especificações ABNT1020, ABNT1040) DEFINIÇÃO DE ALGUNS AÇOS SEGUNDO A NORMA SAE • SAE 10XX – aço-carbono simples (impurezas % desprezíveis e Mn 1,0%) • SAE 11XX – aço-carbono com S (Enxofre) • SAE 12XX – aço-Carbono com S e P (Fósforo) • SAE 13XX – aço com 1,6% a 1,9% de Mn (Manganês) (aço-Manganês) • SAE 14XX – aço-Carbono com 0,10% de Nb (Nióbio) • SAE 15XX – aço-Carbono com teor de Mn de 1,0% a 1,65% (aço-Mn) • SAE 23XX – aço-niquel com Ni entre 3,25% e 3,75% • SAE 25XX – aço com Ni entre 4,75% e 5,25% • SAE 31XX – Aço-Níquel-Cromo (Ni=1,10 a 1,40% e Cr= 0,55 a 0,90%) • SAE 32XX – Ni entre 1,50% e 2,00% e Cr entre 0,90% e 1,25% • SAE 33XX – Ni entre 3,25% e 3,75% e Cr entre 1,40% e 1,75% • SAE 34XX – Ni entre 2,75% e 3,25% e Cr entre 0,60% e 0,95% DEFINIÇÃO DE ALGUNS AÇOS SEGUNDO A NORMA SAE • SAE 40XX – Aço-Molibdênio com Mo entre 0,20% e 0,30% • SAE 41XX – Mo entre 0,08% e 0,25% e com Cr entre 0,40% e 1,20% • SAE 43XX – Mo de 0,20 a 0,30%, c/ Cr 0,40 a 0,90% e Ni 1,65 a 2,00% • SAE 46XX – Mo entre 0,15% e 0,30%, com Ni entre 1,40% e 2,00% • SAE 47XX – Mo de 0,30 a 0,40%, Cr 0,35 a 0,55% e c/ Ni 0,90 a 1,20% • SAE 48XX – Mo entre 0,20% e 0,30%, com Ni entre 3,25% e 3,75% • SAE 51XX – Aço-Cromo com Cr entre 0,70% e 1,20% • SAE 6XXX– Aço-Cromo-Vanádio • SAE 61XX – Cr entre 0,70% e 1,00% e com 0,10% de V • SAE 7XXX– Aço-Cromo-Tungstênio • SAE 81XX – Aço-Ní-Cr-Mo (0,20 a 0,40%, 0,30 a 0,55% e 0,08 a 0,15%) • SAE 86XX – Ni de 0,30 a 0,70%, Cr 0,40 a 0,85% e Mo 0,08 a 0,25% • SAE 87XX – Ni 0,40 a 0,70%, Cr 0,40 a 0,60% e Mo 0,20% a 0,30% DEFINIÇÃO DE ALGUNS AÇOS SEGUNDO A NORMA SAE • SAE 92XX – Aço-Silício-Manganês c/ Si 1,80 a 2,20% e Mn 0,70 a 1,00% • SAE 93XX, 94XX, 97XX e 98XX – aço-Níquel-Cromo-Molibdênio • SAE 93XX – aço com Ni entre 3,00% e 3,50%, com Cr entre 1,00% e 1,40% e com Mo entre 0,08% e 0,15% • SAE 94XX – aço com Ni entre 0,30% e 0,60%, com Cr entre 0,30% e 0,50% e com Mo entre 0,08% e 0,15% • SAE 97XX – aço com Ni entre 0,40% e 0,70%, com Cr entre 0,10% e 0,25% e com Mo entre 0,15% e 0,25% • SAE 98XX – aço com Ni entre 0,85% e 1,15%, com Cr entre 0,70% e 0,90% e com Mo entre 0,20% e 0,30% Aços de alta liga – Aços inoxidáveis • Aços inoxidáveis tem a principal característica, sua resistência à corrosão, mesmo em ambientes de alta temperatura ou muito baixas (criogênicas). • Se deve principal/e pelo cromo (a partir de 11%). O cromo, em contato c/o oxigênio forma uma película finíssima de óxido de cromo (Cr2O3) sobre a superfície do aço, que é impermeável e insolúvel em meios corrosivos. ...transformando suor em aço... Processos de beneficiamento do Ferro 1. MINÉRIO+ CARVÃO(Coque ou carvão vegetal) + FUNDENTE (calcário) são adicionados ao ALTO FORNO que produz o FERRO GUSA. 2. Na ACIARIA (sucata) é colocado em CONVERSORES ou FORNOS ELÉTRICOS onde é fabricado o aço. 3. Fe fundido é vazado em grandes lingotes – LINGOTAMENTO CONVENCIONAL, ou na forma de barras de maneira contínua LINGOTAMENTO CONTÍNUO. 4. Passo seguinte é a CONFORMAÇÃO (laminação, trefilação, extrusão, forjamento) 5. O FERRO GUSA também é entregue às FUNDIÇÕES, onde é fundido em fornos CUBILÔ para fabricar os FºFºs. O metal líquido é vazado em moldes de areia com resina na forma definitiva da peça.. O carregamento leva 6-8 h para alcançar o fundo do forno na forma de metal fundido (gusa) e escória líquida (mistura de óxidos) que são vazados em espaços de tempos. Os produtos do alto forno são o gusa (que segue para o processo de refino do aço), a escória (matéria-prima para a indústria de cimento), gases de topo e material particulado. Uma vez iniciada a campanha de um alto forno ele será operado continuamente de 4 a 10 anos com paradas curtas para manutenções planejadas. Alto Forno (30m) A siderúrgia se ocupada produção dos materiais ferrosos. O minério de ferro, após limpeza, vai ao alto forno (30m) onde é produzido o ferro gusa, uma liga de ferro e carbono (1,7 a 6,7%). O alto forno é carregado por camadas alternadas de minério de ferro, carvão e calcário fundente (aumenta fluibilidade do gusa e favorece a formação da escória que absorve as impurezas). Na boca de carga do alto forno, 