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1 POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
1.1 ESTADO E SEU CONCEITO: 
'Povo social', politica e juridicamente organizado, que dispõe de uma estrutura
administrativa de um governo próprio, e tem soberania sobre determinado território. 
Existem dois pontos de vista: Material e Formal. 
 
povo: conjunto de cidadãos que mantém vínculos políticos e juridicos com
o estado; 
população: conjunto de todos os habitantes do território do estado;
território: espaço para o qual apenas uma ordem jurídica está autorizada a
prescrever atos e onde podem ser executados;
governo: exercício do poder do Estado ou a condução política geral. 
 
Caracteristicas do Estado: Soberania, Nacionalidade, Finalidade. 
 
Soberania: capacidade de proclamar seu próprio direito positivo de forma
incontestável; (Isso significa que ele tem o poder de criar e fazer cumprir suas
próprias leis, sem depender de outros países. A soberania dá ao Estado o
direito de tomar decisões políticas, econômicas e sociais para governar seu
povo e proteger sua integridade, sem interferência externa. Em resumo, é o
poder que o Estado tem para se autogovernar.)
Nacionalidade: vinculo jurídico-político de direito público interno, em que
a pessoa se torna um dos elementos da dimensão pessoal do Estado.
(correlação entre uma pessoa e um país; Esse vínculo é o que faz uma
pessoa ser reconhecida como pertencente a um determinado país. No Brasil,
por exemplo, se uma pessoa nasce em território brasileiro, ela é considerada
brasileira por nacionalidade.)
 
 Atualmente, no Direito Constitucional, nacionalidade e cidadania têm sentidos
distintos. Nacionalidade está mais ligada à origem, ao local de nascimento. Já
cidadania está mais ligada às obrigações políticas e jurídicas. 
 
Finalidade: “é o bem comum, ou seja, o conjunto de todas as condições
de vida social que consintam e favoreçam o desenvolvimento integral da
pessoa humana”; (Em geral, o Estado tem como objetivos promover o bem
comum, garantir a segurança, a justiça, a liberdade e o desenvolvimento
social e econômico dos cidadãos. Cada Estado pode ter propósitos
1
específicos, mas, no geral, ele deve trabalhar para garantir o bem-estar e os
direitos de seus cidadãos, buscando uma convivência pacífica e harmoniosa
dentro da sociedade. A finalidade do Estado é, então, criar condições para
que as pessoas possam viver bem e se desenvolverem dentro daquele
território.)
 
 
1.2 ESTADO E SEU PAPEL
Os três grandes poderes do Estado – Executivo, Legislativo e Judiciário –
existem para organizar e equilibrar o governo, de forma que cada um tenha funções
específicas e limite o poder do outro. Esses poderes têm a função de garantir que o
Estado funcione bem e de maneira justa. 
Poder Executivo: O Executivo é o poder responsável por executar as leis e
governar o país no dia a dia. Esse poder é representado pelo presidente,
governadores e prefeitos, além de seus ministros e secretários, que ajudam a
administrar o governo. Eles têm a tarefa de aplicar as leis aprovadas pelo Legislativo
e colocar políticas públicas em prática, como saúde, educação, segurança e
infraestrutura. O Executivo também toma decisões rápidas para atender às
necessidades do país ou de uma região, sempre dentro do que a lei permite.
 
Poder Legislativo: O Legislativo é o poder encarregado de criar e aprovar as
leis. No Brasil, ele é representado pelo Congresso Nacional, que é composto pela
Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Em nível estadual e municipal,
temos as assembleias legislativas e as câmaras de vereadores. Os membros do
Legislativo são eleitos pelo povo para representar seus interesses e discutir as leis
que vão regular a vida em sociedade. Eles também têm a função de fiscalizar o
Executivo, garantindo que o governo cumpra as leis e administre de forma correta. 
 
