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Pontuação
(5º§) O número de habitantes do 
planeta, porém, cresce sem parar, e 
muitas áreas produtivas da Terra já 
foram, e continuam sendo, ocupadas 
sem planejamento e exploradas de 
modo inadequado. Se continuarmos a 
agir assim, esgotando os recursos da 
natureza, em pouco tempo só restarão 
na Terra ambientes impróprios para 
vida e sem possibilidade de 
recuperação.
(6º§) Mas uma espécie como a nossa, 
capaz de realizações magníficas no 
campo das artes, das ciências e da 
filosofia, deverá saber organizar-se e 
encontrar soluções adequadas para 
garantir sua permanência na Terra.
(7º§) Pense na riqueza do "Nosso 
Planeta". Lute pela sua salvação 
enquanto há tempo!
Marque o que NÃO se comprova na 
composição do texto.
A) A primeira vírgula do primeiro 
período do texto está separando 
expressão com ideia temporal.
B) No título do texto, temos uma palavra 
escrita com dígrafo e uma escrita com 
encontro consonantal.
C) O título do texto contém dois pontos
anteriores à referência feita à Terra.
D) Existem alguns parágrafos escritos 
com apenas um período, contando a
história sobre as experiência vividas 
pela voz do narrador.
Na frase: “Pelé ... o rei do futebol ... 
faleceu em dezembro de 2022!”, os 
espaços em branco devem ser 
preenchidos respectivamente pelos 
seguintes sinais de pontuação:
A) Dois-pontos / vírgula.
B) Travessão / dois-pontos.
C) Exclamação / interrogação.
D) Vírgula / dois-pontos.
E) Vírgula / vírgula.
Ano: 2023 Banca: BRB Instituição:
Prefeitura de Borda da Mata - MG766
 no: 2023 anca: VUNESP Ins i uição:
Câmara de Bady Bassitt - SP767
Viajandões
Violência urbana nunca foi novidade. 
Aumentou, mas sempre existiu. Porém, 
até ela já teve dias mais românticos. 
Podemos quase sentir saudades de 
uma época em que os crimes eram 
protagonizados por uma turma que 
queria apenas enriquecer sem 
trabalhar, e para isso invadia sua casa, 
levava seu carro ou afanava sua bolsa, 
mas sempre tendo a delicadeza de 
avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um 
assalto!”. Eles sabiam o que estavam 
fazendo. E uma vez com o objeto do 
desejo em mãos, iam embora 
apressados assim que ouviam as 
sirenes da polícia, não sem antes fazer 
uma mesura de despedida. Quase 
posso ver George Clooney no papel.
Hoje os meliantes chegam 
agressivamente comunicando “Perdeu! 
Perdeu!”, a polícia não aparece e 
ninguém sabe direito o que está 
fazendo: se antes éramos surpreendidos 
por um pessoal que, a seu modo,
tentava evitar confusões
desnecessárias, hoje nos atacam
completamente chapados, alucinados e 
sem a menor condição de distinguir um 
assalto de um assassinato. Não se pode 
mais escolher entre a vida ou a bolsa: 
eles levam ambos.
A recomendação sempre foi a de não 
reagir. Eles têm uma arma, você não. 
Obedeça. Porém, até um tempo atrás, 
contávamos com um mínimo de 
discernimento a nosso favor. Quem nos 
assaltava sabia que estava cometendo 
um crime, sabia que deveria agir rápido 
e fazer o menor estrago possível, sem 
chamar atenção. Havia esperança de 
eles serem minimamente lúcidos e 
fazerem um serviço limpo.
Hoje, o cara que nos ataca pensa que 
é todo-poderoso. Tem delírio de todos 
os tipos. Se você ousar piscar os olhos, 
ele poderá interpretar como um sinal 
feito para o carro da frente. Se você 
estiver de camiseta verde, isso pode ser
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Licenciado para - Leonardo M
artins B
ezerra - 03499488280 - P
rotegido por E
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