150 a 400ºC se dá a secagem do minério antes da sua fusão. Após secagem, uma corrente de CO retira o oxigênio dos óxidos de Fe (Fe203-hematita,Fe304-magnetita), gerando o CO2. A 1.800ºC, “Fe” se combina c/uma pequena parte de “C” formando o carboneto Fe3C que c/ carbono livre forma ferro gusa ( no cadinho). Os gases produzidos (CO, CO2, o azoto e o H) são enviados para recuperadores de calor onde são queimados e o calor produzido realimenta a combustão no alto forno. A produção diária de um alto forno pode chegar a 2.700 toneladas. Conformação Conformação A grande importância dos metais na tecnologia moderna deve-se, em grande parte, à facilidade com que eles podem ser produzidos nas mais variadas formas, para atender a diferentes usos. Os processos de fabricação de peças a partir dos metais no estado sólido podem ser classificados em: - Conformação Mecânica: volume e massa são conservados; - Remoção Metálica ou Usinagem: retira-se material para se obter a forma desejada; Dobramento Forjamento Laminação Trefilação Embutimento Profundo Estiramento Matriz Cisalhamento ExtrusãoExtrusão Tipos de Conformação Os processos de conformação mecânica podem ser classificados de acordo com o tipo de força aplicada ao material: - Compressão direta: Forjamento, Laminação; - Compressão indireta: Trefilação, Extrusão, Embutimento; - Trativo: Estiramento; - Dobramento: Dobramento; - Cisalhamento: Corte. Conformação Lingotamento e Laminação Estruturas com Perfis Metalicos • Entre os componentes de uma estrutura metálica: chapas de ligação, parafusos, chumbadores e perfis, são os perfis os mais importantes p/o projeto, fabricação e montagem de estruturas. • Os perfis de utilização corrente são aqueles cuja seção transversal se assemelha às formas das letras I, H, U, Z e L, • Os perfis podem ser formados por laminação, a partir de operações de conformação a frio ou soldagem. • Perfis soldados- constituídos por chapas de aço estrutural, unidas entre si por soldagem a arco elétrico (mais usados). • A norma ABNT NBR 5884 - "Perfil estrutural de aço soldado por arco elétrico" apresenta as características geométricas de uma série de perfis I e H soldados e suas tolerâncias de fabricação. Perfis soldados podem ser fabricados sob encomenda (mais caros) Perfis laminados à quente em medidas padrões (mais economicos) Perfis estruturais formados a frio • Perfis estruturais formados a frio, (de chapas dobradas), vêm sendo utilizados em estruturas metálicas leves (terças, montantes e diagonais de treliças, travamentos). • São compostos por chapas finas, (leveza, facilidade de fabricação, manuseio e transporte) c/ resistência e ductilidade adequadas. • Métodos de dobramento de chapas: contínua ou descontínua. • O processo contínuo, adequado à fabricação em série, é realizado a partir do deslocamento longitudinal de uma chapa de aço, sobre os roletes de uma linha de perfilação que conferem gradativamente à chapa, a forma definitiva do perfil. Perfis Metalicos • O processo descontínuo (pequenas quantidades de perfis), é realizado por prensa dobradeira c/ várias operações simples sobre a mesma chapa, até a geometria exigida no projeto. • O comprimento do perfil está limitado à largura da prensa. • O dobramento de uma chapa, seja por perfilação ou utilizando dobradeira, provoca um aumento da resistência ao escoamento e da resistência à ruptura, c/ consequente redução de ductilidade (menor capacidade do material se deformar) dai o raio de dobramento adequado ao material e espessura, p/ evitar fissuras. Perfis Compostos • São perfis obtidos pela composição, por meio de soldagem ou aparafusamento, de chapas ou outros perfis: Perfis Compostos • São perfis obtidos pela composição, por meio de soldagem ou aparafusamento, de chapas ou outros perfis: Ligação à força cortante, por contato. Ligação à força cortante, por atrito. Ligação à força cortante, por atrito. Rosqueamento por: Laminação Usinagem Ensaios de Dureza Dureza é a capacidade do material resistir : • ao risco; • à deformação plastica; • ao corte; • ao desgaste. O Ensaio de Dureza pode ser dividido: • por risco (Mohs) dureza relativa; • por