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SIMULADÃO 157 c) logo em seguida volta à posição central e assim se mantém até a chave ser desligada, quando o pon- teiro volta a se deslocar para a direita por alguns instantes e volta à posição central. d) para a esquerda com uma oscilação de freqüên- cia e amplitude constantes e assim se mantém até a chave ser desligada, quando o ponteiro volta à posi- ção central. e) para a esquerda com uma oscilação cuja freqüên- cia e amplitude se reduzem continuamente até a chave ser desligada, quando o ponteiro volta à posi- ção central. 915 (Unesp-SP) Assinale a alternativa que indica um dispositivo ou componente que só pode funcionar com corrente elétrica alternada ou, em outras pala- vras, que é inútil quando percorrido por corrente contínua. a) lâmpada incandescente b) fusível c) eletroímã d) resistor e) transformador 916 (UFRGS) O primário de um transformador ali- mentado por uma corrente elétrica alternada tem mais espiras do que o secundário. Nesse caso, com- parado com o primário, no secundário: a) a diferença de potencial é a mesma e a corrente elétrica é contínua b) a diferença de potencial é a mesma e a corrente elétrica é alternada c) a diferença de potencial é menor e a corrente elé- trica é alternada d) a diferença de potencial é maior e a corrente elé- trica é alternada e) a diferença de potencial é maior e a corrente elé- trica é contínua 917 (Med. Pouso Alegre-MG) Num transformador suposto ideal, as grandezas que têm o mesmo valor tanto no primário quanto no secundário são: a) freqüência e potência b) corrente e freqüência c) voltagem e potência d) corrente e voltagem e) freqüência e voltagem 918 (Unisinos-RS) As companhias de distribuição de energia elétrica utilizam transformadores nas linhas de transmissão. Um determinado transformador é utilizado para baixar a diferença de potencial de 3 800 V (rede urbana) para 115 V (uso residencial). Neste transformador: I. O número de espiras no primário é maior que no secundário. II. A corrente elétrica no primário é menor que no secundário. III. A diferença de potencial no secundário é contínua. Das afirmações acima: a) Somente I é correta. b) Somente II é correta. c) Somente I e II são corretas. d) Somente I e III são corretas. e) I, II e III são corretas. 919 (UFBA) Numa usina hidrelétrica, a energia da queda-d’água é transformada em energia cinética de rotação numa turbina, em seguida em energia elétrica, num alternador, e finalmente é distribuída através de cabos de alta-tensão. Os princípios físicos envolvidos na produção e distri- buição de energia permitem afirmar: 01. A queda-d’água provoca uma perda de energia potencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. 02. A energia cinética de rotação da turbina é parci- almente transformada em energia elétrica, usando- se, para essa transformação, o fenômeno de indução eletromagnética. 04. A resistência elétrica de um cabo de transmissão é diretamente proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à sua área de secção transversal. 08. Os transformadores situados na usina têm, para efeito da distribuição de energia em cabos de alta- tensão, menor número de espiras na bobina primá- ria do que na bobina secundária. 16. Os transformadores convertem corrente alter- nada em corrente contínua e vice-versa. 32. A perda de energia elétrica, num cabo de trans- missão, é diretamente proporcional à sua resistên- cia e inversamente proporcional à corrente elétrica que o percorre. Dê como resposta a soma dos valores associados às proposições verdadeiras. 158 SIMULADÃO 260 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O 826 Alternativa b. U � E� � r�i → 120 � 110 � r� � i r�i � 10 Pd � r�i2 → Pd � r�i � i 100 � 10i i � 10 A Mas: r�i � 10 → r� � 10 � 10 → r� � 1 Ω 64. A potência dissipada no gerador é: P � r � i2 � 1 � 12 � 1 W (falsa) Portanto: 01 � 02 � 08 � 32 � 43 832 01. R1, R2 e R3 estão em paralelo. (falsa) 02. A resistência total vale: 1 R � 1 1R � 1 2R � 1 3R → 1 R � 1 2 3 20 � � → R � 4 Ω Req � R4 � R → Req � 50 � 4 → 54 Ω (falsa) 04. A leitura em A1 será: Ueq � Req � ieq → 270 � 54ieq → ieq � 5 A (verdadeira) 08. Determinando UAB: UAB � E � R4 � ieq → UAB � 270 � 50 � 5 � 20 V ( verdadeira) 16. A leitura em A2 será: A B 500 V 100 V i 8 � 20 � 4 � 827 Alternativa e. VM � VN � 5 � i � 3 � 10 � i 36 � VN � 5 � 2 � 3 � 10 � 2 36 � VN � 33 → VN � 3 V 828 Alternativa a. 8i � 500 � 