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UNIGUAÇU – UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DO IGUAÇU LTDA. FACULDADE UNIGUAÇU ENGENHARIA CIVIL EDUARDO BARDINI RELATÓRO DE AULA PRÁTICA: GRANULOMETRIA, MASSA UNITÁRIA (SOLTA E COMPACTADA) E MATERIAL PULVERULENTO DOS AGREGADOS SÃO MIGUEL DO IGUAÇU SETEMBRO, 2024 1 IDENTIFICAÇÃO Título: Granulometria, massa unitária e material pulverulento. Discente(s): Eduardo Bardini. Docente(s): Melissa Pastorini Proença. Unidade Curricular: Materiais de Construção Civil I. Curso: Engenharia Civil. Período: 6° Objetivo: Analisar os agregados, e através dos resultados obtidos, identificar a possibilidade de uso na construção civil. 2 INTRODUÇÃO O presente relatório apresenta a classificação granulométrica, massa unitária (solta e compactada) e material pulverulento dos seguintes materiais: areia de vidro, areia de concreto, areia natural, pó de pedra, pó cerâmico, pedregulho de concreto, pedrisco e pedra brita, apresentando características específicas que influenciam diretamente suas propriedades mecânicas. O ensaio foi orientado pela professora Melissa e executado pelos demais acadêmicos de engenharia civil, em laboratório, seguindo as normas NBR 17054- 2022 que prescreve o método para a determinação da composição granulométrica de agregados miúdos e graúdos para concreto, NBR 16915 que estabelece os procedimentos para a amostragem de agregados, desde a sua coleta e redução até o armazenamento e transporte das amostras, NBR 3310-1 especificando os requisitos técnicos e os métodos de ensaio para peneiras de ensaio com tela de tecido metálico, NBR 6467-2006 detalha a determinação do inchamento de agregados miúdos, NBR 16917 estabelece métodos para determinar a densidade e a absorção de água dos agregados graúdos, NBR 16972-2021 é a determinação da massa unitária e do índice de vazios de agregados miúdo ou graúdo, ou da mistura dos dois, em estado compactado ou solto, e a NBR 16973-2021 é o método para a determinação, por lavagem, da quantidade de material mais fino que a abertura de malha da peneira de 75 μm, presente em agregados. 2.1 OBJETIVO O objetivo dos ensaios é apresentar e analisar os resultados realizados para caracterização de materiais de construção, especificamente o ensaio granulométrico, a determinação da massa unitária solta e compactada, e a análise de materiais pulverulentos. Estes ensaios são fundamentais para a avaliação das propriedades físicas e mecânicas dos materiais, que desempenham um papel crucial na qualidade e durabilidade das obras. 2.1.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Detectar as variações nas propriedades granulométricas entre os diferentes materiais (areia de vidro, areia de concreto, areia natural, pó de pedra, pó cerâmico, pedregulho de concreto, pedrisco e pedra brita). - Determinar as massas unitárias soltas e compactadas dos materiais, identificando a densidade apropriada para cada um em suas diferentes condições. - Verificar a quantidade de material pulverulento presente em cada tipo de material, avaliando sua influência nas propriedades mecânicas e na aplicabilidade nos processos de construção. - Apontar as características específicas de cada material que impactam diretamente suas propriedades mecânicas e seu desempenho em diferentes aplicações. 3 MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 MATERIAIS UTILIZADOS - Balança; - Peneiras série normal (#4,75 - #2,36 - #1,18 - #600 - #150 - fundo); - Agitador mecânico de peneiras; - Pincel; - Bandejas; - Cronômetro; - Estufa; - Recipiente de forma cilíndrica; - Haste de adensamento; - Espátula; - Concha; 3.2 PRODUTOS UTILIZADOS - Areia de vidro; - Areia de concreto; - Areia natural; - Pó de pedra; - Pó cerâmico; - Pedregulho de concreto; - Pedrisco; - Pedra brita; 3.3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Para realizar o ensaio granulométrico, iniciou-se pegando a amostra já seca de cada material, seguindo a NBR 16915 para determinar a quantidade necessária, retiradas das baias, disponibilizados pela instituição. Tabela 1 – massa mínima por amostra de ensaio AMOSTRA MASSA DAS AMOSTRAS (g) Areia de vidro 500g Areia natural 500g Areia de concreto 500g Areia de cerâmica 500g Pó de pedra 500g Pedrisco 1000g Brita 1000g