penetração (Brinell, Rockwell, Vickers) dureza absoluta; Escala de Mohs quantifica a dureza dos minerais É a resistência que um determinado mineral oferece ao risco. Escala criada em 1812 pelo mineralogista alemão Friedrich Mohs C/ 10 minerais e valores de 1 (talco) a 10 (diamante), uma escala ordinal pois o diamante tem dureza absoluta 1.500 vezes à do talco http://pt.wikipedia.org/wiki/1812 http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineralogia http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Mohs http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Mohs • A escala de dureza Mohs é usada em mineralogia, mas existem outras escalas de dureza utilizadas em ciência dos materiais: • Dureza Brinell; Rockwell; RockwellSuperficial; Webster; Vickers • O método Brinell é utilizado principalmente nos materiais metálicos c/ superfície plana/polida (1900, engenheiro sueco Johan August Brinell) • É o 1º ensaio de dureza normatizado e amplamente utilizado: • • ASTM (Standard Test Method for Brinell Hardness of Metallic Materials). O número Brinell de dureza (HB) pode ser obtido pela relação Kgf/ mm² da area/contato. Penetrador de aço c/formato esférico, D c/ Ø=10mm e carga F (lenta) entre 500-3000 kgf, mantida cte por t =10 a 30 s causa impressão (calota) com d (mm medido c/ lupa graduada). e p e =17p http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineralogia http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Rockwell http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Rockwell_superficial http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dureza_Webster&action=edit&redlink=1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Vickers http://pt.wikipedia.org/wiki/Johan_August_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Johan_August_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Johan_August_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Johan_August_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Johan_August_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/ASTM •Dureza Brinell; • Devido à dificuldade técnica de medição da profundidade (p), que é um valor muito pequeno, utiliza-se uma relação matemática com o diâmetro da calota (d) para chegar à fórmula matemática que permite o cálculo da dureza HB: ENSAIO PADRÃO: Penetrador de aço esférico, D c/ Ø=10mm e carga F (lenta) - 250; 500; 1000 ou 3000 kgf -, mantida cte por t =10 a 30 s causa impressão (calota) c/ Ø = d (mm) e profundidade p (mm). e p e =17p http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Brinell http://pt.wikipedia.org/wiki/Dureza_Brinell . XXX HBS D/F/t XXX HBW D/F/t XXX: valor da dureza Brinell da amostra; HBS: esfera de aço ou HBW de tungstênio; Ø: diâmetro da esfera; F: carga de compressão da esfera em kgf; t: tempo de aplicação da carga em segundo. •Dureza acima de 500HB danifica a esfera(HB=kgf/mm2) daí... P/ padronizar os ensaios, o quadro apresenta os principais fatores de carga utilizados, c/ respectivas faixas de dureza e indicações do material. ENSAIO PADRONIZADO: 250; 500; 1000 ou 3000 kgf e D= 10mm HB–Hardness Brinell •415 HB 10/3000/25 (Ømm/kgf/seg) ENSAIO PADRONIZADO: 250; 500; 1000 ou 3000 kgf e D= 10mm AMPLIAÇÃO DO ENSAIO PADRONIZADO: com esferas de 5 e 2,5mm Fator de carga Uma impressão profunda corresponde a um valor baixo de HB e uma rasa a um valor alto na escala indicando um material de alta dureza. Os valores indicados entre parênteses são somente referenciais, pois estão além da faixa normal do ensaio Brinell (próximo da dureza máxima admissível). A carga aplicada pela esfera não é rigorosamente “uniformemente distribuida” Variações na forma final da impressão conforme características do material: • Recuperação elástica a) Deformação aplicada b) Escoamento c) Deformação refletida p d p Uma empresa comprou um lote de chapas de aço carbono com a seguinte especificação: espessura: 4 mm, dureza Brinell (HB): 180. Essas chapas devem ser submetidas ao ensaio de dureza Brinell para confirmar se estão de acordo com as especificações. Essas chapas podem ser ensaiadas c/ esfera de 10 mm? F= Espessura mínima