Prévia do material em texto
Copyright-2019 por Daliane Oliveira Todos os direitos em língua portuguesa reservados por: Oliveira, Daliane - PsiquEasy Rio de Janeiro – Bahia - Brasil +55(21) 9.7421-7212 https://www.psiqueasy.com OLIVEIRA, Daliane. ARTES GRÁFICAS: OLIVEIRA, Moisés; OLIVEIRA, Douglas. EOCA_autor Jorge Visca. Versão adaptada por: Pp. Daliane Oliveira (EOCA_LÚDICA) Edição e Distribuição: PsiquEasy Software e Materiais Programação Visual Moisés Rocha de Oliveira Artes Gráficas Douglas Soares Oliveira Revisão Lucélia Santos Proibida a reprodução total ou parcial, por quaisquer meios a não ser em citações breves, com indicação da fonte. https://www.psiqueasy.com/ APRESENTAÇÃO Receber pacientes novos para avaliação psicopedagógica é sempre uma grande alegria e desafio para nós. Mas sabemos que muitas dúvidas pairam na cabeça das famílias, tais como: Como será o primeiro encontro? Será só de conversa, já serão aplicados testes, é “só” jogo, tem que levar alguma coisa? Eis a resposta: o primeiro encontro é o grande direcionador de todo o trabalho investigativo (em toda a etapa de avaliação o profissional não fará intervenções diante das escolhas do aprendiz, mas observará seu funcionamento). A partir da observação deste momento todo o caminho das demais sessões da avaliação psicopedagógica será traçado, e, a partir dele, o primeiro sistema de hipóteses da psicopedagoga acerca das causas da dificuldade de aprendizagem trazidas pelo aprendiz, sua família e escola será delineado. Esta sessão inicial trará indicativos sobre as melhores escolhas quanto aos recursos a serem utilizados nas sessões que compreenderão toda a avaliação psicopedagógica. Logo, a família não precisa se preocupar em trazer materiais, orientar o filho na melhor forma de se portar, conta-se mesmo é com a espontaneidade da criança. O professor argentino Jorge Visca foi o idealizador dessa etapa do processo diagnóstico, nomeando-a como Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (EOCA), a qual tem como objetivo estudar as manifestações cognitivas e afetivas da conduta do entrevistado em situação real de aprendizagem. Segundo o estudioso, “em todo momento, a intenção é permitir ao sujeito construir a entrevista de maneira espontânea, porém dirigida de forma experimental. Interessa observar seus conhecimentos, atitudes, destrezas, mecanismos de defesas, ansiedades, áreas expressão da conduta, níveis de operatividade, mobilidade horizontal e vertical etc”. (Weiss apud Visca, 2007, p. 57). Este é o ponto de partida para identificar as dificuldades de aprendizagem e de que ordem é essa dificuldade (cognitiva, emocional, orgânica-funcional etc). Realiza-se a entrevista de maneira que se põe em evidência o aprendizado espontâneo, oportunizando materiais diferentes de acordo com a faixa etária e queixa do educando. A partir disso consignas (comandos específicos da psicopedagoga) direcionarão o trabalho para a observação da conduta do aprendiz. Elementos como a mudança de conduta, desorganização, justificativas verbais ou pré-verbais, aceitação, recusa e outros são captados e utilizados para as futuras interpretações e planejamento do trabalho de cada aprendiz. Toda resposta (verbal, corporal, escrita etc) é dado significativo para a avaliação psicopedagógica! Conheça agora a EOCA_LÚDICA versão adaptada pela Psicopedagoga Daliane Oliveira, os objetivos mantém-se os mesmos, assim como os consignas. A proposta de Jorge Visca foi apenas melhorada com o intuito de facilitar o trabalho de milhões de profissionais. Esse material é individual, o profissional deverá disponibilizar um para cada aprendente/paciente, nele contém praticamente 80% de todos os recursos necessários para os aprendentes/pacientes demonstrarem suas habilidades, restando apenas que o profissional disponibilize os demais recursos como: lápis, borracha, giz de cera, canetas coloridas, hidrocor, etc. Para organizar a observação da profissional no sentido de ajudá-la a pensar os sintomas e possíveis causas da dificuldade aparente ou latente, elementos como a temática (o que é dito pelo entrevistado), a dinâmica (as ações quanto a gestos, execução, tom de voz, postura do entrevistado) e o produto (o que ficou gravado na produção – papel, colagem, dobradura – realizados pelo sujeito) são os indicadores para as hipóteses a serem levantadas. Vale ressaltar que a psicopedagoga será uma observadora da conduta do avaliando, lançando mãos da utilização de diferentes consignas, intervindo e colocando limites somente se necessário. É possível realizar mais de uma entrevista de EOCA dependendo do caso. Realizado esse primeiro encontro da avaliação psicopedagógica é possível definir com mais precisão o tempo necessário para se fechar este ciclo. Não podemos esquecer que o vínculo entre o avaliando e a avaliadora se constroem paulatinamente, logo esse fator também precisa ser considerado durante o processo de avaliação. Para que o trabalho prossiga de maneira tranquila e efetiva uma relação de transparência e confiança entre o aprendiz, a família e a psicopedagoga são imprescindíveis. Pp. Daliane Oliveira Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (EOCA) A EOCA é utilizada como ponto de partida em todo processo de investigação diagnóstica das dificuldades de aprendizagem. Este instrumento consiste em uma entrevista estruturada que põe em evidência o aprendizado e conta como reativos quaisquer material, dependendo da idade do educando e da queixa. Os objetos são deixados sobre uma mesa, organizados de tal forma que o entrevistado precise abrir as caixas de lápis, o estojo, apontar o lápis preto sem ponta, procurar o que deseja observar todo material para decidir o que vai utilizar. CONSIGNAS E INTERVENÇÕES As consignas e intervenções possibilitam observar: A possibilidade de mudança de conduta; A desorganização ou reorganização do sujeito; As justificativas verbais ou préverbais; A aceitação ou a recusa do outro (assimilação, acomodação, introjeção, projeção). Relação de materiais que deverão ser disponibilizados para o aprendente Livrinho EOCA LÚDICA_PSIQUEASY (contém várias folhas para realização das atividades); Lápis novo sem ponta; Lápis novo com ponta; Apontadores; Canetas coloridas; Borrachas; Tesouras sem ponta; Papéis coloridos (10 x 10cm); Régua; Canetas hidrográficas; Cola; Grampeador; Giz de cera; Tinta Guache; Pincéis; ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA APRENDIZAGEM (E.O.C.A.) Meu nome é:_____________________________________________________________________ Tenho________aninhos VEJA COMO EU SOU INFORMAÇOES DA VIDA ESCOLAR Instituiçao:______________________________________________________________________ Série:___________ Turma:___________ Turno:__________ Alguma repetência? ( ) sim ( ) não ___________________________________________ Com quem você vai para escola? Como você vai para escola? Gostaria que você mostrasse o que sabe fazer, o que te ensinaram e o que você aprendeu... Use este material, se precisar, para mostrar-me o que você sabe a respeito do que sabe fazer, do que lhe ensinaram e do que aprendeu. Desenhe, escreva, faça alguma coisa que lhe vier a cabeça. Disciplina favorita: ________________________________________________________________________________ Por quê? ________________________________________________________________________________ Desde quando? ________________________________________________________________________________ Disciplina que não gosta: ________________________________________________________________________________ Por quê? ________________________________________________________________________________Desde quando? ________________________________________________________________________________ O que deseja fazer quando crescer? ________________________________________________________________________________ Por quê? ________________________________________________________________________________ Como foi sua entrada na escola atual? ________________________________________________________________________________ Você sabe por que está aqui comigo hoje? ( ) sim ( ) não ________________________________________________________________________________ O que achou da ideia? ________________________________________________________________________________ Você quer estar aqui ou está por obrigação? ________________________________________________________________________________ Se pudesse e tivesse que fazer algo para um aluno que se parecesse com você em sala de aula, o que aconselharia, a fazerem? ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Aos pais: ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Aos professores: ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Outras observações: ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA APRENDIZAGEM (E.O.C.A.) A Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (E.O.C.A.) é um instrumento que possibilita um contato direto com o aluno e, por esta razão, permite a sondagem da problemática de aprendizagem e nos permite delinear a nossa prática. Trata-se de uma técnica simples, porém muito rica no que se refere à sondagem. Aspectos a observar: temática, dinâmica e o produto. Primeiro aspecto – centra-se em tudo o que o aluno (a) diz. Segundo aspecto – consiste na análise de tudo o que o aluno (a) faz: postura corporal, gestos, maneira de pegar materiais, expressões faciais, olhares, etc. Terceiro aspecto – trata-se do que o aluno (a) realizou o que deixa impresso no papel ou na sua construção, por exemplo. Observar a sua reação, organização, apropriação, imaginação, criatividade, preparação, regras utilizadas, etc. Observar se sabe os nomes dos materiais. Qual/Quais prefere? _______________________________________________________ Lápis sem ponta é para provocar a atitude normal que é fazer a ponta. • Queixa- ouvir – tentando saber se a queixa condiz com o que ele faz. POSTURA DO EXAMINADOR Deve ser um mero observador da conduta do avaliado; Participando com intervenções somente quando achar necessário; Utilizar se de vários tipos de consignas para maior riqueza das observações; Colocar limites quando achar necessário; Quando o avaliado apresenta dificuldades para entrar na tarefa, deverá utilizar consigna múltipla para facilitar a decisão do avaliado; Caso o avaliado permaneça sem iniciativa, devemos lembrar também que esta também é uma postura a ser analisada, é uma forma de agir frente a situações novas, deve ser avaliada em seus vários fatores; Se necessário, pode ser feitas mais de uma entrevista de EOCA. FORMA DE REGISTRO Utilizar esse material para registrar as ações do aprendente/paciente em observação, anotar as observações nos campos específicos e fichas disponibilizadas nesse material. Deve- se anotar tudo que ocorrer, postura, ações, palavras, frases, etc. LEVANTAMENTO DAS HIPÓTESES As hipóteses serão levantadas de acordo com as observações feitas durante a entrevista. Levando -se em conta as três linhas de pesquisa que serão realizadas: cognitiva, afetiva e orgânico funcionais. Quando as hipóteses nos levarem a uma área específica (ex: psicologia, fonoaudiologia, neurologia, etc), deve- se pedir a avaliação de um profissional competente, sempre que possível. Se for necessário realize os devidos encaminhamentos. PRINCIPAIS OBSTÁCULOS DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM Obstáculos Funcionais; Assimilação; Lentidão; Domínio especial; Motor; Elaboração mental; Etc; Obstáculos Epistemofílicos (emocionais); Estado confusional; Perseveração; Exigência; Conduta evitativa; Mecanismos defensivos; Etc; Obstáculos Epistêmicos (Cognitivos); Desempenho; Antecipação; Insensibilidade – não percebe determinados conflitos. Não possui mecanismo de integração. Ex: coloca-se vários fósforos de tamanhos iguais alinhados com outros fósforos de tamanho menor. Junta-se até as duas linhas atingirem o mesmo comprimento e pergunta-se se os fósforos são iguais. O sujeito não percebe que só o comprimento final é o mesmo, mas que os fósforos são diferentes. Assimilação, acomodação, Nível cognitivo, etc... OBSERVAÇÕES GERAIS Cada nível de estrutura cognitiva correspondea uma leitura da realidade e um nível de evolução afetiva para estabelecer um vínculo com o objeto. Cognitivo – Operações lógicas que regulam os intercâmbios com o meio externo, com a lógica correspondente ao estágio cognitivo a que percebe o sujeito. Diante de determinada situação, o sujeito passará pelos momentos de indiscriminação, objetiva parcial e total, em movimentos de ir e vir. Quando atinge o patamar, pode passar para outro no mesmo movimento. AVALIAÇAO – E.O.C.A Aspectos Ação do sujeito Possíveis causas Temática Dinâmica Produto Obstáculos que emergem na relação com o conhecimento Hipóteses Delineamento da investigação: ___________________________________________ Psicopedagogo(a) [Nome completo/CBO/Inscrição Sindical/Número de Inscrição da ABPp (carimbo, impressão ou de próprio punho) ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA APRENDIZAGEM/E.O.C.A NOME: _________________________________________________________IDADE:_________ DATA: _____/____/____ HORÁRIO: ______________À_______________ OBSERVADOR:__________________________________________________________________ ANOTAÇÕES HIPÓTESES OBSERVAÇÕES: ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ _______________________________________ Psicopedagogo(a) [Nome completo/CBO/Inscrição Sindical/Número de Inscrição da ABPp (carimbo, impressão ou de próprio punho ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO Em relação à temática: ( ) Fala muito durante todo o tempo da sessão ( ) Fala pouco durante todo o tempo da sessão ( ) Verbaliza bem as palavras ( ) Expressa com facilidade ( ) Apresenta dificuldades para se expressar verbalmente ( ) Fala de suas ideias, vontades e desejos ( ) Mostra-se retraído para se expor ( ) Sua fala tem lógica e sequência de fatos ( ) Parece viver num mundo de fantasias ( ) Tem consciência do que é real e do que é imaginário ( ) Conversa sem constrangimento Observação:______________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Em relação à dinâmica: ( ) O tom de voz é baixo ( ) O tom de voz é alto ( ) Sabe usar o tom de voz adequadamente ( ) Gesticula muito para falar ( ) Não consegue ficar sentado ( ) Tem atenção e concentração ( ) Anda o tempo todo ( ) Muda de lugar e troca de materiais constantemente ( ) Pensa antes de criar ou montar algo ( ) Apresenta baixa tolerância à frustração ( ) Diante de dificuldades, desiste fácil ( ) Tem persistência e paciência ( ) Realiza as atividades com capricho ( ) Mostra-se desorganizado e descuidado ( ) Possui hábitos de higiene e zelo com os materiais ( ) Sabe usar os materiais disponíveis, conhece a utilidade de cada um ( ) Ao pegar os materiais, devolve no lugar depois de usá-los ( ) Não guarda o material que usou ( ) Apresenta iniciativa ( ) Ocupa todo o espaço disponível ( ) Possui boa postura corporal ( ) Deixa cair objetos que pega ( ) Faz brincadeira simbólicas ( ) Expressa sentimentos nas brincadeiras ( ) Leitura adequada à escolaridade ( ) Interpretação de texto adequada à escolaridade ( ) Faz cálculos ( ) Escrita adequada à escolaridade Observação: _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Em relação ao produto: ( ) Desenha e depois escreve; ( ) Escreve primeiro e depois desenha; ( ) Apresenta os seus desenhos com forma e compreensão; ( ) Não consegue contar ou falar sobre os seus desenhos ou escrita; ( ) Se nega a descrever sua produção; ( ) Sente prazer ao terminar sua atividade e mostrar; ( ) demonstra insatisfação sobre os seus feitos; ( ) Sente-se capaz para executar o que foi proposto; ( ) Sente-se incapaz para executar o que foi proposto; ( ) Os desenhos estão no nível da idade do aluno; ( ) Prefere matérias que lhe possibilite construir, montar e criar; ( ) Fica preso no papel e lápis; ( ) Executa a atividade com tranquilidade; ( ) Demonstra agressividade de alguma forma em seus desenhos e suas criações; ( ) Demonstra agressividade de alguma forma no comportamento; ( ) É criativo(a). DIMENSÃO AFETIVA: ( )Para fazer qualquer atividade precisa receber ordens de alguém, explicando o que deve ser feito; ( )Não tem boa coordenação motora, desenhou e descreveu; ( )Tem boa coordenação motora; ( )Demonstrou pouca incapacidade intelectual; ( )Necessita de estímulos diretivos que indiquem o que deve fazer e como fazer; ( )Não tem iniciativa; ( )Tem iniciativa, não fica esperando dizer o que deve ser realizado; ( )Queixou-se de algo ou alguém_________________________________________________ NÍVEL PEDAGÓGICO OU DIMENSÃO COGNITIVA: ( )Leitura silabada com retrocessos; ( )Não respeita a pontuação; ( )Compreende somente as palavras, não percebe o significado do texto; ( )Na escrita pula as letras; ( )O nível pedagógico está bastante abaixo de sua escolaridade, sua produção corresponde ao nível do __________ ano/série; ( )Baixo nível de atenção, dificuldade na concentração; ( )Boa coordenação motora, traços firmes; ( )Não tem habilidade para traçar linhas retas; ( ) Suspirou antes de começar a tarefa , indicando uma antecipação e planejamento do que iria realizar; ( )Descreveu o que desenhou; ( ) Compreensão do texto é muito pobre; ( )Apresenta baixo rendimento na área de ortografia; ( )Apresenta ansiedade e medo na hora de ler em voz alta; ( ) Comete erros frequentes na leitura(omissões, substituições, inversões de fonemas- vogais e consoantes sonoras; ( )Compreende o significado das palavras, porém demora um pouco para assimilá-las; ( )Na escrita, troca as letras: d/t, m/n, p/b, o/u, a/e. Tem facilidade na compreensão da letra cursiva e de imprensa, já no script encontra dificuldades; ( )Tem noção de número, mas encontra dificuldades em resolver a divisão e subtração. Desse modo, não internalizou bem adição; ( )O nível pedagógico