Pedregulho de concreto 1000g Após, cada amostra foi colocada sobre a peneira superior, do conjunto de peneiras em série, promovendo assim a agitação mecânica por um tempo razoável para permitir a classificação e separação prévia dos diferentes tamanhos de grão da amostra. Em seguida, removeu-se o material retido na peneira para uma bandeja e escovou-se a tela em ambos os lados para limpar. O material removido pelo lado interno é considerado como retido e o desprendido, na parte inferior, passante. Obtendo os seguintes resultados: Tabela 2 – amostra de areia de vidro ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 4,75mm 0,1g 0.02% 0.02% 2,36mm 0,3g 0.06% 0.08% 1,18mm 3,2g 0.64% 0.72% 0,60mm 73,6g 14.73% 15.45% 0,15mm 268,7g 53.78% 69.23% fundo 153,8g 30.78% 100% TOTAL 499,7g 100% 100% MF= 4,9 DMC= 1,18mm Tabela 3 – amostra de areia natural ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 4,75mm 0 0 0 2,36mm 5,4g 1.08% 1.08% 1,18mm 14,1g 2.82% 3.9% 0,60mm 36,5g 7.3% 11.2% 0,15mm 430,8g 86.15% 97.35% fundo 13,7g 2.74% 100% TOTAL 500,05g 100% 100% MF= 5 DMC= 1,18mm Tabela 4 – amostra de areia de concreto ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 4,75mm 0,4g 0.08% 0.08% 2,36mm 59g 11.81% 11.89% 1,18mm 69,1g 13.83% 25.72% 0,60mm 84,5g 16.92% 42.64% 0,15mm 239,9g 48.03% 90.67% fundo 46,6g 9.33% 100% TOTAL 499,5g 100% 100% MF= 4,9 DMC= 4,75mm Tabela 5 – amostra de areia de cerâmica ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 4,75mm 20,4g 4.08% 4.08% 2,36mm 20,1g 4% 8.08% 1,18mm 101,5g 20.29% 28.37% 0,60mm 133,5g 26.69% 55.09% 0,15mm 220,0g 43.985 99.04% fundo 4,7g 0.94% 100% TOTAL 500,2g 100% 100% MF= 5 DMC= 2,75mm Tabela 6 – amostra de pó de pedra ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 4,75mm 8,3g 1.66% 1.66% 2,36mm 113,2g 22.64% 24.3% 1,18mm 131,2g 26.24% 50.54% 0,60mm 71,2g 14.24% 64.78% 0,15mm 79,7g 15.94% 80.72% fundo 96,4g 19.28% 100% TOTAL 500g 100% 100% MF= 5 DMC= 4,75mm Tabela 7 – amostra de pedrisco ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 50mm 0 0 0 32,5mm 0 0 0 25mm 0 0 0 19mm 0 0 0 12,5mm 605,2g 60.57% 60.57% 9,5mm 336,1g 33.64% 94.21% fundo 57,8g 5.79% 100% TOTAL 999,1g 100% 100% Tabela 8 – amostra de brita ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 50mm 0 0 0 32,5mm 0 0 0 25mm 0 0 0 19mm 0 0 0 12,5mm 8,4g 0.84% 0.84% 9,5mm 29,8g 2.98% 3.82% fundo 961,0g 96.18% 100% TOTAL 999,2g 100% 100% Tabela 9 – amostra de pedregulho de concreto ABERTURA DAS PENEIRA (mm) AMOSTRA (g) PERCENTUAL RETIDO (%) PERCENTUAL RETIDO ACUMULADO (%) 50mm 0 0 0 32,5mm 0 0 0 25mm 0 0 0 19mm 0 0 0 12,5mm 457,1g 45.92% 45.92% 9,5mm 330,5g 33.15% 79.07% fundo 207,9g 20.88% 100% TOTAL 995,5g 100% 100% Onde o percentual retido é a quantia presente em determinada peneira, dividido pelo peso total da amostra, multiplicado por 100 ( 𝑃𝑒𝑛𝑒𝑖𝑟𝑎𝑋 𝐴𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎𝑇𝑜𝑡𝑎𝑙 ⋅ 100). E o percentual retido acumulado é a soma do percentual retido em tal peneira com o resultado da peneira inferior (𝑃𝑒𝑟𝑐. 𝑅𝑒𝑡𝑖𝑑𝑜𝑋 + 𝑃𝑒𝑟𝑐. 𝑖𝑛𝑓.). O módulo de finura (MF) obtém-se a partirda soma dos resultados das peneiras em série dividido por 100 ( (#4,75+#2,36+#1,18+#0,60+#0,15) 100 ). Abaixo de 2,2 indica que o material é mais fino, e acima de 3,0 indica que o material é mais grosso. A dimensão máxima característica (DMC) de um agregado está associada à distribuição granulométrica do agregado, corresponde a abertura da malha da peneira, em milímetros, na qual o agregado apresenta uma porcentagem retida acumulada, imediatamente igual ou inferior a 5%. Para o ensaio da determinação do material pulverulento seguiu-se a NBR 16973-2021, onde o procedimento consiste basicamente em pegar a amostra de tal material, retido na peneira de malha 0,75mm, e com o auxílio de água continua, lavar a amostra deixando a água verter sobre a peneira, continuando a operação até que a água da lavagem fique límpida. Após a lavagem da amostra e o retorno de todo o material ao recipiente, a água só pode ser retirada passando-a pela peneira com abertura de malha 0,75mm para evitar perda de material, e o excesso de água deve ser evaporado da amostra pelo processo de secagem. Porém, o ensaio previamente dito não foi finalizado pela falta de ferramentas. Já para o ensaio da determinação