do material a ser ensaiado (ABNT) = 17 vezes a profundidade da calota (p). Com D=2,5 mm temos espessura de chapa min=2,25 mm (0,13x17) O tempo de aplicação é: de 15s p/metais c/dureza Brinell>300(ensaio padrão); de 60 s p/ metais moles (chumbo, estanho) e de 30 s para os demais casos. Ex 1- O ensaio de dureza Brinell é um método indicado para: a) ( ) conhecer a resistência de materiais frágeis ao desgaste e à penetração; b) ( ) comparar a deformação elástica com a deformação plástica; c) ( ) indicar se o material deve sofrer tratamento térmico; d) ( ) comparar dureza de materiais heterogêneos. Ex 2- Num ensaio de dureza Brinell com esfera de 2,5 mm e aplicação de uma carga de 62,5 kgf por 30 segundos, o diâmetro da calota esférica impressa no material foi de 1,05 mm. Representa a dureza HB? Ex 3- Uma liga dura de alumínio passou pelo ensaio de dureza Brinell pelo tempo padrão e o diâmetro de impressão produzido pela esfera de 2,5 mm foi de 0,85 mm. Qual o valor da dureza Brinell? Ex 4- No ensaio Brinell padronizado utiliza-se uma esfera de ....... mm de diâmetro e aplica-se uma carga de ....... kgf por ....... segundos no mínimo. a) ( ) 2,5 - 187,5 - 10; b) ( ) 3,0 - 3.000 - 15; c) ( ) 10 - 3.000 - 15; d) ( ) 10 - 750 - 10. 69HB 2,5/62,5/30 320HB 2,5/187,5/30 EX 5- "75 HB 10/500/30", explique A representação: 75 foi obtido para a dureza HB, usando uma esfera de aço de 10mm de diâmetro, com um carga de 500 kgf, aplicados durante 30 segundos. • 1922, Rockwell : ensaio de dureza (c/pré-carga). • avalia a dureza de qq metal, do mais mole aos mais duros (HR) • é hoje o processo mais utilizado por rapidez , facilidade de execução, isenção de erros humanos, detecta pequenas ≠ s de durezas c/ pequeno tamanho de impressão e leitura direta . Processo: aplica-se pré-carga, (10 kgf) p/ garantir um contato firme entre o penetrador e o material ensaiado, em seguida a carga do ensaio (60, 100 ou 150 kgf) e a leitura do grau de dureza é feita diretamente no mostrador na escala Vermelha ou na Preta Se os penetradores são do tipo esférico – aço a escala é Vermelha. se cônico - diamante com 120º de conicidade a escala é Preta. “carga maior” 60, 100 ou 150 kgf 10 kgf Pré carga 15, 30 ou 45 kgf 3 kgf Rockwell • Rockwell : ensaio de dureza (c/pré-carga). • A leitura do grau de dureza é feita diretamente num mostrador acoplado à máquina de ensaio, de acordo com uma escala predeterminada, adequada à faixa de dureza do material. • Quando se utiliza o penetrador cônico de diamante, a leitura do resultado é na escala externa do mostrador, de cor preta. • Ao se usar o penetrador esférico, a leitura é na escala vermelha. V P • Rockwell : ensaio de dureza • A escala do mostrador é construída de tal modo que uma impressão profunda corresponde a um valor baixo na escala e uma impressão rasa corresponde a um valor alto na escala. Desse modo, um valor alto na escala indica que se trata de um material de alta dureza. O valor indicado na escala do mostrador (de dureza Rockwell), corresponde à profundidade alcançada pelo penetrador (e), subtraídas a recuperação elástica do material (ho) após a retirada da carga e a profundidade decorrente da aplicação da pré-carga (h1), ou seja (e = h2- h1- ho). Rockwell : ensaio de dureza . ho Máquina padrão mede a HR normal p/ avaliação de dureza em geral. Máquina mais precisa mede a dureza HR superficial, indicada p/ avaliação de dureza em folhas finas ou lâminas, ou camadas superficiais de materiais. Nos ensaios HRS a pré-carga é de 3 kgf e a “carga maior” 15, 30 ou 45 kgf Ex 1-Assinale a maior vantagem do ensaio Rockwell em relação ao Brinell a) ( ) permite avaliar a dureza de metais endurecidos; b) ( ) deixa grandes marcas de impressão no material ensaiado; c) ( ) permite leitura direta do resultado do ensaio na própria máquina. d) ( ) não há qualquer vantagem. Ex 2 -No Rockwell, a profundidade da impressão que serve como base da medida de dureza é causada pela: a) ( ) pré-carga; b) ( ) carga maior; c) ( ) pré-carga mais carga maior; d) ( ) carga maior, menos pré-carga. Ex 3 -O ensaio de dureza Rockwell normal utiliza as “cargas maiores” de: a) ( ) 60 - 