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Ensaio de dureza Prof. Engenharia Mecânica - Concurso Petrobras 2024 @cpwsconcursos (21) 97960-0647 wellington_cpws O ensaio de dureza consiste na aplicação de uma carga na superfície do material empregando um endentador/indentador/penetrador padronizado, produzindo uma marca superficial ou endentação. Ensaio de Dureza • Definição Geológica: Resistência ao riscamento • Definição Mecânica: Resistência à indentação • Definição Metalúrgica: Resistência à deformação plástica Dureza: Definição • Existem três principais métodos para determinação de dureza: risco, rebote e endentação. Ensaio de Dureza DUREZA POR RISCO o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • Esse ensaio é pouco usado para materiais metálicos, encontrando maior aplicação no campo da mineralogia. • Vários materiais podem ser relacionados a outros materiais na sua capacidade de riscar uns aos outros. Entre os ensaios por risco, a dureza Mohs é a mais conhecida, e consiste em uma escala de 10 minerais padrões organizados de tal forma que o mais duro risca todos os outros. Dureza por risco • Nessa escala, o diamante (dureza = 10) risca todos os outros. A safira (dureza = 9), risca todos de dureza menor. O topázio (dureza = 8), risca todos os outros minerais, excetuando a safira e o diamante e assim por diante. • Na escala Mohs, a maioria dos metais se localiza entre os pontos 3 e 8, mas essa escala não permite uma definição adequada da dureza dos metais. Dureza por risco Dureza por risco • Curiosidade: Dureza Bierbaum é um tipo de dureza ao risco Dureza por risco DUREZA POR REBOTE o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • É um ensaio dinâmico cuja impressão na superfície do material é causada pela queda livre de um êmbolo com uma ponta padronizada de diamante e peso conhecido. Nos ensaios de dureza dinâmica, o valor de dureza é proporcional à energia de deformação consumida para formar a marca no material ou corpo de prova, e representada pela altura alcançada no rebote do êmbolo por meio de um número. Dureza por rebote • Nessas condições, um material dúctil irá consumir mais energia na deformação do corpo de prova e o êmbolo alcançará uma altura menor no retorno, indicando, consequentemente, uma dureza mais baixa. • Entre esses métodos, destaca-se a dureza Shore, que utiliza uma barra de aço com uma ponta arredondada de diamante colocada dentro de um tubo de vidro com uma escala dividida em unidades. Dureza por rebote • A barra é liberada de uma altura padrão, e a altura do rebote após o choque com a superfície do material é considerada a dureza do material. • O método, amplamente empregado na determinação de dureza de materiais metálicos finais ou acabados e materiais poliméricos, é dividido em diferentes escalas de acordo com as durezas dos materiais. O equipamento de dureza Shore é leve e portátil, sendo adequado à determinação de dureza de peças grandes, como por exemplo o cilindro de um laminador. Dureza por rebote • Como a marca superficial deixada pelo ensaio é pequena, ele é também indicado no levantamento de dureza de peças acabadas. • Outra vantagem oferecida por esse ensaio é a possibilidade de realização em condições adversas, como altas temperaturas. Dureza por rebote Dureza por rebote DUREZA BRINELL o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • Esse ensaio, proposto por James Brinell em 1900, foi o primeiro ensaio de endentação padronizado e reconhecido industrialmente. Consiste em comprimir uma esfera metálica padronizada na superfície do material ensaiado, gerando uma calota esférica. A dureza Brinell é a razão entre a carga normal aplicada e a área da superfície côncava (calota esférica) após a retirada da força. Dureza Brinell Dureza Brinell • De acordo com a equação, sabemos que a dureza corresponde a uma tensão, o que permite estabelecer relações entre dureza