da massa unitária, solta e compactada, utilizou-se a NBR 16972-2021, calculou-se o volume do recipiente chegando ao resultado de 11L para enchê-lo. Em seguida, pegou-se a amostra do material, encheu-se apenas 1/3 da sua capacidade, nivelando com os dedos e aplicando 25 golpes da haste de adensamento, distribuídos uniformemente em toda a superfície. O mesmo procedimento foi repetido mais duas vezes, enchendo 2/3 do recipiente, nivelando e aplicando 25 golpes, e por fim, enchendo 3/3 do recipiente, nivelando e aplicando 25 golpes. Chegando aos seguintes resultados: MATERIAL MASSA UNITÁRIA SOLTA (g/cm³) MASSA UNITÁRIA COMPACTADA (g/cm³) Pó de pedra 1,72 g/cm³ 1,95 g/cm³ Areia 1,54 g/cm³ 1,68 g/cm³ Pedrisco 1,39 g/cm³ 1,47 g/cm³ Brita 1,36 g/cm³ 1,45 g/cm³ Areia de cerâmica 1,05 g/cm³ 1,15 g/cm³ Areia de vidro 1,29 g/cm³ 1,57 g/cm³ Areia de concreto 1,46 g/cm³ 1,67 g/cm³ A massa unitária solta é calculada da seguinte forma: massa do recipiente com o agregado menos a massa do recipiente vazio, expresso em kg, dividido pelo volume do recipiente, em m³ ( (𝑀𝑎𝑟−𝑀𝑟) 𝑉 ). Para a massa unitária compactada, pega-se o peso do recipiente com o agregado compactado dividido pelo volume do recipiente ( 𝑀𝑎𝑐 𝑉 ) expresso em kg/m³ ou g/cm³. 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES Os resultados do ensaio de granulometria revelam diferenças significativas entre os diversos tipos de materiais analisados, especialmente no que se refere ao módulo de finura (MF) e à dimensão máxima característica (DMC): - Areia de Vidro: o MF de 4,9 indica que esta areia é relativamente grossa, enquanto sua DMC de 1,18 mm mostra que a maior parte das partículas é relativamente pequena. Essa combinação sugere que o material possui uma ampla distribuição granulométrica, com partículas maiores influenciando a alta finura. - Areia Natural: Com MF de 5 e com DMC de 1,18 mm, a areia natural apresenta um comportamento semelhante à areia de vidro em termos de granulometria, sugerindo uma distribuição de partículas médias a finas. Isso a torna adequada para uso em argamassas e concretos, onde se espera uma boa trabalhabilidade e compacidade. - Areia de Concreto: Apresenta um MF de 4,9 e DMC de 4,75 mm, o que indica que é um material grosso, com partículas maiores e uma menor proporção de material fino. Este tipo de agregado é ideal para aplicações em concreto onde se deseja maior resistência e menor quantidade de pasta de cimento. - Areia de Cerâmica: O MF de 5 e a DMC de 2,75 mm indicam que se trata de um material bastante grosso, com uma alta concentração de partículas maiores. Este tipo de material pode ser utilizado em concretos onde se busca maior resistência e menos trabalhabilidade. - Pó de Pedra: o MF de 5 e DMC de 4,75 mm indica que o pó de pedra tem partículas relativamente grandes. O uso deste material seria indicado para aplicações onde a resistência à compressão é um fator importante. Em geral, os materiais com maior módulo de finura tendem a ser mais grossos, o que pode impactar na trabalhabilidade do concreto, exigindo ajustes na quantidade de água e cimento. O ensaio de material pulverulento não foi concluído devido à falta de ferramentas adequadas. Este tipo de ensaio é crucial para determinar a quantidade de partículas finas presentes nos materiais, que podem influenciar na aderência e resistência do concreto. A falta de dados limita a análise completa dos materiais, mas pode-se considerar que a presença de material pulverulento é especialmente relevante em agregados como pó de pedra e areia de vidro. Os resultados do ensaio de massa unitária, solta e compactada, fornecem uma visão importante sobre a densidade dos diferentes materiais, tanto em estado solto quanto compactado. A seguir, a análise para cada material: - Pó de Pedra: a massa unitária solta foi de 1,72 g/cm³, enquanto a compactada foi de 1,95 g/cm³, o que demonstra que este material tem uma boa capacidade de compactação, com um aumento considerável de densidade ao ser compactado. Isso o torna ideal para pavimentações e concretos onde a compactação é essencial para o desempenho. - Areia: apresentou uma massa unitária solta de 1,54 g/cm³ e compactada de 1,68 g/cm³. A diferença relativamente pequena entre as duas condições indica que a areia não tem grande