100 - 150 kgf. b) ( ) 15 - 30 - 45 kgf; c) ( ) 15,625 - 31,25 - 62,5 kgf; d) ( ) qualquer valor de carga. Ex 4- Calcule a espessura mínima que deve ter uma chapa que será ensaiada pelo método Rockwell normal diamante, c/ dureza estimada de 45 HR. • A dureza Rockwell é baseada na profundidade e não na área; • A profundidade que o penetrador vai atingir durante o ensaio é importante para definir a espessura mínima do corpo de prova. • De um modo geral, a espessura mínima do cdp deve ser 17 vezes a profundidade atingida pelo penetrador. • É possível obter a medida aproximada desta profundidade (p), a partir do valor de dureza indicado na escala da máquina de ensaio, utilizando as fórmulas a seguir: • a) Penetrador de diamante: • HR normal > p = 0,002 x (100 – HR) • HR superficial > p = 0,001 x (100 – HR) • b) Penetrador esférico: • HR normal > p = 0,002 x (130 – HR) • HR superficial > p = 0,001 x (130 – HR) • p = 0,002 x (100 – 45) = 0,11 mm Dureza Vickers - c/ ponteira de pirâmide de diamante c/ângulo diedro de 136º , comprimida, c/ força "F", contra a superfície do material. • Área "A" da superfície impressa (calculo pelas diagonais ). Deixa pequena impressão em ensaios de micro e nano-dureza (analisa finíssimas camadas de revestimento). 136º ∩ Kgf/ mm² [mm] F [kgf] A forma de impressão é um losango regular, cujas diagonais são medidas, c/ precisão milesimal, por microscópio acoplado à máquina. Relaciona-se carga aplicada com a área de impressão (como no Brinell) utilizando carga de 1 a 120 kgf (pode ser fracionada) por 10 a 15 segundos. Impressões pequenas que não inutilizam a peça; Aplicável a todos os metais, de qq dureza: muito duros ou muito moles, muito finos, pequenos e irregulares, • O cálculo na verdade é desnecessário pois existem tabelas c/ o HV em função das diagonais da impressão e da carga utilizada. • A espessura da amostra deve ser no mínimo 1,5X a diagonal media mas pode também ser usado para medir durezas superficiais • As impressões devem espaçar no mínimo 2,5X o Ǿ da impressão. VANTAGENSDA DUREZA VICKERS Microdureza (semelhança) Vickers x Knoop (+ preciso) • Utiliza penetrador de diamante na forma de pirâmide alongada. • A relação compriment/largura/profundidade da impressão é 30:4:1 (10 a 1000 gf/microns2 O Knoop permite a determinação da dureza de materiais frágeis: vidro, camadas finas de películas de tintas ou de camadas eletro depositadas. Ensaios de micro dureza requerem preparação cuidadosa da superfície.. Relação entre: Brinell e Vickers têm valores de impressão semelhantes porque o ângulo de 136º da ponta de diamante produz uma impressão que mantém a relação ideal (d/D=0,376) entre a calota e a esfera Brinell, seja qual for a carga aplicada. As durezas Brinell e Vickers são próximas em todo intervalo durezas. Tabela de Conversão de Durezas Podem ocorrer defeitos de impressão, devido ao afundamento ou à aderência do metal em volta das faces do penetrador. Nesses defeitos, as diagonais e tb as áreas de impressão são diferentes da impressão perfeita. Assim tem-se um valor de dureza maior do que o real nos casos de afundamento e um menor nos casos de aderência. Corrige-se esses defeitos alterando-se o valor da carga do ensaio p/mais ou p/ menos, conforme material e tipo de defeito apresentado Anomalias da Dureza VICKERS Ex 1- No ensaio de dureza Vickers o valor da carga não interfere no resultado da dureza, para um mesmo material, porque: a) ( ) o penetrador é feito de material indeformável; b) ( ) o penetrador tem a forma de pirâmide de base quadrada; c) ( ) as impressões são sempre proporcionais às cargas. d) ( ) o penetrador tem dimensões proporcionais à esfera do Brinell ideal. Ex 2- Como você representa uma dureza Vickers 108, obtida num ensaio em que foi aplicada uma força de 5 kgf por 10 segundos? Resposta: 108 HV 5/10. Ex 3- No ensaio Vickers, defeitos de impressão causados por afundamento do material nas faces de impressão podem ser corrigidos por: a) ( ) alteração da carga do ensaio. b) ( ) aumento do tempo do ensaio; c) ( ) substituição do penetrador de diamante; d) ( ) ajuste do microscópio acoplado ao equipamento. Ex 4- O