e outras propriedades mecânicas dos materiais, conforme será apresentado adiante. D: diâmetro do penetrador (mm); d: diâmetro médio da impressão (mm); P: carga (N); Dureza Brinell • Na utilização do ensaio, a aplicação da relação que calcula HB é desnecessária, pois existem tabelas preparadas para fornecer o valor da dureza Brinell a partir do diâmetro médio da impressão formada. • Embora a dureza Brinell expresse unidades de carga/área, é prática usual a utilização apenas do número representativo da dureza, seguido do símbolo HB. Dureza Brinell • É também prática usual (NBR NM187-1) utilizar as notações HBS, no caso de se utilizar esfera de aço, e HBW no caso de se utilizar esfera de carboneto de tungstênio. A escolha é dependente da faixa de dureza do material a ser submetido ao ensaio. • Tanto a carga quanto o diâmetro da esfera dependem do material, devendo tais parâmetros se adequar ao tamanho, à espessura e à estrutura interna do corpo de prova. Dureza Brinell • A escolha da carga dependerá do material a ser ensaiado, e para isso foi adotado o grau de carga ou constante do material, que garante que seja mantido mantido o ângulo de 136° entre as tangentes da calota esférica da impressão. Essa condição é atendida desde que o grau de carga seja constante, ou: Dureza Brinell Dureza Brinell Dureza Brinell Dureza Brinell DUREZA BRINELL PADRONIZADA: 85 HB (tempo: 10 a 15 segundos) DUREZA BRINELL NÃO PADRONIZADA: 85 HB 10/1000/30 (diâmetro/carga/tempo) Dureza Brinell • O diâmetro da impressão formada deve ser medido por um microscópio ou lupa graduada com precisão de 0,01 mm e por duas leituras, uma a 90° da outra, para minimizar leituras errôneas e resultados imprecisos. De acordo com a norma ASTM E-10:2007A, a maior diferença admissível entre os diâmetros é 0,1 mm. Dureza Brinell Informações adicionais sobre o ensaio: • Devido ao tamanho da impressão formada, o ensaio pode ser considerado destrutivo. • O penetrador deve ser polido e isento de defeitos superficiais, e o corpo de prova deve estar liso e isento de substâncias como óxidos, carepas, sujeiras e óleos; a superfície também deve ser plana, normal ao eixo de aplicação da carga, e bem apoiada sobre o suporte, evitando deslocamentos durante o ensaio. Dureza Brinell • Como a impressão formada abrange uma área maior que a formada pelos outros ensaios, o ensaio de dureza Brinell é o único indicado para materiais com estrutura interna não uniforme. Por outro lado, o grande tamanho de impressão pode limitar o uso em peças pequenas. • O ensaio de dureza Brinell não é adequado para caracterizar peças que tenham sofrido tratamentos superficiais, como cementação, nitretação, e outros, pois a penetração pode ultrapassar a camada tratada e gerar erros. Dureza Brinell Dureza Brinell Dureza Brinell Dureza Brinell Dureza Brinell Correlação entre dureza Brinell e LRT: • A existência de relações que permitam converter dureza em tensão é útil em situações em que é necessária uma estimativa da resistência de um material e não se dispõe de uma máquina de ensaio de tração e vice-versa. Onde α é uma constante experimental. Dureza Brinell • Para dureza Brinell maior que 380, a relação não deve ser aplicada, pois a dureza passa a crescer mais rapidamente que o LRT. Dureza Brinell Dureza Brinell RESUMO - Usado para metais não ferrosos, ferros fundidos, e aços não temperados (não pode ser usado em aços muito duros, esfera é de aço também); - Pode ser usado em metais com estrutura interna não uniforme; - Equipamento de fácil operação; - Sujeito a erro de recuperação elástica, quanto mais duro o material, maior o erro; DUREZA ROCKWELL o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • Trata-se do ensaio mais utilizado internacionalmente. O ensaio recebeu esse nome pelo fato de a sua proposta ter sido feita pela indústria Rockwell, em 1922. • Esse tipo de ensaio utiliza-se da profundidade da