Poder Judiciário: O Judiciário é o poder responsável por interpretar e aplicar
as leis quando há conflitos ou infrações. Ele garante que a justiça seja feita, julgando
casos que envolvem pessoas, empresas ou até mesmo o próprio governo. No Brasil,
o Judiciário é composto por diferentes tribunais, como o Supremo Tribunal Federal
(STF), os Tribunais de Justiça, os juízes e outros órgãos. O Judiciário também atua
para assegurar que as leis e a Constituição sejam respeitadas, e pode declarar uma
lei inconstitucional caso ela vá contra os princípios estabelecidos pela Constituição.
2
Executivo: Aplica e coloca as leis em prática, administrando o país.
Legislativo: Cria, discute e aprova as leis, além de fiscalizar o Executivo. 
Judiciário: Interpreta as leis e julga conflitos, garantindo que a justiça seja
cumprida. 
 
Resumo no livro-texto: Estado pode ser entendido como a unidade
administrativa de um território e constitui-se pelas instituições públicas que o
representam, organizam e que devem atender aos desejos e anseios de seus
cidadãos, de suas instituições públicas e privadas. A educação escolar é uma das
instituições que representam o Estado.
 
 
 
1.3 GOVERNO E SEU CONCEITO:
 tem o papel de administrar o Estado, com a função executiva, e, nesse
sentido, caracteriza-se como uma das instituições que compõem o Estado: o Poder
Executivo. Essa administração é transitória e pode ser representada pelos diversos
partidos políticos existentes. 
 
 
1.4 GOVERNO E SEU PAPEL
Organização e direção: O governo estabelece diretrizes e organiza ações
para alcançar objetivos nacionais, como desenvolvimento econômico, segurança,
saúde, e educação.
Representação da vontade do povo: Em países democráticos, o governo é
escolhido pelo povo através de eleições e tem a função de representar seus
interesses. 
Temporário e rotativo: O governo é temporário e muda de acordo com as
eleições e o sistema político. Por exemplo, um presidente ou primeiro-ministro tem
um mandato com duração limitada e, depois disso, pode ser substituído. 
Atualmente estamos numa sociedade democrática. 
O governo tem a responsabilidade de desenvolver, por meio de planos,
programas e projetos, ações com o objetivo de atender à sociedade brasileira em
todas as suas necessidades[...] Estes estão previstos no que podemos chamar de
3
políticas públicas nacionais, estaduais ou municipais. Em se tratando da área
educacional, chamamos de políticas públicas educacionais. 
O Plano Nacional de Educação (PNE): é o documento que define as metas
e estratégias para o setor educacional no Brasil, considerando a realidade e as
necessidades do país. Ele é como um guia que ajuda o governo a desenvolver a
educação de forma organizada e alinhada com as demandas da população.
 
1.5 CONCEITO DE NAÇÃO: 
um grupo de pessoas que compartilha uma identidade e uma cultura comum,
formadas por uma tradição e uma história próprias. Isso quer dizer que as pessoas
de uma mesma nação têm características culturais, como idioma, costumes e
valores, que as unem e as distinguem de outras nações. Não se trata apenas de
morar no mesmo território, mas de dividir uma cultura e um sentimento de
pertencimento. 
 
Diferença entre Estado, Governo e Nação: No uso cotidiano, é comum
confundirmos os termos Estado, governo e nação, mas cada um representa uma
coisa diferente:
 
Nação: Um grupo com identidade cultural e histórica em comum (pessoas
com tradições e costumes próprios). 
Estado: A estrutura organizacional que rege uma nação, com fronteiras, leis e
instituições próprias. 
Governo: O grupo de pessoas que administra o Estado e toma decisões
temporárias para organizar a sociedade. 
 
1.5.1 Política e Políticas Públicas:
 O texto usa as definições de "política" para explicar que política é a "arte ou
ciência de governar". Ou seja, política é o conjunto de ações e decisões necessárias
para organizar, dirigir e administrar uma nação ou Estado; O sentido que está mais
presente é o das ações e das relações humanas. 
 
Não existe um conceito apenas, uma definição para a interpretação do
conceito de políticas públicas, pois ao longo das décadas esse conceito vem sendo
4
ressignificado. 
A definiçãoinstituída por Thomas Dye (1984) é sempre citada como aceitável
quanto ao que seria uma política pública, “o que o governo escolhe fazer ou não
fazer”. 
 