ensaio de microdureza Vickers utiliza cargas: a) abaixo de 10 gf; b) .entre 10 e 1.000 gf; c) entre 1 e 5 kgf; ) entre 5 e 120 kgf. Ex 5- As diagonais medidas num ensaio de dureza Vickers, com carga de 5 kgf aplicada por 10 segundos, foram: 0,162 mm e 0,164 mm. Represente a dureza desse material. Resposta: 349 HV 5/10 • Alicate para ensaio de dureza Webster • O alicate de dureza portátil Webster da Zwick combina a obtenção dos resultados de ensaio de chapas c/ fácil operação. • O simples fechamento do alicate faz a mola pressionar o penetrador na amostra (espessura do material: 0,6 mm a 8 mm). • A profundidade é exibida em uma escala que pela avaliação do valor tabelado (manual), obtém-se a dureza Rockwell. • Coeficiente de segurança O F.S. é relação entre carga de ruptura Frup e a admissível Fadm. É nº empírico pelo qual é dividida a resistência do material escolhido. É o nº empirico maior que 1 p/ evitar maior possibilidade de falha. Coeficiente de segurança faz com que a tensão de trabalho de um material corresponda a um valor inferior à sua resistência p/ suprir: • a deterioração pela ação do meio ambiente; • o surgimento ocasional de sobrecargas; • a imperfeição na fabricação da peça; AÇOS PARA ARMADURA DE CONCRETO ARMADO Classificação do aço para construção civil: a) Conforme tipo de fabricação e dimensão seção transversal: Barras: são produtos de diâmetro nominal igual ou superior a 6,3 mm, obtidos exclusivamente por laminação à quente. Fios: são os produtos de diâmetro nominal igual ou inferior a 10mm, obtidos por trefilação a frio. b) Conforme o valor da resistência de escoamento nas seguintes categorias: Barras: são classificadas nas categorias CA-25 (liso) e CA-50 (nervurado) Fios: são classificadas na categoria CA-60 (nervurado) Aços para Concreto Armado Trefilação Laminação Classificação do aço para construção civil: AÇOS PARA ARMADURA DE CONCRETO ARMADO • O termo CA é uma abreviatura de Concreto Armado. • O valor de escoamento, ou seja, a carga de trabalho que as barras devem suportar, define a categoria do aço: 50kgf/mm² ou 50kN/cm2 ou 500 MPa p/ o CA-50, 25kgf/mm² p/ o CA-25 e • Os aços utilizados em estruturas de concreto armado no Brasil são estabelecidos pela norma NBR 7480/96 que classifica como barras os aços de diâmetro nominal entre 6,3 e 40,0 mm, obtidos exclusiva/e por laminação a quente e • para os fios 60 kgf/mm² para o CA-60 com diâmetro nominal entre 2,4 e 10mm , obtidos por trefilação a frio. • CA-50 nervurado CA-25 Superficie lisa • A superfície nervurada, garante maior aderência ao concreto. • Comercializado: barras Ø 6,3 a 40 mm • Os feixes de barras têm 12 m comprimento e peso de 2.000 kg. • O vergallhão GG 50 pode vir cortado e dobrado de acordo c/o projeto, gerando redução de tempo, de custos , eliminando o desperdício de material e otimizando o trabalho no canteiro de obras, além de receber suporte técnico na armação das ferragens • Aplicações: Estruturas de concreto armado de casas, edifícios, canalizações, pontes, barragens, estradas, etc.; e Pré-Moldados. • O GG50 pode ser encomendado em comprimentos especiais, cortado e dobrado e é soldável a partir da bitola 8 mm. CA 50 para Concreto Armado - GERDAU • Usado em estruturas de concreto armado, o vergalhão CA-25 é produzido rigorosamente de acordo com as especificações da norma ABNT NBR 7480:2007. • O vergalhão CA-25 possui superfície lisa, é comercializado • em barras retas com comprimento de 12 m de feixes de 1.000 kg ou 2.000 kg e é soldável para todas as bitolas. CA 25 para Concreto Armado - GERDAU CA-60 Conforme NBR 7480/07, tem alta resistência, proporcionando estruturas de concreto armado mais leves, c/ superfície nervurada, é soldável em todas as bitolas. Embalagens: rolos c 170 kg; barras de 12 m de comprimento, retas ou dobradas; feixes de 1.000 kg e bobinas de 1.000 kg ou 2.000 kg para uso industrial. 