está abaixo de sua escolaridade. Sua produção corresponde ao nível de série( primeira, segunda, terceira, quarta, quinta, sexta); ( )Ele/a tem compreensão desse fato, porque nos relatou que se soubesse ler direito, já estaria na ____ série. HIPÓTESES / Hipóteses sobre casualidade histórica: ( )Vínculo positivo ou negativo? ( )Verificar o que sabe fazer( ler, números, letras espelhadas , desenhos; ( )Necessidade de compreensão; ( )Atitude de quem está muito apreensivo e inseguro; ( )O medo de arriscar prefere utilizar materiais que já conhece, bem como realizar atividades já feitas em outras ocasiões; ( )Tem alto grau de dependência e ansiedade; ( )Demonstrou capacidade intelectual , porém, necessita de estímulos diretivos que indiquem o que deve fazer e como agir. Não consegue tomar decisões sem consentimento ou diga que está certo ou errado; ( )Ele(a) recebeu as consignas com ansiedade.Demonstrou grande interesse em corresponder às expectativas e como mecanismo de defesa, contou muitas histórias no intuito de chamar a atenção; ( )Conforme (CHAMAT 2004 P.78) o sujeito não cria algo novo, repete conhecimentos adquiridos anteriormente, utilizando esquemas de pensamento empobrecidos, demonstrando falta de envolvimento com o objeto de aprendizagem e, consequentemente, com o conhecimento e com quem o transmite. Uma modalidade Hipoassimilativa/Hipoacomodativa é criança com deficiência intelectual em grau leve, não foi estimulada adequadamente; ( ) Tem obstáculo epistemológico (segundo a CHAMAT são obstáculos de fora do sujeito, ou seja, algo ou alguém que possa estar impedindo o sujeito de aprender); ( ) Nível intelectual normal com baixa concentração de atenção em primeira vista; ( )Estágio de pensamento: Operatório Concreto com algumas oscilações; ( ) Dificuldade de atenção e raciocínio; ( ) Os seus maiores problemas de compreensão em relação às matérias escolares estão no fato de que não sabe ler e consequentemente não consegue interpretar; ( ) Dificuldades em realizar operações matemáticas; ( )Espera aprovação para realizar uma tarefa; ( ) Etiologia emocional; ( ) Problemas de ensino aprendizagem no processo de alfabetização; ( ) Falta de estímulos por parte da família; ( )Insucesso escolar. LINHAS DE INVESTIGAÇÃO: É necessário realizar as seguintes provas: Diagnóstico operatório de Piaget ( ) Sim ( ) Não Teste de Consciência Fonológica ( ) Sim ( ) Não Avaliação Pedagógica ( ) Sim ( ) Não Prova de Leitura e escrita ( ) Sim ( ) Não Observação: _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Conclusão: ______________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ____/___/_____ _______________________________________ Psicopedagogo(a) (Nome completo/CBO/Inscrição Sindical/Número de Inscrição da ABPp (carimbo, impressão ou de próprio punho) 1. CONSIGNAS E INTERVENÇÕES A consigna é: “Gostaria que você me mostrasse o que sabe fazer, o que lhe ensinaram e o que você aprendeu.” Pode-se continuar dizendo: “Este material é para que você o use, se precisar, para me mostrar o que lhe falei e o que queria saber de você.” “Esse material é para que você o use como quiser”. Obs.: Haverá diferenciação de materiais dependendo da faixa etária e o período escolar de cada aluno(a) em que se aplica a entrevista. ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE PARA MUDANÇA DE ATIVIDADE CONSIGNA ABERTA: “Gostaria que você me mostrasse o que quisesse com esses materiais”. Coloque a disposição os seguintes materiais na mesa para a(s) criança(s): Lápis novo sem ponta; Lápis novo com ponta; Folhas coloridas; Apontadores; Canetas coloridas; Borrachas; Tesouras sem ponta; Papéis coloridos (10 x 10cm); Régua; Canetas hidrográficas; Cola; Grampeador; Giz de cera; Tinta Guache; Pincéis; ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? “Que cor você está utilizando”? ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ CONSIGNA FECHADA: “Gostaria que você me mostrasse outra coisa que não seja...”, ou “Gostaria que você me mostrasse algo diferente do que já me mostrou”. ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? “Que cor você está utilizando”? ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ SUGESTÕES DE ATIVIDADES LÚDICAS “Também pode utilizar essas dobraduras se quiser, pode recordar ou pegar as folhas coloridas que estão do seu lado e fazer igual ao que esta no molde”. Fique a vontade. “VOCÊ TAMBÉM PODE RECORTAR E COLAR SE PREFERIR” COLE AQUI O MENINO CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? COLE AQUI A MENINA CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? COLE AQUI O MENINO CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? COLE AQUI O BONECO CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serveisto que você fez, poderia me explicar”? RECORTE OS PEIXES E COLOQUE DENTRO DO VASO “SE PREFERIR, VOCÊ PODE PINTAR TAMBÉM” CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você está utilizando”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você está utilizando”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você está utilizando”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você está utilizando”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você está utilizando”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você está utilizando”? Anotações pertinentes ao desenvolvimento das atividades: _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ CONSIGNA DIRETA: “Gostaria que me mostrasse algo de ... (matemática, escrita, leitura)”. CONSIGNA MÚLTIPLA: “Você pode ler, escrever, pintar, recortar, desenhar, etc?”. ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE_MATEMÁTICA CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Para que serve isto que você fez, poderia me explicar”? SUGESTÕES PARA DESENVOLVER A ATIVIDADE Pintar o número e colar maças ou fazer bolinhas de massinha dentro da árvore. Pintar a quantidade de quadrinhos correspondente aos numerais. Colar uma bolinha de papel ou de massinha em cada quadrinho de acordo com o numeral. Colocar maçasdentro das árvores. “VOCÊ TAMBÉM PODE CALCULAR SE PREFERIR” ESPAÇO PARA CRIAÇÃO LIVRE_ESCRITA VOCÊ PODE CRIAR UMA LINDA HISTÓRIA EM QUADRINHOS ADVINHE E ESCREVA O NOME DE CADA FIGURA LEITURA PARA MENINAS CINDERELA Leia esta historinha com muita atenção. Era uma vez uma doce e linda jovem. Seu nome era Cinderela. Ela morava com sua malvada madrasta e as filhas. Cinderela era tratada como uma empregada e passava os dias limpando, arrumando e fazendo todos os caprichos delas. Apesar da crueldade da madrasta e filhas, Cinderela sempre lembrava das palavras da sua mãe: „Tenha coragem e seja gentil‟. Um dia, chegou um convite para o Baile Real. O Príncipe estava procurando uma noiva para se casar e todas as pessoas do reino foram convidadas. A madrasta ordenou que fossem costuradas roupas novas para ela mesma e suas filhas. Imediatamente! Cinderela trabalhou dia e noite para que os vestidos ficassem prontos a tempo. No dia do baile, enquanto elas se arrumavam para sair, Cinderela desceu as escadas usando um vestido que ela fez para si mesma. A madrasta e as filhas ficaram com tanta raiva de ver Cinderela tão linda, que rasgaram todo o vestido dela. E foram embora. Abandonada, Cinderela começou a chorar. Quando de repente a sua Fada Madrinha apareceu. “Não chore, minha criança. Você deve ir ao baile!” disse ela. “Mas eu não tenho vestido para usar” disse Cinderela, chorosa. Então a Fada Madrinha balançou sua varinha de condão e de uma só vez os trapos de Cinderela se transformaram em um novo e lindo vestido de baile. Depois, a Fada Madrinha avistou seis ratinhos brincando junto a uma abóbora. Ela tocou neles com sua varinha de condão e a abóbora virou uma linda carruagem e os ratinhos viraram quatro cavalos e dois cocheiros. Quanto tudo estava pronto, Cinderela acenou dando tchau para sua Fada Madrinha que lhe disse: “A mágica só vai durar até a meia-noite. Você deve voltar para casa antes disso.” Quando Cinderela entrou no salão do baile, os convidados ficaram impressionados com sua beleza. A Madrasta e filhas nem a reconheceram. O Príncipe chamou Cinderela para dançar e ela ficou muito feliz. Eles dançaram a noite toda, até que Cinderela percebeu que o relógio já estava dando quase meia-noite. Ela lembrou do que a Fada Madrinha havia falado, e disse ao Príncipe: “Eu tenho que ir!” Enquanto corria para fora do salão. Ela desceu as escadas do palácio correndo e um dos seus sapatos de cristal caiu, mas Cinderela não voltou para buscar. Ela conseguiu entrar em casa exatamente quando o ponteiro do relógio chegou ao doze. A carruagem voltou a ser uma abóbora, os cavalos e cocheiros voltaram a ser ratinhos e ela voltou a usar seus trapos. Logo depois, a Madrasta e as Filhas chegaram e só falavam sobre a tal linda jovem que dançou a noite inteira com o Príncipe. Desde que viu Cinderela pela primeira vez, o Príncipe se apaixonou por ela. Mas ele não sabia sequer seu nome. Então ele pegou o sapato de cristal lá nas escadas do Palácio, e declarou “Eu vou me casar com a mulher que colocar este sapato e ele se encaixar bem em seu pé.” O Príncipe e sua comitiva levaram o sapato de cristal para todas as casas do reino, mas nenhum pé, de mulher alguma se encaixou no sapatinho. As Filhas da Madrasta bem que tentaram fazer com que seus pezões se encaixassem no sapatinho delicado. Encolheram e torceram os pés, mas nada. Um membro da comitiva ficou com medo de que o sapato pudesse quebrar. A Madrasta não queria que Cinderela experimentasse o sapato, mas o Príncipe disse “Espere! Deixe a moça tentar!” O sapatinho se encaixou perfeitamente no pé de Cinderela e o Príncipe percebeu que ela realmente era a mesma linda jovem que dançou com ele no baile. O Príncipe encontrou a mulher que tanto procurava. Eles então se casaram e viveram felizes para sempre. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA RAPUNZEL Leia esta historinha com muita atenção. Era uma vez um homem e sua esposa. Há muito tempo eles queriam ter filhos, mas nunca haviam conseguido. Um dia, aconteceu um milagre e a mulher contou para seu marido a notícia que tanto haviam sonhado - filnalmente teriam um bebê. O homem e sua esposa moravam em uma casa com uma pequena janela na cozinha que tinha vista para um lindo jardim cheio de flores e vegetais frescos. Infelizmente existia um muro muito alto cheio de arame farpado em volta do jardim, e nunca ninguém jamais conseguiu entrar lá, pois pertencia a uma bruxa poderosa, que todos tinham muito medo. Um dia, a mulher estava olhando para o jardim, quando ela viu uma cama repleta de rabanetes frescos. Eles eram tão atraentes que ela começou a querer comer alguns. E foi assim durante dias. Ela sabia que não poderia pegar os rabanetes, enquanto foi ficando cada dia mais e mais fraca. Seu marido estava preocupado, e perguntou, “O que está acontecendo, querida?” “Eu sinto que vou morrer se não comer alguns daqueles rabanetes que estão crescendo no jardim da bruxa.” O homem, que amava muito sua mulher, pensou que era melhor ele correr o risco de ser pego pela bruxa do que perder a sua amada. Esperou que a noite chegasse para poder escalar e pular o muro para dentro do jardim. Ele não foi visto por ninguém, e rapidamente pegou alguns rabanetes e os levou para sua esposa. Ela fez uma salada de rabanetes e comeu até se fartar. Estava tão gostoso, que no dia seguinte, ela desejou os rabanetes duas vezes mais do que desejava antes. O marido teria que pular o muro novamente se quisesse que sua esposa se sentisse melhor. Então caiu a noite, e ele foi novamente. Quando estava pulando o muro de volta, ele viu a bruxa de pé na sua frente. Ele ficou terrivelmente assustado e ela gritou, “Como ousa pular o muro do meu jardim e roubar meus rabanetes!” “Por favor, não me julgue tão severamente,” ele respondeu, “eu fiz isso por minha esposa - ela viu seus rabanetes pela janela, e começou a querer tão fortemente que ela morreria se não pudesse comer alguns.” Então a bruxa disse, “Se isso é verdade, vocês podem ter quantos rabanetes ela quiser, mas com uma condição - terão que me dar sua criança. Vou cuidar dela como se fosse minha.” O homem estava tão assustado, que prometeu que faria tudo o que a bruxa quisesse. Quando a criança nasceu, a bruxa apareceu.Ela deu o nome de Rapunzel (que significa rabanete). Pegou o bebê e foi embora com ele, como havia ameaçado. Rapunzel cresceu e a cada ano que se passava, ficava mais e mais linda. No seu aniversário de doze anos, a bruxa a prendeu em uma torre muito alta na floresta. A torre não tinha escadas, nem porta. Apenas uma janela lá em cima. Quando a bruxa desejava entrar na torre, ela tinha que gritar, “Rapunzel, Rapunzel! Jogue suas tranças!” Rapunzel tinha lindos cabelos longos que brilhavam como ouro e ninguém nunca os tinha cortado. Quando ela ouvia a voz da bruxa, soltava suas tranças na janela e as deixava cair até tocarem no chão. Dessa forma a bruxa podia subir. E viveram assim por anos. A beleza de Rapunzel estava trancada na torre, longe do mundo exterior. Até que um dia um príncipe estava andando pela floresta e passou pela torre. Ele ouviu uma voz cantando tão docemente que ele parou para escutar. Era Rapunzel, que estava se sentindo sozinha na torre e normalmente passava seu tempo cantando. O príncipe quis então conhecer a jovem que cantava tão lindamente, mas ele não conseguiu encontrar uma porta para entrar na torre. Então ele voltou para casa. A voz de Rapunzel não saía da cabeça do príncipe. Então no dia seguinte, o príncipe voltou para a floresta. Quando ele estava olhando para a torre, viu a bruxa se aproximando. Ele escutou ela gritar, “Rapunzel, Rapunzel! Jogue suas tranças.” O que aconteceu em seguida deixou o príncipe muito surpreso: ele conseguiu finalmente ver a jovem, dona da voz mais bela de todas. Também observou como Rapunzel deixou seus longos cabelos caírem pela janela e como a bruxa conseguiu subir através deles. No dia seguinte, ao anoitecer, ele foi para a torre e gritou, “Rapunzel, Rapunzel! Jogue suas tranças.” Ela deixou seus cabelos descerem e o príncipe subiu. Quando ela viu que foi um homem que subiu em seu quarto e não a bruxa, ficou muito assustada. Mas o príncipe começou a falar calmamente sobre como o canto de Rapunzel entrou no seu coração e como ele não conseguia ter paz enquanto não a visse de perto. Rapunzel esqueceu o medo. Quando o príncipe perguntou se ela gostaria de se casar com ele, ela pensou para si mesma que ele era jovem e bonito e que ela gostou muito mais dele do que gostava da bruxa. Então Rapunzel pegou na mão do príncipe e aceitou sair da torre com ele. E disse: “Quero muito ir com você, mas eu não tenho como sair daqui. Cada vez que você vier, traga um pedaço de corda, que eu farei uma escada. Quando ela estiver pronta, descerei da torre, e você poderá me levar embora no seu cavalo.” Depois concordaram que ele deveria ir todas as noites, já que a bruxa costumava aparecer durante o dia. A bruxa não sabia de nada disso, até que um dia Rapunzel disse, “Mãe, como é possível você subir aqui tão devagar, enquanto o príncipe sobe num instante?” “O que foi isso que eu escutei?!” gritou a bruxa, “eu achei que tinha escondido você do mundo, e você me traiu!” Com muita raiva, a bruxa cortou os cabelos de Rapunzel e a levou embora para um lugar deserto, onde foi deixada para viver seus dias na miséria. Na mesma noite o príncipe chegou até a torre e gritou, “Rapunzel, Rapunzel! Jogue suas tranças!” Mas dessa vez foi a bruxa que jogou as tranças, e o príncipe subiu. Ao invés de ver sua amada Rapunzel, ele viu a horrível bruxa que estava olhando pra ele com olhos brilhantes. “Você nunca mais verá Rapunzel novamente”, ela disse ao príncipe. E com essas palavras, a bruxa empurrou o príncipe do alto da torre. Ele caiu em cima de espinhos, e ficou cego. O príncipe, cego, perambulou pela floresta por meses, até que um dia ele ouviu a voz de alguém cantando. O príncipe não sabia onde ele estava, nem tampouco podia ver onde ele estava. Porém tinha certeza de que o que ele escutava era a sua amada Rapunzel cantando. Ele seguiu a voz até chegar à sua querida Rapunzel. Ela segurava uma vasilha d´água, quando o viu, deixou a vasilha cair no chão e ela caiu nos braços do príncipe. Rapunzel gritou de alegria por estarem novamente juntos depois de tanto tempo. Uma gota de lágrima da Rapunzel caiu no rosto do príncipe, e naquele momento, aconteceu um milagre. O príncipe voltou a enxergar! “O que aconteceu com seus cabelos?” ele perguntou enquanto tocava neles. Mas antes mesmo que Rapunzel pudesse responder, outro milagre aconteceu - os seus cabelos voltaram a crescer, e estavam longos e brilhantes como sempre foram. O príncipe levou Rapunzel para seu reino, onde eles foram recebidos com grande alegria. E eles viveram felizes para sempre. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA CHAPEUZINHO VERMELHO Leia esta historinha Era uma vez uma doce menininha. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho, porque ela sempre usava uma capa de equitação vermelha que a sua avó havia lhe dado de presente. Ela amava muito a sua netinha. Um dia, a mãe de Chapeuzinho Vermelho disse, “Aqui, filha, pegue esta cesta e leve para sua vovó. Aí dentro tem pão, manteiga, bolo e frutas. Ela está se sentindo doente e espero que isso faça com que ela fique melhor. Não converse com estranhos, não saia do caminho e vá direto para a casa de sua avó.” A avó de Chapeuzinho Vermelho morava há meia hora de distância por dentro da floresta, do lado de fora da aldeia. Então Chapeuzinho Vermelho saiu logo de casa. Assim que ela entrou na floresta, apareceu um lobo por detrás de uma árvore. Ela não se assustou, porque ela não sabia que lobos são perigosos. “Bom dia, Chapeuzinho Vermelho”, o lobo cumprimentou. “Bom dia, Senhor Lobo”, ela respondeu. “Para onde você vai?” “Estou indo visitar minha vovó, porque ela não está se sentindo bem”, Chapeuzinho Vermelho respondeu. “O que você tem aí dentro da cesta?” perguntou o lobo. “Eu tenho pães, manteiga, bolo e frutas para levar para minha vó”, ela respondeu. “Excelente! E onde sua vovozinha mora?” perguntou o lobo, e Chapeuzinho Vermelho explicou exatamente o local da casa da sua avó. Eles andaram juntos por um tempo. Aí, o lobo falou. “Olha que lindas flores que temos aqui! Por que você não pega algumas delas para sua vovó?” Ela olhou em volta e viu todas aquelas flores lindas. Chapeuzinho Vermelho achou que sua vovó ficaria muito feliz em ganhar flores e, mesmo depois do conselho de sua mãe, saiu do caminho para colhê-las. Chapeuzinho Vermelho foi para dentro da floresta densa para colher as flores, e o lobo foi direto para a casa da vovó. Ele bateu na porta e escutou uma voz lá de dentro da casa “Quem é?” “Sou eu, Chapeuzinho Vermelho. Eu trouxe pão, manteiga, bolo e frutas”, disse o lobo, disfarçando a voz. “Ah, que gentileza! Empurre bem a porta para entrar. Eu não tenho forças para ir aí abrir.” O lobo entrou na casa, foi até a cama da velhinha e a comeu inteira. Aí, ele vestiu as roupas dela e deitou na cama. Quando Chapeuzinho Vermelho chegou na casa de sua avó, ela percebeu que a porta estava aberta. Ela entrou e foi até o quarto. Normalmente ela sentia-se muito feliz na casa de sua vovó, mas naquele dia havia algo de estranho. “Bom dia!” disse Chapeuzinho Vermelho, mas ninguém respondeu. A vovó estava com uma aparência estranha. “Nossa, Vó, que orelhas grandes você tem!” exclamou Chapeuzinho Vermelho. “É para te escutar melhor!” o lobo respondeu, disfarçando a voz. “Puxa, Vovó, que olhos grandes você tem!” ela continuou. “É para te ver melhor!” disse o lobo. “Vovó, que mãos enormes você tem!” “É para te tocar melhor!”, o lobo disse. “Uau, Vovó, que boca enorme você tem!” exclamou Chapeuzinho Vermelho. “ É para te comer melhor!” O lobo gritou, pulou fora da cama e comeu Chapeuzinho Vermelho inteira. Com o seu estômago cheio, o lobo voltou para a cama da vovó e caiu no sono. E roncou muito alto. Um caçador que estava passando pela casa, escutou os roncos e achou que seria muito estranhoque uma velha senhorinha pudesse roncar tão alto. Ele olhou para dentro, e viu que era um lobo que estava lá. O caçador estava atrás desse lobo há muito tempo. Finalmente ele o havia encontrado! O caçador levantou a arma e estava prestes a atirar, quando ele parou e pensou. Talvez a velhinha ainda esteja viva dentro da barriga do lobo! Então, ele pegou uma tesoura e abriu a barriga do lobo. Ele viu uma capa vermelha saindo e aí a Chapeuzinho Vermelho pulou para fora. O caçador cortou um pouco mais e a vovozinha também veio para fora. Chapeuzinho Vermelho catou algumas pedras e eles encheram a barriga do lobo com elas. Quando o lobo acordou, ele ficou assustado e tentou correr, mas as pedras eram tão pesadas, que ele caiu morto. Os três então comeram bolo, felizes em saber que o lobo não seria mais um perigo para eles. Chapeuzinho Vermelho decidiu nunca mais sair do caminho e escutar com mais atenção o que a sua mãe tem a dizer. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA A BELA ADORMECIDA Leia esta historinha Era uma vez um rei e uma rainha. A rainha há muito tempo queria uma filha, mas não conseguia ter. Um dia, o milagre aconteceu. Todos os sinos do reino começaram a tocar para anunciar o nascimento da princesinha. O rei e a rainha organizaram uma grande festa para o batizado da princesa. Todas as sete fadas madrinhas chegaram na festa real para dar presentes à pequena anjinha. Como elas eram convidadas especiais, a família real preparou um presente para cada uma delas. Na frente de cada fada madrinha, em uma mesa, havia uma caixa de ouro. Dentro de cada uma das caixas havia uma faca, um garfo e uma colher - tudo feito em puro ouro e decorados com rubis e diamantes. Enquanto os convidados aproveitavam a festa, a porta se abriu de repente. Era uma fada velha, corcunda e vestida com trapos pretos. O rei imediatamente ordenou que trouxessem uma caixa de ouro para ela, mas não foi possível pois mandaram fazer apenas sete delas. A velha senhora achou então que eles não tinham respeito por ela, e pensou em jogar um feitiço na princesinha. Por sorte havia uma fada muito observadora ao lado, que percebeu como a velha fada estava olhando raivosa para a bebezinha. As fadas saíram da mesa e a fada observadora saiu correndo para esconder-se por detrás das cortinas. Depois as fadas se reuniram em torno do bebê e uma por uma ofereceu seus presentes em forma de feitiço. A mais nova delas desejou que a princesa fosse sempre linda, a próxima desejou que ela tivesse uma alma generosa. A terceira desejou que a princesa fizesse tudo com muita graciosidade. A quarta desejou que a princesa pudesse dançar leve como uma pena. A quinta desejou, “Que ela cante como um passarinho” e a sexta disse, “Que ela toque algum instrumento musical lindamente!” Agora era a vez da velha fada. Ela inclinou-se em direção ao bebê e disse “Que você tenha sua mão furada por uma agulha de roca de fiar e morra!” Quando ela disse esse feitiço terrível, sorriu mostrando seus dentes amarelos horríveis. Nesse momento a fada observadora, que tinha se escondido atrás das cortinas, saiu e disse “Acalmem-se todos! A princesa não vai morrer, mas ela vai dormir profundamente por cem anos, e quando esse tempo passar, um lindo príncipe virá acordá-la.” Quando ela percebeu que foi derrotada, a velha fada saiu correndo chorando porque não podia fazer mais nenhum outro feitiço malvado. Para evitar que a sua filha furasse a mão, o rei ordenou que todas as pessoas que usassem ou possuíssem uma roca de fiar tivessem suas cabeças cortadas. Quinze anos se passaram e nada aconteceu. Mas um dia, a jovem princesa estava andando pelo castelo e quando subiu na torre, viu uma coisa muito curiosa. Havia uma velha senhora dentro de um quarto pequeno rodando uma roca de fiar. “O que você está fazendo, senhora?” a princesa perguntou. “Estou fazendo fios, sua Majestade” a velhinha respondeu, A princesa achou atividade muito interessante, e decidiu tentar. Mas assim que ela tocou na roca, a agulha furou o dedo da princesa e ela desmaiou no chão. A velhinha gritou pedindo socorro. O socorro chegou em um minuto. Tentaram reanimar a princesa. Uma pessoa colocou o rosto dela na água. Outro alargou suas roupas. Um terceiro massageou seus braços, mas mesmo com todas as tentativas, a princesa não acordou. O rei chegou e quando a viu, lembrou-se do feitiço da velha fada. O dia terrível havia chegado. Então o rei ordenou que a princesa deveria ser colocada em uma cama decorada com ouro e prata. Enquanto ela dormia, sua beleza permaneceu vívida e ela parecia um anjo. A fada madrinha observadora que salvou a vida da princesa soube do acontecido. Ela correu até o castelo o mais rápido que pôde, pois estava muito distante de lá. Quando ela chegou, o rei a ajudou a sair da sua carruagem mágica. A fada madrinha viu tudo o que fizeram para que a princesa dormisse bem, e ficou impressionada. Ela então imaginou a princesa acordando cem anos depois, assustada e cercada de pessoas as quais não conhecia. Isso deixou a fada com muita pena. Então ela jogou um feitiço que fez com que todos do reino também dormissem por cem anos. Babás, empregados, nobres, mordomos, soldados, e até o cachorrinho da princesa caíram num sono profundo. Depois disso, o rei e a rainha secaram suas lágrimas, beijaram sua filha. O rei ordenou que ninguém poderia se aproximar do castelo. Em menos de quinze minutos matas e arbustos grossos e escuros nasceram e cresceram diante dos olhos do rei e da rainha. Ninguém conseguiria enxergar o castelo e mesmo se conseguisse, ninguém teria coragem de entrar. Os anos se passaram. O rei e a rainha faleceram. O reino ainda existia intacto e nenhum som podia ser escutado por entre os salões e câmaras. A princesa ainda dormia. Um dia, cem anos depois, um jovem príncipe estava passando pela floresta encantada quando de repente viu uma coisa que nunca tinha visto antes - existiam torres por entre as árvores. Ele parou uma pessoa que estava passando e perguntou o que era aquilo. “Eu não tenho certeza, Majestade, mas eu lembro que meu pai me disse uma história sobre a princesa mais linda do mundo. Ela foi amaldiçoada com um sono profundo de cem anos e um príncipe foi escolhido para ser o único que poderia acordá-la.” Com essa informação, o corajoso príncipe foi entrando pelas árvores e lutou bastante tempo com os galhos e a mata densa. Logo que conseguiu atravessar por uma árvore, a mata se fechava novamente atrás dele. Ele achou isso muito assustador, mas criou coragem para continuar, pois achava que poderia ser ele o príncipe da história. Finalmente o príncipe chegou até o castelo. Ele ficou chocado ao ver as pessoas dormindo, e por todas as partes! A julgar por suas roupas, deviam estar lá por um século! Ele não desistiu e começou a procurar pelos quartos, um por um, até finalmente achar a princesa. A jovem de quinze anos estava deitada na cama. O príncipe foi até ela e a beijou. Ela abriu seus lindos olhos e sorriu. “Eu estava esperando por você,” disse ela, “Por que demorou tanto?” Todas as outras pessoas do reino acordaram ao mesmo tempo e voltaram aos seus trabalhos. O rei e a princesa organizaram um grande casamento e convidaram todo o reino. Havia comida e bebida para todos. O corajoso príncipe casou com a linda princesa e eles viveram felizes para sempre. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓR LEITURA PARA MENINOS O PEQUENO POLEGAR Leia esta historinha Era uma vez um homem e uma mulher muito pobres. Eles não tinham filhos e o único desejo deles era ter uma criança. Uma noite enquanto o casal estava sentado na varanda, viram uma estrela cadente e a mulher disse, “Vamos fazer um pedido! Queremos um bebê, e não tem problema se ele for pequenino!” Sete meses depois o desejodeles se tornou realidade - nasceu uma criancinha, tão pequenina quanto o tamanho de um dedo polegar. Os pais o chamaram de Pequeno Polegar, e o amavam profundamente. O menino foi ficando cada dia mais esperto e ligeiro, porém ele não cresceu em tamanho, então os pais sempre foram muito cuidadosos para que nada de mal acontecesse a ele. Um dia Pequeno Polegar disse ao pai, “Eu já tenho idade o suficiente para ajudar nas tarefas como todas as outras crianças fazem. Por favor, pai, deixe-me guiar o cavalo para seu trabalho? Eu posso não ser grande o suficiente para segurar as rédeas, mas eu posso sentar na orelha do cavalo e falar o caminho que ele deve fazer.” O pai aceitou porque ele sabia que o filho era muito esperto e poderia realmente fazer o trabalho. Pequeno Polegar sentou na orelha do cavalo e foi dizendo a ele para onde ir. Porém no meio do caminho dentro da floresta, ele esbarrou com dois desconhecidos. Os homens tentaram descobrir quem estava conduzindo o cavalo, mas não conseguiram entender. Deram voltas pelo cavalo olhando, até que conseguiram avistar o Pequeno Polegar sentado confortavelmente na orelha do cavalo. “Deus meu!!” exclamou o desconhecido por nunca ter visto alguém tão pequenino. “Onde estão seus pais?” perguntaram ao menino, e Pequeno Polegar apontou em direção ao seu pai, que estava andando atrás. “Bom dia! Nós temos uma ótima notícia para você, meu senhor! Nós lhe daremos o dinheiro que você quiser se você concordar em vender o seu pequenino filho. Nós o levaremos para viajar conosco, faremos shows e conseguiremos uma fortuna com ele, pois em nenhum lugar do mundo se viu criança tão pequena!” “Meu filho não é bobo da corte e não está à venda!” disse o pai, com raiva. Mas o Pequeno Polegar pulou no ombro do seu pai e sussurrou em seu ouvido: “Escute, papai. Você está ficando velho e nem sempre vai conseguir trabalhar duro. Mas se você me deixar ir com esses dois homens e pegar o dinheiro que eles estão lhe oferecendo, você e mamãe finalmente terão uma vida melhor. Eu prometo que volto logo.” O homem, que sempre escutou as palavras do seu filho, concordou e decidiu deixar ele ir. Pequeno Polegar sentou-se em cima do chapéu de um dos dois desconhecidos e foi embora com eles. Aí os homens pararam para almoçar. Pequeno Polegar saiu do chapéu e escorregou para dentro de um buraco de rato. O homem tentou tirá-lo de dentro do buraco com duas varas, mas não conseguiu porque Pequeno Polegar tinha corrido lá para o fundo do buraco, e eles só conseguiram escutar sua pequena voz. “Podem ir sem mim, Senhores!”. Já estava ficando escuro e os homens não tiveram escolha senão continuar a viagem sem o menino. Depois que teve certeza que os homens tinham ido embora, ele se arrastou para fora do buraco e começou a procurar algum lugar para passar a noite. Enquanto andava, Pequeno Polegar esbarrou em uma concha de caracol vazia e rapidamente entrou nela. Ele estava quase dormindo, quando de repente ouviu vozes, “Como é quevamos roubar a casa do pastor exatamente?” Pequeno Polegar entendeu imediatamente que se tratavam de ladrões, e decidiu salvar a casa do pastor. “Boa noite, senhores!” Pequeno Polegar saudou, mas os homens não conseguiram ver daonde vinha a voz. “Aqui! Sigam o som da minha voz e vocês me acharão,” ele guiou os ladrões. “Eu posso ajudá-los nesse roubo, porque eu sou tão pequeno que posso ir para onde eu quiser.” Primeiramente os homens não conseguiram acreditar nos seus próprios olhos, mas o menino não ligou para a expressão de choque deles. “Eu vou, entro na casa e retiro as coisas. Se vocês me levarem para lá, claro.” E finalmente os convenceu e foram todos para a casa do pastor. No minuto que ele se encontrou dentro da casa, Pequeno Polegar começou a fazer muito barulho. “Pare com esses barulhos!” disseram os ladrões, mas o menino fingiu que não entendeu o que eles haviam dito. “O que vocês querem? Querem tudo?” gritou Pequeno Polegar, fazendo com que uma empregada acordasse. Ela percebeu que um roubo estava acontecendo, viu os ladrões e mandou eles irem embora. Eles ficaram assustados e saíram correndo. Ela não viu Pequeno Polegar, e ele finalmente conseguiu dormir uma boa noite de sono no feno. De manhã Pequeno Polegar foi acordado por uma vaca, que estava comendo o feno calmamente. E era o mesmo feno que ele dormia em cima. Antes que ele pudesse sair correndo, Pequeno Polegar percebeu que estava dentro do estômago da vaca. “Socorro! Socorro! Estou preso dentro da vaca!” o menino começou a gritar, com a esperança de que alguém o escutasse. O pastor estava passando por lá e quando ele escutou a voz vindo da barriga da vaca, ele pensou que havia algum espírito mal dentro do animal, e ele matou a pobre vaca naquele mesmo dia. O estômago da vaca foi jogado em uma pilha de lixo com Pequeno Polegar ainda dentro dele. Então ele teve que achar a saída daquela pilha fedorenta. Ele estava quase fora, quando um Lobo faminto veio e engoliu o estômago da vaca inteirinho. “Ai, céus!!” reclamou Pequeno Polegar, mas mesmo assim ele não perdeu a esperança. Pelo contrário, ele decidiu que faria o Lobo levá-lo de volta para casa. “Eu sei de uma casa aqui perto que está cheia de bacon com presunto e outras comidas gostosas,” disse o menino de dentro da barriga do Lobo. O Lobo, interessado na idéia, seguiu as ordens do Pequeno Polegar e logo chegaram na casa. O menino guiou o lobo até a cozinha, onde o animal começou a comer um pedaço de presunto. O pai do Pequeno Polegar escutou o barulho na cozinha, pegou seu machado, e falou para a esposa, “Eu vou cortá-lo em pedacinhos!” Mas um pouquinho antes que o pai fizesse isso, ele escutou uma voz vinda de dentro do lobo. “Pai, eu estou dentro do estômago do lobo! Toma cuidado para não me matar aqui!” O pai matou o lobo e depois cortou a barriga para tirar Pequeno Polegar de lá. “Meu filho querido, eu prometo que nunca vou vende-lo novamente, nem por todas as riquezas do mundo.” Depois deram comida, bebidas e roupas novas para o Pequeno Polegar, e viveram felizes para sempre, todos juntos. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA OS TRÊS PORQUINHOS Leia esta historinha Era uma vez três porquinhos felizes. O primeiro porquinho tocava flauta, o segundo porquinho tocava violino e o terceiro porquinho tocava piano. Um dia a mãe deles disse, “Meus queridos filhinhos, vocês já têm idade o bastante e já são grandinhos o suficiente para viverem sozinhos. Tenham juízo e cuidado com vocês mesmos e com cada um dos seus irmãos.” Então os três porquinhos deixaram a casa da mãe e cada um decidiu construir sua própria casa. O primeiro porquinho juntou um pouco de palha e construiu sua casa rapidamente. “Agora o lobo não vai poder me alcançar nem me comer,” disse ele animado e voltou a tocar sua flauta e a dançar. O segundo porquinho fez uma casa de madeira. “Ótimo!” ele pensou, “Agora o lobo não vai me comer também!” E a casa desse porquinho também não demorou muito tempo para ser construída, daí ele se juntou a seu irmão para tocar, jogar e criar músicas. Eles tocavam e cantavam, enquanto o terceiro porquinho ainda estava construindo sua casa de tijolos. Os dois outros porquinhos riam dele por ter que trabalhar tão duro, mas o terceiro porquinho não ligou para isso. Pelo contrário, ele disse: “Quando o grande lobo mau vier, vocês vão ver o que vai acontecer!” Algum tempo depois, os porcos estavam trabalhando fora de casa, quando de repente o lobo mau veio. Cada porquinho correu para sua própria casa para se esconder. “Porquinho, porquinho, deixe- me entrar!” disse o lobo para o primeiro porco. “Não deixo! De jeito nenhum!”, disse o primeiro porquinho com muita coragem. “Então eu vou inspirar e assoprar até levar a sua casa pelo ar!”, disse o lobo. Ele inspirou eassoprou, assoprou, e derrubou a casa do primeiro porquinho. O porquinho gritou e correu para a casa do seu irmão, mas o lobo também assoprou, assoprou a segunda casa e também derrubou a casa de madeira. Os dois porquinhos gritaram e foram correndo para a casa de tijolos. O lobo inspirou e assoprou, assoprou. E inspirou e assoprou, e assoprou. Mas mesmo com todas as tentativas, ele não conseguiu derrubar a casa de tijolos. Mas o lobo era astuto, e teve uma outra idéia. Ele decidiu quebrar a casa através da chaminé! Mas o porquinho, esperto, já tinha imaginado isso. O porquinho tinha colocado um caldeirão de água fervente perto do fogo. O grande lobo mau caiu dentro do caldeirão e morreu. Os dois porquinhos entenderam a lição que o irmão ensinou, e decidiram não terem mais preguiça. No dia seguinte, ambos construíram casas de tijolos. Depois o primeiro e o segundo porquinho tiveram todo o tempo do mundo para tocar flauta, violino e cantar. O terceiro porquinho os acompanhou no piano e os três porquinhos viveram felizes para sempre, sãos e salvos nas suas casas de tijolos. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA O SAPATEIRO E OS ELFOS Leia esta historinha Era uma vez um pobre e honesto sapateiro que tinha trabalhado muito duro por toda a sua vida, mas nunca deixou de ser pobre. Não importava o quanto ele tentava, ele não conseguia guardar dinheiro, que só dava para comprar um pedaço de couro - o suficiente apenas para fazer um par de sapatos. Todas as noites ele cortava o couro e se preparava para o dia seguinte. Assim ele poderia começar a trabalhar bem cedinho pela manhã. Ele era pobre e honesto, então ele dormia tranquilo e com a consciência limpa de que ele tinha feito o seu melhor. E essa noite não foi diferente, então ele dormiu rapidamente. Quando o sapateiro acordou pela manhã, sentou-se em sua cadeira de trabalho e procurou pelo couro, mas ele havia sumido. No lugar do couro, ele viu um par de sapatos, já feitos. Ele não entendeu como isso pôde acontecer. Isso foi a coisa mais estranha que havia acontecido na sua vida. Ele observou como os sapatos foram feitos para ver se encontrava alguma falha, mas não importava o quanto ele olhava para os detalhes, ele não conseguiu ver nenhum defeito nos sapatos. O trabalho estava perfeito. “Uma obra de arte!” disse ele. O sapateiro suspirou, porque esses sapatos eram muito melhores do que os que ele próprio fazia. Então não havia nada que ele pudesse fazer a não ser vender esses sapatos. Logo um cliente entrou na loja, e os sapatos encaixaram nos pés dele perfeitamente. Então o cliente, feliz, pagou o dobro do que costumava pagar. Com o dinheiro que recebeu, o sapateiro comprou o dobro de couro do que ele costumava comprar. Isso significava que ele poderia fazer dois pares de sapatos na manhã seguinte. E como sempre, ele cortou o couro e depois foi dormir. Na manhã seguinte ele acordou, foi trabalhar e logo saiu procurando quem tinha sido a pessoa que deixou novamente sapatos prontos para ele. Dessa vez foram dois pares. Ele novamente ficou maravilhado com a perfeição do trabalho, e aguardou seus clientes chegarem. Logo vieram dois homens e compraram os sapatos. Eles gostaram tanto, que pagaram uma grande quantia em dinheiro para o sapateiro. Com isso, ele comprou couro o suficiente para fazer quatro pares de sapatos. E como todas as noites, ele cortou o couro. Assim ele poderia fazer os sapatos pela manhã. Quando ele acordou na manhã seguinte, viu oito pares de sapatos perfeitos e brilhantes. Estavam na sua estação de trabalho. E isso continuou por um longo tempo - tão longo que o sapateiro e sua esposa ficaram não só bem de vida, mas incrivelmente ricos. Eles não tinham problemas de qualquer tipo e possuíam dinheiro o suficiente para viver uma vida de luxo. Um dia antes do Natal, o sapateiro e sua esposa estavam sentados em frente à chaminé tomando o café da manhã. E ele disse “Eu quero muito entender de uma vez por todas quem é que todos os dias faz os sapatos por mim. A sapataria estará fechada amanhã, então eu poderei ficar acordado durante toda a noite.” A sua esposa concordou, e à noite eles planejaram deixar uma vela acesa na estação de trabalho, daí eles conseguiriam enxergar melhor. À meia noite, o sapateiro estava escondido atrás das cortinas, esperando. Quando dois elfos nus entraram no quarto. Eles eram tão animados e felizes que pareciam os elfos do Papai Noel. Eles sentaram na cadeira de trabalho do sapateiro e começaram a medir, colar e costurar tão rápido que nem dava para ver suas mãos trabalhando. E eles não param por nenhum segundo, até que os sapatos estivessem prontos. Terminaram bem antes do amanhecer e depois, desapareceram no ar. No dia seguinte enquanto tomava café da manhã, a esposa do sapateiro perguntou, “Nós temos que ser gratos aos anões. Eles nos fizeram ricos, e desde o momento que eles vieram, não tivemos nenhum tipo de problema. Que tal se nós dessemos um presente para eles?” “Concordo, boa ideia. Mas o que devemos dar?” perguntou o sapateiro. “Eles estavam totalmente sem roupas, e é muito ruim ficar nu nesse inverno tão frio,” disse ela. “Você está certa, é ruim e também não é nada decente!” complementou o sapateiro. Então a esposa do sapateiro costurou uma camisa, um colete, calças e casaco para cada um dos elfos, e deixou as roupinhas na cadeira de trabalho para que eles pudessem ver. O sapateiro deixou um par de sapatos para cada um dos elfos, e depois se escondeu novamente. Quando os elfos voltaram para trabalhar, não encontraram o couro. Ao invés disso, acharam as roupinhas e sapatinhos. Eles começaram a rir e pareciam muito felizes com os presentes. Os elfos colocaram suas roupas e começaram a dançar e cantar. Nessa noite eles deixaram a casa sem trabalhar, e nunca mais voltaram. E mesmo assim, o sapateiro e sua mulher continuaram prósperos e viveram felizes para sempre. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA ALADIM Leia esta historinha Em um lugar muito, muito distante, vivia uma pobre viúva, e seu filho - Aladim. Uma noite, um estranho bateu à sua porta. “Boanoite,” disse ele, “Meu nome é Mustafá estou procurando o filho do meu irmão - Aladim. Estive longe por muito tempo, mas agora eu voltei, e como sou o tio dele, gostaria de levar Aladim para trabalhar para mim. Assim, ele vai poder ajudá-la com o dinheiro que ganhará honestamente.” Aladim não se entusiasmou com a idéia, porque havia alguma coisa em Mustafá que ele não estava gostando. Mas a mãe de Aladim ficou tão feliz com a notícia, que aceitou que o filho fosse embora com o tio. No dia seguinte Aladim guardou um pouco de comida em uma pequena sacola, e foi embora com seu tio. Eles andaram o dia inteiro pelo deserto, até que chegaram em uma caverna. A abertura da caverna era pequena demais e Mustafá não conseguia entrar, então ele pediu que Aladim entrasse na caverna em seu lugar. Aladim, que já estava desconfiando de Mustafá, não aceitou arriscar a vida tão facilmente, ainda mais a pedido de um estranho. Mas o seu tio disse que lá dentro da caverna havia diamantes e ouro. “Você pode pegar o quanto você quiser. Eu quero apenas que você encontre uma velha lâmpada para mim. Depois eu te puxo para fora da caverna,” disse Mustafá. Quando Aladim subiu até a entrada da caverna não pôde acreditar nos seus próprios olhos! A caverna estava repleta de tesouro, do jeito que seu tio disse. Então ele começou a encher seus bolsos com o máximo de diamantes e rubis que ele conseguiu. Ele também achou um anel de ouro, e o colocou imediatamente no seu dedo. Finalmente, Aladim encontrou a lâmpada que Mustafá queria. Ele pediu que seu tio desse a mão e o puxasse para fora da caverna, mas Mustafá pediu para ver a lâmpada antes de ajudá-lo a sair. Aladim, que sempre suspeitou do seu tio, pensou que Mustafá poderia pegara lâmpada e deixar ele sozinho, então ele se recusou a dar a lâmpada. Mustafá ficou com muita raiva, “Escute, garoto. Eu não sou seu tio de verdade e nem ligo pra você. Se eu quiser, vou te deixar aqui! E já que você não quer me dar a lâmpada, eu vou tampar a entrada da caverna com essa pedra enorme,” ele gritou e prendeu o Aladim lá dentro. Então o menino sentou-se no escuro e chorou com a lâmpada nas suas mãos. Aladim culpou a lâmpada por estar naquela situação horrível. “Lâmpada velha e estúpida! Nem mesmo é feita de ouro! E não funciona,” gritou ele. E passou a mão na lâmpada algumas vezes para tirar a poeira, quando de repente saiu um gênio de dentro dela! “Mestre, irei lhe conceder três desejos! Cuidado com suas escolhas,” disse isso e esperou. Aladim estava chocado, mas respondeu rápido: “Leve-me para casa!” E no mesmo momento, ele já estava sentado em casa, bem em frente à sua mãe, que quase desmaiou com a aparição repentina do seu filho. Aladim contou a ela tudo sobre o Mustafá, a caverna e o tesouro. E enquanto ele contava sobre o tesouro, Aladim esfregou o anel, e um segundo gênio apareceu! Dessa vez a mãe de Aladim desmaiou de verdade. “Mestre, lhe concederei dois desejos. Escolha com cuidado,” o gênio