impressão causada por um penetrador sob ação de uma carga aplicada em dois estágios como indicador da medida de dureza, e não há relaçãocom a área de impressão e sim com a profundidade Dureza Rockwell • A dureza Rockwell pode ser classificada como comum ou superficial, dependendo da pré-carga e carga aplicadas. • O penetrador tanto pode ser um diamante esferocônico com ângulo de 120° e ponta ligeiramente arredondada como uma esfera de aço endurecido ou carboneto de tungstênio, geralmente com diâmetro de 1,59 mm (1/16’’) , existindo também em outros diâmetros. Dureza Rockwell • Atualmente, a norma ASTM E18:2007 só admite a utilização de esferas de carboneto de tungstênio, recomendando as esferas de aço somente no caso de medições em filmes finos e materiais extremamente macios. • A aplicação da pré-carga é necessária para eliminar a ação de eventuais defeitos superficiais e ajudar na fixação do corpo de prova no suporte, além de causar pequena deformação permanente, eliminando erros causados pela recuperação do material devido à deformação elástica. Dureza Rockwell Dureza Rockwell Dureza Rockwell • A profundidade de penetração (p) é correlacionada, pela máquina de ensaio, a um número arbitrário, cuja leitura é feita diretamente na escala do equipamento, após a retirada da carga principal, mantendo-se entretanto a carga inicial ou a pré-carga. Dureza Rockwell • Como o método utiliza vários penetradores e cargas, este é dividido em escalas dependendo das combinações, podendo-se citar B, C, A, D, E, F, G, H, K, L, M, P, R, S e V como comuns e 15N ou 15T, 30N ou 30T e 45N ou 45T como superficiais. • O número de dureza Rockwell é sempre designado pelo símbolo HR seguido da escala utilizada, precedidos do valor numérico. Dureza Rockwell Dureza Rockwell Escala Penetrador Carga (Kgf) Leitura Aplicações Validade C DIAMANTE 150 VERMELHA MATERIAIS DUROS 20-77 D DIAMANTE 100 VERMELHA AÇOS DUROS COM PEQUENA ESPESSURA 40-77 A DIAMANTE 60 VERMELHA AÇOS COM TÊMPERA SUPERFICIAL 20-88 B Esfera 1,59 mm 100 PRETA AÇOS E FF 20-100 F Esfera 1,59 mm 60 PRETA LIGAS DE COBRE 60-100 G Esfera 1,59 mm 150 PRETA FF MALEÁVEIS 30-94 • Basicamente, o procedimento do ensaio consiste de: 1) Escolha da escala (penetrador e cargas); 2) Aplicação de pré-carga; 3) Aplicação da carga principal por período específico; 4) Retirada da carga principal e manutenção da pré- carga; 5) Leitura da medida. Dureza Rockwell • Deve-se realizar o ensaio em materiais desconhecidos partindo de escalas mais altas (penetrador de diamante) para evitar danos no penetrador, seguido posteriormente de escalas mais baixas (penetrador de esfera). • Não deve ocorrer impacto na aplicação das cargas. • O tempo de aplicação da pré-carga deve ser menor que 3 segundos, sendo recomendados períodos de 4 a 8 segundos para aplicação da carga total durante aproximadamente 4 segundos. Dureza Rockwell • Deve-se respeitar o espaçamento entre impressões citado em norma. • Na realização do ensaio, recomenda-se que a espessura do corpo de prova seja no mínimo 10x maior que a profundidade de impressão. Dureza Rockwell Dureza Rockwell Para verificação de existência de camadas superficiais ou recobrimentos em materiais cujo histórico não se conhece, recomenda-se a realização de medidas em pelo menos duas escalas consecutivas com cargas menores, certificando a equivalência. A figura acima ilustra o procedimento, consistindo em testes de equivalência até se encontrar a mesma. Dureza Rockwell Para medições em superfícies cilíndricas convexas e esféricas, as correções são dadas pela tabela ao lado, que corresponde a escala que emprega penetrador de diamante. • Com base nos valores de dureza Rockwell, pode-se determinar a profundidade de penetração (h) conforme as equações seguintes: Penetrador de diamante: Comum: h = (100-HR).0,002 [mm] Superficial: h = (100-HR).0,001 [mm] Penetrador esférico: Comum: h = (130-HR).0,002 [mm] Superficial: h = (130-HR).0,001 [mm] Dureza Rockwell • A dureza Rockwell é definida por uma relação do tipo: • ଵ e ଶ são constantes que dependem da escala Rockwell; é a variação de profundidade; ଶ profundidade da penetração com a carga total; ଵ profundidade da penetração com a carga inicial (pré-carga). Para converter dureza Rockwell em dureza Brinell: Dureza Rockwell Dureza Rockwell Vantagens do ensaio Rockwell em relação ao Brinell: • Rapidez de execução, com tempo aproximado de 1 minuto; • Aplicável em todos os materiais, dos mais duros até os mais macios; • Maior exatidão e isenção de erros, já que não exige leitura do tamanho da impressão. • Não requer experiência do operador; Dureza Rockwell • Pequeno tamanho de impressão, onde em alguns casos os componentes podem ser testados sem danos; • Permite a determinação de durezas superficiais com pequena profundidade de penetração. Dureza Rockwell DUREZA VICKERS o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • Esse ensaio, introduzido em 1925, recebeu o nome Vickers porque foi a companhia Vickers- Armstrong que fabricou as máquinas para operar esse tipo de dureza. • Esse método é similar ao ensaio de dureza Brinell, pois também relaciona carga aplicada a área superficial da impressão. Dureza Vickers • O penetrador padronizado é uma pirâmide de diamante de base quadrada e com um ângulo de 136° entre faces opostas. Esse ângulo foi escolhido em função de sua proximidade com o ângulo formado no ensaio Brinell entre duas linhas tangentes às bordas da impressão e que partem do fundo dessa impressão. Dureza Vickers • O ensaio é aplicável a todos materiais metálicos com quaisquer durezas, especialmente materiais muito duros, ou corpos de provas muito finos, pequenos e irregulares, sendo por isso conhecido como ensaio universal. Dureza Vickers Dureza Vickers Dureza Vickers • A forma da impressão depois de retirada a carga é a de um losango regular, cujas diagonais devem ser medidas por um microscópio acoplado a máquina-teste e a média dessas duas medidas é usada para determinação da dureza Vickers. • ‘P’ é a carga em [N] e ‘d’ é o comprimento da diagonal da impressão [mm]. Dureza Vickers • Na prática, a aplicação da relação que calcula HV é desnecessária, já que existem tabelas que fornecem o valor da dureza Vickers a partir das leituras das diagonais da impressão formada. • Nesse ensaio, as cargas podem variar de 1 gf até 100 kgf, de acordo com o material que passará pelo ensaio. Dureza Vickers • As cargas são escolhidas de tal forma que a impressão gerada no ensaio seja suficientemente nítida para permitir uma boa leitura das diagonais, que deverão estar compreendidas entre limites de 0,011 mm e 1,999 mm (NBR NM-188-1). • Como o penetrador é indeformável, a dureza obtida independe (acima de 1 kgf) da carga utilizada, devendo, se o material for homogêneo, apresentar o mesmo número representativo da dureza para diferentes cargas. Dureza Vickers • A designação da dureza é formada pelo valor da dureza seguido do símbolo HV e da carga aplicada e pelo tempo de aplicação da carga se este for diferente dos previstos em normas (10 a 15 segundos para materiais duros, 30 a 60 segundos para materiais moles) Dureza Vickers Informações adicionais sobre o ensaio de dureza Vickers: • O método apresenta escala contínua de carga, geralmente de 1 kgf a 120 kgf. • As impressões são extremamente pequenas e pouco profundas. • Deformação nula no penetrador. • O método apresenta escala única de dureza. • Aplica-se a um amplo espectro de materiais. Dureza Vickers • É de utilização industrial limitada, em função da demora do ensaio, e de utilização ampla em pesquisa. • Exige cuidadosa preparação do corpo de prova para o caso de ensaio com microcarga. • Aplica-se a qualquer espessura do corpo de prova, desde que não haja ocorrência de deformação no lado oposto ao da superfície ensaiada. Dureza