1. Aderência entre concreto e aço : • é o fenômeno que permite o funcionamento do concreto armado como material estrutural. • Sem aderência, as barras da armadura não seriam submetidas aos esforços de tração, pois deslizariam dentro da massa de concreto, e a estrutura se comportaria como sendo apenas de concreto simples. • A aderência faz com que os dois materiais, de resistências diferentes, tenham a mesma deformação e trabalhem juntos, de modo que os esforços resistidos por uma barra de aço sejam transmitidos para o concreto e vice-versa. Concreto armado: fundamentos do comportamento conjunto dos materiais 2. Coeficiente de dilatação térmica • Materiais com coeficiente de dilatação térmica próximos 10 a 20% menor que o aço 3. Proteção contra a corrosão - O concreto protege o aço (armadura) da oxidação por: • Proteção física: com o cobrimento, as armaduras não ficam expostas ao meio ambiente, o que as levaria à oxidação; por isso, atenção especial deve ser dada ao cobrimento das peças, que deve ser o mais uniforme e homogêneo possível. • Proteção química: o concreto, por ser um meio alcalino, inibe oxidação das armaduras. Concreto armado: fundamentos do comportamento conjunto dos materiais 4. Estanqueidade e isolamento térmico e acústico Estanqueidade (impermeabilidade) é obtida c/ uso de aditivos impermeabilizantes e cuidadosa vibração do concreto fresco. O concreto é um mal isolante térmico, sendo recomendável, principalmente nas coberturas, seu revestimento com material que melhore seu isolamento térmico e a impermeabilização. O concreto é um bom isolante acústico para ruídos aéreos, pois asondas sonoras de baixa energia, trazidas pelo ar, não fazem o concreto vibrar de forma sensível, não propaga a onda sonora. P/ ruídos produzidos pelo contato direto com o concreto (um móvel sendo arrastado), ele é um mau isolante acústico, sendo aconselhável a utilização de revestimentos capazes de absorver som em pisos de concreto. Concreto armado: fundamentos do comportamento conjunto dos materiais O Arame Recozido garante praticidade e rapidez no canteiro de obra, pois é muito fácil de trabalhar (boa maleabilidade, alta resistência à tração de até 40 kgf/mm² - NBR 5589/82) . Embalagens em rolos de 1 kg, 35 kg e 60 kg. Tela Soldada Nervurada p/ lajes concreto armado, pisos ind. estruturas pré-moldadas e paredes de concreto, oferece segurança, economia e qualidade. Solda em todos pontos de cruzamento garante melhor ancoragem e ausência de fissuramento. Ø mm Espaçamentos 10x15; 15x15; 10x30; 15x30 mm Paineis de 2,45 x 6,0 m Coluna POP indicada p/ vigas, cintas, colunas, baldrames, vergas, muros > já vem pronta para uso. Feita c/ vergalhão CA-50 e estribos de 4,2,mm em aço CA-60, espaçamento uniforme de 20 cm entre estribos, unidos por solda ponto c/ comprimento até 7 m. a b A Treliça CA-60 nervurado, tem grande resistência p/ grandes vãos (8, 10 e 12 m) e altas cargas. Embalagens em feixes de 65 kg, reduz uso de fôrmas e escoramentos e tempo de montagem. Reduz custo com mão-de-obra e racionaliza execução e a organização do canteiro de obras Uso em Lajes Pré-Moldadas; Cortinas Trissecadas Dimensões(cm)/Bitolas(mm)/Peso-kg p/ 100 pcs Estribo Nervurado feito com vergalhão CA-60 proporciona maior aderência com o concreto, Ø 4,2 mm e formato em quadrados e retângulos. Simples de usar, já vem pronto e possui medidas exatas, reduzindo o tempo de armação das vigas e colunas. Indicada p/ lajes/pisos, a Malha POP produzida com aço CA-60 nervurado e soldada em todos os pontos de cruzamento, garantindo maior segurança, evitando trincas, fissuras e embarrigamentos. Fornecida no tamanho 2 m x 3 m, em quatro tipos, de acordo com a sua necessidade: O Alambrado Gerdau preserva o visual e coloca mais leveza e segurança na área a ser delimitada. Duravel, é ideal para aplicação em residências, condomínios, rodovias, indústrias, shoppings, escolas, áreas de segurança e estacionamentos. Fabricado com arames de tripla camada de de galvanização, está disponível em rolos de 25 m, com altura de 1; 1,20; 1,50; 1,80 e 2 m. Concreto Protendido • Concreto Armado Simples + Protensão (armaduras passiva e ativa) • A armadura ativa (de protensão) é constituída por barra, fios isolados ou cordoalhas, nos quais se aplica um pré-alongamento inicial. • Os aços da armadura ativa tem propriedades mecânicas melhores que as da armadura passiva. a Preparação, Protensão e