Resumo (slides livro-texto) 
 Políticas públicas significam, usando as definições apontadas anteriormente: 
 diretrizes, princípios norteadores de ação do poder público, regras e
procedimentos que estabelecem as relações entre o poder público e a
sociedade;
 as mediações entre a população e o Estado, ou seja, cidadãos que
representam a sociedade e o Estado. 
 
1.5.2 Objetivos das políticas públicas
estão voltados principalmente aos setores marginalizados da sociedade,
que são considerados vulneráveis. 
visam a efetivar os direitos da cidadania.
Identificamos as políticas públicas sociais e as políticas públicas
educacionais.
 
1.5.3 tipologia das politicas públicas:
Distributivas: quando distribuem benefícios individuais;
Redistributiva: busca equidade redistribuindo os benefícios entre os grupos
sociais;
 regulatórias: define regras e procedimentos para atender aos interesses
gerais da sociedade.
 
 
1.6 VISÕES DE POLÍTICA - TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS 
Visão Liberal 
A visão liberal fundamenta-se no liberalismo, que visa assegurar a liberdade
individual em aspectos políticos, morais e religiosos. O liberalismo político propõe
5
que o indivíduo tenha liberdade em relação ao Estado, com a presença de
oportunidades iguais para todos. Essa ideia de Estado limita a autoridade do Poder
Público, separando-o do governante e do governado. Na ciência política, o
liberalismo é analisado sob três perspectivas:
 
Cultura política e cidadania - enfatiza a formação do cidadão e a cultura
política. 
Representação e responsabilização - sugere que as ações políticas e
institucionais devem ser controladas por acordos democráticos. 
Poder do Estado e consenso - destaca a busca do Estado pelo consenso e
a implementação de medidas de interesse, até mesmo com atos coercitivos. 
 
No campo social, o liberalismo valoriza o esforço e a capacidade individual
para superar desafios, sem dar importância à universalidade dos benefícios de uma
política social. Isso implica que as desigualdades sociais não são alvo de
intervenção pública, mas vistas como resultado do desempenho individual. Na
educação, por exemplo, essa visão atribui a reprovação escolar a deficiências
pessoais dos estudantes, em vez de considerar fatores estruturais, minimizando o
papel da política social no sucesso acadêmico. 
Resumo slides livro-texto: liberalismo: proposta por Adam Smith, essa
tradição considera que apenas a valorização da liberdade individual e a livre
concorrência podem permitir que as sociedades se tornem cada vez mais
avançadas, permitindo também o surgimento do bem-estar social.
 O Estado, por sua vez (e ao contrário do socialismo), deve ser mínimo e
voltado, principalmente, para a rígida aplicação das leis, sendo todos os
homens iguais perante a lei, independentemente de classe social. 
 Se a lei não for aplicada a todos, não podemos ter esperanças nem no
liberalismo e muito menos em qualquer sociedade que queira evoluir.
 
 
Visão social-democráta 
A visão social-democrata defende um Estado que promova políticas públicas
voltadas para a proteção social e a redução das desigualdades econômicas. Esse
modelo, conhecido como Estado de Bem-Estar Social, busca garantir condições
mínimas de bem-estar para todos os cidadãos, assegurando o acesso a direitos
como educação, saúde, previdência, moradia e renda. A social-democracia promove
um pacto entre trabalho e capital, no qual o Estado intervém para regular e equilibrar
as relações econômico-sociais.
6
No entanto, a partir dos anos 1970, o modelo social-democrata enfrentou uma
crise devido às mudanças tecnológicas e econômicas que afetaram o mercado de
trabalho e os sistemas de acumulação. Esse cenário levou ao esgotamento da
capacidade estatal de atender às demandas crescentes, gerando ineficiência e
burocratização. As críticas apontaram que o intervencionismo estatal contribuiu para
a estagnação econômica, resultando em propostas de ajuste estrutural que incluíram
a redução dos gastos sociais e uma abordagem mais seletiva para as políticas de
bem-estar. 
 
 
Visão Neoliberal 
A visão política neoliberal enfatiza a redução da intervenção estatal na
economia e a valorização do mercado como regulador principal das relações
econômicas e sociais. De acordo com essa perspectiva, o Estado deve ter um papel
mínimo, limitando-se a garantir a segurança e a proteção da propriedade privada,
enquanto as forças do mercado são responsáveis por promover a eficiência e o
crescimento econômico. 
 