4i � 100 � 20i � 0 i � 12,5 A 829 Alternativa e. UAB � E � r � i UAB � 500 � 8 � 12,5 UAB � 400 V h � P P u t � U i Ei AB � 400 500 � 0,8 � 80% 830 Alternativa a. A corrente tem sentido anti-horário; logo: � E2 � r2i � E1 � r1i � Ri � 0 � 4 � 2i � 2 � 1i � 5i � 0 i � 0,25 A 831 01. Como E1 � E2, a bateria E1 está funcionando como fonte de força eletromotriz e a bateria E2 está funcionando como receptor de fem e2 (verdadeira) 02. Pela lei de Ohm-Pouillet: i � 9 3 6 � � 1 A → leitura 1 A (verdadeira) 04. A leitura do voltímetro V2 é a ddp no receptor, logo: U2 � E2 � v2 � i → U2 � 3 � 1 � 1 � 4 V (falsa) 08. A leitura do voltímetro V1 é a ddp no gerador, logo: U1 � E1 � v1 � i → U1 � 9 � 1 � 1 � 8 V (verdadeira) 16. A leitura no voltímetro V3 é a ddp na associação em paralelo de R1 com R2, com Req � 2 Ω, logo: U3 � Req � i � 2 � 1 � 2 V (verdadeira) 32. A energia consumida no receptor é: E2 � P2 � Dt → E2 � U2 � i � Dt � 4 � 1 � 1 � 4 kWh (verdadeira) A B 20 � 20 V 10 � 10 � A2 5A 4A 1A 2A 2A (verdadeira) 32. A potência dissipada em R1 é metade da dissipada em R2. Pd r1 � R1 � 1 2 → Pd r1 � 20 W Pd r2 � R2 � 2 2 → Pd r2 � 40 W → Pd r2 � 2 � Pd r1 Então: 04 � 08 � 16 � 28 833 Dados: U � 12 V; P � 48 W a) A corrente através de cada lâmpada será: P � U � i → 48 � 12 � i → i � 4 A b) O fusível deve ser dimensionado para um valor mí- nimo de 8 A, já que cada lâmpada é atravessada por 4 A. 5A F L L 4A 4A 834 Dados: R1 � R2 � R3 � R4 � 120 Ω; UAB � 270 V a) Determinando a resistência do resistor equivalente: R1 R2,3 R4 RESOLUÇÃO 261 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O b) Determinando a corrente em L3: 837 Alternativa e. Ueq � Req � i → 270 � 300 � i → i � 0,9 A Portanto, a corrente em L3 será 0,45 A c) Tirando L3, temos: Req � R1 � R2 � R4 � 360 Ω Ueq � Req � i → 270 � 360 � i � 0,75 A Portanto, a lâmpada L4 passa a ser percorrida pou uma corrente ( 0,75 A) menor que a anterior (0,9 A), logo, brilhará menos. 835 Alternativa b. Utilizando a lei dos nós ou 1ª lei de Kirchhoff: 0,45 A 0,45 A R1 R2 R3 R40,9 A 4 � 3 � 5 � � � � � 10 A 2 A X x � 2 � 10 → x � 8,0 A Sendo assim, a tensão no resistor de 4 Ω será: U � R � i → U � 4 � 8 � 32 V 836 Alternativa d. Associando os dois elementos de fem iguais a 3 V em paralelo, temos Ep � 3 V, logo o circuito passa a ser: 1,75 � 1,25 � 9 V 1,5 V 1,5 V 3 V Ep i Pela lei de Ohm-Pouillet, temos: i � ( , ) ( , ) , , 9 1 5 3 1 5 175 1 25 � � � � i � 10 5 4 5 3 , ,� � 6 3 � i � 2 A nó A → i1 � i3 � i2 malha β → 20i3 � 10 � 50i2 � 0 2,5 � 10 � 50i2 � 0 i2 � 0,150 A Logo: i1 � 0,125 � 0,150 i1 � 0,025 A malha α → �e1 � 10 � 50i2 � 100i1 � 0 �e1 � 10 � 7,5 � 2,5 � 0 e1 � 0 838 a) O circuito é: 10 V 100 � 50 � 20 � e1 i1 i2 i3 � 0,125 A α β A 12 V 5 � i i2i1 N M A Com o capacitor carregado a leitura do amperímetro é zero (não passa corrente elétrica nesse trecho, i2 � 0). b) A corrente i � i1 é igual a: i � 12 5 5� → i � 1,2 A A diferença de potencial entre A e B é: UMN � 5i → UMN � 5 � 1,2 � 6 V A carga armazenada é: Q � C � U → Q � 1 � 10�5 � 6 � 6 � 10�5 C � 60 � 10�6 C � 60 �C c) Sem a bateria, o circuito fica: R1 A Assim, as placas do capacitor, carregadas com carga Q � 6 � 10�5 C ficam ligadas entre si e os elétrons da placa negativa começam a passar para a placa positi- va. No início, o fluxo de cargas é grande porque a ddp entre as placas é máxima.No decorrer do tempo, o fluxo de elétrons vai se reduzindo, porque há cada vez menos eleetrons para se tranferirem, até que cessa completamente quando não houver mais cargas nas placas, isto é, Q � 0. Se Q � 0, obtemos U � 0. Desse onde R2,3 � 120 120 120 120 � � � 60 Ω Req � 120 � 60 � 120 � 300 Ω RESOLUÇÃO 159 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇÃ O CINEMÁTICA 1 Alternativa e. 2 Alternativa c. O deslocamento escalar corresponde ao espaço per- corrido �s, dado por: �s � s2 � s1 ⇒ �s � 32 � 50 ⇒ �s � �18 km posição final posição inicial A distância percorrida é dada por: d � d1 � d2 ⇒ d � (60 � 50) � (60 � 32) ⇒ d � 10 � 28 ⇒ d � 38 km 3 Alternativa a. Se v � 5 m/s, após 60 s o atleta terá percorrido: �s � v � �t ⇒ �s � 5 � 60 ⇒ �s � 300 m Considerando o formato da pista, ele estará no ponto B indicado na figura: d A B160 m 80 m 60 m 60 m 80 m Do triângulo retângulo temos o deslocamento: d2 � 602 � 802 ⇒ d2 � 3 600 � 6 400 ⇒ d2 � 10 000 d � 100 m 4 Alternativa e. Dados: VH � 3,6 km/h VA � 30 m/min Vi � 60 cm/s SIMULADÃO: RESOLUÇÃO SIMULADÃO: RESOLUÇÃO