Injeção RUDLOFF Concreto Protendido • Protender uma estrutura de concreto é fazer uso de uma tecnologia inteligente, eficaz, duradoura e econômica. • Inteligente pq permite o aproveitamento máximo da resistência mecânica do concreto e do aço, reduzindo suas quantidades; • Eficaz, devido à sua superioridade técnica sobre soluções convencionais, proporcionando estruturas seguras/confortáveis; • Duradoura, pq possibilita longa vida útil aos seus elementos. • Possibilitam ainda ótimas relações custo-beneficio (estruturas c/ baixa ou nenhuma manutenção ao longo de sua vida útil) além de permitir outras características técnicas: Concreto Protendido • ... além de permitir outras características técnicas: • Grandes vãos; • Controle e redução de deformações e da fissuração; • Possibilidade de uso em ambientes agressivos; • Projetos arquitetônicos ousados; • Aplicação em peças pré-fabricadas; • Recuperação e reforço de estruturas; • Lajes mais esbeltas (reduz altura total de um edificio, seu peso e, consequentemente, o carregamento das fundações). • Essas diversas vantagens justificam o seu emprego mundial/e p/ a execução de projetos arquitetônicos convencionais e arrojados, em obras de pequeno, médio e grande porte. Obras em Balanços Sucessivos Protensão Aderente • Quando a protensão é aplicada nas cordoalhas, são criadas tensões internas na estrutura, em oposição aos esforços resultantes dos carregamentos (peso próprio e carga de operação). • As cordoalhas ficam constantemente esticadas, durante toda a vida útil da estrutura. • A protensão aderente é um recursos de proteção da estrutura, pois permite que a armadura de protensão e o concreto trabalhem em conjunto, de forma integrada. • Se, um cabo se romper, a estrutura absorverá as “pequenas” tensões resultantes do rompimento. A aderência permite que o comprimento remanescente do cabo conserve a protensão. • As cordoalhas podem ser colocadas nas bainhas antes ou depois da concretagem. Isso permite que elementos pré-fabricados sejam unidos por meio da protensão. Protensão Aderente • A injeção de nata de cimento nas bainhas garante a aderência mecânica da armadura de protensão ao concreto em toda extensão, além de proteção das cordoalhas contra a corrosão. • O cabo de protensão é composto basicamente por uma ou mais cordoalhas de aço, ancoragens, bainha metálica e purgadores. • As cordoalhas ficam inicialmente soltas dentro da bainha e após a concretagem e cura do concreto, os cabos são protendidos e é injetada nata de cimento no interior das bainhas. • As cordoalhas mais utilizadas são compostas de sete fios e têm diâmetro de 12,7mm ou 15,5mm, fabricadas com seis fios de mesmos diâmetros nominais, encordoados em torno de um fio central de diâmetro ligeiramente maior do que os demais. • As estruturas com protensão aderente apresentam maior capacidade de resistência ao fogo em caso de incêndio. As bainhas metálicas são fabricadas em barras de 6,0 m de comprimento, com espessura mínima de 0,3mm (resistentes) Suas ondulações helicoidais lhes permitem flexibilidade longitudinal com rigidez (para obras de grande porte). Bainhas usadas em vigas têm seção transversal circular, enquanto em lajes, usa-se bainhas chatas. Na protensão não aderente a cordoalha é coberta com graxa inibidora de corrosão e então revestida c/ capa de polietileno de alta densidade que forma a bainha (obras de pequeno porte). Protensão Aderente Protensão Não Aderente RUDLOFF Ancoragen (c/ fretagem) • São dispositivos capazes de manter o cabo em estado de tensão, transmitindo a força de protensão ao concreto/estrutura. • São basicamente de 3 tipos: Ativas, Passivas e de Emendas • ATIVAS: tipo E, B, EL e AF: ancoragens nas quais se promove o estado de tensão no cabo, através do macaco de protensão. • PASSIVAS: tipo U, H e PC: dispositivos embutidos no concreto, destinados a fixar a extremidade do cabo (engaste) recebendo o esforço advindo da protensão ATIVA. • EMENDA: tipo K e UK: são combinações de 2 ancoragens, 1 passiva e 1 ativa, que permitem a continuação de cabos. B U K Fios p/ Protensão conforme NBR 7482, ASTM A 421 e BS 2691 Cordoalhas de 3 e 7 fios