O neoliberalismo defende a privatização de empresas públicas, a
desregulamentação do mercado e a flexibilização das relações de trabalho,
buscando estimular a competitividade e a inovação. Esse modelo vê o indivíduo
como responsável pelo próprio sucesso ou fracasso, atribuindo menos importância a
políticas públicas de bem-estar social e mais à meritocracia. No contexto social, o
neoliberalismo tende a reduzir os programas sociais e promover uma política
seletiva, priorizando a assistência emergencial apenas para os mais necessitados,
com o objetivo de equilibrar as contas públicas e evitar o aumento do endividamento
estatal. 
 
As políticas redistributivas, controladas por tecnocratas, sem a participação da
sociedade – presentes nas visões anteriores – não são coerentes com a liberdade
do mercado e incentivam o parasitismo social. (Para a vertente marxista,
parasitismo social é a prática de exploração que a classe capitalista ou burguesa
realiza sobre os trabalhadores).
fonte:https://www.gazetadigital.com.br/editorias/opiniao/o-que-e-parasitismo-
social/92850 
 
 
Educadores brasileiros como Paulo Freire e Moacir Gadotti criticam o
pensamento e a prática neoliberal, pois consideram o neoliberalismo contrário à
7
ética integral do ser humano, à utopia e à educação como ato democrático. O
neoliberalismo naturaliza a desigualdade e sustenta a ética do mercado.
 O homem é considerado como força de trabalho. Para o neoliberalismo, a
globalização é considerada uma realidade definitiva, e não uma categoria histórica. 
 
 
**Observação Extra**
Marx argumenta que o capitalismo se apropriou de certos princípios liberais
— como a defesa da propriedade privada e a liberdade econômica — mas os
moldou para preservar a estrutura de exploração e desigualdade. Abaixo, uma
comparação para ajudar a entender melhor como isso se desenrola na prática: 
 
 
Sobre Propriedade Privada: 
 
Liberalismo: Originalmente, o liberalismo defende a propriedade privada
como um direito individual, permitindo que cada pessoa acumule e utilize
bens e recursos livremente. A ideia é que isso fomente a prosperidade
individual e coletiva, incentivando o trabalho e a inovação. 
 
Capitalismo: No capitalismo, a propriedade privada também é protegida,
mas com uma implicação específica: os meios de produção (como fábricas,
terras e máquinas) pertencem a uma classe — a burguesia —, enquanto a
classe trabalhadora (o proletariado) possui apenas sua força de trabalho para
vender. Essa dinâmica leva a uma divisão entre quem controla a produção e
quem depende do trabalho assalariado, perpetuando a desigualdade.
 
 
Sobre Liberdade de Mercado: 
 
Liberalismo: A liberdade de mercado sugere que cada indivíduo ou
empresa deve poder competir livremente, impulsionando o crescimento
econômico por meio da oferta e da demanda, onde teoricamente todos têm a
chance de prosperar. 
 
Capitalismo: Na prática capitalista, essa "liberdade de mercado" beneficia
majoritariamente quem já possui capital, criando uma barreira para a
mobilidade social e a igualdade de oportunidades. A classe dominante tem
mais recursos e influência para manter seu poder, enquanto a classe
8
trabalhadora fica limitada pela dependência do trabalho assalariado. 
 
 
Sobre Papel do Estado: 
Liberalismo: Defende um Estado limitado, que não interfira nas liberdades
individuais e que apenas garantaa ordem, os contratos e a proteção dos
direitos. Esse Estado mínimo visa evitar abusos e garantir que o mercado
funcione sem interferências. 
 
Capitalismo: O Estado capitalista adota essa ideia de "Estado mínimo" em
termos de proteção do mercado e da propriedade privada, mas isso acaba
significando que ele interfere muito pouco para proteger os interesses das
classes mais baixas. Quando necessário, o Estado capitalista até intervém,
mas para estabilizar o sistema e proteger os interesses da elite econômica,
reforçando assim o ciclo de exploração. 
 