Vickers Dureza Vickers Dureza Vickers MICRODUREZA o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • Em algumas situações práticas, ocorre a necessidade de determinação de dureza de pequenas áreas docorpo de prova. • Um exemplo disso é o ensaio de dureza individual de microconstituintes de um determinado material, como ferrita e austenita em ligas de aço. Microdureza • O ensaio de mcirodureza produz uma impressão microscópica e se utiliza de penetradores de diamante e cargas menores que 1 kgf. Os métodos mais utilizados são microdureza Vickers e microdureza Knoop. • Para microdureza Vickers, o penetrador é o mesmo empregado nos ensaios comuns, e o valor de dureza HV será dado pela relação entre força aplicada e a área da superfície da marca permanente. Microdureza Microdureza Microdureza Microdureza • A microdureza Knoop, proposta em 1939, utiliza um penetrador de diamante na forma de uma pirâmide alongada, com ângulos de 172°30’ e 130° entre faces opostas, que provoca uma impressão no local onde a diagonal maior e a diagonal menor apresentam uma relação de 7:1. Microdureza • A microdureza Knoop é calculada dividindo a força aplicada pela área projetada da impressão, dada por: • ‘P’ é a carga em [N] e ‘l’ é o comprimento da diagonal maior em [mm]. • Ao indicar a dureza, o valor calculado deve ser multiplicado por 1000 para compatibilizá-lo com a grandeza das demais durezas Microdureza • A área da impressão obtida no ensaio Knoop é cerca de 15% da área correspondente no ensaio Vickers, enquanto a profundidade da impressão é menor que a metade. • O ensaio Knoop permite a determinação de dureza de materiais frágeis, como vidro e de camadas finas como películas de tinta ou camadas eletrodepositadas. Microdureza • As distâncias mínimas recomendadas para as impressões são de 2,5x a diagonal menor para impressões paralelas ao eixo maior, 2x a diagonal maior para impressões alinhadas no eixo maior, e uma distância de 1x a diagonal maior para a borda da peça. • Os ensaios de microdureza requerem preparação cuidadosa do corpo de prova, e são recomendáveis o polimento eletrolítico da superfície de análise e o embutimento da amostra em baquelite. Microdureza Microdureza • Para o caso de materiais cerâmicos, os ensaios de microdureza Vickers e Knoop são realizados no intuito de associar os seus resultados às características como resistência ao desgaste, abrasão, corte e principalmente a porosidade e a densificação. Microdureza Microdureza Microdureza Resumo durezas DUREZA SHORE PARA POLÍMEROS o Ensaios dos Materiais, Amauri Garcia, 2ª ed., CAP 4. • Uma variação do método inicialmente proposto para a dureza por rebote é a dureza Shore para materiais poliméricos como plásticos, elastômeros e borrachas. • A medida da dureza é dada pela resistência que o material oferece à penetração de um penetrador padronizado sob uma carga de compressão específica inversamente relacionada à profundidade de penetração e diretamente dependente do módulo de elasticidade e da viscoelasticidade do material. Dureza Shore para polímeros • Dentre as diversas escalas existentes, as duas que mais se destacam em utilização são as escalas Shore A (materiais moles) e Shore D (materiais duros). • Em relação ao tipo de penetrador, o método Shore A utiliza um penetrador com uma base plana, e o método Shore D emprega penetrador com um formado pontiagudo. Dureza Shore para polímeros Dureza Shore para polímeros • O princípio do método é bem simples: a escala varia de 0 a 100; se o penetrador penetra completamente no material, a leitura obtida é zero; se não ocorrer penetração a leitura é 100, sendo as leituras adimensionais. O resultado do ensaio é apresentado diretamente no indicador do durômetro e está diretamente relacionado com a profundidade de penetração na ponta da medição. Dureza Shore para polímeros Exercícios! EXERCÍCIOS DUREZA CADERNO Pag 34 Q47 Pag 125 Q30