capacidade de compactação, o que é esperado para agregados finos. - Pedrisco: com uma massa unitária solta de 1,39 g/cm³ e compactada de 1,47 g/cm³, o pedrisco também apresenta uma baixa capacidade de compactação. Isso sugere que ele é adequado para composições onde a densidade final não é crítica. - Brita: apresentou massa unitária solta de 1,36 g/cm³ e compactada de 1,45 g/cm³, também com uma diferença pequena entre os estados solto e compactado. Isso indica que a brita, semelhante ao pedrisco, não compacta de maneira significativa, sendo útil em concretos mais estruturais. - Areia de Cerâmica: a massa unitária solta foi de 1,05 g/cm³ e a compactada de 1,15 g/cm³, o que indica que a areia de cerâmica tem uma densidade relativamente baixa e uma capacidade limitada de compactação. Isso sugere que ela pode ser usada em concretos leves ou em misturas onde a densidade não é um fator crítico. - Areia de Vidro: apresentou uma massa unitária solta de 1,29 g/cm³ e compactada de 1,57 g/cm³, indicando uma boa compactabilidade. Isso mostra que a areia de vidro pode aumentar significativamente sua densidade com compactação, o que é útil em concreto de alta densidade. - Areia de Concreto: com uma massa unitária solta de 1,46 g/cm³ e compactada de 1,67 g/cm³, essa areia demonstra uma boa capacidade de compactação, o que a torna adequada para concretos que exigem alta densidade e resistência. 5 CONCLUSÃO Com base nos ensaios realizados de granulometria, massa unitária solta e compactada, é possível concluir que os materiais analisados apresentam características distintas que influenciam diretamente suas aplicações em construções e misturas de concreto. O pó de pedra, se mostrou um material grosso e com excelente capacidade de compactação. Sua alta densidade compactada o torna ideal para composições de concreto de alta resistência, sendo especialmente indicado para estruturas que exigem maior durabilidade e menor porosidade. A areia de concreto tem comportamento semelhante ao pó de pedra, demonstrando alta capacidade de compactação e adequação para concretos estruturais. Materiais com essas características tendem a exigir menor quantidade de cimento devido à presença de partículas mais grossas. A areia de vidro e a areia natural, demonstraram granulometria mais fina, o que pode ser benéfico para misturas quedemandam maior trabalhabilidade, como argamassas. No entanto, a areia de vidro se destacou por sua boa compactabilidade, sendo uma alternativa interessante em aplicações onde se busca maior densidade. A areia de cerâmica, também se mostrou um material grosso, mas com menor densidade compactada em relação aos demais agregados. Ela pode ser usada em concretos leves ou em aplicações que não exigem alta densidade, mas sim maior trabalhabilidade e menor consumo de cimento. No geral, a variação entre os módulos de finura e as dimensões máximas características dos agregados influenciará diretamente no comportamento das misturas, como a demanda de água, trabalhabilidade e resistência mecânica. Os resultados dos ensaios de massa unitária, solta e compactada, confirmam que agregados mais grossos, como o pó de pedra e a areia de concreto, têm melhor compactabilidade e são mais adequados para concretos que exigem alta resistência e densidade. 6 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6467:2006 - Determinação do inchamento de agregado miúdo – método de ensaio. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7211:2022 – Agregados para concreto – requisitos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16915:2021 – Agregados – amostragem. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16917:2021 – Agregado graúdo - determinação da densidade e da absorção de água. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16972:2021 – Agregados - determinação da massa unitária e do índice de vazios. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16973:2021 – Agregados - determinação do material fino que passa pela peneira de 75 μm por lavagem. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 17054:2022 – Agregados - determinação da composição granulométrica - método de ensaio. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM-ISO 3310-1:1997 – Peneiras de ensaio – requisitos técnicos e verificação.