Em resumo, o capitalismo incorporou certas bases do liberalismo, como a
defesa da propriedade privada e do mercado livre, mas adaptou-as de forma a
beneficiar a classe dominante, ao invés de garantir a igualdade e a liberdade para
todos. Para Marx, isso transforma os ideais liberais em ferramentas para manter o
controle da burguesia sobre o proletariado, promovendo uma sociedade desigual e
alienante. 
A "coisa boa" do liberalismo, que é a liberdade individual e a proteção de
direitos, acaba se tornando "ruim" no capitalismo porque essas liberdades são
distribuídas de forma desigual e sustentam um sistema de exploração. 
 
1.7 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Conceito: O ato de planejar está presente em todos os níveis da educação
brasileira. podemos citar como tipos de planejamento: o global, o estratégico, o
setorial, o regional e o local. Os termos, plano e planejamento são usados
cotidianamente nas escolas. 
1. O planejamento educacional ou planejamento estratégico educacional
é o processo sistemático de definição de metas e objetivos para o
desenvolvimento e a melhoria da educação em uma instituição, rede de
ensino ou sistema educacional; Se baseia no conceito de visão de futuro e
busca otimizar os recursos e as práticas de ensino e aprendizagem de forma
a garantir a excelência e a equidade no processo educacional. Ele é
9
fundamental para promover mudanças sustentáveis e adaptadas às novas
necessidades da sociedade e do mercado de trabalho. Esse planejamento
visa criar diretrizes claras para o aprimoramento das práticas pedagógicas,
administrativas e estruturais, com base nas necessidades da comunidade
escolar, nas demandas sociais e nas transformações do contexto
educacional.
2. Planejamento Curricular trata da dinâmica das ações internas da escola.
isso significa que cuida do desenvolvimento escolar dos alunos e de como vai
ser sua vida na escola. Estabelece o tipo de relação que o aluno tem com os
conteúdos escolares, colegas, professores, funcionários e com a própria
escola. 
3. planejamento escolar é voltado para coordenação e ação docente e de
sua relação com o contexto social. inclui a previsão de atividades didáticas
em termos da sua organização e e ação em face dos objetivos propostos, e
também quanto a revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. 
4. Planejamento de Ensino é o processo para decidir ações e interações
entre educadores e alunos na escola. envolve a atuação concreta dos
educadores no cotidiano do seu trabalho pedagógico. 
5. Planejamento coletivo tem como meta organizar a ação, a
responsabilização e a divisão das tarefas a serem realizadas, tendo em vista
o coletivo das ações. 
6. planejamento participativo constitui num processo politico, num continuo
propósito, numa deliberada e ampla discussão da construção do futuro da
comunidade. 
1.8 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL: PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO
Vamos começar pela definição básica de legislação e lei, que são essenciais
para entender a estrutura da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB),
a Lei n. 9.394/96, que orienta o sistema educacional brasileiro. 
 
O que é Legislação e o que é Lei? 
Legislação é o conjunto de normas e leis que regulam a vida em sociedade.
Ela estabelece direitos e deveres, organizando a convivência e o funcionamento das
instituições. 
Lei é uma regra jurídica obrigatória, criada por um processo legislativo que
envolve várias etapas e instituições, como o Congresso Nacional. As leis são
sancionadas pelo poder executivo e têm força vinculante, ou seja, devem ser
obedecida por todos. 
10
 
Estrutura e Padrões da Escrita das Leis 
Artigos, Incisos, Parágrafos e Alíneas: Como mencionado, as leis são escritas
seguindo uma estrutura fixa com esses elementos, que organizam o conteúdo para
garantir clareza e precisão. Cada um desempenha um papel específico: 
Artigo: Unidade básica da lei, tratando de uma ideia ou regra principal. 
Inciso: Subdivisão de um artigo ou parágrafo, usada para discriminar
detalhes do conteúdo, especialmente quando a informação não cabe em um
parágrafo único.
Parágrafo: Serve para complementar um artigo, detalhando ou explicando o
conteúdo principal. 
Alínea: Subdivisão do artigo ou do inciso, identificada por letras e usada para
listar informações adicionais de maneira clara. 
 
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