avisou, e esperou. “Ah, é fácil! Quero ouro e diamantes o suficiente para ficarmos muito ricos por mais tempo do que a nossa vida inteira,” disse Aladim. Em um piscar de olhos, a casa velha que tinham desapareceu. Aladim e sua mãe viram-se sentados em um dos vários quartos de um palácio e vestiam lindas roupas de seda e casimira. E eles viveram felizes… até que... Um dia ele estava andando pela cidade com seus amigos, e ele viu uma moça excepcionalmente linda. Aladim imediatamente se apaixonou. Ela era uma princesa, filha do sultão. Ela era a mais adorável, gentil e bonita de todas as garotas que ele havia conhecido. A princesa também gostou muito dele e alguns dias depois, Aladim foi até o palácio do sultão. “Eu quero casar com sua filha.” disse Aladim ao sultão, como se ele mesmo também fosse um sultão! Ao invés de ficar com raiva, o sultão riu. “Você teria que possuir um palácio pelo menos como o meu para poder pedir a mão de minha filha em casamento,” disse. “Tudo bem, vossa majestade verá meu palácio amanhã,” respondeu Aladim. Na mesma noite, quando Aladim estava sozinho, ele pediu ao gênio da lâmpada para que lhe concedesse o segundo desejo - ter um palácio tão grande como o do sultão, e bem ao lado do dele. O palácio estava lá no dia seguinte. O sultão permitiu o casamento de sua filha e Aladim. Depois que o sultão faleceu, Aladim governou o reino e todos viviam felizes. Essas notícias chegaram até Mustafá, que soube como Aladim conseguiu ser tão rico e poderoso. Mustafá então bolou um plano para pegar a lâmpada. Ele esperou Aladim sair do palácio. Quando isso aconteceu, Mustafá foi para perto da janela da princesa e gritou o mais alto que pode “Troque suas lâmpadas antigas por lâmpadas novas! Somente hoje na cidade! Lâmpadas novinhas por lâmpadas velhas!” e muitas pessoas começaram a chegar e o cercaram. Ele percebeu que a princesa estava lá no meio da multidão também. Seu plano era que a princesa trocasse a velha e feia lâmpada que Aladim gostava tanto e que ficava guardava no quarto deles. Assim que Mustafá pegou a lâmpada de Aladim, imediatamente esfregou e um gênio saiu de dentro dela, com as mesmas palavras “Mestre, irei lhe conceder três desejos! Cuidado com suas escolhas,” “Ah, pare de falar,” gritou Mustafá, “eu quero que você leve a mim, a princesa e o palácio dela para o mais longe que for possível. Tão longe, que Aladim não nos encontrará mesmo se ele andar por três dias e três noites.” Já era noite quando Aladim voltou para casa, ele ficou surpreso porque tanto a princesa como o palácio haviam sumido. E os procurou por três dias e três noites, mas não conseguiu achar sozinho. Então Aladim esfregou seu anel e pediu ao gênio do anel que lhe concedesse o segundo desejo - levá-lo até a princesa. Em um piscar de olhos, ele já estava no quarto da princesa. “Meu querido Aladim, eu sabia que você viria me buscar!” Eles se abraçaram e depois bolaram um plano para enganar Mustafá, e fazer com que ele parasse com suas maldades. Aladim escondeu-se no palácio, e a princesa foi falar com Mustafá. “Acho que meu marido nunca vai me encontrar, então quero que você se case comigo,” disse ela. Mustafá acreditou nela. Ele considerou que aquele era o dia mais feliz de sua vida. Festejou e ficou tão bêbado que caiu no sono. A princesa rapidamente pegou a lâmpada e correu para encontrar Aladim. Esfregaram a lâmpada e pediram ao gênio que colocasse o castelo de volta no seu antigo lugar. Logo já v estavam na cidade deles e tudo parecia ter voltado ao normal, apenas com uma excessão - Mustafá. Aladim pediu ao gênio da lâmpada para realizar seu último desejo e Mustafá foi transformado em um sapo. Desta forma ele não os incomodou mais. Como Aladim e a princesa não tinham mais desejos a serem concedidos, voltaram à caverna e devolveram a lâmpada e o anel. E viveram felizes para sempre. DESENHE OS PERSONAGENS DESSA HISTÓRIA LEITURA & RACÍOCINIO LÓGICO CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Que horas são”? CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Que horas são agora? Monte o seu relógio.” CONSIGNAS PARA PESQUISA: “Quais cores você mais gosta de utilizar”? Pinte as suas cores preferidas nos cadernos abaixo. AGORA PRECISAMOS ORGANIZAR AS IMAGENS ABAIXO. ORGANIZE DE ACORDO OS ACONTECIMENTOS? COLE AS IMAGENS NA ORDEM CERTA DOS ACONTECIMENTOS E NESSE CASO, COMO PODEMOS ORGANIZAR? COLE AS IMAGENS NA ORDEM CERTA DOS ACONTECIMENTOS SERÁ QUE CONSEGUIMOS ORGANIZAR ESSE TAMBÉM? COLE AS IMAGENS NA ORDEM CERTA DOS ACONTECIMENTOS VAMOS AJUDAR ANA A SE ORGANIZAR? COLE AS IMAGENS NA ORDEM CERTA DOS ACONTECIMENTOS VAMOS AJUDAR MARIA TAMBÉM A SE ORGANIZAR? VOCÊ GOSTOU DAS ATIVIDADES QUE REALIZOU HOJE? Para menina Recorte e cole ou desenhe o sentimento que expressa o que esta sentindo após terminar essas atividades. VOCÊ GOSTOU DAS ATIVIDADES QUE REALIZOU HOJE? Para menino Recorte e cole ou desenhe o sentimento que expressa o que esta sentindo após terminar essas atividades. Teste do Faz de Conta O Faz de Conta é um teste projetivo em que o sujeito é convidado a imaginar como um personagem responderia a uma sequência de perguntas. Através de um personagem o sujeito expressa auto percepção, real ou imaginário-ideal; percepção da família, real ou ideal; percepção da escola como rendimento escolar, real ou ideal, relação com a professora, real ou ideal, e relação com os colegas, real ou ideal. Materiais utilizados: a) Material: folha contendo 46 questões. b) Aplicação: se o sujeito for do sexo masculino usar Roberto se for do sexo feminino usar Maria. Dizer ao sujeito: “Eu conheço um (a) menino (a) chamado (a) Roberto (Maria) e você vai imaginar como ele (a) é porque ele (a) faz coisas assim”. Diga-me a primeira coisa que você pensar. 2. Eu conheço um menino chamado Pedro e tu vais imaginar como e por que ele faz as coisas assim. Diz a primeira coisa que tu pensares. 3. Pedro não tem tempo de ouvir músicas.Por quê? 4. Pedro não jantou ontem. Por quê? 5. Pedro não brinca com outros meninos. Por quê? 6. Pedro não viu o filme da TV. Por quê? 7. A professora disse que precisava falar com Pedro depois da aula. Por quê? 8. Quando o pai de Pedro chegou ontem, o que aconteceu? Por quê? 9. Pedro levantou-se durante a noite. Por quê 10. Quando Pedro abriu a porta, o que ele viu? 11. Pedro não fez o tema de casa. Por quê? 12. Pedro sonhou. Com o quê? 13. A mãe de Pedro vestiu o casaco e saiu. O que aconteceu? 14. Pedro chegou em casa chorando. Por quê? 15. Pedro ficou com raiva da sua mãe. Por quê? 16. Pedro queria ser mais sabido do que é? Por quê? 17. Pedro foi para seu quarto. Por quê? 18. Pedro está com medo de alguma coisa. O que é? 19. Às vezes alguém aborrece Pedro e ele fica triste. Por quê? 20. Pedro queria ser mais forte do que é. Por quê? 21. A mãe de Pedro está preocupada com alguma coisa. O que é? 22. Pedro não veio jantar em casa. Por quê? 23. Ontem aconteceu alguma coisa ruim. O que foi? 24. Pedro não gosta de alguma coisa em seu pai. O que é? 25. Pedro pensa que seu pai e sua mãe não gostam dele? 26. Pedro não quer ir à escola hoje. Por quê? 27. Pedro não gosta de falar na frente da classe. Por quê? 28. Pedro às vezes não gosta de ser menino. Por quê? 29. Pedro gostaria de ser maior do que é. Por quê? 30. Pedro gosta de uma coisa em sua professora. O que é? 31. Pedro às vezes fica com raiva a escola. Por quê? 32. Pedro não faz o que sua professora manda. Por quê? 33. Pedro prefere brincar com meninos ou com meninas? 34. Pedro não gosta de um menino da sua sala de aula. Por quê? 35. Pedro fica nervoso e preocupado na escola. Por quê? 36. Pedro não quer entrar para a sala de aula com os colegas. Por quê? 37. Certo dia Pedro e sua mãe brigaram. Por quê? 38. Um dia Pedro quis fugir de casa. Por quê? 39. Pedro não gosta de algo em sua professora. O que é? 40. Pedro às vezes fica triste. Por quê? 41. Quantos anos Pedro tem? 42. Pedro acha uma pessoa da escola muito boa. Quem é Se Pedro fosse grande e forte, o que faria que não pode fazer agora? 43. Se Pedro fosse rico, o que faria que não possa fazer agora? 44. Se Pedro fosse sabido, o que faria que não possa fazer agora? 45. Se Pedro pudesse fazer o que quisesse, o que faria que não possa fazer agora? 46. O que Pedro quer acima de tudo? Observação: Visite nosso blog para obter mais 70 testes para realizar com seus aprendentes/pacientes. Basta acessar o link: https://blog.psiqueasy.com.br/category/testes/ https://blog.psiqueasy.com.br/category/testes/ Contra distribuição e venda não autorizada, cada cópia é codificada com o nome do comprador, isso implica que caso o apostila apareça na internet (grupos de whatsapp), o cliente será acionado judicialmente. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998/ Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 Visite nosso Software: https://psiqueasy.com.br PROIBIDO O COMPARTILHAMENTO/VENDA E DISTRIBUIÇAO EM REDES SOCIAIS/GRUPOS DE WHATSAPP OU QUALQUER OUTRA FORMA